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    Filmes online: “Duna” e as estreias de streaming

    26 de novembro de 2021 /

    “Duna” é a grande estreia de streaming da semana. Mas com um detalhe: quem não for assinante da HBO Max também poderá vê-lo, pagando mais caro que a assinatura mensal, numa das muitas plataformas de VOD que passam a oferecer sua locação digital simultaneamente nesta sexta (26/11). Entre os demais dicas, há dois filmes de Natal e muitos lançamentos premiados no circuito dos festivais, com destaque para “Annette”, musical que conquistou dois troféus do Festival de Cannes deste ano e que é inédito no circuito oficial dos cinemas brasileiros. Veja abaixo 10 sugestões para aproveitar o melhor do streaming no fim de semana.     Duna | HBO Max   Maior sucesso cinematográfico da Warner durante a pandemia, “Duna” chega “de graça” ao streaming – incluído no preço da assinatura normal da HBO Max – para ser conferido de preferência numa Smart TV de tela gigante, que valorize seu visual de tirar o fôlego. A cenografia, a profundidade de campo, a ambição, tudo é gigantesco, babilônico. Escrita originalmente por Frank Herbert em 1965 e levada pela primeira vez às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”), a trama de “Duna” acompanha uma família aristocrática que assume a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Se em primeiro plano há uma grande aventura, em segundo subsiste uma crítica ao colonialismo e à cobiça, com paralelos nos dias de hoje à crise energética e às disputas viscerais pelo mercado entre as grandes corporações. O elenco reunido para materializar essa história é tão grandioso quanto a escala da produção, com destaque para Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) como Paul Artreides, Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). Mas atenção: “Duna” também é uma história sem fim. O diretor Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”) adaptou apenas a primeira metade do livro de Frank Herbert e vai concluir a história em mais um filme – ou dois, pois planeja fazer a adaptação do livro seguinte, “O Messias de Duna”.     Annette | MUBI   Primeiro filme falado em inglês de Leos Carax (“Os Amantes de Pont Neuf”), que venceu o troféu de Melhor Direção no Festival de Cannes neste ano, é um musical que destaca o estilo surreal do cineasta francês em cenas de visual impactante e muita música. Originalmente concebida como uma ópera rock pela banda Sparks, que assina a trilha sonora original, também premiada no festival francês, a trama acompanha Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como um arista de “stand up” e Marion Cotillard (“Aliados”) como uma cantora da fama internacional, que formam um casal cercado de glamour. Mas o nascimento de sua filha Annette, uma “menina misteriosa com um destino excepcional”, altera o rumo de suas vidas.     The Trouble with Being Born | MUBI   Uma das tramas de ficção científica mais provocadoras dos últimos tempos, “The Trouble with Being Born”, premiado no Festival de Berlim do ano passado, acompanha Elli, um robô androide com forma de criança, programada com memórias que significam tudo para seus donos, mas nada para ela. A trama traz o ponto de vista da máquina e choca a princípio com imagens de sexualização infantil, que sugerem abuso da relação entre dono e “filha” – e as insinuações de incesto foram suficientes para o Festival de Melbourne desistir de exibir o filme da cineasta austríaca Sandra Wollner (“The Impossible Picture”) em sua programação. Mas este é só o começo da história. Num impulso de fuga, Elli vai parar nas mãos de outra proprietária, assumindo outro visual e relacionamento tóxico. Trata-se, ao final, de uma parábola moral, que vai além de um óbvio comentário sobre os efeitos desumanizadores da tecnologia.     Ferida | Netflix   A estreia da atriz Halle Berry na direção é um mergulho no mundo das lutas profissionais femininas. Além de estar atrás das câmeras, ela também estrela a produção no papel de Jackie Justice, uma lutadora de MMA fracassada, que abandonou o filho recém-nascido seis anos atrás. Sua vida tem uma reviravolta quando o pequeno Manny inesperadamente retorna para sua vida e ela se vê precisando sustentar a criança. Com seu currículo sem brilho, a forma de fazer isso é dar a volta por cima, num esforço para retomar a carreira e o prestígio em lutas contra estrelas jovens do esporte. Para as filmagens, a atriz de 55 anos treinou com a brasileira Cris Cyborg, lutadora profissional e campeã de MMA. O treino foi puxado, mas ela encerrou a preparação para o papel com uma barriga tanquinho – “não há melhor sensação”, chegou a postar no Instagram.     Reação em Cadeia | Amazon Prime Video   Márcio Garcia se arrisca como diretor de thriller de ação em seu primeiro “filme brasileiro” – após rodar dois longas nos EUA – e o resultado surpreende. Mesmo sem orçamento hollywoodiano, “Reação em Cadeia” tem sequências decentes de perseguição de carros sem efeitos especiais exorbitantes. Mas seu grande trunfo é o roteiro escrito em parceria entre o diretor, Thiago Dottori (dos dois filmes da “Turma da Mônica”) e Bráulio Mantovani (dos dois “Tropa de Elite” e “Cidade de Deus”). Com uma trama que aborda crime e corrupção, entrega um retrato autêntico da podridão política no Brasil. O protagonista (Bruno Gissoni) é o auditor fiscal de uma empresa que, sem querer, depara-se com um grande esquema de corrupção que abastece o sistema político brasileiro. A situação envolve o crime organizado e coloca sua família em risco. Mas, ao contrário dos filmes de ação de Hollywood, o herói não resolve a parada armando-se até os dentes. Sua principal arma é a inteligência com que enfrenta as ameaças e reviravoltas do enredo, traçando um plano para retomar sua vida normal. Chega no sábado (27/11) na Amazon.     O Fim do Mundo | Filmicca   Espécie de “Cidade de Deus” português, filmado com atores não profissionais, “O Fim do Mundo” acompanha um jovem de 18 anos que passou os últimos 8 em uma unidade de internação de menores e tenta retomar sua vida na Reboleira, uma favela de Lisboa. Seus amigos de infância continuam lá, assim como os cariocas e as festas. Mas também o tráfico e inimigos jurados. Buscar o equilíbrio é ainda mais difícil conforme as escavadeiras começam a demolir o bairro e todos tentam se agarrar a sonhos, sejam românticos ou violentos. Melhor Filme Português do IndieLisboa do ano passado, o segundo longa de Basil da Cunha fez bastante sucesso no circuito dos festivais internacionais, revelando um universo pouco visto no cinema europeu, e que já tinha aparecido no primeiro filme do diretor luso-suíço, “Até Ver a Luz”, no já distante ano de 2013.     Tirem o Sorriso do Rosto | Filmicca   Aclamado pela crítica ao passar nos festivais de Berlim e Tribeca, a estreia do diretor americano Daniel Patrick Carbone acompanham dois irmãos enquanto amadurecem abruptamente pelo choque da morte de um amigo. Perturbados de uma forma que não conseguem entender, eles buscam refúgio longe da cidade, enquanto ponderam os mistérios da natureza e a própria mortalidade. Ao filmar esta jornada, Carbone entrega um retrato belamente fotografado do interior rural americano sob a ótica distorcida da juventude.     Natal em 8 Bits | HBO Max   Um dos mais divertidos filmes de temática natalina deste ano, “Natal em 8 Bits” gira em torno das desventuras de um adolescente do final dos anos 1980 para conseguir o presente de seus sonhos: a última palavra em consoles de videogame, o Nintendo Entertainment System. Mesmo tendo o pedido de Natal recusado pela família, ele não desiste e entra num concurso repleto de desafios para ganhar o grande prêmio. A história lembra a conhecida epopeia do menino de “Uma História de Natal” (1983), mas também compartilha do humor doce e irônico de “A Princesa Prometida” (1987), na forma como Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”) conta a história para sua filha, jurando que tudo é verdade e aconteceu em sua infância. Sem falar que é repleto de referências da década mais pop de todas.     Um Menino Chamado Natal | Netflix   A qualidade dos efeitos e o bom elenco diferenciam esta fantasia dos muitos títulos natalinos lançados pela Netflix neste final do ano. A história se revela conforme Maggie Smith (“Downton Abbey”) conta para um grupo de crianças como o Natal realmente começou, quando um menino chamado Nicholas e seu rato falante embarcaram numa jornada impossível em busca de um pouco de mágica. Com roteiro e direção de Gil Kenan (“Poltergeist – O Fenômeno”), o elenco também inclui Kristen Wiig (“Mulher-Maravilha 1984”), Sally Hawkins (“A Forma da Água”), Toby Jones (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Jim Broadbent (“Harry Potter”) e o menino estreante Henry Lawfull.     Becoming Cousteau | Disney+   Premiado no Festival de Londres, este documentário celebra a carreira e realizações, mas também lembra as tragédias que marcaram a vida do famoso explorador e ambientalista Jacques Cousteau (1910–1997). Ele próprio foi um documentarista premiado – vencedor de três Oscars – , que por muitos anos teve seu nome associado às maiores aventuras submarinas da vida real, além de ter sido responsável por invenções importantes e despertado a paixão oceanográfica em várias gerações que cresceram assistindo a seus programas televisivos, como “O Mundo Submarino de Jacques Custeau”, “A Odisséia de Custeau” e tantos outros – fez até uma série dedicada à exploração dos rios da Amazônia nos anos 1980.

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    Storyboard da versão nunca filmada de “Duna” nos anos 1970 é vendido por R$ 16 milhões

    22 de novembro de 2021 /

    O lendário storyboard da versão nunca filmada de “Duna” nos anos 1970 foi arrematado nesta segunda-feira (22/11) num leilão em Paris por 2,66 milhões de euros (cerca de R$ 16,72 milhões) Trata-se de um roteiro detalhado com imagens do que deveria ter sido o filme, juntando os argumentos do diretor chileno Alejandro Jodorowsky, mestre do surrealismo, com desenhos do gênio dos quadrinhos franceses Moebius e do artista plástico suíço H.R. Giger. O filme, que deveria ser estrelado por David Carradine (na época, astro da série “Kung Fu”), o cantor Mick Jagger, o cineasta Orson Welles, e o artista plástico Salvador Dali, nunca saiu do papel, mas sua produção se tornou lendária e rendeu até um documentário premiado em 2013. O material desenvolvido para o storyboard foi o ponto de partida para Giger ser convidado, logo em seguida, para criar o visual de “Alien”, dirigido em 1979 por Ridley Scott. Já a parceria entre Jodorowsky e Moebius continuou nos quadrinhos, com a criação da saga sci-fi do “Incal” em 1980, que agora também vai virar filme com direção de Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”). “Duna”, por sua vez, acabou chegando aos cinemas em 1984, com direção de David Lynch, voltando novamente em 2021, na primeira parte de um franquia desenvolvida por Denis Villeneuve. Veja abaixo o trailer do documentário “Duna de Jodorowsky”, com imagens do caríssimo storyboard.

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    “Ghostbusters: Mais Além” estreia em 1º lugar nos EUA

    21 de novembro de 2021 /

    “Ghostbusters: Mais Além” estreou em 1º lugar no fim de semana na América do Norte com US$ 44 milhões de arrecadação. O valor é similar à abertura de “Caça-Fantasmas”, a malvista versão feminina da franquia de 2016. A diferença é que o novo lançamento teve que enfrentar a pandemia, o que faz seus números parecerem muito maiores na comparação. Embora o filme da Sony tenha causado menos impacto no mercado internacional – US$ 16 milhões em 31 países para uma soma mundial de US$ 60 milhões – , o público gostou do que viu, dando uma nota A- no CinemaScore, a pesquisa de opinião feita na saída dos cinemas dos EUA. Já a crítica se dividiu com menos empolgação. A média foi de 61% de aprovação na avaliação geral do Rotten Tomatoes, mas apenas 40% entre os críticos top (dos jornais e imprensa tradicional). A outra grande novidade do fim de semana foi a estreia do filme biográfico “King Richard: Criando Campeãs”, que só chega no Brasil em 2 de dezembro. Entretanto, o drama estrelado por Will Smith como pai das campeãs do tênis Serena e Venus Williams fez somente US$ 5,7 milhões, um valor decepcionante para uma produção exibida em 3,3 mil cinemas. Também disponível em HBO Max, o filme da Warner ficou em 4º lugar no ranking das bilheterias. A boa notícia para o estúdio é que o público deu nota A no CinemaScore e a crítica cobriu a obra de elogios – 92% no Rotten Tomatoes geral e 93% entre os jornalistas top. São ventos favoráveis para impulsionar “King Richard” durante a temporada de premiações. A Warner vai investir numa campanha para tentar o Oscar para Will Smith. Entre os remanescentes da programação, “Eternos” caiu para o 2º lugar em seu terceiro fim de semana, com US$ 10,8 milhões. Isto resulta num total doméstico de US$ 135,8 milhões e um total mundial de US$ 336,1 milhões. Ainda inédito no Brasil, “Clifford – O Gigante Cão Vermelho” ficou em 3º com US$ 8,1 milhões em sua segunda semana, totalizando US$ 33,5 milhões nos EUA e Canadá. O filme infantil só vai chegar em 2 de dezembro no país. “Duna” fecha o Top 5 com US$ 3,1 milhões em seu quinto fim de semana, impulsionando seus números para US$ 98,2 milhões na América do Norte e US$ 367 milhões mundiais. Para completar a contabilização do fim de semana, um lançamento limitado chamou a atenção por registrar um recorde. “Sempre em Frente” (C’mon, C’mon), filme do estúdio indie A24 estrelado por Joaquin Phoenix, registrou a maior arrecadação por sala de toda a pandemia, ao faturar US$ 134.447 em apenas cinco cinemas. Sua média de US$ 26,8 mil por tela supera o fim de semana inaugural de “A Crônica Francesa”, o antigo recordista com US$ 25,9 mil. Filmado em preto e branco por Mike Mills (“Mulheres do Século 20”), “Sempre em Frente” traz Phoenix como um documentarista que decide entrevistar crianças sobre a situação do mundo, enquanto estabelece um relacionamento transformador com seu sobrinho de 8 anos. O filme só estreia em fevereiro no Brasil.

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    “Eternos” mantém liderança das bilheterias dos EUA pela segunda semana

    14 de novembro de 2021 /

    “Eternos” manteve a liderança das bilheterias nos EUA e Canadá com mais US$ 27,5 milhões em sua segunda semana em cartaz. O valor representa uma queda de 61% em relação à estreia, diferença maior que a registrada por “Shangi-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, o filme anterior da Marvel/Disney. O total doméstico da produção chegou em US$ 118,4 milhões em dez dias. Mas sua principal fonte de arrecadação vem do mercado internacional. Neste fim de semana, o longa rendeu mais US$ 48 milhões em 45 países, elevando a contagem estrangeira para US$ 162,6 milhões e somando um total de US$ 281,4 milhões mundiais. E isto sem a China, que barrou a distribuição devido à entrevistas da diretora do filme, Chloé Zhao, chinesa que vive nos EUA e traça um retratado pouco lisonjeiro de seu país natal, “onde há mentiras por toda parte”. No início do ano, o governo chinês chegou a censurar o fato de Zhao ter vencido o Oscar com “Nomadland”, em vez de comemorar a conquista de uma cineasta do país. O 2º lugar ficou com “Clifford – O Gigante Cão Vermelho”, que alcançou US$ 22 milhões em cinco dias. O filme teve lançamento antecipado na quarta-feira (10/11) para compensar o fato de ter sido lançado simultaneamente na plataforma Paramount+. Considerando apenas o fim de semana, foram US$ 16,4 milhões, que mesmo com a concorrência do streaming representa um dos melhores começos da era pandêmica para um filme infantil. “Clifford” foi o segundo filme seguido da Paramount a ter lançamento híbrido. E “Patrulha Canina – O Filme” também teve bom desempenho nas bilheterias. Os executivos do estúdio informaram que o formato continuará a ser utilizado em títulos para crianças, pois ainda levará muito tempo para que o público mais jovem sejam vacinado. A crítica norte-americana considerou a adaptação dos livros ilustrados de Norman Bridwell (1928–2014) medíocre, com apenas 48% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas o público achou o cão gigante vermelho fofo, dando nota A no CinemaScore, avaliação feita na saída do cinema. A estreia no Brasil vai acontecer em 2 de dezembro. O resto do Top 5 comemorou a ultrapassagem de metas importantes, com vários números impressionantes. “Duna” fez mais US$ 5,5 milhões, que lhe valeu o 3º lugar e ajudou seu faturamento doméstico a atingir US$ 93,1 milhões, permitindo-lhe ultrapassar os US$ 350 milhões mundiais – está com US$ 351,2 milhões. Em 4º lugar, “007 – Sem Tempo para Morrer” arrecadou US$ 4,6 milhões, o que fez seu montante chegar à marca exata de US$ 150 milhões em seu sexto fim de semana em cartaz nos EUA e Canadá, e ultrapassar os US$ 700 milhões mundiais – chegou em US$ 708,6 milhões. Apenas “Velozes e Furiosos 9” arrecadou mais em todo o mundo, com US$ 721 milhões. Fechando a lista, “Venom: Tempo de Carnificina” acrescentou US$ 4 milhões em sua contabilidade, valor que lhe permitiu superar a marca de US$ 200 milhões na América do Norte. Trata-se apenas do segundo filme da era da pandemia a fazer isso, juntando-se a “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. O filme de super-herói chegou neste domingo (14/11) a um total doméstico de US$ 202,7 milhões e a US$ 441,5 milhões globalmente.

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    Dean Stockwell (1936–2021)

    9 de novembro de 2021 /

    O famoso ator Dean Stockwell, que teve carreira longuíssima e repleta de clássicos – e até filmou no Brasil – , morreu na manhã do último domingo (7/11) de causas naturais, aos 85 anos. Filho de Harry Stockwell, que dublou o Príncipe Encantado em “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), Dean e seu irmão mais velho, Guy Stockwell (“Beau Gest”), começaram a trabalhar ainda nos anos 1940 como atores mirins. Ao estrear na Broadway com 7 anos, ele chamou atenção da MGM e se mudou para Hollywood, onde passou a filmar e estudar ao lado de colegas de classe famosos, como Roddy McDowall, Elizabeth Taylor, Jane Powell e Russ Tamblyn. A estreia no cinema foi como uma criança fugitiva no famoso musical “Marujos do Amor” (1945) ao lado de Frank Sinatra e Gene Kelly. O sucesso do filme o fez emendar várias produções no período, até começar a ser escalado como protagonista aos 12 anos, em “O Órfão do Mar” (1948), de Henry King, e “O Menino de Cabelos Verdes” (1948), de Joseph Losey, em que viveu os personagens-títulos. Em sua infância, ele foi dirigido por alguns dos maiores mestres da velha Hollywood, em obras como “A Luz é para Todos” (1947), de Elia Kazan, que lhe rendeu um Globo de Ouro juvenil, “Capitães do Mar” (1949), de Henry Hathaway, “O Jardim Encantado” (1949), de Fred M. Wilcox, “O Testamento de Deus” (1950), de Jacques Tourneur, e “Era Sempre Primavera” (1950), de William A. Wellman. Seu papel-título na aventura “Kim” (1950), na qual contracenou com Errol Flynn, chegou a inspirar o lançamento de uma revista em quadrinhos. Mas seu contrato com a MGM acabou quando ele chegou os 16 anos. No auge da popularidade, Stockwell decidiu pausar a carreira para se formar na Hamilton High School em Los Angeles e estudar na faculdade em Berkeley, antes de, inspirado por “On the Road”, viajar pelo país. Só que, após um hiato de cinco anos, encontrou dificuldades para retomar as atividades, passando a atuar na TV, onde fez vários teleteatros, e também nos palcos. Até que seu desempenho na Broadway lhe reconduziu ao cinema. Após uma década vivendo o bom menino, ele reapareceu em “Estranha Obsessão” (1959), de Richard Fleischer, como um dos psicopatas universitários que matam um colega só para provar que era possível cometer um crime perfeito. Stockwell reprisava um papel que tinha vivido nos palcos de Nova York, e que por isso sabia de cor. De fato, foi tão magistral que acabou consagrado no Festival de Cannes de 1959 com o troféu de Melhor Ator. A partir daí, emendou outros papéis dramáticos importantes. Em “Filhos e Amantes” (1960), de Jack Cardiff, foi um jovem artista que busca uma vida diferente de sua família de mineiros. Em outro clássico, “Longa Jornada Noite Adentro” (1962), de Sydney Lumet, foi o filho doente terminal de uma família doentia, inspirado na juventude do escritor Eugene O’Neill. A interpretação depressiva lhe rendeu seu segundo prêmio de Melhor Ator em Cannes, em 1962. Apesar do impacto dessas produções, seu filme seguinte, “Nasce uma Mulher”, só estreou em 1965, e para se manter Stockwell precisou ampliar as participações na TV, conseguindo um papel recorrente na popular série médica “Dr. Kildare” em 1965. Isto, porém, fechou-lhe as portas das produções de prestígio, iniciando outra fase em sua carreira. Stockwell descobriu as drogas, mudou-se para San Francisco e entrou na contracultura como um hippie sábio em “Busca Alucinada” (1968), filme psicodélico de Richard Rush que também trazia Jack Nicholson como guitarrista de uma banda de rock. E após uma rápida transformação em vilão de terror em “O Altar do Diabo” (1970), mergulhou de vez no cinema contracultural. Viveu o pistoleiro Billy the Kid no filme dentro do filme de “O Último Filme” (1971), obra maldita do eterno hippie Dennis Hopper, de quem se tornou amigo inseparável. Foi ainda um repórter-lobisomem nos bastidores do poder político em “O Lobisomem de Washington” (1973), cult marginal de Milton Moses Ginsberg. E voltou a encontrar Hopper como um hipster em “Tracks” (1974), de Henry Jaglom, sobre traumas da Guerra do Vietnã. Foram filmes cultuadíssimos, mas que pagaram bem menos que ele estava acostumado. Por isso, sua carreira televisiva como ator convidado multiplicou-se com participações em “Bonanza”, “Missão: Impossível”, “Mannix”, “Galeria do Terror”, “Columbo”, “Cannon”, “São Francisco Urgente”, “Os Novos Centuriões”, “Casal 20” e “Esquadrão Classe A”, entre muitas outras séries. Sem atenção de Hollywood, Stockwell estrelou “Alsino e o Condor” (1982), produção da Nicarágua que acabou indicada ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, e o mexicano “Matar um Estranho” (1983). Até se desiludir de vez e resolver abandonar o cinema para vender imóveis no Novo México. Entretanto, para complementar a renda, aceitou fazer um último filme de um diretor alemão. Tudo mudou com o filme do tal alemão. Em 1984, ele viveu o irmão de Harry Dean Staton em “Paris, Texas”. O drama do cineasta Wim Wenders acabou vencendo o Festival de Cannes e se tornando um dos longas mais famosos da década. Sua filmografia reviveu com uma coleção de pequenas participações inesquecíveis. Ele apareceu na primeira versão da sci-fi “Duna” (1984), sob a direção de David Lynch, no cult adolescente “A Lenda de Billie Jean” (1985) e no thriller policial “Viver e Morrer em Los Angeles” (1986), de William Friedkin, antes de atingir o ápice com sua melhor pequena participação de todas, o cafetão-traficante Ben de “Veludo Azul” (1986), novamente dirigido por Lynch e ao lado do velho amigo Dennis Hopper. A cena em que ele canta Roy Orbison para o torturado Kyle MacLachlan figura entre as mais icônicas do cinema moderno. Em seguida, ele enfrentou Eddie Murphy em “Um Tira da Pesada II” (1987) e fez uma dobradinha de filmes para Francis Ford Coppola, “Jardins de Pedra” (1987) e “Tucker: Um Homem e seu Sonho” (1988), até ter seu status de ladrão de cenas consagrado pela Academia, com uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho como um chefão da máfia na comédia “De Caso com a Máfia” (1988), de Jonathan Demme. Foi nesse período que acabou vindo filmar no Brasil, onde, sem falar português, viveu o patrão de “Jorge, um Brasileiro” (1988), drama caminhoneiro dirigida por Paulo Thiago, com Carlos Alberto Riccelli e Glória Pires no elenco. Na projeção nacional, foi dublado por Odilon Wagner. Ao voltar aos EUA, Stockwell passou a se dedicar a seu papel mais duradouro na TV, interpretando o almirante Al Calavicci em cinco temporadas da série “Quantum Leap” (1989–1993), que lhe renderam indicações ao Emmy em quatro anos consecutivos. “Ele costumava anunciar sua chegada no estúdio com um grito: ‘A diversão começa agora!’. Palavras mais verdadeiras nunca foram ditas”, lembrou Scott Bakula, seu colega de elenco na série, em depoimento à imprensa nesta terça (9/11). Stockwell ainda fez nova parceria com Dennis Hopper em “Atraída pelo Perigo” (1990), foi um agente de talentos desesperado num dos melhores longas de Robert Altman, “O Jogador” (1992), atuou no thriller de ação “Força Aérea Um” (1997), com Harrison Ford, e até retomou as colaborações com Coppola em “O Homem Que Fazia Chover” (1997), vivendo um juiz corrupto. Mas depois disso seus melhores papéis foram na TV, principalmente como John Cavill, um dos robôs humanoides vilões do reboot de “Battlestar Galactica”, entre 2006 e 2009. Em 2015, ele se aposentou da carreira de ator e passou a se dedicar às artes plásticas. Artista talentoso, Stockwell já tinha se destacado ao projetar a arte da capa de um álbum de Neil Young, “American Stars ‘n Bars”, de 1977, e exibia suas obras por várias regiões nos Estados Unidos com seu nome completo: Robert Dean Stockwell.

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    “Eternos” estreia em 1º lugar com pior bilheteria da Marvel em 2021

    7 de novembro de 2021 /

    O filme de super-heróis “Eternos” estreou no topo das bilheterias da América do Norte com uma arrecadação US$ 71 milhões neste fim de semana. O valor equivale à quarta maior estreia de cinema nos EUA e Canadá desde o início da pandemia da covid-19. Só que tem um detalhe. Os três títulos acima de “Eternos” são filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), o que torna “Eternos” o filme da Marvel que menos faturou no período, atrás dos lançamentos de “Venom: Tempo de Carnificina” (US$ 90 milhões), “Viúva Negra” (US$ 80,3 milhões) e “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (US$ 75 milhões). “Eternos” também ganhou a reputação de ser o pior filme da Marvel em todos os tempos, tanto em avaliação da crítica quanto do público norte-americanos. No CinemaScore, que é uma pesquisa de opinião feita com o público na saída das sessões de cinema nos EUA, a produção registrou o primeiro “B” do Marvel Studios, abaixo do “B+” conferido ao primeiro filme de Thor, em 2011. Todos os outros filmes do MCU receberam A-, A ou A+. A avaliação dos críticos profissionais é ainda pior. Desde que as primeiras críticas começaram a ser publicadas, em 24 de outubro, a nota no Rotten Tomatoes não parou de cair. No sábado (6/11), um dia após a estreia do filme nos EUA, “Eternos” se tornou o primeiro lançamento do MCU considerado “podre”, desabando para 48% de aprovação. O impacto dessas notas pode levar a uma queda de arrecadação nos próximos dias e encurtar a carreira do filme no cinema. A boa notícia para o Marvel Studios e a Disney é que a arrecadação foi mais robusta no exterior. Mesmo sem lançamentos na China e na Rússia, onde uma nova onda de covid-19 obrigou outra rodada de fechamentos de cinemas, o longa faturou US$ 90,7 milhões internacionalmente, chegando a US$ 161,7 milhões mundiais. Foi o filme mais visto em todos os lugares, exceto na Índia. A produção chegou a bater o recorde de bilheteria da Coreia do Sul na pandemia, com US$ 14,1 milhões. E também teve bons desempenhos no Reino Unido (US$ 7,1 milhões), França (US$ 6,7 milhões), México (US$ 5,7 milhões) e Austrália (US$ 5 milhões). Sob a sombra de “Eternos”, os outros filmes em cartaz viram suas fortunas encolherem drasticamente na América do Norte. Em seu terceiro fim de semana, “Duna” caiu para o 2º lugar com US$ 7,6 milhões, elevando sua arrecadação doméstica para US$ 83,9 milhões e a mundial para US$ 338,4 milhões. “007 – Sem Tempo para Morrer” ficou em 3º lugar com US$ 6,2 milhões, aumentando seus rendimentos para US$ 143,1 milhões nos EUA e Canadá e US$ 667,1 milhões em todo o mundo. “Venom – Tempo de Carnificina” fez US$ 4,5 milhões em 4º lugar, chegando a US$ 197 milhões no mercado interno e US$ 424,6 milhões no total. E a animação “Ron Bugado” fechou o Top 5 com US$ 3,6 milhões, sem passar de um total de US$ 17,6 milhões. O maior lançamento do circuito limitado foi “Spencer”. O drama indie em que Kristen Stewart vive a princesa Diana chegou a US$ 2,1 milhões em cerca de mil salas e ocupou o 8º lugar no ranking da arrecadação. Para completar, a Netflix liberou “Alerta Vermelho” nos cinemas uma semana antes de lançar a superprodução em streaming, mas ninguém sabe qual foi sua bilheteria oficial, já que a empresa escondeu os números. A comédia de ação estrelada por Dwayne Johnson , Ryan Reynolds e Gal Gadot foi exibida em 750 cinemas dos EUA, e fontes das publicações de Hollywood estimam que não deva ter faturado mais que US$ 1,3 milhão, um número desanimador em circunstâncias normais. E com um detalhe: a crítica achou pior que “Eternos”, com apenas 42% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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    Taika Waititi vai filmar a icônica graphic novel “O Incal”

    4 de novembro de 2021 /

    O diretor Taika Waititi já definiu qual será seu próximo filme após “Thor: Love and Thunder”. Ele vai adaptar a cultuadíssima graphic novel “O Incal”, de Alejandro Jodorowsky e Moebius. Uma das mais influentes aventuras sci-fi da pioneira revista francesa de quadrinhos adultos Métal Hurlant (a versão original da americana “Heavy Metal”), a trama acompanha o detetive John Difool, que encontra um artefato místico conhecido como Incal – um objeto de grande poder, cobiçado por muitas facções em toda a galáxia. À medida que Difool aprende sobre os poderes e propósitos do Incal, ele embarca em uma missão para salvar o universo. Um detalhe curioso é que “O Incal” foi resultado da frustração de Jorodowsky com o cancelamento de sua adaptação de “Duna” no cinema, nos anos 1970. Ele tinha contratado Jean Giraud, o Moebius, para desenvolver os designs do filme, e se inspirou nos desenhos feitos para o projeto nunca finalizado para conceber a trama de “O Incal”. Considerado uma das melhores histórias em quadrinhos já feitas, “O Incal” fez tanto sucesso em seu lançamento original de 1980 que acabou ganhando sequência, virou saga e rendeu inúmeros spin-offs, materializando o “Jodoverso”, um universo de quadrinhos imaginado pelo célebre cineasta psicodélico. Taika Waititi vai trabalhar no roteiro ao lado de seu velho parceiro Jemaine Clement, com quem criou o filme e a série “What We Do in the Shadows”, além de Peter Warren (“Ghost Team”). E pretende dirigir a produção. O projeto ganhou o bênção de Jodorowsky, atualmente com 92 anos de idade e ainda muito ativo – dirigiu três longas na década passada. Ele é último criador sobrevivente, já que Moebius morreu em 2012. Em vídeo publicado no YouTube da editora francesa Humanoids, Jodorowsky lembrou a relação de “O Incal” com “Duna” e comentou que, se ainda fosse jovem e alguém lhe dissesse que sua obra viraria filme, mas ele não seria o diretor, teria ficado “muito furioso e deprimido, como se tivessem me roubando”. “Mas agora tenho 92 anos e não estou em condições de fazer uma obra tão épica”, considerou. “Quando o CEO da Humanoids, Fabrice Giger, me apresentou o trabalho de Taika Waititi, ficou óbvio para mim que ele era o cara certo”, Jodorowsky acrescentou em comunicado. “Confio plenamente na criatividade de Taika para dar ao ‘Incal’ uma apresentação impressionante, íntima e, ao mesmo tempo, de proporções cósmicas.” Ainda em etapa inicial de produção, o filme ainda não tem elenco definido, cronograma de filmagem ou previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Taika Waititi (@taikawaititi)

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    “Venom – Tempo de Carnificina” é o filme mais visto do Brasil pela quarta semana seguida

    1 de novembro de 2021 /

    O feriadão diminuiu o público de cinema no Brasil, mobilizando 737,6 mil pessoas para uma arrecadação total de R$ 13,8 milhões em bilheteria no fim de semana, segundo dados da consultoria Comscore. Os números representam uma queda de 13,8% em relação à semana passada, que já representava tendência de queda em relação à anterior. O que não mudou foi a popularidade de “Venom – Tempo de Carnificina”, que se manteve como o filme mais visto do país pela quarta semana, com 238,3 mil espectadores e arrecadação de R$ 4,2 milhões em ingressos vendidos. Ao todo, a adaptação de quadrinhos da Sony já foi vista por 3,4 milhões de espectadores e rendeu mais de R$ 56 milhões por aqui. O 2º lugar também é o mesmo da semana passada. “Duna” arrecadou R$ 3,56 milhões em seu segundo fim de semana, acumulando R$ 10,2 milhões até agora. Maior estreia de quinta passada (28/10), “A Família Addams 2” ficou na 3ª posição com R$ 2,8 milhões. Confira abaixo o Top 10 completo do Brasil, segundo apuração da Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 28 -31/101. Venom 2. Duna3. Familia Adams 2: Pé na Estrada4. 0075. Espiritos Obscuros6. Hallloween Kills: O Terror Continua7. Ron Bugado8. A Mensageira9. O Ultimo Duelo10. De Volta a Italia — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 1, 2021

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    “Duna” mantém liderança das bilheterias nos EUA

    31 de outubro de 2021 /

    “Duna” venceu a programação temática de Halloween para superar vários títulos de terror e se manter em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana de exibição. A sci-fi dirigida por Denis Villeneuve arrecadou US$ 15,5 milhões de sexta a domingo (31/10), elevando seu total nos EUA e Canadá para US$ 69,4 milhões. Apesar de ficar no topo, o filme enfrentou uma queda brusca de 62% no faturamento em relação à semana anterior. Mas vale reparar que outros títulos da Warner Bros. distribuídos simultaneamente em streaming na HBO Max americana, como “Mortal Kombat”, “O Esquadrão Suicida” e “Space Jam: Um Novo Legado”, chegaram a cair até 70% em consequência da opção online. A diferença significa que o marketing de “Duna” funcionou. O estúdio reforçou em sua campanha que se tratava de um filme para ser visto em tela grande. A sci-fi também foi lançada na China neste fim de semana, onde abriu com US$ 28 milhões, apesar de 10% do parque exibidor do país estar fechado devido a um novo surto de covid-19. Com isso, “Duna” chega a uma receita internacional de US$ 222 milhões e se aproxima de uma bilheteria de US$ 300 milhões mundiais. Não por acaso, teve sua sequência oficializada. No clima da data festiva, “Halloween Kills” voltou a atrair público, garantindo o 2º lugar em seu terceiro fim de semana com US$ 8,5 milhões. Mesmo destruído pela crítica, o novo filme do psicopata Michael Myers segue com um desempenho razoável, somando US$ 85,6 milhões no mercado norte-americano. Outros dois títulos de terror estrearam no fim de semana, mas não conseguiram atrair muito público. “Espíritos Obscuros”, de Scott Cooper, e “Noite Passada em Soho”, de Edgar Wright, nem sequer entraram no Top 5, disputando o 6º lugar com uma arrecadação similar, em torno dos US$ 4,2 milhões no fim de semana. “Noite Passada em Soho” teve uma distribuição um pouco maior, chegando em 3.016 telas, enquanto “Espíritos Obscuros” está sendo projetado em 2.800 locais. Crítica e público gostaram mais do trabalho de Edgar Wright, que teve 74% de aprovação no Rotten Tomatos contra 60% do filme de Scott Cooper, e nota B+ no CinemaScore contra C+, o que não é um bom presságio para “Espíritos Obscuros”. O que mais chama atenção é que ambos perderam para uma produção estrangeira, “My Hero Academia: World Heroes’ Mission”, terceiro longa derivado da popular série de anime “My Hero Academia”. O desempenho foi surpreendente, porque o desenho japonês teve uma distribuição muito menor, arrecadando US$ 6,4 milhões em 1.602 telas, o suficiente para o 4º lugar. O resto do Top 5 norte-americano inclui os blockbusters “007 – Sem Tempo para Morrer”, com US$ 7,8 milhões em 3º lugar, e “Venom: Tempo de Carnificina”, com US$ 5,7 milhões em 5º lugar. Até agora, a última aventura de Daniel Craig como 007 arrecadou US$ 133 milhões na América do Norte e US$ 472 milhões no exterior, atingindo US$ 605 milhões de faturamento mundial, um número robusto para tempos de pandemia. Por sua vez, “Venom: Tempo de Carnificina” chegou a US$ 190 milhões em vendas de ingressos domésticos, estabelecendo-se como o segundo filme de maior bilheteria doméstica do ano, atrás apenas de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, que fez US$ 221 milhões nos EUA e Canadá. Em todo o mundo, o segundo longa de Venom está a um passo de superar os US$ 400 milhões, com US$ 395,8 milhões até este domingo. Veja abaixo o resumo da estimativa de bilheteria para os sete principais filmes deste fim de semana na América do Norte. “Duna” – US$ 15,5 milhões “Halloween Kills” – US$ 8,5 milhões “007 – Sem Tempo para Morrer” – US$ 7,8 milhões “My Hero Academia: World Heroes ‘Mission” – US$ 6,4 milhões “Venom: Tempo de Carnificina” – US$ 5,7 milhões “A Última Noite em Soho” – US$ 4,2 milhões “Espíritos Obscuros” – US$ 4,2 milhões

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    Denis Villeneuve planeja transformar “Duna” numa trilogia

    27 de outubro de 2021 /

    Após ter a continuação de “Duna” confirmada, o diretor Denis Villeneuve revelou que imagina a saga de “Duna” como uma trilogia. “Eu sempre imaginei três filmes”, disse Villeneuve em entrevista à revista Entertainment Weekly. “Não é que eu queira fazer uma franquia, mas isso é ‘Duna’, e ‘Duna’ é uma grande história. Para honrá-la, acho que precisaria de pelo menos três filmes. Esse seria o sonho. Seguir Paul Atreides e seu arco completo seria bom”. Segundo Villeneuve, a ideia não é esticar a história do livro original de Frank Herbert, que foi dividido em duas partes, sendo concluída no próximo longa, mas filmar também o livro seguinte, “O Messias de Duna” (Dune Messiah). Publicado em 1969, quatro anos após o livro original, a obra expande o universo da saga e conclui a história de Paul Artreides com o nascimento de seus filhos – o livro seguinte se chama, justamente, “Os Filhos de Duna”. Ambos os livros foram adaptados numa minissérie do canal pago SyFy, “Children of Dune”, em 2003. “Herbert escreveu seis livros, e quanto mais ele escrevia, mais psicodélico ficava, então eu não sei como alguns deles poderiam ser adaptados”, disse Villeneuve sobre as adaptações. “Se eu tiver a chance de fazer ‘Duna: Parte Dois’ e ‘O Messias de Duna’, eu serei abençoado”. A primeira parte de “Duna” está atualmente em cartaz nos cinemas. O filme que traz Thimotée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”) no papel de Paul Artreides já faturou mais de US$ 220 milhões em todo o mundo.

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    Continuação de “Duna” é oficializada

    26 de outubro de 2021 /

    A continuação de “Duna” foi oficializada nesta terça-feira (26/10). O estúdio Legendary, parceiro da Warner Bros. na produção, anunciou a sequência nas redes sociais, avisando: “Este é apenas o começo …”, junto com uma arte em que se lê “Duna Parte Dois” e um texto de agradecimento ao público. “Agradecemos à todos que já vivenciaram a experiência de ‘Duna’ e também todos que vão assistir nos próximos dias. Estamos ansiosos para dizer: a jornada continua!”, escreveu o estúdio. A Warner Bros. reproduziu o anúncio em todo o mundo, inclusive no Brasil. Veja abaixo. O diretor Dennis Villeneuve já tinha dito que apenas um desastre financeiro muito grande impediria a produção do segundo filme. Ele deixou claro o apoio do estúdio à sua opção de contar a história em duas partes durante uma entrevista publicada em agosto passado na revista Total Film, ao explicar que a única forma de adaptar o livro de Frank Herbert era dividir a história em dois filmes e assim apresentar a trama completa com cinco horas de duração. “O que ouvimos nas últimas décadas é que não era possível adaptar o livro. Acho que, no fundo, o estúdio ainda acha isso! Mas o que eu precisava era provar a eles que era possível fazer um filme lindo e popular de ‘Duna’, e acho que consegui fazer isso – todo mundo na Warner e na Legendary apoia o filme totalmente. Seria preciso um resultado muito ruim nas bilheterias para que ‘Duna: Parte 2’ fosse cancelado. Eles amam o filme, estão orgulhosos do filme, e querem que o próximo vá adiante”, contou na ocasião. Só que a Warner e a Legendary, embora tenham encomendado o roteiro da continuação em 2019, ainda não tinham autorizado a produção da segunda parte de “Duna”, aguardando para ver se o desastre aconteceria. O filme estreou no fim de semana na América do Norte – e também no Brasil – e o resultado, longe de ser catastrófico, foi o melhor desempenho da Warner no ano, superando com folga o antigo campeão, “Godzilla vs. Kong”, que também era uma coprodução com a Legendary. “Duna” também rendeu a maior abertura norte-americana da carreira do diretor Dennis Villeneuve, deixando para trás os números de “Blade Runner 2049”, apesar de ter sido lançado simultaneamente em streaming, na HBO Max, nos EUA. No exterior, o filme foi exibido apenas nos cinemas. E graças a uma estratégia da Warner para evitar a pirataria das cópias de alta qualidade da HBO Max, começou a ser distribuído com mais de um mês de antecedência em países chaves. Por conta disso, “Duna” já contabiliza uma bilheteria de mais de US$ 220 milhões mundiais. This is only the beginning… Thank you to those who have experienced @dunemovie so far, and those who are going in the days and weeks ahead. We're excited to continue the journey! pic.twitter.com/mZj68Hnm0A — Legendary (@Legendary) October 26, 2021 Repost from @legendary: Esse é só o começo… Agradecemos à todos que já vivenciaram a experiência de #Duna e também todos que vão nos próximos dias. Estamos ansiosos para dizer: a jornada continua! pic.twitter.com/Rkv9I1U0YL — Warner Bros. Pictures Brasil (@wbpictures_br) October 26, 2021

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    “Venom – Tempo de Carnificina” supera “Duna” no Brasil

    25 de outubro de 2021 /

    “Venom – Tempo de Carnificina” manteve-se como a maior bilheteria do Brasil pela terceira semana, com 361,5 mil espectadores e R$ 6,3 milhões em ingressos vendidos. Principal lançamento da quinta passada (21/10), “Duna” ficou em 2º lugar ao levar 240 mil pessoas aos cinemas e arrecadar R$ 5 milhões em bilheteria. Um dos principais motivos dessa colocação é que, devido à sua longa duração, “Duna” tem menos sessões diárias que “Venom”, resultando em uma venda menor de ingressos. A diminuição das sessões também fez com que os números deste fim de semana tivessem uma queda de 10% na comparação com a semana anterior. Os cinemas brasileiros registraram um público de 855,8 mil pessoas e arrecadação de R$ 16,2 milhões de quinta a domingo (24/10). Veja abaixo a lista das dez maiores bilheterias do fim de semana, segundo dados da consultoria Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes1. Venom 2. Duna3. Ron Bugado4. Hallloween Kills: O Terror Continua5. 0076. O Ultimo Duelo7. Fátima – A História de Um Milagre8. Patrulha Canina9. Amarração do Amor10. Poderoso Chefinho 2 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 25, 2021

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    Duna bate recorde da Warner e chega a US$ 220 milhões mundiais

    24 de outubro de 2021 /

    “Duna” estreou em 1º lugar nos EUA e Canadá com US$ 40,1 milhões nas bilheterias, apesar de enfrentar a concorrência de si mesmo num lançamento simultâneo na HBO Max. O épico de ficção científica estreou em 4.125 cinemas na América do Norte, além de ser disponibilizado em streaming, uma prática adotada para todos os filmes da Warner Bros. em 2021 nos EUA. Diferente do que vinha acontecendo com outros lançamentos híbridos do estúdio, o resultado superou expectativas. Foi o melhor desempenho de todos os filmes da Warner que seguiram este formato de distribuição – ou seja, teve a melhor estreia da Warner no ano – , superando com folga o antigo campeão, “Godzilla vs. Kong” (US$ 31,7 milhões). O filme também rendeu a maior abertura norte-americana da carreira do diretor Dennis Villeneuve, deixando para trás os números de “Blade Runner 2049” (US$ 32,8 milhões). Além dos EUA e Canadá, “Duna” chegou a outros países, em especial a China, local que rendeu US$ 21,6 milhões neste fim de semana. Juntando as bilheterias de outros mercados, inclusive do Brasil onde também estreou nos últimos dias, o valor internacional foi maior que o desempenho norte-americano, atingindo US$ 47,4 milhões de quinta a este domingo (24/10). No exterior, o filme foi exibido apenas nos cinemas. E graças a uma estratégia da Warner para evitar a pirataria das cópias de alta qualidade da HBO Max, começou a ser distribuído com mais de um mês de antecedência em países chaves. Por conta disso, a produção já tem US$ 180,6 milhões no mercado internacional, que, somada à arrecadação doméstica, eleva o faturamento total a US$ 220,2 milhões mundiais. O problema para a Warner é que agora as tais cópias de alta qualidade já existem e o filme ainda tem um longo caminho a percorrer antes de recuperar seu orçamento de US$ 165 milhões e gastos adicionais com P&A (cópias e publicidade). Para complicar, o longo tempo de projeção do filme, de 155 minutos, reduz o número de sessões diárias nos cinemas e, portanto, sua capacidade de gerar grande faturamento. A favor da continuidade do sucesso estão as avaliações de público e crítica, com notas A- no CinemaScore e 83% de provação no Rotten Tomatoes. Em 2º lugar nas bilheterias da América do Norte, “Halloween Kills” somou mais US$ 14,5 milhões no fim de semana para atingir US$ 73,1 milhões na América do Norte e US$ 90,9 milhões mundiais. Na 3ª posição, “007 – Sem Tempo para Morrer” comemorou a ultrapassagem dos US$ 500 milhões de arrecadação global, ao atingir um total de US$ 525,4 milhões mundiais – dos quais US$ 120 milhões correspondem ao mercado interno. O 4º colocado, “Venom: Tempo de Carnificina”, também comemorou uma marca importante, ao ultrapassar US$ 350 milhões globalmente com uma contabilidade doméstica de US$ 181,8 milhões e US$ 170,6 milhões no exterior. O Top 5 se fecha com a segunda estreia da semana. Ao enfrentar “Duna” e os blockbusters remanescentes nas bilheterias, a animação “Ron Bugado”, produção do 20th Century Studios distribuída pela Disney, fez apenas US$ 7 milhões em sua estreia norte-americana, o que foi considerado decepcionante diante dos elogios da crítica e até mesmo da avaliação positiva do público que assistiu – 81% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota A no CinemaScore. Para completar, o fim de semana ainda registrou um recorde no circuito limitado norte-americano, graças à estreia de “A Crônica Francesa” (The French Dispatch). O filme de Wes Anderson obteve a maior média de ingressos vendidos da era pandêmica, com uma arrecadação estimada em US$ 25 mil por sala de exibição. Exibido em apenas 52 salas, fez US$ 1,3 milhão e, de forma impressionante para a sua baixa quantidade de telas, conseguiu se posicionar no 9º lugar do ranking.

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