Casey Affleck vira fantasma e assombra Rooney Mara em trailer de drama sobrenatural
A A24 divulgou o pôster e o trailer de “A Ghost Story”, que volta a reunir o diretor David Lowery com os atores Casey Affleck e Rooney Mara, após terem colaborado no belo “Amor Fora da Lei” (Ain’t Them Bodies Saint, 2013). Sem legendas, a prévia mostra o relacionamento do casal e o que acontece após a transformação de Affleck em fantasma, invisível a todos a seu redor. Para o público, porém, ele aparece como um figura triste e muda, coberta por um lençol branco de desenho animado, incapaz de consolar sua jovem viúva. O trailer também indica que os elementos sobrenaturais da trama são usados como uma metáfora dramática, para registrar a perda, a superação e, com ambas, a inevitabilidade da passagem do tempo. Exibido no Festival de Sundance 2017, “A Ghost Story” arrancou elogios rasgados da crítica americana, atingindo 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia vai acontecer em 7 de julho nos EUA, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Jay Z vai produzir filme e série sobre o assassinato do adolescente Trayvon Martin
O rapper Jay Z se juntou a Harvey Weinstein, um dos produtores mais influentes de Hollywood, dono da TWC (The Weinstein Company), para produzir uma filme e uma série de documentários sobre Trayvon Martin, o adolescente negro baleado por um segurança perto de sua casa em 2012, informou a revista Rolling Stone. Eles adquiriram os direitos de dois livros que abordam a tragédia, “Suspicion Nation: The Inside Story of the Trayvon Martin Injustice and Why We Continue to Repeat It” e “Rest in Power: The Enduring Life of Trayvon Martin”. O primeiro livro foi escrito pela repórter Lisa Bloom e registra sua experiência cobrindo o julgamento do caso para o jornalismo da rede NBC. Já a segunda obra foi escrita pelos pais de Martin, Sybrina e Tracy, e apresenta um ponto de vista mais pessoal, centrado na infância do adolescente e nas consequências de sua morte. O caso chocou a opinião pública americana, por o rapaz assassinado ser um estudante dedicado, andar desarmado e ter sido abordado em sua própria vizinhança, mas a defesa do segurança George Zimmerman conseguiu sua absolvição, após o júri ter aceitado a tese de que ele atuou em defesa própria quando atirou no jovem, de 17 anos. Muitos consideraram o crime um ato racista, dando origem ao movimento “Black Lives Matter” (“as vidas negras importam”), que ganhou ainda mais força com a repetição de fatos similares nos anos seguintes, levando a um grande questionamento da ação de policiais contra jovens negros nos EUA. A TWC já teve um grande sucesso ao filmar uma história similar, “Fruitvale Station: A Última Parada”, sobre a história real de Oscar Grant, um jovem de 22 anos que foi morto por um policial em uma estação de metrô de San Francisco. Vencedor do Festival de Sundance em 2013, o filme lançou a carreira do diretor Ryan Coogler (“Creed”) e estabeleceu Michael B. Jordan como um dos atores jovens mais talentosos de sua geração.
Vida de refugiada síria que nadou na Olimpíada do Rio vai virar filme
A vida da atleta Yusra Mardini, refugiada síria que nadou na Olimpíada do Rio aos 18 anos de idade, será transformada num drama cinematográfico. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, o longa terá direção do inglês Stephen Daldry, diretor de “O Leitor” (2008) e da série “The Crown”, que deve filmar uma parte da trama no Brasil, três anos após a estreia de “Trash: A Esperança vem do Lixo” (2014), rodado justamente no Rio. Filha de um professor de natação, Yusra nada desde os três anos de idade. Em agosto de 2015, a jovem e sua irmã, Sarah, decidiram fugir da Síria devido à guerra. O destino era a Grécia e o transporte era um bote com capacidade para sete pessoas. No entanto, havia 20 no barco. Durante a travessia, o bote começou a encher de água. Ela e a irmã foram para o mar e nadaram, puxando a embarcação lotada por três horas, até chegarem à ilha de Lesbos, na Grécia. Na Olimpíada carioca, ela foi apenas a 41ª colocada e não conseguiu classificação nas eliminatórias dos 100 m borboleta, mas reação dela depois da prova não sugeria nada disso. “Eu me senti muito bem na água. Competir com grandes campeões é empolgante, e estar nos Jogos Olímpicos é tudo que eu quis na vida”, disse a atleta.
Samuel L. Jackson e Sebastian Stan vão voltar a filmar juntos após Capitão América: O Soldado Invernal
Os atores Samuel L. Jackson e Sebastian Stan, que viveram Nick Fury e Soldado Invernal em “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014), vão voltar a se juntar no drama político “The Last Full Measure”. Além deles, outro integrante da franquia participará da produção, William Hurt, que interpretou o General Ross em “Capitão América: Guerra Civil” (2016). Segundo o site da revista Variety, o filme terá direção e roteiro de Todd Robinson (“Os Fugitivos”) com filmagens previstas para este mês em Atlanta e Costa Rica. Sebastian Stan viverá um investigador do Pentágono que tenta convencer o Congresso dos EUA a conceder uma Medalha de Honra a uma médico da Força Aérea americana, responsável por salvar a vida de 60 militares durante uma batalha da Guerra do Vietnã. O elenco ainda inclui Christopher Plummer (“Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), Bradley Whitford (série “Trophy Wife”), Michael Imperioli (“Oldboy: Dias de Vingança”) e Linus Roache (série “Vikings”). Ainda não há previsão para a estreia.
Versões de Um Crime é um desperdício de talento de todos os envolvidos
A cineasta Courtney Hunt teve uma estreia notável com “Rio Congelado”, drama de 2008, produzido com somente US$ 1 milhão, que gerou reconhecimento mundial à Melissa Leo, a partir de sua indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Apesar disso, a produção independente não rendeu à Hunt novas oportunidades. Desde então, ela só fez séries: três episódios de “Em Terapia” e dois de “Lei e Ordem: Unidade de Vítimas Especiais”. Lamentavelmente, o caso de Hunt não é isolado, como demonstra o destino de outras colegas, como Audrey Wells (“Sob o Sol da Toscana”), Christine Jeffs (“Chuva de Verão”) e Tamara Jenkins (“A Família Savage”), que sumiram do mapa após pequenos grandes feitos como diretoras autorais em seus primeiros passos. Para retomar a carreira em “Versões de Um Crime”, restou à Hunt um ingrato trabalho por encomenda que, claramente, não encontra nenhuma sintonia com o talento demonstrado previamente, resultado numa narrativa sem qualquer personalidade. O filme traz Keanu Reeves (“John Wick: Um Novo Dia Para Matar”) como o advogado da família formada por Jim Belushi (“Noite de Ano Novo”), Renée Zellweger (“O Bebê de Bridget Jones”) e Gabriel Basso (“Super 8”). O pai foi assassinado e o filho não faz nenhuma cerimônia em admitir o crime, embora tenha estabelecido desde então um voto de silêncio. Com dificuldades em fazer a sua defesa, o protagonista acaba aceitando a contribuição da personagem de Gugu Mbatha-Raw (em um papel parecido com o que interpretou no excelente “Armas na Mesa”), filha de um influente advogado. Enquanto seguem as declarações das testemunhas, flashbacks conflitam com cada palavra expressa, criando a impressão de que todos ali estão sustentando versões fantasiosas dos fatos para justificar um crime tão brutal e polêmico. O problema é que seriados na linha de “Divisão Criminal” (The Closer) e “The Good Wife” estabeleceram um patamar elevado, mostrando inúmeros casos judiciais, a ponto de dificultar o trabalho de filmes que tentem alongar os desdobramentos de apenas um crime nos tribunais. É uma constatação que enfraquece “Versões de Um Crime” já em seu primeiro ato, apesar do roteiro ter sido escrito por Nicholas Kazan – do já clássico “O Reverso da Fortuna” (1990) – , que entretanto, de forma suspeita, preferiu assinar com um pseudônimo para escapar incólume. Não bastasse ser genérico e trazer interpretações no piloto automático de todo o elenco, “Versões de Um Crime” ainda arrisca atirar pela janela tudo o que construiu em seu desenvolvimento em favor de um ato final de reviravolta, que busca surpreender o espectador ao exibir as verdadeiras faces dos personagens. Assim, o que soava como explicação para o ato de violência perde toda a sua credibilidade e coerência, trocada pela presunção de uma esperteza narrativa, facilmente antecipada nos primeiros minutos de projeção. Um grande desperdício de talento de todos os envolvidos.
Trailer de Código de Silêncio, um dos filmes mais comentados do Festival de Sundace 2017
A Netflix divulgou o trailer e as imagens de “Código de Silêncio” (Burning Sands), filme bastante comentado do Festival de Sundance 2017. A prévia mostra o dilema de um calouro universitário (Trevor Jackson, da série “American Crime”), que tenta entrar para uma fraternidade prestigiosa, mas para isso precisa se sujeitar à iniciação do grupo, extremamente longa e violenta. A trama reflete os complicados laços que unem os participantes desse rito de passagem das universidades americanas, cujos trotes chegam a extremos. O longa marca a estreia na direção de Gerard McMurray, um dos produtores do excelente “Fruitvale Station: A Última Parada”, vencedor de Sundance em 2013. O elenco inclui Alfre Woodard (série “Luke Cage”), Steve Harris (série “O Desafio/The Practice”), Tosin Cole (“Star Wars: O Despertar da Força “), DeRon Horton (da vindoura série “Dear White People”), Nafessa Williams (série “Code Black”) e Trevante Rhodes (“Moonlight”). “Código de Silêncio” estreia nesta sexta (10/3), exclusivamente na Netflix.
Atriz de Orphan Black vive mulher bipolar em trailer de romance autodestrutivo
O trailer e as imagens do drama indie canadense “The Other Half” mostram a boa química de Tatiana Maslany (vencedora do Emmy pela série “Orphan Black”) com seu namorado da vida real, o ator britânico Tom Cullen (série “Downton Abbey”), além de lembrar como a atriz arrasa ao demonstrar diferentes personalidades. Na trama, ela interpreta uma mulher bipolar que se envolve num romance volátil com um homem autodestrutivo, compartilhando a felicidade e a doença. Estreia na direção do ator Joey Klein (série “12 Monkeys”), “The Other Half” foi um dos destaques do Festival SXSW do ano passado e rendeu uma indicação ao prêmio de Melhor Atriz para Tatiana, na premiação da Academia Canadense de Cinema, que acontece em 12 de março. A estreia nos cinemas americanos está marcado para a véspera da premiação, na sexta-feira (10/3), e não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Arnold Schwarzenegger busca vingança em novo trailer de Aftermath
A Signature divulgou o trailer britânico de “Aftermath”, em que Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) volta a querer vingança. Desta vez, porém, ele não derruba portas e sai atirando. Seu personagem aperta a campainha. Isto porque, apesar de incluir morte e destruição, o filme segue uma linha de suspense dramático. Como o astro de ação jamais tinha filmado um drama, não é de se estranhar que a prévia opte por destacar a tensão e a expectativa, focada no desenlace do encontro entre o brutamontes e seu alvo. Detalhe: o trailer encerra justamente nesta cena. A trama reverbera o erro de um controlador de voo, que se distrai e não vê a proximidade de dois aviões em rota de colisão. No voo estavam a mulher e a filha do protagonista. Quando a causa do acidente vem à tona, o controlador, vivido por Scoot McNairy (“Batman vs. Superman”), opta por mudar de identidade para retomar sua vida longe do escândalo. Mas, como todo mundo sabe desde os anos 1980, ninguém é capaz escapar de Schwarzenegger, que logo encontra seu paradeiro. Ele jura que só quer olhar nos olhos do homem responsável pela morte de sua família e fazê-lo sentir-se culpado. Mas uma vez que Arnold engata o modo “Comando para Matar”… “Aftermath” é baseada numa história real, cujo desfecho foi de filme de Schwarzenegger mesmo. O acidente verdadeiro aconteceu em julho de 2002 e não foi nos EUA, mas na Alemanha, entre um avião cargueiro e outro de passageiros lotado de crianças russas em viagem de férias para Barcelona. Todos morreram. E um dos pais quis vingança. A versão de cinema foi escrita pelo espanhol Javier Gullón (“O Homem Duplicado”) e dirigida pelo inglês Elliott Lester (“Blitz”). E além dos antagonistas, o elenco ainda inclui Maggie Grace (“Busca Implacável”), Kevin Zegers (“Os Instrumentos Mortais”) e Hannah Ware (remake de “Oldboy”). “Aftermath” ainda não tem título em português nem previsão de estreia no Brasil, mas chega em 7 de abril nos EUA e no Reino Unido.
Nicholas Hoult se junta a Emma Stone no novo filme do diretor de O Lagosta
O ator Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) vai se juntar a Emma Stone no drama de época “The Favourite”, segundo filme falado em inglês do cineasta grego Yorgos Lanthimos (“O Lagosta”). O filme se passa no século 18 na corte da Rainha Anne, a última monarca britânica da casa dos Stuarts. Conhecida como Ana da Grã-Bretanha, ela foi responsável por unir a Inglaterra e a Escócia num único estado soberano, batizado de Grã-Bretanha, após séculos de animosidade entre os vizinhos. Hoult viverá o líder do partido conservador da época, no centro de várias maquinações políticas, enquanto Emma Stone será a Baronesa Masham, a amiga favorita da Rainha, justamente a personagem que rende o título da produção. O elenco inclui ainda Olivia Colman, que trabalhou com Lanthimos em “O Lagosta”, no papel da Rainha Anne, e Rachel Weisz, também de “O Lagosta”, como a Duquesa de Marlborough. O roteiro foi escrito pela estreante Deborah Davis e Tony McNamara (criador da série “Doctor Doctor”). Com isso, “The Favourite” marcará apenas a segunda vez – e a primeira desde sua estreia em 2001 – que Lanthimos não dirigirá um roteiro próprio. Por sinal, o cineasta grego foi a maior surpresa entre as indicações ao Oscar 2017, ao concorrer a Melhor Roteiro Original por “O Lagosta”. “The Favourite” ainda não tem previsão de estreia.
Jim Parsons e Claire Danes terão filho transgênero em drama sobre direitos LGBTQ
Os atores Jim Parsons (série “The Big Bang Theory”) e Claire Danes (série “Homeland”) vão estrelar o drama “A Kid Like Jake”. A produção vai abordar os direitos da comunicade LGBTQ (a sigla significa Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Queers). Segundo o site da revista Variety, a trama gira em torno do casal formado pelos dois atores, cujo filho de quatro anos demonstra preferir se vestir de Princesa a super-herói. Com isso, surgem preconceitos e barreiras sociais, especialmente na hora em que os pais precisam escolher uma escola para a criança. A trama é baseada na peça homônima de Daniel Pearle, que também está escrevendo a adaptação, e será dirigida por Silas Howard (da série “Transparent”), um dos poucos diretores transgêneros de Hollywood. O projeto de “A Kid Like Jake” chega num momento em que os direitos dos transgêneros estão sendo revistos nos EUA. Nesta semana, o presidente Donald Trump informou que pretende revogar a lei de Barack Obama que permite aos estudantes transgêneros utilizarem banheiros e vestiários de acordo com o gênero com que eles se identificam.
Ben Foster vai estrelar novo drama da diretora de Inverno na Alma
O ator Ben Foster, destaque do filme indicado ao Oscar “A Qualquer Custo”, será o protagonista do novo filme de Debra Granik, a cineasta do drama indie “Inverno na Alma” (2010), que revelou a atriz Jennifer Lawrence. Intitulado “My Abandonment”, o projeto será o primeiro longa de ficção da cineasta desde então. Segundo o site da revista Variety, o longa é baseado no romance homônimo de Peter Rock e foi roteirizado por Anne Rosellini. A trama gira em torno um pai e sua filha de 13 anos, que vivem próximos a uma floresta nas cercanias da cidade de Portland. Quando as autoridades resolvem tirá-los de suas vidas pacíficas, os dois embarcam em uma jornada errática à procura de um novo lar. O papel da filha será vivido por Thomasin McKenzie (“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”). A data de estreia de “My Abandonment” ainda não foi anunciada.
Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky, fecha distribuição em 10 países
O novo filme de Laís Bodanzky, “Como Nossos Pais”, não foi premiado, mas aproveitou bem sua passagem pelo Festival de Berlim. Segundo o site Filme B, o drama estrelado por Maria Ribeiro (“Tropa de Elite”) foi adquirido por distribuidores de dez países, garantindo sua estreia na França, Espanha, Grécia, Turquia, Suíça, Polônia, Bélgica, Luxemburgo, Holanda e Tailândia. A distribuição internacional está a cargo da produtora francesa Wild Bunch, a mesma empresa que cuidou da carreira internacional de “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert. No Brasil, a distribuição é da Imovision, que ainda não marcou a data de estreia. A produção é da Gullane. O filme retrata uma mulher de classe média nos seus 40 anos que precisa lidar com as pressões de ser mãe, dona de casa e profissional, e recebeu críticas elogiosas dos sites The Hollywood Reporter, Screen e Variety. Este último também publicou uma entrevista com a diretora e a atriz. “Como Nossos Pais” é o quarto longa de ficção de Laís Bodanzky – depois dos premiados “Bicho de Sete Cabeças” (2000), “Chega de Saudade” (2007) e “As Melhores Coisas do Mundo” (2010). O roteiro é de Luiz Bolognesi, marido e parceiro habitual da cineasta, além de diretor da animação “Uma História de Amor e Fúria (2013), que venceu o Festival de Annecy, na França.
Rachel Weisz precisa provar que o Holocausto existiu no trailer legendado de Negação
A Sony divulgou o trailer legendado de “Negação” (Denial), cuja trama ganha uma atualidade desconsertante nestes tempos de pós-verdade. Drama britânico baseado em fatos reais, o filme traz Rachel Weisz (“Oz, Mágico e Poderoso”) como uma historiadora confrontada por um famoso escritor (o excelente Timothy Spall, de “Mr. Turner”) com ideias radicais sobre a existência do Holocausto. A disputa vai parar nos tribunais, levando a professora a ter que provar que o extermínio de judeus realmente aconteceu durante o nazismo. A disputa aconteceu em 1996, mas apesar do clima apresentado no vídeo, resultou no descrédito absoluto do escritor David Irving, que já experimentava problemas com suas teorias e era considerada persona non grata na Alemanha, além de ter um mandato de prisão expedido na Áustria por defender o nazismo. Ao decidir confrontar Deborah Lipstadt (a personagem de Weisz), caiu em desgraça, passou um período preso, deixou de ser convidado para palestras e eventos literários e viu suas obras serem ridicularizadas. Baseado no livro de memórias da própria Lipstadt, o filme foi escrito por David Hare, já indicado ao Oscar pelos roteiros adaptados de “As Horas” (2002) e “O Leitor” (2008). A direção está a cargo de Mick Jackson, diretor do sucesso “O Guarda-Costas” (1992), que estava afastado do cinema desde 2002. E o elenco também inclui Andrew Scott (série “Sherlock”), Tom Wilkinson (“Selma”), Mark Gatiss (também de “Sherlock”) e Harriet Walter (série “Downton Abbey”). A estreia está marcada para 9 de março no Brasil.












