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    Dwayne Johnson cobra liderança compassiva de Trump em vídeo com 10 milhões de visualizações

    4 de junho de 2020 /

    O ator Dwayne Johnson questionou a atuação do presidente dos EUA, Donald Trump, em um vídeo disponibilizado nesta quinta (4/5) nas redes sociais, em que desabafa contra o racismo e manifesta seu apoio ao movimento Black Lives Matter. Em poucas horas, o vídeo, com oito minutos de duração, foi visto por mais de 10 milhões de pessoas só no Instagram, além de ter sido compartilhado 40 mil vezes no Twitter. Sem nomear diretamente Trump, Johnson pergunta: “Onde você está? Onde está o nosso líder? Onde está nosso líder neste momento em que nosso país está de joelhos, implorando, suplicando, magoado, zangado, frustrado, com dores em seus braços abertos, apenas querendo ser ouvido?” Os comentários de Trump sobre os protestos e distúrbios civis foram amplamente criticados por celebridades e políticos pela frieza e tom de ameaça contra os manifestantes. Em contraste com as declarações de guerra do presidente, que prefere tratar manifestantes como terroristas e ameaçá-los com ação militar, o astro de “Velozes e Furiosos” e “Jumanji” pede “liderança compassiva” nesse momento, em que o país foi convulsionado por protestos e está ressentido pelo racismo estrutural que resultou no assassinato de George Floyd à luz do dia por policiais brancos. “Você tem a minha palavra de que farei tudo que estiver ao meu alcance, até o dia da minha morte, meu último suspiro, para criar a mudança necessária, para normalizar a igualdade, porque as vidas negras são importantes. Mas onde você está?”, diz Johnson no vídeo. Johnson pede responsabilidade e liderança. “Devemos nos tornar os líderes que estamos procurando. Vou perguntar mais uma vez: onde você está? Onde está esse líder compassivo que deve assumir a responsabilidade por seu país e por todas as pessoas em nosso país? Onde você está? Vou te dizer uma coisa, nós estamos aqui. Estamos todos aqui. O processo de mudança já começou. Você pode sentir isso em todo o país. Mudança está acontecendo. Vai levar tempo. Nós vamos ser espancados. Nós vamos ficar com galos. Haverá sangue, mas o processo de mudança já começou”. O ator, que sugeriu uma possível carreira política no passado, já tinha tuitado em 30 de maio que estava “atordoado e tentando entender a morte de George Floyd”. Ele também agradeceu às muitas pessoas de outros países que protestaram em solidariedade ao movimento Black Lives Matter. Ver essa foto no Instagram Our country is crippled and on its knees, begging to be heard and pleading for change. Where is our compassionate leader? The leader who unifies and inspires our country at our most painful time when we need it the most. The leader who steps up and takes full accountability for our country and embraces every color in it. The leader who picks our country up off its knees and says you have my word – we got this – and together, change will happen. Where are you? Because we’re all here. Maybe one day that galvanizing leader will emerge. Either way, the process to change has already begun. #normalizeequality #blacklivesmatter Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 3 de Jun, 2020 às 7:33 PDT Ver essa foto no Instagram Past few days I’ve been stunned trying make sense of George Floyd’s death. The video. The plea for breath. The callous response. The racism. The killing. This is our ongoing disease. I’ve had cops in my family. Good men. And there’s a cop code, granting you the authority to use force if your life is in danger. But when a man is handcuffed, on the ground, no longer a threat, with your brothers in arms standing around watching and he struggles to say, “please I can’t breathe” when your knee is on his neck.. not his back, but his neck – cutting off his air. Cop code must become moral code. Ethics code. HUMANITY code. Knowing that if you don’t ease up, then that man is going to die. So when you decide to not ease up, your intention is to kill. And that’s what this was. George Floyd, said “officer I can’t breathe” as he struggled for air. He said these words a total of 15 times. Not once. Not twice. 15 times. These officers will be charged, I’m positive of that. Held accountable. But then where’s the greater accountability? The leadership to healing. More importantly, the leadership to EQUALITY. We ultimately win when we can normalize equality. I’m so sorry to the Floyd family. My heart breaks for you. Let the process begin now. #JusticeForGeorgeFloyd #NormalizeEquality Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 28 de Mai, 2020 às 10:30 PDT

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  • Série

    Space Force vira “série mais esperada há tempos” em novo vídeo da Netflix

    27 de maio de 2020 /

    A Netflix continua sua divulgação exaustiva de “Space Force” com um novo vídeo de bastidores legendado, que traz flagrantes explícitos de puxa-saquismo. O vídeo é uma coleção de elogios do elenco a Steve Carell, que pode ser resumido numa frase curta: “Steve Carell é legal”. Para elogiar Carell, a produção também contrabandeia declarações sobre a expectativa em torno da série, supostamente “a mais esperada há tempos”. Só que a cada novo vídeo divulgado – são muitos – , aparecem sempre as mesmas piadas, que na terceira ou quarta vez já não soam engraçadas. De fato, nem eram hilárias na primeira tentativa. Em relação à expectativa, a série volta a reunir o produtor-roteirista Greg Daniels, criador de “The Office”, com Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Os dois agora dividem a criação e a produção da nova atração, que, por sinal, é descrita como “‘The Office’ no espaço”. A trama foi inspirada num delírio do presidente americano Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell vive o general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial, mas não sabe por onde começar. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e tem uma filha vivida por Diana Silvers (“Fora de Série”). O elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”), Jane Lynch (“Glee”) e o recém-falecido Fred Willard (“Modern Family”). “Space Force” tem previsão de estreia na sexta-feira (29/5) em streaming.

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  • Série

    Space Force: Nova série da equipe de The Office ganha vídeo legendado de bastidores

    24 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo legendado de bastidores de “Space Force”, que traz depoimentos dos criadores e do elenco sobre a trama e os personagens da nova série de comédia. A série volta a reunir o produtor-roteirista Greg Daniels, criador de “The Office”, com Steve Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Os dois agora dividem a criação e a produção da nova atração, que, por sinal, é descrita como “‘The Office’ no espaço”. A trama foi inspirada num delírio do presidente americano Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell vive o general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial, mas não sabe por onde começar. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e tem uma filha vivida por Diana Silvers (“Fora de Série”). O elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”), Jane Lynch (“Glee”) e o recém-falecido Fred Willard (“Modern Family”). “Space Force” tem previsão de estreia na sexta-feira (29/5) em streaming.

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  • Série

    Space Force: “The Office espacial” ganha novo trailer legendado

    19 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou pôsteres de personagens e o segundo trailer legendado de “Space Force”, nova série de comédia de Greg Daniels, criador de “The Office”. A produção volta a reunir Daniels com Steve Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Os dois agora dividem criação e produção da nova atração. A série, por sinal, é descrita como “‘The Office’ no espaço” e foi inspirada num delírio do governo de Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell vive o general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial, mas não sabe por onde começar. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e tem uma filha vivida por Diana Silvers (“Fora de Série”). O elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”), Jane Lynch (“Glee”) e o recém-falecido Fred Willard (“Modern Family”). “Space Force” tem previsão de estreia para 29 de maio em streaming.

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  • Filme

    Skyplay estreia Emma e anuncia A Caçada para este mês

    10 de maio de 2020 /

    A plataforma Skyplay, da provedora de TV por assinatura Sky, está promovendo estreias de filmes antes do cinema e de serviços on demand rivais. Neste fim de semana, lançou “Emma”, nova adaptação da obra clássica de Jane Austen, e anunciou ainda para este mês “A Caçada”, que ganhou repercussão ao ser atacado por Donald Trump. A nova versão de “Emma”, que foi grafada no exterior como “Emma.”, com ponto final, traz a atriz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) no papel-título. A personagem, também vivida por Gwyneth Paltrow em 1996, é uma jovem do começo do século 19 que adora arranjar namoros e casamentos para seus amigos, causando mil confusões, mas se vê totalmente perdida quando o assunto é sua própria vida amorosa. O Sr. Knightley, pretendente de Emma, é vivido pelo ator britânico Johnny Flynn (“Genius”) e o elenco ainda inclui Bill Nighy (“Questão de Tempo”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Mia Goth (“Suspiria”), Josh O’Connor (“The Crown”) e Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). A direção é de Autumn de Wilde, que estreia em longas-metragens após dirigir vários clipes do músico Beck, e o lançamento nos cinemas estava marcado para 23 de abril no Brasil. Ele chegou a ser exibido brevemente nos cinemas americanos, em fevereiro passado. Mas o atraso do calendário nacional coincidiu com a chegada da pandemia de coronavírus no pais, fazendo a estreia ser cancelada e o filme remanejado para VOD. Já “A Caçada” (The Hunt) chegaria em 28 de maio, após estrear em março nos EUA. O lançamento em VOD deve seguir de perto a data original no lançamento no país. O filme mostra uma dúzia de militantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários da esquerda liberal. Os alvos se consideram “pessoas comuns”, vítimas da “elite” na trama, numa metáfora pouco sutil, que transforma o discurso de coitadismo dos heterossexuais brancos americanos em sátira de terror. Isto incomodou Trump que foi ao Twitter tachar o filme de “racista”, termo que ele usa para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que ainda produziu o “racista” (no sentido trumpiano da palavra) “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. Já o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. Tanto “A Caçada” quanto “Emma” são produções da Universal, que os liberou para VOD no fim de março nos EUA. Veja os trailers oficiais legendados dos dois filmes abaixo.

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    Space Force: Nova série do criador de The Office ganha primeiro trailer legendado

    5 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Space Force”, nova série de comédia de Greg Daniels, criador de “The Office”. A produção volta a reunir Daniels com Steve Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Os dois agora também dividem criação e produção da atração. A série, por sinal, é descrita como “‘The Office’ no espaço” e foi inspirada num delírio do governo de Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell vive o general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e tem uma filha vivida por Diana Silvers (“Fora de Série”). O elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”) e Fred Willard (“Modern Family”). “Space Force” tem previsão de estreia para 29 de maio em streaming.

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    Atriz de Pretty Little Liars ataca Trump após avô morrer de covid-19: “Acreditou em suas mentiras”

    29 de abril de 2020 /

    A atriz Holly Marie Combs, conhecida por ter vivido a bruxa Piper na série “Charmed” e a mãe de Aria (Lucy Hale) em “Pretty Little Liars”, fez duras críticas a Donald Trump, após relatar em rede social que o avô faleceu de covid-19. Na mensagem, ela afirmou que o avô foi eleitor do presidente dos EUA e acreditou quando ele disse que o vírus não era tão perigoso. “Meu avô morreu hoje. Ele votou em você. Ele acreditou quando você disse que esse vírus não era pior que uma gripe. Ele acreditou em todas as mentiras que você disse. Ele morreu hoje de covid-19, um dia depois do seu 66º aniversário de casamento. Você é uma desgraça para a raça humana”, declarou ela no Twitter, sobre Trump. Assim como Bolsonaro, que disse que o novo coronavírus era uma “gripezinha”, Trump tuitou em março que o novo coronavírus seria tão perigoso quanto uma gripe comum. Combs fez seu ataque em resposta a uma nova postagem do presidente negando ter minimizado os efeitos do coronavírus. Ela também escreveu na rede social que estava sem tolerância alguma com defensores de Trump. My grandfather died today. He voted for you. He believed you when you said this virus was no worse than the flu. He believed every lie you muttered and sputtered. He died today from Covid-19 one day after his 66th wedding anniversary. You’re a disgrace to the human race. — Holly Marie Combs (@H_Combs) April 27, 2020 Zero tolerance for Trumpers. Zero. Take it to someone else’s timeline. Not today Satan. — Holly Marie Combs (@H_Combs) April 28, 2020

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    Space Force: Nova série do criador de The Office ganha primeiras fotos

    8 de abril de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos e a data de estreia de “Space Force”, a nova série de comédia de Greg Daniels, criador de “The Office”, desta vez em parceria com Steve Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Não por acaso, a série é descrita como “‘The Office’ no espaço” e foi inspirada num delírio do governo de Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell será um general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e o elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Diana Silvers (“Fora de Série”), Alex Sparrow (“UnREAL”) e Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”). “Space Force” tem previsão de estreia para 29 de maio em streaming.

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    Spike Lee critica Trump por chamar coronavírus de “vírus chinês”

    20 de março de 2020 /

    O diretor Spike Lee (“Infiltrado na Klan”) deu uma entrevista à revista Variety na condição de presidente do júri do Festival de Cannes, manifestando seu apoio à decisão dos organizadores de adiar o evento deste ano, que aconteceria em maio na França. Ele também aproveitou a oportunidade para manifestar seu descontentamento com a forma como o presidente dos EUA, Donald Trump, tem se referido à covid-19. “Eu queria que Trump parasse de dizer ‘o vírus chinês’. O presidente dos Estados Unidos precisa parar de chamar o coronavírus de ‘vírus chinês’. Ele está colocando os descendentes de asiáticos desse país em perigo. Será que não tem ninguém perto dele para dizer que ele não pode mais falar isso? Isso não ajuda nem um pouco”, disse o diretor. Ele também ressaltou as dificuldades que serão enfrentadas pelos trabalhadores, que precisam de resposta do governo. “Pessoas estão sendo dispensadas. Pessoas estão sendo demitidas. Pessoas não sabem de onde vai vir o dinheiro para pagar a próxima conta, como vão ver seus filhos. Quando as escolas fecharem, quem vai cuidar dos filhos deles? Isso é uma merda, uma loucura.” Spike Lee disse que iniciativas, como cancelamento de eventos, são inevitáveis diante do estado de calamidade mundial. “As coisas que nós amamos têm de ficar em segundo plano: filmes, TV, esportes, a NBA é um esporte mundial, o beisebol. Tantas coisas têm sido adiadas e eu concordo com essa decisão”. A mesma coisa vale para Cannes. “Não vamos esquecer que esse é o maior festival de cinema do mundo e eu serei o primeiro presidente negro do júri. Então veja, eu não posso fingir que sei o que vai acontecer amanhã. Todos têm de ajoelhar e rezar para que a gente saia dessa, que achemos uma vacina, que nos rearranjemos fisicamente, emocionalmente e financeiramente ao redor do mundo. Isso não é piada. Não é coisa de filme. As pessoas estão morrendo”, concluiu.

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    Chris Evans cobra responsabilidade de Trump diante do coronavírus

    16 de março de 2020 /

    O ator Chris Evans, intérprete do Capitão América nos filmes da Marvel, cobrou liderança e responsabilidade de Donald Trump publicamente no Twitter, após o presidente dos Estados Unidos dizer no domingo (15/3) que a população deveria “relaxar” sobre o coronavírus e que todos vão “ficar ótimos”. “O presidente simplesmente saiu do palco depois do seu pronunciamento desconexo sem responder a uma pergunta sequer. Os Estados Unidos querem uma resposta. Os Estados Unidos querem liderança. Os Estados Unidos não querem um presidente que foge do palco durante uma crise e deixa Mike Pence [vice-presidente do país] falar sozinho”, disparou Evans, que sempre foi crítico do governo Trump. Enquanto profissionais da saúde têm afirmado que pessoas de todas as idades deveriam tomar medidas de isolamento, Trump disse em seu pronunciamento que o covid-19 é uma ameaça “extremamente perigosa” para idosos e pessoas vulneráveis, enfatizando que os americanos mais jovens não são tão afetados. Nesta segunda-feira (16/3), a OMS (Organização Mundial de Saúde) disse o contrário, que até crianças tinham sido infectadas de forma grave. Após concluir sua fala, o presidente abandonou a sala, recusando-se a responder perguntas, afirmando que tinha de fazer algumas ligações. Mike Pence, que tem liderado a força-tarefa da Casa Branca contra o coronavírus, assumiu o restante dos pronunciamentos. Com sua saída de cena, o tom do pronunciamento público mudou radicalmente. Enquanto Trump afirmava que o governo tinha “extremo controle” da pandemia de coronavírus, membros da força-tarefa da Casa Branca expressaram uma perspectiva menos otimista. “O pior ainda está por vir”, disse Anthony Fauci, especialista em doenças infecciosas, enfatizando que os Estados Unidos estão em um “ponto muito crítico”, conforme restaurantes, cinemas e bares começam a fechar em todo o país. Na sexta-feira, Chris Evans disse esperar que todos estejam “se planejando e procurando informação confiável”. No passado, o ator chamou o presidente Trump de “absoluto idiota de merda” e agora está convicto que ele não capacidade de liderar o país durante a crise do coronavírus. Vale lembrar que o Brasil tem problema igual. De modo geral, governos de extrema direita, e isto inclui o Reino Unido, tem menosprezado a pandemia e aconselhado a população a relaxar. Bolsonaro, por exemplo, diz que há um “superdimensionamento” do problema, que matou 368 pessoas na Itália só nas últimas 24 horas. E o Japão, também liderado por conservador, insiste em manter a ilusão de que as Olimpíadas de Tóquio serão realizadas. The president just ran off stage after his rambling press conference without answering a single question. America wants answers. America wants leadership. America doesn’t want a president who runs off stage during a crisis and lets Mike Pence do all the talking. — Chris Evans (@ChrisEvans) March 15, 2020

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    A Caçada: Terror atacado por Donald Trump ganha primeiro trailer nacional

    26 de fevereiro de 2020 /

    A Universal divulgou o primeiro trailer nacional de “A Caçada” (The Hunt), terror polêmico que quase teve seu lançamento cancelado nos EUA. Além do vídeo legendado, a atração também ganhou data de estreia no Brasil. Vai chegar aqui em 28 de maio. A estreia original do thriller satírico, que aconteceria no ano passado, chegou a ser suspensa nos EUA, em meio a uma onda de atentados violentos e um dia após sofrer um ataque virulento do presidente Donald Trump no Twitter. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu Trump em agosto. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”, completou o presidente dos EUA. “A Caçada” mostra uma dúzia de militantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários da esquerda liberal. Os alvos se consideram “pessoas comuns”, vítimas da “elite” na trama, numa metáfora pouco sutil, que transforma o discurso de coitadismo dos heterossexuais brancos americanos em sátira de terror. Isto incomodou Trump que, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. Enquanto o mais recente trailer americano aproveita a polêmica criada por Trump como ferramenta de marketing, a prévia nacional optou por ignorar completamente o intertexto político. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que ainda produziu o “racista” (no sentido trumpiano da palavra) “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. Já o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. Nos EUA, o filme será exibido em duas semanas, a partir de 13 de março.

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    Donald Trump ataca o Oscar por premiar “um filme da Coreia do Sul”

    20 de fevereiro de 2020 /

    Donald Trump resolveu atacar a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA por dar o Oscar de Melhor Filme a “Parasita”, durante um discurso para uma multidão de correligionários no estado do Colorado. Segundo o presidente dos EUA, “Parasita” deveria ser premiado apenas como Melhor Filme Internacional. “E o vencedor é um filme da Coréia do Sul. O que diabos foi isso? Já tivemos problemas suficientes com a Coréia do Sul no comércio e, além disso, eles dão o [Oscar de] melhor filme do ano. É bom? Eu não sei”. Ele continuou: “Vamos pegar ‘E o Vento Levou’… Podemos voltar à época de ‘E o Vento Levou’, por favor?”. “E o Vento Levou” venceu o Oscar em 1940, seis anos antes de Trump nascer. Ele ainda citou “Crepúsculo dos Deuses”, um pouco mais “novo”, de 1950, entre “tantos filmes excelentes” que representariam o cinema americano e mereciam mais o Oscar que “Parasita”. Trump ainda zombou da cerimônia sugerindo que eles trocaram o envelope, dizendo o nome do vencedor errado – como aconteceu em 2018. Fingindo apresentar o prêmio, ele disse: “‘O vencedor é da Coréia do Sul’. Eu pensei que era o melhor filme estrangeiro, certo? Melhor filme estrangeiro. Isso já aconteceu antes”. “Parasita” venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional e Melhor Filme, além de troféus de Direção e Roteiro Original. Foi a primeira produção falada em língua não inglesa a conquistar a estatueta de Melhor Filme na história da premiação. A declaração de Trump não é surpreendente, porque ele foi eleito prometendo colocar os interesses dos EUA em primeiro lugar. Tem sido assim em todas as áreas e não seria diferente no cinema. Mas o estúdio indie Neon, responsável pela distribuição de “Parasita” nos EUA, preferiu ironizar a falta de refinamento cultural de Trump ao responder ao ataque. “É natural, ele não sabe ler”, publicou a conta oficial da empresa no Twitter, reagindo ao vídeo do discurso com a lembrança de que o filme é exibido com legendas. Veja abaixo. Vale lembrar que o presidente anterior dos EUA, Barack Obama, venceu o Oscar 2020 como produtor do documentário “Indústria Americana”. Por sinal, Obama incluiu “Parasita” em sua lista de Melhores Filmes do ano. Trump ainda aproveitou seu discurso contra o Oscar para criticar Brad Pitt, premiado como Melhor Ator Coadjuvante por “Era uma Vez em Hollywood”. “E então você tem Brad Pitt. Eu nunca fui um grande fã dele. Levantou, fez uma gracinha [ao receber o Oscar]. Ele é um cara pouco inteligente”, disse o presidente. No discurso de agradecimento, Pitt mencionou brevemente o julgamento de impeachment de Trump. “Eles me disseram que eu só tenho 45 segundos aqui, o que são 45 segundos a mais do que o Senado concedeu a John Bolton esta semana”, afirmou Pitt em seu discurso, referindo-se à decisão do Senado de não ouvir as testemunhas de acusação do caso. Understandable, he can't read.#Parasite #BestPicture #Bong2020 https://t.co/lNqGJkUrDP — NEON (@neonrated) February 21, 2020

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  • Filme

    A Caçada: Universal lança novo trailer e retoma estreia do filme que Trump chamou de racista

    12 de fevereiro de 2020 /

    A Universal divulgou um novo trailer, poster e data de estreia para “A Caçada” (The Hunt), filme que quase desistiu de lançar. O cartaz, inclusive, faz referência ao fato de que a produção estava originalmente prevista para setembro passado, mas agora chegará aos cinemas americanos em 13 de março. O thriller satírico foi adiado em meio a uma onda de atentados nos EUA e um dia após sofrer um ataque explícito do presidente Trump no Twitter. “A Hollywood liberal é racista no maior nível, com muita raiva e muito ódio”, escreveu Trump em agosto. “Eles gostam de se definir como ‘elite’, mas não são elite. Na verdade, são as pessoas às quais eles fazem oposição que são elite. O filme que está para sair foi feito para inflamar e causar o caos. Eles criam sua própria violência e tentam culpar os outros. Eles são os verdadeiros racistas, e muito ruins para o nosso país”, completou o presidente dos EUA. “A Caçada” mostra uma dúzia de integrantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários da esquerda liberal. Tramas de caçada humana por esporte fazem parte do DND de Hollywood desde o clássico “Zaroff, o Caçador de Vidas” (1932). Mas “A Caçada” injeta crítica social no contexto. Isto incomodou Trump que, vale lembrar, costuma usar o termo “racista” apenas para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. O trailer e o pôster demonstram que, após ponderar, o estúdio resolveu transformar o ataque de Trump em marketing. Um letreiro no meio do vídeo afirma que “o filme mais falado do ano é um que ninguém ainda viu”, enquanto o cartaz destaca frases sensacionalistas contra a produção. Para completar, a prévia ainda destaca clichês e preconceitos odiosos, seja nas falas dos direitistas pobres, que sugerem que atores não são pessoas reais, seja nos diálogos dos esquerdistas ricos, que transformam correção política numa caricatura insensível. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que ainda produziu o “racista” (no sentido trumpiano da palavra) “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. Já o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos, como destaca uma das falas do vídeo abaixo. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

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