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    Trump indica para Suprema Corte juíza de seita comparada à Handmaid’s Tale

    26 de setembro de 2020 /

    O presidente Donald Trump aproveitou a morte da juíza Ruth Bader Ginsburg na semana passada para indicar em sua vaga uma juíza que é seu oposto completo. Homenageada no documentário “RBG” (2018) e no filme “Suprema” (2018) por seu ativismo em prol dos direitos da mulher, Ginsburg se tornou um ícone pop admirado, mas pode ser substituída por Amy Coney Barrett, integrante da seita People of Praise (Povo de Louvor, em tradução literal), uma comunidade cristã de renovação carismática cujas crenças são comparadas por muitos à sociedade ultraconservadora da série “The Handmaid’s Tale”. A ligação da juíza com a seita foi revelada pelo jornal The New York Times de 2017 e nunca foi negada pelas partes. O People of Praise tem cerca de 1,7 mil membros em 22 cidades nos Estados Unidos, Canadá e Caribe, de acordo com seu site, e foi fundado em 1971 em South Bend, Indiana, também sede da Universidade de Notre Dame, administrada por católicos, que teria fornecido seus primeiros integrantes. “Admiramos os primeiros cristãos que foram guiados pelo Espírito Santo para formar uma comunidade”, diz o site, remontando suas origens ao final dos anos 1960, quando os alunos e professores de Notre Dame experimentaram “uma renovação do entusiasmo e fervor cristão, juntamente com os dons carismático como falar em línguas e cura física”. Amy Coney Barrett também é professora da Universidade de Notre Dame. A People of Praise ganhou atenção quando uma ex-integrante, chamada Coral Anika Theill, denunciou o grupo como uma seita abusiva em que as mulheres são completamente obedientes aos homens e os pensadores independentes são humilhados, interrogados, envergonhados e rejeitados. Ela contou sua experiência num livro, “Bonsheà”, em que revelou que seu ex-marido, integrante do grupo, tentou censurá-la para impedir que a publicação dificultasse que Barrett fosse indicada. Theill também postou texto em seu em seu blog pessoal intitulado “Eu vivi o conto da aia”. “Muitas de nós sofremos da síndrome de Estocolmo e muitas das mulheres tomavam antidepressivos e tranquilizantes”, ela escreveu. “Mas se você fosse super submissa, talvez não fosse arrastada no meio da noite para um interrogatório”. Ela denunciou que, até recentemente, as mulheres com funções de liderança na organização eram chamadas de “handmaidens” (aias), mas a popularidade da série “The Handmaid’s Tale” fez com que a denominação fosse revista. “Reconhecendo que o significado deste termo mudou drasticamente em nossa cultura nos últimos anos, não usamos mais o termo serva”, disse o grupo em 2018, após o interesse crescente da mídia sobre seu funcionamento. Assim como em “The Handmaid’s Tale”, a People of Praise ensina uma visão de mundo patriarcal, em que os homens são os chefes de família, tomam todas as decisões e têm autoridade irrestrita sobre suas esposas. O grupo não pratica escravidão sexual como na série, mas as mulheres que seguem a religião não teriam direito a negar sexo para os maridos nem a controlar sua capacidade reprodutiva. Barrett tem cinco filhos biológicos, além de duas crianças adotadas no Haiti. Para ser confirmada na vaga de Ginsburg, ela precisa ser aprovada numa sabatina do Senado, que atualmente tem maioria de integrantes do Partido Republicano, a que pertence Trump. “Eu sei que você vai fazer nosso país muito orgulhoso”, disse o presidente dos EUA neste sábado (26/9), ao indicar o nome de Barret em cerimônia realizada em frente à Casa Branca. O objetivo de Trump com a indicação, apenas uma semana após a morte de Ruth Bader Ginsburg, é forçar a confirmação de sua escolha pelo Senado antes da eleição presidencial, prevista para o início de novembro. A questão é polêmica, porque o líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, bloqueou uma nomeação do presidente Barack Obama em situação semelhante, alegando que a vaga abriu em um ano eleitoral. Obama indicou Merrick Garland para preencher uma vaga após a morte de Antonin Scalia em fevereiro de 2016, mas McConnell se recusou até mesmo a dar uma audiência a seu indicado. Nos últimos dias, muitos senadores republicanos que impediram Obama de indicar Garland há oito meses da eleição passada, defendem a aprovação de Barrett, menos de dois meses do novo período eleitoral. Se o Senado comprovar que o problema era Obama indicar um juiz progressista e, sem medo de passar recibo de hipócrita, confirmar Barrett, o Supremo passará a contar com seis juízes conservadores entre seus nove magistrados e pode reverter várias conquistas jurídicas dos movimentos feministas e de minorias nos EUA. Barret também é vocalmente contra o atendimento público de saúde para a população do país, uma posição que possui evidente potencial trágico durante a pandemia de coronavírus. O WGA, Sindicato dos Roteiristas de Hollywood, engajou-se numa campanha para denunciar os planos do Partido Republicano e ajudar a eleger candidatos do Partido Democrata para impedir a reeleição dos conservadores e renovar o Congresso na próxima eleição.

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    Donald Trump reclama de Meghan Markle após atriz fazer campanha por votação nos EUA

    24 de setembro de 2020 /

    A atriz Meghan Markle incomodou Donald Trump ao participar de uma campanha de inventivo ao voto nas eleições. Nos Estados Unidos, o voto é facultativo e a duquesa entrou no movimento encabeçado por Michelle Obama para estimular a população a ir às urnas. “Não sou fã dela. Desejo muita sorte ao Harry, ele vai precisar”, reagiu Trump durante uma entrevista coletiva. A declaração do presidente dos Estados Unidos hoje veio um dia após Meghan Markle e o Príncipe Harry aparecerem em um vídeo convidando os americanos a rejeitarem “o discurso de ódio” e votarem nas eleições presidenciais. Foi a primeira aparição do casal na TV após a saída da Família Real. “Conforme nos aproximamos em novembro, é vital que rejeitemos o discurso de ódio, desinformação e negatividade online”, disse o duque ao lado de Meghan, que também se pronunciou, afirmando que era importante votar para ter a voz ouvida. “Quando votamos, nossos valores são colocados em prática e nossas vozes são ouvidas. Sua voz é um lembrete de que você é importante, porque você importa e merece ser ouvido”, ela afirmou. No vídeo, a duquesa, que poderá votar nas eleições dos EUA deste ano, não mencionou nenhum partido político ou candidato, e seus porta-vozes disseram à BBC que seus comentários eram um “pedido de decência”.

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  • Série

    The Comey Rule: Brendan Gleeson é Donald Trump em trailer de minissérie polêmica

    24 de agosto de 2020 /

    O canal pago americano Showtime divulgou oito fotos novas, o pôster e o trailer completo da minissérie “The Comey Rule”, inspirada no livro “A Higher Loyalty”, do ex-diretor do FBI James Comey, demitido por Donald Trump em 2017 e grande crítico do presidente dos Estados Unidos. A prévia destaca Jeff Daniels (“Steve Jobs”) na pele de Comey e a impressionante transformação do astro irlandês Brendan Gleeson (“O Guarda”) em Trump. Mas, mais que isso, explora a temática polêmica da produção, em que o presidente americano é implicado num complô virtual em parceria com a Rússia para sabotar a candidatura de Hillary Clinton nas eleições de 2016 e toma várias medidas, após a posse, para impedir as investigações. Publicado em 17 de abril de 2018, o livro de Comey foi o primeiro a expor o interior da administração do governo Trump. Ele chegou às livrarias um ano após o diretor ser demitido do FBI, porque afirmou em uma audiência no Senado em junho de 2017 que o presidente havia pedido que ele abandonasse parte da investigação sobre a possível interferência russa nas eleições de 2016. Três anos depois de demitir Comey, Trump enfrentou um processo de Impeachment no Congresso por ter pedido para que o governo da Ucrânia investigasse o filho de um adversário político, praticamente uma sequência do padrão de comportamento denunciado pelo autor de “A Higher Loyalty”. A série foi escrita por Billy Ray (“Jogos Vorazes”), que pesquisou durante um ano a história real que envolveu a demissão de Comey. Além de escrever, Billy Ray deve dirigir os episódios. Produzida por Alex Kurtzman (criador de “Star Trek: Discovery”) e Shane Salerno (“Memórias de Salinger”) para os estúdios CBS, a minissérie será exibida em duas partes nos Estados Unidos, nos dias 27 e 28 de setembro, pouco mais de um mês antes de novas eleições presidenciais, em que Trump tentará se reeleger. Os atores Michael Kelly (de “House of Cards”), Jennifer Ehle (“A Hora Mais Escura”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”), Scoot McNairy (“Narcos: Mexico”) e Jonathan Banks (“Better Call Saul”) também integram o elenco estelar da atração.

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    Brendan Gleeson vira Donald Trump em teaser de minissérie política

    30 de julho de 2020 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro teaser da minissérie “The Comey Rule”, inspirada no livro “A Higher Loyalty”, do ex-diretor do FBI James Comey, demitido por Donald Trump em 2017 e grande crítico do presidente dos Estados Unidos. A prévia destaca Jeff Daniels (“Steve Jobs”) na pele de Comey e a impressionante transformação do astro irlandês Brendan Gleeson (“O Guarda”) em Trump. Publicado em 17 de abril de 2018, o livro de Comey foi o primeiro a expor o interior da administração do governo Trump. Ele chegou às bancas um ano após o diretor ser demitido do FBI, porque afirmou em uma audiência no Senado em junho de 2017 que o presidente havia pedido que ele abandonasse parte da investigação sobre possível interferência russa nas eleições de 2016. Três anos depois de demitir Comey, Trump enfrentou um processo de Impeachment no Congresso por ter pedido para que o governo da Ucrânia investigasse o filho de um adversário político, praticamente uma sequência do padrão de comportamento denunciado pelo autor de “A Higher Loyalty”. A série foi escrita por Billy Ray (“Jogos Vorazes”), que pesquisou durante um ano a história real que envolveu a demissão de Comey. Além de escrever, Billy Ray deve dirigir todos os episódios. Produzida por Alex Kurtzman (criador de “Star Trek: Discovery”) e Shane Salerno (“Memórias de Salinger”) para os estúdios CBS, a minissérie será exibida em dois episódios, que serão exibidos nos Estados Unidos nos dias 27 e 28 de setembro A primeira parte examinará o começo da investigação sobre a interferência russa, a investigação do FBI sobre os emails de Hillary Clinton e o impacto disso nas eleições de 2016, quando Donald Trump surpreendeu o mundo e foi eleito presidente. A parte dois é um relato virtual do dia-a-dia da relação tempestuosa entre Comey e Trump, e os intensos e caóticos primeiros meses da presidência de Trump. Os atores Michael Kelly (de “House of Cards”), Jennifer Ehle (“A Hora Mais Escura”), Scoot McNairy (“Narcos: Mexico”) e Jonathan Banks (“Better Call Saul”) também integram o elenco estelar da atração.

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    Brendan Gleeson vira Donald Trump em minissérie política

    16 de junho de 2020 /

    O canal pago americano Showtime divulgou as primeiras fotos da minissérie “The Comey Rule”, inspirada no livro “A Higher Loyalty”, do ex-diretor do FBI James Comey, demitido por Donald Trump em 2017 e grande crítico do presidente dos Estados Unidos. As imagens destacam Jeff Daniels (“Steve Jobs”) na pele de Comey e a impressionante transformação do astro irlandês Brendan Gleeson (“O Guarda”) em Trump. Os atores Michael Kelly (de “House of Cards”), Jennifer Ehle (“A Hora Mais Escura”), Scoot McNairy (“Narcos: Mexico”) e Jonathan Banks (“Better Call Saul”) também integram o elenco estelar. A série foi escrita por Billy Ray (“Jogos Vorazes”), que pesquisou durante um ano a história real que envolveu a demissão de Comey. Além de escrever, Billy Ray deve dirigir todos os episódios. Publicado em 17 de abril de 2018, o livro de Comey foi o primeiro a expor o interior da administração do governo Trump. Ele chegou às bancas um ano após o diretor ser demitido do FBI, porque afirmou em uma audiência no Senado em junho de 2017 que o presidente havia pedido que ele abandonasse parte da investigação sobre possível interferência russa nas eleições de 2016. Três anos depois de demitir Comey, Trump enfrenta um processo de Impeachment no Congresso por ter pedido para que o governo da Ucrânia investigasse o filho de um adversário político, praticamente uma sequência do padrão de comportamento denunciado pelo autor de “A Higher Loyalty”. Produzida por Alex Kurtzman (criador de “Star Trek: Discovery”) e Shane Salerno (“Memórias de Salinger”) para os estúdios CBS, a minissérie será exibida em dois episódios. A primeira parte examinará o começo da investigação sobre a interferência russa, a investigação do FBI sobre os e-mails de Hillary Clinton e o impacto disso nas eleições de 2016, quando Donald Trump surpreendeu o mundo e foi eleito presidente. A parte dois é um relato virtual do dia-a-dia da relação tempestuosa entre Comey e Trump e os intensos e caóticos primeiros meses da presidência de Trump. Ainda não há previsão de estreia.

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    Regina King critica Trump por comício em local histórico de chacina racista

    12 de junho de 2020 /

    A atriz Regina King está furiosa com a decisão de Donald Trump de realizar um comício em Tulsa, local do pior massacre racial já acontecido nos EUA, justamente no dia em que os americanos comemoram o fim da escravidão. Em campanha para sua reeleição, o presidente dos EUA decidiu ir na próxima sexta-feira (19/9) a Tulsa, em Oklahoma, onde em junho de 1921 uma multidão de brancos racistas armados invadiu o bairro negro da cidade, um dos mais ricos de todo o país, apelidado de Black Wall Street, e, com auxílio de artilharia aérea, executou cerca de 300 pessoas, entre homens, mulheres e crianças, deixando outras 800 feridas, além de incendiar e destruir suas casas e comércios. O crime hediondo foi retratado recentemente na série “Watchmen”, da HBO, estrelada, claro, por Regina King, que comentou os planos de Trump em entrevista a eth Meyers, durante participação no programa “Late Night”, que foi ao ar na noite de quinta-feira (11/6). “Eu tenho calafrios porque, de várias maneiras – e ele faz isso o tempo todo – , ele está realmente mostrando o dedo [do meio]”, disse King. “Ele está mesmo dizendo que não está se f****** e mostrando o dedo. É enfurecedor…”, ela continuou. “E machuca fundo”. Vários outros artistas e celebridades criticaram a falta de sensibilidade de Trump, especialmente diante dos protestos antirraciais que estão acontecendo em todos os EUA, após a morte de George Floyd por policiais brancos. A escritora Bess Kalb, que é judia, comparou a escolha de Trump por Tulsa no dia do fim da escravidão com um comício de direita em Auschwitz, na data em que se relembra as vítimas do Holocausto. Veja abaixo o vídeo com os comentários de Regina King e a cena de “Watchmen” que recria o massacre verídico de Tulsa.

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    Dwayne Johnson cobra liderança compassiva de Trump em vídeo com 10 milhões de visualizações

    4 de junho de 2020 /

    O ator Dwayne Johnson questionou a atuação do presidente dos EUA, Donald Trump, em um vídeo disponibilizado nesta quinta (4/5) nas redes sociais, em que desabafa contra o racismo e manifesta seu apoio ao movimento Black Lives Matter. Em poucas horas, o vídeo, com oito minutos de duração, foi visto por mais de 10 milhões de pessoas só no Instagram, além de ter sido compartilhado 40 mil vezes no Twitter. Sem nomear diretamente Trump, Johnson pergunta: “Onde você está? Onde está o nosso líder? Onde está nosso líder neste momento em que nosso país está de joelhos, implorando, suplicando, magoado, zangado, frustrado, com dores em seus braços abertos, apenas querendo ser ouvido?” Os comentários de Trump sobre os protestos e distúrbios civis foram amplamente criticados por celebridades e políticos pela frieza e tom de ameaça contra os manifestantes. Em contraste com as declarações de guerra do presidente, que prefere tratar manifestantes como terroristas e ameaçá-los com ação militar, o astro de “Velozes e Furiosos” e “Jumanji” pede “liderança compassiva” nesse momento, em que o país foi convulsionado por protestos e está ressentido pelo racismo estrutural que resultou no assassinato de George Floyd à luz do dia por policiais brancos. “Você tem a minha palavra de que farei tudo que estiver ao meu alcance, até o dia da minha morte, meu último suspiro, para criar a mudança necessária, para normalizar a igualdade, porque as vidas negras são importantes. Mas onde você está?”, diz Johnson no vídeo. Johnson pede responsabilidade e liderança. “Devemos nos tornar os líderes que estamos procurando. Vou perguntar mais uma vez: onde você está? Onde está esse líder compassivo que deve assumir a responsabilidade por seu país e por todas as pessoas em nosso país? Onde você está? Vou te dizer uma coisa, nós estamos aqui. Estamos todos aqui. O processo de mudança já começou. Você pode sentir isso em todo o país. Mudança está acontecendo. Vai levar tempo. Nós vamos ser espancados. Nós vamos ficar com galos. Haverá sangue, mas o processo de mudança já começou”. O ator, que sugeriu uma possível carreira política no passado, já tinha tuitado em 30 de maio que estava “atordoado e tentando entender a morte de George Floyd”. Ele também agradeceu às muitas pessoas de outros países que protestaram em solidariedade ao movimento Black Lives Matter. Ver essa foto no Instagram Our country is crippled and on its knees, begging to be heard and pleading for change. Where is our compassionate leader? The leader who unifies and inspires our country at our most painful time when we need it the most. The leader who steps up and takes full accountability for our country and embraces every color in it. The leader who picks our country up off its knees and says you have my word – we got this – and together, change will happen. Where are you? Because we’re all here. Maybe one day that galvanizing leader will emerge. Either way, the process to change has already begun. #normalizeequality #blacklivesmatter Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 3 de Jun, 2020 às 7:33 PDT Ver essa foto no Instagram Past few days I’ve been stunned trying make sense of George Floyd’s death. The video. The plea for breath. The callous response. The racism. The killing. This is our ongoing disease. I’ve had cops in my family. Good men. And there’s a cop code, granting you the authority to use force if your life is in danger. But when a man is handcuffed, on the ground, no longer a threat, with your brothers in arms standing around watching and he struggles to say, “please I can’t breathe” when your knee is on his neck.. not his back, but his neck – cutting off his air. Cop code must become moral code. Ethics code. HUMANITY code. Knowing that if you don’t ease up, then that man is going to die. So when you decide to not ease up, your intention is to kill. And that’s what this was. George Floyd, said “officer I can’t breathe” as he struggled for air. He said these words a total of 15 times. Not once. Not twice. 15 times. These officers will be charged, I’m positive of that. Held accountable. But then where’s the greater accountability? The leadership to healing. More importantly, the leadership to EQUALITY. We ultimately win when we can normalize equality. I’m so sorry to the Floyd family. My heart breaks for you. Let the process begin now. #JusticeForGeorgeFloyd #NormalizeEquality Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 28 de Mai, 2020 às 10:30 PDT

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    Space Force vira “série mais esperada há tempos” em novo vídeo da Netflix

    27 de maio de 2020 /

    A Netflix continua sua divulgação exaustiva de “Space Force” com um novo vídeo de bastidores legendado, que traz flagrantes explícitos de puxa-saquismo. O vídeo é uma coleção de elogios do elenco a Steve Carell, que pode ser resumido numa frase curta: “Steve Carell é legal”. Para elogiar Carell, a produção também contrabandeia declarações sobre a expectativa em torno da série, supostamente “a mais esperada há tempos”. Só que a cada novo vídeo divulgado – são muitos – , aparecem sempre as mesmas piadas, que na terceira ou quarta vez já não soam engraçadas. De fato, nem eram hilárias na primeira tentativa. Em relação à expectativa, a série volta a reunir o produtor-roteirista Greg Daniels, criador de “The Office”, com Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Os dois agora dividem a criação e a produção da nova atração, que, por sinal, é descrita como “‘The Office’ no espaço”. A trama foi inspirada num delírio do presidente americano Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell vive o general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial, mas não sabe por onde começar. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e tem uma filha vivida por Diana Silvers (“Fora de Série”). O elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”), Jane Lynch (“Glee”) e o recém-falecido Fred Willard (“Modern Family”). “Space Force” tem previsão de estreia na sexta-feira (29/5) em streaming.

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    Space Force: Nova série da equipe de The Office ganha vídeo legendado de bastidores

    24 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo legendado de bastidores de “Space Force”, que traz depoimentos dos criadores e do elenco sobre a trama e os personagens da nova série de comédia. A série volta a reunir o produtor-roteirista Greg Daniels, criador de “The Office”, com Steve Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Os dois agora dividem a criação e a produção da nova atração, que, por sinal, é descrita como “‘The Office’ no espaço”. A trama foi inspirada num delírio do presidente americano Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell vive o general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial, mas não sabe por onde começar. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e tem uma filha vivida por Diana Silvers (“Fora de Série”). O elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”), Jane Lynch (“Glee”) e o recém-falecido Fred Willard (“Modern Family”). “Space Force” tem previsão de estreia na sexta-feira (29/5) em streaming.

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  • Série

    Space Force: “The Office espacial” ganha novo trailer legendado

    19 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou pôsteres de personagens e o segundo trailer legendado de “Space Force”, nova série de comédia de Greg Daniels, criador de “The Office”. A produção volta a reunir Daniels com Steve Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Os dois agora dividem criação e produção da nova atração. A série, por sinal, é descrita como “‘The Office’ no espaço” e foi inspirada num delírio do governo de Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell vive o general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial, mas não sabe por onde começar. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e tem uma filha vivida por Diana Silvers (“Fora de Série”). O elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”), Jane Lynch (“Glee”) e o recém-falecido Fred Willard (“Modern Family”). “Space Force” tem previsão de estreia para 29 de maio em streaming.

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  • Filme

    Skyplay estreia Emma e anuncia A Caçada para este mês

    10 de maio de 2020 /

    A plataforma Skyplay, da provedora de TV por assinatura Sky, está promovendo estreias de filmes antes do cinema e de serviços on demand rivais. Neste fim de semana, lançou “Emma”, nova adaptação da obra clássica de Jane Austen, e anunciou ainda para este mês “A Caçada”, que ganhou repercussão ao ser atacado por Donald Trump. A nova versão de “Emma”, que foi grafada no exterior como “Emma.”, com ponto final, traz a atriz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) no papel-título. A personagem, também vivida por Gwyneth Paltrow em 1996, é uma jovem do começo do século 19 que adora arranjar namoros e casamentos para seus amigos, causando mil confusões, mas se vê totalmente perdida quando o assunto é sua própria vida amorosa. O Sr. Knightley, pretendente de Emma, é vivido pelo ator britânico Johnny Flynn (“Genius”) e o elenco ainda inclui Bill Nighy (“Questão de Tempo”), Gemma Whelan (“Game of Thrones”), Mia Goth (“Suspiria”), Josh O’Connor (“The Crown”) e Callum Turner (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”). A direção é de Autumn de Wilde, que estreia em longas-metragens após dirigir vários clipes do músico Beck, e o lançamento nos cinemas estava marcado para 23 de abril no Brasil. Ele chegou a ser exibido brevemente nos cinemas americanos, em fevereiro passado. Mas o atraso do calendário nacional coincidiu com a chegada da pandemia de coronavírus no pais, fazendo a estreia ser cancelada e o filme remanejado para VOD. Já “A Caçada” (The Hunt) chegaria em 28 de maio, após estrear em março nos EUA. O lançamento em VOD deve seguir de perto a data original no lançamento no país. O filme mostra uma dúzia de militantes da extrema direita americana que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por milionários da esquerda liberal. Os alvos se consideram “pessoas comuns”, vítimas da “elite” na trama, numa metáfora pouco sutil, que transforma o discurso de coitadismo dos heterossexuais brancos americanos em sátira de terror. Isto incomodou Trump que foi ao Twitter tachar o filme de “racista”, termo que ele usa para se referir a ataques contra pessoas brancas. Ele chamou Spike Lee de “racista” após o cineasta fazer um discurso político no Oscar 2019, e chegou a se referir à série “Black-ish”, sobre uma família negra, como “racismo no maior nível”. Por outro lado, quando precisou se manifestar a respeito do ataque de supremacistas brancos contra ativistas negros, que resultou numa morte, Trump preferiu dizer que havia pessoas de bem dos dois lados. “A Caçada” foi escrita por Nick Cuse e Damon Lindelof, que estabeleceram sua parceria criativa na série “The Leftovers”, onde o primeiro atuou como roteirista da equipe comandada pelo segundo – um episódio escrito pelos dois foi indicado a prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Lindelof ainda trabalhou famosamente com o pai de Nick, Carlton Cuse, na série “Lost”. A direção é de Craig Zobel, que também dirigiu episódios de “The Leftovers”, além dos filmes “Obediência” (2012) e “Os Últimos na Terra” (2015). A produção é de Jason Blum, que ainda produziu o “racista” (no sentido trumpiano da palavra) “Corra!” (2017), indicado ao Oscar de Melhor Filme. Já o elenco traz vários astros de séries, como Betty Gilpin (“GLOW”), Emma Roberts (“American Horror Story”), Justin Hartley (“This Is Us”), Ike Barinholtz (“The Mindy Project”), Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) e Hilary Swank (“Trust”). Todos brancos. Tanto “A Caçada” quanto “Emma” são produções da Universal, que os liberou para VOD no fim de março nos EUA. Veja os trailers oficiais legendados dos dois filmes abaixo.

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  • Série

    Space Force: Nova série do criador de The Office ganha primeiro trailer legendado

    5 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Space Force”, nova série de comédia de Greg Daniels, criador de “The Office”. A produção volta a reunir Daniels com Steve Carell, que foi justamente o astro de “The Office”. Os dois agora também dividem criação e produção da atração. A série, por sinal, é descrita como “‘The Office’ no espaço” e foi inspirada num delírio do governo de Donald Trump, que em 2018 anunciou a criação de uma sexta divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos: uma força militar espacial. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell vive o general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e tem uma filha vivida por Diana Silvers (“Fora de Série”). O elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”) e Fred Willard (“Modern Family”). “Space Force” tem previsão de estreia para 29 de maio em streaming.

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    Atriz de Pretty Little Liars ataca Trump após avô morrer de covid-19: “Acreditou em suas mentiras”

    29 de abril de 2020 /

    A atriz Holly Marie Combs, conhecida por ter vivido a bruxa Piper na série “Charmed” e a mãe de Aria (Lucy Hale) em “Pretty Little Liars”, fez duras críticas a Donald Trump, após relatar em rede social que o avô faleceu de covid-19. Na mensagem, ela afirmou que o avô foi eleitor do presidente dos EUA e acreditou quando ele disse que o vírus não era tão perigoso. “Meu avô morreu hoje. Ele votou em você. Ele acreditou quando você disse que esse vírus não era pior que uma gripe. Ele acreditou em todas as mentiras que você disse. Ele morreu hoje de covid-19, um dia depois do seu 66º aniversário de casamento. Você é uma desgraça para a raça humana”, declarou ela no Twitter, sobre Trump. Assim como Bolsonaro, que disse que o novo coronavírus era uma “gripezinha”, Trump tuitou em março que o novo coronavírus seria tão perigoso quanto uma gripe comum. Combs fez seu ataque em resposta a uma nova postagem do presidente negando ter minimizado os efeitos do coronavírus. Ela também escreveu na rede social que estava sem tolerância alguma com defensores de Trump. My grandfather died today. He voted for you. He believed you when you said this virus was no worse than the flu. He believed every lie you muttered and sputtered. He died today from Covid-19 one day after his 66th wedding anniversary. You’re a disgrace to the human race. — Holly Marie Combs (@H_Combs) April 27, 2020 Zero tolerance for Trumpers. Zero. Take it to someone else’s timeline. Not today Satan. — Holly Marie Combs (@H_Combs) April 28, 2020

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