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  • Filme

    Framboesa de Ouro elege documentário trumpista, Sia e Rudy Giuliani como piores do ano

    24 de abril de 2021 /

    Premiação dos piores do ano, o Framboesa de Ouro 2021 teve seus vencedores revelados na tarde deste sábado (24/4), um dia antes da cerimônia do Oscar. E o grande vencedor foi um documentário trumpista, “Absolute Proof”, que alega que a eleição do atual presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, foi resultado de recorde de fraudes eleitorais. Além de Pior Filme, o delírio conspiratório de extrema direita ainda rendeu o troféu de Pior Ator para o responsável pela coisa toda: o cara-de-pau Mike Lindell, CEO da MyPillow, que também dirigiu a produção. Para completar o clima politizado, o evento ainda consagrou outro canastrão trumpista da vida real: Rudy Giuliani. O ex-prefeito de Nova York e advogado de Donald Trump, que foi pego abrindo as calças em “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, venceu como Pior Coadjuvante e Pior Dupla (com o zíper da calça), aumentando a avacalhação sobre os derrotados na última eleição americana. Giuliani foi levado a aparecer no filme de Sacha Baron Cohen ao participar de uma suposta entrevista conduzida pela atriz indicada ao Oscar Maria Bakalova. Convidado pela falsa jornalista a continuar a conversa em um quarto de hotel, ele aparentemente abre o zíper e enfia a mão dentro das calças, sem perceber as câmeras escondidas. Apesar da ênfase política, o Framboesa de Ouro também fez o que faz de melhor: constranger a velha e má Hollywood. Entre os favoritos a levar framboesas, “Music” confirmou sua ruindade, curiosamente após ser incensado na recente e mais polêmica edição do Globo de Ouro. A Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, em inglês) achou que o filme era uma das melhores comédias/musicais do ano e Kate Hudson uma das melhores atrizes. Já a associação dos Razzies (apelido do Framboesa de Ouro) não poderia discordar mais – assim como toda a crítica americana, que deu apenas 8% de aprovação à bomba dirigida pela cantora Sia no Rotten Tomatoes. “Music” levou três Framboesas para casa: Pior Atriz, para Kate Hudson, Pior Atriz Coadjuvante para Maddie Ziegler e Pior Direção para Sia. Já os líderes em indicações ao prêmio, o fracasso infantil “Dolittle” (com Robert Downey Jr.) e o fenômeno adulto “365 Dias” (hit da Netflix), que disputavam seis Framboesas cada, ficaram apenas com uma vitória cada, respectivamente como Pior Remake e Pior Roteiro. Veja abaixo a lista completa dos premiados. Pior Filme “Absolute Proof” Pior Ator Mike Lindell, por “Absolute Proof” Pior Atriz Kate Hudson, por “Music” Pior Atriz Coadjuvante Maddie Ziegler, por “Music” Pior Ator Coadjuvante Rudy Giuliani, por “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Pior Dupla Rudy Giuliani e o Zíper de Sua Calça, por “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Pior Diretor Sia, por “Music” Pior Roteiro “365 Dias” Pior Remake, Cópia ou Sequência “Dolittle” (remake)

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  • Série

    Joe Biden faz “Law & Order: Organized Crime” errar sobre pandemia

    14 de abril de 2021 /

    A série “Law & Order: Organized Crime” estreou no começo de abril nos EUA, trazendo de volta o ator Christopher Melloni ao papel de Elliot Stabler, detetive da polícia de Nova York, que ele interpretou na longeva série “Law & Order: SVU” entre 1999 e 2011. E além de um crossover com a série mais antiga, que mostrou o reencontro entre Stabler e sua antiga parceira Olivia Benson (Mariska Hargitay), os primeiros episódios chamaram atenção por equívocos narrativos relacionados à pandemia de coronavírus. Em primeiro lugar, a série optou por situar sua trama em plena pandemia, mas, apesar disso, apresenta todo o seu elenco principal sem máscaras de proteção – ao contrário da numerosa figuração. Mas o grande erro encontra-se na trama do “crime da semana”, focada numa quadrilha internacional que vende vacinas a peso de ouro no mercado ilegal para a elite de Nova York. A série teve seus episódios escritos muito antes da estreia, quando o presidente dos EUA ainda era Donald Trump e o país se encaminhava para uma situação muito parecida com a que o Brasil se encontra atualmente – onde a elite mineira foi flagrada comprando supostas vacinas num mercado paralelo. Entretanto, entre a concepção da história e sua materialização nas telas, Joe Biden venceu a eleição à presidência dos EUA e mudou os rumos de seu país. O novo presidente impulsionou a campanha de vacinação e, em menos de três meses de seu governo, até os mais jovens já estão conseguindo ser imunizados, eliminando completamente o interesse por qualquer comércio ilegal de vacinas contra o coronavírus. A previsão pessimista dos roteiristas evaporou com a simples troca de governo. Que tal?

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  • Filme

    Will Smith tira filme da Georgia em protesto contra lei que dificulta votos

    12 de abril de 2021 /

    O astro Will Smith (“Bad Boys para Sempre”) e o diretor Antoine Fuqua (“O Protetor”) decidiram tirar seu próximo filme, o drama sobre escravidão “Emancipação”, da Geórgia, após políticos deste estado americano aprovarem uma lei que, segundo seus opositores, visa dificultar e reduzir a participação de comunidades negras no processo eleitoral do país. Descontentes com a derrota do Presidente Donald Trump na Georgia, políticos do Partido Republicano mudaram a legislação eleitoral, passando a impor requisitos de identificação do eleitor, além de diminuir a votação antecipada, limitar o número de urnas e, ao mesmo tempo, proibir voluntários de fornecerem garrafas de água aos eleitores que podem ter que esperar na fila por horas. Trump alegou falsamente que perdeu nesse estado por fraude eleitoral, após uma participação sem precedentes de eleitores negros, por meio de votação antecipada e do voto por correio em meio a pandemia de coronavírus. “Não podemos, em sã consciência, fornecer apoio financeiro a um governo que promulga leis eleitorais regressivas destinadas a restringir o acesso dos eleitores”, disseram Smith e Fuqua em comunicado à imprensa. “Infelizmente, nos sentimos obrigados a realocar nosso trabalho de produção cinematográfica da Geórgia para outro estado”, anunciaram. A Geórgia é considerado um importante centro de produção para a indústria cinematográfica americana, graças a leis de incentivo que atraíram diversas produções ao estado. Mas a nova legislação foi recebida com muito descontentamento. Outras produções hollywoodianas estudam tirar suas filmagens da região, enquanto empresas comerciais, organizações esportivas e de entretenimento realizam boicotes contra a controversa decisão. “Emancipação” é uma produção da Apple, baseada na história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas – marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. De fato, pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. O ato de protesto dos responsáveis pelo filme em 2021 ecoa esse passado histórico.

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  • Série

    Edie Falco será Hillary Clinton em “Impeachment: American Crime Story”

    4 de março de 2021 /

    A atriz Edie Falco, de “Os Sopranos” e “Nurse Jackie”, vai interpretar Hillary Clinton na 3ª temporada de “American Crime Story”, série de antologia do canal pago FX, que pretende cobrir o julgamento de impeachment do ex-presidente Bill Clinton. Falco se junta a Clive Owen (“Projeto Gemini”), que tem o papel de Bill Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) como Monica Lewinsky, Annaleigh Ashford (“Má Educação”) como Paula Jones, Sarah Paulson (a “Ratched”) como Linda Tripp, Betty Gilpin (“GLOW”) como Ann Coulter e Billy Eichner (“American Horror Story”) como Matt Drudge. Segundo a revista The Hollywood Reporter, o acordo para Falco interpretar a ex-primeira-dama estava sendo negociado há meses, mas só foi fechado recentemente. “Impeachment: American Crime Story” seguirá as perspectivas de três personagens femininas: Lewinsky, Tripp e Paula Jones, que processou Clinton por assédio sexual. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e dá sequência a duas temporadas muito premiadas da série desenvolvida pelos produtores Ryan Murphy e Brad Falchuk – as anteriores abordaram o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace. A equipe da 3ª temporada ainda inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. Não há previsão para a estreia.

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  • Etc

    Expulsão de Trump do Twitter é para sempre

    11 de fevereiro de 2021 /

    O Twitter não permitirá que Donald Trump retorne à plataforma mesmo que se candidate novamente à Presidência dos EUA. O ex-presidente americano foi expulso do Twitter há um mês. E o CFO do Twitter, Ned Segal, confirmou em uma entrevista na quarta-feira (10/2), no programa “Squawk Box” da CNBC, que a decisão foi definitiva. “A forma como nossas políticas funcionam, quando você é removido da plataforma, você é removido, seja você um comentarista, um diretor financeiro ou um funcionário público da ativa ou ex-servidor”, disse Segal. Ele acrescentou: “Lembre-se de que nossas políticas são projetadas para garantir que as pessoas não incitem a violência e, se alguém fizer isso, temos que removê-los do serviço e nossas políticas não permitem que essas pessoas voltem”. A expulsão de Trump pelo Twitter aconteceu em 8 de janeiro, dois dias depois dele incitar uma multidão de seguidores a invadir o Congresso dos EUA, como forma de forçar sua permanência do governo, após perder as eleições para Joe Biden. Cinco pessoas morreram durante a manifestação violenta. Acusado de incitar uma insurreição, o ex-presidente enfrenta um processo de Impeachment no Senado americano desde terça (9/2).

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  • Etc

    Donald Trump é barrado por toda a vida do Sindicato dos Atores

    7 de fevereiro de 2021 /

    Não adiantou Donald Trump pedir sua desfiliação do Sindicato dos Atores dos EUA para evitar ser expulso. O conselho do SAG-AFTRA aprovou neste sábado (7/2) uma resolução que o impede de voltar ou tentar qualquer tipo de filiação por toda a vida. O conselho tomou sua decisão após os integrantes do sindicato votarem “esmagadoramente” a favor da abertura de um processo por violação da Constituição por Trump. A medida refletiu o repúdio nacional contra o ataque ao Capitólio perpetrado em 6 de janeiro por apoiadores e fãs do ex-apresentador do reality show “O Aprendiz”. A resolução final cita as mesmas preocupações que motivaram as acusações disciplinares iniciais, notadamente seu antagonismo em relação aos jornalistas filiados ao sindicato e o desrespeito pelos valores e a integridade exigida pelo sindicato. “Impedir que Donald Trump volte a juntar-se ao SAG-AFTRA é mais do que um passo simbólico”, disse a presidente da entidade, Gabrielle Carteris, em comunicado. “É uma declaração retumbante que ameaçar ou incitar danos contra outros membros não será tolerado. Um ataque contra um é um ataque contra todos.” Trump entrou no SAG-AFTRA em 1989, quando apareceu em seu primeiro filme, o trash de baixo nível “Os Fantasmas Não Transam”, interpretando seu papel favorito: ele mesmo. A partir daí passou a exigir aparecer em todo o filme que usasse alguma de suas propriedades como cenário, o que o levou a entrar em produções como “Esqueceram de mim 2: Perdido em Nova York” (1992), “Celebridades” (1998), “Zoolander” (2001) e nas séries “Um Maluco no Pedaço” e “Sex and the City”. Sempre como Donald Trump. Embora tenha renunciado ao sindicato, Trump não atendeu a pedidos da sociedade americana para renunciar à presidência dos EUA após o vexame de janeiro passado. Por conta disso, um processo de impeachment foi aberto no Congresso. Embora o mandado de Trump tenha acabado, ele ainda será julgado – a partir de terça (9/2) – e pode ter os direitos políticos caçados caso seja considerado culpado pelo Senado. O ex-presidente dos EUA também foi expulso das redes sociais.

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  • Etc

    Donald Trump renuncia antes de ser expulso do Sindicato dos Atores

    4 de fevereiro de 2021 /

    Donald Trump apresentou nesta quinta (4/2) uma carta com pedido de desfiliação ao sindicato dos atores dos EUA, SAG-AFTRA. A notificação aconteceu após o Conselho Nacional da instituição abrir um processo administrativo, visando sua expulsão. A presidente do sindicato, Gabrielle Carteris, justificou a ação em janeiro, dizendo que “Donald Trump atacou os valores pelos quais este sindicato mais preza — democracia, verdade, respeito aos americanos de todas as raças e religiões, e a santidade da imprensa livre”. A instauração do processo aconteceu após o então presidente dos EUA incitar uma turba de seguidores fanáticos a invadir o Congresso americano, dando início a cenas de violência e vandalismo, que resultaram em quatro mortes e várias prisões. Trump inicia sua carta dizendo: “Escrevo sobre a audiência do tal Comitê Disciplinar que visa revogar minha filiação ao sindicato. Quem liga!” Ele cita seus trabalhos como ator (como “Esqueceram de Mim 2”, “Zoolander” e “O Aprendiz”) e completa: “Sua organização fez pouco para seus membros, e nada para mim — além de pedir dinheiro e promover políticas e ideias nada americanas —, como fica evidente pelas enormes taxas de desemprego e processos de atores renomados”. O então empresário entrou no SAG-AFTRA em 1989, quando apareceu em seu primeiro filme, o trash de baixo nível “Os Fantasmas Não Transam”, interpretando seu papel favorito: ele mesmo. A partir daí passou a exigir aparecer em todo o filme que usasse alguma de suas propriedades como cenário, o que o levou a entrar em produções como “Esqueceram de mim 2: Perdido em Nova York” (1992), “Celebridades” (1998), “Zoolander” (2001) e nas séries “Um Maluco no Pedaço” e “Sex and the City”. Sempre como Donald Trump. Embora tenha renunciado ao sindicato, Trump não atendeu a pedidos da sociedade americana para renunciar à presidência dos EUA após o vexame de janeiro passado. Por conta disso, um processo de impeachment foi aberto no Congresso. Embora o mandado de Trump tenha acabado, ele ainda será julgado – a partir de terça (9/2) – e pode ter os direitos políticos caçados caso seja considerado culpado pelo Senado. O ex-presidente dos EUA também foi expulso das redes sociais.

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  • Etc

    Sindicato dos Atores dos EUA abre processo para expulsar Donald Trump

    20 de janeiro de 2021 /

    O sindicato dos atores dos Estados Unidos demonstrou uma “coragem” tardia ao anunciar na terça-feira (19/1), último dia do governo de Donald Trump, ter iniciado um processo disciplinar contra ele, que pode levar à expulsão do ex-presidente americano de seus quadros. O sindicato SAG-AFTRA votou “esmagadoramente” a favor da abertura de um processo por violação da Constituição por Trump. A medida reflete o repúdio nacional contra o ataque ao Capitólio perpetrado em 6 de janeiro por apoiadores do ex-apresentador do reality show “O Aprendiz”. O comitê disciplinar do sindicato examinará o envolvimento de Trump no ataque. Canastrão em vários filmes, o magnata de extrema direita também é objeto de um processo de Impeachment no Congresso por “incitamento à insurreição”. “Donald Trump atacou os valores que este sindicato tem entre os mais sagrados: democracia, verdade, respeito pelos nossos concidadãos de todas as raças e religiões e a sacrossanta liberdade de imprensa”, afirmou a presidente da SAG-AFTRA, Gabrielle Carteris, em comunicado. O comitê disciplinar também estudará a “perigosa campanha de desinformação destinada a desacreditar e, em última instância, ameaçar a segurança dos jornalistas”, orquestrada segundo o sindicato pelo presidente republicano. Vale lembrar que, ao contrário do ataque ao Congresso, isso não é novidade, mas algo que o sindicato ignorou completamente durante os quatro anos de mandato de Trump. Os 160 mil membros do SAG-AFTRA incluem atores, mas também um grande número de profissionais dos meios audiovisuais nas mais diversas áreas, incluindo apresentadores de programas jornalísticos e de variedades (como “O Aprendiz”). “Como sindicato, nosso papel mais importante é a proteção de nossos membros”, afirmou David White, diretor-executivo da organização. Se condenado, Trump pode ter que pagar multa, passar pelo vexame da suspensão e, na pior das hipóteses, até ser expulso do SAG-AFTRA, que geralmente oferece aos seus associados alguns benefícios como aposentadoria e acesso a determinados filmes antes de seu lançamento. Trump entrou no SAG-AFTRA em 1989, quando apareceu em seu primeiro filme, o trash de baixo nível “Os Fantasmas Não Transam”, interpretando seu papel favorito: ele mesmo. A partir daí passou a exigir aparecer em todo o filme que usasse alguma de suas propriedades como cenário, o que o levou a entrar em produções como “Esqueceram de mim 2: Perdido em Nova York” (1992), “Celebridades” (1998), “Zoolander” (2001) e nas séries “Um Maluco no Pedaço” e “Sex and the City”. Sempre como Donald Trump.

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    Macaulay Culkin apoia campanha para tirar Trump de Esqueceram de Mim 2

    14 de janeiro de 2021 /

    Macaulay Culkin, o eterno Kevin de “Esqueceram de Mim”, apoiou uma campanha recente das redes sociais que pede que a participação especial de Donald Trump seja cortada de “Esqueceram de Mim 2”, comédia que ele estrelou em 1992. O pedido para a Disney (atual dona da 20th Century Fox) remover o presidente do filme ganhou muitos adeptos após a recusa de Trump em aceitar sua derrota na eleição presidencial para Joe Biden, que levou seus seguidores a realizarem um ataque violento contra o Congresso dos EUA. Usuários habilidosos do Twitter estão se divertindo em publicar sugestões de outras participações especiais na cena de Trump, substituindo o republicano de extrema direita por personagens digitais, como Jabba e Darth Vader, de “Star Wars”, e até o veterano ator Christopher Plummer, que famosamente substituiu Kevin Spacey (e foi indicado ao Oscar) em refilmagens de “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017). Culkin, que agora tem 40 anos, expressou sua aprovação para a remoção de Trump dizendo a um usuário do Twitter que ficou “convencido” com uma petição para substituir o político por uma versão adulta dele mesmo. Ele também disse “bravo” para outro usuário que fez o presidente sumir digitalmente. Trump aparece brevemente no filme quando o pequeno Kevin McCallister (Culkin) lhe pede informações no hotel Plaza, que ele possuía na época. Em dezembro de 2020, o diretor Chris Columbus disse em uma entrevista que Trump “forçou sua inclusão no filme” como condição para permitir que a produção fosse filmada em seu hotel. Três anos antes, o ator Matt Damon já tinha revelado, em uma entrevista à revista The Hollywood Reporter, que Trump exigia que todas as filmagens em suas propriedades deveriam lhe render um pequeno papel. Por conta disso, ele está nos créditos de cerca de 20 filmes e séries, incluindo “Zoolander” e “Sex & the City”. Veja abaixo algumas sugestões para substituir o político no filme. 'Home Alone 2' is trending as fans offer suggestions as to who should replace that Trump cameo: pic.twitter.com/F3ECMbq5FB — Ryan Parker (@TheRyanParker) January 9, 2021 Bravo. — Macaulay Culkin (@IncredibleCulk) January 13, 2021 Sold. — Macaulay Culkin (@IncredibleCulk) January 13, 2021

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  • Etc

    Arnold Schwarzenegger compara direita americana à Alemanha nazista

    10 de janeiro de 2021 /

    O ator Arnold Schwarzenegger, que foi governador da Califórnia pelo Partido Republicano, o mesmo de Donald Trump, divulgou um vídeo na manhã deste domingo (10/1) no qual ele comparou a invasão violenta do Capitólio, sede do Congresso na capital dos EUA, com a ascensão do partido nazista na Alemanha. O intérprete do Exterminador do Futuro lembrou que nasceu na Áustria dois anos após o fim da 2ª Guerra Mundial e cresceu em meio ao impacto da Kristallnacht (a noite dos cristais), que descreveu como “uma noite de violência contra os judeus levada a cabo em 1938 pelo equivalente nazista dos Proud Boys” (grupo da extrema direita dos EUA). “Tudo começou com mentiras, mentiras e mentiras, e intolerância”, acrescentou. “Quarta-feira foi o Dia dos Cristais aqui mesmo nos Estados Unidos”, disse Schwarzenegger. “Mas a multidão não quebrou apenas as janelas do Capitólio. Eles racharam conceitos que considerávamos garantidos… [e] pisotearam os próprios princípios sobre os quais nosso país foi fundado.” Schwarzenegger então criticou Donald Trump e também alertou que os americanos devem estar “cientes das terríveis conseqüências do egoísmo e do cinismo”. “[Trump] buscou um golpe enganando as pessoas com mentiras”, disse Schwarzenegger. “O presidente Trump é um líder fracassado. Ele entrará para a história como o pior presidente de todos os tempos. A coisa boa é que logo ele será tão irrelevante quanto um velho tuíte.” Schwarzenegger também criticou integrantes do seu partido que estimularam e se aproveitaram das mentiras de Trump, inclusive ajudando a divulgá-las, o que acabou levando à marcha contra o Congresso. Ele citou uma frase do presidente Theodore Roosevelt: “Patriotismo significa apoiar o país. Não significa apoiar o presidente.” Na conclusão do vídeo, Schwarzenegger parabenizou o presidente eleito Joe Biden por sua vitória eleitoral livre e justa e desejou-lhe tudo de bom. My message to my fellow Americans and friends around the world following this week's attack on the Capitol. pic.twitter.com/blOy35LWJ5 — Arnold (@Schwarzenegger) January 10, 2021

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  • Etc

    Atriz de Xena enfrenta Hércules em briga política no Twitter

    9 de janeiro de 2021 /

    Fãs das antigas séries “Xena: A Princesa Guerreira” e “Hércules: A Lendária Jornada” viram um crossover inesperado nas redes sociais nesta semana, quando Lucy Lawless, a eterna Xena, e Kevin Sorbo, o Hércules, brigaram no Twitter por suas posições políticas opostas. Até então, os dois só tinham se enfrentado na ficção – Xena foi introduzida como antagonista de Hércules, antes de ganhar sua própria série em 1995. A discussão aconteceu após o episódio mais lamentável da história da democracia dos EUA, quando apoiadores extremistas de Donald Trump invadiram o Capitólio, sede do Congresso em Washington, e protagonizaram cenas de vandalismo para tentar impedir que Joe Biden fosse considerado vencedor da eleição à presidência dos EUA. Três pessoas foram mortas. Lucy Lawless foi uma das muitas pessoas que repudiou o ocorrido. Ela voltou a seus dias de Princesa Guerreira ao se deparar com as mensagens do ex-colega de elenco. “Os ANTIFA [grupos de oposição ao fascismo e a extrema-direita] lideraram o ataque ao edifício do Capitólio, vestidos como apoiadores de Trump”, escreveu Sorbo, defendendo os “patriotas” que apoiam Trump. Ele compartilhou uma publicação que traz uma imagem dos invasores, junto do seguinte questionamento: “Eles se parecem com apoiadores de Trump? Ou agitadores de esquerda disfarçados de apoiadores de Trump…”. “Eles não parecem patriotas para mim…”, apontou o ator sobre os integrantes da QAnon, na tentativa de passar o pano para Trump, que discursou para inflamar os ânimos da massa antes da invasão do Capitólio. Os posts conspiratórios foram confrontados por Lawless. “Não, querido. Eles não são patriotas. São macacos voadores, terroristas caseiros, atores da QAnon”, começou. “São idiotas que saem por aí seguindo as ordens de pessoas como você, que gostam de fomentá-los como brinquedos para que façam seu pior”, completou Lucy. Ela ainda incluiu duas hashtags ao final do comentário: “#KeepingYourFilthyHandsClean” (“Limpando as suas mãos sujas”, em tradução livre) e “#Enabler” (“facilitador”). Kevin não respondeu à crítica da amiga e seguiu compartilhando teorias de conspiração, associando a invasão a “agentes da esquerda”. Para quem não sabe, o QAnon mencionado é um grupo que acredita numa teoria ampla, difundida pelas redes sociais, que diz que Donald Trump trava uma guerra secreta contra pedófilos “adoradores de Satanás” do alto escalão do governo, do mundo empresarial e da imprensa. Os extremistas também acreditam que há esforços do “estado profundo” para eliminar o atual presidente, que o coronavírus faz parte da conspiração pedófila-satânica-comunista, que a mídia oficial só divulga fake news e que a verdade é apenas o que eles afirmam nas redes sociais. A descrição lembra algum brasileiro?

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  • Filme

    Sacha Baron Cohen anuncia aposentadoria de Borat

    6 de janeiro de 2021 /

    Não vai ter trilogia. Apesar do sucesso enorme de “Borat: Fita de Filme Seguinte”, segundo filme do repórter do Cazaquistão criado por Sacha Baron Cohen, o ator avisou que não fará um terceiro filme do personagem. “Eu o trouxe de volta por causa de Trump. Havia um propósito em fazer este filme, e eu realmente não vejo um propósito em fazer outro. Então sim, ele está trancado no armário agora”, disse Cohen à revista Variety, afirmando que aposentou o Borat Em entrevista que ganhou capa na revista americana, o ator comentou que sua razão para retomar o personagem foi sentir que “a democracia estava em perigo” com Donald Trump na presidência dos EUA — e a situação ainda se agravou com a crise do coronavírus. “O filme originalmente era sobre os perigos de Trump e do trumpismo. O que a covid-19 demonstrou foi que havia um efeito letal nessa prática [do governo] de espalhar mentiras e teorias de conspiração”, explicou. Ele admitiu que seu propósito com filme foi desacreditar Trump e seus apoiadores, mostrando os furos na lógica de seu discurso negacionista, racista e preconceituoso, e daqueles que estão próximos a ele, como o advogado Rudy Giuliani. “Eu não quero sugerir, egoisticamente, que toda pessoa que viu ‘Borat 2’ se tornasse incapaz de votar em Trump. Mas esse era, sim, meu objetivo. Então, o que eu queria era fazer com que todo mundo visse o filme antes das eleições [presidenciais americanas, em novembro].” O filme acabou se tornando uma das maiores audiências da Amazon Prime Video.

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  • Divulgação/NBC
    Etc

    Jim Carrey se despede do papel de Joe Biden no humorístico Saturday Night Live

    19 de dezembro de 2020 /

    O ator Jim Carrey anunciou que não vai mais interpretar Joe Biden no programa “Saturday Night Live” (SNL). Ele será substituído por outro intérprete nas sátiras ao presidente eleito dos EUA durante o restante da temporada do humorístico. Fontes do programa, ouvidas pelo site The Hollywood Reporter, confirmaram que a despedida foi planejada desde o começo, porque o acordo previa que Carrey interpretasse Biden por apenas seis episódios – antes e imediatamente após a eleição – , embora isso não tenha sido divulgando abertamente quando Carrey entrou a bordo. Em um tuite anunciando sua despedida, Carrey escreveu: “Embora meu mandato devesse durar apenas 6 semanas, fiquei emocionado por ser eleito presidente no ‘SNL’… a maior honraria da comédia. Agora vou em frente, sabendo que Biden foi o vencedor porque eu matei a pau. Mas serei apenas um numa longa linha de orgulhosos e lutadores Bidens do ‘SNL’!” O “SNL” acrescentou em seu próprio tuite, “Obrigado, Jim Carrey, por aparecer quando fez diferença.” Carrey estreou no papel no primeiro episódio da 46ª temporada de “Saturday Night Live”, que se tornou uma das estreias mais assistidas do veterano programa humorístico. Exibida em 3 de outubro na rede NBC, a atração atraiu 7,7 milhões de espectadores ao vivo e uma classificação de 1,68 na demo (adultos de 18 a 49), o que representa a terceira maior abertura do “SNL” no século, atrás apenas dos episódios inaugurais de 2016 e 2008. Mas o curto período de Carrey como Biden contrasta com a longa personificação de Alec Baldwin, que interpretou Donald Trump durante todo o mandato do atual presidente dos EUA. Carrey foi a terceira pessoa a interpretar Biden no SNL em 2020, após as participações de Woody Harrelson e do ex-membro do elenco Jason Sudeikis (que encarnou o ex-vice-presidente com frequência durante os anos de Barack Obama) durante as eleições primárias do Partido Democrata. Thank you to Jim Carrey for showing up when it mattered ❤️ https://t.co/tLNM0jMhyb — Saturday Night Live – SNL (@nbcsnl) December 19, 2020

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