Atriz de Xena enfrenta Hércules em briga política no Twitter
Fãs das antigas séries “Xena: A Princesa Guerreira” e “Hércules: A Lendária Jornada” viram um crossover inesperado nas redes sociais nesta semana, quando Lucy Lawless, a eterna Xena, e Kevin Sorbo, o Hércules, brigaram no Twitter por suas posições políticas opostas. Até então, os dois só tinham se enfrentado na ficção – Xena foi introduzida como antagonista de Hércules, antes de ganhar sua própria série em 1995. A discussão aconteceu após o episódio mais lamentável da história da democracia dos EUA, quando apoiadores extremistas de Donald Trump invadiram o Capitólio, sede do Congresso em Washington, e protagonizaram cenas de vandalismo para tentar impedir que Joe Biden fosse considerado vencedor da eleição à presidência dos EUA. Três pessoas foram mortas. Lucy Lawless foi uma das muitas pessoas que repudiou o ocorrido. Ela voltou a seus dias de Princesa Guerreira ao se deparar com as mensagens do ex-colega de elenco. “Os ANTIFA [grupos de oposição ao fascismo e a extrema-direita] lideraram o ataque ao edifício do Capitólio, vestidos como apoiadores de Trump”, escreveu Sorbo, defendendo os “patriotas” que apoiam Trump. Ele compartilhou uma publicação que traz uma imagem dos invasores, junto do seguinte questionamento: “Eles se parecem com apoiadores de Trump? Ou agitadores de esquerda disfarçados de apoiadores de Trump…”. “Eles não parecem patriotas para mim…”, apontou o ator sobre os integrantes da QAnon, na tentativa de passar o pano para Trump, que discursou para inflamar os ânimos da massa antes da invasão do Capitólio. Os posts conspiratórios foram confrontados por Lawless. “Não, querido. Eles não são patriotas. São macacos voadores, terroristas caseiros, atores da QAnon”, começou. “São idiotas que saem por aí seguindo as ordens de pessoas como você, que gostam de fomentá-los como brinquedos para que façam seu pior”, completou Lucy. Ela ainda incluiu duas hashtags ao final do comentário: “#KeepingYourFilthyHandsClean” (“Limpando as suas mãos sujas”, em tradução livre) e “#Enabler” (“facilitador”). Kevin não respondeu à crítica da amiga e seguiu compartilhando teorias de conspiração, associando a invasão a “agentes da esquerda”. Para quem não sabe, o QAnon mencionado é um grupo que acredita numa teoria ampla, difundida pelas redes sociais, que diz que Donald Trump trava uma guerra secreta contra pedófilos “adoradores de Satanás” do alto escalão do governo, do mundo empresarial e da imprensa. Os extremistas também acreditam que há esforços do “estado profundo” para eliminar o atual presidente, que o coronavírus faz parte da conspiração pedófila-satânica-comunista, que a mídia oficial só divulga fake news e que a verdade é apenas o que eles afirmam nas redes sociais. A descrição lembra algum brasileiro?
Sacha Baron Cohen anuncia aposentadoria de Borat
Não vai ter trilogia. Apesar do sucesso enorme de “Borat: Fita de Filme Seguinte”, segundo filme do repórter do Cazaquistão criado por Sacha Baron Cohen, o ator avisou que não fará um terceiro filme do personagem. “Eu o trouxe de volta por causa de Trump. Havia um propósito em fazer este filme, e eu realmente não vejo um propósito em fazer outro. Então sim, ele está trancado no armário agora”, disse Cohen à revista Variety, afirmando que aposentou o Borat Em entrevista que ganhou capa na revista americana, o ator comentou que sua razão para retomar o personagem foi sentir que “a democracia estava em perigo” com Donald Trump na presidência dos EUA — e a situação ainda se agravou com a crise do coronavírus. “O filme originalmente era sobre os perigos de Trump e do trumpismo. O que a covid-19 demonstrou foi que havia um efeito letal nessa prática [do governo] de espalhar mentiras e teorias de conspiração”, explicou. Ele admitiu que seu propósito com filme foi desacreditar Trump e seus apoiadores, mostrando os furos na lógica de seu discurso negacionista, racista e preconceituoso, e daqueles que estão próximos a ele, como o advogado Rudy Giuliani. “Eu não quero sugerir, egoisticamente, que toda pessoa que viu ‘Borat 2’ se tornasse incapaz de votar em Trump. Mas esse era, sim, meu objetivo. Então, o que eu queria era fazer com que todo mundo visse o filme antes das eleições [presidenciais americanas, em novembro].” O filme acabou se tornando uma das maiores audiências da Amazon Prime Video.
Jim Carrey se despede do papel de Joe Biden no humorístico Saturday Night Live
O ator Jim Carrey anunciou que não vai mais interpretar Joe Biden no programa “Saturday Night Live” (SNL). Ele será substituído por outro intérprete nas sátiras ao presidente eleito dos EUA durante o restante da temporada do humorístico. Fontes do programa, ouvidas pelo site The Hollywood Reporter, confirmaram que a despedida foi planejada desde o começo, porque o acordo previa que Carrey interpretasse Biden por apenas seis episódios – antes e imediatamente após a eleição – , embora isso não tenha sido divulgando abertamente quando Carrey entrou a bordo. Em um tuite anunciando sua despedida, Carrey escreveu: “Embora meu mandato devesse durar apenas 6 semanas, fiquei emocionado por ser eleito presidente no ‘SNL’… a maior honraria da comédia. Agora vou em frente, sabendo que Biden foi o vencedor porque eu matei a pau. Mas serei apenas um numa longa linha de orgulhosos e lutadores Bidens do ‘SNL’!” O “SNL” acrescentou em seu próprio tuite, “Obrigado, Jim Carrey, por aparecer quando fez diferença.” Carrey estreou no papel no primeiro episódio da 46ª temporada de “Saturday Night Live”, que se tornou uma das estreias mais assistidas do veterano programa humorístico. Exibida em 3 de outubro na rede NBC, a atração atraiu 7,7 milhões de espectadores ao vivo e uma classificação de 1,68 na demo (adultos de 18 a 49), o que representa a terceira maior abertura do “SNL” no século, atrás apenas dos episódios inaugurais de 2016 e 2008. Mas o curto período de Carrey como Biden contrasta com a longa personificação de Alec Baldwin, que interpretou Donald Trump durante todo o mandato do atual presidente dos EUA. Carrey foi a terceira pessoa a interpretar Biden no SNL em 2020, após as participações de Woody Harrelson e do ex-membro do elenco Jason Sudeikis (que encarnou o ex-vice-presidente com frequência durante os anos de Barack Obama) durante as eleições primárias do Partido Democrata. Thank you to Jim Carrey for showing up when it mattered ❤️ https://t.co/tLNM0jMhyb — Saturday Night Live – SNL (@nbcsnl) December 19, 2020
EUA batiza militares da Força Espacial como Guardiões e a internet não perdoa
O anúncio cômico (mas sério) de Donald Trump de que os EUA iam lançar uma Força Espacial, que passaria a integrar suas Forças Armadas, já rendeu uma série de comédia na Netflix, chamada, justamente, de “Space Force” (Força Espacial em inglês). E se os escritores estavam tendo dificuldades para encontrar um tema para a 2ª temporada, o vice-presidente Mike Pence acaba de providenciar uma solução de graça para a produção. Pence anunciou nesta sexta-feira (18/12) que os integrantes da Força Espacial ganharam uma denominação oficial e, partir de agora, eles serão chamados de “Guardiões”. A revelação deixou a Internet rolando de rir, lembrando, claro, do filme da Marvel “Guardiões da Galáxia”. Mas a piada completa é melhor. Ao revelar o nome “Guardiões”, Pence disse que a escolha foi definida “por profissionais do espaço, para profissionais do espaço” após um processo de pesquisa que durou um ano. Um ano inteiro conversando com “profissionais do espaço” para revelar que os EUA e o planeta serão defendidos por Peter Quill, Gamora, Dax, Rocket e Groot. “A oportunidade de nomear uma nova força é uma responsabilidade importante”, tuitou a Força Espacial oficial dos EUA. “Guardiões é um nome com uma longa história em operações espaciais, remontando ao lema de comando original do Air Force Space Command em 1983, ‘Guardians of the High Frontier’ (Guardiões da Fronteira Altiva). A agência acrescentou que o nome Guardiões conecta a organização a sua “orgulhosa herança e cultura”, bem como sua principal missão de proteger o povo e os interesses dos Estados Unidos e seus aliados. Depois dessa, tuiteiros até relembraram a polêmica do logotipo da Força Espacial, que realmente lembra o símbolo da Frota Estelar da franquia “Star Trek”. “Primeiro, eles imitam o logotipo de ‘Star Trek’, depois se chamam os ‘Guardiões da Galáxia’. Ninguém usou o Google nisto?”, escreveu uma usuária. “Eles vão alistar guaxinins?”, especulou outro, referindo-se a Rocket. Mas teve quem apenas pediu para o presidente eleito Joe Biden se livrar desse embaraço, que está ridicularizando os militares americanos. “Os Guardiões …….. da Galáxia. Joe Biden, vamos nos livrar disso no próximo mês, certo?” First they mimic the Star Trek logo, then they call for force Guardians of the Galaxy. Did no one Google this? https://t.co/ekiIdfd4Q3 — Kimberly Atkins (@KimberlyEAtkins) December 18, 2020 The US Space Force spent "over a year" and a "research involving space professionals" to come up with this: pic.twitter.com/AIyUwWxVd7 — William LeGate 🇺🇸 (@williamlegate) December 18, 2020 You mean like "Guardians of the Galaxy"? Are they going to enlist talking racoons??😂 https://t.co/jSljlIRiO6 — Max Boot (@MaxBoot) December 18, 2020 They legit named themselves the Guardians of the Galaxy. https://t.co/u7ivUbtQDD pic.twitter.com/jV2wPmjl3l — Franklin Leonard (@franklinleonard) December 18, 2020 The Guardians…….. of the Galaxy. @JoeBiden, we’re getting rid of this next month, right? 😒 https://t.co/yPlwkvpZiu — April (@ReignOfApril) December 18, 2020
Sarah Paulson mostra sua transformação para American Crime Story
A atriz Sarah Paulson (a “Ratched”) compartilhou em suas redes sociais o primeiro vislumbre de sua transformação em Linda Tripp para a 3ª temporada de “American Crime Story”, intitulada “Impeachment”. Tripp foi a funcionária do Departamento de Defesa dos EUA que gravou secretamente conversas de Monica Lewinsky, a estagiária que teve um caso com Bill Clinton, que quase resultaram no impeachment do presidente americano. Ao lado da foto, Paulson disse que as gravações da série já começaram. Além da atriz, o elenco destaca Beanie Feldstein (“Fora de Série”) como Monica Lewinsky, Annaleigh Ashford (“Má Educação”) como Paula Jones e Clive Owen (“Projeto Gemini”) como Bill Clinton. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e dá sequência a duas temporadas muito premiadas da série desenvolvida pelos produtores Ryan Murphy e Brad Falchuk para o canal pago FX – as anteriores abordaram o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace. A equipe da 3ª temporada ainda inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. “Impeachment: American Crime Story” seguirá as perspectivas de três personagens femininas: Lewinsky, Tripp e Paula Jones, que processou Clinton por assédio sexual. Ainda não há previsão para a estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sarah Paulson (@mssarahcatharinepaulson)
Space Force: Série de Steve Carell é renovada para 2ª temporada
A Netflix renovou a série de comédia “Space Force”, comandada por Steve Carell, para a 2ª temporada. Mas fez mudanças de bastidores. A produção será transferida de Los Angeles para Vancouver, no Canadá, numa tentativa de reduzir o orçamento do programa . Quando a série foi encomendada, em janeiro de 2019, o contrato estabeleceu um recorde de salário para Carell, chegando a US$ 1 milhão por episódio, incluindo pagamentos autorais de co-criação, produção executiva e atuação. A série foi concebida por Carell e Greg Daniels, que trabalharam juntos em “The Office”, inspirando-se num projeto alucinado de Donald Trump para criar a primeira Força Espacial dos EUA. Ninguém sabe como isso funcionaria, já que não existem naves ou caças espaciais no mundo real, e esta seria a graça da série. Na trama, Carell vive o general encarregado pelo governo para formar a tal Força Espacial, mas não sabe por onde começar. Ele é casado com Lisa Kudrow (“Friends”) e tem uma filha vivida por Diana Silvers (“Fora de Série”). O elenco também destaca John Malkovich (“The New Pope”) como um cientista, além de Noah Emmerich (“The Americans”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Tawny Newsome (“Brockmire”), Alex Sparrow (“UnREAL”), Jimmy O. Yang (“Silicon Valley”), Jane Lynch (“Glee”) e o recém-falecido Fred Willard (“Modern Family”). A 2ª temporada contará com o ingresso do roteirista Norm Hiscock na produção. Ele atuará como co-showrunner ao lado de Greg Daniels. Colaborador frequente de Daniels, Hiscock foi produtor-roteirista de “Brooklyn Nine-Nine”, “Parks and Recreation”, “People of Earth” e “King of the Hill”, entre muitos outros créditos. As gravações só começarão em 2021 e ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.
Demi Lovato compartilha vídeos da Globonews no Instagram
A cantora e atriz Demi Lovato surpreendeu os fãs brasileiros ao compartilhar quatro vídeos da cobertura da Globonews das eleições americanas no Stories do Instagram. Mas a exposição do jornalismo brasileiro para seus 93,3 milhões de seguidores não foi por um motivo aleatório. Ela compartilhou uma sequência do “Jornal Globonews”, apresentado por César Tralli, porque o canal flagrou o momento exato em que uma de suas músicas embalava uma manifestação nos portões da Casa Branca. “Isso é incrivelmente poderoso. Ouvir minha música tocando do lado de fora da Casa Branca no dia da eleição é muito significativo e comovente para mim. Por isso fizemos essa música. Obrigada, Julia Michaels, Justin Tranter, Eren Cannata e Finneas”, escreveu ela ao lado do vídeo, citando os parceiros que na canção. A música evocada é “Commander In Chief”, canção de protesto contra Trump, que tem versos como: “Estamos em crise, as pessoas estão morrendo/ Enquanto você enche seus bolsos/ Comandante-chefe, como é ser capaz de respirar?”. Em seu Stories, Demi acrescentou que espera que Donald Trump tenha tido acesso ao recado contido nos versos de sua canção: “Tomara que ele tenha ouvido”.
Harrison Ford pede “demissão” de Trump na véspera da eleição nos EUA
The Lincoln Project, um comitê político formado por integrantes do Partido Republicano, resolveu fazer campanha contra o candidato do próprio partido às eleições presidenciais que acontecem nesta terça (3/11) nos EUA. A organização contratou Harrison Ford para narrar um anúncio em que denunciam os planos de Donald Trump para demitir o Dr. Anthony Fauci, um dos maiores experts em doenças infecciosas do mundo, chefe do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas e responsável pela resposta científica dos EUA à pandemia de coronavírus. O anúncio mostra uma cena de um comício realizado por Trump no domingo (1/11), no qual os apoiadores começaram a gritar “Demita Fauci! Demita Fauci!” e o presidente responde: “Não contem a ninguém, mas deixe-me esperar um pouco depois da eleição”. Ford então diz: “Amanhã, você pode demitir apenas um deles. A escolha é sua.” O anúncio marcou uma rara incursão do intérprete de Han Solo e Indiana Jones na política eleitoral. Ford é politizado e tem sido ativo em várias causas, especialmente nas questões de mudança climática, mas não costuma se envolver em disputais partidárias. Recentemente, ele chegou a ser pressionado a se posicionar numa entrevista da revista Time, mas preferiu pedir aos eleitores que elegessem políticos que tivessem propostas para a crise climática. Veja o anúncio do Lincoln Project abaixo. The Lincoln Project and Harrison Ford are teaming up to let Americans know you can only keep one of them: Trump, or Fauci. pic.twitter.com/WmimV0inTC — The Lincoln Project (@ProjectLincoln) November 3, 2020
Sacha Baron Cohen agradece Trump pela publicidade gratuita de Borat
O ator Sacha Baron Cohen não perdeu a oportunidade de divulgar seu novo filme, “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, às custas de Donald Trump, que comentou seu trabalho na manhã deste sábado (24/10), chamando-o de impostor, bizarro e sem graça. “Donald, agradeço a publicidade gratuita para ‘Borat’! Admito que também não acho você engraçado. Mas mesmo assim o mundo inteiro ri de você”, escreveu o comediante no Twitter. Ele ainda provocou, ao completar o post. “Estou sempre procurando pessoas para bancar palhaços racistas e você precisará de um emprego depois de 20 de janeiro. Vamos conversar!”. A manifestação aconteceu após Trump ser questionado pela imprensa se tinha visto seu advogado, Rudolph Giuliani, em situação imprópria durante uma pegadinha do novo filme de Borat. O chefe do bureau de imprensa da Casa Branca (Voice of America), Steve Herman, relatou a resposta do presidente no Twitter. “Não sei o que aconteceu”, disse Trump. “Mas, sabe, há muitos anos ele tentou me enganar. E eu fui o único que disse ‘de jeito nenhum’. Ele é um impostor. E eu não o acho engraçado”, afirmou. “Para mim, ficou claro que era um cara bizarro”, completou Trump. Trump ainda não respondeu ao tuíte de Cohen, que viralizou, rendendo 1,4 mil comentários e mais de 13 mil retuítes. Enquanto isso, “Borat: Fita de Cinema Seguinte” continua rendendo assunto. A comédia foi lançada na sexta (23/10) na Amazon Prime Video e se o barulho em torno de seu conteúdo se converter em audiência, deve se tornar o maior sucesso da plataforma de streaming. Donald—I appreciate the free publicity for Borat! I admit, I don’t find you funny either. But yet the whole world laughs at you. I’m always looking for people to play racist buffoons, and you’ll need a job after Jan. 20. Let’s talk!https://t.co/itWnhJ8TQF — Sacha Baron Cohen (@SachaBaronCohen) October 24, 2020
Donald Trump diz ser o único que Sacha Baron Cohen não consegue enganar
Donald Trump disse neste sábado (24/10) que não é fã de Sacha Baron Cohen e que não se deixa enganar pelo comediante. Ele contou que Cohen já teria tentado fazê-lo cair numa pegadinha, mas não conseguiu. O assunto surgiu por causa da repercussão do filme “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, em que Cohen flagra o advogado de Trump, Rudolph Giuliani, em situação imprópria durante uma pegadinha. Alvo de uma falsa “entrevista”, Giuliani foi gravado deitando-se numa cama num quarto de hotel e colocando as mãos dentro de sua calça diante da “jornalista” (a “filha” de Borat, Maria Bakalova), antes de ser interrompido por Borat/Cohen. O chefe do bureau de imprensa da Casa Branca (Voice of America), Steve Herman, relatou a resposta do presidente no Twitter. “Não sei o que aconteceu”, disse Trump, ao ser questionado pela imprensa, a bordo do Air Force One. “Mas, sabe, há muitos anos ele tentou me enganar. E eu fui o único que disse ‘de jeito nenhum’. Ele é um impostor. E eu não o acho engraçado”, afirmou. “Ele veio disfarçado como um âncora da BBC. Para mim, ficou claro que era um cara bizarro”, completou Trump. O incidente teria ocorrido há 15 anos, segundo o presidente americano. Mas, na verdade, data de 2003, quando Cohen – no papel do aspirante a gangster Ali G, outro de seus personagens de ficção – propôs um negócio a Trump: luvas especiais para tomar sorvete. Veja abaixo a entrevista com Trump, feita para o programa “The Ali G Show”, exibido pelo Channel 4 britânico entre 2000 e 2004.
Atriz de Grown-Ish diz ter sido atacada por carreata de apoiadores de Trump
A atriz Francia Raisa, conhecida pelas séries “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana” e “Grown-Ish”, e também por ter doado um rim para Selena Gomez, postou um vídeo desesperado neste domingo no Stories do Instagram. Abalada a ponto de chorar, ela relatou uma experiência traumática na rodovia 405 no sul da Califórnia, dizendo que podia ter morrido por causa dos apoiadores do presidente Trump. Ela relatou situações de terror que passou enquanto dirigia, ao ser cercada por uma carreata de militantes de direita em direção a um evento de arrecadação de fundos de Trump. Francia afirma que as pessoas que passavam a seu lado apontavam para ela, buzinando e rindo o tempo todo por sua aparência “mexicana”. Ela teria sido “encaixotada” por carros à sua frente, na sua traseira e nas laterais, que a impediam de sair do lugar e diz que quase bateu e perdeu o controle de seu veículo. “Foi tão perigoso e eu não entendo como esse pode ser o país que algumas pessoas querem. Realmente, isto é o que torna ‘a América grande’? Isto é fu****, eu poderia ter morrido…”, ela desabafou, nervosa e entre lágrimas. “Apontando para mim e rindo porque eu sou ‘mexicana’. Meu Deus, foi assustador pra cara***…” Francia Raisa é californiana, nascida e criada em Los Angeles, e sacrificou sua própria saúde para salvar a vida da amiga Selena Gomez, que disse ter ficado à beira da morte antes da doação do rim em 2017. Embora ela não tenha gravado o incidente em questão, preocupada em não bater seu carro, vários registros da caravana foram postados nas redes sociais pelos próprios manifestantes. Veja abaixo algumas fotos, após o desabafo da atriz. 405 #LosAngeles #TrumpCarRally #Trump @realDonaldTrump #CarRally pic.twitter.com/OJntaWTYOd — Civildebateplease (@Civildebate2017) October 18, 2020
Demi Lovato divulga clipe de música anti-Trump
A cantora pop Demi Lovato, que nunca tinha feito uma canção política na carreira, lançou nesta semana “Commander in Chief”, uma balada triste em que critica duramente o presidente Donald Trump pela resposta de seu governo à pandemia de coronavírus e aos protestos antirracismo dos últimos meses. O clipe chegou no Youtube na madrugada desta quinta (15/10), com pessoas de várias idades e de diferentes etnias dublando a letra. Lovato aparece apenas no fim, em um palco com luzes cintilantes, deixando as palavras ganharam força via a representatividade do povo ao seu redor. A letra diz: “Honestamente, se eu fizesse as coisas que você faz/ Não conseguiria dormir/ Sério, será que você sequer sabe a verdade? /Estamos em um estado de crise, as pessoas estão morrendo/ Enquanto você engorda os bolsos/ Comandante-em-chefe, como é a sensação de ainda ser capaz de respirar?/…” Ela apresentou “Commander in Chief” ao piano, durante o evento de premiação musical da revista Billboard na noite de quarta (14/10), e a mensagem foi considerada tão forte que a rede NBC, responsável pela transmissão do Billboard Music Awards, censurou a projeção da palavra “Vote” no cenário. Para os responsáveis pela decisão, a música era claramente negativa para Trump e a convocação ao voto soava como um incentivo ao voto contra o presidente. O detalhe acabou causando polêmica nas redes sociais, após a própria NBC publicar uma imagem não censurada da apresentação, em que um “Vote” enorme, em letras brancas, podia ser visto atrás da cantora. Lovato retuitou a foto silenciosamente, sem fazer comentários. Em uma entrevista à rede CNN americana, a cantora voltou a destacar que, mais que polemizar, seu objetivo é encorajar seus fãs a se engajarem na política e a votarem nas eleições de 3 de novembro nos EUA. “Precisamos comparecer às urnas e votar porque é muito importante que nossas vozes sejam ouvidas”, disse.
Last Man Standing vai acabar na próxima temporada
A Fox anunciou que a 9ª temporada de “Last Man Standing” será a última da série de comédia estrelada por Tim Allen. Os episódios começaram a ser gravados nesta semana e têm estreia marcada para janeiro. “Tive a sorte de ter feito parte de ‘Last Man Standing'”, disse Allen em comunicado. “Agradeço muito ao apoio incrível de nossos fãs nesta quase década de trabalho. À medida que nos aproximamos da 9ª temporada, eu simplesmente admiro e me sinto grato por todo o trabalho árduo que nosso elenco e equipe realizaram. Todos nós tínhamos pensado em encerrar a série após a última temporada, mas, junto com a Fox, decidimos adicionar um ano para que pudéssemos produzir uma temporada completa e assim criar um adeus gentil e divertido. Estou ansioso por uma temporada final memorável e hilária.” A próxima temporada será apenas a terceira de “Last Man Standing” na Fox, que se mudou para a rede depois de seis temporadas na ABC. Muitos críticos comentaram, na época, que a ABC tinha cometido um erro estratégico ao cancelar a série criada por Jack Burditt (roteirista das clássicas “Mad About You” e “Just Shoot Me”), visto que ela era muito popular na demografia dos eleitores de Donald Trump, perfil raro entre as séries exibidas nos Estados Unidos – porque os produtores de TV tendem a priorizar uma agenda progressista, evitando ao máximo ideais reacionários, como as preocupações machistas do personagem de Allen em sua sitcom. Na série, Tim Allen (a voz de Buzz Lightyear em “Toy Story”) interpreta Mike Baxter, o único homem numa família repleta de mulheres – esposa e três filhas – , que se sente extremamente incomodado pelo crescente empoderamento feminino do mundo atual – ou, como diz a descrição oficial, ele é um homem “que tenta manter sua masculinidade em um mundo cada vez mais dominado por mulheres”. Com o ator principal, também voltaram quase todas as mulheres de sua família televisiva: Nancy Travis (a esposa Vanessa), Amanda Fuller (a filha mais velha Kristin) e Kaitlyn Dever (a caçula Eve), mas Molly Ephraim (a filha do meio Mandy) preferiu não participar do resgate – e foi substituída por Molly McCook (a Darlene da série “The Ranch”). Além delas, também retornaram Jonathan Adams (Chuck), Christoph Sanders (Kyle), Jordan Masterson (Ryan) e Hector Elizondo (Ed). A 7ª temporada manteve uma média de 5,8 milhões de telespectadores ao vivo, excelente para o padrão das comédias da Fox, mas a 8ª caiu para 4,2 milhões. Não deixa de ser simbólico que a decisão de encerrar a produção aconteça na véspera de uma eleição presidencial que demonstra uma nova mudança de rumo nos EUA, com o provável fim do governo Trump. Com o encerramento de “Last Man Standing”, a Fox ficará com apenas duas comédias live-action em sua programação: “The Moodys”, estrelada por Denis Leary e Elizabeth Perkins, e a vindoura “Call Me Kat”, estrelada por Mayim Bialik (“The Big Bang Theory).












