Selma Blair confessa estar mal com sintomas de esclerose múltipla
A atriz Selma Blair postou um desabafo em seu Instagram, ao comentar seu atual estado de saúde. Ela sofre de esclerose múltipla e tem falado publicamente de todo o sofrimento trazido pela doença, conforme ela evolui, sem dourar a pílula. “Essa é a questão: eu me sinto mal. É isso que acontece. Não tem nenhuma luz brilhante glamourosa. É óbvio. São longas noites. Quase todas as noites. Os músculos no meu rosto e pescoço têm espasmos. Ou ficam tão contraídos que eu não acho uma forma de alongar. E eu estou tentando há três horas. No chão, alongando. Eu tive uma virose. Obrigada, Arthur! E eu estou ainda mais derrotada agora. Por enquanto. Mas eu não morro por isso”, começou Selma em seu texto, citando seu filho, Arthur Saint Bleick, de 8 anos. A atriz de 47 anos continuou: “Eu sou forte o suficiente para não ser mais derrubada por um urso comum. São ótimas notícias. Uma validação excelente. Eu me recupero. Eu tropecei semana passada. Na rua. Eu não me lembro de isso acontecer. Ou da dor. Me contaram. E meu tornozelo está torcido e isso me faz sentir ainda mais frágil. Uma simples torção no tornozelo. E eu sou sortuda por um milhão de motivos. Eu sei. E eu ainda me sinto sozinha e vulnerável e com medo sobre o futuro como mãe solteira”, ponderou. “Eu não estou mais perto de morrer do que ninguém. Eu só estou machucada. Parece que eu estou quebrando. Então existe uma verdade a ser contada para qualquer um que esteja se sentindo assim. É triste. E assustador. Não se sentir bem. E eu sinto muito mal. Essa sou eu para vocês. Nas primeiras horas da manhã. Porque eu não sei mais o que fazer e eu quero tanto melhorar. Que a luz positiva esteja sempre a nossa volta. E nos guie para fora da escuridão”, refletiu. Por fim, agradeceu: “Obrigada a todos por serem o meu maior amor. Eu estou indo devagar. Eu preciso me recuperar. Eu quero me recuperar. E eu nem sei o que isso realmente significa. Eu mando para todos um calor reconfortante. Todos nós precisamos”, encerrou. Apesar da doença, Selma Blair não parou de trabalhar. Desde que os sintomas se manifestaram, ela contou com apoio e ajuda da equipe de “Outra Vida” (Another Life) para estrelar a 1ª temporada da série, que foi renovada pela Netflix. Também apareceu em episódios de “Perdidos no Espaço” (Lost in Space) e integrou o elenco de dois filmes, entre eles a continuação ainda inédita do romance teen “After”, reprisando seu papel como mãe da protagonista vivida por Josephine Langford. Ver essa foto no Instagram This is the thing. I feel sick. This is what happens. There is no bright light of glamour. Of course. It is long nights. Almost all nights. My muscles in my face and neck are in spasm. Or so tight I can’t even find a way to stretch. And I have been trying for three hours. On the ground stretching. I have had the stomach flu. Thanks Arthur! And I am even more sideways now. For now. But I am not killed by it. I am strong enough not to be taken down any more than the average bear. That’s great news. Excellent reassurance. I recover. I stepped wrong last week. In the street. I don’t remember it happening. Or the pain. I was told. And my ankle is sprained and it makes me feel even more fragile. A simple ankle sprain. And I am lucky on a million counts. I know. And I am still feeling alone and vulnerable and scared about the future as a single mom. I’m not dying any more than anyone. I am just hurting. It feels like I am just breaking down. So there’s a truth to give to anyone else feeling this way. It’s just miserable. And scary. To feel unwell. I am so sorry. This is just me to you. In the early hours of the morning. Cause I don’t know what else to do and I want so much to do better. May the silver lining surround us all. And guide us out of the darkest. Thank you all for being the biggest loves. I am in a slow time. I need to recover. I want to recover. And I don’t know what that even really means. 💛. I send you all a reassuring warmth. We all need it. Uma publicação compartilhada por Selma Blair (@selmablair) em 11 de Fev, 2020 às 4:26 PST
Gaten Matarazzo revela que sua nova cirurgia foi um sucesso
O jovem ator Gaten Matarazzo, que interpreta Dustin em “Stranger Things”, compartilhou uma nova foto de hospital, após se submeter à quarta cirurgia para tratar sua displasia cleidocraniana (DCC). Na publicação, Matarazzo disse que o procedimento foi um sucesso completo. “Esta foi uma cirurgia muito grande e pode ter sido a última que eu precise. Eu espero. Os que sofrem de displasia cleidocraniana geralmente tem dentes excedentes, que são dentes extras que nascem nas gengivas. Eu já fiz várias cirurgias para extraí-los e ajudar a expôr os dentes que já deveriam ter nascido, considerando minha idade”. Matarazzo sempre deu declarações sobre a doença hereditária, que provoca atraso no desenvolvimento nos ossos do crânio, dentes e ombros. Geralmente quem tem a doença não possui os dentes – Gaten usa dentadura. Ele detalhou sua condição numa entrevista de 2016. “Isso afeta o crescimento facial, o crescimento do crânio; afeta os dentes, por isso não tenho nenhum. Eu só quero aumentar a conscientização e informar as pessoas de que não é algo que elas devam ter medo de mostrar”, disse na ocasião. Para tratar de sua doença, ele vem se submetendo a cirurgias desde 2017. Ver essa foto no Instagram Though my expression in this picture may not show it, the surgery was a complete success😂. This was such A big one, it may be the last one I need. Hopefully at least. Those who suffer from Cleidocranial Dysplasia usually have Supernumerary teeth, which are extra teeth that grow in the gums. I’ve had several surgeries to extract these teeth from within my gums and help expose the teeth that should have already grown in considering my age. In this surgery, the team of amazing medical professionals extracted 14 supernumerary teeth and exposed six of my adult teeth. I was under for four hours. My recovery for the past few days has been great and I can’t thank the team that did the surgery enough. Thank you all for your kind wishes and prayers. It means a lot. Again, if you’d like to learn more about Cleidocranial Dysplasia, you can go to ccdsmiles.org. Thanks again everyone Uma publicação compartilhada por Gaten Matarazzo (@gatenm123) em 31 de Jan, 2020 às 11:19 PST
Gaten Matarazzo compartilha foto antes de sua quarta cirurgia
O jovem ator Gaten Matarazzo, que interpreta Dustin em “Stranger Things”, compartilhou uma foto em que aparece em uma cama de hospital, onde se submeterá à quarta cirurgia para tratar sua displasia cleidocraniana (DCC). “Cirurgia número 4! Essa é grande! Para saber mais sobre a displasia cleidocraniana e como você pode ajudar as pessoas com a condição, pode ir ao ccdsmiles.org.”, escreveu o ator de 17 anos, ao lado da foto, em seu Instagram. Matarazzo sempre deu declarações sobre a doença hereditária, que provoca atraso no desenvolvimento nos ossos do crânio, dentes e ombros. Geralmente quem tem a doença não possui os dentes – Gaten usa dentadura. Ele detalhou sua condição numa entrevista de 2016. “Isso afeta o crescimento facial, o crescimento do crânio; afeta os dentes, por isso não tenho nenhum. Eu só quero aumentar a conscientização e informar as pessoas de que não é algo que elas devam ter medo de mostrar”, disse na ocasião. Para tratar de sua doença, ele vem se submetendo a cirurgias desde 2017. Os colegas do ator fizeram questão de desejar-lhe boa sorte na nova operação. “Boa sorte, amor!!! Enviando meu portal do amor”, escreveu Millie Bobby Brown, que na série interpreta Eleven. “Enviando para você boas vibrações de supernova. Te amo”, afirmou Carla Buono, que dá vida a Karen Wheeler na série da Netflix. Ver essa foto no Instagram Surgery number 4! This is a big one! To learn more about Cleidocranial Dysplasia and how you can help those with the condition you can go to ccdsmiles.org. Uma publicação compartilhada por Gaten Matarazzo (@gatenm123) em 29 de Jan, 2020 às 7:34 PST
Ruby Rose revela sua longa luta contra a depressão em post no Instagram
A atriz Ruby Rose, estrela da nova série “Batwoman”, publicou em seu Instagram um relato de suas extensas batalhas contra depressão e outros transtornos, para registrar a importância do Dia Mundial da Saúde Mental, que foi celebrado na sexta (11/10). A atriz contou que seu primeiro diagnóstico de depressão aconteceu aos 13 anos e a adolescência acrescentou outros problemas perturbadores, como amnésia dissociativa, que ela descobriu aos 18. Durante anos foi tratada como bipolar, mas nunca experimentou a parte maníaca da doença. Até que, após uma tomografia cerebral, foi diagnosticada com transtorno de estresse pós-traumático complexo, e apreendeu com sua mãe que sofreu um evento traumático na infância, que teria ocasionado uma série de problemas psíquicos, inclusive a supressão de memórias. “Eu tinha alguns anos completamente apagados da minha memória e quando fui me encontrar com minha melhor amiga da escola primária foi quando descobri. Ela se lembrou de mim, mas eu não a reconheci”, conta. Ruby Rose narrou diversos momentos da luta para lidar com a depressão causada pela doença, tendo apelado para meditação, livros de autoajuda e os diversos anos de terapia. A atriz também falou abertamente sobre as tentativas de suicídio, sempre tentando conscientizar seus seguidores sobre o assunto. “O que aprendi com as lutas da saúde mental é o quão forte eu sou e como as pessoas são incríveis porque me amam e me apoiam”, explicou, acrescentando que é difícil para as pessoas sadias entenderem o que uma deprimida passa e que ninguém merece ser julgado por sofrer de depressão. Ver essa foto no Instagram Today is world mental health day. This photo is from right before I started OITNB. I’ve struggled with mental health my entire life. I was first diagnosed with depression at 13, then major depressive disorder at 16. When I was 18 I found out I had Dissociative amnesia . I had a few years entirely erased from my memory and a chance run in with my best friend from primary school was the first I learned about it. She remembered me but I didn’t recognize her at all. She remembered our teachers, things we did and my monkey backpack.. things I didn’t remember even when she said them with such innocent conviction. I went home and asked my mum “Did i have a monkey backpack at school?” That is when it all started to unravel and my life changed…I started asking questions. I found out I went from a smiling laughing child to a quiet mute who sat alone and stared off to the distance during recess after one of many traumatic events that I didn’t remember. One that my mum had to tell me about but hadn’t for so many years because the doctors at the time said I was too young to process what had happened and that it was for the best. I was also diagnosed with Bipolar for a long time until it turned out I just had depression.. the pure sad depression without the fun and not so fun parts of mania, it was an overactive thyroid that created that misdiagnosis. Cut to many dark times. On medication, off medication, on and off and on and off per each wrong diagnoses. There were hospitalizations, suicide attempts as young as 12. Cut to therapy and meditation, cut to seeing me at ever self-help section of every bookstore. Cut to a brain scan which showed I had severe PTSD… cut to more therapy and tests that led me to my final diagnosis… C-PTSD. Complex PTSD. What I have learned from the struggles of mental health is just how strong I am. It’s how amazing people are because they love me and support me and yet you can’t judge those who don’t understand and don’t know how to do that either. It’s that you cannot judge people at all because you can never know what they have been through. It’s that self love and self care is more important than anything else. Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 10 de Out, 2019 às 7:38 PDT
Selma Blair confessa estar perdendo a visão em sua luta contra a esclerose múltipla
A atriz Selma Blair usou seu Instagram para desabafar e atualizar seus fãs sobre seu tratamento contra a esclerose múltipla, que tem afetado intensamente sua saúde. Ela apareceu careca após passar por quimioterapia e afirmou estar com problemas para enxergar. E confessou que, ao perceber, isso “o pânico se instala”, mas mostra ter esperanças de reverter o quadro. “Domingo. Descanso. Gratidão. Eu escrevo isso tendo em mente ajudar outras pessoas… Desde a quimioterapia e altas doses de prednisona, eu perdi qualquer habilidade de focar com os meus olhos. (Eu acho difícil ficar no telefone, então não estou ficando muito nas redes sociais ou me comunicando com meus amigos de forma escrita)”, contou ela, no Instagram. “O pânico se instala. Isso será permanente? Como vou chegar a mais uma consulta médica? Como vou trabalhar e escrever quando não consigo ver e é tão doloroso? Então, um lapso de conhecimento. Por baixo de todas as dúvidas. Eu vou ficar OK”, disse Selma. A estrela de 47 anos revelou em outubro, no mesmo Instagram, que tinha sido diagnosticada com esclerose múltipla e já vinha sofrendo com problemas motores e de memória. Na ocasião, ela confessou que precisava de ajuda para realizar seu trabalho na série “Outra Vida” (Another Life), produção de ficção científica lançada em 25 de julho na Netflix. No dia de estreia da série, ela cortou o cabelo, com ajuda do filho de 8 anos de idade. Agora, ela conta que está se sentindo melhor, em termos de coordenação motora, por tomar medicamentos que têm substâncias derivadas da maconha. “Estou me sentindo bem mais aliviada”. “Deixe o corpo sarar. Exploda em uma gargalhada. Dar a meu sistema nervoso uma chance. Eu vejo como as pessoas podem ser lindas e carinhosas. Vejo como pode ser assustador. Incerto. Eu escolho dizer que isso deve passar. Nós podemos passar por isso. Respire. Minha perna esquerda está sentindo o chão”, continuou ela, no post. Ver essa foto no Instagram Sunday. Rest. Gratitude. I write this with helping someone else in mind… Since chemotherapy and high doses of prednisone I have lost any ability to focus with my eyes.(I find it difficult to be on phone so I am not on social media or communicating w friends through writing very much). Panic sets in. Will this be permanent? How do I get to one more doctor appointment? How will I work and write when I can’t see and it’s so painful? And then a simmering of knowing. Underneath all the doubt. It will be ok. Take it smaller to each moment. Let the body heal. Nourish. Walk slowly. Burst into laughter. Give my nervous system a chance. I see how wonderful and kind people can be. I see how frightening it can be. Uncertainty. I am choosing to say this too shall pass. And my word… it’s so beautiful today. Still cool in the shade and the whole day before us… we can do it. Breathe . ? ps. My left leg is feeling the ground!!! #hsct Also… I have found much relief in settling my system with @montelbyselect #relax #hempextractcapsules . Thank you @montel_williams ? Uma publicação compartilhada por Selma Blair (@selmablair) em 11 de Ago, 2019 às 11:01 PDT
Tudo o que Tivemos dramatiza dilema familiar diante do Alzheimer
Uma mulher idosa sai de casa a pé e caminha por uma nevasca. O passo seguinte é a família, marido e dois filhos, um que vive próximo ao casal e outra, que vem de cidade diferente, entrarem em pânico e fazerem buscas para encontrar a idosa desaparecida. Claro, o que está em jogo aqui é um comportamento determinado pela doença de Alzheimer, que envolve conflitos e decisões difíceis a afetar toda a família. Em “Tudo o que Tivemos”, Blythe Danner (“Entrando numa Fria”) é a idosa com Alzheimer. Robert Forster (“Jackie Brown”) é o marido com quem ela viveu 60 anos de amor e que crê que pode continuar cuidando dela e amando-a como sempre aconteceu, em casa, sem mudanças. O filho que está sempre com eles, porque vive próximo, Michael Shannon (“A Forma da Água”), já encontrou a saída, um lugar muito apropriado para internar a mãe, enquanto o pai ficaria próximo, em outro local apropriado. Será preciso vender a casa onde vivem. Hilary Swank (“Menina de Ouro”) encarna o papel da filha mais distante, que pode se permitir parar para pensar e considerar todas as possibilidades. O que mais interessa na trama do filme é esse conflito básico que hoje muitas famílias enfrentam, no mundo todo, e que não é nada fácil. Não há muita novidade na narrativa, concebida e conduzida pela diretora estreante Elizabeth Chomko, nem qualquer inovação a apontar. O filme é uma boa produção independente, convencional na forma, que vale por um ótimo elenco e um tema cada vez mais presente e relevante nos dias atuais, em que a longevidade alcançada pela medicina exige novos approaches humanos.
John Singleton (1968 – 2019)
O cineasta John Singleton, conhecido por seu trabalho em filmes como “Os Donos da Rua” e “+Velozes +Furiosos”, morreu nesta segunda (29/4) aos 51 anos. Um representante da família informou que o diretor morreu tranquilamente cercado de familiares e amigos no hospital Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles. A família de Singleton optou por desligar os aparelhos que mantinham o diretor vivo desde que ele sofreu um derrame, há quase duas semanas. Singleton fez história em Hollywood ao se tornar, em 1992, o primeiro cineasta negro indicado ao Oscar de Melhor Direção, por seu filme de estreia, “Os Donos da Rua” (Boyz n the Hood). Com 23 anos na época, ele também se tornou o cineasta mais jovem nomeado na categoria. E ainda foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original pelo filme, que lançou a carreira do rapper Ice Cube como ator, mas acabou perdendo as duas estatuetas. Após a aclamação da estreia, Singleton não repetiu o sucesso em seus novos dramas. Ele chegou a transformar a cantora Janet Jackson e o rapper Tupac Shakur em par romântico em “Sem Medo no Coração” (1993), tratou de racismo na universidade em “Duro Aprendizado” (1995) e retratou um histórico ataque racista no drama de época “O Massacre de Rosewood” (1997). Tudo mudou quando assinou o remake de “Shaft” (2000), estrelado por Samuel L. Jackson, fazendo sua transição para o cinema de ação. O filme estourou nas bilheterias. Ele também lançou a carreira do ator Tyrese Gibson no cinema, com o drama “Baby Boy – O Rei da Rua” (2001), e o levou ao estrelado em “+Velozes +Furiosos”, segundo filme da franquia “Velozes e Furiosos”, que ainda introduziu o rapper Lucadris na franquia. Com “Shaft” e “+Velozes +Furiosos” (2003), Singleton demonstrou que podia fazer grandes filmes de Hollywood. E seu próximo lançamento foi a comprovação de seu talento para thrillers de ação. Estrelado por Mark Wahlberg, além de Tyrese Gibson, “Quatro Irmãos” (2005) acompanhava os irmãos do título, dois brancos e dois negros, que resolvem se vingar após sua mãe adotiva ser assassinada num roubo. A crítica ficou dividida, mas o filme se tornou cultuadíssimo em DVD. O diretor seguiu no gênero com o lançamento de “Sem Saída” (2011), uma aposta para transformar o ator Taylor Lautner (de “Crepúsculo”) em astro de ação. Entretanto, o fracasso da produção comprometeu a carreira de ambos, ator e diretor. John Singleton nunca mais dirigiu outro filme, mas trabalhou bastante na TV nos últimos anos de sua carreira, assinando episódios de “Empire”, “American Crime Story”, “Rebel” e “Billions”. O cineasta também criou, produziu e dirigiu vários capítulos de “Snowfall”, série da FX que exibe sua 3ª temporada ainda este ano. Em comunicado oficial sobre a morte, a família de Singleton, que teve sete filhos, lamentou que sua carreira tenha sido interrompida pela tragédia. “John foi uma estrela tão brilhante na juventude que é fácil se esquecer que ele estava apenas começando”, escreveram. “Nós sempre vamos celebrar o legado de seu trabalho, mas estávamos também ansiosos para ver os filmes que John teria feito nos próximos anos”, concluíram.
Diretor de Velozes e Furiosos 2 terá suporte à vida desligado
A família do cineasta John Singleton anunciou em um comunicado oficial que os aparelhos que mantêm o diretor vivo serão desligados hoje. Segundo a nota, a decisão foi tomada junto aos médicos que cuidaram de Singleton nas últimas semanas. O diretor sofreu um derrame há quase duas semanas e está em coma desde então. Conhecido por filmes como “Donos da Rua” (que lhe rendeu indicação ao Oscar de melhor diretor) e “+ Velozes + Furiosos”, Singleton tem 51 anos. A famíia do cineasta revelou, no novo comunicado, que ele estava lutando contra a hipertensão há anos. “Queremos que todos reconheçam o perigo e os sintomas desta condição, e visitem o site Heart.org”, escreveram. “Somos gratos aos seus fãs, amigos e colegas pelas mensagens de amor e pelas orações que recebemos neste momento incrivelmente difícil”, continuou o comunicado. “Também queremos agradecer aos médicos pelo cuidado impecável que ele recebeu”.
Diretor de Velozes e Furiosos 2 está em coma após sofrer derrame
O diretor John Singleton, responsável por “+Velozes +Furiosos”, segundo filme da franquia “Velozes e Furiosos”, está em coma desde que foi hospitalizado após sofrer um derrame, no último dia 17 de abril. A atualização de seu estado médico foi noticiada pelo site da revista The Hollywood Reporter na quinta-feira (25/7). De acordo com a publicação, a informação consta de um documento preenchido pela mãe do cineasta, Sheila Ward, ao entrar com um pedido num tribunal da Califórnia para ser escolhida como responsável legal dele. Caso seja aprovado, ela poderá tomar decisões sobre sua saúde e suas finanças. Um comunicado publicado pela família do diretor no sábado (20/1) afirmava que ele estava internado na unidade de terapia intensiva, “sob grandes cuidados médicos”. Segundo informações do site TMZ, o cineasta de 51 anos foi ao médico no começo desta semana por conta de uma fraqueza nas pernas. Um membro da família disse ao site que Singleton voou de volta da Costa Rica e o avião pode ter sido o gatilho da emergência médica. Singleton marcou a história do Oscar logo no começo de sua trajetória, ao se tornar o cineasta mais jovem a concorrer nas categorias de Melhor Direção e Roteiro Original por seu filme de estreia, “Boyz n the Hood”, de 1991. Na época, ele tinha apenas 23 anos e o filme ainda lançou a carreira do rapper Ice Cube como ator. Entre outros trabalhos, ele também dirigiu o rapper Tupac Shakur e a cantora Janet Jackson no romance “Sem Medo no Coração” (1993) e o ótimo drama criminal “Quatro Irmãos” (2005), com Mark Wahlberg, além de episódios de séries como “American Crime Story: The People v. O.J. Simpson”, “Empire” e “Snowfall”, da qual é um dos produtores.
Criador de Deadwood e Nova York Contra o Crime revela sofrer de Alzheimer
O escritor e produtor David Milch, que criou as séries clássicas “Nova York Contra o Crime” (NYPD Blue) e “Deadwood”, revelou em entrevista ao site Vulture que foi diagnosticado com o mal de Alzheimer. “Pelo meu entendimento, que é mínimo, a doença causa uma deterioração na organização do meu cérebro”, definiu Milch. “E é uma doença progressiva. De todas as formas que eu posso pensar, esta é uma notícia desencorajadora”. Um dos mais influentes roteiristas da TV, que ganhou proeminência nos anos 1980 na série “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), Milch disse que começou a suspeitar que algo estava errado há pouco tempo. “Minha memória se tornou menos precisa, ou eu demorava para me lembrar das coisas, e ficava facilmente irritado”, comentou. Por conta disso, o profissional de 74 anos interferiu menos na produção do vindouro filme de “Deadwood”, que vai retomar e possivelmente concluir a história da série exibida pela HBO entre 2004 e 2006. Conhecido por burilar diálogos até o momento das câmeras ligarem, Milch deixou o dia a dia das filmagens nas mãos do diretor Daniel Minahan e da produtora executiva Regina Corrado. Ele disse ao Vulture que pretendia continuar escrevendo, mas admitiu que a doença dificulta muito o processo. Ele não especificou seus projetos para o futuro. Recentemente, ele ajudou o colega Nic Pizzolatto a conceber a 3ª temporada de “True Detective”, escrevendo um dos episódios. Milch venceu quatro prêmios Emmys e foi indicado mais 13 vezes como Melhor Roteirista e também como produtor de “Deadwood”, “Nova York Contra o Crime” e “Chumbo Grosso”.
Dan Ferreira entra em dois filmes após ser diagnosticado com doença rara
O ator Dan Ferreira voltou ao trabalho após ter sido diagnosticado com a Síndrome de Guillain-Barré, em fevereiro passado. Ele começou a filmar o longa “Medida Provisória”, que marca a estreia de Lázaro Ramos na direção, e depois fará “Alemão 2”, de José Eduardo Belmonte. Ferreira ainda está tratando a doença que, coincidentemente, foi abordada na novela “Segundo Sol”, da qual fez parte. De acordo com a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, o ator não tem nenhuma restrição física, mas, apesar disso, se dedica à fisioterapia na preparação para os longas. A recuperação da doença, no caso do ator, foi considerada rápida pelos médicos. Ele ficou apenas uma semana internado, enquanto o tempo médio para os pacientes é de um mês. “Meu corpo reagiu muito bem aos medicamentos. Ainda estou fazendo fisioterapia para recuperar os movimentos por completo, pois ainda não tenho a minha força total. Não consigo correr muito, por exemplo. Só a fisioterapia vai ajudar, mas é 100% reversível. Mas estou bem e conseguindo trabalhar. É só uma questão de tempo para voltar a estar como antes”, disse o ator. Em fevereiro, exames realizados no hospital Cárdio Pulmonar, em Salvador, diagnosticaram a doença rara, que pode ser provocada por uma infecção bacteriana ou viral e tem sintomas bem característicos: fraqueza e formigamento nos pés e nas pernas que se espalham para a parte superior do corpo, podendo gerar até paralisia dos membros. De acordo com a nota da assessoria de imprensa de Dan Ferreira, ele desembarcou na capital baiana para aproveitar o verão na cidade e já estava sentindo um mal-estar estar e fraqueza nas pernas. Procurou um hospital e foi internado de imediato. Na novela, o par romântico de Acácio apresentou o quadro clínico que ele descobriu, posteriormente, fora das telas. Rochelle, vivida por Giovanna Lancellotti, sentiu formigamento nas mãos e pés, mesmo sintomas que o ator apresentou antes de ser internado. Na novela exibida no ano passado, a personagem a patricinha malvada descobriu o diagnóstico após ter se machucado durante uma armação. Ela ficou com o corpo paralisado, fez fisioterapia e terminou a história feliz depois de passar pelo processo de reabilitação.
Diretor da franquia Velozes e Furiosos sofre derrame e é hospitalizado
O diretor John Singleton, responsável por filmes como “Shaft” e “+ Velozes + Furiosos”, o segundo filme da franquia “Velozes e Furiosos”, sofreu um derrame e está hospitalizado. Segundo informações do site TMZ, o cineasta de 51 anos foi ao médico no começo desta semana por conta de uma fraqueza nas pernas. Um membro da família disse ao site que Singleton voou de volta da Costa Rica e o avião pode ter sido o gatilho da emergência médica. A família também divulgou uma nota afirmando que ele estava recebendo “toda atenção médica possível”. Singleton marcou a história do Oscar logo no começo de sua trajetória, ao se tornar o cineasta mais jovem a concorrer nas categorias de Melhor Direção e Roteiro Original por seu filme de estreia, “Os Donos da Rua” (Boyz n the Hood), de 1991. Na época, ele tinha apenas 23 anos e o filme ainda lançou a carreira do rapper Ice Cube como ator. Entre outros trabalhos, ele também dirigiu o rapper Tupac Shakur e a cantora Janet Jackson no romance “Sem Medo no Coração” (1993) e o ótimo drama criminal “Quatro Irmãos” (2005), com Mark Wahlberg, além de episódios de séries como “American Crime Story: The People v. O.J. Simpson”, “Empire” e “Snowfall”, da qual é um dos produtores.
Astro de Todo Mundo Odeia o Chris compartilha sua luta contra doença
O ator Tyler James Williams, que ficou conhecido como protagonista de “Todo Mundo Odeia o Chris”, usou o Instagram para compartilhar sua luta contra a Doença de Crohn, síndrome que afeta o sistema digestivo. “Há três semanas eu tive meu primeiro surto em quase dois anos. Este foi particularmente ruim. É uma loucura como me lembrei de uma dor que eu não sentia há muito tempo e, em seguida, repassei todas as emoções que foram trazidas por esta lembrança infeliz”, começou o ator, em post publicado no sábado (30/3). “A coisa mais louca naquele momento foi o medo. Não da dor, mas do que vem depois. Eu estava no hospital por cinco dias e não tinha permissão para comer por todos esse período enquanto meu estômago se acalmava e se curava”. “Pergunte a qualquer paciente com Crohn, manter o peso pode parecer um trabalho em tempo integral. Eu sabia que a perda de peso estava chegando e esse recuo pode realmente mexer com sua cabeça. Mas todos nós temos nossa cruz para carregar”, lembrou o ator. “Perdi quase cinco quilos em cinco dias. Assim que os médicos me liberaram, voltei para a academia para fortalecer. A Doença de Crohn vai derrubá-lo sempre que tiver a chance também. Tudo bem, desde que você se levante e continue empurrando”, completou. A Doença de Crohn tem como principal sintoma a dor abdominal associada à diarreia, febre, perda de peso e enfraquecimento por não conseguir absorver nutrientes. Ela afeta todo o sistema digestivo, mas atua principalmente na parte inferior do intestino delgado e no cólon. A medicina ainda não sabe com precisão o que causa a doença, mas acredita que fatores genéticos, ambientais e infecciosos podem estar envolvidos. Tyler James Williams está atualmente no elenco da série “Whyskey Cavalier”, na qual contracena com Lauren Cohan, após os dois trabalharem em “The Walking Dead” Visualizar esta foto no Instagram. 3 weeks ago I had my first flare up in almost 2 years. This one was particularly bad. It’s crazy how a pain I hadn’t felt in a long time I immediately remembered, quickly identified and then ran through all of the emotions that were brought up by this unfortunate memory recall. Craziest thing in that moment was the fear. Not of the pain but what comes after. I was in the hospital for 5 days and wasn’t allowed to eat for all 5 as my insides calmed down and healed. Ask any #Crohns patient, keeping weight on can feel like a full time job. I knew weight loss was coming and that set back can really mess with your head. But we all have our cross to bear. Lost 10lbs in 5 days. Soon as docs cleared it I got right back in the gym for the reup. . #crohnsdisease can/will knock you down whenever it gets the chance too. That’s fine as long each time it does you get up, spit in its face, say “You hit like a bitch” and keep it pushing. @crohnscolitisfoundation #ibdawareness #crohnswarrior Uma publicação compartilhada por Tyler James Williams (@willtylerjames) em 30 de Mar, 2019 às 12:11 PDT





