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    Michael Apted (1941 – 2021)

    8 de janeiro de 2021 /

    O diretor britânico Michael Apted, que dirigiu vários filmes famosos, inclusive uma aventura do agente secreto James Bond, e uma série documental ainda mais célebre, morreu nesta sexta (8/1) aos 79 anos. Em seu primeiro emprego depois de se formar na Universidade de Cambridge, Apted virou trainee na Granada Television em 1964 e foi encarregado de encontrar algumas crianças que seriam entrevistadas para um documentário de 40 minutos da ITV chamado “Seven Up!”. Paul Almond, o diretor do projeto, “estava mais interessado em fazer um belo filme sobre ter sete anos, enquanto eu queria fazer um trabalho desagradável sobre essas crianças que têm tudo e essas outras crianças que não têm nada”, disse Apted em uma entrevista de 2012 à RadioTimes. “Seven Up!” foi projetado para ser um documentário “único”, mas a Granada resolveu reencontrar as 14 crianças novamente em 1970, resultando no lançamento de “7 Plus Seven”, que marcou a estreia de Apted como produtor e diretor. O projeto virou uma série contínua – e sem igual – e ele dirigiu todas as edições subsequentes: “21 Up” (1977), “28 Up” (1984), “35 Up” (1991), “42 Up” (1998), “49 Up” (2005), “56 Up” ( 2012) e o derradeiro “63 Up” (2019). Logo depois de “7 Plus Seven”, Apted estreou no cinema, comandando o drama de crossdressing “Trágica Decisão” (1972). Em seguida, mostrou sua paixão pelo rock com o musical “Stardust” (1974), história de uma banda fictícia dos anos 1960 encabeçada pelo cantor britânico David Essex. Ele também fez vários documentários do gênero, como “Bring on the Night” (1985), sobre Sting, que lhe rendeu um prêmio Grammy (o Oscar da música), “The Long Way Home” (1989), sobre Boris Grebenshchikov (uma versão soviética de Bruce Springsteen), e um filme sobre a turnê “Forty Licks” dos Rolling Stones em 2002, que, graças ao veto de Mick Jagger, nunca foi lançado. Sua filmografia ainda destaca “O Destino Mudou sua Vida” (1980), biografia dramática da cantora Loretta Lynn, a garota pobre que virou Rainha do Country. O filme rendeu o Oscar de Melhor Atriz para sua intérprete, Sissy Spacek. Eclético, Apted também se arriscou em tramas de suspense, como “O Mistério de Agatha” (1979) e “Mistério no Parque Gorky” (1983). Suas comédias, com John Belushi (“Brincou com Fogo… Acabou Fisgado!”) e Richard Pryor (“Condição Crítica”) não tiveram o mesmo sucesso. Mas seu drama “Nas Montanhas dos Gorilas” (1988), história da cientista Dian Fossey (Sigourney Weaver) e sua paixão pelos gorilas africanos, foi indicado a cinco Oscars e se tornou um de seus filmes mais conhecidos. Seu projeto mais popular, no entanto, foi mesmo “007 – O Mundo Não é o Bastante” (1999), penúltimo filme de James Bond estrelado por Pierce Brosnan, que resgatou a carreira do diretor após quatro filmes de pouca repercussão. Entre seus últimos longas estão “Enigma” (2001), drama de guerra com Kate Winslet, “Jornada pela Liberdade” (2006), sobre a luta pelo fim da tráfico transatlântico de escravos, e “As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010), que encerrou a franquia no cinema. Ele ainda completou “Tudo Por Um Sonho” (2012), após a morte de Curtis Hanson durante as filmagens, e se dedicou a produzir e dirigir séries premium na parte final de sua carreira – como “Roma”, “Masters of Sex” e “Ray Donovan”. Além do trabalho como diretor, Apted também foi um membro ativo do sindicato da categoria. Ele serviu três mandatos como presidente do DGA (o Sindicato dos Diretores dos EUA), de 2003 a 2009 – o mais longo serviço presidencial consecutivo desde George Sidney na década de 1960 – e recebeu o prêmio Robert B. Aldrich da entidade em 2013, além de ter sido homenageado com o cargo de membro vitalício honorário cinco anos depois. “Sentimos tristeza em nossos corações hoje, enquanto lamentamos o desaparecimento deste amado diretor”, disse Thomas Schlamme, atual diretor do DGA, em comunicado. “Seu legado ficará para sempre gravado no mundo do cinema e em nossa associação”, acrescentou Schlamme, que chamou seu antecessor de um “visionário destemido” e elogiou sua “sabedoria” e “inteligência”.

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    Governo FHC vai ganhar documentário do diretor de Menino 23

    3 de janeiro de 2021 /

    O período da presidência de Fernando Henrique Cardoso vai ganhar um longa e uma minissérie documental. Visando lançamento em junho, quando FHC completa 90 anos, o documentário vai se chamar “Presidente Improvável” e refletir sobre sua era presidencial (1995-2003) e o momento atual do Brasil. Dirigido por Belisário Franca (do premiadíssimo documentário “Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil”) e produzido pela Giros Filmes, o projeto será posteriormente desdobrado numa série de cinco episódios, ainda sem nome. A ideia é que a minissérie siga mais rigorosamente a cronologia e o contexto do Brasil e do mundo do que o documentário, que vai dar mais espaço para os pensamento do ex-presidente do Brasil. O documentário pretende analisar acertos, erros e conceitos de FHC por meio de conversas do ex-presidente com mais de 20 convidados. Gilberto Gil, Pedro Malan, Raul Jungmann, Celso Lafer e até o ex-presidente americano Bill Clinton estão entre os que já gravaram depoimentos. Para 2021, é aguardada a confirmação de nomes como o do ex-primeiro ministro britânico Toni Blair, do ex-primeiro ministro português Antonio Guterrez e Graça Machel, viúva de Nelson Mandela. Um dos pontos altos do filme, a conversa com Gil, girou em torno de Ruth Cardoso, de quem o cantor era muito próximo durante o governo FHC por causa da atuação social da então primeira-dama. Segundo a coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, artista passou a gravação inteira chamando Fernando Henrique de professor porque, segundo ele, trata-se de “um grande mestre”. Já com Clinton, o papo com “o amigo Cardoso” foi sobre o atual contexto mundial. Segundo eles, houve uma mudança de governantes que representavam o “nós” e toda a comunidade, para mandatários que só pensam no “eu”, tanto internamente quanto na política internacional.

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    Tarsila do Amaral terá novo documentário nos 100 anos da Semana de Arte Moderna

    27 de dezembro de 2020 /

    A diretora Lina Chamie (“Via Lactea”, “Os Amigos”) prepara um documentário sobre a pintora modernista Tarsila do Amaral. Chamado de “Tarsila no Espelho”, o filme tem previsão de lançamento para 2022, junto dos 100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922. A produção conta com curadoria de Tarsilinha do Amaral, sobrinha-neta da artista, que deu à cineasta acesso às pinturas, cartas, roupas e pertences preservados de Tarsila. Segundo adiantou a coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, o longa terá uma estrutura narrativa com duas atrizes (ainda não escolhidas), uma mais velha e outra mais jovem, representando a artista em diferentes fases da vida dela. A ideia é que o espectador se sinta conversando com Tarsila. As filmagens devem acontecer no segundo semestre de 2021.

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    Filmes online: Estreia de Soul é o grande destaque deste Natal

    25 de dezembro de 2020 /

    Não faltam motivos para ficar em casa neste Natal. Abaixo estão 10. São destaques de uma semana com ótimas opções de estreias online para ver em casa, a começar por “Soul”, animação inédita da Pixar, concebida pelo mesmo diretor de “Divertida Mente”, Pete Docter. “Soul” segue a linha de abordagem de temas abstratos de “Divertida Mente”. Ao acompanhar um personagem na pós e na pré-vida, o filme debate o que significa viver. Para completar, é o primeiro longa da Pixar com protagonista negro. E ao manter a qualidade elevadíssima dos trabalhos do estúdio, também é, claro, favorito ao Oscar de Melhor Animação do ano. A lista de estreias digitais ainda inclui o badalado “Tenet”, de Christopher Nolan, o revival de “Jovens Bruxas”, um dos melhores filmes nacionais do ano, “Boca de Ouro”, e os lançamentos da Netflix “O Céu da Meia-Noite”, “Pequenos Grandes Heróis” e o documentário de Ariana Grande, entre outras opções. Confira os trailers e as plataformas onde os filmes podem ser vistos logo abaixo.     Soul | EUA | 2020 (Disney+ (Disney Plus))     Tenet | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     O Céu da Meia-Noite | EUA | 2020 (Netflix)     Pequenos Grande Heróis | EUA | 2020 (Netflix)     Jovens Bruxas: Nova Irmandade | EUA | 2020 (Apple TV, Looke, Now)     Boca de Ouro | Brasil | 2020 (Apple TV, Looke, Now)     O Amor de Sylvie | Brasil | 2020 (Amazon Prime Video)     Seu Nome Gravado em Mim | Taiwan | 2020 (Netflix)     Pequena Garota | França, Dinamarca | 2020 (Apple TV, Google Play, Google Play, NOW, Vivo Play e YouTube Filmes)     Ariana Grande: Excuse Me, I Love You | EUA | 2020 (Netflix)

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    Cinemas recebem documentários e filmes brasileiros

    24 de dezembro de 2020 /

    Com o fechamento dos cinemas em São Paulo, maior mercado do setor no Brasil, o último de semana de 2020 é de poucos lançamentos. Sem blockbusters e sem as produções de tema natalino que costumam marcar esta época, a programação se resume a dois documentários, um deles nacional, e apenas uma obra de ficção, reforçando como o fim do ano é atípico no mercado cinematográfico. “Correndo Atrás” é o segundo longa de Jeferson Dê a chegar aos cinemas neste ano – e bem diferente de “M8: Quando a Morte Socorre a Vida”. Trata-se de uma produção de 2018, que antes da pandemia não encontrava espaço nas salas de cinema. O filme é uma comédia de futebol e gira em torno de um malandro, transformado em caça-talentos amador de jogadores, que conhece um jovem deficiente físico com muita habilidade. O elenco destaca Ailton Graça, Juan Paiva, Juliana Alves, Lázaro Ramos e o humorista Helio de la Peña – o que faz do lançamento uma das raras comédias com elenco majoritariamente negro do Brasil, detalhe que costuma lotar cinemas nos EUA. O documentário “Sobradinho” acompanha Dona Pequenita, uma das últimas pessoas ainda vivas que morou na cidade de Pilão Arcado Velho, na Bahia, abandonada depois da construção da construção da barragem e da hidrelétrica de Sobradinho, nos anos 1970. Acompanhada pela equipe de filmagens, ela decide voltar ao lugar que deixou de existir. O primeiro longa documental de Marília Hughes Guerreiro e Cláudio Marques (dupla de “Depois da Chuva” e “Guerra do Algodão”) foi exibido na Mostra de Cinema de São Paulo deste ano, mas não produziu trailer para divulgação. Completa a lista o único título internacional desta quinta (24/12), um documentário francês, “Pequena Garota”, sobre Sasha, de 8 anos, que apesar de ter nascido menino sempre soube que era uma garota. O filme de Sébastien Lifshitz (“Os Invisíveis”) mostra como Sasha evoca reações às vezes perturbadoras de uma sociedade repressora que não consegue aceitar crianças como ela – em sua vida diária na escola, nas aulas de dança ou nas festas de aniversário – apesar do apoio constante da família a para que seja compreendida e aceita. Após première no Festival de Berlim, a obra venceu os festivais de Gante (Bélgica) e Sevilha (Espanha) – e também está sendo lançada com opção de VOD (aluguel digital).

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    Documentário traça paralelos entre mortes de Whitney Houston e sua filha

    23 de dezembro de 2020 /

    O canal pago Lifetime divulgou o trailer do documentário sobre Whitney Houston e sua filha, “Whitney Houston & Bobbi Kristina: Didn’t We Almost Have It All”. A produção detalha o vínculo especial que mãe e filha compartilhavam e as trágicas circunstâncias que levaram às suas mortes. A prévia traz entrevistas com pessoas próximas a Whitney e Bobbi Kristina Brown, além de traçar paralelos entre os destinos de mãe e filha. Whitney foi encontrada morta em seu quarto de hotel, em Beverly Hills, no dia 11 de fevereiro de 2012, submersa em uma banheira. Já em janeiro de 2015, Bobbi também foi encontrada inconsciente em uma banheira, em sua casa na Geórgia. Ela entrou em coma e morreu seis meses depois de pneumonia, em decorrência de imersão na água após o uso de drogas. “O fato de ela ter sido encontrada em uma banheira com o mesmo destino de sua mãe não faz nenhum sentido”, disse Sarah Beckmann, amiga de Brown. Segundo a sinopse oficial, “as duas enfrentaram lutas semelhantes — vivendo na sombra de suas mães famosas, criticadas por suas escolhas amorosas e muitas vezes usadas ​​por sua fama e fortuna… e ambas se voltaram para as drogas e o álcool para aliviar a pressão de estarem sob os holofotes”. Para completar, o Lifetime afirma que o documentário é “um olhar emocional e sincero sobre os altos e baixos de suas histórias pessoais e uma celebração de suas vidas”. A estreia acontece em 6 de fevereiro nos EUA.

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    Trailer de documentário mostra altos e baixos da vida de Tiger Woods

    22 de dezembro de 2020 /

    A HBO divulgou o pôster e o trailer de “Tiger”, documentário sobre a vida e carreira do famoso jogador de golfe Tiger Woods, que será exibido em duas partes. O documentário vai abordar a infância de Tiger Woods, com direito à previsão de seu pai, Earl Woods, de que o filho iria “transcender o esporte”, sua ascensão fulminante à condição de maior jogador do golfe, mas também sua queda, com escândalos de sexo e vício, até terminar com sua volta por cima, após passar por desintoxicação, retornar ao circuito e atingir novas conquistas. Por curiosidade, os próprios bastidores da produção foram acompanhados por certa dose de polêmica, pelo fato de “Tiger” ser um projeto de homens brancos sobre um esportista negro. São dois diretores, ambos brancos, e um produtor branco bastante famoso, acompanhando a equipe branca da HBO. A série é dirigida por Matthew Heineman (“Uma Guerra Pessoal”) e Matthew Hamachek (editor de “A Guerra dos Consoles”), além de contar com produção do célebre documentarista Alex Gibney (vencedor do Oscar por “Um Táxi para a Escuridão”) e da equipe da HBO Esportes. A Parte I estreia em 10 de janeiro (21h ET), seguida pela Parte II em 17 de janeiro, nos EUA.

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    Festival de Brasília premia documentário de Roraima

    22 de dezembro de 2020 /

    A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) anunciou os vencedores do 53º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O prêmio de Melhor Filme foi para “Por Onde Anda Makunaíma?”, de Rodrigo Séllos. Primeira produção de Roraima a participar da competição, o documentário entrelaça as figuras de Macunaíma, personagem literário de Mario de Andrade, e de Makunaima, mito consolidado entre indígenas, para resgatar a história e denunciar o risco de extinção dos povos originários do Brasil. Sua vitória também ressalta o predomínio de documentários na programação. Dos seis filmes em competição, cinco eram documentários. Sintomaticamente, o prêmio do Júri Popular (o Prêmio do Público) elegeu a única ficção selecionada para a competição: “Longe do Paraíso”, do baiano Orlando Senna. Pela falta de concorrentes de ficção, não houve premiações para categorias de atuações, além de reconhecimentos em diversas áreas técnicas. O festival, que geralmente distribui 12 troféus Candangos (do júri) para a competição oficial de longas, este ano ofertou apenas três. Além do prêmio de Melhor Filme, houve ainda um Prêmio Especial para o documentário carioca “Ivan, o TerrirVel”, de Mario Abbade, e o Prêmio Especial de Montagem para Marta Luz, pelo documentário “A Luz de Mário Carneiro”. A disputa de Melhor Curta ainda rendeu um troféu para “República”, segundo trabalho de direção da atriz Grace Passô (“Temporada”), que retrata conflitos éticos e sociais em meio à pandemia de covid-19. Neste ano, em que Brasília completa 60 anos, o festival também ganhou uma categoria para prestigiar a capital. O documentário “Candango: Memórias do Festival”, de Lino Meireles, que conta a história do evento, foi destaque na modalidade pela escolha do júri e do público. A edição deste ano ocorreu de forma virtual, com exibição dos filmes pela televisão, no Canal Brasil, e na plataforma de streaming Canais Globo. A premiação foi transmitida pelo Canal no Youtube da Secec. Ainda de forma atípica, todos os filmes que participaram do festival deste ano foram premiados em dinheiro. A Secec distribuiu o total de R$ 400 mil para 30 obras selecionadas. Na Mostra Oficial, longas receberam R$ 30 mil e os curtas, R$ 15 mil. Já a Mostra Brasília, pagou R$ 15 mil aos longas e R$ 5 mil aos curtas.

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    Peter Jackson revela prévia de seu documentário sobre os Beatles

    21 de dezembro de 2020 /

    O diretor Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”) divulgou uma prévia de seu novo trabalho, o documentário “The Beatles: Get Back”, sobre as gravações do último disco dos Beatles. Repleta de cenas nunca antes vistas, a prévia é uma mostra da quantidade e da qualidade do material a que ele teve acesso. Na introdução, Jackson avisa que o vídeo não é um trailer oficial, mas uma montagem improvisada de algumas cenas selecionadas entre as 56 horas de filmagens feitas em 1969 e que não entraram no documentário “Let It Be”, lançado no ano seguinte. A filmagem dos Beatles em estúdio pelo diretor Michael Lindsay-Hogg ocorreu de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969 e se destinava a ser um especial de televisão sobre a produção de um novo álbum da banda. Mas a banda anunciou sua separação logo em seguida e o material acabou lançado no cinema, em maio de 1970, focando as brigas e disputas internas que teriam levado os músicos a se separarem oficialmente. Mas o curioso é que, ao contrário do visto em 1970, as imagens apresentadas por Jackson não mostram músicos amargos e envolvidos em discussões estéreis. Ao contrário, o registro tem outro contexto, ao mostrar os artistas alegres, brincando e se divertindo durante o trabalho em conjunto, que inclui o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, última apresentação dos Beatles, que se seguiu logo depois. “Fiquei aliviado ao descobrir que a realidade é muito diferente do mito. Claro, há momentos de drama — mas nenhuma das discórdias com as quais esse projeto está associado há muito tempo. Observar John, Paul, George e Ringo trabalhando juntos, criando músicas agora clássicas a partir do zero, não é apenas fascinante — é engraçado e surpreendentemente íntimo”, contou o cineasta no comunicado sobre o projeto. Jackson ganhou aprovação para remexer no passado da banda dos dois integrantes vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, além das bênçãos das viúvas de John Lennon, Yoko Ono, e de George Harrison, Olivia Harrison. Com produção da Disney, “The Beatles: Get Back” será lançado em 27 de agosto de 2021.

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    Racionais MC’s vai ganhar documentário da Netflix

    20 de dezembro de 2020 /

    O grupo mais influente do rap nacional, Racionais MC’s, ganhará um documentário na Netflix em 2021. A informação foi revelada por Edi Rock durante entrevista ao site Tenho Mais Discos Que Amigos. Ao contar a novidade, ele disse que o projeto mostrará a origem e a ascensão do grupo, formado por ele, Mano Brown, Ice Blue e KL Jay, com depoimentos de todos os integrantes. “É uma bela história”, disse. “Vai contar como a cultura hip-hop entrou na minha vida, como eu conheci o KL e depois encontramos o Brown e o Blue, e como a gente se uniu na São Bento, no centro de São Paulo, porque inicialmente eram duas duplas em lados diferentes da cidade.” O rapper ainda afirma que o projeto deve ser lançado no começo de 2021. “Ainda não tem data de estreia, mas estamos em reta final de produção, colhendo imagens e entrevistas. No primeiro semestre pode esperar que vai estar estourando aí, igual a pandemia”, completou.

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    Lula viaja a Cuba para filmar documentário de Oliver Stone

    19 de dezembro de 2020 /

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja neste sábado (19/12) para Cuba, com o objetivo de participar de um documentário do cineasta americano Oliver Stone (“Wall Street”) sobre a América Latina. A informação é do Granma, jornal oficial do Partido Comunista Cubano. “Será a terceira viagem internacional do fundador do Partido dos Trabalhadores após sair da prisão em 8 de novembro de 2019 depois de ser condenado por supostos atos de corrupção”, disse o jornal sem dar detalhes sobre sua estadia na ilha. As viagens anteriores foram ao Vaticano em fevereiro, quando conheceu o papa Francisco, e para a Europa em março. Como na primeira vez, a defesa de Lula enviou um comunicado à Justiça sobre sua saída do país, embora o ex-presidente não necessite de autorização judicial para viajar. Segundo a colunista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, Lula só deve voltar ao Brasil em janeiro. Sua trajetória será o fio condutor do longa de Stone, que abordará as crises democráticas na América Latina. Stone já filmou um documentário em Cuba, “Comandante”, em 2002, com uma longa entrevista com Fidel Castro, que ainda era o ditador da ilha no período. Ele também já gravou entrevista com Lula para um documentário sobre a América do Sul, “Ao Sul da Fronteira”, feito em 2009 sob o impacto do fenômeno chavista na Venezuela.

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    Ariana Grande canta ao vivo em clipe extraído do documentário da Netflix

    19 de dezembro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma cena de “Excuse Me, I Love You”, documentário que registra bastidores da turnê “Sweeter”, de Ariana Grande. A prévia é praticamente um clipe com a interpretação ao vivo da música “Everything”. Os shows registrados no filme ocorreram entre março e dezembro de 2019 – e não passaram pelo Brasil. Foram 68 datas na América do Norte e 29 na Europa, com 1,3 milhões de ingressos vendidos. A turnê, que agora poderá ser vista em casa, inclui o repertório dos discos “Sweetener” e “Thank U, Next” — com direito a hits como “God Is a Woman”, “No Tears Left to Cry”, “7 Rings” e faixa-título “Thank U, Next”. Além disso, o documentário captou muitos momentos íntimos da artista, com direito à correria e lágrimas nos camarins. Vale lembrar que Ariana já lançou um álbum ao vivo dessa turnê. “K Bye For Now” foi disponibilizado na véspera do show de encerramento da excursão, em dezembro do ano passado. Já o filme será disponibilizado em streaming na segunda-feira (21/12).

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    Último filme de Chadwick Boseman é principal estreia online da semana

    18 de dezembro de 2020 /

    O último filme estrelado por Chadwick Boseman, “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), é o grande destaque das estreias online da semana. Morto em agosto, o ator escondeu seu câncer de cólon para completar a produção, que atingiu 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, e deve ganhar muitas indicações a prêmios póstumos pelo papel. Baseado na peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”), o filme dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) se passa em 1927, na cidade americana de Chicago, e aborda tensões raciais e a história do blues, ao reconstituir fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O papel da cantora é desempenhado de forma impressionante por Viola Davis, já vencedora do Oscar por “Um Limite Entre Nós” (filme mais conhecido pelo título original, “Fences”), e o personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. A boa lista de lançamentos da semana também destaca “Alguém Avisa?” (Happiest Season), comédia romântica LGBTQIA+ de Natal estrelada por Kristen Stewart (“As Panteras”) e Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), que atingiu 83% no Rotten Tomatoes e está sendo considerado o melhor filme de temática natalina deste ano. Na trama, as duas vivem um casal lésbico que precisa fingir ser hetero durante as festas de fim de ano em família. Embora Abby (Stewart) tenha planejado propor casamento a Harper (Davis) durante as festividades de fim de ano, ela descobre na porta casa dos pais da namorada que ela ainda não contou para sua família que é homossexual. Confira abaixo os trailers destes e dos demais filmes que completam o Top 10 das estreias de streaming e clique nos títulos em vermelho para saber mais sobre cada uma delas.     A Voz Suprema do Blues | EUA | 2020 (Netflix)     Alguém Avisa? | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, Looke, YouTube Filmes)     Expontâneo | EUA | 2020 (Apple TV)     Boni Bonita | Brasil | 2020 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Canário | África do Sul | 2018 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Os Segredos do Castelo | Reino Unido | 2020 (Apple TV, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Cudado com Quem Chama | Reino Unido | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Cut Throat City | EUA | 2020 (Apple TV)     Quarto 212 | França | 2019 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Os Cleptocratas | EUA | 2020 (NOW, Vivo Play)

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