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    Netflix anuncia documentário dos Racionais pra novembro

    19 de outubro de 2022 /

    A Netflix anunciou o lançamento de um documentário sobre o grupo de rap Racionais MC’s. Intitulado “Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo”, o documentário será lançado em 16 de novembro. Dirigida por Juliana Vicente (“Cidade Correria”), a obra mostrará a origem e a ascensão do grupo formado por Mano Brown, KL Jay, Ice Blue e Edi Rock, com entrevistas exclusivas e imagens de arquivo de toda a trajetória do grupo. Com cenas inéditas gravadas ao longo demais de 30 anos, a produção também abordará o impacto e o legado dos músicos desde os primeiros shows nas ruas de São Paulo até os dias de hoje. Antes de chegar ao streaming, “Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo” terá exibição na 46ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com sessão de gala marcada para 31 de outubro, na Cinemateca. 30 anos fazendo história. O documentário Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo chega dia 16 de novembro. pic.twitter.com/5MQAUxFTqU — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 19, 2022 QUEM NÃO TÁ EMPOLGADO PODE DAR UNFOLLOW AÍ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 19, 2022

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    Selena Gomez passa por transformação em trailer de documentário

    10 de outubro de 2022 /

    A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer legendado do documentário “Selena Gomez: Minha Mente e Eu”, que mostra a luta da cantora e atriz contra a depressão durante seu tratamento com lúpus. Dirigido por Alek Keshishian, conhecido por outro famoso documentário musical, “Na Cama com Madonna” (1991), o filme aborda a carreira de Gomez e seus problemas de saúde, tanto física quanto mental, e vinha sendo desenvolvido em segredo há seis anos. Mas apesar de imagens de hospitais e da artista pensativa, a prévia acaba revelando outro foco da produção: apresentar a transformação de Selena em filantropa, destacando sua nova missão de vida para “ajudar os outros”. O trailer é quase chapa-branca neste sentido. “Selena Gomez: Minha Mente e Eu” chega no streaming da Apple em 4 de novembro.

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    “Thriller”, icônico disco de Michael Jackson, vai ganhar documentário

    4 de outubro de 2022 /

    A história do álbum “Thriller”, de Michael Jackson, vai ser contada num documentário. Ainda sem título, o projeto será dirigido por Nelson George (“A Ballerina’s Tale”), conhecido historiador musical, jornalista e documentarista. Um dos discos mais vendidos de todos os tempos, “Thriller” vendeu 34 milhões de cópias só nos EUA e mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo. Também venceu oito prêmios Grammy e rendeu sete singles no top 10. Além da faixa-título, o álbum de 1982 ainda conta com sucessos como “Billie Jean”, “Wanna Be Startin’ Something”, “Human Nature”, e “The Girl Is Mine”, um dueto com Paul McCartney. Segundo comunicado oficial, o documentário vai “levar os fãs de volta no tempo para a produção do álbum recordista e do lançamento dos curtas-metragens revolucionários que redefiniram o formato do videoclipe e cativaram o público globalmente. ‘Billie Jean’ continua sendo a música de Michael Jackson mais ouvida e ‘Thriller’ é o único videoclipe que foi introduzido na elite do Registro Nacional de Cinema da Biblioteca do Congresso.” A nota informa que o filme será composto por “filmagens nunca antes vistas e entrevistas sinceras”, narrando “o ponto na carreira de Jackson que lançou o cantor ao estrelato e criou um fenômeno da cultura pop que continua a influenciar até hoje os mundos da música, televisão, dança, moda e muito mais.” “O lançamento de ‘Thriller’ redefiniu Michael Jackson, levando-o de estrela adolescente a estrela adulta, que compôs músicas memoráveis, cantou lindamente e alcançou o mais alto nível de performance no palco”, disse o diretor. “’Beat It’ foi um novo tipo de híbrido pop-rock e demoliu a antiga segregação entre música negra e branca com a guitarra incendiária de Eddie Van Halen”, observou. “Em ‘The Girl Is Mine’, um homem negro e um homem branco brincavam sobre querer a mesma garota. E quando a MTV, que programava quase exclusivamente artistas brancos de rock, recusou-se a exibir o vídeo de ‘Billie Jean’, a pressão foi tanta que o muro caiu, a audiência da MTV disparou e a porta foi escancarada para uma geração de artistas afro-americanos.” “O álbum, e os clipes que ele inspirou, criaram um novo modelo para casar música e imagem. Foi um privilégio explorar este álbum extraordinário e revisitar sua magia”, completou George. O projeto está sendo desenvolvido pelos administradores do espólio de Michael Jackson em parceria com a Sony Music Entertainment. Este será o terceiro documentário musical focado em um disco de Michael Jackson. Os anteriores foram “Bad 25” (2012) e “Michael Jackson’s Journey from Motown to Off the Wall” (2016), ambos dirigidos por Spike Lee. Além desses, também há o famoso “This Is It” (2009), sobre os ensaios do artista para a turnê que ele morreu antes de realizar, dirigido por Kenny Ortega. O novo projeto ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo aos dois clipes mais famosos de “Thriller”.

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    Produtora de “007” revela dispensa de Amy Winehouse da franquia: “Muito trágico”

    30 de setembro de 2022 /

    A produtora Barbara Broccoli revelou que Amy Winehouse foi convidada para compor a música-tema do filme “007 – Quantum of Solace”, de 2008, mas os problemas da cantora se tornaram evidentes logo na primeira reunião sobre o projeto. Ela nunca conseguiu cumprir o cronograma de gravação e acabou dispensada. A história faz parte do vindouro documentário “The Sound of 007”, que vai explorar as músicas-temas da franquia e contar outros casos de canções que não foram usadas nos filmes – como a versão de Radiohead para o tema de “007 Contra Spectre” (2015). Falando sobre o documentário para a revista Entertainment Weekly, Broccolli lembrou ter ficado deprimida ao conhecer Winehouse. A produtora disse que “foi uma reunião muito, muito angustiante”. “Ela não estava no seu melhor e me emocionei muito com ela”, continuou Broccoli. “Ela estava muito frágil emocionalmente e, você sabe, dava pra entender como ela conseguia criar um material tão emocionante, porque ela tinha uma grande profundidade de sentimentos e foi muito, muito trágico.” “Que talento incrível, que voz incrível, que pessoa incrível ela era e foi muito, muito triste”, completou a produtora. Como Amy Winehouse não respeitava o cronograma para a gravação do tema de “007 – Quantum of Solace”, a responsabilidade de criar o tema foi repassada para Jack White e Alicia Keys. A canção da dupla, intitulada “Another Way to Die”, se tornou um dos temas mais divisivos dos filmes de James Bond. No início do ano, White revelou que foi chamado às pressas para criar a canção, depois que Winehouse saiu do projeto. “Eu entrei porque Amy Winehouse não estava aparecendo nas sessões ou não estava entregando a música que eles estavam pedindo para ela fazer”, disse White. “Então eles disseram, ‘Nós estávamos ficando sem tempo, precisamos de outra pessoa…’ E eu pensei, ‘Oh, isso é ótimo, porque agora eu tenho a desculpa para sair impune se assassinar a canção. Eu vou colocar coisas nessa música que eles nunca aprovariam de outra forma. E foi o que aconteceu. O diretor musical não gostou de nada. Ele estava tentando me convencer a transformá-la em uma balada ou algo assim.” O documentário “The Sound of 007” será lançado em 5 de outubro na plataforma de streaming Amazon Prime Video. Escute a música “Another Way to Die”.

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    Estreias: 10 filmes novos pra ver em streaming

    23 de setembro de 2022 /

    A lista de filmes novos nas plataformas de assinatura e locação digital tem ação, rock clássico, drama, romance e produções premiadas. Confira abaixo os 10 lançamentos que chamam mais atenção entre as estreias da semana.   | LOU | NETFLIX   O thriller de ação à moda antiga lembra as produções estreladas pela geração de fortões famosos dos anos 1980. Só que em 2022 o herói veterano, destemido e fodástico é uma mulher: Allison Janney (vencedora do Oscar por “Eu, Tonya”). O resultado é o mesmo, entretém como antigamente. Com direção de Anna Foerster (“Anjos da Noite: Guerras de Sangue”), o longa também destaca Jurnee Smollett (“Lovecraft Country”) como uma mãe desesperada, que pede ajuda à sua vizinha reclusa e misteriosa (Janney) após sua filha ser raptada no lugar isolado onde moram. As duas iniciam uma jornada perigosa e violenta de resgate, enquanto tentam manter seus segredos, incluindo a impressionante habilidade da vizinha para realizar a missão e a verdadeira razão do rapto.   | O ALFAIATE | VOD*   Vencedor do Oscar por “Ponte dos Espiões” (2015), Mark Rylance interpreta o alfaiate inglês do título, que trabalhava criando ternos exclusivos na famosa Savile Row de Londres, até que uma tragédia pessoal o faz parar em Chicago, operando uma pequena alfaiataria no pior lado da cidade. Lá ele faz roupas elegantes para as únicas pessoas da região que podem pagá-las: gângsteres. Criticado pela filha por não se importar com quem são seus clientes, ele tem um duro despertar quando sua alfaiataria é invadida por criminosos perigosos, um deles baleado e em busca de quem o “costure”, em meio a uma disputa sangrenta de poder. Primeiro longa dirigido por Graham Moore, roteirista vencedor do Oscar por “O Jogo da Imitação”, o thriller também traz em seu elenco Zoey Deutch (“Influencer de Mentira”), Johnny Flynn (“Stardust”) e Dylan O’Brien (“Amor e Monstros”). E atingiu 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | O CHEF | VOD*   Elogiadíssima e eletrizante, a produção britânica traz Stephen Graham (“Venom: Tempo de Carnificina”) como um chef que lida com as pressões da crítica e de funcionários, falta de ingredientes e visitas inesperadas numa noite caótica, tentando manter o controle de seu restaurante. Toda filmada em plano sequência pelo diretor Philip Barantini (“Villain”), ao estilo do filme de guerra “1917”, a obra foi indicada a quatro BAFTAs (o Oscar britânico) e tem impressionantes 99% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.   | ATHENA | NETFLIX   Premiado no Festival de Veneza, o filme ultraviolento apresenta uma batalha campal entre os moradores de um subúrbio francês, o Athena do título, e tropas de choque da polícia, após a morte acidental de uma criança gerar uma revolta popular. Visualmente impressionante, o filme é uma extensão dos clipes do diretor Roman Gavras, que já tinha abordado a tensão das periferias no clipe “Stress”, da dupla eletrônica Justice, e mostrado seu forte apuro estético em “Gosh”, de Jamie XX. Para seu longa-metragem, o filho do famoso cineasta político Costa-Gavras (“Z”, “Estado de Sítio”, “Os Desaparecidos”) se juntou ao malinês Ladj Ly, autor do roteiro de “Athena”, que venceu uma prateleira de prêmios com seu longa de estreia, “Os Miseráveis” (2019) – também sobre conflito entre polícia e garotos do subúrbio. Opção porrada.   | O HOMEM DO JAZZ | NETFLIX   O melodrama de época com roteiro, direção e produção de Tyler Perry (“Um Funeral em Família”) narra o romance proibido de Bayou e Leanne (vividos pelos novatos Joshua Boone e Solea Pfeiffer), dois jovens apaixonados que são separados pela mãe dela em nome de um casamento arranjado com um branco rico. Mas ele nunca consegue esquecê-la e a trama abrange 40 anos de segredos e mentiras, um enorme drama familiar e o incrível blues do sudeste dos Estados Unidos. O filme é um novelão de época, que se valoriza com músicas arranjadas e produzidas pelo vencedor do Grammy e indicado ao Oscar Terence Blanchard (“Infiltrado na Klan”) e coreografia da lendária Debbie Allen (“Fama”).   | AOS NOSSOS FILHOS | VOD*   O filme dirigido pela portuguesa Maria Medeiros (atriz de “Pulp Fiction”) adapta a peça de Laura Castro sobre uma ex-prisioneira política (Marieta Severo) que decide se divorciar (de José de Abreu) e não aceita o desejo da filha lésbica (a própria Laura Castro) de ter um filho com a esposa. A notícia da gravidez gera um embate intenso, em que mãe e filha discordam completamente em suas opiniões sobre família. Paralelamente, há um contraponto com crianças doentes à espera de adoção. O roteiro foi premiado no Festival de Cinema LGBTQIAP+ de Milão.   | O TIO CANIBAL | VOD*   O trash sanguinolento de rock horror acompanha uma banda punk prestes a embarcar em sua primeira turnê. Como eles não têm carro, aceitam a proposta de um caipira roqueiro e boa praça, que não só oferece sua van para a viagem como acaba se juntando a eles como roadie. O único problema é que o bom velhinho também é um canibal. Se não tomar seu remédio antes da meia-noite, ele vira um pesadelo ambulante. O terrir indie tem roteiro e direção de Matthew John Lawrence – que venceu vários prêmios com seus curtas de terror no circuito dos festivais de cine fantástico – e agradou em cheio a crítica especializada no gênero – tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas apenas com resenhas de blogs de terror.   | FLAG DAY | VOD*   O novo filme dirigido e estrelado por Sean Penn (“O Gênio e o Louco”) é uma produção em família, em que ele dirige e contracena com seus filhos adultos, Dylan e Hopper Penn, frutos de seu matrimônio com Robin Wright (de “House of Cards”). Aos 28 anos, Dylan (que foi figurante em “Elvis & Nixon”) tem o maior destaque de sua carreira como protagonista da trama, uma filha com dificuldades para superar o legado carinhoso, mas sombrio do pai, um vigarista procurado pela polícia – e interpretado pelo próprio Sean Penn. O elenco também incluiu, entre outros, Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Ultimato”) e Katheryn Winnick (a Lagertha de “Vikings”). Mas o drama não empolgou, atingindo apenas 40% de aprovação da crítica. Não deixa de ser um progresso comparado ao trabalho anterior de Penn atrás das câmaras, “A Última Fronteira” (2016), que agradou míseros 8%.   | SIDNEY | APPLE TV+   O documentário exalta o legado e a história do primeiro ator negro a vencer o Oscar, que sempre fugiu dos clichês racistas de Hollywood e nunca interpretou um personagem subserviente. Produzido pela apresentadora Oprah Winfrey, o filme intercala imagens históricas com depoimentos de vários astros negros, como Denzel Washington, Halle Berry, Spike Lee e Morgan Freeman, emocionados ao falar do ídolo, além do próprio Poitier, em conversa registrada pouco antes de sua morte em janeiro deste ano. Com uma carreira repleta de papéis marcantes, a trajetória do imigrante pobre das Bahamas que virou estrela de Hollywood se confunde com a luta pelos direitos civis nos EUA. A luta racial esteve presente em sua filmografia desde o primeiro papel, em “O Ódio é Cego” (1950), como um médico negro que precisa tratar de dois irmãos racistas. E seus filmes mais lembrados dão lições sobre o tema, todos lançados em 1967: “Adivinhe Quem vem para Jantar”, em que viveu o noivo da filha de brancos supostamente liberais, “Ao Mestre, com Carinho”, no papel de um professor que conquista o respeito de adolescentes brancos rebeldes de Londres, e “No Calor da Noite”, no qual deu vida ao detetive policial Virgil Tibbs, investigando um assassinato numa região racista do sul dos EUA. Este filme entrou para a História por mostrá-lo retribuindo um tapa num racista. Foi a primeira vez que um negro estapeou um branco racista no cinema. Além disso, no auge de sua popularidade, ele ainda decidiu virar diretor, dirigindo oito filmes entre 1972 e 1990. Um dos mais simbólicos, “Dezembro Ardente” (1973), foi motivado pelo desejo simples de viver um romance com uma mulher negra nas telas, algo que nunca tinha feito em sua longa e prestigiosa carreira, porque, até então, Hollywood não estava interessada em mostrar romances entre casais negros.   | TRAVELIN’ BAND: CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL AT THE ROYAL ALBERT HALL | NETFLIX   A lendária performance de 1970 do Creedence Clearwater Revival no Royal Albert Hall de Londres materializa-se pela primeira vez num documentário primoroso, que mostra a banda liderada por John Fogerty na melhor fase da carreira. Dirigido por Bob Smeaton (da minissérie “The Beatles Anthology”), o filme combina as performances ao vivo de clássicos como “Fortunate Son”, “Proud Mary” e “Bad Moon Rising” com entrevistas de bastidores e uma breve história da banda, com uma grande variedade de imagens inéditas. O lançamento em streaming marca a única filmagem da formação original do CCR a ser disponibilizada na íntegra para os fãs. Os shows da Inglaterra aconteceram nos dias 14 e 15 de abril de 1970 – poucos dias depois que os Beatles anunciaram sua separação – e fizeram parte da primeira turnê europeia do quarteto, que incluiu paradas na Holanda, Alemanha, França e Dinamarca. O grupo estava simplesmente no auge, vindo de Woodstock e com cinco singles no Top 10 dos EUA no ano anterior. Mas o detalhe mais significativo é que o show do Albert Hall ficou conhecido pelos admiradores da banda por ter originado um dos maiores equívocos da história do rock. Em 1980, a gravadora do CCR disponibilizou um disco ao vivo chamado “The Royal Albert Hall Concert”, que virou um fenômeno de vendas mundial. Só que, na verdade, seu conteúdo era um show gravado em Oakland, na Califórnia. Anos após o vexame, o álbum foi relançado com novo título: “The Concert”. E o verdadeiro show do Royal Albert Hall, que tinha sido realmente gravado em alta fidelidade, permaneceu inédito em disco por mais de cinco décadas. Agora, junto com o documentário, o concerto inglês finalmente vai virar disco, com áudio restaurado e remasterizado, numa edição dupla de vinil, acompanhada pelo Blu-ray do filme, CD de hits e diversos outros materiais para colecionadores.

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    Documentário de Selena Gomez com diretor de “Na Cama com Madonna” ganha teaser

    20 de setembro de 2022 /

    A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser do documentário “Selena Gomez: Minha Mente e Eu”, que mostra vários momentos da cantora rindo e chorando. Além de focar dos bastidores das suas últimas produções, o documentário vai mostrar Selena Gomez passando por situações difíceis e promete um mergulho profundo na vida e sentimentos da estrela para revelar seu lado mais vulnerável. Dirigido por Alek Keshishian, conhecido por outro famoso documentário musical, “Na Cama com Madonna” (1991), o filme aborda a carreira de Gomez e seus problemas de saúde, tanto física quanto mental, e vinha sendo desenvolvido em segredo há seis anos. “Minha Mente e Eu. Às vezes não nos damos bem e fica difícil respirar… Mas eu não mudaria minha vida”, escreveu Selena Gomez no Instagram ao fazer sua divulgação do teaser. A produção também ganhou data de estreia. Chega no streaming da Apple em 4 de novembro. A piece of @selenagomez’s story. #MyMindAndMe spans six years of her life, covering her highs, lows, and everything in between.“Selena Gomez: My Mind and Me,” is coming to Apple TV+ November 4 pic.twitter.com/qw5Vgp1oW3 — Apple TV+ (@AppleTVPlus) September 20, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Selena Gomez (@selenagomez)

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    Estreias: 10 filmes novos pra ver em casa

    16 de setembro de 2022 /

    A programação de estreias da semana marca a chegada da animação blockbuster “DC Liga dos Superpets” às locadoras digitais e duas ótimas comédias adolescentes exclusivas ao streaming. A lista de destaques inclui ainda diversos dramas europeus para cinéfilos e, para quem quiser arriscar, um remake horroroso de terror. Confira abaixo 10 filmes novos para ver em casa.   | DC LIGA DOS SUPERPETS | VOD*   A animação focada em Krypto, o supercão dos quadrinhos da DC, acompanha um grupo de pets que ganham superpoderes e se juntam para salvar o mundo, enquanto Superman está em apuros. A história conta uma origem bem diferente para a maioria dos personagens, mas pouco importa, porque o tom é de comédia escrachada, que faz graça até com a seriedade de Batman – dublado por Keanu Reeves (“Matrix”) em inglês. A vantagem do lançamento em streaming é o opção de assistir no idioma original, já que o elenco de vozes é espetacular, com destaque para Dwayne “The Rock” Johnson (da franquia “Jumanji”) como a voz de Krypto, John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) como Superman, Marc Maron (“GLOW”) como o vilão Lex Luthor, Olivia Wilde (“Tron: O Legado”) como Lois Lane e Kevin Hart (também de “Jumanji”) como a voz de Ace, o cachorro que nos quadrinhos dos anos 1950 foi o bat-cão de Batman. Roteiro e direção são de Jared Stern (roteirista de “Lego Batman: O Filme”) e Sam Levine (da série animada “Penn Zero: Quase Herói”). Detalhe: já disponível nas locadoras digitais, o filme teve o lançamento atrasado na HBO Max, onde só vai chegar em 26 de setembro.   | JUSTICEIRAS | NETFLIX   Maya Hawke (“Stranger Things”) e Camila Mendes (“Riverdale”) se juntam numa vingança nesta comédia, que é basicamente o que aconteceria se John Hughes (“Clube dos Cinco”) refilmasse o clássico “Pacto Sinistro”, adaptação de romance de Patricia Highsmith dirigida por Alfred Hitchcock em 1951. Isto é um baita elogio. O filme acompanha a união inesperada entre a ex-garota mais popular (Mendes) de uma escola particular e uma aluna lésbica (Hawke) para enfrentar quem as humilhou. A estratégia consiste em juntar forças para acabar com os inimigos de cada uma. Para isso, elas trocam os alvos entre si, visando pegá-los desprevenidos. Roteiro e direção são de Jennifer Kaytin Robinson, uma das roteiristas de “Thor: Amor e Trovão”, que estreou como diretora com outra comédia adolescente, “Alguém Especial” (2019), também distribuída pela Netflix. E vale destacar que os coadjuvantes são bem conhecidos de outras séries – Jonathan Daviss (“Outer Banks”), Alisha Boe (“13 Reasons Why”), Rish Shah (“Ms. Marvel”), Maia Refico (“Pretty Little Liars: Um Novo Pecado”), Austin Abrams (“Euphoria”) e Sophie Turner (“Game of Thrones”).   | HONOR SOCIETY | PARAMOUNT+   Mais uma divertida comédia teen com boas influências. A referência aqui é “Eleição” (1999), com Angourie Rice (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) evocando Tracy Flick, a personagem icônica de Reese Witherspoon. Na trama, a atriz australiana vive uma jovem obcecada em entrar na Universidade de Harvard, uma das melhores dos EUA. Disposta a fazer o que for preciso para conseguir uma carta de recomendação do conselheiro da escola (Christopher Mintz-Plasse, de “Kick Ass”) e superar a concorrência, ela elabora um plano para derrubar seus três principais rivais. Tudo começa a dar errado quando ela se apaixona pelo favorito à vaga, ainda que ele não seja exatamente o Príncipe Encantado, mas o Dustin de “Stranger Things” – ou melhor, o ator Gaten Matarazzo.   | DRIFTING HOME | NETFLIX   O belo anime de Hiroyasu Ishida (“Estrada do Pinguim”) conta uma história dramática com elementos de fantasia. Quando um grupo de adolescentes invade um prédio aparentemente abandonado, uma tempestade inunda a região e faz o edifício flutuar, ficando à deriva entre outros prédios-embarcações. Relacionamentos são postos à prova na luta pela sobrevivência.   | OS AMORES DELA | VOD*   O primeiro filme de Charline Bourgeois-Tacquet teve première em Cannes, foi premiado em Melbourne e atingiu 91% de aprovação no Rotten Tomatoes com um triângulo amoroso típico do cinema francês, mas apresentado de forma atípica. A atriz Anaïs Demoustier (“Alice e o Prefeito”) interpreta uma mulher de 30 anos falida e em crise amorosa, que um dia conhece um homem casado que imediatamente se apaixona por ela. O detalhe é que a esposa do novo amante é uma escritora famosa (Valeria Bruni Tedeschi, de “Loucas de Alegria”), de quem Anaïs é fã declarada e por quem se sente totalmente atraída, criando uma confusão conjugal.   | GAROTA INFLAMÁVEL | VOD*   O drama alemão gira em torno de uma garota mimada (Natalia Belitski, da série “Perfume”) que segue duas regras: sempre usar luvas e nunca fazer nada. Não trabalha, não estuda, não tem amigos. Nem se importa. E esse niilismo faz com que também não se importe com os outros, cometendo atos perigosos, que a levam a ser detida e ter acompanhamento médico. Durante seu tratamento, uma enfermeira da sua idade, mãe de uma criança, resolve confrontá-la. Mas, ao mesmo tempo, sofre sua influência, num contato que leva as duas ao limite dos seus respectivos mundos.   | UM PEQUENO GRANDE PLANO | VOD*   O astro Louis Garrel (“O Formidável”) dirige e estrela essa comédia francesa sobre pais de uma criança sensível, que decide vender vários objetos de valor da família para salvar o planeta. Vendo que a determinação do garoto é séria, sua mãe (Laetitia Casta, de “O Que as Mulheres Querem”) resolve acompanhá-lo em sua missão na África.   | PARIS, 13º DISTRITO | MUBI   Filmado em preto e branco pelo premiado cineasta Jacques Audiard (Palma de Ouro em Cannes por “Dheepan: O Refúgio”), a trama se passa no bairro parisiense de Les Olympiades (a maior “Chinatown” da Europa) e é um drama de encontros românticos. Emilie (Lucie Zhang) encontra Camille (Makita Samba), que se sente atraído por Nora (Noémie Merlant, de “Retrato de uma Jovem em Chamas”), que acaba cruzando com Amber (Jehnny Beth, de “Um Amor Impossível”). Três garotas e um garoto do novo milênio, que são amigos e às vezes amantes, e frequentemente as duas coisas. Os dois atores iniciantes do elenco, Zhang e Samba, foram indicados ao César (o Oscar francês) como Revelações do ano, e a trilha sonora do músico eletrônico Rone foi premiada no Festival de Cannes.   | EUROPA | FILMICCA   O filme de Haider Rashid (“Tangled Up in Blue”) é uma correria intensa, que segue Kamal, um imigrante que fugiu do Iraque para tentar entrar na “Fortaleza Europa”, mas se depara com mercenários na fronteira turco-búlgara, que estão caçando implacavelmente famílias de refugiados. Sozinho na floresta, Kamal mal tem chance de respirar. Exibido na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, o filme foi a indicação do Iraque para representar o país na busca de uma vaga no Oscar 2022.   | GOODNIGHT MOMMY | AMAZON PRIME VIDEO   O remake americano de “Boa Noite Mamãe”, terror austríaco lançado em 2014, traz os gêmeos Cameron e Nicholas Crovetti (que enlouqueceram Nicole Kidman em “Big Little Lies”) aterrorizando Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”). O filme gira em torno da reação dos irmãos à volta de sua mãe para casa – uma propriedade rural afastada – , após passar por uma cirurgia estética. O rosto coberto por curativos faz os meninos desconfiarem de que aquela não é realmente sua mãe. Há 20 anos, Naomi Watts estrelou um bom remake de terror, “O Chamado”. Não é o caso dessa refilmagem, bem menos perturbadora que o original – que por coincidência sumiu das locadoras digitais. Trata-se do filme mais fraco da lista.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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    “Orfã 2” tem estreia mais ampla da semana nos cinemas

    15 de setembro de 2022 /

    Lançamento mais amplo da semana, “Orfã 2 – A Origem” chega em cerca de 800 telas nesta quinta (25/9). Apesar do título, a produção não continua a história do longa original. Em vez disso, conta o que aconteceu com a psicopata mirim Esther antes do primeiro filme. A distribuição ainda favorece “Uma Pitada de Sorte”, nova comédia nacional com Fabiana Karla, e “Moonage Daydream”, um documentário musical com imagens inéditas de shows de David Bowie. Ao todo, a programação apresenta cinco estreias. Confira os trailers e mais informações abaixo.   | ÓRFÃ 2 – A ORIGEM |   Isabelle Fuhrman está de volta ao papel da psicopata mirim Esther. Ela tinha 12 anos quando o filme original foi lançado, agora está com 25 anos, mas na trama se passa por uma criança ainda mais nova que no longa que a projetou em 2009, já que a história é um prólogo. Dirigido por William Brent Bell (“Boneco do Mal”), o filme mostra como Leena Klammer (Fuhrman), que escapou de um manicômio na Rússia, conseguiu se passar pela filha desaparecida de uma família rica, virando Esther. O elenco também destaca Julia Stiles (“Jason Bourne”) e Rossif Sutherland (“Catastrophe”) como os pais de Esther. Politicamente incorreto, o primeiro “A Órfã” fez grande sucesso ao explorar o temor de que crianças adotadas possam representar perigo em potencial para suas novas famílias. Mas o novo, enquanto induz o público a esperar uma reprodução da situação original, oferece uma reviravolta.   | MOONAGE DAYDREAM |   Um dos documentários musicais de maior aprovação no Rotten Tomatoes (96%) em todos os tempos, o filme apresenta imagens inéditas da carreira de David Bowie e uma proposta imersiva, com imagens nada menos que espetaculares. Para sua realização, o diretor Brett Morgen passou cinco anos selecionando cenas do acervo pessoal do cantor. Batizado com o título de uma música do disco “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1972), “Moonage Daydream” é o terceiro trabalho musical de Morgan, que antes fez “Crossfire Hurricane” (2012) sobre a turnê de 50 anos dos Rolling Stones e “Cobain: Montage of Heck” (2015) sobre o líder do Nirvana – além de ter sido indicado ao Oscar pelo documentário de boxe “On the Ropes” (1999).   | AMANTES |   A cineasta francesa Nicole Garcia (“Um Instante de Amor”) apresenta uma história típica de film noir, em que uma mulher encontra um ex-namorado durante uma viagem de férias com o marido. O reencontro inesperado mexe com os dois, mas também cria um triângulo que, como todo noir, tende a resultar em assassinato. O elenco destaca Stacy Martin (“Ninfomaníaca”), Pierre Niney (“Yves Saint-Laurent”) e Benoît Magimel (“A Prima Sofia”).   | UMA PITADA DE SORTE |   Fabiana Karla (“Rensga Hits!”) vive uma animadora atrapalhada de festas infantis que sonha em virar uma grande chef. Tudo começa a mudar em sua vida quando ela é aprovada num teste para ser auxiliar de um renomado chef em um programa de televisão. A comédia tem direção de Pedro Antônio Paes, de “Tô Ryca!”, “Um Tio Quase Perfeito” e “Os Salafrários”.   | CURTAS JORNADAS NOITE ADENTRO |   O filme de Thiago B. Mendonça (“Vozes da Floresta”) tem estética documental, mas é um drama sobre sambistas paulistanos sonhando em ser descobertos na cena musical. Alternando dias entre um cotidiano alienante e madrugadas libertadoras, trilham seus caminhos para não deixar o samba e o sonho morrer.

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    Selena Gomez ganha documentário do diretor de “Na Cama com Madonna”

    9 de setembro de 2022 /

    A Apple TV+ anunciou ter adquirido os direitos de “Selena Gomez: My Mind and Me”, documentário sobre a cantora, atriz e produtora Selena Gomez. Dirigido por Alek Keshishian, conhecido por outro famoso documentário musical, “Na Cama com Madonna” (1991), o filme aborda a carreira de Gomez e seus problemas de saúde, tanto física quanto mental, que ela tem abordado publicamente junto aos fãs. A artista aproveitou o anúncio para publicar um teaser do documentário no Twitter – que na verdade revela apenas o logotipo do filme. Veja abaixo. “Selena Gomez: My Mind and Me” ainda não tem previsão de estreia. Wanna hear a part to my story…#MyMindAndMe coming soon to @AppleTvPlus pic.twitter.com/xLwyaVEyWr — Selena Gomez (@selenagomez) September 8, 2022 A uniquely raw and intimate documentary following @SelenaGomez's six-year journey from darkness into a new light. “Selena Gomez: My Mind and Me,” is coming to Apple TV+ #MyMindAndMehttps://t.co/w1PmTQ4nTo pic.twitter.com/6KSnQThZAw — Apple TV+ (@AppleTVPlus) September 8, 2022

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    Estreias: “Thor”, “Pinóquio” e “O Telefone Preto” em streaming

    9 de setembro de 2022 /

    A sessão do sofá destaca lançamentos da Disney+ e opções de VOD. Na semana do Disney+ Day, a plataforma liberou o blockbuster “Thor: Amor e Trovão” e sua produção exclusiva de “Pinóquio”. Os títulos das locadoras digitais também incluem filmes que estiveram recentemente nos cinemas, como o terror “O Telefone Preto”, e produções inéditas e premiadas. Confira abaixo as 10 estreias do streaming que mais se destacam na programação semanal.   | THOR: AMOR E TROVÃO | DISNEY+   O novo filme do diretor Taika Waititi é uma comédia mais descarada que “Thor: Ragnarok”, combinando ação e humor para contar uma história de amadurecimento com muitas reviravoltas, lutas e piadas. Muitas piadas. Nem todas engraçadas, como atesta a recepção da crítica dos EUA – 70% de aprovação com blogueiros geeks, mas apenas 56% entre os críticos top do Rotten Tomatoes. E, apesar das gracinhas, o final é triste. Em seu quarto filme individual, Thor encontra-se na jornada iniciada em “Vingadores: Ultimato”, compartilhando aventuras com os Guardiões da Galáxia e buscando paz interior. Mas esses dias de irresponsabilidade são encurtados pelo surgimento de um assassino espacial conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses, que tem como missão matar todos os deuses. Para impedir um novo massacre de asgardianos, Thor se alia ao Rei Valquíria, seu novo melhor amigo Korg e à ex-namorada Jane Foster – que ressurge loira, poderosa e com o antigo martelo mágico do Deus do Trovão, incorporando a Poderosa Thor – numa luta desesperada contra o Carniceiro dos Deuses. Mas, paralelamente, Jane ainda trava sua própria luta silenciosa. O elenco destaca Chris Hemsworth (Thor), Natalie Portman (Jane), Tessa Thompson (Valquíria), Russell Crowe (Zeus) e Christian Bale (Gorr), sem esquecer da participação dos Guardiões da Galáxia e do diretor Taika Waititi como Korg. Além disso, as cenas pós-créditos incluem a introdução de um novo personagem (com gancho para “Thor 5”) e a volta de um velho conhecido, participações que foram guardadas em “segredo”.   | O TELEFONE PRETO | VOD*   A volta do diretor Scott Derrickson ao terror, após comandar “Doutor Estranho” (2016), é um dos melhores filmes recentes do gênero, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama é baseada no conto de mesmo nome de Joe Hill, filho de Stephen King e autor da obra que inspirou a série “Locke & Key”. A história faz parte do best-seller “Fantasmas do Século XX” e foi adaptada pelo próprio Derrickson em parceria com o roteirista Robert Cargill, com quem o diretor desenvolveu a franquia “A Entidade”. Por sinal, o papel principal é de Ethan Hawke, que estrelou o primeiro “A Entidade” (2012). Ele vive um serial killer sequestrador de crianças que, numa referência distorcida a “It”, usa balões negros e disfarce de palhaço para cometer seus crimes. Só que seus planos são atrapalhados quando seu alvo mais recente recebe uma ajuda inesperada para escapar. Fantasmas de vítimas passadas ligam para o menino recém-sequestrado no telefone preto do título, que não tem fio e não deveria funcionar, ensinando-o a sobreviver, enquanto sua melhor amiga da escola começa a ter visões de seu cativeiro. Os jovens Mason Thames (“For All Mankind”) e Madeleine McGraw (a jovem Hope de “Homem-Formiga e a Vespa”) encabeçam o elenco mirim.   | RED ROCKET | VOD*   Em seu novo filme, o diretor Sean Baker volta a explorar as margens da sociedade com humor sombrio. Depois de acompanhar prostitutas transexuais em “Tangerine” (2015) e o cotidiano da filha pequena de uma prostituta adolescente em “Projeto Flórida” (2017), ele conta a história de fracasso de um ator de filmes adultos, que retorna à sua cidade natal após se tornar veterano no ramo e deixar de ser convidado para novos trabalhos. Enquanto tenta se reaproximar de sua família disfuncional, ele conhece uma jovem chamada Strawberry, trabalhando como caixa em uma loja de donuts local, e acaba retomando antigos hábitos. O papel principal é desempenhado por Simon Rex, que foi modelo nos anos 1990, VJ da MTV e até rapper, além de atuar na franquia de comédias “Todo Mundo em Pânico”, enquanto o resto do elenco é composto por atores iniciantes ou pouco conhecidos, como a estreante Brenda Deiss, que vive Strawberry. “Red Rocket” teve première no Festival de Cannes retrasado, venceu o Prêmio do Júri e da Crítica no Festival de Deauville, o troféu de Melhor Ator do Spirit Awards (o Oscar indie) e mais 10 prêmios internacionais, além de ter atingido 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Ou seja, é mais uma obra de Sean Baker que rende aplausos mundiais.   | MAR EM CHAMAS | VOD*   O diretor norueguês John Andreas Andersen está se especializando em filmes de grandes desastres. Depois do sucesso de “Terremoto” (2018), ele assina essa catástrofe marítima de enormes proporções. A trama envolve o colapso de uma plataforma de petróleo no Mar do Norte, que dá início a uma série de tragédias capazes de transformar o oceano num inferno de fogo. Uma piloto de submarino e pesquisadora (Kristine Kujath Thorp, de “Traídos pela Guerra”) assume a missão de tentar salvar a região de uma hecatombe ambiental. Mas a trama é tão tensa que todos os pequenos salvamentos conduzem a situações de maior perigo e dramaticidade. Venceu o Amanda (o Oscar norueguês) de efeitos visuais e foi aplaudido pela crítica americana, com 73% de aprovação no Rotten Tomatoes. | VEJA POR MIM | VOD*   O suspense canadense acompanha uma esquiadora cega que decide se mudar para uma casa de inverno isolada. Quando a casa é invadida por três assaltantes, sua única ajuda é um aplicativo que conecta cegos a pessoas encarregadas de descrever o ambiente em que se encontram. A produção é barata, mas eficiente, mostrando que o diretor Randall Okita aprendeu os truques do gênero ao ser assistente de Stephen King na série de terror “Kingdom Hospital”. Com 80% no Rotten Tomatoes, o filme também destaca a estreia da atriz Skyler Davenport, uma conhecida dubladora de animes e videogames, em seu primeiro filme live-action.   | BLISS | VOD*   O novo terror visceral de Joe Begos (“Quase Humano”) acompanha uma artista plástica (Dora Madison, de “Chicago Fire”) em crise de criatividade e à beira da falência, que se entrega à drogas pesadas e passa suas noites festejando. Até que uma nova droga a tira de si e a leva a pintar alucinadamente, em tons sangrentos, como se estivesse possuída. A jornada psicótica talvez seja muito intensa para certos gostos, a abordagem artística pode ser muito pretenciosa para outros, mas fãs de terror indie bem hardcore não devem se incomodar com a bad trip e as cenas abundantes de nudez… artística. Mesmo dividindo opiniões – e houve quem odiasse do fundo da alma – atingiu 87% no Rotten Tomatoes. | TANTAS ALMAS | VOD*   O diretor colombiano Nicolás Rincón Gille usou sua experiência como documentarista nesta estreia na ficção, filmada com atores não profissionais e em locações reais, numa intersecção com seus documentários. Na trama, o pescador José atravessa o rio Magdalena, o maior da Colômbia, em busca dos corpos de seus dois filhos, assassinados por paramilitares. Apesar de sua dor, José está determinado a encontrá-los para dar-lhes o enterro que merecem e, assim, impedir que permaneçam como almas errantes. Em sua jornada, ele encontra a magia de um país despedaçado. Gille já tinha filmado a violência rural, o rio e as superstições colombianas em três longas documentais. Ao reunir essas referências numa única narrativa, atingiu uma síntese tão imersiva quanto realista: um retrato da Colômbia profunda não visto em postais, que impressionou a crítica internacional e venceu o Festival de Marrakech.   | O DESTINO DE HAFFMANN | VOD*   O drama francês se passa em Paris durante a invasão nazista. Quando um joalheiro judeu se vê forçado a fugir, faz um falso acordo de venda de sua loja com um funcionário para salvar seu negócio. Mas não consegue escapar do cerco, vendo-se forçado a esconder-se num porão e a trabalhar para o antigo funcionário, que passa a conduzir negócios com os nazistas para produzir novas peças a partir de joias de vítimas de campos de extermínio. A fábula de moral sombria tem direção de Fred Cavayé, indicado ao César (o Oscar francês) por “Tudo por Ela” (2008).   | PINÓQUIO | DISNEY+   O remake live-action de “Pinóquio” é uma recriação visualmente fiel da animação clássica, vencedora de dois Oscars, mas toma ainda mais liberdades que Walt Disney em relação ao livro infantil de Carlo Collodi, publicado em 1883. O menino de madeira agora é ainda mais bobo e bonzinho – o contrário do personagem de Collodi. Depois que o marceneiro Gepeto cria um boneco de madeira e é atendido em seu desejo de vê-lo se transformar num menino, Pinóquio se revela ingênuo e é prontamente enganado por trapaceiros que o vendem como atração de circo. Apesar da familiaridade, a refilmagem não tem a mesma mágica do desenho. Se não falta a música “When You Wish upon a Star”, tema do desenho animado clássico de 1940, há várias outras canções inéditas (e desnecessárias), além de pequenas alterações na história que não acrescentam nada que mude o resultado final. Longe de empolgar a crítica, atingiu apenas 31% no Rotten Tomatoes. A direção é de Robert Zemeckis (de “Forrest Gump”), que combina atores de carne e osso com personagens digitais num híbrido que parece o reverso de “Paddington”, com Tom Hanks (“Elvis”) no papel de Gepeto, perdido num desenho animado feito por computador. O elenco também conta com Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) dando voz ao Grilo Falante, Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”) como a Fada Azul, Luke Evans (“A Bela e a Fera”) como Barker, o cocheiro responsável por levar o protagonista à Ilha dos Prazeres, Keegan-Michael Key (“O Predador”) como o pilantra João Honesto e Lorraine Bracco (“Rizzoli & Isles”) como uma gaivota chamada Sofia, que foi criada especialmente para o filme. Para completar, o menino Benjamin Evan Ainsworth (“A Maldição da Mansão Bly”) é a voz original de Pinóquio na dublagem original.   | ALÉM DA LENDA – FILME | VOD*   A série animada pernambucana transmitida pela TV Brasil virou longa-metragem. Criada por Erickson Marinho, Marcos França e Ulisses Brandão, a atração é voltada para crianças de seis a nove anos e tem como premissa reapresentar as principais lendas do folclore nacional, como o Saci, a Cuca, o Curupira e o Boitatá, com uma nova roupagem – e como crianças. A trama do filme explica que um livro sagrado reúne todas essas lendas e é mantido em segredo e escondido na Montanha Coração do Brasil, que só é revelada uma vez por ano, no dia 31 de outubro, dia do Saci. Mas a data está esquecida por muitos brasileiros, que preferem comemorar o Halloween. Aproveitando-se disso, um trio de monstros americanos do Dias das Bruxas resolve vir ao país com a ideia de capturar o livro secreto e assim “dominar” as lendas brasileiras. Só que por descuido o livro acaba caindo nas mãos do garoto Lucas, um fã de super-heróis, quadrinhos e games, que sem saber vira responsável por proteger parte do folclore nacional. Com direção de Marília Mafé e Marcos França, “Além da Lenda” é o primeiro longa de animação pernambucano e conta com dublagens de Gabriel Leone (Lucas) e Hugo Bonemer (Curupira).     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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  • Música,  Série

    Beatles vencem Emmy de Melhor Série Documental

    3 de setembro de 2022 /

    A série “The Beatles: Get Back”, da Disney+, venceu o Emmy de Melhor Série Documental ou Não Ficção na noite deste sábado (3/9) em Los Angeles. O produtor-diretor Peter Jackson (de “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”), que também levou para casa o Emmy de Melhor Direção para um Programa de Documentário/Não-ficção por “The Beatles: Get Back”, compartilhou o prêmio da série com os coprodutores Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono Lennon, Olivia Harrison, Clare Olssen e Jonathan Clyde. “Gostaria apenas de agradecer a todos que trabalharam neste filme”, disse Jackson ao receber o troféu. “Isso não poderia ter sido feito sem o apoio infalível de Paul, Ringo, Olivia, Julian [Lennon], Yoko e Sean [Lennon], que sempre estiveram juntos conosco com seu apoio e amor. Finalmente, um grande aplauso para os Beatles. Muito obrigado pelos mais de 60 anos de seu positivismo, exuberância, alegria… Sua música é tão profunda e acho que está realmente incorporada em nosso DNA.” O documentário sobre os bastidores da gravação do álbum “Let It Be” foi um trabalho de amor de Jackson, que ficou anos imerso no material filmado pelo diretor Michael Lindsay-Hogg de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969. A filmagem original foi concebida para um especial de televisão focado na produção de um novo álbum dos Beatles. Só que “Let It Be” acabou virando o último disco. Após John, Paul, George e Ringo anunciarem a separação, o registro teve outro rumo: virou filme, lançado em maio de 1970 com destaque para as brigas e disputas internas que teriam levado o quarteto a encerrar a parceria. Intrigado com o resto da filmagem que nunca tinha vindo a luz, Jackson pediu para vasculhar os arquivos – roubados em 1970, mas recuperados quase na totalidade pela Interpol na década de 1990 – e encontrou mais de 56 horas desconhecidas do público. Com a permissão dos dois integrantes vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, além das bênçãos das viúvas de John Lennon, Yoko Ono, e de George Harrison, Olivia Harrison, ele restaurou as imagens e o áudio com tecnologia de ponta e produziu uma reedição completa, que também inclui o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, última vez que os Beatles tocaram juntos. O resultado joga por terra mitos consagrados pelos fãs dos Beatles. Não há Paul McCartney mandão, Yoko Ono intrigante, nada do que entrou para as lendas em torno do fim da banda. Curiosamente, quem aparece aprontando é George Harrison, que chega a abandonar as gravações e ameaça sair da banda, retornando dias depois – os Beatles esconderam este fato por anos. Mas o ponto alto de “The Beatles: Get Back” é a química da melhor banda de todos os tempos em seu processo criativo. Eles riem e se divertem na maior parte do tempo. O prêmio à série integrou a primeira parte dos Creative Arts Emmys, como são chamadas as categorias mais técnicas do Emmy. Como a premiação da Academia da Televisão soma um total de 119 categorias, o Emmy é dividido em três noites. As duas primeiras noites são dedicadas aos troféus técnicos, animações, documentários, especiais de variedades e reality shows, e acontecem neste fim de semana. Já os Emmys principais serão entregues no dia 12 de setembro, numa cerimônia de gala em Los Angeles.

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  • Filme,  Música

    Documentário sobre David Bowie ganha trailer espetacular

    31 de julho de 2022 /

    O estúdio indie Neon divulgou um novo trailer de “Moonage Daydream”, documentário sobre David Bowie com imagens inéditas de sua carreira e uma proposta imersiva. E as imagens apresentadas não são nada menos que espetaculares. Descrito como uma “odisseia cinematográfica”, o filme tem direção de Brett Morgen, que passou cinco anos selecionando cenas do acervo pessoal de Bowie. Com o título de uma música do disco “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1972), o documentário é o terceiro trabalho musical de Morgan, que antes fez “Crossfire Hurricane” (2012) sobre a turnê de 50 anos dos Rolling Stones e “Cobain: Montage of Heck” (2015) sobre o líder do Nirvana – além de ter sido indicado ao Oscar pelo documentário de boxe “On the Ropes” (1999). O filme teve première mundial em sessão de gala no Festival de Cannes, quando recebeu aplausos entusiasmados e críticas elogiosas – mencionadas, inclusive, na nova prévia. Um dos documentários musicais de maior aprovação no Rotten Tomatoes (93%), “Moonage Daydream” vai ganhar lançamento nos cinemas e em IMAX em 15 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Um pouco depois disso, chegará em streaming pela HBO Max.

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  • Música,  Série

    Nicki Minaj revela trailer de sua série documental

    30 de julho de 2022 /

    A rapper Nicki Minaj publicou em suas redes sociais o trailer de uma série documental sobre sua carreira. No Instagram, ela avisou que a produção vai estrear “mais cedo que vocês imaginam”. E acrescentou: “Levei algum tempo para aperfeiçoar este trabalho muito íntimo, delicado, eletrizante e inspirador. Ao decidir sobre uma casa para este projeto, não posso deixar de refletir sobre o que estou incluindo neste documento. Algumas coisas são tão pessoais, é assustador. É como nada que você já viu antes e eu preciso que seja tratado com cuidado”. Isto significa que a produção ainda não tem local de exibição definida. Nem data de estreia. Produzido pela empresa canadense Bron Studios, o trailer, que promete material revelador sem realmente mostrar nada muito diferente, é aberto pela imagem de uma Nicki bastante jovem, fazendo rap e refletindo sobre seu início. Ela diz: “Rappers femininas não estavam realmente nas paradas na época. Estou lutando pelas garotas que nunca pensaram que poderiam vencer.” O trailer também exibe clipes de Minaj com seu marido Kenneth Petty, enquanto ela discute o momento em que “se tornou a mais forte que já estive na minha vida”. Confira abaixo. Coming SOON!!!! The #NickiDocumentary you didn’t know you needed. Love you so much. 😘🫶🏽🎀💕🦄 pic.twitter.com/KbOY5fPU0s — Nicki Minaj (@NICKIMINAJ) July 28, 2022

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