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    “Minions 2” vira animação de maior bilheteria da pandemia

    3 de julho de 2022 /

    “Minions 2: A Origem de Gru” precisou de apenas três dias para virar a animação de maior bilheteria de todo o período da pandemia na América do Norte. A produção da Universal arrecadou US$ 108 milhões em seu fim de semana de estreia nos EUA e Canadá. E como segunda-feira é feriado nos EUA – Dia da Independência – , projeções do mercado sugerem que chegará a US$ 127,9 milhões em seus primeiros quatro dias. Ironicamente, “Lightyear” (em 6º lugar) tinha superado “Encanto” neste fim de semana, ao atingir US$ 105,3 milhões em 18 dias no mercado norte-americano. Mas, em vez de marcar uma nova liderança, esse valor agora representa a segunda maior arrecadação de uma animação durante a contaminação de covid-19 na América do Norte. “Minions 2” bateu esse total em três dias. De forma impressionante, o quinto filme da franquia “Meu Malvado Favorito” teve um desempenho de blockbuster pré-pandemia. Sua venda de ingressos quase igualou o antecessor, “Minions”, que em 2015 estreou com US$ 115 milhões em três dias. Mais que isso, a projeção para os quatro dias é um recorde de todos os tempos: maior abertura do Dia da Independência, superando o blockbuster “Transformers: O Lado Oculto da Lua”, que fez US$ 115,9 milhões ao longo de quatro dias em 2011. O sucesso foi mundial. Lançado em mais 61 países, somou US$ 93,7 milhões no exterior e registrou as maiores estreias de animação na era da pandemia em 52 desses territórios. Foi até além na Argentina, Arábia Saudita, Israel e Venezuela, onde teve a maior abertura de uma animação da História. Com isso, o filme já ultrapassou US$ 200 milhões de bilheteria global – acima dos US$ 187,5 milhões de “Lighyear”, mas ainda abaixo dos US$ 256,2 milhões de “Encanto” no mercado mundial. Fora dos EUA e Canadá, “Minions 2” teve suas maiores bilheterias no Reino Unido e Irlanda (US$ 12,9 milhões), seguidos por México (US$ 12,4 milhões), Alemanha (US$ 4,8 milhões), Espanha (US$ 3,6 milhões), Indonésia (US$ 3,4 milhões), Argentina (US$ 3,3 milhões) e Brasil (US$ 3,2 milhões). O público atribuiu ao filme uma nota “A” no CinemaScore, resultado de pesquisas na saída dos cinemas dos EUA. Mas a crítica norte-americana não se empolgou tanto, somando 68% de provação no Rotten Tomatoes. Em 2º lugar no ranking dos EUA, “Top Gun: Maverick” caiu apenas 14% em relação à semana anterior, arrecadando US$ 25,5 milhões em seu sexto fim de semana em cartaz. Até o feriado de segunda-feira, as vendas de ingressos devem chegar a US$ 32,5 milhões. O total da bilheteria doméstica da produção da Paramount está em US$ 570 milhões, o maior faturamento do ano na América do Norte. Em todo o mundo, a marca é de US$ 1,11 bilhão, também a maior de 2022. Líder do fim de semana passado, “Elvis” caiu para o 3º lugar, arrecadando US$ 19 milhões no fim de semana. Até agora, a cinebiografia musical da Warner Bros. acumulou US$ 67 milhões na América do Norte e US$ 113 milhões globalmente, embora ainda não tenha estreado em muitos países. O lançamento no Brasil está marcado para 14 de julho. Em estado de graça, a Universal também conquistou o 4º e o 5º lugares do ranking, com “Jurassic World: Domínio” e “O Telefone Preto”, dando ao estúdio três raras posições entre os cinco filmes mais vistos do fim de semana nos EUA. O sexto capítulo da franquia “Jurassic” arrecadou US$ 15,6 milhões e, após quatro semanas, acumula US$ 335,3 milhões nas bilheterias domésticas, com robustos US$ 824,5 milhões em todo o mundo. Fechando o Top 5, o terror “O Telefone Preto” arrecadou US$ 12,3 milhões e, depois de dois fins de semana, soma US$ 49,7 milhões na América do Norte e US$ 74,4 milhões globalmente. Ainda inédito no Brasil, o filme de Scott Derrickson (diretor de “Doutor Estranho”) estreia em 21 de julho no Brasil.

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  • Série

    Estreias: “Stranger Things” é a série mais esperada da semana

    1 de julho de 2022 /

    Todas as atenções desta sexta (1/7) estão voltadas para o final de “Stranger Things”. Como acaba a temporada, quem morre, quantas vezes vai tocar Kate Bush? Os fãs estão ansiosos pelas respostas a estas e outras perguntas, prontos para maratonar as quatro horas derradeiras da atração na Netflix, antes de ver o que mais está disponível nesta semana. E há ótimas opções, como a nova temporada de “Only Murders on the Building”, maior sucesso da Star+, e a estreia de “A Lista Terminal”, thriller de ação estrelado por Chris Pratt. Sem esquecer que não estamos listando “The Boys”, mas a série segue arrepiando semanalmente na Amazon. Confira abaixo 9 sugestões para assistir depois da 1ª e absoluta de todas neste fim de semana.   | STRANGER THINGS # 4/2 | NETFLIX   Depois de quebrar recordes e virar a maior audiência entre todas as séries em inglês da Netflix, “Stranger Things” retorna para os instantes finais de sua temporada, jogando muita expectativa sobre o aguardado confronto entre Onze (ou Eleven, em inglês) e Vecna. Será a luta da super-heroína contra o monstro, como a própria Onze (Millie Bobby Brown) sugeriu no começo da história. Com Kate Bush de volta à trilha sonora, os episódios finais reunirão os jovens protagonistas e conduzirão a um novo mergulho no Mundo Invertido. Mas os detalhes são propositalmente vagos. Entre as descrições adiantadas, o cineasta Shawn Levy (“O Projeto Adam”), produtor e diretor da série, definiu o desfecho como um “soco bem no coração”, enquanto o ator Joseph Quinn, intérprete de Eddie Munson, soltou a palavra “carnificina” e os irmãos Duffer, criadores da atração, confirmaram uma “contagem de corpos” – deixando os fãs preocupados com o destino de seus personagens favoritos, numa temporada que deu uma guinada forte rumo ao terror. Embora restem só mais dois capítulos para completar a história, eles terão tamanho de filmes. O 8º capítulo se estende por cerca de 1 hora e 25 minutos, enquanto o 9º e derradeiro tem quase 2 horas e meia de duração. São, portanto, quase quatro horas de muita tensão.   | ONLY MURDERS ON THE BUILDING # 2 | STAR+   A série de comédia traz Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short como três vizinhos obcecados por documentários criminais, que resolvem criar um podcast ao se depararem em seu prédio com um mistério igual aos que amam assistir – o que, por azar, também os transforma nos principais suspeitos do crime. A trama continua na 2ª temporada, quando os três se veem confrontados por uma pessoa misteriosa interessada em incriminá-los e vê-los presos, ao mesmo tempo em que surge um podcast rival e todos no prédio passam a olhá-los com desconfiança. Para completar, a trama ainda passa a contar com novas e variadas participações especiais, incluindo a premiada atriz Shirley MacLaine (vencedora do Oscar por “Laços de Ternura”), a comediante Amy Schumer (“Descompensada”) e a modelo/atriz Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”). Criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a atração é a primeira série da carreira do veterano comediante de e marca a volta de Selena Gomez ao formato, uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place” – encerrada em 2012 no Disney Channel.   | ATLANTA # 3 | STAR+   A premiada criação de Donald Glover retorna após um hiato de quatro anos com uma significativa mudança de locação, passando a acompanhar as confusões de seus personagens pela Europa. A trama gira em torno de Earn (Donald Glover) e seu primo Paper Boy (Brian Tyree Henry), um rapper em ascensão, enquanto navegam pelo mundo da música. Nos novos episódios, eles vão embarcar numa turnê pela Europa, junto dos amigos Darius (Lakeith Stanfield) e Van (Zazie Beetz), tentando se ajustar ao sucesso inesperado. Curiosamente, a vida real espelha o sucesso da ficção, já que o elenco se tornou bastante popular após a estreia em 2016. Desde então, Danny Glover tornou-se ocupadíssimo com filmes, músicas e outros projetos, enquanto Brian Tyree Henry fez “Brinquedo Assassino” e “Corra!”, Zazie Beetz apareceu em “Deadpool 2” e “Coringa”, e Lakeith Stanfield até foi indicado ao Oscar em 2021 por “Judas e o Messias Negro”. A temporada é a penúltima da série. Glover decidiu encerrar seu acordo geral com o canal pago FX para firmar um novo contrato milionário com a Amazon. Por conta disso, as duas temporadas finais foram gravadas simultaneamente, visando dar um encerramento adequado à produção e facilitar a vida dos fãs, que não precisarão esperar anos pelos capítulos finais.   | A LISTA TERMINAL # 1 | AMAZON PRIME VIDEO   A produção que marca a volta de Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) ao universo das séries – sete anos após o fim de “Parks and Recreation” e o começo de sua bem-sucedida carreira cinematográfica – é um thriller à moda antiga, em que um homem armado faz justiça contra o sistema. Só que seus seis episódios renderiam um filme mediano de duas horas, com a vantagem de eliminar o excesso patriótico e a ideologia embutida de extrema direita. “A Lista Terminal” é baseado no livro de mesmo nome de Jack Carr, foi desenvolvida como série por David DiGilio (criador de “Traveler”) e conta com direção do cineasta Antoine Fuqua, que já trabalhou com Pratt em “Sete Homens e um Destino” (2016). Na trama, o ator vive James Reece, um Navy SEAL que volta para casa após uma missão traumática – seu pelotão caiu numa emboscada inimiga e todos, menos ele, foram assassinados. Conforme tenta se readaptar à vida normal, ele percebe que suas memórias sobre o incidente são conflituosas e começa a buscar evidências de uma suposta conspiração do governo que possa estar tentando incriminá-lo pelo massacre. Logo, seu objetivo se transforma em vingança. O elenco “de cinema” também destaca Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como a esposa de Reece, Taylor Kitsch (“John Carter”) como um ex-SEAL, melhor amigo e aliado do protagonista, Constance Wu (“As Golpistas”) como uma correspondente de guerra sem medo de riscos e o australiano Jai Courtney (o Bumerangue do Esquadrão Suicida) como principal antagonista, além de Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”), JD Pardo (“Mayans MC”), LaMonica Garrett (“1883”), Stephen Bishop (“Run the World”), Sean Gunn (“Guardiões da Galáxia”) e Patrick Schwarzenegger (“Sol da Meia-Noite”), que é cunhado de Pratt.   | THE WALKING DEAD: WORLD BEYOND # 2 | AMAZON PRIME VIDEO   A 2ª e derradeira temporada da série derivada de “The Walking Dead” acelera a ação e apresenta a maior ameaça já vista neste universo compartilhado: a Milícia da República Cívica, capaz de destruir comunidades fortificadas ao se fingir de aliada, enquanto busca a cura para a epidemia zumbi. A trama se conecta com a série principal ao revelar o retorno de Jadis (Pollyanna McIntosh), vista pela última vez levando Rick (Andrew Lincoln) de helicóptero para paradeiro desconhecido. Embora os episódios tragam mais perguntas que respostas, a história tem consequências importantes e abre o universo dos zumbis para novas tramas. Além disso, seus personagens devem reaparecer em outras séries da franquia. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), o galã Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”) como líder da Milícia da República Cívica (CRM, na sigla em inglês).   | EL REFUGIO # 1 | STARZPLAY   Série de ficção-científica chilena com astros mexicanos e produção do premiado cineasta Pablo Larraín (“Spencer”), “El Refugio” valoriza seu pequeno orçamento com uma abordagem de suspense psicológico. Quando fenômenos inexplicáveis começam a acontecer, uma família isolada numa fazenda passa a ficar cada vez mais convencida que está atravessando um evento apocalíptico. A causa, porém, é apresentada em tom de mistério como nos filmes de M. Night Shyamalan. Criada por Julio Rojas (do podcast “Paciente 63”) e Enrique Videla (“La Jauría”), a série destaca Alberto Guerra (“Narcos: México”), Ana Claudia Talancón (“O Crime do Padre Amaro”), Zuria Vega (“A Vingança das Juanas”), Alfredo Castro (“O Clube”) e Diego Escalona (“A Sorte de Loli”), entre outros.   | AS CRÔNICAS DE CUCU # 1 | HBO MAX   A série de comédia familiar conta a história de imigrantes da República Dominicana que tentam se estabelecer em Miami nos anos 1980, acompanhando o novo emprego do pai, um executivo em ascensão de uma companhia aérea que atende a Flórida e o Caribe. Tudo é narrado pela filha caçula como um flashback de sua infância, ao estilo de produções da TV aberta como “Anos Incríveis”, “Fresh Off the Boat”, “Todo Mundo Odeia o Chris” e “Os Goldbergs”. Mas se a premissa é conhecida, a produção compensa a falta de inovação com personagens envolventes, especialmente as filhas, que descobrem o intrincado mundo das tribos escolares – onde todos se parecem com Madonna, inclusive os meninos – ao se mudarem para os EUA. Criada por Claudia Forestieri (roteirista de “Selena: A Série”), a produção tem um título bem melhor em inglês: “Gordita Chronicles”, que merecia uma tradução mais próxima. O elenco destaca Juan Javier Cardenas (o Dante de “The Walking Dead”) e Diana Maria Riva (“Disque Amiga para Matar”) como os pais, Savannah Nicole Ruiz (“Gentefied”) como a irmã e a estreante Olivia Gonçalves como a Cucu/Gordita do título.   | QUEENS # 1 | STAR+   A produção musical “Queens” pode ser considerada um contraponto dramático e afro-americano para “Girls5eva”, mas enquanto a comédia das cantoras brancas foi renovada, o drama das artistas negras durou uma única temporada. A produção gira em torno de quatro ex-integrantes de um grupo vocal feminino que teve curta carreira após estourar nos anos 1990. Convidadas a se apresentarem juntas novamente num grande evento, elas decidem retomar a parceria, mesmo que suas vidas estejam em momentos completamente diferentes. Como curiosidade, pelos menos duas das integrantes realmente fizeram sucesso musical na década de 1990, a rapper Eve e a cantora Brandy (agora, Brandy Norwood). O resto do quarteto inclui Naturi Naughton (da série “Power”) e Nadine Velazquez (“My Name Is Earl”), e o elenco ainda destaca Pepi Sonuga (“Famous in Love”) como uma jovem cantora em ascensão. “Queens” foi criada por Zahir McGhee (roteirista de “Scandal”) e teve seu piloto dirigido pelo cineasta Tim Story (“Tom & Jerry: O Filme”).   | GUARDIÕES DA MANSÃO DO TERROR # 1 | NETFLIX   Espécie de “Scooby-Doo queer”, a série animada é baseada nos quadrinhos “DeadEndia”, de Hamish Steele, e gira em torno de dois funcionários adolescentes de uma casa assombrada de parque temático, que pode ser um portal para o inferno. Acompanhados por seu cachorro falante, eles enfrentam zumbis, bruxas, apresentadores de game show e outras ameaças. Apesar da premissa familiar, o conteúdo inova por sua abertura à inclusão. Voltada para crianças, a série é o primeiro programa infantil americano a trazer um menino transexual como personagem principal. E com um detalhe: ele não pode perder seu emprego no parque mal-assombrado porque fugiu de casa, após a falta de apoio da família para sua transição.   | BAYMAX! # 1 | DISNEY+   A série derivada do longa animado “Operação Big Hero” (vencedor do Oscar em 2015) deixa de lado os super-heróis adolescentes do filme original para se concentrar no dia-a-dia do robô Baymax, trabalhando como um prestativo assistente pessoal nas ruas de San Fransokyo. São apenas seis episódios e bem curtos (10 minutos cada), em que Baymax abandona seu jovem dono Hiro, após ouvir gemidos de dor distantes, para buscar pessoas necessitadas e ajudá-las com seus machucados.

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  • Filme

    Estreias: “O Homem do Norte” é o destaque das locadoras digitais

    1 de julho de 2022 /

    Os lançamentos das locadoras digitais superam as opções de assinatura para assistir em casa neste fim de semana. Enquanto a Netflix investe em melodramas sul-coreanos e plataformas rivais disponibilizam um catálogo já visto na TV, as principais novidades, como “O Homem do Norte” e o inédito nos cinemas “O Domingo das Mães”, chegam apenas em serviços de VOD (Video on Demand). Menos conhecida que opção de serviços por assinatura, a versão online das antigas videolocadoras não tem mensalidades. O público paga apenas o filme que deseja assistir – como nos velhos tempos da Blockbuster. E conta com novidades que estiveram recentemente em cartaz no circuito cinematográfico, além de produções premiadas em festivais internacionais – incluindo dramas LGBTQIAP+. O serviço é oferecido em plataformas como Apple TV, Google Play, Microsoft Store, Loja Prime e YouTube. Confira os lançamentos.       | O HOMEM DO NORTE | CLARO TV+, VOD*   O épico viking estrelado por Alexander Skarsgård (“Big Little Lies”) e Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) é um filme de vingança sangrento, com cenas de batalha apresentadas com violência extrema pelo diretor Robert Eggers, responsável pelos terrores “A Bruxa” (2015) e “O Farol” (2019) Em sua produção de maior orçamento e ambição, ele conta com um elenco grandioso, que ainda destaca Nicole Kidman (“Aquaman”), Ethan Hawke (“Cavaleiro da Lua”), Willem Dafoe (“O Farol”), Claes Bang (“Drácula”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e a cantora Bjork. Ambientada na Islândia na virada do século 10, a trama acompanha o filho de um rei, que na infância testemunha o assassinato do pai e passa anos esperando acertar as contas com o usurpador. Esse resumo sintetiza uma história presente em várias sagas nórdicas e que, como apurou Eggers, inspirou Shakespeare a escrever nada menos que a peça “Hamlet”.   | O DOMINGO DAS MÃES | VOD*   Diretora de clipes que chamou atenção com o filme de guerra “Filhas do Sol” (2018), a francesa Eva Husson faz sua estreia em inglês com um romance tórrido, passada em um dia quente da primavera de 1924. Na trama, a empregada doméstica e órfã Jane Fairchild se vê sozinha no Dia das Mães. Após seus patrões se ausentarem, ela tem a rara chance de passar um bom tempo com seu amante secreto, um rapaz da mansão vizinha, apaixonado por ela há muito tempo, apesar de estar noivo de outra mulher. Mas o amor proibido tem poucas chances de prosperar em meio a diferenças de classes e asfixia existencial do período. O melodrama é baseado no romance homônimo de Graham Swift (autor de “O Último Adeus”) e é registrado com um fotografia belíssima e um elenco afinado, encabeçado pela australiana Odessa Young (“A Escada”) e os britânicos Josh O’Connor (“The Crown”), Colin Firth (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e Olivia Colman (“A Filha Perdida”). Bastante festejado pela imprensa inglesa, atingiu 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | ERA UMA VEZ… EM HOLLYWOOD | NETFLIX   Um dos maiores sucessos comerciais da carreira de Quentin Tarantino chega no catálogo da Netflix, reunindo pela primeira vez no mesmo filme os astros Leonardo DiCaprio e Brad Pitt. Os dois já tinham trabalhado com o diretor em “Django Livre” e “Bastardos Inglórios”, respectivamente, mas nunca tinha contracenado. Eles vivem um ator em decadência e seu dublê de longa data, que veem Hollywood e o mundo mudar de forma radical em 1969, enquanto Sharon Tate, casada com o cineasta Roman Polanski – e vivida por Margot Robbie – passa a representar uma nova geração nos cinemas. Mas a felicidade dela não vai durar muito, pois o psicopata Charles Manson logo começa a aparecer em sua vizinhança. Tem muito mais gente famosa referenciada no filme de 2019, como Bruce Lee – numa cena que dividiu opiniões, mas agradou em cheio aos fãs do diretor, acostumados a seu estilo subversivo de cinema. Obrigatório para cinéfilos e também para quem busca apenas uma boa diversão, “Era uma Vez… em Hollywood” ainda consagrou Brad Pitt com seu primeiro Oscar de interpretação.   | RISE | DISNEY+   Um dos filmes mais elogiados pela crítica dos EUA em 2022 (94% no Rotten Tomatoes), o drama esportivo é baseado na história real da família Antetokounmpo. A trama segue Charles Antetokounmpo e sua esposa Vera, após emigrarem da Nigéria para a Grécia, mostrando seus esforços para sustentar sua família sob a ameaça constante de deportação, enquanto buscam garantir a cidadania grega por meio de um sistema que “os bloqueou a cada passo”, de acordo com a sinopse do filme. Enquanto isso, seus filhos Giannis, Thanasis e Kostas começam a jogar basquete em um time juvenil local. Em pouco tempo, eles passam a chamar atenção. Muita atenção, a ponto de sua fama cruzar fronteiras e chegar à a liga de basquete profissional dos EUA. Convidados a jogar no país, eles se tornam o primeiro trio de irmãos a conquistar os campeonatos disputadíssimos da NBA – Giannis e Thanasis pelo Milwaukee Bucks e Kostas pelo Los Angeles Laker. A história real foi roteirizada por Arash Amel (“Perseguição Implacável”) como uma trama edificante de superação de dificuldades. A direção é do nigeriano Akin Omotoso, que já tinha feito outro drama esportivo bem-sucedido para a Disney: “Rainha de Katwe” (2016).   | JESUS KID | VOD*   Baseado no romance homônimo de Lourenço Mutarelli (“O Cheiro do Ralo”), o novo filme escrito e dirigido por Aly Muritiba (premiado no Festival de Veneza por “Deserto Particular”) registra o surto de um escritor de westerns de bolso, confinado num hotel e pressionado a criar rapidamente um roteiro cinematográfico sobre sua carreira frustrada. O roqueiro Paulo Miklos (“Manhãs de Setembro”) vive o protagonista, que, em crise de ansiedade, desenvolve paranoia aguda e passa a ver bandidos por toda a parte, além do herói de seus livros, o Jesus Kid do título, vivido por Sergio Marone (“Os Dez Mandamentos”). “Jesus Kid” teve sua première virtual no Festival de Gramado do ano passado, quando venceu os troféus de Melhor Direção, Roteiro e Ator Coadjuvante (Leandro Daniel, de “Sentença”).   | ESPONTÂNEA | VOD*   A comédia colegial de humor negro traz Katherine Langford (“13 Reasons Why” e “Cursed”) como uma estudante matriculada numa high school em que os alunos explodem – literalmente. Em paralelo a seu romance adolescente com o personagem de Charlie Plummer (“Tudo o Dinheiro do Mundo”), ela precisa lidar com o trauma de ter pedaços dos colegas nas roupas e de virar cobaia de cientistas que tentam encontrar a causa do fenômeno. Estreia na direção de Brian Duffield (roteirista de “Ameaça Profunda”), o filme adapta o best-seller homônimo de Aaron Starmer e ainda traz em seu elenco Piper Perabo (“Covert Affairs”) e Hayley Law (“Riverdale”).   | PARIS, 13º DISTRITO | VIVO PLAY, VOD*   Filmado em preto e branco pelo premiado cineasta Jacques Audiard (Palma de Ouro em Cannes por “Dheepan: O Refúgio”), a trama se passa no bairro parisiense de Les Olympiades (a maior “Chinatown” da Europa) e é um drama de encontros românticos. Emilie (Lucie Zhang) encontra Camille (Makita Samba), que se sente atraído por Nora (Noémie Merlant, de “Retrato de uma Jovem em Chamas”), que acaba cruzando com Amber (Jehnny Beth, de “Um Amor Impossível”). Três garotas e um garoto do novo milênio, que são amigos e às vezes amantes, e frequentemente as duas coisas. Os dois atores iniciantes do elenco, Zhang e Samba, foram indicados ao César (o Oscar francês) como Revelações do ano, e a trilha sonora do músico eletrônico Rone foi premiada no Festival de Cannes.   | A VIDA SEM VOCÊ | VIVO PLAY, VOD*   O drama romântico sueco aborda a dificuldade encontrada por um casal gay para lidar com o fim de seu relacionamento profundo. Enquanto um tenta seguir em frente, o outro se esforça para reatar. E ambos sofrem ao lembrar como foram felizes e perfeitos um para o outro, até tudo acabar. Em seu primeiro trabalho de ficção, o diretor David Färdmar lança mão de sua experiência como documentarista para registrar de forma realista e extraordinariamente honesta as dores de um rompimento, conjurando uma série de reações emocionais em cenas que despertam enorme empatia.   | VITALINA VARELA | MUBI   Mistura de documentário e ficção, o filme do premiado diretor português Pedro Costa (“Cavalo Dinheiro”) conta a história da mulher do título, nascida em Cabo Verde, que viu o marido ir embora para Lisboa em 1977, quando arranjou trabalho como pedreiro, e só foi conhecer Portugal recentemente quando ele morreu, para participar do enterro – que perdeu por chegar atrasada. O retrato de sua amargura chama atenção por ser lindamente fotografado, com cada frame assumindo aparência de pintura – visual reforçado pela predileção de filmagens noturnas e em ambientes internos de pouca luz, que conferem às cenas um visual expressionista. Venceu nada menos que 23 prêmios internacionais, inclusive o Sophia (o Oscar português) de 2020 nas categorias de Melhor Filme, Diretor, Atriz (a própria Vitalina Varela), Roteiro, Fotografia e Som (importante por ser um filme quase sem diálogos).   | CAÇADOR DE TROLL | VOD*   O cult que estava inédito em streaming finalmente chegou ao Brasil. Filmado como um falso documentário, acompanha três estudantes de cinema que investigam relatos de caça ilegal nas regiões ermas da Noruega, onde encontram um homem que diz matar trolls para o governo. Decididos a registrar sua caçada, eles encontram um terror que jamais imaginariam, mas o público pode discordar e achar que há mais gargalhadas que sustos nesse terrir famoso. Lançado em 2010, o filme norueguês venceu 10 prêmios internacionais, incluindo os prêmios do Público e do Júri do Festival Internacional de Cinema Fantástico de Neuchâtel. Graças à repercussão, o diretor André Øvredal iniciou uma bem-sucedida carreira em Hollywood e trabalhou até com Guillermo del Toro (vencedor do Oscar por “A Forma da Água”), dirigindo seu roteiro de “Histórias Assustadoras para Contar no Escuro” (2019).     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Microsoft Store, Loja Prime e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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  • Série

    Disney+ recebe séries da Marvel que estavam na Netflix. Veja a ordem correta de exibição

    30 de junho de 2022 /

    A plataforma Disney+ disponibilizou em seu catálogo as séries da Marvel que estavam na Netflix. Os episódios de “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro”, “Justiceiro” e “Os Defensores” chegaram no Brasil nesta quarta (29/5) e também vieram acompanhados de ajustes nos controles etários da plataforma, já que representam o material mais adulto – por conta de cenas de sexo, palavrões e violência – já oferecidos pelo serviço. Com isso, o streaming agora passa a ter conteúdo para maiores de 16 e 18 anos, e os assinantes precisarão atualizar as restrições etárias de suas contas para evitar que crianças tenham acesso à partes de sua programação. A chegada das séries da Netflix na Disney+ coincide com outro acontecimento: o retorno de alguns personagens daquelas atrações, interpretados pelos mesmos atores, em novas produções do Marvel Studios. Charlie Cox encarnou Matt Murdock, o Demolidor, numa breve aparição em “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, lançado em dezembro passado, enquanto Vincent D’Onofrio voltou a viver o Rei do Crime, antagonista do Demolidor, na série “Gavião Arqueiro”, também lançada em dezembro na Disney+. Em entrevista recente à revista The Hollywood Reporter, Cox brincou que sabia “um pouco” sobre o que estava reservado para seu personagem no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) após a aparição de Matt Murdock no filme do Homem-Aranha. Depois disso, a Marvel contratou os produtores-roteiristas Matt Corman e Chris Ord, criadores de “Cover Affairs”, para desenvolverem uma atração com o Demolidor. As séries chegam completas e de forma simultânea, mas elas não foram feitas para serem vistas uma após a outra. Em seu lançamento original, as atrações formaram um universo compartilhado da Marvel na Netflix e, assim como os filmes do estúdio, possuem uma ordem de exibição. Os personagens e suas histórias se misturam e quatro deles chegam a estrelar juntos “Os Defensores”, minissérie que amarra as histórias das primeiras temporadas. Para quem for assistir pela primeira vez, o guia abaixo revela a ordem correta das temporadas, da estreia do “Demolidor” em 2015 ao final abrupto de “Jessica Jones” em 2019. A propósito, a Disney+ também liberou “Agents of SHIELD”. Mas, apesar de também chegar em streaming pela Netflix, esta produção foi feita originalmente para a TV aberta e não tem conexão com as demais. Veja a seguir como assistir as séries sem se perder na continuidade das histórias, espalhadas entre as diferentes produções. 1ª) “Demolidor” #1 2ª) “Jessica Jones” #1 3ª) “Demolidor” #2 4ª) “Luke Cage” #1 5ª) “Punho de Ferro” #1 6ª) “Os Defensores” #1 7ª) “O Justiceiro” #1 8ª) “Jessica Jones” #2 9ª) “Luke Cage” #2 10ª) “Punho de Ferro” #2 11ª) “Demolidor” #3 12ª) “O Justiceiro” #2 13ª) “Jessica Jones” #3

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  • Série

    “High School Musical: A Série” entra em clima de “Camp Rock” no trailer da nova temporada

    29 de junho de 2022 /

    A Disney+ divulgou o pôster e o trailer da 3ª temporada de “High School Musical: A Série: O Musical”, que leva os personagens para um acampamento de verão ao estilo de “Camp Rock”. A prévia também destaca a participação especial de Corbin Bleu, que viveu Chad nos filmes originais da franquia. Além dele, o trailer ainda mostra Jesse Tyler Ferguson (o Mitchell de “Modern Family”) interpretando um amigo da família de Nini (Olivia Rodrigo) e o tema da temporada, que vai acompanhar os Wildcats tentando produzir um musical baseado na animação “Frozen”. A 3ª temporada também marcará a despedida de Olivia Rodrigo da série. Ela terá papel bem pequeno – quase não é vista na prévia. O resto do elenco inclui Joshua Bassett, Sofia Wylie, Matt Cornett, Julia Lester, Dara Reneé, Frankie Rodriguez, Saylor Bell Curda e Adrian Lyles, além das estrelas recorrentes Aria Brooks, Liamani Segura e Ben Stillwell. A estreia dos novos episódios está marcada para 27 de julho, e a série já se encontra renovada para o quarto ano de produção.

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  • Série

    Produtora revela detalhes da série inspirada em “Os Goonies”

    28 de junho de 2022 /

    A produtora Gail Berman revelou os primeiros detalhes de “Our Time”, série inspirada no filme clássico “Os Goonies”, confirmando seu desenvolvimento para a plataforma Disney+. O projeto foi escrito por Sarah Watson (criadora de “The Bold Type”) e não é uma adaptação do filme de 1985, mas uma homenagem. A premissa gira em torno de uma professora substituta que conhece três estudantes que sonham filmar sua própria versão do lendário filme de Richard Donner. Em entrevista para a Variety sobre o sucesso de “Elvis”, sua mais recente produção, Berman foi perguntada sobre a série e contou como a ideia surgiu e em que pé se encontra. “Quando eu estava na Paramount, havia esses garotos fazendo um filme sobre ‘Os Caçadores da Arca Perdida’, um remake cena a cena. Na época, o estúdio ficou muito chateado com isso. Mas eu achei que era uma ideia incrível e isso ficou na minha cabeça – como você pode pegar uma ideia como essa e a transforma em uma série?”, indagou Berman. Fãs de “High School Musical” já sabem a resposta, mas vamos adiante. Ele continuou: “Precisávamos de um ótimo roteirista e grandes parceiros, então trouxemos a ideia para a Amblin e os caras adoraram. Sarah Watson é nossa criadora. A série é uma história de uma cidade e uma família ao estilo de ‘Friday Night Lights’, e dentro disso eles contam a história de um remake de ‘Os Goonies’. Tivemos que ir para a Warner Bros., para Toby Emmerich, e perguntar se poderíamos ter direitos [do filme]. Eles disseram que sim, obviamente, por causa de Spielberg e dos Donners. Agora estamos fazendo isso para a Disney+.” Os Donners citados são o falecido diretor Richard Donner, que realizou o longa de 1985 e planejava fazer uma continuação, antes de morrer no ano passado, e sua esposa Lauren Shuler Donner, produtora dos filmes e séries dos X-Men. Além de contar com Richard Donner (que também fez “Superman – O Filme”) atrás das câmeras, “Os Goonies” foi escrito por Chris Columbus (“Esqueceram de Mim”) e por Steven Spielberg em sua fase áurea (época de “E.T,” e “Indiana Jones”), e reuniu um elenco mirim que acabou ficando bem famoso, como as então crianças Josh Brolin (“Vingadores: Ultimato”), Sean Astin (“O Senhor dos Anéis”), Corey Feldman (“Garotos Perdidos”) e Martha Plimpton (“The Real O”Neals”). Nenhum ator foi anunciado para o elenco da série, que prestará tributo ao clássico. Nem há previsão de estreia.

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    Teaser de “Abracadabra 2” resgata bruxas dos anos 1990

    28 de junho de 2022 /

    A Disney divulgou o pôster e o teaser de “Abracadabra 2”, continuação do popular filme infantil de bruxas dos anos 1990. Mas até as divertidas personagens originais aparecerem em cena, a prévia parece mais uma nova sequência de “Jovens Bruxas”, com clima dramático e sombrio. Lançado em 1993, o primeiro longa contava a história de Winifred (Bette Midler), Sarah (Sarah Jessica Parker) e Mary (Kathy Najimy), três bruxas do século 17 que chegavam ao presente após seus espíritos serem invocados no Dia das Bruxas. Porém, precisam enfrentar três crianças e um gato falante, dispostos a atrapalhar seus planos de garantir sua imortalidade. A produção dirigida por Kenny Ortega (“Os Descendentes”) se tornou um grande sucesso infantil da Disney e suas estrelas nunca desistiram da campanha por uma continuação. O projeto acabou confirmado após um relançamento improvisado do filme, durante a pandemia, atingir resultados notáveis, obtendo cerca de US$ 5 milhões em um punhado de cinemas dos EUA, apesar de também ter sido reprisado na TV na mesma época. Na sequência, as bruxas voltaram à Salem nos dias atuais após serem invocadas por três adolescentes, vividas por Whitney Peak (“Gossip Girl”), Lilia Buckingham (“Crown Lake”) e Belissa Escobedo (“American Horror Stories”). A direção está a cargo da cineasta Anne Fletcher (“A Proposta”) e o elenco também inclui Hannah Waddingham (“Ted Lasso”) e Tony Hale (“Veep”), além de Doug Jones (“Star Trek: Discovery”), que interpretou Billy Butcherson na versão original e reprisará o papel no novo filme. A estreia está marcada para 30 de setembro na plataforma Disney+. Veja abaixo o teaser nacional, em duas versões: legendada e dublada em português.

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    “Top Gun: Maverick” reassume a liderança das bilheterias do Brasil

    27 de junho de 2022 /

    “Top Gun: Maverick” reassumiu a liderança das bilheterias brasileiras, levando 256 mil espectadores aos cinemas entre quinta (23/6) e domingo (26/6) para uma arrecadação de R$ 6,20 milhões. Ao todo, o filme estrelado por Tom Cruise soma mais de R$ 87 milhões no país Relatos do exterior indicam que essa quantia representa a maior bilheteria de uma produção live-action da Paramount no Brasil. O país foi listado pelo site The Hollywood Reporter junto a outros em que a continuação de “Top Gun” quebrou recordes de arrecadação, ao atingir US$ 1 bilhão de bilheteria mundial no fim de semana. O 2º lugar do ranking nacional ficou com “Jurassic World: Domínio”, que faturou R$ 4,94 milhões nos cinemas brasileiros. Campeão da semana passada, “Lightyear” caiu para o 3º lugar em seu segundo fim de semana em cartaz, queda que também aconteceu nos EUA. A maior surpresa da lista foi a entrada da produção indie “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” no parte superior do ranking. A sci-fi do multiverso foi lançado oficialmente na quinta-feira passada (23/6) em pouco mais de 130 salas – ou seja, em menos de 10% do espaço ocupado por “Top Gun: Maverick”, “Jurassic World” e “Lightyear” na ocasião de seus lançamentos. Mesmo assim, atingiu uma bilheteria de R$ 769 mil e ficou em 4º lugar, à frente do suspense “Veja Por Mim”, que chegou em mais salas (203) e faturou bem menos (R$ 390 mil) para fechar o Top 5. Confira abaixo a lista das 10 maiores bilheterias do Brasil no fim de semana. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 23-26/61. #TopGunMaverick 2. #JurassicWorldDominio 3. #Lightyear 4. #TudoEmTodoOLugarAoMesmoTempo 5. #VejaPorMim6. #DoutorEstranho #MultiversoDaLoucura 7. #SonicMovie2 8. #AssassinoSemRastro9. #AmigoSecreto10. #MedidaProvisória — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) June 27, 2022

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    Christian Bale topa voltar a viver Batman. Mas tem uma condição

    27 de junho de 2022 /

    Christian Bale pode ter virado vilão da Marvel em “Thor: Amor e Trovão”, mas não esqueceu seus dias de herói da DC. Em entrevista ao site Screen Rant, ele entrou na brincadeira do multiverso, após Michael Keaton retomar o papel de Batman nos vindouros filmes “The Flash” e “Batgirl”, e disse que toparia voltar a viver o Cavaleiro das Trevas. Mas com uma condição: que Christopher Nolan também retornasse como diretor do filme. “Se Chris Nolan dissesse ‘sabe de uma coisa? Eu tenho outra história para contar’ e quisesse contar essa história comigo, eu estaria dentro”, ele afirmou. O ator ainda confidenciou que a Warner Bros. nunca o procurou com nenhuma proposta nesse sentido. “Ninguém nunca mencionou isso para mim. Ocasionalmente, as pessoas me dizem: ‘ouvi dizer que você foi abordado’ E eu falo: ‘isso é novidade para mim’. Ninguém nunca disse isso”, explicou. Bale foi o Bruce Wayne da trilogia dirigida por Nolan – “Batman Begins” (2005), “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012) – , que se tornaram enormes sucessos de público e crítica. Em campanha de divulgação de “Thor: Amor e Trovão”, ele também foi questionado sobre o “Batman” de Robert Pattinson e admitiu que ainda não assistiu ao filme. “Eu ainda não vi”, disse o ator para a revista Variety, garantindo em seguida que pretende ver o filme, e elogiando o novo intérprete do herói. “Robert [Pattinson] é um ator absolutamente maravilhoso”. Ele se justificou dizendo que assiste a poucos filmes. “Todo diretor com quem trabalho, eu vi alguns de seus filmes, e eles sempre olham pra mim e [perguntam]: ‘Você está brincando?’. Eu gosto de realmente saborear filmes e não assistir a muitos de uma vez”, explicou. Seu novo filme, “Thor: Amor e Trovão”, tem estreia marcada para 7 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    John Krasinski vai estrelar filme do Quarteto Fantástico?

    27 de junho de 2022 /

    Os filmes da Marvel não tem público, tem fãs. O problema disso é que, depois de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, os fãs esperam ver John Krasinski como Reed Richards no já anunciado filme novo do Quarteto Fantástico. Só que uma declaração do diretor Sam Raimi, responsável pelo novo filme do Doutor Estranho, indica que isso não está garantido. “É engraçado que Kevin Feige [chefe do Marvel Studios] tenha escalado John, porque os fãs sempre tiveram um sonho de quem seria o Reed Richards perfeito. Então, porque este é um universo alternativo, Kevin pensou que era uma boa oportunidade para realizar esse sonho”, disse Raimi em um áudio oficial da produção de “Multiverso da Loucura”. A explicação com ênfase em “universo alternativo” indica que, pela forma como o personagem apareceu, a interpretação de Krasinski teria sido apenas uma das muitas versões do Sr. Fantástico existentes. Considerando que o multiverso pode conter diversas variantes de uma mesma pessoa, inclusive com aparências distintas – como já demonstrou a série “Loki” – , outro ator pode assumir o papel num futuro filme. Por sinal, o próximo “Quarteto Fantástico” ainda precisa escalar um diretor antes de determinar seu elenco. Anunciado à frente da produção, o diretor Jon Watts (de “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”) saiu do projeto e seu substituto ainda não foi definido. Também não há detalhes sobre o enredo. A Marvel anunciou o novo filme do Quarteto Fantástico em dezembro de 2020. A produção vai apresentar a terceira versão do grupo neste século, após três filmes lançados pela 20th Century Fox, marcando o ingresso oficial de Reed Richards (Senhor Fantástico), Sue Storm (Mulher Invisível), Johnny Storm (Tocha Humana) e Ben Grimm (O Coisa) no universo dos Vingadores. Entretanto, embora tenha se passado um ano e meio desde o anúncio do projeto, tudo o que o estúdio revelou sobre o filme até agora foi seu logotipo oficial, que pode mudar, o diretor, que já mudou, e a data de estreia em julho de 2024. Apostas indicam que isso também será alterado.

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    Estreia de “Elvis” e “Top Gun” dividem topo da bilheteria dos EUA

    26 de junho de 2022 /

    Numa disputa acirradíssima, o estreante “Elvis” e o blockbuster “Top Gun: Maverick” chegaram neste domingo (26/6) tecnicamente empatados como os filmes mais vistos do fim de semana nos EUA e Canadá. Ambos faturaram US$ 30,5 milhões nas bilheterias, de acordo com levantamento preliminar da Comscore, e a ordem de classificação será definida apenas na recontagem de segunda-feira. “Elvis” teve uma abertura acima das expectativas, considerando-se os US$ 25,7 milhões da estreia da última cinebiografia de rock nos cinemas – “Rocketman”, sobre Elton John. O público adorou, dando nota A- no CinemaScore. Já a avaliação do críticos, segundo o Rotten Tomatoes, foi um pouco menos entusiasmada, com 78% de aprovação para a versão do diretor Baz Luhrmann sobre a vida de Elvis Presley. No exterior, a produção da Warner Bros. arrecadou US$ 20 milhões de seus primeiros mercados para um início global de US$ 50,5 milhões. O Reino Unido e a Austrália foram os países de maior procura pelo filme, com US$ 4,7 milhões de ingressos vendidos em cada um. O lançamento no Brasil, porém, só vai acontecer em 14 de julho. Já “Top Gun: Maverick” é definitivamente um fenômeno. Neste fim de semana, completou um mês em cartaz e segue voando alto das bilheterias. E não apenas nos EUA. Também foram mais US$ 44,5 milhões de arrecadação no exterior, vindo de 65 mercados diferentes só nos últimos três dias. Isto leva a um faturamento histórico e nunca antes visto na carreira do ator Tom Cruise. A continuação de “Top Gun” (1986) tornou-se o segundo lançamento de Hollywood a ultrapassar US$ 500 milhões no mercado interno desde o começo da pandemia. Chegou a um total doméstico de US$ 521,7 milhões neste domingo, atrás apenas de outro fenômeno: “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que arrecadou US$ 804,7 milhões na América do Norte. A produção da Paramount também ultrapassou a cobiçada marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se o primeiro trabalho de Tom Cruise a atingir esse número. Com esse desempenho, a obra do diretor Joseph Kosinski ainda tomou de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” a liderança das bilheterias domésticas e mundiais de 2022. O mais interessante é que os dois líderes não foram os únicos com ótimos desempenhos. Em 3º lugar, “Jurassic World: Domínio” vendeu US$ 26,4 milhões de ingressos para superar a marca de US$ 300 milhões na América do Norte, com um total até domingo de US$ 302,8 milhões. Graças ao faturamento internacional – que inclui generosos US$ 114 milhões da China, onde os outros filmes não foram lançados – , os dinossauros da Universal Pictures já se aproximam dos US$ 750 milhões em bilheteria mundial. A estreia de “O Telefone Preto” assegurou o 4º lugar com uma abertura estimada em US$ 23,4 milhões, também melhor que o esperado. O terror da Universal, dirigido por Scott Derrickson (“Doutor Estranho”), agradou a crítica como uma pontuação de 87% no Rotten Tomatoes. Além disso, somou mais US$ 12,4 milhões em 45 mercados para um início global de US$ 35,9 milhões. Mas o público brasileiro ainda vai ter que esperar quase um mês para conferir – o lançamento nacional está marcado para 21 de julho. O Top 5 se completa com a única decepção da semana: “Lightyear”, da Disney e da Pixar, que perdeu 65% do público em seu segundo fim de semana em cartaz. Nos últimos três dias, a animação fez US$ 17,7 milhões, numa queda rara para um filme da Pixar, só superada por “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, que estreou em março de 2020, no momento em que os cinemas começaram a fechar por causa da pandemia, resultando numa declínio de 72% em seu segundo fim de semana em cartaz. O total doméstico de “Lightyear” é de US$ 88,8 milhões após dez dias, enquanto o mundial está em US$ 152,4 milhões. Extremistas comemoram o mau resultado como comprovação da derrota da “agenda gay” da obra – uma personagem é lésbica e dá um selinho no filme. Mas o motivo do desempenho abaixo do esperado não tem nada a ver com lacração. Desenhos animados simplesmente não são mais os campeões que costumavam ser antes da pandemia. Por mais que pareça decepcionante, a arrecadação de “Lightyear” em dez dias já é praticamente igual ao que rendeu “Encanto”, uma celebração de família heterossexual com grande capacidade reprodutiva, durante toda sua trajetória no ano passado. Vencedor do Oscar 2022, “Encanto” faturou US$ 90 milhões na América do Norte – US$ 1,2 milhão a mais que dois fins de semana de “Lightyear” – e foi a maior bilheteria de animação de 2021. “Lightyear” também é o segundo maior sucesso animado deste ano, atrás apenas de “Os Caras Malvados”, com US$ 95 milhões nos EUA e Canadá, que devem ser superados no próximo fim de semana. As razões para a diminuição das bilheterias de desenhos animados são a falta de vacinação nas crianças e receio das famílias de levar os filhos a ambientes fechados como cinemas. Não por acaso, as assinaturas da plataforma de streaming da Disney dispararam e já começam a se aproximar da Netflix.

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    “Doutor Estranho” e as estreias digitais da semana

    24 de junho de 2022 /

    A programação de estreias digitais destaca o maior sucesso de cinema do ano, “Doutor Estranho no Universo da Loucura”, lançado com exclusividade na Disney+. Mas numa semana de opções fraquíssimas no streaming – o principal filme da Netflix, “O Homem de Toronto”, é uma bomba com só 25% de aprovação no Rotten Tomatoes – , os títulos que completam o Top 10 abaixo são todos de serviços de VOD (Video on Demand). A versão online das antigas videolocadoras não tem mensalidade. O público paga apenas o filme que deseja assistir, como nos velhos tempos da Blockbuster. E conta com novidades que estiveram recentemente em cartaz no circuito cinematográfico, além de produções premiadas em festivais internacionais – incluindo dramas LGBTQIAP+. O serviço é oferecido em plataformas como Apple TV, Google Play, Microsoft Store, Loja Prime e YouTube. Confira os lançamentos.       | DOUTOR ESTRANHO NO MULTIVERSO DA LOUCURA | DISNEY+   Maior bilheteria de cinema de 2022 (cerca de US$ 950 milhões em todo o mundo), o segundo filme do Doutor Estranho chega ao streaming após ter consolidado a transformação do Universo Cinematográfico da Marvel em Multiverso. Continuação direta do fenômeno “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, a produção conta o que acontece após o Doutor Estranho quebrar os limites entre as dimensões, resultando numa multiplicação de personagens e versões de personagens, com participações até de integrantes dos X-Men, Quarteto Fantástico, Inumanos e do desenho animado “What If…?”. Mas vale destacar que, além do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) e sua (spoiler) inimiga Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), a personagem mais importante do filme é America Chavez, uma heroína de outro universo vivida por Xochitl Gomez (“O Clube das Babás”). O roteiro é de Michael Waldron, criador de “Loki”, que plantou as sementes do multiverso naquela série e aqui se perde entre as dimensões. Já a direção ficou a cargo de Sam Raimi, que em seu retorno aos personagens da Marvel, após comandar a trilogia original do Homem-Aranha, tem a missão de fazer com que o multiexcesso vire diversão. | AMBULÂNCIA – UM DIA DE CRIME | CLARO TV+, VIVO PLAY, VOD* O novo thriller de ação de Michael Bay (“Transformers”) tem todos os tiros e explosões que se espera dos filmes do diretor. Na trama, Yahya Abdul-Mateen II (“A Lenda de Candyman”) e Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) vivem criminosos que improvisam a fuga de um assalto malsucedido numa ambulância roubada, fazendo a paramédica vivida por Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) de refém. Curiosamente, este é o segundo remake consecutivo de thriller dinamarquês estrelado por Gyllenhaal, que está também em “O Culpado”, na Netflix. O “Ambulancen” original foi lançado em 2005 e venceu alguns prêmios internacionais. O remake transforma o suspense de baixo orçamento num espetáculo de efeitos explosivos, com roteiro assinado por Chris Fedak, cocriador das séries “Chuck” e “Prodigal Son”, em sua estreia no cinema.   | DOG – A AVENTURA DE UMA VIDA | VOD*   Primeiro filme dirigido por Channing Tatum (“Kingsman: O Círculo Dourado”) traz o ator contracenando com um cachorro. O aspecto mais curioso é que os dois interpretam veteranos de guerra, em viagem para o funeral de um colega soldado. O projeto foi concebido pela entourage do ator. A história partiu de Brett Rodriguez, um assistente, dublê e consultor militar dos filmes de Tatum. E o roteiro final foi assinado por Reid Carolin (produtor-roteirista de “Magic Mike”), que é sócio e parceiro do astro há mais de uma década, e também dividiu a direção do filme com o amigão. O enredo é de um road movie rumo à superação, com um soldado que reluta em aceitar a vida civil e um cachorro que não aceita nenhum substituto para seu dono querido – o militar morto cujo funeral eles pretendem atender. Embora previsível como todo filme de jornada, é muito simpático e conquistou a crítica americana – 76% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | O PAI DA RITA | VOD*   Este é apenas o segundo longa de ficção de Joel Zito Araújo, o diretor do premiado “Filhas do Vento”, vencedor de nada menos que oito kikitos no Festival de Gramado de 2005. Desde então, ele fez alguns curtas e documentários, mas a demora em retornar ao cinema autoral não deixa de ser significativa para ilustrar as dificuldades que enfrentam os cineastas negros no Brasil, especialmente quando decidem filmar histórias negras com atores negros. “O Pai da Rita” é uma comédia, de premissa até bem comercial, não muito diferente do novo sucesso de Maisa na Netflix, “Pai em Dobro”, mas com um ponto de vista inverso e tendo como pano de fundo a celebração do samba. Ailton Graça (“Galeria Futuro”) e Wilson Rabelo (“Dom”) vivem dois compositores da velha guarda da Vai-Vai, que compartilham uma kitnet, décadas de amizade, o amor por sua escola de samba e uma dúvida do passado: o que aconteceu com a passista Rita, paixão de ambos. O surgimento da Ritinha (Jéssica Barbosa, de “Mormaço”), filha da passista, traz uma nova dúvida e ameaça desmoronar essa grande amizade. O detalhe é que há um terceiro possível pai nesta história: o cantor e compositor Chico Buarque, que compôs uma música sobre sua paixão por Rita no começo da carreira. A música existe mesmo: “A Rita”. E este é apenas um dos muitos elementos que enriquecem a produção, que ainda comenta a situação do samba, a crise econômica, a especulação imobiliária e muito mais.   | A NOITE DO TRIUNFO | VIVO PLAY, VOD*   Premiada como Melhor Comédia da Europa (pela Academia Europeia de Cinema) em 2020, a produção francesa gira em torno de um ator decadente (Kad Merad, de “Um Amante Francês”) que começa a dar aulas de teatro num presídio na tentativa de encenar “Esperando Godot” com os encarcerados. Mesmo feito para divertir, o filme de Emmanuel Courcol (“Cessar Fogo”) apresenta momentos tocantes, especialmente na forma como busca identificar a situação dos presidiários com o drama existencial de Vladimir e Estragon, os personagens que esperam Godot.   | POST-MORTEM – FOTOS DO ALÉM | VIVO PLAY, VOD*   O terror húngaro se passa após a 1ª Guerra Mundial e acompanha um jovem fotógrafo especializado em registrar cadáveres ao lado de suas famílias. Ao ser convencido por uma pequena órfã a visitar sua vila, que teve muitas mortes por causa da gripe espanhola, ele fica perplexo com a quantidade de mortos que ainda não foram enterrados, devido à terra congelada pelo inverno. Mas se isso pode significar muitos clientes para suas fotos, o local sombrio tem um clima estranho, com barulhos noturnos e habitantes hostis, que refletem um terreno assombrado. Super atmosférico, o longa de Péter Bergendy (“Trezor”) colecionou 27 prêmios em festivais de cinema fantástico – 10 eles só no Toronto After Dark, incluindo Melhor Filme.   | TERROR NO ESTÚDIO 666 | VOD*   Na trama que mistura terror e comédia, a banda Foo Fighters é assombrada após se mudar para uma mansão antiga para gravar seu 10º álbum, “Medicine at Midnight”, sem saber que o local é habitado por forças ocultas que podem ameaçar os trabalhos — e suas vidas. A história foi concebida pelo cantor Dave Grohl e virou um dos últimos registros do baterista Taylor Hawkins, antes de morrer de overdose durante uma turnê da banda pela América do Sul neste ano. O roteiro é assinado por Jeff Buhler (o autor do remake de “Cemitério Maldito”) em parceria com Rebecca Hughes (da série “Cracking Up”) e a direção é de BJ McDonnell, diretor de clipes de heavy metal (Slayer e Exodus) que tem trabalhado como operador de câmera nos filmes do universo “Invocação do Mal”.   | NORTH HOLLYWOOD | VIVO PLAY, VOD*   Produzido pelo músico Pharrell Williams, “North Hollywood” acompanha um jovem que precisa se decidir entre o sonho de se tornar skatista profissional ou ir para faculdade como seu pai deseja. O filme marca a estreia na direção de Miley Alfred, dono da grife de street wear Illegal Civilization e produtor de outro filme de skate famoso, “Anos 90” (2018). A trama é praticamente sua história de vida. Ele cresceu entre skatistas na região de Los Angeles retratada na trama. Não por acaso, o elenco é repleto de skaters reais, entre eles o protagonista Ryder McLaughlin, que estreou como ator em “Anos 90”. Também há participações de Vince Vaughn (“Freaky”) e Miranda Cosgrove (a “iCarly”).   | TREMORES | VIVO PLAY, VOD*   Aos 40 anos, um homem evangélico, casado e com dois filhos, se envolve em um relacionamento amoroso com outro homem. Na tentativa de “curá-lo”, sua esposa recorre ao pastor da igreja que frequentam, e logo sua comunidade se volta contra ele, revelando uma sociedade profundamente repressiva. A nova consagração de Jayro Bustamante, o premiado diretor guatemalteco de “A Chorona” (2019), venceu o LA Outfest, o troféu de Melhor Filme Latino-americano do Festival de San Sebastián e mais 12 prêmios internacionais. Elogiadíssimo pela crítica, atingiu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | MAGNÍFICO | VIVO PLAY, VOD*   O drama LGBTQIAP+ britânico acompanha Jackie, uma drag queen veterana que, aos 74 anos, descobre que tem uma doença terminal, ao mesmo tempo em que cria uma amizade inesperada com Faith, uma jovem drag queen iniciante, recém-chegada em seu club e com dificuldades financeiras. Solitária, sem amigos e apenas uma filha distante, Jackie decide aproveitar o que lhe resta de vida fazendo suas últimas performances e ajudando Faith. Escrito e dirigido pelo celebrado cineasta inglês Jamie Patterson, “Magnífico” tem 95% de aprovação no Rotten Tomatoes e venceu os troféus do Público e do Júri no LA Outfest.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Microsoft Store, Loja Prime e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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    Diretor de “Lilo & Stitch” reclama de elogios a “Frozen”: “Fizemos primeiro”

    23 de junho de 2022 /

    Chris Sanders, um dos diretores da animação “Lilo & Stitch” (2002), revelou em entrevista ao The New York Times que se sente frustrado com alguns elogios feitos à animação “Frozen: Uma Aventura Congelante” (2013). Para ele, “Lilo & Stitch” foi pioneiro em mostrar uma relação não-romântica entre duas irmãs, mas os créditos acabaram indo para a animação de Elsa e Anna, lançada 11 anos depois. “Para ser claro, acho ‘Frozen’ ótimo, mas foi um pouco frustrante para mim porque as pessoas diziam: ‘finalmente, uma boa relação entre duas irmãs’. E eu pensei: ‘nós fizemos isso, absolutamente isso foi feito antes”, revelou Sanders. Lançada em 2002, a animação “Lilo & Stitch”, que celebra 20 anos em 2022, teve uma recepção positiva da crítica, atingindo 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. À época, foi bastante elogiado o fato de o filme explorar questões familiares de maneira mais ousada do que os tradicionais filmes da Disney. É a relação entre Lilo e sua irmã mais velha, Nani, que se destaca após a morte dos pais delas em um acidente de carro. Já “Frozen: Uma Aventura Congelante”, lançado em 2013, se tornou um grande fenômeno pop e recebeu elogios pela forma como rejeitou os padrões românticos das animações da Disney, colocando no centro da trama a relação entre as irmãs Anna e Elsa, e não a conexão delas com um homem.

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