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    Jamie Lee Curtis quer fazer continuação de “Sexta-Feira Muito Louca”

    10 de outubro de 2022 /

    A atriz Jamie Lee Curtis (“Halloween”) revelou que quer fazer uma continuação de “Sexta-Feira Muito Louca”, comédia de 2003 co-estrelada por Lindsay Lohan. Em entrevista ao programa The View, Curtis falou que já levou o projeto para a Disney. “Já escrevi para a Disney, meus amigos da Disney. Estou no seu novo filme ‘Mansão Mal-Assombrada’”, contou Curtis, quando questionada sobre uma possível continuação do filme. Ela também aproveitou a oportunidade para apresentar a sua ideia para a sequência. “Deixe-me ser a avó! Deixe-me ser a velha vovó que troca de lugar”, continuou ela. “Então Lindsay se torna a vovó sexy, que ainda está feliz com Mark Harmon de todas as maneiras que você ficaria feliz com Mark Harmon. E simplesmente, eu gostaria de ver Lindsay ser a vovó gostosa, e eu gostaria de me ver tentar lidar com as crianças de hoje.” Dirigido por Mark Waters (“Papai Noel às Avessas 2”), “Sexta-Feira Muito Louca” contava a história de uma mãe (Curtis) e sua filha adolescente (Lohan) que brigam o tempo todo, até que elas trocam de corpo e são obrigadas a ver o mundo por outro olhar. O filme rendeu mais de US$ 160 milhões nas bilheterias, além de ter sido um sucesso em vídeo e na Sessão da Tarde – mas vale lembrar que era um remake de “Se Eu Fosse Minha Mãe”, de 1976. Curtis também revelou que mantém contato com Lindsay Lohan até hoje. “Lindsay Lohan e eu somos amigas. Lindsay Lohan e eu trocamos mensagens. Ela me mandou uma mensagem outro dia, ela está na Irlanda fazendo ‘Irish Wish’ [seu novo filme da Netflix].” A participação de Jamie Lee Curtis no programa foi para divulgar seu mais novo filme, “Halloween Ends”, encerramento da trilogia dirigida por David Gordon Green, que tem estreia marcada para quinta-feira (13/10) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Depois disso, ela será vista no novo filme da “Mansão Mal-Assombrada”, com estreia marcada para agosto de 2023. Assista ao trailer de “Sexta-Feira Muito Louca”.

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  • Série

    “Garota da Lua da Marvel” é renovada para 2ª temporada

    9 de outubro de 2022 /

    O Disney Channel renovou a série animada “Garota da Lua da Marvel e Dinossauro Demônio” (Moon Girl and Devil Dinosaur) quatro meses antes da estreia. Anunciada na Comic Con de Nova York, a renovação antecipada tem o objetivo de acelerar a produção de novos episódios da série, que acompanha uma nova heroína que combate o crime com a ajuda de um dinossauro. A Garota da Lua é Lunella Lafayette (dublada por Diamond White, da série “Empire”), uma menina gênio de 13 anos, que adota um Tiranossauro inteligente como bichinho de estimação (voz de Fred Tatasciore, o Drax de “What If?”). Depois que Lunella — acidentalmente — traz o dinossauro para a cidade de Nova York, por meio de um vórtice temporal, a dupla passa a trabalhar junta para proteger as ruas da metrópole. Desenvolvida por Jeffrey M. Howard e Kate Kondell (ambos de “Phineas e Ferb, O Filme: Candace Contra o Universo”), a animação também conta com dublagens de Laurence Fishburne (“Matrix”), Alfre Woodard (“Luke Cage”), Libe Barer (“Sneaky Pete”), (Alison Brie (“GLOW”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Maya Hawke (“Stranger Things”), Jennifer Hudson (“Respect”), Cobie Smulders (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Wesley Snipes (“Blade”), Andy Cohen (“Love Connection”), Cliff “Method Man” Smith (“Power Book II: Ghost”), Craig Robinson (“Killing It”), Asia Kate Dillon (“Billions”), Michael Cimino (“Love, Victor”), Sasheer Zamata (“Woke”), Jermaine Fowler (“Um Príncipe em Nova York 2”) e Gary Anthony Williams (“Pit Stop”). A série é a segunda animação baseada em personagens da Marvel criada especificamente para o Disney Channel. A primeira foi a atração derivada do longa “Operação Big Hero”. A estreia está marcada para 10 de fevereiro de 2023 nos EUA. Veja abaixo o trailer americano e um vídeo com a música-tema da série.

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  • Filme

    Diretor de “Lobisomem na Noite” revela como convenceu Marvel a lançar filme preto e branco

    7 de outubro de 2022 /

    O especial de Halloween da Marvel “Lobisomem na Noite” (Werewolf By Night) pegou muita gente de surpresa por ter sido disponibilizado nesta sexta (7/10) em preto e branco. Não se trata de um erro de exibição. Ao contrário, foi resultado de muita luta do diretor Michael Giacchino (compositor de “Batman”) em sua estreia na função. “Na minha cabeça, desde o início, precisava ser em preto e branco”, disse ele em entrevista à revista Variety, explicando que enfrentou grande ceticismo dos executivos da Marvel. Por conta da dúvidas sobre o resultado, “Lobisomem na Noite” foi, na verdade, inteiramente filmado em cores. Mas Giacchino conseguiu um compromisso de que o filme poderia ser convertido ao preto e branco caso ele provasse a superioridade dessa abordagem. Assim, ele incluiu no equipamento do set “um monitor especial que me permitia ver como seria” caso o plano monocromático fosse finalmente aprovado. “Senti que se fôssemos fazer algo novo no Universo Marvel, deveríamos fazer algo realmente diferente e ousado”, seguiu o diretor. Ele preparou diferentes montagens, com cor e sem cor, e a decisão só foi tomada na terceira versão, com o aval de Kevin Feige, o chefão do estúdio. O fato de apresentar a história em preto e branco era importante para Giacchino para se adequar melhor ao estilo que imaginou, como homenagem aos filmes de terror dos anos 1930 e 1940. “Filmes de monstros para mim não passam de alegorias para pessoas com problemas”, afirmou o diretor, em referência aos clássicos. “Toda vez que eu assistia ‘King Kong’ ou ‘O Lobisomem’, e todos os perseguiam com tochas, tentando matá-los, eu sempre me sentia mal por eles. Eu pensava: ‘gente, ele não quer fazer isso! Ele não quer ser violento! Ele tem um problema e precisa de ajuda.’” Por isso ele era fã dos quadrinhos de terror da Marvel e, quando Feige lhe perguntou se havia algum projeto que gostaria de fazer, não teve dúvidas em escolher o Lobisomem da editora, surpreendendo o próprio executivo. O Lobisomem foi um dos personagens mais marcantes da era de terror da Marvel nos anos 1970 – quando a editora lançou quadrinhos de Drácula, Frankenstein e o Motoqueiro Fantasma, entre outros. “Eu o conheci quando era criança”, disse o diretor. “Ainda tenho meus quadrinhos”. Sua adaptação, porém, não tem o compromisso de integrar o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). “Não quis me preocupar para onde a história está indo ou como vai se conectar a outra coisa. Decidi adotar a abordagem de Rod Serling [criador de ‘Além da Imaginação’] e contar uma única história isolada, uma noite na vida de Jack (Gael Garcia Bernal) e Elsa (Laura Donnelly). Isso é realmente o que eu queria fazer.” Por isso, o filme também não foi concebido como um piloto para uma possível série futura da Marvel – embora ele também conceda que “tudo pode acontecer. Veremos.” Mais conhecido pelo seu trabalho como compositor de trilhas sonoras de sucesso, como as de “Up: Altas Aventuras” (2009), “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” (2015) e “Batman” (2022), Giacchino pretende se dedicar mais à direção no futuro, mas sem abandonar a trilha sonora. Por sinal, além de dirigir, ele também compôs a trilha de “Lobisomem na Noite”. O filme de 52 minutos está disponível no serviço de streaming Disney+. Confira o trailer abaixo.

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  • Filme

    Estreias: Terror da Marvel e novos filmes pra ver em casa

    7 de outubro de 2022 /

    A primeira produção de terror do Marvel Studios abre a lista de estreias digitais da semana, que também destaca outros lançamentos exclusivos em streaming e títulos de grandes bilheterias nas locadoras digitais. Confira abaixo 10 filmes novos para conferir nas plataformas de assinatura e serviços de VOD (video on demand).   | LOBISOMEM NA NOITE | DISNEY+   O primeiro filme de terror da Marvel é uma produção estilizada como uma obra expressionista em preto e branco, com direito a vários elementos do gênero, como sombras sinistras e gritos estridentes. Um tom completamente diferente do que já foi visto no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Concebido como um especial de Halloween de 52 minutos para o streaming, a trama transcorre acelerada, com a reunião de vários caçadores de monstros num castelo para uma missão sobrenatural, e a anfitriã (Harriet Sansom Harris, de “A Família Addams 2”) avisa para todos que um deles não é quem aparenta ser, escondendo um segredo monstruoso sob a aparência humana. Para quem não lembra, Lobisomem foi um dos personagens mais marcantes da era de terror da Marvel nos anos 1970 – quando a editora lançou quadrinhos de Drácula, Frankenstein e o Motoqueiro Fantasma, entre outros. Mas o detalhe é que a editora tem dois lobisomens importantes em suas publicações. O principal é Jack Russell, criado em 1972 por Roy Thomas, Gerry Conway e Mike Ploog, que originou a revista em quadrinhos “Werewolf by Night” – lançada no Brasil pela Bloch como “Lobisomem”. O segundo, batizado de Jake Gomez, surgiu há dois anos e é um jovem descendente de uma tribo nativa americana que sofre a maldição do lobo há várias gerações. Uma curiosidade é que este personagem foi criado por Taboo, cantor da banda The Black Eyed Peas, em parceria com Benjamin Jackendoff e Scot Eaton – e Taboo, por coincidência, também é o nome de um dos principais inimigos de Jack Russell nos quadrinhos originais. Agora a situação complica (e provavelmente é spoiler!): a lista de personagens do filme traz os dois: Jack Russell, vivido por Gael Garcia Bernal (“Tempo”), e Jake Gomez, interpretado por Jaycob Maya (“Six Degrees of Separation”). E tem mais: o Homem-Coisa, monstro empático criado por Stan Lee, Roy Thomas e Gerry Conway em 1971, é a ameaça que eles devem caçar. E entre os que se alistam nessa empreitada encontra-se Elsa Bloodstone, personagem vivida por Laura Donnelly (“Outlander”, “The Nevers”), que é uma caçadora de monstros originalmente introduzida nos quadrinhos em 2001, numa minissérie de Dan Abnett e Andy Lanning. A direção está a cargo do compositor Michael Giacchino, autor da trilha do filme “Batman” e vencedor do Oscar por “Up – Altas Aventuras” (2009), que faz uma estreia muito impressionante como diretor de longa-metragem. Mantendo a praxe das produções da Marvel, a crítica adorou: 93% de aprovação no Rotten Tomatoes   | NÃO! NÃO OLHE! | VOD*   O terceiro filme de Jordan Peele (após “Corra!” e “Nós”) é um filme de disco voador diferente do habitual, em que os personagens, em vez de temer o OVNI, pensam em como lucrar com ele. Os protagonistas são dois irmãos que treinam cavalos para filmes de Hollywood, que após a morte repentina do pai deparam-se com a visão de algo estranho nos céus. Mas seus planos de gravar o fenômeno acabam virando caos. O elenco destaca Daniel Kaluuya (vencedor do Oscar por “Judas e o Messias Negro”), que repete a parceria de “Corra!” com Peele, Keke Palmer (“Scream Queens”), Steven Yeun (indicado ao Oscar por “Minari”), Brandon Perea (“The OA”), Michael Wincott (“Westworld”) e Barbie Ferreira (“Euphoria”). Sucesso de público e crítica nos EUA, alcançou 82% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes.   | TREM-BALA | VOD*   O novo filme de Brad Pitt é um besteirol de ação, que apresenta uma luta atrás da outra, do começo ao fim da exibição. Ele vive um assassino de aluguel azarado, que embarca em um trem-bala no Japão com uma missão simples. Mas logo descobre que não é o único assassino com o mesmo objetivo, o que leva a um conflito generalizado durante a viagem, em que o vencedor do Oscar por “Era uma Vez em… Hollywood” troca socos, pontapés, facadas e tiros com oponentes variados pela posse de uma maleta misteriosa. O elenco estrelado reúne Joey King (“A Cabine do Beijo”), Aaron Taylor Johnson (“Godzilla”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Masi Oka (“Heroes”), Logan Lerman (dos filmes de “Percy Jackson”), Andrew Koji (“Warrior”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”), Karen Fukuhara (“The Boys”) e o cantor Bad Bunny (“Narcos: Mexico”), além de Sandra Bullock (“Gravidade”) em participação especial. Cartunesco a ponto de parecer um desenho animado violento, o thriller é baseado num best-seller de Kôtarô Isaka (“Um Pierrô”), que foi adaptado pelo roteirista Zak Olkewicz (“Rua do Medo: 1978”) e contou com um especialista em pancadaria na direção, David Leitch (“John Wick”, “Deadpool 2” e “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”).   | O TELEFONE DO SR. HARRIGAN | NETFLIX   Jaeden Martell, principal ator mirim de “It: A Coisa”, volta a estrelar um terror baseado em obra de Stephen King, mas desta vez quase sem levar sustos. Ele vive um adolescente de cidade pequena, que faz amizade com um bilionário idoso e recluso chamado Sr. Harrigan – vivido pelo veterano Donald Sutherland (“Jogos Mortais”). Os dois estreitam os laços graças ao amor compartilhado por livros e um iPhone, mas quando o idoso morre, o garoto descobre que consegue continuar conversando com seu velho amigo pelo telefone, que foi enterrado com ele. Isto acontece depois dele deixar uma mensagem no celular no caixão, desejando que o velho amigo estivesse vivo para aconselhá-lo a como lidar com um garoto mais velho, após sofrer uma agressão. A ligação dá início a uma série de mortes, aparentemente acidentais, de inimigos do garoto. A adaptação tem roteiro e direção de John Lee Hancock (“Um Sonho Possível”), que claramente não é especialista no gênero. Mais fraco filme desta seleção, teve apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes – o que, de todo modo, é mais que o suspense da Netflix “Uma Garota de Sorte”, com Mila Kunis, que não teve espaço na lista.   | CATARINA, A MENINA CHAMADA PASSARINHA | AMAZON PRIME VIDEO   A comédia medieval escrita e dirigida por Lena Dunham (criadora de “Girls”) gira em torno da personagem-título, vivida por Bella Ramsey (a corajosa Lyanna Mormont de “Game of Thrones”). Catherine é uma jovem aristocrata que recusa a aceitar as convenções de sua época, entre elas se casar com um homem mais velho escolhido pelo pai e se comportar como uma donzela. A trama se passa em 1290, quando a família Rollo deposita todas suas esperanças na jovem, conhecida como Birdy. Falido e sem esperança para o futuro, Sir Rollo acredita ter como saída o dote de sua filha mais nova, num casamento com um pretendente abastado. Só que ele quer muito mais da vida e isso resulta em muitos problemas para todos. Andrew Scott (o padre de “Fleabag”) vive Sir Rollo e o elenco também destaca Billie Piper (“Doctor Who”), Joe Alwyn (“A Última Carta de Amor”), Dean-Charles Chapman (também de “Game of Thrones”) e Ralph Ineson (“A Bruxa”).   | MENTIRAS SECRETAS | VOD*   Benoît Poelvoorde (“Românticos Anônimos”) vive um escritor famoso no suspense de Fabrice du Welz (“King: Uma História de Vingança”). Em busca de inspiração para escrever um novo romance, ele se muda para sua casa de campo com a esposa. Mas o retiro do casal vira um pesadelo quando uma jovem misteriosa e fascinada pelos livros do protagonista chega à casa, iniciando um triângulo com sedução e traição. Aplaudido pela crítica internacional, chegou a 73% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | LUTA PELA LIBERDADE | VOD*   O primeiro filme de espionagem do mestre Zhang Yimou (“Herói”) se passa na década de 1930 e segue quatro agentes especiais do Partido Comunista que retornam à China depois de receber treinamento na União Soviética. Mas ao embarcarem em sua primeira missão, são traídos e se veem cercados por perigos de todos os lados. A fotografia é deslumbrante – praxe nos filmes de Yimou – e foi reconhecida com muitos dos 19 troféus conquistados pelo filme em festivais e premiações da indústria cinematográfica chinesa.   | BOA SORTE, LEO GRANDE | VOD*   A atriz inglesa Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”) vive uma viúva que resolve contratar o Leo Grande do título, um garoto de programa vivido por Daryl McCormack (“A Roda do Tempo”) que, além de lhe proporcionar seu primeiro orgasmo, também vira seu confidente. A narrativa praticamente teatral (um ambiente, dois atores, muitos diálogos) tem direção da australiana Sophie Hyde (“Animals”). Elogiadíssimo, tem a maior aprovação no Rotten Tomatoes entre os filmes da semana: 93%.   | 45 DO SEGUNDO TEMPO | VOD*   Três amigos de colégio se reencontram após 40 anos para recriar uma foto tirada no dia da inauguração do metrô de São Paulo. A reunião é, na realidade, o pretexto de um deles, dono de um restaurante com problemas financeiros, para avisar aos demais que pretende se matar. Mas não sem antes ver o Palmeiras ser campeão. A comédia sombria de Luiz Villaça (“O Contador de Histórias”) é estrelada por Tony Ramos (“Se Eu Fosse Você”), Cassio Gabus Mendes (“Justiça”) e Ary França (“Samantha!”) e usa o expediente do reencontro para confrontar a nostalgia de um passado irreal, embelezado por lembranças distantes, e um presente de desencanto com os rumos das vidas. Os três viraram pessoas completamente diferentes de quem eram. E embora um deles tenha tomado a decisão de encerrar sua história assim, os outros dois passam a ponderar a opção da ressignificação. O resultado é um belo filme que, como o título indica, reforça a fé na esperança até o apito final.   | O PALESTRANTE | VOD*   Fábio Porchat vive um contador sem perspectivas, recém demitido e abandonado pela noiva, que num impulso assume outra identidade ao ver uma placa com um nome aleatório no aeroporto do Rio. Só que ele acaba, sem saber, tomando o lugar de um palestrante motivacional contratado para animar os empregados de uma empresa. Agora tem que colocar todos pra cima no momento em que se encontra mais pra baixo. A comédia foi escrita pelo próprio Porchat em parceria com Cláudia Jouvin (“L.O.C.A.”), tem direção de Marcelo Antunez (“Até que a Sorte nos Separe 3”) e traz Dani Calabresa como a funcionária que recepciona o falso palestrante e logo se torna o interesse romântico e incentivo motivacional para o personagem insistir na farsa.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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    “Abracadabra 2” bate recorde de visualizações da Disney+

    4 de outubro de 2022 /

    “Abracadabra 2”, continuação do popular filme infantil de bruxas dos anos 1990, quebrou o recorde de visualizações da Disney+. A nova aventura das irmãs Winifred (Bette Midler), Sarah (Sarah Jessica Parker) e Mary (Kathy Najimy) se tornou o filme original mais visto nos três primeiros dias iniciais de lançamento no catálogo da plataforma nos EUA. A informação foi divulgada pela conta oficial da Disney+ no Twitter, mas sem nenhum número ou maiores detalhes. De todo modo, é possível lembrar que a Disney+ lançou anteriormente com exclusividade alguns pesos-pesados, como os desenhos da Pixar “Soul” e “Luca”, o novo “A Era do Gelo: As Aventuras de Buck” e a recente versão live-action de “Pinóquio”. “Abracadabra 2” teria sido mais visto que todos esses. No filme de 1993, as três bruxas do século 17 chegavam ao presente após seus espíritos serem invocados no Dia das Bruxas, mas tiveram seus planos frustrados por três crianças e um gato falante. A história mudou pouco, já que agora precisam derrotar três garotas e um vendedor de produtos mágicos muito falante (Sam Richardson, de “Veep”) para garantir sua imortalidade. Lançado na sexta (30/9), o filme conta com direção da cineasta Anne Fletcher (“A Proposta”) e o elenco também inclui Doug Jones (“Star Trek: Discovery”), que interpretou Billy Butcherson na versão original e reprisa o papel na sequência. Veja abaixo o trailer do longa.

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    Roteirista de “Doutor Estranho 2” vai escrever “Vingadores: Guerras Secretas”

    3 de outubro de 2022 /

    O Marvel Studios contratou o roteirista Michael Waldron, de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, para escrever o roteiro de “Vingadores: Guerras Secretas”, que foi anunciado como encerramento da Saga do Multiverso. Waldron tem sido fundamental na criação do multiverso dentro do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Ele criou e atuou como roteirista principal da série “Loki”, que fraturou a linha do tempo da Marvel e introduziu uma multiplicidade de realidades alternativas, exploradas em “Doutor Estranho 2”. O roteirista, portanto, ficará encarregado de encerrar a narrativa que ele ajudou a criar com “Loki” e “Doutor Estranho 2”. O filme será lançado depois de “Vingadores: A Dinastia Kang”, que também deverá lidar com o multiverso. A estreia de “Vingadores: Guerras Secretas” está marcada para novembro de 2025.

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    Tentativa de ataque terrorista em Brasília vai virar filme

    3 de outubro de 2022 /

    A Disney brasileira vai fazer um filme baseado no caso do sequestro do Boeing 375 da Vasp, em 1988. Na época, um rapaz armado obrigou o piloto a desviar para Brasília para cometer um atentado terrorista. Segundo a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, a escalação do elenco já começou. As filmagens acontecerão em São Paulo. O avião saiu de Belo Horizonte com destino ao Rio de Janeiro, mas Raimundo Nonato Alves da Conceição, de 28 anos, obrigou o piloto a desviar de rota, com o objetivo de atingir o Palácio do Planalto. O comandante conseguiu pousar em Goiânia, onde a aeronave foi cercada por policiais. O sequestrador acabou baleado e morreu. De acordo com informações apuradas após o crime, ele tinha perdido o emprego numa construtora por conta da crise econômica no país e culpava o então presidente José Sarney. A história foi recentemente lembrada no podcast “Atenção Passageiros Vasp 375: O Atentado Terrorista no Brasil”, da Globoplay. Em desenvolvimento há tempos, o filme tem roteiro de Lusa Silvestre (“Medida Provisória”) e será dirigido por Marcos Baldini (“Bruna Surfistinha”). “O Sequestro do Voo 375” tem previsão de estreia para 2023.

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    As 10 melhores séries de setembro

    2 de outubro de 2022 /

    Com cada vez mais séries lançadas todas as semanas nos diversos serviços de streaming em operação no Brasil, nem os campeões das maratonas de sofá conseguem acompanhar o ritmo do mercado. A seleção abaixo é um lembrete para reforçar produções que merecem mais atenção entre a enxurrada de títulos recentes. Um detalhe interessante na seleção é a quantidade de séries épicas e grandiosas foram lançadas em setembro, com muitos efeitos visuais e/ou reconstituições apuradas de época – sejam passadas numa galáxia muito distante ou no Império Romano. Confira abaixo o Top 10 com os trailers de cada destaque.   | STAR WARS: ANDOR | DISNEY+   A mais madura e melhor das séries “Star Wars” registra um clima intenso de suspense de espionagem, mais até do que de aventura espacial, e o mérito é do roteiro envolvente de Tony Gilroy, que escreveu “Rogue One”, filme que introduziu o personagem Cassian Andor, e também assinou a franquia de Jason Bourne. A trama é um prólogo que resgata três personagens de “Rogue One” (2016), que também foi o melhor filme de “Star Wars” desde a trilogia original. Além do personagem-título, vivido por Diego Luna, há a líder da resistência Mon Mothma, interpretada por Genevive O’Reilly, e o rebelde Saw Gerrera, vivido por Forest Whitaker. Juntos, eles representam a semente da rebelião contra o Império, após o colapso da República no filme “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). O início da formação da Aliança Rebelde tem direção de Toby Haynes, que assinou o episódio “USS Callister”, de “Black Mirror”, vencedor do Emmy em 2018. E o elenco também inclui Adria Arjona (“Esquadrão 6”), Stellan Skarsgard (vencedor do Globo de Ouro por “Chernobyl”), Kyle Soller (da série “Poldark”), Denise Gough (“Colette”) e Alex Lawther (“The End of the F***ing World”).   | O SENHOR DOS ANÉIS: OS ANÉIS DO PODER | AMAZON PRIME VIDEO   A série mais cara da história da televisão, que teria custado mais de US$ 750 milhões – fala-se em US$ 1 bilhão – para ser produzida, é um espetáculo visual deslumbrante, que combina locações de tirar o fôlego na Nova Zelândia com efeitos de computação impressionantes para materializar uma fantasia tão envolvente quanto os filmes de Peter Jackson. A trama inédita, concebida pela dupla Patrick McKay e J.D. Payne (de “Star Trek: Discovery”), acompanha um grupo de personagens, novos e familiares, que precisam se unir para confrontar o ressurgimento do mal na Terra Média. Liderando os personagens está a jovem Galadriel (Morfydd Clark), que ao pressentir o perigo inicia uma jornada que apresenta a forja dos Anéis de Poder, o surgimento de Sauron e a aliança entre homens e elfos. Os dois primeiros episódios, dirigidos por J.A. Bayona (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), mapeiam os diferentes povoados, incluindo vilas de anões e pés-peludos, para explicar quem são os novos personagens e suas motivações. Cada núcleo tem seus próprios dramas, conflitos e aventuras, que precisam entrar em rota de convergência. São pelo menos 20 personagens, interpretados por nomes como Peter Mullan (“Westworld”), Benjamin Walker (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”), Cynthia Addai-Robinson (“Spartacus”), Maxim Baldry (“Years and Years”), Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”), Trystan Gravelle (“A Descoberta das Bruxas”), Augustus Prew (“The Morning Show”), Charles Edwards (“The Crown”), Lenny Henry (“The Witcher”), Simon Merrells (“Spartacus”) e Joseph Mawle (“Game of Thrones”), entre outros. Com uma narrativa de fôlego, materializada com o que existe de mais avançado em efeitos, e uma equipe técnica de dar inveja em muito blockbuster, o resultado é uma fotografia, figurino e cenografia para vencer tudo no Emmy 2023. É realmente o maior épico já feito para a telinha. Mas não veja na telinha. Veja na maior Smart TV possível.   | THE OLD MAN | STAR+   A primeira série da carreira de Jeff Bridges, vencedor do Oscar por “Coração Louco” (2009), é baseada no livro homônimo de Thomas Perry e traz Bridges como o velho do título, um ex-agente da CIA chamado Dan Chase, aposentado e em reclusão há décadas, que precisa desenferrujar suas habilidades quando um assassino de aluguel aparece para perturbar sua paz. Obrigado a encarar seu passado e seus erros, ele sai de seu esconderijo para ajustar contas contra aqueles que sabem o que ele fez e que tentam matá-lo. Elogiadíssima, a série estreou com 96% de aprovação da crítica nos EUA, na média do Rotten Tomatoes. A equipe fantástica da produção inclui o diretor Jon Watts (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), os roteiristas Robert Levine e Jonathan E. Steinberg (cocriadores da ótima série de piratas “Black Sails”), e um elenco formado por feras como Bridges, John Lithgow (vencedor do Emmy por “The Crown” e “Dexter”), Amy Brenneman (indicada ao Emmy por “Judging Amy”), Faran Tahir (“Homem de Ferro”) e Alia Shawkat (“Search Party”). Vale lembrar que, antes das gravações, o ator enfrentou um tratamento contra o câncer e durante a produção ainda ficou mal ao pegar covid-19. Mas isso não o impediu de gravar seu trabalho com mais cenas de ação, repleto de tiroteios, colisões de carros e violência ao estilo dos thrillers tradicionais de Liam Neeson.   | THE HANDMAID’S TALE 5 | PARAMOUNT+   Baseada no livro homônimo de Margaret Atwood, lançado no Brasil como “O Conto da Aia”, a série mostra um futuro distópico, onde a extrema direita assume o poder e cria um governo, Gilead, que usa a Bíblia como base para retirar todos os direitos das mulheres e executar homossexuais. Mas June (Elisabeth Moss), uma mulher aprisionada e usada como “aia” por um dos líderes do governo para se reproduzir, inicia uma rebelião que ameaça a estabilidade do patriarcado. A 5ª temporada da série premiada explora o acirramento da rivalidade entre June e Serena (Yvonne Strahovski) após o assassinato do Comandante Waterford (Joseph Fiennes). Enquanto a viúva aproveita a tragédia para reunir seguidores em pleno Canadá, a ex-aia faz planos para voltar a Gilead como parte de uma guerrilha, visando derrubar de vez o governo extremista. Só que ela também se torna alvo da vingança dos fundamentalistas. A série foi recentemente renovada para sua 6ª temporada, que também será a última.   | COBRA KAI 5 | NETFLIX   A 5ª temporada mostra Terry Silver (Thomas Ian Griffith) expandindo o império Cobra Kai para tornar seu estilo impiedoso de artes marciais ainda mais dominante. A trama também traz de volta o vilão Mike Barnes (Sean Kanan), visto em “Karatê Kid III”. E mesmo diante do inimigo comum, os ex-rivais Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) não conseguem sequer fazer seus alunos se entenderem. Alimentada pela nostalgia da década de 1980, “Cobra Kai” foi criada por Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”) e segue os personagens clássicos de “Karatê Kid” mais de 30 anos após os eventos da franquia original. Além dos citados, a lista de personagens clássicos inclui ainda Lucille (Randee Heller) e Chozen (Yuji Okumoto), do primeiro e do segundo filme.   | THE SERPENT QUEEN | LIONSGATE+   A nova minissérie de Rainhas históricas da Lionsgate+ (ex-Starzplay) traz Samantha Morton, que reinou entre os mortos-vivos como Alpha na série “The Walking Dead”, no papel de Catarina de Médici, uma das mulheres mais influentes – e cruéis – que já usou uma coroa. Casando-se ainda adolescente na corte francesa do século 16, ela logo perde a inocência e, com sua inteligência e determinação, domina o esporte sangrento que é a monarquia melhor do que ninguém, governando a França por 50 anos. “The Serpent Queen” foi desenvolvida pelo roteirista Justin Haythe (“Operação Red Sparrow”), tem direção de Stacie Passon (“Os Segredos do Castelo”) e conta com produção do cineasta Francis Lawrence (da franquia “Jogos Vorazes”).   | DOMINA | HBO MAX   Quem gosta de épicos históricos precisa acompanhar a série britânica, gravada na Itália, sobre Livia Drusilla, a primeira Imperatriz de Roma. E o bom da produção original da Sky chegar pela HBO Max é que ela pode ser encarada como sequência dos eventos da premiada série “Roma” (2005–2007), da HBO. Criada e escrita por Simon Burke (“Fortitude”) e dirigida pela cineasta australiana Claire McCarthy (“Ophelia”), a história segue o percurso de Livia, dos tempos de jovem ingênua que vê o seu mundo desmoronar após o assassinato de Júlio César, até seu segundo casamento com o sobrinho de César, Caio Otávio – que vai à guerra contra Marco Antônio para inaugurar o Império Romano – , impulsionada por um desejo profundo de vingar a família e assegurar o poder para seus filhos. O elenco central destaca a polonesa Kasia Smutniak (“Devils”) como Livia e o inglês Matthew McNulty (“The Terror”) como Caio, mais conhecido como o futuro imperador Otávio Augusto. O elenco também inclui Liam Cunningham (“Game Of Thrones”), Isabella Rossellini (“Joy: O Nome do Sucesso”), Christine Bottomley (“The End of the F***ing World”), Colette Tchantcho (“The Witcher”), Ben Batt (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Enzo Cilenti (“Free Fire”) e Claire Forlani (“A Cinco Passos de Você”). Detalhe: já está renovada para a 2ª temporada.   | DAHMER: UM CANIBAL AMERICANO | NETFLIX   A minissérie sobre os crimes do serial killer canibal Jeffrey Dahmer é uma espécie de reprise temática de “The Assassination of Gianni Versace – American Horror Story”. Ambas são produzidas por Ryan Murphy (também de “American Horror Story”), têm a mesma estrutura narrativa e moral da história. Na atração exibida em 2018, um serial killer foi capaz de matar o dono da grife Versace por causa da homofobia da polícia, que não se dedicou a capturar o assassino que “só” matava gays. Na nova produção, o racismo é o componente primordial para a impunidade do Dahmer durar décadas. Baseada na história real do psicopata, a série mostra como Dahmer, um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. O elenco destaca Evan Peters (“American Horror Story”) como Dahmer e Niecy Nash (“Claws”) como a vizinha, além de Penelope Ann Miller (“American Crime”), Shaun J. Brown (“Future Man”), Colin Ford (“Daybreak”) e o veterano Richard Jenkins (“A Forma da Água”).   | PISTOL | STAR+   A minissérie sobre a banda Sex Pistols tem direção de Danny Boyle (“Trainspotting”) e faz uma recriação detalhista da época do nascimento do punk rock. Mas divide opiniões por ser baseada em “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro de Steve Jones, que acaba dando mais destaque para o guitarrista que o incendiário empresário Malcolm McLaren e o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), verdadeiros mentores da banda. A trama destaca a trupe punk original, que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood (então namorada de McClaren), e recria shows históricos e lendas conhecidas, como a substituição do baixista Glen Matlock por Sid Vicious, que não sabia tocar seu instrumento. O roteiro é assinado por Craig Pearce (“Moulin Rouge!”) e Frank Cottrell Boyce (responsável por outra obra deste período: o filme “A Festa Nunca Termina”), e o elenco inclui Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Paul Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock, Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious, Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”) como McLaren e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série.   | ROTA 66 – A POLÍCIA QUE MATA | GLOBOPLAY   A trama de “true crime”...

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  • Série

    As 10 melhores estreias de séries da semana

    30 de setembro de 2022 /

    A semana de muitas estreias oferece opções de séries bem diferentes, do thriller hollywoodiano de ação “The Old Man” ao musical nacional “O Coro”, passando por produções grandiosas de época, suspenses, comédias, melodramas e até super-heróis. Mas o principal é que Star+, Globoplay e HBO Max se juntam à iniciativa da Netflix de aumentar a vitrine para produções da Europa, América Latina e África, com títulos que encantam e acumulam prêmios – incluindo “Reyka”, indicada ao Emmy Internacional. Confira abaixo 10 dicas para começar a acompanhar ou maratonar neste fim de semana.   | THE OLD MAN | STAR+   A primeira série da carreira de Jeff Bridges, vencedor do Oscar por “Coração Louco” (2009), é baseada no livro homônimo de Thomas Perry e traz Bridges como o velho do título, um ex-agente da CIA chamado Dan Chase, aposentado e em reclusão há décadas, que precisa desenferrujar suas habilidades quando um assassino de aluguel aparece para perturbar sua paz. Obrigado a encarar seu passado e seus erros, ele sai de seu esconderijo para ajustar contas contra aqueles que sabem o que ele fez e que tentam matá-lo. Elogiadíssima, a série estreou com 96% de aprovação da crítica nos EUA, na média do Rotten Tomatoes. A equipe fantástica da produção inclui o diretor Jon Watts (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), os roteiristas Robert Levine e Jonathan E. Steinberg (cocriadores da ótima série de piratas “Black Sails”), e um elenco formado por feras como Bridges, John Lithgow (vencedor do Emmy por “The Crown” e “Dexter”), Amy Brenneman (indicada ao Emmy por “Judging Amy”), Faran Tahir (“Homem de Ferro”) e Alia Shawkat (“Search Party”). Vale lembrar que, antes das gravações, o ator enfrentou um tratamento contra o câncer e durante a produção ainda ficou mal ao pegar covid-19. Mas isso não o impediu de gravar seu trabalho com mais cenas de ação, repleto de tiroteios, colisões de carros e violência ao estilo dos thrillers tradicionais de Liam Neeson.   | O CORO: SUCESSO AQUI VOU EU | DISNEY+   A série brasileira criada por Miguel Falabella tem a premissa do musical “A Chorus Line”, misturada com “Smash” e melodrama de novela. A diferenciação é a trilha, composta de clássicos da MPB, que são cantados pelo elenco durante as encenações. A trama acompanha um grupo de jovens adultos de diferentes origens, que veem no anúncio de um teste para uma famosa companhia de teatro a chance de correr atrás de sonhos adormecidos e fazer uma carreira teatral. Os aspirantes a cantores-atores que são aprovados na primeira triagem passam a viver um misto de sentimentos: o deslumbramento com o mundo do teatro, a descoberta de novos amores, traições, assombramentos do passado e o medo da rejeição, pois não sabem se serão contratados no final das audições. Além de escrever, dirigir (com Cininha de Paula) e produzir, Falabella também atua na série, aparecendo como o produtor do projeto que será montado na trama. Mas seu papel é menor que a dos jovens aspirantes. O elenco inclui grandes estrelas dos musicais brasileiros, como Karin Hils, que fez os musicais “Mudança de Hábito” e “Donna Summer”, e Sara Sarres, do espetáculo “O Fantasma da Ópera”. Além delas, destacam-se Gabriella Di Grecco, protagonista da série argentina “Bia”, do Disney Channel, além de Daniel Rangel (“Três Verões”), Lilian Valeska (“Malhação”), Guilherme Magon (“Assédio”), Karin Hills (“Pé na Cova”), Jandir Ferrari (“A Vida Secreta dos Casais”), a novata Sara Sarres, Rhener Freitas e a argentina Micaela Diaz (os dois últimos também vem da série “Bia”), entre outros.   | REYKA | HBO MAX   O suspense policial sul-africano acompanha a personagem-título, que usa seu trauma da adolescência, como vítima de um estuprador sádico, para se tornar uma policial especializada na mente de psicopatas. Mas ao iniciar a caça de um serial killer, ela descobre que precisará encarar antigos demônios. Criada por Rohan Dickson (“Desert Rose”), a série venceu quatro prêmios SAFTAs (o Emmy sul-africano), incluindo o de Melhor Atriz para Kim Engelbrecht (“Raised by Wolves”), intérprete de Reyka, que também concorre ao Emmy Internacional. O elenco ainda inclui Iain Glen (de “Game of Thrones”).   | A IMPERATRIZ | NETFLIX   Esta é a segunda série do ano sobre Sissi, a adolescente que virou Imperatriz da Áustria e é adorada nos países de língua alemã – e na Hungria – tanto pela modernidade de seu reinado como pelo status de heroína romântica forjado numa trilogia cinematográfica de enorme sucesso nos anos 1950, que catapultou a atriz Romy Schneider ao estrelato mundial. Criada por Katharina Eyssen (“A Garota das Nove Perucas”), a nova série alemã é menos escandalosa que a lançada pela Globoplay e foca no início do romance avassalador da jovem Elisabeth von Wittelsbach, a Sissi (que tinha 16 anos na vida real), e Franz Joseph (então com 23 anos), Imperador da Áustria e Rei da Hungria, Croácia e Boêmia no final do século 19. A trama se foca nas dificuldades impostas para o casamento do Imperador, incluindo a desaprovação da corte e da rainha-mãe, que preferia ver o filho casado com a irmã mais velha da jovem, e seu irmão, que deseja o trono e também a sua futura cunhada. Apesar dessa história de amor ser lendária, o relacionamento conduz a uma sucessão de tragédias típicas de melodramas – e que aconteceram de verdade na vida de Sissi. O elenco traz Devrim Lingnau (“Carmilla”) e Philip Froissant (“Ilha de Segredos”) como o casal central.   | GERMINAL – A REVOLUÇÃO | GLOBOPLAY   A obra-prima do escritor Émile Zola virou uma minissérie épica de seis episódios, que venceu o prêmio do público do Festival Series Mania. A história se passa no norte da França durante uma greve provocada pela redução dos salários em 1860, e a adaptação manteve o realismo e a extrema politização da obra original, que descreve as condições árduas de vida nos agrupamentos dos mineiros e o princípio da organização política e sindical da classe operária. Zola viveu dois meses com mineiros para conceber a ambientação. Concebida por Julien Lilti (“Hippocrate”), a produção inclui em seu elenco Louis Peres (“Como Virei Super-Herói”), Guillaume Tonquédec (“Delicioso: Da Cozinha para o Mundo”), Alix Poisson (“Les Revenants”) e Thierry Godard (“Atentado em Paris”).   | EXPOSTA | HBO MAX   A produção norueguesa reflete como o vazamento de uma sex tape afeta a vida de duas adolescentes de uma escola de Ensino Médio. Bastante adulta, ao estilo de “Euphoria”, a produção foi premiada com dois troféus Gullruten (o Emmy norueguês) por sua Fotografia e Edição. Criada pela cineasta Marie Kristiansen (do filme “Exteriors”) tem as jovens Thea Sofie Loch Næss (a Skade de “O Último Reino”) e Amalia Holm (a Scylla de “Motherland: Fort Salem”) como protagonistas.   | LIMBO | STAR+   Criada pelos cineastas argentinos Mariano Cohn e Gastón Duprat (dos filmes premiados “Cidadão Ilustre” e “Concorrência Oficial”), a atração dramática acompanha Sofia (Clara Lago, de “O Passageiro”), uma jovem milionária que parece ter tudo: uma vida glamurosa, uma família que satisfaz todos os seus caprichos e grandes amigos que são seus cúmplices em um estilo de vida ousado. Mas tudo muda quando seu pai morre e ela retorna a Buenos Aires, cidade onde nasceu, para enfrentar um intenso legado que inclui o negócio da família, a rivalidade com seus dois irmãos (Mike Amigorena e Esteban Pérez) e a descoberta de um lado desconhecido de seu pai. Motivada a provar que pode ser mais que uma garota mimada, Sofía surpreende a todos ao decidir assumir sua parte nos negócios.   | ME CONTE MENTIRAS | STAR+   Produzida pela atriz Emma Roberts (“American Horror Story”) e pela roteirista Meaghan Oppenheimer (criadora de “Queen America”), a série melodramática acompanha um relacionamento tumultuado que se desenrola ao longo de 8 anos, desde que o casal central se conhece na faculdade, arrastando todos a seu redor em consequências devastadoras. Grace Van Patten (“Nove Desconhecidos”) e Jackson White (“Mrs. Fletcher”) são os protagonistas.   | VISITORS | HBO MAX   A comédia sci-fi francesa acompanha um incidente misterioso numa cidadezinha interiorana, que se tornou palco da colisão de dois discos voadores. E o responsável por investigar o local da queda é um policial sem nenhuma experiência, em seu primeiro dia de trabalho. Criada, dirigida, produzida e estrelada por Simon Astier (“Hero Corp”), a atração é uma homenagem divertida às séries clássicas de ficção científica, com direito inclusive à personagens inspirados em “Arquivo X” – os agentes Muller e Scolla.   | LEGENDS OF TOMORROW 7 | NETFLIX   A última temporada da série de super-heróis viajantes do tempo traz os personagens menos famosos – e mais divertidos – da DC Comics perdidos na era do jazz. Ao longo dos episódios, enquanto lutam para voltar ao presente, eles resolvem várias pendências dramáticas, trazendo conclusão a muitas histórias. No ar desde 2016, “Legends of Tomorrow” foi a única criação 100% original do Arrowverso, concebida por Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Phil Klemmer a partir da junção de heróis de outras séries que nunca se reuniram num grupo similar nos quadrinhos. A premissa também era inédita. As chamadas “lendas de amanhã” eram coadjuvantes dos quais ninguém daria falta, que aceitavam a missão de realizar atos heroicos que ninguém conheceria, viajando no tempo para impedir manipulações na História e outras anomalias, de forma a preservar a linha temporal. Isto levou os personagens a conhecerem várias figuras históricas importantes, como Helena de Troia, Júlio César, Maria Antonieta, Albert Einstein, Al Capone, Bill Gates e David Bowie, além de participar de eventos históricos como o Festival de Woodstock, o desastre de Chernobyl, as duas guerras mundiais e dar inspiração para George Lucas filmar “Star Wars”. A longevidade da série e o fato de ser a única atração do Arrowverso focada num grupo de heróis também fez com que o elenco fosse bastante flexível. Apenas Caity Lotz, intérprete de Sara Lance (Canário Branco), manteve-se na atração do primeiro ao último episódios. Mas integrantes da tripulação original da nave temporal Waverider também apareceram na reta final, num episódio especial que celebrou a marca de 100 capítulos produzidos. Poderia ser uma despedida adequada, exceto pelo fato de que a temporada termina num cliffhanger e não terá continuação, porque a produção foi cancelada.

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  • Filme

    10 filmes novos pra ver em streaming no fim de semana

    30 de setembro de 2022 /

    O muito falado e controverso “Blonde”, biografia de Marilyn Monroe para maiores, é um dos destaques da semana no streaming. As locadoras digitais ainda recebem thrillers tensos como “A Fera” e “Trancada”. E a programação da internet também tem “Abracadabra 2” para as crianças, terrir divertido, animação adulta e filmes premiados para os cinéfilos. Confira abaixo 10 sugestões para aproveitar o fim de semana chuvoso em casa.   | BLONDE | NETFLIX   A cinebiografia não autorizada de Marilyn Monroe traz uma performance ousada da cubana Ana de Armas (“007 – Sem Tempo para Morrer”), aplaudidíssima no Festival de Veneza, que se despoja completamente no papel, aparecendo nua em grande parte da produção. O filme é voltado para o público adulto e tem a mais elevada classificação etária de qualquer outra produção disponível na Netflix, por situações fortes de sexo, violência e até de aborto. Mas também recria várias cenas icônicas da carreira da atriz, que se contrapõem a momentos de desespero para representar o conflito que a levou ao suicídio. A bad trip pesada dividiu a crítica nos EUA, que considerou o sofrimento retratado na tela como demasiado e algumas cenas como simplesmente misóginas. Muitos, inclusive, recomendam que não seja visto. O que é a melhor publicidade que o longa poderia receber, atiçando a curiosidade do público. As pessoas sentem que precisam fazer parte da discussão. E para falar mal, é preciso ver o filme. Produzido pela Plan B, produtora de Brad Pitt, “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura fatos e suposições para contar a história da lendária estrela de cinema. Direção e roteiro são de Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”) e o elenco também inclui Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn.   | A FERA | VOD*   Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) enfrenta um leão enfurecido nesta variação de “filme de monstro”. A trama mostra como férias em família pela savana africana viram um thriller de sobrevivência, quando o viúvo vivido por Elba precisa proteger suas filhas do ataque de um predador sanguinário. Com direção de Baltasar Kormákur (“Evereste”) e roteiro de Ryan Engle (“Rampage – Destruição Total”), “A Fera” leva Elba para um passeio pela África do Sul para reforçar sua conexão com as filhas Norah (Leah Jeffries, que estará em “Percy Jackson”) e Meredith (Iyana Halley, de “This Is Us”) após a morte da esposa, mãe das jovens. Durante uma excursão guiada (por Sharlto Copley, de “Distrito 9”), no entanto, a família se vê perseguida por um leão selvagem, cujos instintos de proteção foram atiçados por um ataque de caçadores poucos momentos antes.   | TRANCADA | VOD*   A volta do diretor DJ Caruso (“xXx: Reativado”) às produções de suspense gira em torno do desespero de uma jovem mãe, surpreendida em sua casa no campo por dois assaltantes – um deles, seu violento ex-namorado -, que é trancada numa dispensa e imagina o pior que pode acontecer com suas duas filhas pequenas nas mãos dos criminosos. O fato de se passar em cenário restrito evoca o melhor filme do diretor – “Paranoia”, de 2007. O papel principal é vivido por Rainey Qualley (“Love in the Time of Corona”), a irmã mais velha de Margaret Qualley (“Maid”), que estreou no cinema há 11 anos ao lado da mãe famosa, Andie MacDowell (“Quatro Casamentos e um Funeral”). Já os assaltantes são interpretados por Jake Horowitz (“A Vastidão da Noite”) e o veterano Vincent Gallo (“Matança Necessária”).   | UM HERÓI | VOD*   O novo drama de Asghar Farhadi, vencedor de dois Oscars de Melhor Filme Internacional por “A Separação” (2011) e “O Apartamento” (2016), conquistou 11 prêmios internacionais, entre eles o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes do ano passado, e foi selecionado para representar o Irã no Oscar 2022. A trama acompanha um homem chamado Rahim que, após ser libertado da prisão por dívidas, devolve uma bolsa perdida cheia de moedas de ouro – um ato que parece torná-lo um bom samaritano. No entanto, a história acaba sendo mais complicada. A complicação também se estendeu para os bastidores. A jovem Azadeh Masihzadeh, que foi aluna de Farhadi, afirma que o roteiro de seu documentário “Todos Ganham, Todos Perdem”, sobre um homem que encontra uma sacola de ouro e decide devolvê-la ao dono, serviu de base para “Um Herói”. Pior: “Todos Ganham, Todos Perdem” foi desenvolvido como trabalho de classe num curso do diretor. A briga foi parar na Justiça – e no Irã isso pode render prisão e chibatadas para quem roubou a ideia ou quem denunciou falsamente.   | O EXORCISMO DA MINHA MELHOR AMIGA | AMAZON PRIME VIDEO   A nova comédia de terror produzida por Christopher Landon, que dirigiu “A Morte te Dá Parabéns” e “Freaky”, é uma história de amizade adolescente passada nos anos 1980. Quando Gretchen (Amiah Miller, de “Planeta dos Macacos: A Guerra”) é possuída por um demônio, cabe à sua melhor amiga Abby (Elsie Fisher, de “Oitava Série”) se juntar a um fã de filmes de terror (Chris Lowell, de “GLOW”) para exorcizá-la. O filme é baseado num livro de Grady Hendrix, roteirista de “Delivery Macabro”, e marca a estreia do diretor Damon Thomas (da série “Killing Eve”) em longa-metragem.   | ENTERGALACTIC | NETFLIX   A animação criada pelo rapper Kid Cudi (“Não Olhe para Cima”) em parceria com Kenya Barris (o criador de “Black-ish”) é voltada ao público adulto e conta uma história romântica, em que garoto encontra garota e desperta faíscas. Mas ele é capaz de estragar tudo por ser inconsequente. Com um visual que lembra o estilo de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, mas com mais aquarelas, a animação também embute músicas de Cudi e uma homenagem a Nova York. A produção conta com um elenco estrelado de vozes, que inclui o próprio Kid Cudi (ou Scott Mescudi) no papel principal e Jessica Williams (“Fora de Série”) como seu par romântico, além de Timothée Chalamet (“Duna”), Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Vanessa Hudgens (“Tick, Tick…Boom!”), Jaden Smith (“The Get Down”), Keith David (“Armageddon”), Macaulay Culkin (“American Horror Story”) e os rappers Ty Dolla $ign e 070 Shake, entre outros.   | ABRACADABRA 2 | DISNEY+   A continuação do popular filme infantil de bruxas dos anos 1990 traz de volta Winifred (Bette Midler), Sarah (Sarah Jessica Parker) e Mary (Kathy Najimy), três bruxas do século 17 que chegam ao presente após seus espíritos serem invocados no Dia das Bruxas. Em 1993, elas precisaram enfrentar três crianças e um gato falante, dispostos a atrapalhar seus planos de garantir sua imortalidade. A história mudou pouco, já que agora precisam derrotar três garotas e um vendedor de produtos mágicos muito falante (Sam Richardson, de “Veep”) para garantir sua imortalidade. A direção está a cargo da cineasta Anne Fletcher (“A Proposta”) e o elenco também inclui Doug Jones (“Star Trek: Discovery”), que interpretou Billy Butcherson na versão original e reprisa o papel na sequência.   | O DUQUE | VOD*   A simpática comédia britânica acompanha um taxista de 60 anos, que realiza o roubo ousado do retrato do Duque de Wellington, pintado por Goya, da National Gallery, em Londres. Enquanto a polícia procura um superladrão especializado em grandes roubos de arte, a esposa do criminoso amador e atrapalhado descobre o quadro no guarda-roupa e o plano do marido para doar o valor do quadro para obras de caridade. Quando a verdade vem à tona, muitos passam a considerá-lo um herói, mas a Justiça terá a palavra final. O último filme do diretor Roger Michell (“Um Lugar Chamado Notting Hill”), que morreu há um ano, é baseado na história real do roubo e destaca Jim Broadbent (“A Dama de Ferro”) como o ladrão e Helen Mirren (“A Rainha”) como sua esposa.   | DIÁRIOS DE OTSOGA | VOD*   A obra do casal português Miguel Gomes (“As Mil e Uma Noites”) e Maureen Fazendeiro é um drama metalinguístico para cinéfilos, um filme de confinamento pandêmico sobre um filme de confinamento pandêmico, que tem a peculiaridade de ser montado de trás para frente. É que a projeção começa pelo fim e avança em direção a seu começo, mostrando os bastidores de uma produção cinematográfica sob as mesmas circunstâncias do filme real, com baixo orçamento e protocolo pesado contra covid-19. Os atores interpretam atores, os diretores aparecem como (versões de) si mesmos e cada cena é motivada pela que vem depois dela (ou seja, antes dela). Confuso? Mas inteligente, com personagens que surgem do nada para só chegarem depois na projeção desordenada, criando um senso de caos que reflete a própria situação da pandemia. A propósito do tema, Otsoga é Agosto escrito ao contrário. O quebra-cabeças cinematográfico rendeu o prêmio de Melhor Direção no Festival de Mar del Plata e de Melhor Filme Estrangeiro do ano pela Associação dos Críticos Online dos EUA.   | VORTEX | MUBI   Em seu novo filme, o polêmico diretor Gaspar Noé (“Clímax”) troca sua obsessão por Eros pela pulsão de Tânatos. A trama acompanha a rotina de um casal idoso, até que a doença da mulher se agrava e o perigo da morte opõe-se à vontade da independência. O elenco destaca o também cineasta Dario Argento (“Suspiria”) e Françoise Lebrun (“O Escafandro e a Borboleta”).     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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  • Etc

    Novo filme de “Planeta dos Macacos” ganha imagem e título

    29 de setembro de 2022 /

    O 20th Century Studios divulgou nas redes sociais a primeira imagem conceitual do novo filme da franquia “Planeta dos Macacos”, que também ganhou um título oficial e previsão de estreia para 2024. O longa vai se chamar em inglês “Kingdom of the Planet of the Apes”. Ainda sem tradução oficial no Brasil, o título significa literalmente Reino do Planeta dos Macacos. Desenvolvido por Wes Ball (da franquia “Maze Runner”) há pelo menos dois anos, junto com uma grande equipe de efeitos visuais, a imagem é a primeira dica sobre a trama do novo filme, escrita por Josh Friedman (“Avatar: O Caminho da Água”) e Rick Jaffa (“Planeta dos Macacos: A Origem”), que está sendo guardada em segredo. Ela mostra um futuro pós-apocalíptico em que macacos evoluídos andam a cavalo e reinam sobre as ruínas destruídas da antiga humanidade. A postagem também oficializa o elenco da produção com Owen Teague (“It: A Coisa”), Freya Allan (“The Witcher”) e Peter Macon (“The Orville”). Dois destes atores tiveram o nome escrito errado no post brasileiro. Embora os papéis não tenham sido revelados, Teague teria sido definido como o símio mais importante da história, após impressionar os executivos em seu teste. Baseado no romance sci-fi homônimo de Pierre Boulle, o primeiro “Planeta dos Macacos” chegou aos cinemas em 1968. Devido ao sucesso na bilheteria, o longa gerou quatro sequências, duas séries (uma delas animada), quadrinhos e um reboot dirigido por Tim Burton em 2001, que fracassou nas bilheterias. O sucesso só foi retomado com “Planeta dos Macacos: A Origem”, que gerou a trilogia completada por “Planeta dos Macacos: O Confronto” e “Planeta dos Macacos: A Guerra”, em que Andy Serkis deu vida a César, o primeiro macaco falante da Terra. Pelas ruínas apresentadas na imagem conceitual, a trama vai se passar décadas depois da trilogia recente, aproximando-se do período do primeiro filme, quando a tripulação do astronauta Taylor (Charlton Heston no filme de 1968) chega no futuro sem saber, após uma longa missão no espaço, e se depara com uma civilização símia. Uma nova saga vai começar. 🪖 Dirigido por Wes Ball e estrelado por Owen Teaguer, Freya Allen e Peter Macon, “Kingdom of the Planet of the Apes” se passa muitos anos após os acontecimentos de #PlanetaDosMacacosAGuerra e chega em 2024. pic.twitter.com/yRfIyLZmkK — 20th Century Studios Brasil (@20thcenturyBR) September 29, 2022

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  • Filme

    Ryan Reynolds e Hugh Jackman “explicam” retorno de Wolverine em “Deadpool 3”

    28 de setembro de 2022 /

    Após revelar que Hugh Jackman voltará como Wolverine em “Deadpool 3”, Ryan Reynolds publicou um novo vídeo nas redes sociais, em que se junta a Jackman para abordar as dúvidas que o anúncio possa ter suscitado. Mas a única explicação oferecida é que “‘Logan’ é ‘Logan'”. Ou seja, Wolverine continua morrendo naquele filme, que se passa no futuro – em 2029 – , enquanto a história de “Deadpool 3” é… segredo. Com explicações abafadas pelo som de “Wake Me Up Before You Go-Go”, antigo hit do grupo Wham, eles aproveitam o vídeo para trocar caretas e golpes, divertindo-se com a apresentação. Mas ao final fazem questão de agradecer a Kevin Feige, o presidente do Marvel Studios, que topou trazer Jackman de volta ao papel de Wolverine para a produção. O roteiro do filme foi escrito pelas irmãs roteiristas Wendy Molyneux e Lizzie Molyneux-Logelin, que assinaram vários episódios da série animada adulta “Bob’s Burgers” – e ganharam um Emmy por seu trabalho na atração do canal Fox em 2017. Mas há relatos de que a história inicial foi retrabalhada pela dupla Rhett Reese e Paul Wernick, que assinaram os dois primeiros longas de “Deadpool”. A direção está a cargo de Shawn Levy, que assim fará seu terceiro filme consecutivo com Ryan Reynolds, após os sucessos de “Free Guy: Assumindo o Controle” e “O Projeto Adam”. A estreia está marcada para 6 de setembro de 2024 nos EUA. Quick explainer video that tackles…1) Timeline questions2) Logan canon3) MCU FAQ4) Whether we can do this all day or not pic.twitter.com/50lBsfYS5p — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) September 28, 2022

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  • Filme

    “Blade”, da Marvel, perde diretor na véspera das filmagens

    28 de setembro de 2022 /

    O diretor Bassam Tariq (“Mogul Mowgli”) abandonou o filme “Blade”, sobre o caçador de vampiros da Marvel. A decisão aconteceu na véspera do início das filmagens. O filme estrelado por Mahershala Ali (vencedor do Oscar por “Moonlight” e “Green Book”) estava programado para iniciar sua produção em novembro, mas fontes do site Deadline informam que uma nova data deve ser determinada após a escalação de um substituto. “Devido às mudanças contínuas em nosso cronograma de produção, Bassam não continua mais como diretor de ‘Blade’, mas permanecerá como produtor executivo do filme”, disse o Marvel Studios em comunicado. “Agradecemos o talento de Bassam e todo o trabalho que ele fez para levar ‘Blade’ ao ponto em que está”. Tariq agradeceu à Marvel em sua própria declaração: “Foi uma honra trabalhar com o pessoal maravilhoso da Marvel. Conseguimos montar um elenco e uma equipe matadores. Ansioso para ver onde o próximo diretor levará o filme.” Ainda não há detalhes sobre a trama da produção, que foi escrita por Stacy Osei-Kuffour (da série “Watchmen”), primeira roteirista negra a trabalhar numa produção do Marvel Studios. Mas fontes do site The Hollywood Reporter indicam que Beau DeMayo, que trabalhou na série “Cavaleiro da Lua”, da Marvel, reescreveu a história. “Blade” teria, inclusivo, alterado sua data de produção duas vezes para, segundo as fontes do THR, passar por várias rodadas de revisões de roteiro. Além de Mahershala Ali como Blade, o elenco também conta com participações de Aaron Pierre (“The Underground Railroad”) e Delroy Lindo (“Destacamento Blood”). A volta de Blade ao cinema, após uma trilogia estrelada por Wesley Snipes na virada do século (entre 1998 e 2004), foi oficializada durante a San Diego Comic-Con de 2019 e tem estreia marcada para novembro de 2023.

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