Cobie Smulders comenta morte chocante em “Invasão Secreta”: “Foi um dia triste”
Cobie Smulders, interprete da agente Maria Hill em “Invasão Secreta” comentou um acontecimento chocante na estreia da série na Disney+, na última quarta-feira (21/6). A nova produção da Marvel trouxe um aspecto bastante diferente das anteriores, apostando em um tom mais sério e sombrio. Apesar de ter recebido críticas sobre o ritmo mais lento, a série chocou os fãs logo no primeiro episódio – com a morte de uma das personagens principais. Spoiler. Na cena final do episódio, Maria Hill é baleada por um skrull disfarçado de Nick Fury (Samuel L. Jackson). A personagem não resiste ao ferimento e morre nos braços do verdadeiro Nick Fury, provavelmente acreditando que foi ele quem puxou o gatilho. “Ter Fury se vendo, sabendo que Hill pensa que Fury atirou nela, esse é o sofrimento daquele momento. Gosto de pensar que, quando ela partiu, sabia que não foi ele. Inicialmente, é aterrorizante e muito confuso. Mas gosto de pensar que ela entendeu no final”, declarou Smulders à revista Vanity Fair. Maria Hill morreu mesmo? Os fãs da Marvel ficaram revoltados com a morte prematura da personagem, que foi introduzida no primeiro filme dos “Vingadores” em 2012 e, depois de fazer várias aparições breves em diversos filmes do MCU, supostamente seria uma das personagens principais da série. Smulders reconhece que a personagem teve um papel muito pequeno na série e que gostaria de ter feito mais. “Eu confio que a Marvel está fazendo o enredo que eles acham que é o melhor. Eu me sinto mal se a reação [dos fãs] for negativa e eles não gostarem, mas acho que também há algo positivo para tirar disso”, declarou. “Eles foram tão conectados com a história e esses personagens que eles se importaram. Isso é lindo e maravilhoso”. Mas ela morreu mesmo? Quando questionada sobre o destino da personagem ser definitivo, Smulders brincou: “Quero dizer, eu não sabia que era um alienígena em ‘Homem-Aranha'”. Em sua aparição em “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019), quem apareceu foi uma skrull disfarçada de Maria Hill. “Existe um Multiverso agora, então tudo é possível. Mas tenho certeza de que foi isso”, acrescentou sobre a morte da agente. Por sinal, boatos mencionaram que a atriz integraria o elenco do longa “As Marvels”, que estreia em novembro deste ano. Mas Smulders afirma apenas que “[não] sabe de nada”. “Apareceu [o boato] e parece estranho. A morte de Maria Hill é muito real, é chocante e foi muito humana. Foi um dia triste”, disse, reforçando o destino da espiã. A história de “Invasão Secreta” A nova série da Marvel traz Samuel L. Jackson de volta ao papel de Nick Fury e retrata a silenciosa invasão de uma facção maligna dos alienígenas no planeta Terra. Os Skrull planejam se infiltrar nos governos usando sua capacidade metamórfica para assumir a aparência humana e forçara uma guerra entre EUA e Rússia para, assim, dominarem o planeta. A ameaça faz Fury abandonar uma missão no espaço para confrontar a facção terrorista, contando com ajuda apenas do skrull Talos (Ben Mendelsohn) e da agora falecida Maria Hill (Cobie Smulders). O destino da personagem dá um tom mais sério à produção, que ainda inclui entre seus personagens o agente Everett Ross (Martin Freeman) e James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate, além de marcar a estreia das atrizes Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Emilia Clarke (“Game of Thrones”) no Universo Compartilhado da Marvel (MCU). Colman interpreta a agente do serviço secreto britânico Sonya Falsworth, que tem uma história de longa data com Fury, enquanto Clarke dá vida a G’iah, a filha rebelde de Talos. Com seis episódios, “Invasão Secreta” chega semanalmente, todas as quartas-feiras, na Disney+.
É 10: Série da Marvel abre lista das melhores estreias da semana
A programação de séries da semana tem novidade da Marvel, spin-off de “Sex and the City” e série teen brasileira como principais destaques, mas a lista tem muitos outros atrativos, incluindo as novas temporada de “iCarly” e “Fantasmas”. Confira abaixo o Top 10 das melhores estreias. | INVASÃO SECRETA | DISNEY+ Mais lenta que os fanboys podiam esperar, e sem os famosos super-heróis do estúdio, a nova série da Marvel chega em clima de thriller de espionagem ao streaming. A trama dá continuidade ao gancho de “Capitã Marvel” (2019), que apresentou os skrulls – alienígenas que podem mudar de forma, assumindo a aparência de qualquer pessoa. Baseado nos quadrinhos homônimos publicados em 2008, a história mostra uma facção maligna dos alienígenas que planeja se infiltrar nos governos da Terra, usando sua capacidade metamorfas para dominar o planeta sem que ninguém saiba. Diante da ameaça, Nick Fury (Samuel L. Jakcson) retorna do exílio para impedir que isso aconteça. O personagem conta com a ajuda do skrull Talos (Ben Mendelsohn) e Maria Hill (Cobie Smulders), e logo no primeiro episódio vê um importante aliado morrer em seus braços. Essa surpresa dá um tom mais sério à produção, que ainda inclui entre seus personagens o agente Everett Ross (Martin Freeman) e James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate, além de marcar a estreia das atrizes Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Emilia Clarke (“Game of Thrones”) no Universo Compartilhado Marvel (MCU). Colman interpreta a agente do serviço secreto britânico Sonya Falsworth, que tem uma história de longa data com Fury, enquanto Clarke dá vida a G’iah, a filha rebelde de Talos. A atração foi escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e tem direção de Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir” (estrelado por Kevin Costner). | A VIDA PELA FRENTE | GLOBOPLAY Representação intensa da adolescência no final dos anos 1990 no Rio de Janeiro, a nova série brasileira acompanha a jornada de Liz (interpretada por Nina Tomsic), uma estudante do ensino médio que se muda para uma escola de elite e é absorvida por um grupo diversificado de amigos. Tal como em “Elite”, a história é impulsionada por uma tragédia – a morte de uma das amigas do grupo, Beta (Flora Camolese) – e a incerteza sobre se foi um acidente ou suicídio. O enredo mistura flashbacks e momentos atuais para explorar as circunstâncias em torno da morte de Beta e o impacto em todos os envolvidos, um dispositivo narrativo também usado em “Elite”. A série também não foge de cenas intensas e sem censura, apresentando o consumo de drogas e a energia sexual dos jovens de forma bastante direta, mas tem sua própria identidade. A autenticidade se deve ao fato de ser inspirada pelas vivências das criadoras e amigas de infância Leandra Leal, Rita Toledo e Carol Benjamin, que narram as angústias que experimentaram às vésperas do bug do milênio. A trilha sonora, composta por sucessos das décadas de 1990 e 2000, contribui para o tom nostálgico. A produção combina um misto de jovens talentos e veteranos consagrados, como Ângelo Antônio, Stella Rabello, Gustavo Vaz, e a própria Leandra Leal, e chega em dois blocos de cinco episódios, com o segundo previsto para o dia 6 de julho. | AND JUST LIKE THAT… 2 | HBO MAX Os novos episódios do spin-off de “Sex and The City” vão se passar um ano após a repentina morte do Mr. Big (Chris Noth) no início da série, com Carrie (Sarah Jessica Parker) finalmente pronta para seguir em frente e aberta a reencontrar um amor do passado, o carinhoso Aidan Shaw (John Corbett) – um dos principais interesses amorosos da protagonista nos anos 1990. Paralelamente, Carrie, Miranda (Cynthia Nixon) e Charlotte (Kristin Davis) seguirão em suas trajetórias de autodescobertas. Para completar, os produtores decidiram oferecer um pouco mais de nostalgia para os fãs com um brevíssimo retorno da icônica Samantha Jones, interpretada por Kim Cattrall no desfecho da temporada. A participação é praticamente uma figuração, mas está dando muito o que falar, porque Cattrall exigiu a garantia de que não teria que se encontrar com Sarah Jessica Parker ou qualquer outro membro do elenco, nem gravaria se o showrunner da série, Michael Patrick King, estivesse presente. Desde que descobriu ter uma grande diferença salarial em relação a Parker em “Sex and The City”, Cattrall não quis mais saber de nada relacionado à franquia. Deve ter recebido um caminhão de dinheiro. | GLAMOROUS | NETFLIX A nova série queer acompanha Marco (Miss Benny), um jovem não-binário que consegue um emprego na empresa de uma magnata do ramo de cosméticos, interpretada por – ela novamente – Kim Cattrall (“Sex and The City”), que quer rejuvenescer a marca com a ajuda do influencer. Enfrentando desafios pessoais e um novo trabalho, Marco tem nos episódios a chance de descobrir ainda mais sobre si mesmo. A série havia sido encomendada pelo o canal norte-americano The CW em 2019, com a atriz Brooke Shields (“Um Castelo para o Natal”) no papel de Cattrall. Com a produção passando para a Netflix, o streaming encomendou 10 episódios da série e mudou o elenco. O piloto foi dirigido por Todd Strauss-Schulson (“Megarromântico”) a partir de um roteiro escrito por Jordon Nardino (“Quantico”), e ambos também atuam como produtores executivos. | FANTASMAS 2 | PARAMOUNT+ Um mês depois de lançar a 1ª temporada, a Paramount+ corre atrás do atraso e libera todos os episódios do segundo ano de “Ghosts” (título original), uma das grandes surpresas recentes da TV americana. Enorme sucesso, a série se tornou uma das comédias mais vistas dos EUA – só fica atrás de “Young Sheldon”. Além disso, aumentou sua aprovação na 2ª temporada, conseguindo atingir 100% de críticas positivas no Rotten Tomatoes. Desenvolvida por Joe Port e Joe Wiseman (produtores-roteiristas de “Zoey e a Sua Fantástica Playlist”), a produção é remake de uma comédia britânica de mesmo nome e segue um jovem casal em dificuldades, que acha que tirou a sorte grande ao herdar uma bela casa de campo. Ao se mudarem, porém, descobrem que a residência está caindo aos pedaços e ainda é habitada por seus falecidos moradores. Felizmente, os fantasmas se revelam inofensivos, transformando-se em amigos do casal formado por Rose McIver (a “iZombie”) e Utkarsh Ambudkar (“Projeto Mindy”). | SWAGGER 2 | APPLE TV+ O drama esportivo é baseado na vida do jogador de basquete Kevin Durant – que é um dos produtores. Criada por Reggie Rock Bythewood (roteirista do filme “Notorious” e criador da série “Shots Fired”), a atração gira em torno de um prodígio do basquete, que precisa driblar inúmeras pressões se quiser superar as desvantagens de sua vida e realizar seu sonho de virar um atleta profissional. O estreante Isaiah R. Hill tem o papel principal e o elenco também destaca O’Shea Jackson Jr. (“Obi-Wan Kenobi”), filho do rapper Ice Cube. | BASTIDORES DE UMA CONSPIRAÇÃO | NETFLIX A série policial alemã estrelada por Max Riemelt (“Sense8”) gira em torno de um “cold case”. Após uma nova morte levantar dúvidas sobre um caso de assassinato que já estava encerrado, um ex-detetive, que virou sem teto após a repercussão do caso original, decide buscar a verdade. Mas ao fazer isso coloca em risco sua própria família. A trama é baseada numa série isrealense (“The Exchange Principle”) e foi adaptada por Christoph Darnstädt, roteirista do clássico “A Experiência” (2001). | AGENTES DO FBI | STAR+ O thriller de suspense acompanha uma turma de agentes do FBI formada em 2009. A trama abrange vários anos, desde o aliciamento para ingressar na polícia federal americana, o treinamento, a formatura da turma e as missões, que parecem colocar uns contra os outros num aparente complô. Criada e produzido por Tom Rob Smith (criador de “American Crime Story”), a história é contada em linhas do tempo entrelaçadas e destaca em seu elenco Kate Mara (“Quarteto Fantástico”), Brian Tyree Henry (“Trem-Bala”), Sepideh Moafi (“Black Bird”) e Brian J. Smith (“Sense 8”). | iCARLY 3 | PARAMOUNT+ Um dos maiores sucessos do canal pago infantil Nickelodeon dos anos 2000 segue seu revival com os personagens adultos, que agora até se envolvem em triângulos amorosos. Exibida entre 2007 e 2012, a série original seguia uma estudante do ensino médio (Miranda Cosgrove) que apresentava um webcast ao lado de seus amigos. Fez tanto sucesso que ganhou um spin-off, “Sam & Cat”, que terminou após uma única temporada vitaminada (de 35 episódios), supostamente por brigas de bastidores entre suas protagonistas Jennette McCurdy (a Sam de “iCarly”) e ninguém menos que Ariana Grande (a Cat de “Brilhante Victoria”). O revival se passa cerca de 10 anos após o final original de “iCarly” e mostra o que aconteceu com Carly e seus amigos, incluindo Spencer (Jerry Trainor) e Freddie (Nathan Kress), ao iniciarem a vida adulta. Mas sem Sam (McCurdy) e Gibby (Noah Munck), substituídos por novas personagens, vividas por Laci Mosley (de “Florida Girls”) e Jaidyn Triplett (“The Affair”). A primeira é colega de quarto e nova melhor amiga de Carly, enquanto a segunda interpreta a enteada sarcástica de Freddie. Os novos episódios têm roteiro e produção de Jay Kogen (um veterano de “Os Simpsons”) e Ali Schouten (“Feliz Natal e Tal”), e vão mostrar um desenvolvimento chocante para as crianças dos anos 2000: o fim da “friend zone” entre Carly e Freddie, que finalmente vão ter que lidar com o que sentem um pelo outro. | A ILHA DA CAVEIRA | NETFLIX A animação passada no Monstroverso da Legendary/Warner explora os horrores da terra natal do King Kong. Inspirada no filme “Kong: A Ilha da Caveira” (2017), a trama se passa nos anos 1980 e acompanha um grupo de exploradores que, após resgatar uma mulher misteriosa no mar, vai parar na traiçoeira ilha do título, lar de criaturas bizarras e monstros assustadores, incluindo o próprio King Kong. A série é criada, escrita e produzida por Brian Duffield, roteirista do filme similar “Love and Monsters” (2020), e conta com animação da Powerhouse Animation, conhecida por seu trabalho em séries como “Castlevania” (2017) e “O Sangue de Zeus” (2020). Para quem for assistir em inglês, o elenco de dubladores conta com Mae Whitman (“As Vantagens de Ser Invisível”), Nicolas Cantu (“The Walking Dead: World Beyond”), Darren Barnet (“Eu Nunca”), Benjamin Bratt (“Poker Face”) e Betty Gilpin (“GLOW”).
Assassinato de Jean Charles de Menezes vai virar série na Disney+
A Disney+ anunciou uma nova série sobre o assassinato do brasileiro Jean Charles de Menezes, morto a tiros no Reino Unido durante uma operação policial em busca de um grupo terrorista. Intitulada “Suspect: The Shooting of Jean Charles de Menezes” (“Suspeito: O Tiroteio de Jean Charles de Menezes”, em tradução livre), a série foi desenvolvida por Jeff Pope, indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “Philomena” (2013). A trama é situada logo após atentados de Londres, resumidos em uma série de explosões que atingiram os metrôs da capital britânica em 2005. A história vai se concentrar na perseguição a um grupo de supostos terroristas e no trágico assassinato do brasileiro inocente, confundido com um suspeito. O assassinato de Jean Charles de Menezes é considerado um dos maiores erros judiciais do sistema britânico. Em 2007, a polícia foi considerada culpada pela morte, o que resultou na renúncia do comissário Ian Blair. É importante ressaltar que os pais e familiares da vítima vão atuar como consultores da série para garantir um retrato mais realista. “Esta é uma série dramática extremamente importante para nós, refletindo nossa ambição de contar histórias autênticas e relevantes para o nosso público”, declarou Liam Keelan, vice-presidente Sênior de Conteúdo Original para Europa e África da Disney. A direção da minissérie está a cargo de Paul Andrew Williams (“Bull: Hora da Vingança”), enquanto a produção será realizada pelo vencedor do BAFTA Kwadjo Dajan (“Appropriate Adult”). Longa com Selton Mello já retratou a história A produção da Disney+ não será a primeira versão da história trágica nas telas. Em 2009, o assassinato foi retratado pelo diretor brasileiro Henrique Goldman no longa-metragem “Jean Charles”. Na trama, o protagonista foi vivido por Selton Mello (“Sessão de Terapia”). A história acompanhava o brasileiro tentando se adaptar em Londres ao lado de sua prima, vivida pela atriz Vanessa Giácomo (“Travessia”). Na época, o longa não foi muito bem recebido pelo público. Os comentários apontaram atuações fracas e baixa qualidade técnica da produção, além de falta de coerência com os acontecimentos reais. No site agregador de opiniões Rotten Tomatoes, o filme marcou apenas 40% de aprovação com base em 236 votos do público. Atualmente, o longa está disponível no catálogo da Globoplay. Já a nova série da Disney+ ainda não tem previsão de estreia.
“Invasão Secreta” é detonada por abertura criada por Inteligência Artificial
“Invasão Secreta”, nova série da Marvel, estreou seu primeiro episódio no Disney+ nesta quarta-feira (21/6) e já rendeu reações negativas do público por um motivo inesperado. Nas redes sociais, os espectadores se declararam desapontados com o estúdio por conta da abertura da série, criada com a ajuda de uma inteligência artificial. Na sequência inicial de créditos, são mostrados os rostos dos alienígenas Skrull se misturando com humanos e tomando conta de várias paisagens esverdeadas. Durante entrevista ao site Polygon, o produtor da série Ali Selim confirmou o uso da tecnologia para gerar as imagens. “Quando pensamos em usar a inteligência artificial, foi para realçar o clima de paranoia, a coisa da identidade Skrull”, declarou. Estrelada por Samuel L. Jackson de volta ao papel de Nick Fury, a série retrata a silenciosa invasão de uma facção maligna dos alienígenas no planeta Terra. Os Skrull planejam se infiltrar nos governos usando sua capacidade metamórfica para assumir a aparência humana e dominarem o planeta. Ao descrever o processo, o produtor explicou que as coordenadas foram dadas ao programa de inteligência artificial no computador. Conforme as cenas eram criadas, a equipe foi fazendo alterações e adicionando palavras até que chegasse ao resultado final da abertura vista na série. Uso de inteligência artificial é tema de greve em Hollywood Apesar de alguns espectadores compreenderem o conceito que a produção queria retratar, uma parcela considerável achou a justificativa furada e criticou fortemente a Marvel por dispensar a contratação de designers e animadores profissionais para a criação das artes da abertura. “Eu quero que alguém me explique, com todas as letras, como diabos o uso de IA na abertura de ‘Invasão Secreta’ se relaciona com o conceito da porr* dos Skrulls”, escreveu um usuário no Twitter. As críticas ainda relacionaram a atitude à atual greve dos roteiristas em Hollywood, que critica a substituição de profissionais por tecnologias IA no processo de escrita. “Hollywood está em greve, o tema central é a utilização de IA nas produções de filmes e séries. No meio da greve, a Marvel lança ‘Invasão Secreta’ que tem toda a sua abertura feita por IA”, apontou Alexandre Freitas, ex-deputado estadual do Rio de Janeiro, na rede social. “A abertura de ‘Invasão Secreta’ foi feita por inteligência artificial e eu achei incrível terem coragem de seguir com algo que ficou tão ruim”, escreveu outro usuário. “Achando foda a abertura de invasão secreta até saber que é IA kkkk feia horrorosa”, disse mais um. Já em relação à trama, a série teve uma recepção menos entusiasmada da crítica e do público que costumam exaltar tudo o que a Marvel faz. Embora aborde temas intrigantes, a produção tem um ritmo diferente dos outros lançamentos do estúdio – mais lento que o comum. No site agregador de opiniões Rotten Tomatoes, a série alcançou 66% de aprovação dos críticos, em paralelo a 84% do público. Ao longo de 6 episódios, a produção dá continuidade ao gancho de “Capitã Marvel” (2019), que apresentou os skrulls – alienígenas que podem mudar de forma, assumindo a aparência de qualquer pessoa. Baseado nos quadrinhos homônimos publicados em 2008, a história mostra uma facção maligna dos alienígenas que planeja se infiltrar nos governos da Terra, usando sua capacidade metamorfas para dominar o planeta sem que ninguém saiba. Diante da ameaça, Nick Fury (Samuel L. Jakcson) retorna do exílio para impedir que isso aconteça. O personagem conta com a ajuda do skrull Talos (Ben Mendelsohn), Maria Hill (Cobie Smulders) e James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate. A produção ainda marca a estreia das atrizes Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Emilia Clarke (“Game of Thrones”) no Universo Compartilhado Marvel (MCU). Colman interpreta a agente do serviço secreto britânico Sonya Falsworth, que tem uma história de longa data com Fury, enquanto Clarke dá vida a G’iah, filha de Talos. A atração foi escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e tem direção de Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir” (estrelado por Kevin Costner). Após o lançamento do primeiro episódio nesta quarta (21/6), os novos capítulos de “Invasão Secreta” serão lançados semanalmente na Disney+, sempre às quartas-feiras. A abertura de Invasão Secreta, nova série da Marvel que estreou hoje, foi feita por inteligência artificial e eu achei incrível terem coragem de seguir com algo que ficou tão ruim 👏👏👏 https://t.co/d9Qw0emP7v — Matheus Esperon (@esperonquegoste) June 21, 2023 a abertura de invasão secreta KKKKK pic.twitter.com/qqWklpai57 — dre (@Dree_Arcanjo) June 21, 2023 isso é um pedido genuíno eu quero que alguém me explique, com todas as letras, como diabos o uso de IA na abertura de Invasão Secreta se relaciona com o conceito da porra dos Skrulls pq eu sinceramente não vejo a menor relação https://t.co/fDsoAsY394 — henry | OLHA O FIXADO (@henryaiaiai) June 21, 2023 Achando foda a abertura de invasão secreta até saber que é IA kkkk feia horrorosa — ruke ✨ (@rukesz) June 21, 2023 Hollywood está em greve, o tema central é a utilização de IA nas produções de filmes e séries.No meio da greve, a Marvel lança Invasão Secreta que tem toda a sua abertura feita por IA.Só por causa disso, vou começar a assistir a série hoje… 😏 — Alexandre Freitas (@alefreitasdep) June 21, 2023
Teaser revela que série “High School Musical” vai acabar na 4ª temporada
A Disney+ divulgou o pôster e o teaser da 4ª temporada de “High School Musical: A Série: O Musical”, que revelam uma reunião do elenco da trilogia dos filmes originais e também o final da série. Sem a participação de Olivia Rodrigo, que se despediu oficialmente na temporada passada, os próximos episódios serão os últimos, como alguns fãs já especulavam. Na trama, os estudantes da East High School vão descobrir, em sua volta às aulas, que a escola será usada com cenário das filmagens do aguardado “High School Musical 4”, que voltará a juntar os atores da trilogia original. Mais que isso: todos os alunos vão interpretar figurantes na produção. Por conta disso, os capítulos contarão com os retornos de Monique Coleman (a Taylor), Lucas Grabeel (o Ryan) e Corbin Bleu (o Chad) – os dois últimos já tinham feito participações anteriores na série. Para completar, o elenco da série estará preparando um musical final de formatura, que, por sua vez, será inspirado em “High School Musical 3: Ano da Formatura”. A 4ª temporada vai estrear em agosto, ainda sem dia determinado.
Ryan Murphy, criador de “Dahmer”, troca Netflix por Disney
Ryan Murphy, criador de vários sucessos recentes do streaming, como “Dahmer: Um Canibal Americano” e “Bem-Vindos à Vizinhança”, decidiu deixar a Netflix após o fim do seu contrato de R$ 300 milhões. O acordo teve um período de vigência de cinco anos para Murphy desenvolver diversas produções no streaming. Sem interesse de renovar o compromisso, o megaprodutor preferiu se juntar a uma das principais concorrentes da Netflix: a Disney. De acordo com a imprensa americana, Murphy está discutindo um novo contrato com sua colega de longa data Dana Walden, que atua como co-presidente na Disney Entertainment. O site revelou que o acordo ainda não foi concluído, mas o plano é trazer Murphy de volta à FX Networks, onde ele criou “American Horror Story”, “Pose”, “Scream Queens”, “Feud” e outras produções. A Disney não quis comentar as negociações. O site The Hollywood Reporter cita a existência de conflitos entre Murphy e Ted Sarandos, diretor de conteúdo da Netflix. A tensão teria acontecido quando Murphy foi anunciado como produtor das séries “American Sports Story” e “American Love Story” na plataforma Hulu, da Disney. Apesar do encerramento do contrato na Netflix, ele vai continuar produzindo as próximas temporadas das séries que criou na plataforma, como “Dahmer: Um Canibal Americano”, que vai virar uma antologia focada em serial killers. Contrato milionário demorou a dar resultados A Netflix contratou Murphy em 2018, mesmo ano em que também fechou com Shonda Rhimes. Ambos foram roubados da Disney – Murphy da FX e Rhimes da ABC. Mas enquanto Rhimes demorou a lançar suas séries, vindo a estourar com o sucesso de “Bridgerton” e “Rainha Charlotte”, Murphy lançou rapidamente os primeiros projetos, que foram fracassos já esquecidos, como as minisséries “Hollywood” (2020), “Halston” (2021) e o filme “A Festa de Formatura” (2020). Foi apenas no ano passado, com as séries de suspense “Dahmer: Um Canibal Americano” e “Bem-Vindos à Vizinhança” que Murphy conquistou um público significativo no streaming. Apesar do alto valor, o acordo de Murphy não exigia exclusividade do escritor com a Netflix, uma vez que ele tinha vários projetos com a FX e a Fox. Dessa forma, ele continuou produzindo suas séries “American Horror Story” e “9-1-1”, que passaram a ganhar derivados – “American Horror Stories” e “9-1-1: Lone Star”. Além disso, atrações mais antigas, como “Feud”, foram recentemente reativadas.
Estreias de “The Flash” e “Elementos” frustram expectativas nos EUA
“The Flash”, da DC/Warner, e “Elementos”, da Pixar/Disney, frustraram as expectativas do mercado cinematográfico durante o fim de semana nos EUA, que é prolongado pelo feriado de Juneteenth. O filme do super-herói vivido por Ezra Miller arrecadou estimados US$ 55,1 milhões nos três primeiros dias – com projeção de US$ 64 milhões para os quatro dias do feriadão. Mas a Warner esperava um início de pelo menos US$ 70 milhões para ficar à frente de outros títulos desapontadores da DC como “Adão Negro”, que arrecadou US$ 67 milhões em seus primeiros três dias e deu um enorme prejuízo. O lançamento também enfrentou desafios no mercado internacional, incluindo uma arrecadação decepcionante de US$ 13,8 milhões na China, para uma abertura global de US$ 130 milhões até este domingo (18/6). David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, chegou a declarar que “The Flash” era o melhor filme de super-herói que ele já tinha visto, mas essa opinião foi amplamente questionada pelos críticos. O filme atingiu uma aprovação de 67% no agregador de críticas Rotten Tomatoes. E teve um problema maior com o próprio público, que lhe deu nota B no CinemaScore (pesquisa feita na saída dos cinemas dos EUA). Causas apontadas para a fraca bilheteria ainda passam pela greve dos roteiristas, que inviabilizaram divulgações no talk shows americanos, e a falta de repercussão na mídia, devido à falta de entrevistas com o elenco e principalmente o ator principal, Ezra Miller, escondido pela Warner em meio a vários problemas legais e controvérsias que marcaram seu nome em 2022 – incluindo prisões por atos violentos e um processo por roubo. Em meio à pós-produção, o ator precisou pedir desculpas públicas por seu comportamento e se comprometer a buscar ajuda para “problemas complexos de saúde mental”. Implosão da Pixar A Pixar ainda se saiu pior com “Elementos”, que arrecadou estimados US$ 29,5 milhões no fim de semana, a menor estreia do estúdio desde o lançamento de seu primeiro longa, “Toy Story” – 29,1 milhões em 1995. Dirigido por Peter Sohn (“O Bom Dinossauro”), o filme atingiu 70% no Rotten Tomatoes, ligeiramente acima de “The Flash”, mas teve a mesma nota B no CinemaScore. Embora a crítica tenha elogiado o visual impressionante e o enredo por sua originalidade, a narrativa foi considerada previsível. O que é uma avaliação surpreendente para a Pixar, que geralmente é conhecida por produzir unanimidades de crítica e sucessos de bilheteria. A estreia no Brasil vai acontecer na quinta-feira (22/6). “Aranhaverso” encosta em US$ 500 milhões Antes que alguém aponte que o público possa ter se cansado de filmes de super-heróis e animações elaboradas, o 3ª lugar no ranking joga água na teoria. A animação de super-heróis “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” teve um ótimo desempenho para seu terceiro fim de semana em cartaz, arrecadando US$ 27,8 milhões entre sexta e domingo. Com isso, chegou a US$ 285 milhões nos EUA e Canadá, e praticamente US$ 500 milhões em todo o mundo – US$ 494 milhões, para ser exato. Com orçamento estimado em US$ 100 milhões, é o único blockbuster do Top 5 que já se pagou e garantiu continuação – “Homem-Aranha: Além do Aranhaverso” estreia no ano que vem. Problemas no resto do Top 5 Em 4º lugar, “Transformers: O Despertar das Feras” faturou US$ 20 milhões, com as vendas de ingressos caindo 67% em sua segunda semana. Ainda assim, conseguiu ultrapassar US$ 100 milhões na bilheteria doméstica – $103 milhões acumulados até o momento. Em todo o mundo, a produção da Paramount soma US$ 174,3 milhões – e segue muito longe de pagar seu orçamento de US$ 200 milhões. “A Pequena Sereia” completou o Top 5 com US$ 11,6 milhões em seu quarto fim de semana. O remake em live-action chegou a US$ 253 milhões acumulados na América do Norte e US$ 466 milhões mundiais, o que poderia ser considerado um bom resultado… se o filme não tivesse custado US$ 250 milhões. Neste ritmo, a produção da Disney está lutando para se pagar nos cinemas. As más notícias não terminam aí. Todos esses filmes que lutam para pelo menos empatar nas bilheterias terão mais dificuldades pela frente nas próximas semanas, com os lançamentos de “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” e “Missão: Impossível 7 – Acerto de Contas – Parte Um”.
Desenhos clássicos chegam ao streaming em comemoração aos 100 anos da Disney
A Disney+ anunciou o lançamento de 28 animações clássicas remasterizadas na plataforma. Como parte da celebração de 100 anos do estúdio, curtas animados de 1927 a 1961 vão ganhar novas versões com imagem e áudio restaurados. As produções apresentam aventuras de personagens icônicos como Mickey, Pato Donald, Pateta e Pluto. A lista inclui alguns dos primeiros curtas da Disney, “Trolley Troubles” e “All Wet”, lançados em 1927, e combina alguns dos títulos mais populares do estúdio com alguns dos menos conhecidos. Os lançamentos serão realizados em datas separadas no streaming, começando em julho e se encerrando em outubro, quando o estúdio comemora seu 100º aniversário no dia 16. Uma nova versão dos originais O lançamento comemorativo dos curtas no streaming foi realizado por um setor dedicado à preservação dos clássicos do estúdio, o Walt Disney Studios Restoration and Preservation. A equipe foi coordenada por Kevin Schaeffer em colaboração com a produtora de projetos especiais e animação 2D, Dorothy McKim. Junto a eles, estão o animador Eric Goldberg e Mike Giaimo, encarregado da supervisão de cor. A dupla foi responsável por remasterizar “Cinderela” (1950) e , no momento, eles estão fazendo o mesmo com outro clássico do estúdio, “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937). “Dois de nossos principais talentos artísticos emprestaram sua experiência e paixão ao projeto para garantir que os filmes tenham sua melhor aparência e sejam autênticos às intenções criativas dos cineastas originais”, disse McKim. “Estamos muito animados em compartilhar esses maravilhosos curtas com o público do Disney+. Eles nunca estiveram tão bons visualmente e sonoramente”. Confira o calendário completo dos lançamentos: Estreia na sexta-feira, 7 de julho: “A Dança dos Esqueletos” (1929) “Building a Building” (1933) “Bath Day” (1946) “Figaro and Frankie” (1947) “Goofy Gymnastics” (1949) “Aquamania” (1961) Estreia na sexta-feira, 11 de agosto: “Barnyard Olympics” (1932) “Mickey’s Steam Roller” (1934) “Donald’s Nephews” (1938) “Goofy and Wilbur” (1939) “Donald’s Cousin Gus” (1939) “The Flying Jalopy” (1943) Estreia de 5 a 8 de setembro: “Trolley Troubles” (1927) “All Wet” (1927) “The Barn Dance” (1929) “Playful Pluto” (1934) “Mickey’s Kangaroo” (1935) “Filhotes de Sereias” (1938) “Bone Trouble” (1940) “Pluto, Junior” (1942) Estreia na sexta-feira, 6 de outubro: “When the Cat’s Away” (1929) “Fiddling Around” (1930) “Camping Out” (1934) “Wynken, Blynken and Nod” (1938) “Old Macdonald Duck” (1941) “Inferior Decorator” (1948) “Chips Ahoy” (1956)
Netflix revela trailer da animação “Nimona”
A Netflix divulgou um novo pôster e o trailer completo da animação “Nimona”. Baseada nos ilustrações que foram febre no Tumblr, a produção segue uma garota aventureira que cria caos por onde passa com sua capacidade de mudar de forma e se transformar em qualquer bicho. A prévia mostra a personagem determinada a se tornar uma das vilãs mais famosas do reino que habita, buscando parceria com um criminoso acusado de matar a Rainha. O detalhe é que o cavaleiro Ballister Boldheart jura que é inocente e do bem, mas nem seu grande amor acredita. A única pessoa disposta a ajudá-lo a encontrar o verdadeiro culpado é a garota radical. O elenco de vozes destaca Chloë Grace Moretz (“Carrie, A Estranha”) no papel-título e Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”) como Ballister. Febre do Tumblr> O ilustrador ND Stevenson publicou “Nimona” como um webcomic de 2012 a 2014, inicialmente através do Tumblr, desenvolvendo a história e o estilo de arte conforme a publicação avançava. Procurado por um agente literário, Stevenson acabou transformando seu trabalho num best-seller, lançado pela editora HarperCollins em 2015. Inicialmente, a graphic novel seria transformada em filme pela 20th Century Fox Animation (atual 20th Century Animation). Previsto para 2020, o filme teria a direção de Patrick Osborne, animador de “Operação Big Hero 6”, mas o projeto foi cancelado quando a Disney adquiriu o estúdio em 2019. No ano passado, a Netflix anunciou a aquisição dos direitos, confirmando Moretz e Ahmed no elenco. A dublagem também conta com as vozes de Frances Conroy (“Coringa”), Lorraine Toussaint (“The Equalizer – A Protetora”), Beck Bennett (“Grama Mais Verde”), RuPaul Charles (“RuPaul e a Corrida das Loucas”), Indya Moore (“Pose”), Julio Torres (“Los Espookys”) e Sarah Sherman (“Saturday Night Live”). Já a direção está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, que trabalharam juntos em “Um Espião Animal” (2019). O longa animado chegará ao catálogo da Netflix em junho. Veja o trailer abaixo em duas versões, dublado em português e a versão com a voz de Chloë Grace Moretz (mas sem legendas).
Zoe Saldaña se assusta com adiamentos de “Avatar”: “Vou ter 53 anos”
Zoe Saldaña, que interpreta Neytiri na franquia “Avatar”, comentou o adiamento das datas dos filmes da franquia de James Cameron. Recentemente, a Disney anunciou novas datas para as três próximas sequências de “Avatar”, estendendo o calendário de lançamentos até 2031. A atriz compartilhou sua reação inesperada no Instagram. “Ótimo! Vou fazer 53 anos quando o último ‘Avatar’ for lançado”, ela escreveu, em tom de brincadeira, acrescentando um emoji assustado. “Eu tinha 27 anos quando filmei o primeiro ‘Avatar'”, ainda lembrou. Ao lado da atriz, o ator Sam Worthington, que interpreta Jake Sully na franquia, terá 55 anos no lançamento do último filme. Enquanto o diretor, James Cameron, terá 77 anos. Após o primeiro filme lançado em 2009, a Disney levou 13 anos para lançar a primeira sequência. Intitulado “Avatar: O Caminho da Água”, o longa estreou nos cinemas em dezembro de 2022, fez sucesso entre o público e a crítica, e arrecadou US$ 2,3 bilhões em bilheteria no mundo todo. Motivo por trás dos adiamentos da Disney Inicialmente, a Disney planejava lançar as sequências de “Avatar” com um intervalo de dois anos entre cada filme, com o terceiro previsto para 2024. No entanto, as datas foram alteradas devido à greve dos roteiristas, que tem afetado diversas produções em Hollywood. Apesar dos roteiros dos próximos filmes já terem sido finalizados, a produção não deixou de ser impactada pela greve e foi adiada junto a outros filmes do estúdio. “Avatar 3” chegará aos cinemas em 19 de dezembro de 2025, seguido por “Avatar 4” em 21 de dezembro de 2029 e “Avatar 5” em 19 de dezembro de 2031. Nesse ritmo, o último filme da série “Avatar” será lançado 22 anos após o sucesso do filme original. Próximos filmes terão salto temporal Com os adiamentos, aumentam as especulações sobre as tramas dos próximos filmes. Recentemente, James Cameron revelou que “Avatar 3” vai apresentar uma raça antagônica do povo de Pandora, os Na’vi, conhecidos como “Ash People”. Em entrevista a revista Empire, o produtor da franquia, Jon Landau compartilhou alguns detalhes sobre o povo desconhecido pelo público. Ele descreveu a novo tribo como “uma raça agressiva e vulcânica” que será comandada por Varang, líder interpretada por Oona Chaplin, neta de Charlie Chaplin. Além disso, o produtor revelou que haverá um salto temporal para “Avatar 4”, enquanto “Avatar 5” terá parte de sua trama ambientada na Terra. “Vamos fazer isso para abrir os olhos das pessoas, abrir os olhos de Neytiri, para o que existe na Terra”, declarou.
Produtor revela primeira imagem de “Avatar 3”
A primeira imagem da próxima sequência de “Avatar” foi divulgada pelo produtor Jon Landau, revelando um vislumbre de Jake Sully (papel de Sam Worthington) e outros personagens em Pandora. A foto foi postada nas redes sociais pelo produtor, em meio à explicação para o adiamento da estreia de “Avatar 3”. A Disney decidiu atrasar o lançamento do terceiro filme da franquia por um ano, com a nova data agora fixada em 19 de dezembro de 2025 nos EUA. Landau explicou no Twitter que o adiamento foi necessário para permitir mais tempo para a pós-produção e, em particular, para os efeitos visuais alcançarem o padrão desejado. “Cada filme de ‘Avatar’ é uma empreitada emocionante, mas épica, que requer tempo para entregar o nível de qualidade que buscamos como cineastas e que o público espera”, disse o produtor no Twitter. “A equipe está trabalhando duro e está ansiosa para levar o público de volta a Pandora em dezembro de 2025”, completou. No entanto, “Avatar 3” não foi o único filme da franquia a sofrer mudanças na data de lançamento. As duas últimas sequências também tiveram suas datas reagendadas. O novo calendário de lançamento prevê o lançamento de “Avatar 4” em 21 de dezembro de 2029 e “Avatar 5” em 19 de dezembro de 2031. Vale lembrar que “Avatar: O Caminho da Água” demorou 13 anos para chegar aos cinemas, desde o lançamento do primeiro “Avatar”. A continuação do filme premiado de 2009 segue Jake Sully e sua família enquanto enfrentam novas ameaças em Pandora. A direção de todos os filmes está a cargo de James Cameron – que terá 77 anos quando o quinto longa for lançado. Each Avatar film is an exciting but epic undertaking that takes time to bring to the quality level we as filmmakers strive for and audiences have come to expect. The team is hard at work and can’t wait to bring audiences back to Pandora in December 2025. pic.twitter.com/DrFX01qzTa — Jon Landau (@jonlandau) June 13, 2023
Invasão Secreta: Críticos acham nova série da Marvel “lenta”, “monótona” e “uma decepção”
“Invasão Secreta”, a aguardada série da Marvel no Disney+, teve uma recepção morna pela crítica especializada. Com Samuel L. Jackson de volta ao papel de Nick Fury, a produção debutou com 62% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama tem uma proposta bastante diferente de “Mulher Hulk” (2022) e “Wandavision” (2021), mas, segundo os críticos norte-americanos, o ritmo da série é mais lento do que o esperado. Na série, a Marvel finalmente dá continuidade ao gancho apresentado em “Capitã Marvel” (2019), que apresentou os skrulls – alienígenas que podem mudar de forma, assumindo a aparência de qualquer pessoa. Baseado nos quadrinhos homônimos publicados em 2008, a história mostra uma facção maligna dos alienígenas que planeja se infiltrar nos governos da Terra, usando sua capacidade metamorfas para dominar o planeta sem que ninguém saiba. Diante do desafio de proteger a humanidade mais uma vez, Nick Fury retorna para impedir que isso aconteça. O personagem amado pelos fãs conta com a ajuda do skrull Talos (Ben Mendelsohn), Maria Hill (Cobie Smulders) e James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate. A produção também marca a estreia das atrizes Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Emilia Clarke (“Game of Thrones”) no Universo Compartilhado Marvel (MCU). Colman interpreta a agente do serviço secreto britânico Sonya Falsworth, que tem uma história de longa data com Fury, enquanto Clarke dá vida a G’iah, filha de Talos. Ritmo lento Apesar dos alienígenas já terem sido apresentados em “Capitã Marvel”, a série parece dar conta de contextualizar o papel dos skrulls para o público que não assistiu ao filme. Com uma aposta num tom mais sombrio, os críticos comentam que a série apresenta um ritmo menos eletrizante e mais preocupado em criar camadas para a trama. “Nos dois primeiros episódios, a série é uma decepção”, lamentou Daniel Finberg, da revista The Hollywood Reporter. “Um elenco tremendo, liderado por Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn, Olivia Colman e Don Cheadle, mantém as coisas geralmente assistíveis e, quando eles têm a oportunidade de interagir, você pode identificar a melhor versão da série. Mas, na maioria das vezes, ‘Invasão Secreta’ é mais sombria e até monótona do que se poderia esperar” “De certa forma, “Secret Invasion” tem um começo lento”, concordou Rachel Labonte, do Screenrant. “Felizmente, também estabelece mistérios e arcos de personagens suficientes para despertar o interesse do público”, continuou, afirmando que “este talvez seja o programa mais sombrio da Marvel no Disney+ até agora”. Já a crítica Emily Murray, da Games Radar, disse que os episódios de quase uma hora não favorecem a série, diluindo a tensão dos dramas intensos. “O segundo episódio é certamente uma melhora em relação ao primeiro, encontrando seu caminho quando se trata da história e estabelecendo mistérios curiosos para resolver”, explicou. “No entanto, uma edição mais enxuta teria evitado que a série arrastasse o passo, nos permitindo chegar à emoção mais rapidamente”. Comparando o novo suspense da Marvel com a série “Andor”, derivada do Universo Star Wars na Disney+, o crítico Matt Webb Mitovich, do TV Line, defendeu que ambos “têm menos foco em explosões e se aprofundam nas áreas mais realistas e turvas do mundo da espionagem”. “As apostas são estabelecidas de uma forma dramática que você não vai esperar e que vai parecer um soco no estômago”, escreveu. “Semelhante a ‘Falcão e o Soldado Invernal’, a história central de ‘Secret Invasion’ é algo como um thriller politicamente carregado que retrata seus heróis e vilões em tons de cinza, para fazer você entender como ambos os lados do conflito se veem como estando fundamentalmente corretos”, disse Charles Pulliam-Moore, da The Verge. Samuel L. Jackson domina a tela Introduzido no MCU em uma cena pós-crédito de “Homem de Ferro” (2008), o personagem de Samuel L. Jackson finalmente ganha seu merecido destaque como protagonista. E o desempenho do ator foi aclamado pelos críticos. Apesar de uma aparência mais desgastada do personagem, ele é destacado como o grande triunfo da nova produção. “Este é Fury como nunca o vimos antes, quebrado e cansado, claramente pronto para se aposentar”, destacou Murray. “É possível ver que Jackson aproveita a oportunidade de revelar novas camadas de um personagem com o qual ele claramente se sente à vontade, mostrando-nos o lado vulnerável de seu mestre espião geralmente confiante”. Caso seja a última produção do personagem na Marvel, a crítica ainda apontou que a história faz jus ao personagem, dando uma despedida “certamente adequada” a sua trajetória até então. Olivia Colman rouba a cena enquanto Emilia Clake fica deslocada Inicialmente, a adição das atrizes Olivia Colman e Emilia Clarke no MCU empolgou os fãs da franquia. Conhecida por seu papel como Daenerys Targaryen em “Game Of Thrones”, Clarke rendia bastante expectativa do público com sua entrada na Marvel. Apesar disso, a crítica aponta que a personagem é “rasa” e a atriz parece “deslocada” na trama. Os críticos ainda apontaram a atuação de Clarke como “rígida” e “desconfortável”, o que pode ter vindo de uma má escalação da atriz para o papel. Por outro lado, Olivia Colman rouba a cena com todo seu carisma em uma personagem aparentemente impiedosa. “Colman traz uma diversão muito necessária à série, com energia travessa e imprevisibilidade selvagem”, escreveu a jornalista do Games Radar. “A atriz está claramente se divertindo muito, e essa alegria transparece, mesmo quando Sonya está torturando violentamente alguém”. “A postura brincalhona de Sonya é contrastada de maneira fascinante com uma determinação firme e perigosa”, disse o crítico do Screenrant. Debates raciais Mergulhando no tom mais sério e temas profundos, a série parece abordar assuntos importantes do cotidiano. De acordo com crítico Matt Webb Mitovich, do TV Line, os primeiros episódios contam com uma cena de Fury e Rhodes que deve comover os espectadores. Na descrição, os personagens têm uma conversa marcante em um restaurante. “[Eles] são velhos amigos, algo que talvez, e compreensivelmente, tenha passado despercebido durante suas aparições ocasionalmente sobrepostas nos filmes”, escreveu. “Os dois tem uma conversa profunda que abrange alienígenas metamorfos, política externa complicada e o fardo imposto aos homens negros bem-sucedidos, culminando em um clímax emocionante”. Mas Daniel Finberg, do THR, alerta que esta é “a única dose de política racial da série”. “Na maioria das vezes, as conversas nos dois primeiros episódios se resumem a várias pessoas dizendo a Nick Fury que ele passou do auge ou, em sua ausência, discutindo como eles não estão preocupados com Nick Fury porque ele já passou do auge”. “Invasão Secreta” terá 6 episódios para explorar a trama e dar um vislumbre do que está por vir nos próximos lançamentos da Marvel. O elenco da série ainda conta com Kingsley Ben-Adir (“Uma Noite em Miami”), Christopher McDonald (“Space Jam: Um Novo Legado”) e Dermot Mulroney (“Hanna”), que fazem sua estreia no MCU. A atração foi escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e tem direção de Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir” (estrelado por Kevin Costner), e Ali Selim, especialista em séries de ação cerebral como “Condor”, “Manhunt” e “The Looming Tower”. A estreia está marcada para a próxima quarta-feira (21/6) na Disney+.
Disney adia filmes da Marvel e joga “Avatar 3” para 2025
A Disney anunciou mudanças drásticas nas datas de lançamentos de seus filmes, incluindo longas da Marvel e “Star Wars”, além de postergar ainda mais as sequências de “Avatar”. O estúdio precisou interromper filmagens devido à greve dos roteiristas que tem afetado Hollywood. Apesar de as estreias deste ano ficarem intactas, os lançamentos que estavam agendados a partir de 2024 sofreram com o impacto. O adiamento das continuações de “Avatar” ganharam destaque pelo longo período de distância de “Avatar 2”, lançado em dezembro do ano passado. “Avatar 3” chegaria aos cinemas em 20 de dezembro de 2024, mas foi jogado para 19 de dezembro de 2025. Essa mudança impacta os outros filmes da franquia, com “Avatar 4” passando de 18 de dezembro de 2026 para 21 de dezembro de 2029, enquanto “Avatar 5” vai de 22 de dezembro de 2028 para 19 de dezembro de 2031, três anos depois da previsão inicial. Embora todos os roteiros de “Avatar” já estejam finalizados, a greve afeta o cronograma das produções. No Twitter, o produtor Jon Landau comentou que os filmes, dirigidos por James Cameron, exigem tempo e esforço. “Cada filme Avatar é uma tarefa emocionante, porém épica, que requer tempo para alcançar o nível de qualidade almejado por nós, cineastas, e esperado pelo público”, escreveu. “A equipe está trabalhando arduamente e mal pode esperar para levar o público de volta a Pandora em dezembro de 2025”. Próximo “Vingadores” apenas em 2026 No caso dos filmes do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), a maior preocupação gira em torno dos títulos em pré-produção, que ainda não deram início as gravações. Dentre eles, “Thunderbolts” e “Blade”. Enquanto a estreia de “Thunderbolts” permanece em 2024, passando de 26 de julho para 20 de dezembro, e nova versão de “Blade” virou a página do calendário, adiada – novamente – de 6 de setembro de 2024 para 14 de fevereiro de 2025. As duas produções ainda não tem os roteiros finalizados, assim como “Vingadores: Dinastia Kang”, que estava previsto para 2 de maio de 2025 e foi adiado para 1º de maio de 2026. “Vingadores: Guerras Secretas” também teve seu lançamento adiado por mais um ano, passando de 1º de maio de 2026 para 7 de maio de 2027. A produção que está mais encaminhada é “Deadpool 3”, que agora estreia em 3 de maio de 2024. Enquanto isso, o novo filme do Capitão América, com subtítulo “Brave New World” (Admirável Mundo Novo, em tradução livre), foi empurrado para 26 de julho de 2024. Por fim, a estreia do novo “Quarteto Fantástico” passou de 14 de fevereiro para 2 de maio 2025. Star Wars e live-action de Moana Ainda sem títulos oficiais ou sinopses reveladas, os próximos filmes de “Star Wars” só vão começar a chegar em 2025. O primeiro será lançado em 19 de dezembro de 2025 e outro em 18 de dezembro de 2026, com uma distância de apenas seis meses um do outro. Em compensação, a versão live-action de “Moana”, estrelada por Dwayne “The Rock” Johnson, teve sua data de lançamento marcada para 27 de junho de 2025, cerca de uma semana antes da data anteriormente planejada, que era 2 de julho. Each Avatar film is an exciting but epic undertaking that takes time to bring to the quality level we as filmmakers strive for and audiences have come to expect. The team is hard at work and can’t wait to bring audiences back to Pandora in December 2025. pic.twitter.com/DrFX01qzTa — Jon Landau (@jonlandau) June 13, 2023










