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    Procurando Dory ultrapassa US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

    9 de outubro de 2016 /

    A animação “Procurando Dory” atingiu neste fim de semana a arrecadação de US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo, tornando-se a quinta animação a superar a marca na história do cinema. “Procurando Dory” é a segunda produção da Pixar a comemorar o feito. A primeira foi “Toy Story 3” em 2010. O filme também é a terceira maior bilheteria de 2016, atrás apenas de “Capitão América: Gerra Civil” e outra animação de bichos falantes, “Zootopia”. Detalhe: todos os três filmes são lançamentos da Disney. A continuação de “Procurando Nemo” (2003) estreou em junho e continua em cartaz em alguns países. Mas seu principal desempenho aconteceu no mercado doméstico, onde faturou 484,7 milhões. Por conta disso, é a maior bilheteria do ano nos EUA – com bastante folga sobre os US$ 408 milhões de “Capitão América”, o 2º lugar.

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    Piratas do Caribe: Jack Sparrow aparece em cartaz de procurado

    7 de outubro de 2016 /

    Onde está Jack Sparrow? O diretor norueguês Joachim Rønning revelou em seu Instagram a foto de um cartaz de procurado, em que sua caricatura aparece desenhada. A ausência do “notório pirata”, como diz o cartaz, foi bastante sentida no primeiro teaser divulgado do novo longa da franquia “Piratas do Caribe”, centrado no vilão e num coadjuvante da história. Intitulado “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, o quinto filme trará o personagem de Johnny Depp novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por um velho inimigo, que escapa do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. Salazar é interpretado por Javier Bardem, que parece se deliciar em viver vilões, como demonstrou em “007 – Operação Skyfall”. Já o coadjuvante mencionado é Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”), que, dizem os rumores, vive o filho de Will Turner (o personagem de Orlando Blum na trilogia original). O elenco ainda conta com os veteranos da franquia Geoffrey Rush, Kevin McNally, Stephen Graham e, claro, Bloom, além das adições de Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Golshifteh Farahani (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Paul McCartney (ele mesmo). O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”) e a direção é dos noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Meu Amigo, o Dragão é um E.T. para a nova geração

    7 de outubro de 2016 /

    A Disney segue na onda dos remakes de sucessos do estúdio. Mas diferente de “Cinderela”, “Malévola” e “Mogli, O Menino Lobo”, “Meu Amigo, o Dragão” não veio exatamente de uma animação. O filme de 1977, dirigido por Don Chaffey, foi feito com atores de carne e osso e somente a criatura era personagem de desenho animado. Além disso, a versão de 2016, dirigida por David Lowery (“Amor Fora da Lei”), dispensa a nostalgia, já que é fácil se desapegar do original, que pode ter agradado a criançada da época, mas não virou um clássico. A nova leitura é até um pouco mais adulta perto daquilo. Apesar da produção ser assumidamente infantil – e da Disney –, Lowery aposta em músicas pop carregadas de dor de cotovelo, que entrariam muito bem nos ápices dramáticos de séries como “Grey’s Anatomy”, e privilegia momentos silenciosos de pura contemplação, que podem deixar alguns adultos e adolescentes um pouco entediados. Mas não tira o foco das crianças, que são muito mais inteligentes que a geração do filme original. O nível de concentração da garotada de hoje em dia é surpreendente e Lowery usa isso muito bem, alternando sequências reflexivas com o eterno sonho infantil de ter um “amigãozão” para toda hora, que, no caso, não tem nada de imaginário. Sobre o contexto por trás da reflexão, deve entrar na cabeça das crianças de alguma forma o que Lowery e a Disney querem dizer: o dragão de Pete (o ótimo menino Oakes Fegley) é uma metáfora para o período de luto, um rito de passagem entre a perda e sua aceitação para, enfim, seguir em frente. Não é spoiler, porque o dragão existe no filme. Mas atenção ao seu significado. O amigão de Pete funciona da mesma forma que o “E.T.”, de Steven Spielberg, representava a passagem da infância para a vida adulta – o protagonista interpretado por Henry Thomas, no clássico de 1982, havia sido abandonado pelo pai e termina a aventura como uma pessoa completamente diferente e muito mais madura -, só que adaptada para o luto. Talvez este seja o problema de “Meu Amigo, o Dragão”: lembrar outros filmes similares (não por ser remake) sem adicionar nenhuma novidade marcante. Mas não é, longe disso, uma perda de tempo. Se não dá novo fôlego à fórmula, tampouco a desgasta, apenas comprova pela enésima vez a eficiência de seu apelo junto ao público. É um, digamos, herdeiro digno da tradição de “E.T.”, “Onde Vivem os Monstros” e outros similares. O filme é bom, simpático, pode entreter, emocionar e pregar os tradicionais valores familiares da Disney, graças especialmente ao diretor, que sabe contar sua história com paciência e habilidade para envolver os espectadores. No elenco, além do pequeno Oakes Fegley, vale ainda destacar o veterano Robert Redford, mais leve e se divertindo na tela como há muito tempo não se vê. Mas quem rouba a cena é mesmo o dragão verde. Muito mais por curiosa caracterização, como um animal de estimação criado por efeitos visuais. Sim, ele é um dragão, mas poderia ser um cachorro gigante, porque simplesmente age como o melhor amigo do homem. Ou, no caso, da criança.

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    Diretor de Hairspray vai filmar continuação de Encantada

    7 de outubro de 2016 /

    A Disney está negociando com o diretor de “Hairspray” para comandar a sequência de “Encantada”. Não, não é John Waters, o que seria no mínimo bizarro, mas provavelmente muito divertido. O estúdio está prestes a fechar com Adam Shankman, que dirigiu o remake musical de “Hairspray” em 2007. Grande sucesso de 2007, “Encantada” trazia Amy Adams no papel de Giselle, uma princesa de desenho animado, que está prometida a um lindo príncipe (James Marsden), quando é empurrada por uma bruxa malvada para um poço negro e profundo, que a leva a um mundo horrível e repleto de perigos, chamado Nova York. Lá, ela ganha formas reais e sofre para se adaptar, mas acaba descobrindo como viver feliz para sempre ao encontrar um advogado (vivido por Patrick Dempsey). A sequência vai se chamar “Disenchanted” em inglês, que significa literalmente Desencantada. Em desenvolvimento desde 2010, a história deve encontrar Giselle muitos anos depois do primeiro filme, questionando sua felicidade e agindo de forma a alterar a vida de todos, no mundo de fantasia e no mundo real. Amy Adams ainda não foi confirmada, mas a Disney deve negociar com a atriz para a sequência, que deve começar a ser filmada em 2017.

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    Roteirista de Divertida Mente vai estrear na direção em animação sobre João e o Pé de Feijão

    4 de outubro de 2016 /

    A Disney começou a produzir sua nova animação baseada em fábula encantada. A roteirista de “Divertida Mente”, Meg LeFauve vai estrear na direção com “Gigantic”, em parceria com Nathan Greno, diretor de “Enrolados”. O filme será uma versão animada da história de “João e o Pé de Feijão”. “Esperamos que seja a versão definitiva de “João e o Pé de Feijão”… com comédia e muita emoção”, disse Nathan Greno, no comunicado que anunciou o projeto. Ambientado na Espanha na época das Grandes Navegações, “Gigantic” trará o adolescente Jack descobrindo um mundo de gigantes escondido entre as nuvens. Ao chegar lá, ele logo faz amizade com a menina gigante Inma, que tem 11 anos, 60 metros de altura e é completamente mal-humorada. Além dos diretores, também foram confirmados os compositores da trilha sonora, Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez, que trabalharam no sucesso de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013). Curiosamente, ao contrário das versões live action que usam como base clássicos da animação, desta vez a Disney vai animar um filme que teve recentemente uma versão com atores: “Jack, O Caçador de Gigantes” (2013), de Bryan Singer. A previsão de estreia de “Gigantic” é para 21 de novembro de 2018.

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    Piratas do Caribe: Vingança de Quem? Fãs se revoltam com título nacional do quinto filme da franquia

    3 de outubro de 2016 /

    Ao divulgar o primeiro teaser do quinto filme da franquia “Piratas do Caribe”, a Disney revelou que o longa será chamado de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” no Brasil. O título original, em inglês, é “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales” e os fãs nacionais ficaram loucos com a entrada do tal Salazar na história que morto não conta, exigindo, nas redes sociais, que o nome seja mudado para a tradução literal: Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias. “De Homens Mortos Não Contam Histórias pra A Vingança de Salazar. A tradução no Brasil tá cada vez ‘melhor’”, protestou um fã no Facebook. “PAREM DE SUBESTIMAR O BRASILEIRO COM ESSES TÍTULOS”, gritou outro fã no Twitter, com letras maiúsculas. “A VINGANÇA DE SALAZAR COMO ASSIM GENTE PQ NÃO DEIXOU HOMENS MORTOS NÃO CONTAM HISTÓRIAS???? TAVA BEM MAIS LEGAL”, considerou mais um na rede social. “A vingança de Salazar” kkjkjkjkkjjjjjkkkkk parece nome de episódio do Chaves”, debochou outra. “Que Salazar? O Sonserina?”, zoou mais um, lembrando “Harry Potter”. E assim por diante. E teve até um otimista que propôs campanha no Facebook. “Se o publico se mobilizar eles trocam! O Capitão America: Soldado Invernal originalmente ia ser o Retorno do Primeiro Vingador, todo mundo reclamou e eles trocaram…” Enfim, o Salazar do título é interpretado por Javier Bardem, que parece se deliciar em viver vilões, como demonstrou em “007 – Operação Skyfall”. No quinto filme da franquia, ele será a antagonista do personagem de Johnny Depp, que escapa do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. O elenco ainda conta com os veteranos da franquia Geoffrey Rush, Kevin McNally, Stephen Graham e Orlando Bloom, além das adições de Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”), Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Golshifteh Farahani (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Paul McCartney (ele mesmo). O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”) e a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Piratas do Caribe: Veja o primeiro teaser do quinto filme da franquia

    3 de outubro de 2016 /

    A Disney divulgou o pôster e o primeiro teaser do quinto “Piratas do Caribe”, que não traz o Capitão Jack Sparrow, mas destaca Salazar. Quem? O filme vai se chamar “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, ainda que Salazar não tenha aparecido em nenhum dos filmes anteriores da franquia. De todo modo, ele quer vingança. E é bastante claro ao ameaçar outro personagem nunca antes visto, com um recado para Sparrow. E mesmo que ninguém saiba quem, maldição, é Salazar, os efeitos visuais tenebrosos que compõem o seu rosto deixam claro que ele não vem só de além-mar, mas também de além do túmulo. O quinto filme da franquia trará o personagem de Johnny Depp novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por um velho inimigo, que escapa do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. Salazar é interpretado por Javier Bardem, que parece se deliciar em viver vilões, como demonstrou em “007 – Operação Skyfall”. Já o moleque que se borra em sua presença é Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”), que, dizem os rumores, vive o filho de Will Turner (o personagem de Orlando Blum na trilogia original). O elenco ainda conta com os veteranos da franquia Geoffrey Rush, Kevin McNally, Stephen Graham e, claro, Bloom, além das adições de Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Golshifteh Farahani (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Paul McCartney (ele mesmo). O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”) e a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”). Um detalhe curioso é que o título em inglês é “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales”. A tradução literal, Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias daria um monte de letras no cartaz. “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” é bem menor, ainda que não saiba quem, maldição, é Salazar. A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.  

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    Diretor de Mogli vai filmar remake “com atores” de O Rei Leão

    28 de setembro de 2016 /

    Depois do sucesso de “Mogli, O Menino Lobo”, Jon Favreau vai comandar outro remake de um clássico animado da Disney: “O Rei Leão”. Assim como no filme anterior, a nova adaptação será um longa de “live-action”, ou seja, com “atores reais” — ainda que, neste caso, o conceito seja atípico, já que a trama original de “O Rei Leão” não conta com nenhum ser humano. Em comunicado, a Disney afirmou que o novo projeto é mais uma adição à lista de longas que “reimaginam os seus clássicos para um público contemporâneo”, como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014) e “Cinderela” (2015), além do próprio “Mogli”, cuja continuação já está sendo produzida. Favreau também dirigiu o primeiro “O Homem de Ferro” (2008), que lançou o estúdio Marvel como um dos mais bem-sucedidos da atualidade, despertando, por coincidência, o interessa da própria Disney – que comprou a Marvel em 2009. Sua versão de “Mogli” é um dos maiores sucesso do ano, com US$ 965 milhões de bilheteria mundial. É provável que seu “O Rei Leão” se utilize da mesma tecnologia de captura de performance e animação computadorizada de “Mogli”, responsável pela criação de animais bastante realistas na produção, ainda que falantes, como é o caso da história do leão Simba. Outra alternativa seria a via teatral, de colocar atores fantasiados como no musical da Broadway baseado na animação. Por sinal, o musical “O Rei Leão” foi um dos maiores sucessos da Broadway dos últimos anos. O filme “live action” ainda não tem previsão de estreia.

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    Disney confirma produção de terceiro spin-off de Star Wars

    23 de setembro de 2016 /

    A Disney confirmou a produção a produção de um terceiro spin-off de “Star Wars”. Em encontro público com investidores, o CEO da Disney Robert Iger revelou que o novo filme chegará aos cinemas em 2020. O filme não será uma sequência da saga principal, mas uma história completa, como “Rogue One: Uma História Star Wars”, que estreia nos cinemas no final deste ano, e o filme solo de Han Solo, ainda sem título oficial, previsto para 2018. Iger adiantou, segundo o site Deadline, que um roteirista já foi contratado para trabalhar no filme, mas não revelou quem irá escrever nem qual será o tema da produção. Desde 2015, a Disney anunciou que lançaria um filme do universo “Star Wars” por ano, até 2020. No ano que vem e em 2019 estão previstas as estreias do segundo e do terceiro episódios da nova trilogia oficial, inaugurada com “Star Wars: O Despertar da Força” (2015).

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    Antes mesmo da estreia, Moana gera polêmica nas Ilhas do Pacífico

    22 de setembro de 2016 /

    O povo não viu e já detestou. O novo filme da Disney, “Moana: Um Mar de Aventuras”, ainda não estreou, mas já gera polêmica nas Ilhas do Pacífico, que serviram de inspiração para sua história. Não adiantou a Disney fazer testes e contratar uma adolescente havaiana para dublar sua primeira Princesa Polinésia, nem o fato de Dwayne Johnson, que dubla um semideus do Pacífico, ser descendente de samoanos. O filme de animação dirigido por John Musker e Ron Clements (responsáveis por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e o Sapo”) não é politicamente correto, mas ofensivo, segundo diversas manifestações locais. O estúdio de animação americano é acusado de desprezo e saque cultural, primeiro pelo excesso de gordura usado para retratar o semdeus Maui, que seria fruto de um estereótipo preconceituoso – a Polinésia tem, estatisticamente, a população mais obesa do mundo – , mas também por vender produtos que exploram Maui, que seria sagrado. Em declaração à agência AFP, Marama Fox, dirigente do Partido Maoista da Nova Zelândia, acusou o estúdio americano de buscar “ganhar dinheiro graças à história e às crenças dos outros”. Para ele, vender bonecos e fantasias de Maui “é o mesmo que imprimir a imagem de um de nossos ancestrais em uma cortina de chuveiro ou em uma garrafa de cerveja”. Uma fantasia de Maui de corpo inteiro, inclusive sua pele bronzeada, foi acusada nas redes sociais de ser o equivalente à “black face”, as caricaturas teatrais racistas, que os brancos faziam até o começo do século 20 com o rosto pintado de negro, para mostrar como os negros eram burros nos Estados Unidos. A imagem ilustra este texto. A comissão de Direitos Humanos da Nova Zelândia se pronunciou após as críticas com o seguinte comentário: “Esperamos que a Disney compreenda as opiniões das comunidades e dos povos que caracteriza no filme”. Claro que nem todos viram colonialismo racista na iniciativa do clube do Mickey. A jornalista neozelandesa de origem samoana Madeleine Chapman é uma das defensoras da obra. “Depois de ver por anos nos aniversários pequenos ‘Homem-Aranha’ samoanos e ‘Batman’ bronzeados, seria verdadeiramente ofensivo ver crianças brancas fantasiadas de heróis polinésios?”, ela escreveu no site The Spin-off. A Disney, porém, prefere evitar que polêmicas interfiram nos negócios. E já voltou atrás. “A equipe de ‘Moama’ tomou muito cuidado na hora de respeitar as culturas das ilhas do Pacífico nas quais o filme se inspira e lamentamos que a fantasia de Maui tenha sido ofensiva”, disse o grupo em um comunicado. “Apresentamos nossas sinceras desculpas e retiramos a fantasia de nossas lojas”. Vale ressaltar que John Musker e Ron Clements estudaram bastante a cultura polinésia, antes de realizar o filme, fazendo longas viagens com sua equipe às ilhas do Pacífico, onde se reuniram com antropólogos. “Estas viagens modificaram completamente nossa percepção da história que desejávamos contar”, disse Musker, durante o Festival de Annecy.

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    Moana: Versão dublada do novo trailer tem trilha de comercial do McDonald’s

    21 de setembro de 2016 /

    A Disney divulgou o trailer dublado de “Moana: Um Mar de Aventuras”, que explica melhor a aventura da personagem-título, a primeira princesa polinésia do estúdio. A prévia mostra sua jornada para encontrar o semideus Maui, com quem se alia para cruzar o Oceano Pacífico numa jangada, enfrentar criaturas terríveis – mas fofas – e realizar feitos heroicos. O detalhe intrigante é que, além das vozes brasileiras, a música que acompanha o vídeo também é diferente do trailer americano. Enquanto a trilha divulgada por lá era mais, digamos, original, a versão disponibilizada no Brasil revisita um velho hit de boy band, “Glad You Came”, cantado pela banda The Wanted, que tocou até enjoar como a trilha de “lambada” do comercial do McDonald’s feito para a Copa do Mundo de 2014. Nos EUA, Maui e Moana são dublados, respectivamente, pelo astro Dwayne Johnson (da franquia “Velozes & Furiuosos”), que pela primeira vez tem a chance de homenagear sua descendência polinésia no cinema, e a estreante Auli’i Cravalho, de 15 anos de idade, selecionada após diversos testes com jovens havaianas. Já as vozes nacionais não foram divulgadas. O filme tem direção de John Musker e Ron Clements (responsáveis por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e o Sapo”). E entre os roteiristas creditados está Taika Waititi, diretor do vindouro “Thor 3: Ragnarok”. Para completar, Lin-Manuel Miranda, responsável pelo fenômeno da Broadway “Hamilton” (vencedor de 11 Tonys neste domingo), escreveu algumas das canções da trilha sonora. “Moana” tem previsão de estreia para 5 de janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos EUA em 23 de novembro.

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    Descendentes 2: Filhos dos vilões da Disney revelam novo visual na primeira foto da continuação

    18 de setembro de 2016 /

    O Disney Channel divulgou a primeira imagem oficial do telefilme “Descendentes 2”. A imagem registra Jay (Booboo Stewart), Evie (Sofia Carson), Mal (Dove Cameron), Carlos (Cameron Boyce) e até o Príncipe Ben (Mitchell Hope) de visual novo. A franquia se passa num reino idílico, após o príncipe herdeiro, filho da Bela e a Fera, oferecer uma chance de redenção para os filhos dos maiores antagonistas dos contos de fadas, que foram presos em uma ilha com todos os vilões, ajudantes, madrastas e meia-irmãs malvadas. Assim, os filhos adolescentes de Malévola (de “A Bela Adormecida”), Jafar (“Aladim”), Cruella De Vil (“101 Dálmatas”) e a Rainha Má (“Branca de Neve e os Sete Anões”) passam a frequentar a escola ao lado dos filhos da Fada Madrinha, Bela Adormecida, Rapunzel e Mulan, e decidem romper com seus pais vilões, abraçando a oportunidade de se tornarem pessoas boas. O problema é que a nova classe de “Descendentes 2” não pretende ser tão cooperativa. As novidades incluem Uma (China Anne McClain, da série “Programa de Talentos”), filha da Úrsula, Harry Hook (o novato Thomas Doherty), filho do Capitão Gancho, e Gil (Dylan Playfair, de “Se Eu Tivesse Asas”), filho do Gastão. Novamente escrito por Sara Parriott e Josann McGibbon e dirigido por Kenny Ortega, “Descendentes 2” tem estreia prevista para o ano que vem. Aproveite e veja o primeiro teaser da produção.

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    Deadpool entra na Guerra Civil e zoa Homem-Aranha em vídeo perfeito criado por fã

    18 de setembro de 2016 /

    Os fãs estão sempre produzindo mash-ups no YouTube, mas de vez em quando o resultado se revela tão bom que vale a pena divulgar. É o caso de um vídeo em que Deadpool é inserido no meio do conflito de “Capitão América: Guerra Civil” e tem um diálogo com o Homem-Aranha. A montagem dos dois filmes é perfeita, rendendo uma interação convincente, que mantém as características dos personagens e continuidade entre fundos e valores de produção, embora “Deadpool” seja um lançamento da Fox e “Capitão América” pertença à Disney. Apesar de curto, o vídeo ainda tem uma “cena extra”, tirada inteiramente do longa do Capitão América, para se autorreferenciar. O vídeo foi criado por Redditor –zach–, que, por sua vez, usou um GIF criado por outro Redditor, /u/riceandnori.

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