PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
  • Série

    Emily VanCamp e Daniel Bruhl vão voltar a viver Sharon Carter e Barão Zemo em série da Marvel

    21 de maio de 2019 /

    A atriz Emily VanCamp (a Emily de “Revenge”) e o ator Daniel Bruhl negociam voltar a viver Sharon Carter, a agente 13 da SHIELD, e o vilão Barão Zemo na nova série da Disney+ (Disney Plus) centrada na parceria do Falcão e do Soldado Invernal. A personagem da atriz foi pouco aproveitada em “Capitão América: Soldado Invernal” e “Capitão América: Guerra Civil”, e não apareceu nos filmes dos Vingadores, apesar de ser muito importante nos quadrinhos. Sharon Carter foi a namorada mais duradoura do Capitão América e uma das primeiras e principais agentes da SHIELD a se popularizar entre o público – além de ter destacada participação no arco de origem do Soldado Invernal, papel que acabou ocupado pela Viúva Negra no cinema. Já o Barão Zemo teve destaque principalmente no segundo filme. O vilão nazista dos quadrinhos foi repaginado nos cinemas como um estrategista com laços com a HYDRA. Foram suas ações que deram origem à “Guerra Civil” entre Capitão América e Homem de Ferro. E não se pode esquecer que foi o vilão quem matou o pai do Pantera Negra. Anthony Mackie e Sebastian Stan estão confirmados na atração, respectivamente como Falcão e Soldado Invernal. A história está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, segundo o site Deadline, a sucessão do Capitão América será um dos pontos centrais. Vale lembrar que o Falcão ficou com o escudo do Capitão no final de “Vingadores: Ultimato”. Outra novidade é que a produção será dirigida por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”, além dos pilotos das vindouras “NOS4A2” e “The Loudest Voice”. Ainda não há previsão de estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Vingadores: Ultimato passa Avatar nos EUA e já soma US$ 2,6 bi em todo o mundo

    19 de maio de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” pode ter perdido a liderança semanal para “John Wick 3: Parabellum” nos Estados Unidos e Canadá, mas avançou ainda mais em seu objetivo de conquistar posições mais ambiciosas no ranking de todos os tempos. O filme da Marvel atingiu US$ 771 milhões na América do Norte, superando “Avatar” e sua renda de US$ 761 milhões para se tornar o segundo filme de maior arrecadação nos cinemas dos EUA e Canadá, atrás apenas de “Star Wars: o Despertar da Força”, que faturou US$ 937 milhões entre 2015 e 2016. O longa dos super-heróis também tem a segunda maior arrecadação mundial, mas ficou ainda mais próximo do líder “Avatar”. Ao somar US$ 2,61 bilhões em todo o mundo, a diferença caiu para 170 milhões. A expectativa é que “Vingadores: Ultimato” se torna o filme de maior bilheteria mundial da História nos próximos fins de semana. Dependendo do sucesso ou fracasso de “Aladdin” e “Godzilla II – Rei dos Monstros”, isso pode acontecer ainda em maio.

    Leia mais
  • Filme

    John Wick 3 supera Vingadores: Ultimato e estreia em 1º lugar na América do Norte

    19 de maio de 2019 /

    Após três semanas como filme mais visto dos Estados Unidos e Canadá, “Vingadores: Ultimato” perdeu o topo das bilheterias para uma estreia explosiva. “John Wick 3: Parabellum” superou expectativas com US$ 57 milhões no fim de semana na América do Norte, batendo os super-heróis da Marvel, que caíram para o 2º lugar com US$ 29,4 milhões nos últimos três dias. Impulsionado por críticas positivas (89% no Rotten Tomatoes), “John Wick 3” também conquistou a maior estreia da franquia com grande folga. Vale lembrar que o primeiro filme apenas empatou seus custos, abrindo com modestos US$ 14,4 milhões em 2014, enquanto “John Wick 2”, mesmo dobrando os rendimentos na largada (US$ 30,4 milhões), não chegou nem perto do valor atual. Assim, aos poucos e sem alarde, a franquia estrelada por Keanu Reeves se tornou o maior sucesso da Lionsgate após o badalado “Jogos Vorazes”. E vale notar que, de forma significativa, o estúdio não tinha uma abertura tão boa nas bilheterias norte-americanas desde “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2” em 2015. Não só isso. “John Wick 3” pode ter salvado o ano da Lionsgate, que vem de uma série de fracassos milionários, como “Robin Hood”, estrelado por Taron Egerton, o remake de “Hellboy” e o thriller “Vingança a Sangue Frio”, com Liam Neeson. Todos deram grande prejuízo. Obviamente, “John Wick 4” já é considerado inevitável. E o projeto de uma série focada no Hotel Continental, parte importante da franquia, deve finalmente sair do papel. Por sua vez, “Vingadores: Ultimato” pode ter perdido a liderança semanal, mas avançou ainda mais em seu objetivo de conquistar posições mais ambiciosas no ranking de todos os tempos. O filme da Marvel atingiu US$ 771 milhões na América do Norte, superando “Avatar” e sua renda de US$ 761 milhões para se tornar o segundo filme de maior arrecadação nos cinemas dos EUA e Canadá, atrás apenas de “Star Wars: o Despertar da Força”, que faturou US$ 937 milhões. O longa dos super-heróis também tem a segunda maior arrecadação mundial, mas ficou ainda mais próximo do líder “Avatar”. Ao somar US$ 2,61 bilhões em todo o mundo, a diferença caiu para 170 milhões. Em 3º lugar, “Pokémon: Detetive Pikachu” caiu uma posição em sua segunda semana e ainda não atingiu US$ 100 milhões no mercado doméstico. Em todo o mundo, o montante está em US$ 287,4 milhões, que ainda precisará ser dobrado para compensar o investimento da Warner. Ao contrário de “John Wick 3”, as outras estreias do fim de semana fracassaram de forma dramática. “Juntos para Sempre” abriu em 4º lugar com apenas US$ 8 milhões – isto é, US$ 10 milhões abaixo de “Quatro Vidas de um Cachorro”, do qual é continuação. E “O Sol Também É uma Estrela” justificou a comparação com os romances teen da Netflix com uma performance que não compensou seu lançamento no cinema: US$ 2,6 milhões em 8º lugar. Dentre todos os filmes citados acima, apenas “Juntos para Sempre” permanece inédito no Brasil. A estreia está agendada para 6 de junho. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. John Wick 3: Parabellum Fim de semana: US$ 57M Total EUA e Canadá: US$ 57M Total Mundo: US$ 92,23M 2. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 29,4M Total EUA e Canadá: US$ 770M Total Mundo: US$ 2,6B 3. Pokémon: Detetive Pikachu Fim de semana: US$ 24,8M Total EUA e Canadá: US$ 94M Total Mundo: US$ 287,4M 4. Juntos para Sempre Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 8M Total Mundo: US$ 8M 5. As Trapaceiras Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 23,1M Total Mundo: US$ 36,9M 6. The Intruder Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 28M Total Mundo: US$ 28,6M 7. Casal Improvável Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA e Canadá: US$ 25,7M Total Mundo: US$ 32,7M 8. O Sol Também É uma Estrela Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA e Canadá: US$ 2,6M Total Mundo: US$ 2,6M 9. As Rainhas da Torcida Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 10M Total Mundo: US$ 10M 10. Uglydolls Fim de semana: US$ 1,6M Total EUA e Canadá: US$ 17,2M Total Mundo: US$ US$ 18,8M

    Leia mais
  • Filme

    Vídeos de Aladdin destacam música de Will Smith e influência de Game of Thrones

    18 de maio de 2019 /

    A Disney abriu as comportas, divulgando vários vídeos de “Aladdin”. Tantos, que foi necessário relevar os comerciais para destacar os bastidores da produção e uma cena inédita. A cena mostra Will Smith cantando “Prince Ali”, durante a chegada – ou seria desfile de carnaval? – de Aladdin em sua versão Príncipe. Já os vídeos de bastidores trazem várias entrevistas e cenas das filmagens, fazendo muitas revelações, entre elas que as filmagens aconteceram na Jordânia e que a cenografista Gemma Jackson usou sua experiência em “Game of Thrones” como influência para conceber a cidade de Agrabah, em se passa a maior parte da ação. Além de Will Smith como o Gênio da Lâmpada, o elenco inclui o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) como protagonista, Naomi Scott (de “Power Rangers”) como a Princesa Jasmim e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar. Com direção de Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), “Aladdin” estreia em 23 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Série

    Capitão América pode aparecer na série de Loki no Disney+ (Disney Plus)

    15 de maio de 2019 /

    Os irmãos Anthony e Joe Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”, indicaram os rumos da série do vilão Loki, que voltará a ser interpretado por Tom Hiddleston na produção do serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). Em entrevista com o site Business Insider, os Russo apontaram que, ao pegar o Tesseract (o cubo que também é a Joia do Espaço, uma das poderosas Joias do Infinito), o Loki de 2012 vai para algum lugar desconhecido no tempo. E será essa versão que o público verá na série, não o Loki que se redimiu em “Thor: Ragnarok” e morreu em “Vingadores: Guerra Infinita”, mas uma versão do vilão que enfrentou os Vingadores no primeiro longa da franquia. Mas o mais interessante é que isso o coloca no caminho do Capitão América. “Quando Loki se teletransporta, ele cria uma nova linha do tempo. É bem complicado, mas seria impossível para o Capitão América retificar todas as linhas do tempo sem achar Loki”, comentou Joe Russo na entrevista. A declaração do diretor indica que o herói interpretado por Chris Evans pode aparecer na série de Loki, caçando o vilão. “Estamos lidando com a ideia de multiverso, de realidades paralelas. Existem muitas delas”, completou Anthony.

    Leia mais
  • Filme

    Criadores de Game of Thrones farão a próxima trilogia de Star Wars

    14 de maio de 2019 /

    Uma semana após anunciar as datas de estreia de uma nova trilogia da saga espacial “Star Wars”, o CEO da Disney, Bob Iger, revelou que os filmes serão escritos por David Benioff e D.B. Weiss, os criadores de “Game of Thrones”. A dupla foi contratada em fevereiro do ano passado para desenvolver a história, mas havia dúvidas sobre se a nova trilogia seria esse projeto, já que o diretor/roteirista Rian Johnson (de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) também está desenvolvendo sua própria trilogia para a Lucasfilm. Bob Iger fez a confirmação durante uma palestra para investidores, em que também reforçou os planos de streaming da Disney. “Nós fizemos um acordo com Benioff e Weiss, que são famosos por ‘Game of Thrones’, e o próximo filme que lançaremos será deles. É só isso que eu posso falar por enquanto”, explicou o executivo. A frase não confirma uma trilogia completa, mas três longas de “Star Wars” ganharam destaque no calendário da Disney para a próxima década, com lançamentos marcados para os anos de 2022, 2024 e 2026. O executivo ainda contou por que a Disney decidiu deixar um intervalo de três anos entre “Star Wars: A Ascensão de Skywalker”, que será lançado em dezembro deste ano, e o próximo filme da franquia. “Achamos que seria esperto da nossa parte fazer um intervalo enquanto decidimos o que virá a seguir. Mas não vamos esperar até o lançamento [de ‘Skywalker’] para fazer planos, estamos trabalhando neste momento”, comentou. “A conclusão a que chegamos é que três anos era um intervalo apropriado, para que conseguíssemos respirar e começar tudo de novo. Queremos estar com o tanque cheio para o lançamento do próximo filme”, completou.

    Leia mais
  • Etc

    Disney assume o controle total da plataforma Hulu

    14 de maio de 2019 /

    A Disney entrou em acordo com a Comcast e assumiu 100% do controle da plataforma Hulu. Depois da compra da Fox, em uma das maiores fusões da indústria do entretenimento, agora a empresa consolida sua presença no mercado de streaming, com um plano de disponibilizar três serviços complementares: ESPN+, o vindoura Disney+ (Disney Plus) e Hulu. O anúncio da negociação foi feito nesta terça (14/5) em comunicado conjunto da Disney e da Comcast. “Agora podemos integrar completamente nosso negócio e ter uma noção da força dos produtos da The Walt Disney Company para agregar ainda mais valor do serviço aos consumidores”, disse Bob Iger, CEO da Disney. As duas empresas já tinham chegado a um acordo anterior para assimilar a fatia de 10% que pertencia à Warner, em negociação com a outra gigante do entretenimento no mês passado. Agora, fecharam um negócio que dá à Disney o controle sobre os 33% que remanesciam com a Comcast. Mas o pagamento só vai acontecer em 2024, ao valor das ações da companhia nesta data. Um dos entraves para a compra era justamente a expectativa de valorização da Hulu. A Comcast aposta que a Disney vai internacionalizar a plataforma com sua estratégia de lançamento casado e espera receber uma fatia maior de dinheiro daqui a cinco anos. O atual acordo garante um valor mínimo de US$ 27,5 bilhões para a Hulu, em comparação aos US$ 15 bilhões atualmente estimados. O negócio também é vantajoso para a Disney, que acaba de gastar uma fortuna para comprar a Fox. Assim, teria cinco anos para se capitalizar antes de fazer um novo investimento pesado. Pelo acordo, a Comcast não vai mais participar das discussões sobre o rumo da empresa, mas continuará licenciando seu conteúdo na plataforma até 2024 – e por um preço menos módico. A saída também é estratégica para a Comcast, que pretende lançar sua própria plataforma de streaming entre 2020 e 2021, com o conteúdo da NBCUniversal e da Sky. Principal concorrente da Netflix e Amazon Prime Video nos Estados Unidos, a Hulu tem um grande catálogo de filmes e séries, além de títulos exclusivos, como “Castle Rock” e “The Handmaid’s Tale”. A Disney considera o acordo importante para seu modelo de negócios, pois pretende disponibilizar material adulto (na verdade, não juvenil) na plataforma, separando assim os públicos da Disney+ (Disney Plus) e da Hulu. Séries do canal pago FX, por exemplo, terão endereço certo na Hulu daqui para frente.

    Leia mais
  • Filme

    Novo trailer legendado de X-Men: Fênix Negra faz retrospectiva da franquia

    13 de maio de 2019 /

    A Fox divulgou novos pôsteres e o quinto (!) trailer legendado de “X-Men: Fênix Negra”, que além de exibir cenas inéditas faz uma retrospectiva de toda a franquia. Iniciada em 2000 com lançamento de “X-Men”, a saga dos heróis mutantes chegará ao fim com o lançamento do novo filme. A trama adapta “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, que mostra a heroína Jean Grey corrompida ao ganhar superpoderes e virar a Fênix Negra. Sim, você já viu essa história no cinema, abordada no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia – a ponto de os X-Men passarem por um reboot após aquele lançamento. O detalhe é que Simon Kinberg, responsável pelo roteiro de “O Confronto Final”, é quem assina a nova versão e ainda faz sua estreia como diretor no filme. Em entrevistas, ele justificou o remake com a desculpa de fazer justiça aos quadrinhos. Mas já confirmou ter matado uma personagem que não morre na trama de Claremont e Byrne, além de ter feito inúmeras outras alterações. “X-Men: Fênix Negra” é o último filme da saga, porque os heróis passarão a ser produzidos pela Marvel após este lançamento e o novo estúdio pretende reiniciar a franquia. Assim, esta será a última vez que a formação do grupo incluirá Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). A estreia vai acontecer em 6 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Malévola: Dona do Mal ganha primeiro trailer legendado

    13 de maio de 2019 /

    A Disney divulgou o primeiro trailer legendado da continuação de “Malévola”, que traz Angelina Jolie em clima de Rainha do Mal – ou, como revela o título nacional da produção: “Dona do Mal”. O filme original, lançado em 2014, fez mais de US$ 750 milhões nas bilheterias mundiais, ao revisitar o famoso conto de fadas da “Bela Adormecida” sob o ponto de vista da vilã. A trama mostrava que Malévola foi vítima da ganância de um rei inescrupuloso, que cortou suas asas e a abandonou para reinar sobre o sombrio pântano mágico do reino. Mas a prévia mostra a personagem como uma bruxa aterradora, de grandes asas negras, que volta a ameaçar o reino e assustar a Princesa Aurora (novamente vivida por Elle Fanning). Entre as novidades do elenco estão Michelle Pfeiffer (“Homem-Formiga e a Vespa”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). “Malévola: Dona do Mal” foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”) e a direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A estreia em 17 de outubro vai encerrar um ano repleto de lançamentos de versões live-action de animações da Disney, após “Dumbo”, “O Rei Leão” e “Aladdin” – sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo” em streaming.

    Leia mais
  • Série

    Os Simpsons registra pior audiência de todos os tempos nos EUA

    13 de maio de 2019 /

    O episódio de domingo passado (12/5) da longeva animação “Os Simpsons” registrou a pior audiência da série em todos os tempos. Intitulado “Crystal Blue-Haired Persuasion”, o capítulo foi visto por apenas 1,44 milhão de telespectadores e registrou 0,5 na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto inteiro equivale a 1,3 milhão de público adulto qualificado na medição da consultoria Nielsen. A exibição marcou o final da 30ª temporada da série, que se encontra renovada para mais dois anos – até 2021. Além dos episódios inéditos exibidos, que continuará a ir ao ar na Fox, todos os 30 anos de capítulos produzidos de “Os Simpsons” farão parte do catálogo do novo serviço de streaming da Disney, a plataforma Disney+ (Disney Plus), que vai estrear em 12 de novembro nos Estados Unidos. A previsão de lançamento da Disney+ (Disney Plus) no Brasil é somente para 2021.

    Leia mais
  • Etc

    Ministra Damares diz que Frozen é do diabo, porque Elza é uma princesa lésbica

    12 de maio de 2019 /

    A ala circense do governo Bolsonaro voltou a chamar atenção com o compartilhamento do vídeo de uma palestra da ministra Damares Alves, em que ela ataca a animação “Frozen”, comparando-a a um trabalho do diabo – ou do “cão”, em sua linguagem característica. O desenho seria responsável por seduzir “menina de três anos” para o mal, porque Elza acaba sozinha e sem precisar de príncipe encantado. O que, segundo a Ministra, é uma apologia ao estilo de vida gay. No vídeo, que começou a circular no sábado (11/5), Damares aparece cantando a música-tema do filme (“Livre Estou”) e diz: “Sabe por que ela [Elsa] termina sozinha em um castelo de gelo? Porque é lésbica! O cão está muito bem articulado e nós estamos alienados”. Ela ainda afirma que Elsa “vai acordar a Bela Adormecida com um beijo gay”. “Isto aqui é muito grave, sabe por quê? Porque eu fui menina e sonhei em ser princesa. Eu sonhei com o meu príncipe encantado. A gente tá abrindo uma brecha na cabecinha da menina de três anos pra sonhar com princesa! Isto aqui é indução!” O vídeo foi compartilhado nas redes sociais pelo líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta, que acrescentou: “Eis o pensamento de uma ministra de estado dos Direitos Humanos. Disseminando ódio e preconceito contra um segmento social que já enfrenta todo tipo de estigma e preconceito”. Damares respondeu no Instagram algumas horas depois. Ela afirmou se tratar de uma “polêmica que tem como base novamente uma pequena parte recortada de um vídeo que foi gravado durante uma de minhas palestras na igreja”. “Eu critico é a tentativa de interferência dos ideólogos de gênero na identidade de nossas crianças”, escreveu. A ministra ainda lançou uma de suas frases de efeito moralistas em letras maiúsculas: “VAI UM RECADO: CRIANÇA NÃO NAMORA!! CRIANÇA BRINCA E ESTUDA”. E acrescentou: “Minha posição é contrária principalmente contra a erotização e adultizaçäo de crianças. DEIXEM NOSSAS CRIANÇAS SEREM CRIANÇAS!! Que estudem e brinquem sem que ninguém as incentivem a pular fases”. Em “Frozen”, Elza não namora nem é erotizada. A moral da história é que princesas modernas não dependem de príncipes encantados para serem felizes para sempre, uma mensagem defendida por muitos psicólogos. Mas há, sim, fãs que gostariam de ver Elza caracterizada como uma princesa lésbica, chegando a realizar campanha para a diretora do filme confirmar essa tendência na continuação, prevista para o fim do ano. A justificativa é que a Disney vem representando diversas minorias em suas animações recentes. Algo que, inclusive, tem tornado a empresa cada vez mais popular. Porém, ainda não lançou uma princesa lésbica. A defesa da diversidade é uma dos pilares dos Direitos Humanos, como a ministra com certeza sabe – todos são iguais, todos tem os mesmos direitos, etc. Já o ataque à produção cultural infantil tem como base um discurso que culpa a cultura popular por todos os males da civilização. A origem disso vem dos anos 1950, quando um psicólogo americano chamado Fredric Wertham publicou um dos livros mais infames de todos os tempos. Em “Sedução dos Inocentes”, Wertham lançou as bases do discurso de Damares, dizendo que quadrinhos eram responsáveis pelos desvios de comportamento das crianças americanas. Entre outras coisas, a obra afirmava que a força e a independência da Mulher-Maravilha a caracterizavam como lésbica. Na época, os americanos levaram a sério e Wertham foi responsável por quase falir a indústria dos quadrinhos, gerando uma quebradeira no mercado e o fechamento de editoras importantes, além de “demonizar” a chamada nona arte. Passados 65 anos, os personagens de quadrinhos se tornaram a principal produção cultural dos EUA, rendendo bilhões em bilheterias de cinema, e Wertham passou a ser citado apenas como parâmetro de pensamento antiquado. Vale lembrar que, na mesma época de Wertham, a igreja evangélica americana também considerava rock uma música do diabo, porque vinha dos negros e inspirava desejos espúrios. Vários discos foram queimados na campanha do pastor Jimmy Swaggart, primo do roqueiro Jerry Lee Lewis e um dos televangelistas mais famosos de todos os tempos. E que acabou se envolvendo num escândalo sexual com uma prostituta, 30 anos depois. Durante o nazismo, a queima pública de livros na Alemanha também teve como base uma defesa da moral e dos bons costumes – “contra a decadência e a corrupção moral”, nas palavras de outro ministro famoso, Joseph Goebbels. “Em defesa da decência e a moralidade da família e do estado”. O poeta Heinrich Heine logo avisou: “Onde se queimam livros, acaba-se queimando pessoas.” E não deu outra. Eis o pensamento de uma MINISTRA DE ESTADO dos DIREITOS HUMANOS. Disseminando ódio e preconceito contra um segmento social que já enfrenta todo tipo de estigma e preconceito. No vídeo Damares Alves diz que a princesa Frozen vive sozinha no castelo de gelo porque ela é lésbica pic.twitter.com/cqehitc793 — Paulo Pimenta (@DeputadoFederal) May 11, 2019 Visualizar esta foto no Instagram. Fui surpreendida com mais esta polêmica que tem como base, novamente, uma pequena parte recortada de um vídeo que foi gravado durante uma de minhas palestras na igreja. Minha critica é conhecida de todos, eu critico é a tentativa de interferência dos ideólogos de gênero na identidade de nossas crianças. VAI UM RECADO : CRIANÇA NÃO NAMORA!! CRIANÇA BRINCA E ESTUDA. Minha posição é contrária principalmente contra a erotização e adultizaçäo de crianças. DEIXEM NOSSAS CRIANÇAS SEREM CRIANÇAS!! Que estudem e brinquem sem que ninguém as incentivem a pular fases. Uma publicação compartilhada por Damares Alves (@damaresalvesoficial1) em 11 de Mai, 2019 às 7:07 PDT

    Leia mais
  • Filme

    Vingadores: Ultimato chega a 2,4 bilhões de bilheteria mundial

    12 de maio de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” segue na liderança das bilheterias dos Estados Unidos e Canadá pelo terceiro fim de semana, com arrecadação de US$ 63M (milhões) apenas nos últimos três dias. O sucesso sem precedentes aproxima o filme da Marvel de um alvo considerado insuperável até seu lançamento. Ao somar US$ 2,4B (bilhões) em todos os mercados, já está somente 300M atrás de “Avatar” (US$ 2,7B). É questão de tempo até assumir o topo do ranking como a maior bilheteria de todos os tempos. Na América do Norte, porém, “Vingadores: Ultimato” ainda tem um degrau a mais para subir. De seu total, US$ 723,4M foram somados nos cinemas norte-americanos, o que equivale à 3ª maior bilheteria doméstica, ainda atrás de “Avatar” (US$ 760,5M) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 936,6M). Ninguém apostava num fenômeno tão grande. Prova disso é que os estúdios rivais marcaram nada menos que quatro estreias amplas para essa semana nos Estados Unidos e Canadá. E, apesar de enfrentar uma superpotência, uma delas se saiu melhor que o esperado. “Pokémon: Detetive Pikachu” impressionou com um desempenho consistente, rendendo US$ 58M na América do Norte. O valor representa a maior estreia doméstica de uma adaptação de videogame – US$ 11M acima da abertura de “Lara Croft: Tomb Raider” (2001), com Angelina Jolie. Mesmo assim, ficou em 2º lugar. O resultado foi muito melhor no exterior, onde somou 103M em 62 países. O total supera em 300 mil a soma internacional de “Vingadores: Ultimato” nos últimos três dias, fazendo do filme de “Pokémon” o líder do mercado internacional no fim de semana. Juntando tudo, sua bilheteria mundial está em US$ 170,4M. Parece muito, mas será preciso triplicar esse valor para compensar o investimento em sua produção. O público norte-americano adorou o filme, dando-lhe nota A- no CinemaScore. Já a críticas ficaram divididas, resultando numa média de 64% no site Rotten Tomatoes. O 3º lugar coube à outro lançamento: a comédia “As Trapaceiras”, com Anne Hathaway e Rebel Wilson. O rendimento de US$ 13,5M deixou a desejar. Mas nem foi a pior consequência da produção, que enfrentou críticas extremamente negativas. A avaliação de 16% no Rotten Tomatoes foi uma das mais baixas do ano. Já candidato ao Framboesa de Ouro, o lixão será despejado em 25 de julho no Brasil. As outras duas estreias amplas da semana também apanharam nas bilheterias e na imprensa. A comédia da Terceira Idade “As Rainhas da Torcida” abriu em 6º lugar e foi trucidada com 29% no Rotten Tomatoes, enquanto “Tolkien”, a cinebiografia do autor de “O Senhor dos Anéis”, teve um desempenho assustador em 9º lugar. Ao menos, a crítica não considerou um lixo completo, apenas um filme medíocre (49%). “Tolkien” tem estreia marcada no Brasil para a próxima semana, em 23 de maio, mas “As Rainhas da Torcida” foi jogada para daqui a cinco meses, em outubro. Não será surpresa se sair direto em VOD e vídeo. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 63M Total EUA e Canadá: US$ 723,4M Total Mundo: US$ 2,4B 2. Pokémon: Detetive Pikachu Fim de semana: US$ 58M Total EUA e Canadá: US$ 58M Total Mundo: US$ 170,4M 3. As Trapaceiras Fim de semana: US$ 13,5M Total EUA e Canadá: US$ 13,5M Total Mundo: US$ 27,2M 4. The Intruder Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA e Canadá: US$ 20,9M Total Mundo: US$ 21,3M 5. Casal Improvável Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 19,7M Total Mundo: US$ 22,9M 6. As Rainhas da Torcida Fim de semana: US$ 5,1M Total EUA e Canadá: US$ 5,1M Total Mundo: US$ 5,1M 7. Uglydolls Fim de semana: US$ 3,9M Total EUA e Canadá: US$ 14,2M Total Mundo: US$ 15,8M 8. Superação: O Milagre da Fé Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 37,1M Total Mundo: US$ 45,8M 9. Tolkien Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 2,1M Total Mundo: US$ 2,1M 10. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 423,7M Total Mundo: US$ US$ 1,1B

    Leia mais
  • Série

    The Goldbergs e seu spin-off Schooled são renovadas

    11 de maio de 2019 /

    A rede americana ABC anunciou a renovação da série “The Goldbergs” e seu spin-off “Schooled”. A atração original vai para sua 7ª temporada e a derivada ganhará segundo ano de produção. As duas séries integram a leva final de renovações do canal. O anúncio demorou mais que os anteriores porque as negociações foram longas e só finalizadas na noite de sexta-feira (11/5) com uma reviravolta. Ambas são produzidas pela Sony Pictures Televisivion, que colocou na mesa condições variadas, incluindo a produção de duas séries novas do estúdio – são o drama “For Life” e a sitcom “United We Fall”, encomendadas. Em compensação, o criador de “The Goldbergs”, Adam F. Goldberg, trocou seu contrato com a Sony por um novo acordo de exclusividade com a ABC Studios. Ele agora vai desenvolver novas atrações para os canais e plataformas da Disney – da rede ABC ao serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). “The Goldbergs” é a terceira série de comédia mais visa da ABC, atrás apenas de “Modern Family” e “The Conners” (o spin-off de “Roseanne”). E como “Modern Family” vai acabar após a próxima temporada, a série baseada nas lembranças de infância de Adam F. Goldberg dos anos 1980 é cada vez mais valiosa. Além disso, a ABC não é o único lugar onde ela faz sucesso. A série é uma das mais assistidas na plataforma Hulu, que disponibiliza seus episódios antigos. Apesar disso, “Schooled” quase foi rejeitado. O spin-off passado uma década depois da série original, no mesmo colégio onde Goldberg estudou, só virou série por pressão de seu criador. A ABC encomendou e rejeitou o piloto original em 2017. Mas o produtor-roteirista incluiu as cenas filmadas num episódio especial de “The Goldbergs”, apresentado como um flash-forward, que mostrava o futuro (nos anos 1990) de alguns personagens. O capítulo acabou se provando um sucesso de audiência, com grande repercussão nas redes sociais, e a ABC decidiu reconsiderar e aprovar a produção da atração derivada.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie