Star Wars: A Ascensão Skywalker ganha mais de 40 fotos em alta definição
A Disney divulgou mais de 40 fotos em alta definição de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que reúnem os protagonistas do capítulo final da saga espacial, entre eles Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega), Poe (Oscar Isaac), Chewie (Joonas Suotamo), Kylo Ren (Adam Driver), Rose Tico (Kelly Marie Tran), os robôs BB-8, R2-D2, C-3PO (Anthony Daniels) e muitos outros. As imagens mostram ainda a icônica nave Millennium Falcon, a volta de Lando Calrissian (Billy Dee Williams), a despedida da General Leia (Carrie Fisher) e registram a nova personagem vivida por Naomi Ackie (“The End of the F***ing World”). O filme vai encerrar não apenas a nova trilogia, mas toda a saga principal da franquia. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros em 19 de dezembro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Ator mirim de Jojo Rabbit vai estrelar o novo Esqueceram de Mim
O novo “Esqueceram de Mim”, que será produzido para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), definiu o intérprete do novo menino deixado para trás por seus pais. O papel principal será vivido por Archie Yates, uma das revelações de “Jojo Rabbit”, filme do cineasta Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), que venceu o Festival do Toronto – e estreia no Brasil somente em fevereiro! Será apenas o segundo trabalho do menino, que interpreta o melhor amigo de Jojo na sátira de guerra de Waititi. Ele não será uma nova versão de Kevin, o menino vivido por Macaulay Culkin nos 1990, mas outro garoto que passará por uma situação semelhante, ao ser esquecido pelos próprios pais. Os pais esquecidos também tiveram seus intérpretes confirmados: Ellie Kemper (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) e Rob Delaney (“Deadpool 2”). O longa terá direção de Dan Mazer (“Tirando o Atraso”) e roteiro da dupla Mikey Day e Streeter Seidell (do humorístico “Saturday Night Live”). A previsão de lançamento é para o final de 2020 no Disney+ (Disney Plus), época em que a plataforma vai estar chegando ao Brasil.
The Mandalorian: Verdadeiro intérprete do personagem é neto de John Wayne
O ator chileno Pedro Pascal (“Narcos”) é creditado como o personagem-título de “The Mandalorian”, primeira série “live-action” do universo de “Star Wars”. Mas embora sua voz seja ouvida nos episódios, não é ele quem interpreta o protagonista, pelo menos na maioria das cenas gravadas para a atração da plataforma Disney+ (Disney Plus). A atriz Bryce Dallas Howard, que dirigiu um episódio da série, revelou que nunca encontrou Pascal no set durante as gravações. “Ele estava em ensaios para o ‘Rei Lear’ na Broadway”, disse Howard ao site Vulture. “Por isso, quando estávamos fazendo o meu episódio, eu não trabalhei com Pedro.” Como o Mandaloriano não tira nunca seu elmo, dois dublês se revezam no papel, Brendan Wayne e Lateef Crowder. Howard revelou que trabalhou principalmente com Wayne, que, por incrível que pareça, é neto do lendário ator John Wayne. “[Wayne] absolutamente trouxe tudo para esse personagem, e fomos capazes de encontrar os momentos e resolvê-los juntos”, disse Howard. Wayne trabalhou em todos os episódios da 1ª temporada de “The Mandalorian” e já foi contratado para trabalhar na 2ª temporada. Não é a primeira vez que “Star Wars” emprega atores diferentes para dar vida a um personagem mascarado. James Earl Jones é reconhecido como a voz de Darth Vader, mas os movimentos do personagem foram feitos por um ator menos referenciado, chamado David Prowse. Considerando que “The Mandolorian” tem forte influência dos velhos faroestes – o episódio dirigido por Howard aludia tanto a “Os 7 Samurais” quanto a seu remake western, “Sete Homens e um Destino” – , é até adequado que o caçador de recompensas intergaláctico ganhe vida por meio do herdeiro de John Wayne.
Globo de Ouro confirma que O Rei Leão é “apenas” uma animação
A premiação da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood, conhecida como Globo de Ouro, não tem uma ficha corrida muito confiável em relação à definição de suas categorias. Afinal, já premiou a sci-fi “Perdido em Marte” como Comédia e teve grande dificuldades para entender se “Orange Is The New Black” era engraçada ou séria – foi classificada como Drama na 1ª temporada e Comédia em todas as demais, exatamente o oposto do que fez o Emmy. Entretanto, o Globo de Ouro acertou em cheio ao classificar “O Rei Leão” na disputa de Melhor Animação, durante o anúncio dos indicados nesta segunda-feira (9/12). Uma escolha óbvia, mas que pode representar um problema de percepção para a Disney. “O Rei Leão” foi todo criado em computação gráfica, não tem cenário nem atores em cena – nem sequer captura de performance, como em “Avatar” e “Planeta dos Macacos”. Mas a Disney optou por considerá-lo uma versão live-action (com atores) de seu clássico animado. De fato, o estúdio não inscreveu “O Rei Leão” para disputar o Oscar de Melhor Animação, nem mesmo o prêmio Annie, considerado o “Oscar da animação”. Foi uma estratégia para evitar competir consigo mesmo num ano em que também lançou “Toy Story 4” e “Frozen 2”. Em vez disso, colocou “O Rei Leão” na disputa de prêmios de Efeitos Visuais, com outros filmes “live-action”. Mas como o Globo de Ouro mostrou, apesar de todo seu realismo visual, “O Rei Leão” é “apenas” uma animação, criando um curto-circuito na tentativa de camuflar o óbvio. Numa analogia com outra famosa fábula encantada, o Rei Leão ficou nu diante da Academia.
Frozen 2 é primeira trilha de animação a liderar as paradas desde… Frozen!
O sucesso de “Frozen 2” nos cinemas, prestes a atingir US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, está contagiando também as paradas musicais. A trilha sonora do filme atingiu o 1º lugar na lista de álbuns mais vendidos da revista Billboard, vendendo mais 80 mil cópias na semana passada, após estrear fora do Top 10 em 15 de novembro e aparecer em 3º lugar na semana passada. O disco da Walt Disney Records é a primeira trilha sonora de 2019 a chegar ao primeiro 1º lugar da Billboard 200, após “O Rei Leão” não cumprir as expectativas do mercado. É também a primeira trilha de animação a liderar o rankig em cinco anos, justamente desde o primeiro “Frozen”, que passou 13 semanas em 1º, entre o final de 2013 e o começo de 2014. Além de novas composições de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez (dupla vencedora do Oscar de Melhor Canção por “Let It Go”), que são cantadas pelo elenco do filme, a trilha de “Frozen 2” também traz gravações de artistas populares, como as bandas Panic! At the Disco e Weezer e a cantora Kacey Musgraves. No Brasil, a trilha ainda foi disponibilizada com “dublagem” em português – isto é, com versões das músicas cantadas por intérpretes brasileiros. Mas apesar da versão nacional ter sido liberada junto da trilha original, o Brasil continua na lista de espera para ver o filme. De fato, será o último país do mundo, junto da Argentina, a receber a animação. A estreia nacional foi marcada para 2 de janeiro, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos. Ouça as duas versões da trilha sonora abaixo.
Disney se torna primeiro estúdio de Hollywood a faturar US$ 10 bilhões de bilheteria mundial
O forte desempenho de “Frozen 2”, que superou os US$ 900 milhões de faturamento neste fim de semana, ajudaram a Disney a bater seu próprio recorde de arrecadação mundial. Oficialmente, o estúdio vai se tornar na segunda-feira (8/12) o primeiro a somar US$ 10 bilhões de bilheteria mundial num único ano. A projeção se baseia no fato de o estúdio ter chegado a US$ 3,28 bilhões no mercado interno e US$ 6,717 bilhões nas bilheterias internacionais. Isso dá US$ 9,997 bilhões até este domingo. Mas a conta é baseada em estimativas, que normalmente resultam inferiores ao fechamento oficial – nem todos os países informam os valores a tempo de fechar a conta. Ou seja, os US$ 10 bilhões já podem ter sido ultrapassados. De qualquer jeito, já se trata de um novo recorde de bilheteria mundial para qualquer estúdio, deixando muito para trás a melhor marca anterior, que era de US$ 7,6 bilhões e foi atingida pela própria Disney em 2016. E tem um detalhe. Estes números não levam em consideração os títulos da Fox, que começou o ano como um estúdio independente. Quando eles são adicionados, a bilheteria global combinada da Disney sobe para US$ 11,94 bilhões (US$ 3,8 bilhões no mercado interno e US$ 8,14 bilhões no exterior)… até o momento. O estúdio comandado pelo CEO Bob Iger também bateu o recorde de faturamento anual do mercado norte-americano, ao atingir US$ 3,2 bilhões de ingressos vendidos nos Estados Unidos e Canadá na semana passada – superando com folga os US$ 3,09 bilhões da própria Disney em 2018. Dirigido por Jennifer Lee e Chris Buck, “Frozen 2” deve atingir US$ 1 bilhão em bilheteria mundial até o próximo fim de semana, transformando-se no sexto filme da Disney a atingir a marca neste ano – após “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões), “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Trata-se, por sinal, de outro recorde. Até então, a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015. E vale lembrar que o estúdio ainda tem “Star Wars: A Ascensão Skywalker” para lançar neste mês!
Frozen 2 já soma mais de US$ 900 milhões em bilheteria mundial
A animação “Frozen 2” se manteve na liderança das bilheterias da América do Norte pelo terceiro fim de semana consecutivo, somando mais US$ 34,3 milhões nos últimos três dias para atingir um total de US$ 337,5 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Mas muito mais impressionante é seu desempenho internacional, onde o faturamento é duas vezes maior. Por conta disso, a produção já ultrapassou a marca dos US$ 900 milhões nas bilheterias mundiais. Ao todo, são US$ 919.6 milhões arrecadados mundialmente. O sucesso da continuação do filme de 2013 já quebrou vários recordes financeiros, inclusive maior estreia animada mundial de todos os tempos. Mas o público brasileiro está fora dessa conta. O lançamento nacional foi marcado apenas para 2 de janeiro, última data de estreia do filme no mundo. O desempenho de “Frozen 2” também está empurrando a Disney em direção a um recorde histórico de faturamento, transformando o estúdio no primeiro a atingir US$ 10 bilhões de bilheteria anual no mundo, em todos os tempos. Em contraste com esse fenômeno, a única grande estreia da semana na América do Norte representou um fracasso igualmente histórico para outra animação. “Playmobil – O Filme” abriu em mais de 2 mil telas, mas rendeu apenas US$ 660 mil. O resultado representou o 14º lugar no ranking de arrecadações, abaixo de lançamentos limitados, como o drama sul-coreano “Parasita”, que é falado em idioma estrangeiro e está em cartaz em apenas 330 salas. Trata-se do maior fiasco de 2019, que chega ao Brasil na próxima semana (19/12). Clique aqui para saber mais detalhes – e recordes negativos – da produção. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Frozen 2 Fim de semana: US$ 34,3M Total EUA e Canadá: US$ 337,5M Total Mundo: US$ 919,6M 2. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 14,1M Total EUA e Canadá: US$ 63,4M Total Mundo: US$ 124M 3. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 91,1M Total Mundo: US$ 167,6M 4. Queen & Slim Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 26,8M Total Mundo: US$ 26,8M 5. Um Lindo Dia na Vizinhança Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 43,1M Total Mundo: US$ 43,1M 6. Dark Waters – O Preço da Verdade Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 5,2M Total Mundo: US$ 5,3M 7. Crime sem Saída Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA e Canadá: US$ 23,9M Total Mundo: US$ 26,6M 8. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 41,9M Total Mundo: US$ 49M 9. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 53,4M Total Mundo: US$ 108,1M 10. Coringa Fim de semana: US$ 1M Total EUA e Canadá: US$ 332,1M Total Mundo: US$ 1B
JJ Abrams diz que final da saga Star Wars será luta pelo equilíbrio da Força
A expectativa pelo final da saga “Star Wars” fez a CCXP 2019 ter filas de mais de 24 horas para que os fãs pudessem ver de perto o diretor JJ Abrams e o elenco central do filme “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, formado por Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac. Seguindo o protocolo de revelar o mínimo possível sobre a produção, que vai encerrar a história iniciada por George Lucas em 1977, sobre a família Skywalker, eles conversaram amenidades diante de uma multidão animada. “Isso mudou as nossas vidas e foi incrível trabalhar juntos”, disse Ridley. “Muitos atores não têm a chance de experimentar isso. Nós literalmente rimos o tempo inteiro durante o episódio IX, foi uma alegria só.” Sem dizer nada que os fãs já não soubessem pelos trailers, e exibindo uma versão estendida de uma cena já disponibilizada na internet, Abrams resumiu o filme como uma luta pelo equilíbrio entre “o lado iluminado e o sombrio” da Força. “No lado sombrio, mal posso esperar para as pessoas verem a história, acho que é a mais intensa que esses personagens passaram”, disse o diretor. “No lado iluminado, é a primeira vez que vemos esse grupo de personagens ter uma aventura juntos”, afirmou, em referência ao trio presente no painel, que se distanciou muito durante a trama de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, o filme anterior. A presença póstuma de Carrie Fisher e o retorno de Billy Dee Williams ao papel de Lando Calrissian também foram celebrados. “Quando criança, Lando era meu personagem favorito”, disse Isaac, enquanto Boyega chamou Williams de “o cara mais legal da galáxia”. E ainda acrescentou: “Quando vocês assistirem ao filme, a reação de Finn ao conhecer Lando é completamente igual à minha reação ao conhecer Williams. Fiquei muito feliz que JJ pegou isso”. Abrams, por sua vez, reforçou que “não poderia contar o fim da história sem Leia, seria impossível”. A protagonista Daisy Ridley afirmou que o diretor fez um trabalho incrível resgatando cenas que tinham sobrado da produção de “Star Wars: O Despertar da Força” para incluir Carrie Fisher, falecida em 2016, em “A Ascensão Skywalker”. A atriz explicou que precisou contracenar com essas cenas durante a filmagem definitiva. “Fazer as cenas sem ela foi muito estranho”, disse. Na hora de suas filmagens, ela conferia as imagens pré-gravadas “para poder responder” à interpretação de Fisher. Por outro lado, a aparição de outro rosto familiar – o Imperador Palpatine, vivido por Ian McDiarmid – não foi aprofundada pelo elenco e recebeu apenas comentários vagos de Abrams, que não quis comentar aquele que representa um dos grandes mistérios da trama. “Não quero estragar nada, mas posso dizer que foi incrível ter Ian de volta. Seu personagem tem um poder extraordinário. Mal posso esperar para vocês verem como e por que o personagem voltou e o que isso significa para esses personagens”, disse, apontando para Ridley, Boyega e Isaac. Todos os tópicos foram abordados brevemente, entre eles o sentimento de Ridley sobre a questão dos pais de Rey, “Eu não era uma grande fã de ‘Star Wars’, então nunca entendi essa obsessão com a paternidade”, ela afirmou, concluindo que a nova trilogia é mais sobre a ideia de construir sua própria família, como Rey faz com Finn e Poe. Diante da responsabilidade de concluir a saga iniciada em 1977 por George Lucas, Abrams fez um balanço positivo do legado da franquia. “Acho que todos concordam que ‘Star Wars’ tem esse coração incrível, de esperança e senso de possibilidade. Por mais louco que tudo esteja no mundo, esse senso de possibilidade – que existe mais em nós, que há bondade a ser encontrada – é realmente uma coisa muito bonita. O que George Lucas criou foi extraordinário”, concluiu. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Star Wars: Novo vídeo exalta clima de amizade nos bastidores da saga
A Disney divulgou um novo vídeo dos bastidores de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que celebra a amizade cultivada entre os elencos da nova e da primeira trilogia, com cenas de muitos risos, brincadeiras e abraços emocionados, de 1977 a 2019 – mas, curiosamente, pulando a trilogia intermediária. As referência às filmagens do primeiro “Guerra nas Estrelas” são relevantes, porque “Star Wars: A Ascensão Skywalker” vai encerrar não apenas a história de Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega) e Poe Dameron (Oscar Isaac), mas toda a saga da família Skywalker. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), a estreia está marcada para 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Viúva Negra ganha novo pôster brasileiro
A Marvel divulgou um novo pôster brasileiro de “Viúva Negra”. Após ter sido apresentado pelo chefão do estúdio, Kevin Feige, na CCXP 2019, o cartaz foi disponibilizado oficialmente nas redes oficiais da empresa. A arte caprichada, que retrata a atriz Scarlett Johansson como a heroína dos quadrinhos, foi a principal novidade do filme no evento de São Paulo, apesar da exibição de uma cena e um novo trailer durante o painel do estúdio. Os vídeos não trouxeram nenhuma revelação importante – a cena, inclusive, era só uma versão estendida do jantar visto no trailer original. Feige também não fez nenhuma grande revelação sobre o longa, mantendo o mistério que acompanha a produção, escolhida para abrir a Fase 4 do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), e seu elenco também inclui Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). A estreia está marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Falcão e o Soldado Invernal: Série vai girar em torno do legado do Capitão América
Primeira série do MCU (“Universo Cinematográfico da Marvel”) a entrar em produção para a plataforma Disney+ (Disney Plus), “Falcão e o Soldado Invernal” teve algumas fotos inéditas projetadas no telão da CCXP 2019, durante o painel comandado por Kevin Feige no sábado (7/12). O chefão da Marvel Studios também revelou a premissa da atração – o que foi bem mais informativo que as três fotos dos atores em trajes civis andando lado a lado. De acordo com Feige, a decisão do Capitão América de entregar seu escudo para o Falcão no final de “Vingadores: Ultimato” movimenta a trama da série. “A série inteira é sobre isso, sobre o Capitão entregando o escudo para Sam Wilson no final daquele filme”, explicou. “E a questão é: o que ele [Sam] faz em seguida? É uma grande responsabilidade”. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, vai incluir um novo personagem na disputa do legado do Capitão América. Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, viverá John Walker num uniforme similar ao do Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, John Walker foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A presença de Walker deve envolver a disputa pelo título de novo Capitão América. Além de Sam Wilson (Anthony Mackie), o Falcão, que ficou com o escudo, Buck Barnes (Sebastian Stan), o Soldado Invernal, era outro forte candidato para a vaga. A série também trará Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retomará a identidade de Barão Zemo, responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A série tem previsão de chegar à plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) no segundo semestre de 2020.
Série WandaVision vai batizar Wanda como a Feiticeira Escarlate
A série “WandaVision” vai marcar uma grande transformação para a personagem Wanda, vivida por Elizabeth Olsen. Em sua participação na CCXP 2019, Kevin Feige, o chefão da Marvel Studios, revelou que a Vingadora finalmente vai assumir o nome de Feiticeira Escarlate na produção, atualmente em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Dizendo que a série dará oportunidade para o público “ver mais do que Wanda é capaz de fazer, e mais do que faz o Visão ser o Visão”, ele confirmou que “WandaVision” vai “revelar um nome que acho que ainda não falamos no MCU, mas que damos importância na série, que é o fato de Wanda ser a Feiticeira Escarlate, e o que isso significa”. O produtor também divulgou uma foto inédita da série para o público do evento, que traz o casal central sentado num sofá, com trajes e sorrisos típicos de uma antiga sitcom em preto e branco (acima). Segundo Feige, a foto registra que a trama vai misturar vários gêneros televisivos – o que sugere uma manifestação dos poderes de Wanda para alterar a realidade. “A série é divertida, mas às vezes assustadora, e terá repercussões para todo o futuro da Fase 4 do MCU”, ele acrescentou. Após a série, Wanda vai aparecer no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, que terá ligação direta com as “repercussões” de “WandaVision”. Feige deu ainda mais pistas para os fãs dos quadrinhos, ao confirmar a influência da minissérie “Visão”, de Tom King, na narrativa. “[Nos inspiramos] parcialmente. Há uma bela referência a isso. Eles viverem no subúrbio é uma inspiração, talvez vocês conheçam o cachorro deles em algum momento. Mas é apenas inspirado naqueles quadrinhos, porque é uma direção diferente do que tivemos em ‘Ultimato’”. Além de Elizabeth Olsen (Wanda, a Feiticeira Escarlate) e Paul Bettany (Visão), “WandaVision” também terá participações de Kat Dennings e Randall Park, retomando os papéis que já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) interpretará “uma vizinha barulhenta”, mas detalhes adicionais não foram revelados. Continuação da narrativa de “Vingadores: Ultimato” e prólogo de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, a atração tem estreia prevista apenas para 2021 na plataforma Disney+ (Disney Plus).
Kevin Feige revela que futuro do MCU é o multiverso
O produtor Kevin Feige, chefão do Marvel Studios, afirmou que o multiverso, que será apresentado no próximo filme do “Doutor Estranho” – e provavelmente também nas séries”Loki” e “WandaVision” – , é o futuro do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). “Eu adoro o conceito de multiverso. Quando começamos o MCU, tudo era sobre Tony Stark, depois ensinamos às pessoas sobre os Guardiões da Galáxia, depois aprendemos sobre os Super Soldados. Agora vamos mais fundo ao espaço. Sempre amei filmes no espaço e a audiência veio conosco e nos acompanhou em um filme como “Ultimato”, que tem viagem no tempo. O multiverso é o próximo passo na evolução do MCU e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ vai deixar isso escancarado, de uma forma que vai repercutir em ma série antes dele, que não é ‘WandaVision’ [é ‘Loki’, leiam aqui] e nos filmes depois dele”. O diretor Scott Derrickson, que comandou o longa original do herói, retorna para a continuação, que também contará com a volta do astro Benedict Cumberbatch ao papel do Doutor Estranho. Mas desta vez ele dividirá a ação com uma Vingadora, a Feiticeira Escarlate, vivida por Elizabeth Olsen, dando continuidade à trama da série “WandaVision”, que a atriz vai estrelar na plataforma Disney+ (Disney Plus) ao lado de Paul Bettany, intérprete do Visão. “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” tem estreia marcada para o dia 7 de maio de 2021 nos Estados Unidos.










