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    Os Novos Mutantes ganha pôster em clima de terror

    25 de janeiro de 2020 /

    A 20th Century Studios (ex-Fox) divulgou um novo pôster de “Os Novos Mutantes”, em que os rostos do elenco viram caveiras sob o logotipo do filme, reforçando o clima de terror do longa. O cartaz chega um pouco mais de dois anos após a divulgação do pôster anterior, liberado em dezembro de 2017 e prevendo um lançamento original em abril… de 2018. Mas após as primeiras sessões de teste revelarem que o público esperava que o filme fosse mais assustador, devido ao marketing inicial, a Fox decidiu refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Só que os planos não levaram em conta a agenda do elenco, que se provou desafiadora devido aos projetos em que estavam envolvidos. Nem a compra do estúdio pela Disney, que colocou o projeto no limbo, de onde só saiu recentemente. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”), o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Este elenco teria voltado a se reunir em 2019 para refazer e acrescentar algumas cenas à produção. Não se sabe quando essas refilmagens aconteceram, qual foi a extensão, nem o tamanho do envolvimento da Marvel Studios nessa fase do projeto. A filmagem original dos “Novos Mutantes” foi feita sob supervisão do produtor Simon Kinberg, responsável pelas decisões que implodiram a franquia dos X-Men nos cinemas, mas, desde então, ele teve seus serviços dispensados pela Marvel. A estreia continua marcada para abril… mas em 2020.

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  • Filme

    Os Novos Mutantes: Diretor reúne elenco para primeira sessão do filme

    25 de janeiro de 2020 /

    O diretor Josh Boone publicou em seu Intagram uma foto da primeira sessão privada do filme “Os Novos Mutantes” para o elenco. A imagem mostra Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Alice Braga sentados numa sala particular de cinema para assistir à versão final do longa, que só vai chegar aos cinemas em abril. “Mostrando “Os Novos Mutantes’ para o elenco! Todos os mutantes na plateia”, ele escreveu. O filme estava no limbo desde que a Disney iniciou as negociações para a compra da Fox. Vale lembrar que o primeiro trailer foi divulgado em outubro de 2017 (e ainda está no ar!), prevendo um lançamento original em abril… de 2018. Mas após as primeiras sessões de teste revelarem que o público esperava que o filme fosse mais assustador, devido ao marketing inicial, a Fox decidiu refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Só que os planos não levaram em conta a agenda do elenco, que se provou desafiadora devido aos projetos em que estavam envolvidos. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”), o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Este elenco teria voltado a se reunir em 2019 para refazer e acrescentar algumas cenas à produção. Não se sabe quando essas refilmagens aconteceram, qual foi a extensão, nem o tamanho do envolvimento da Marvel Studios nessa fase do projeto. A filmagem original dos “Novos Mutantes” foi feita sob supervisão do produtor Simon Kinberg, responsável pelas decisões que implodiram a franquia dos X-Men nos cinemas, mas, desde então, ele teve seus serviços dispensados pela Marvel. Ver essa foto no Instagram Screening New Mutants for the cast! All mutants in attendance. #newmutants newmutants Uma publicação compartilhada por Josh Boone (@joshboonemovies) em 24 de Jan, 2020 às 5:33 PST

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  • Série

    Marvel cancela metade das séries animadas que estava desenvolvendo para a Hulu

    25 de janeiro de 2020 /

    A Marvel Studios resolveu cortar pela metade os projetos de séries animadas que a antiga Marvel Television estava desenvolvendo para a plataforma Hulu. O estúdio limou as atrações de maior apelo comercial, centradas em Howard, o Pato, e na parceria entre Tigresa & Cristal. Por outro lado, as animações do vilão M.O.D.O.K. e do assassino símio Hit-Monkey seguem em produção. As quatro foram apresentadas como um novo universo animado da Marvel na Hulu, que se juntaria num crossover batizado de The Offenders (Os Ofensores), da mesma forma que as quatro séries live-action da Netflix se uniram na minissérie “Os Defensores”. A série “Tigra & Dazzler” (da Tigresa & Cristal) já vinha apresentando problemas desde dezembro de 2019, quando todos os roteiristas foram demitidos, após 15 semanas de trabalho, e seus roteiros descartados. Já “Howard the Duck”, cujo personagem-título apareceu nos filmes dos “Guardiões da Galáxia” e em “Vingadores: Ultimato”, nem chegou a entrar em pré-produção. Os cancelamentos acompanham o apagar das luzes da Marvel Television e se juntam ao projeto de “Ghost Rider” (a série do Motoqueiro Fantasma), que também foi descartado na Hulu. Os fracassos consecutivos das produções televisivas da Marvel, a partir do fiasco de “Inhumans” (Inumanos), fez o departamento ser absorvida pela divisão cinematográfica. Essa mudança foi sacramentada por uma promoção de Kevin Feige, que em outubro deixou de ser Presidente da Marvel Studios para assumir o cargo de Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel, passando a responder também pelas séries da empresa. Os cancelamentos das últimas séries live-action produzidos pela Marvel Television, “Cloak & Dagger” (Manto e Adaga), “Runaways” (Fugitivos) e “Agents of SHIELD”, representam o fim de uma era.

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  • Filme

    Robert Zemeckis fecha com a Disney para dirigir versão live-action de Pinóquio

    24 de janeiro de 2020 /

    A Disney oficializou o cineasta Robert Zemeckis como diretor de sua versão live-action da animação clássica “Pinóquio” (1940). Além de dirigir, ele vai reescrever um roteiro que estava em desenvolvimento, em parceria com Chris Weitz (“Rogue One: Uma História Star Wars”), visando um início de filmagens no final de 2020. Embora tenha se focado em dramas adultos nos últimos anos — seus filmes mais recentes foram “O Voo”, “Travessia”, “Aliados” e “Bem-vindos a Marwen” —, Zemeckis também já teve uma fase voltada à animação e até trabalhou com a Disney num clássico híbrido, “Uma Cilada para Roger Rabbit”, em 1988. Originalmente, o filme seria dirigido por Paul King (“Paddington 2”) e destacaria Gepeto, o velho marceneiro que cria o boneco de madeira. Magicamente, o boneco ganha vida e passa a desejar virar um menino de verdade. Zemeckis estaria interessado em participar do processo de escolha do elenco, apesar do nome de Tom Hanks, ventilado para o papel, estar praticamente confirmado. O veterano cineasta dirigiu Hanks em dois de seus filmes mais bem-sucedidos, “Forest Gump” (1994) e “O Náufrago” (2000). A Disney optou por não acelerar a produção, porque outra adaptação do personagem criado por Carlo Collodi já foi filmada e estará nos cinemas nos próximos meses. O cineasta italiano Matteo Garrone (“O Conto dos Contos”) assina a próxima versão com atores reais, em que Gepeto será vivido por Roberto Benigni (que, ironicamente, já viveu Pinóquio em 2002). O filme faz parte da programação do Festival de Berlim, que acontece em fevereiro na Alemanha. Além desse projeto, o cineasta mexicano Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) está desenvolvendo uma animação em stop-motion de “Pinóquio” para a Netflix. Em compensação, a Warner já desistiu de sua ideia de filmar Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) como Gepeto – decisão anterior ao fracasso de “Dolittle”. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Produção da série de Obi-Wan Kenobi é paralisada

    24 de janeiro de 2020 /

    A Disney e a Lucasfilm paralisaram o desenvolvimento da nova série do universo “Star Wars” centrada no personagem Obi-Wan Kenobi. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, os roteiros não agradaram. Fontes ouvidas pelo site alegam que os roteiros escritos por Hossein Amini (criador de “McMafia”) foram considerados problemáticos pelos produtores, que decidiram interromper a produção da série, enquanto buscam opções no mercado para encontrar uma nova narrativa. A Lucasfilm, responsável pelas produções de “Star Wars”, está em busca de um novo roteirista para começar tudo do zero. Embora a empresa não comente a informação, as mesma fontes citadas pelo THR enfatizam que o protagonista Ewan McGregor (Obi Wan na trilogia do começo do século) e a diretora Deborah Chow (“The Mandalorian”) seguem ligados ao projeto. A produção continua a ser considerada importante para a estratégia da plataforma Disney+ (Disney Plus), apesar de diversos boatos terem surgido, na semana passada, sobre seu cancelamento.

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  • Filme

    Channing Tatum negocia estrelar musical da Disney

    23 de janeiro de 2020 /

    O ator Channing Tatum está negociando estrelar “Bob the Musical”, comédia da Disney que já ganhou inúmeros roteiros, escritos por, entre outros, Allan Loeb (“O Espaço entre Nós”), Michael Chabon (“Homem-Aranha 2”), Mike Bender (“Não é Mais um Besteirol Americano”) e John August (“Frankenweenie”). Conhecido por seus papéis nas franquias “Anjos da Lei” e “Magic Mike”, o ator também negocia se tornar um dos produtores do filme. “Bob the Musical” circula nos corredores da Disney desde 2004, e já teve até Tom Cruise cotado para viver o protagonista. Na trama, Bob é um homem comum que, após sofrer uma pancada na cabeça, passa a escutar a música do coração das pessoas e, para seu desespero, vê sua realidade se transformar em um musical. Graças à demora em tirar o projeto do papel, sua originalidade foi perdida diante de ideias similares, como a comédia “Megarrromântico” (2019) e a série “Zoey’s Extraordinary Playlist” (2020). O filme ainda não tem diretor definido e nem previsão de estreia.

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  • Filme

    Minha Mãe É uma Peça 3 bate recorde e vira maior bilheteria do cinema brasileiro

    22 de janeiro de 2020 /

    “Minha Mãe É uma Peça 3” tornou-se o filme de maior arrecadação na história do cinema brasileiro. Com os R$ 13,7 milhões registrados neste final de semana, a comédia da Downtown Filmes somou R$ 137,9 milhões nas bilheterias, superando o recorde de “Nada a Perder”, primeira parte da cinebiografia do bispo Edir Macedo, que faturou R$ 120 milhões em 2018. A produtora do longa comemorou a façanha no Instagram, dizendo que “a mãe mais amada do Brasil tá tendo um troço aqui!”. Lançado na última semana de dezembro, “Minha Mãe É uma Peça 3” já tinha impressionado na estreia, arrecadando mais de R$ 30 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz. Com isso, bateu o blockbuster “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. E, nas semanas seguintes, nem tomou conhecimento da concorrência de “Frozen 2”, tornando-se um pesadelo para a Disney no Brasil. Mas, apesar da grande bilheteria, em número de ingressos vendidos o longa estrelado por Paulo Gustavo ainda está longe da produção da Igreja Universal. “Minha Mãe É uma Peça 3” foi visto por cerca de 8 milhões de espectadores, enquanto “Nada a Perder” teve vendagem de 12,1 milhões de ingressos, segundo apuração da Ancine. A diferença em reais fica, portanto, por conta da inflação. Na verdade, o terceiro “Minha Mãe É uma Peça” nem aparece no Top 5 dos maiores públicos do cinema nacional. Os demais filmes que completam o ranking são “Os Dez Mandamentos” (11,3M de ingressos), “Tropa de Elite 2” (11,1M), “Dona Flor e seus Dois Maridos” (10,7M) e “Minha Mãe É uma Peça 2” (9,3M). Ou seja, o segundo filme da franquia da Dona Hermínia ainda está à frente da continuação mais recente em número de espectadores. Mas “Minha Mãe É uma Peça 3” continua lotando cinemas. O longa ocupa atualmente o 2ª lugar entre os filmes mais vistos do país, perdendo apenas para “Jumanji: Próxima Fase”, que estreou no último fim de semana. Ou seja, ainda tem muitos ingressos para vender. A popularidade do filme também representa uma contraste gritante em relação ao modelo de cinema que o governo Bolsonaro tenta impor no país, em nome de uma suposta maioria da população. A verdade incontestável é que a maioria da população brasileira prestigia um filme que celebra casamento homossexual e uma família sem preconceitos, que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada. Veja a seguir a comemoração do recorde de bilheteria e, logo abaixo, o Top 10 do fim de semana no Brasil, segundo levantamento da consultoria Comscore. Ver essa foto no Instagram É oficial!! @minhamaeeumapeca3oficial é o filme com maior arrecadação da história do cinema brasileiro!! 💰 ⠀ A mãe mais amada do Brasil tá tendo um troço aqui! Não poderia ser diferente, né? 😂 ⠀ Obrigado, Brasil!! 🙏🏻 ⠀ #downtownfilmes #dtfilmes #cinemanacional #minhamaeeumapeca3 #minhamaeeumapeca #donaherminia #paulogustavo #recorde #bilheteria #arrecadacao Uma publicação compartilhada por Downtown Filmes (@dtfilmes) em 21 de Jan, 2020 às 1:08 PST TOP 10 #bilheteria #cinema SEGUNDA 20 JAN: 1. Jumanji – Próxima Fase2. Minha Mãe É Uma Peça 33. Frozen 24. O Escândalo5. Adoráveis Mulheres6. Star Wars – A Ascensão de Skywalker7. Parasita8. Ameaça Profunda9. Miseráveis, Os10. O Farol — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 21, 2020

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  • Série

    Falcão e o Soldado Invernal: Fotos flagram Agente Americano com o escudo do Capitão América

    21 de janeiro de 2020 /

    Novas fotos de bastidores da série “Falcão e o Soldado Invernal” flagraram um importante desenvolvimento da produção da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Paparazzi do site Page Six, versão online da coluna de fofocas do New York Post, flagraram a primeira aparição de Wyatt Russell (“Operação Overlord”) no set. Em cinco das seis fotos, que podem ser vistas abaixo, ele aparece com o uniforme do personagem de quadrinhos Agente Americano (U.S. Agent), segurando o escudo do Capitão América. Também há um registro que o mostra sem máscara, em trajes militares e com o braço que segurava o escudo numa tipoia. A aparição do escudo em suas mãos parece indicar como o a série vai continuar a história de “Vingadores: Ultimato”. Ao anunciar sua aposentadoria, Steve Rogers (Chris Evans), deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie). As fotos indicam que sua vontade não foi respeitada. A presença do Agente Americano deve envolver ainda uma disputa pelo título de novo Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, o personagem, cuja identidade secreta é John Walker, foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, ele adotou o nome de Agente Americano, ganhando novo status após Rogers recuperar seu escudo e uniforme, e chegou até a integrar os Vingadores nas publicações da Marvel. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A previsão de lançamento na Disney+ (Disney Plus) é para o segundo semestre de 2020.

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  • Filme

    Bad Boys para Sempre estreia na liderança das bilheterias nos EUA

    19 de janeiro de 2020 /

    A estreia de “Bad Boys para Sempre” na América do Norte quebrou a maldição que no ano passado condenou ao fracasso as continuações de franquias antigas, como “O Exterminador do Futuro”, “Rambo” e “Homens de Preto”. De volta após 17 anos, a parceria entre Will Smith e Martin Lawrence superou as expectativas e liderou as bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá. O terceiro “Bad Boys” faturou US$ 59 milhões entre quinta e domingo (18/1) e deve chegar aos US$ 68 milhões até segunda-feira, feriado nos EUA. O montante é muito maior que as estimativas do mercado – e da própria Sony Pictures – , que apontavam entre US$ 38 milhões e US$ 45 milhões. Mas o filme contou com impulso de críticas positivas (76% no Rotten Tomatoes) e um sólido boca-a-boca do público (nota A no CinemaScore). Com o faturamento, “Bad Boys para Sempre” se tornou a segunda maior abertura de um lançamento de janeiro em todos os tempos na América do Norte, atrás apenas de “Sniper Americano” (US$ 107 milhões), e a melhor estreia da Sony para um filme com classificação “R” (para maiores nos EUA). No mundo inteiro, a arrecadação somou US$ 106,7 milhões. Mas isto equivale apenas a um terço do mercado, já que o filme ainda não chegou em vários países. A estreia no Brasil vai acontecer no dia 30 de janeiro. Este desempenho praticamente sacramentou a produção de um quarto filme da franquia. Em compensação, a outra estreia do fim de semana, “Dolittle”, dificilmente terá sequência. A aventura infantil com bichos falantes foi destruída pela crítica – apenas 19% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Ao todo, o faturamento foi de US$ 22,5 milhões na América do Norte. Neste caso, houve uma inversão de expectativas, já que existia uma projeção de US$ 30 milhões para sua abertura. O mercado internacional reagiu um pouco melhor, elevando o total mundial a US$ 57,3 milhões. Mesmo assim, a Universal terá um prejuízo colossal com a produção, que custou US$ 175 milhões – praticamente o dobro de “Bad Boys para Sempre” – , sem contar as despesas de P&A (cópias e publicidade). Boa parte deste dinheiro deve ter ido para o salário de Robert Downey Jr., que tem o papel-título, em seu primeiro trabalho após concluir sua jornada na Marvel. O Top 3 se completa com “1917”, que virou favorito ao Oscar 2020 após vencer o prêmio do Sindicato dos Produtores dos EUA no sábado (18/1). Líder no fim de semana passado, o filme de guerra de Sam Mendes soma US$ 76,7 milhões na América do Norte e US$ 143,5 milhões em todo o mundo. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (23/1). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 59,1M Total EUA e Canadá: US$ 59,1M Total Mundo: US$ 106,7M 2. Dolittle Fim de semana: US$ 22,5M Total EUA e Canadá: US$ 22,5M Total Mundo: US$ 57,3M 3. 1917 Fim de semana: US$ 22,1M Total EUA e Canadá: US$ 76,7M Total Mundo: US$ 143,5M 4. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 270,4M Total Mundo: US$ 711,7M 5. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA e Canadá: US$ 492M Total Mundo: US$ 1B 6. Luta por Justiça Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 19,6M Total Mundo: US$ 22,9M 7. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 5,9M Total EUA e Canadá: US$ 84,4M Total Mundo: US$ 130,1M 8. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 145,9M Total Mundo: US$ US$ 277,9M 9. Like a Boss Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 16,9M Total Mundo: US$ 18,6M 10. Frozen 2 Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 464,8M Total Mundo: US$ 1,4B

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    Stargirl: Filme da Disney+ ganha trailer com vencedora do America’s Got Talent

    19 de janeiro de 2020 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou dois pôsteres e o trailer de “Stargirl”. O título é o mesmo da série de super-heróis que vai estrear na rede CW, mas esta “Stargirl” não tem outro poder além de ser encantadora. Além disso, a produção não é uma série, mas um filme feito para streaming, baseada no romance infanto-juvenil homônimo de Jerry Spinelli. No Brasil, o livro foi publicado como “A Extraordinária Garota Chamada Estrela”, em 2014. A história de Stargirl virou best-seller e conquistou muitos fãs por apresentar personagens sensíveis, misteriosos e que falam sobre o primeiro amor de uma maneira mágica, como imaginam os adolescentes. O trailer da Disney+ (Disney Plus) tem o mérito de evocar essa sensação, graças ao carisma de Grace VanderWaal, cujo sorriso é um verdadeiro efeito visual na tela. O filme marca a estreia da adolescente de 16 anos como atriz, após vencer o concurso de calouros “America’s Got Talent”, como cantora e instrumentista em 2016. Não é por acaso que ela aparece cantando com seu inseparável ukelele no papel de Stargirl. A trama, porém, acompanha o ponto de vista do jovem que se apaixona por ela, vivido por Graham Verchere (“Supergirl”), que já tem 18 anos na vida real. Seu personagem, Leo Borlock, esforçava-se para passar despercebido na escola, como arma secreta contra o bullying, até decidir ser percebido pela Stargirl. O elenco ainda inclui Giancarlo Esposito (“Better Call Saul”), Darby Stanchfield (“Scandal”), Maximiliano Hernández (“The Last Ship”), Shelby Simmons e Karan Brar (ambos de “Acampados”). A direção é de Julia Hart, responsável pelo elogiado filme de super-herói “Fast Color” (82% de aprovação no Rotten Tomatoes). A estreia está marcada para o dia 13 de março em streaming.

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    Viúva Negra: Sinopse oficial fala em conspiração conectada ao passado da heroína

    18 de janeiro de 2020 /

    O filme solo da “Viúva Negra”, estrelado por Scarlett Johansson, teve sinopse divulgada pela Marvel. A descrição resume a trama a “uma perigosa conspiração conectada com o passado” da heroína. Leia abaixo. “Em ‘Viúva Negra’, thriller de espionagem repleto de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff – a Viúva Negra – confronta as partes sombrias de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada com o seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e as relações abaladas que deixou quando se tornou uma Vingadora.” O longa tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), e seu elenco também inclui Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”) como a “família” russa da protagonista. A estreia está marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Disney muda o nome dos estúdios 20th Century Fox e Fox Searchlight

    17 de janeiro de 2020 /

    É o fim de uma era. Quase um ano após comprar a Fox, a Disney resolveu mudar o nome dos estúdios que adquiriu. Para distingui-lo da rede Fox, que permanece com esse nome, a Disney tirou o nome da antiga empresa dos estúdios até então conhecidos como 20th Century Fox e Fox Searchlight Pictures. A partir de agora, eles serão chamados de 20th Century Studios e Searchlight Pictures. Os novos logos podem ser vistos em comerciais de TV e material promocional que começou a circular nesta semana, como a comédia “Downhill”, estrelada por Will Ferrell e Julia Louis Dreyfus, que estreia em 14 de fevereiro, e a aventura “O Chamado da Floresta” (Call of the Wild), prevista para 21 de fevereiro. Curiosamente, a nova denominação da ex-Fox representa o retorno a um nome abandonado em 1935. Foi neste ano que a 20th Century Fox se formou, resultando de outra fusão, entre a 20th Century Pictures e a Fox Film Corporation. Ainda não há informações a respeito das divisões televisivas do estúdio. Por enquanto, 20th Century Fox Television e Fox 21 Television Studios parecem ter mantido seus nomes originais, mas não se sabe por quanto tempo. O canal pago FX também continua sendo divulgado com esse nome. A Disney pagou US$ 71 bilhões para adquirir os estúdios de cinema e TV, bem alguns canais da antiga Fox, que, entretanto, manteve sob sua posse a rede Fox e os canais pagos de notícias Fox News. No primeiro ano de vigência desse negócio, a Disney somou cerca de US$ 14 bilhões de bilheteria mundial, com títulos combinados de seus vários estúdios, incluindo as aquisições da 20th Century Studios e Searchlight Pictures.

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    Taika Waititi estaria negociando dirigir próximo filme da saga Star Wars

    16 de janeiro de 2020 /

    O cineasta neozelandês Taika Waititi, diretor de “Thor: Ragnarok” e de “Jojo Rabbit”, estaria sendo sondado para comandar um próximo filme de “Star Wars”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele está em alta com a cúpula da Disney, após ter agradado em seus trabalhos tanto na Marvel quanto na Luscasfilm, responsável pela franquia espacial. Waititi dirigiu recentemente o final da série “The Mandalorian”, sua estreia no universo “Star Wars”, que rendeu mais elogios que o final da saga espacial cinematográfica, “A Ascensão Skywalker”. A maior dificuldade da negociação é a agenda lotada do diretor. Ele está em clima de premiação, após sua obra mais recente, “Jojo Rabbit”, receber seis indicações ao Oscar 2020, inclusive Melhor Filme. Seus próximos meses serão dedicados à pós-produção de “Next Goal Wins”, comédia esportiva da Fox Searchlight, antes de começar a trabalhar em “Thor: Love and Thunder”, seu segundo longa da Marvel, com lançamento previsto para 2021. Para completar, ele ainda está comprometido com a adaptação do clássico mangá e anime “Akira”, para a Warner. Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, já disse, realmente, que adoraria ter Waititi à frente de um filme de “Star Wars”. Mas isso foi em 2017. Desde então, Kevin Feige, o chefão da Marvel, recebeu sinal verde para desenvolver um longa da franquia e é mais provável que este seja o projeto negociado com Waititi. No momento, porém, a participação do diretor não passa de especulação. A Lucasfilm não confirmou seus planos para a continuação de “Star Wars”, que está entrando em hiato no cinema, após o final da saga Skywalker.

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