Loki: Trailer apresenta tom e premissa da nova série da Marvel
A Marvel divulgou um novo trailer legendado de “Loki”, série estrelada por Tom Hiddleston que chega ao Disney+ (Disney Plus) em 9 de junho. A prévia apresenta o tom de comédia e a premissa da série, ao mostrar que Loki foi preso pela TVA, conhecida no Brasil como Autoridade da Variação do Tempo, por roubar o Cubo Cósmico (também conhecido como Tesseract) e dar início a uma nova linha temporal. Convencido pelo agente vivido por Owen Wilson a ajudá-lo a consertar o estrago, ele passa a integrar missões para reparar a História, enquanto traça seus próprios planos de fuga. Desenvolvida por Michael Waldron (“Rick and Morty”), a série tem direção de Kate Herron (“Sex Education”) e também inclui Gugu Mbatha-Raw (“The Morning Show”), Richard E. Grant (“Poderia Me Perdoar?”), Sasha Lane (“Utopia”), Wunmi Mosaku (“Lovecraft Country”), Sophia Di Martino (“Flowers”) e Erika Coleman (“Stranger Things”) no elenco. O terceiro lançamento do Marvel Studios para a Disney+, após o sucesso de “WandaVision” e a recém-lançada “Falcão e o Soldado Invernal”, terá ligação direta com o próximo filme do Doutor Estranho.
Filme da Viúva Negra ganha 15 fotos
A Marvel divulgou 15 novas fotos de “Viúva Negra”, filme solo da heroína vivida por Scarlett Johansson. Além da protagonista, as imagens destacam os principais coadjuvantes da produção, incluindo o vilão mascarado Treinador. “Viúva Negra” acompanha Natasha Romanoff (Johansson) após fugir dos EUA, passando-se entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”. Escrito por Jac Schaeffer (criadora de “WandaVision”) e dirigido pela australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), o longa introduz a “família” russa da protagonista, formada por personagens vividos por Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). Após mais de um ano de adiamento, a estreia vai finalmente acontecer em julho, simultaneamente nos cinemas e na plataforma Disney Plus (“por um custo adicional”).
“Os Eleitos” é primeira série cancelada da Disney Plus
A Disney Plus optou por não encomendar uma 2ª temporada da série baseada em “Os Eleitos” (The Right Stuff), livro de Tom Wolfe sobre a história do programa espacial americano. A produção se tornou o primeiro cancelamento de série feito pela plataforma da Disney. O drama de época produzido por Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em… Hollywood”) e estrelado por Patrick J. Adams (“Suits”) e Jake McDorman (“Limitless”) teve origem no canal pago National Geographic antes de ser encampado pela Disney Plus. Mas a história muito conhecida, já transformada em filme em 1983, não teria atraído o público esperado. Primeira série original roteirizada da Nat Geo para Disney Plus e segunda série dramática original da Disney Plus, lançada depois de “The Mandalorian” nos EUA, “Os Eleitos” nunca atingiu o Top 10 das medições de streaming da Nielsen. Para complicar, ainda foi comparada negativamente ao filme vencedor de quatro Oscars, recebendo apenas 55% de aprovação da crítica norte-americana – medíocre – no Rotten Tomatoes por estender demais a história contada em pouco mais de 3 horas no cinema. Como comparação, o filme “Os Eleitos” tem 93% de aprovação. Veja abaixo o trailer da produção.
“Viúva Negra” ganha novo trailer com cenas inéditas da juventude da heroína
A Marvel divulgou um novo trailer legendados de “Víúva Negra”, filme solo da heroína vivida por Scarlett Johansson. A prévia abre com um flashback dos filmes dos Vingadores e inclui muitas cenas inéditas da juventude da heroína para anunciar o lançamento da produção simultaneamente nos cinemas e no Disney Plus (“por um custo adicional”). “Viúva Negra” acompanha Natasha Romanoff (Johansson) após fugir dos EUA, passando-se entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”. O longa tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), e introduz a “família” russa da protagonista, formada por personagens vividos por Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). Após mais de um ano de adiamento, a estreia vai finalmente acontecer em julho. Veja abaixo duas versões do trailer, disponível com legendas e dublagem nacional.
Séries online: Sanditon e as estreias para maratonar no feriadão
As estreias do feriadão da Páscoa oferecem boas opções de maratonas. A começar por “Sanditon”, uma minissérie britânica lançada sem o devido alarde nesta sexta (2/4) na plataforma Globoplay. Para quem gostou de “Bridgerton”, a atração oferece boas doses de romance, intrigas e corações partidos num balneário idílico do século 19. A trama é baseada no último romance não finalizado de Jane Austen (1775—1817), mais famosa escritora romântica de todos os tempos, autora de “Orgulho e Preconceito” e “Emma”, entre outros clássicos. Ela escreveu os 11 primeiros capítulos de “Sanditon” meses antes de sua morte, em 1817. A história retrata Charlotte Heywood (Rose Williams, de “Reign/Reinado”), uma mulher espirituosa e impulsiva que se muda de sua fazenda para Sanditon, uma sonolenta vila de pescadores que está tentando se reinventar como um resort à beira-mar, e para isso precisa atrair turistas abastados. A história inacabada já ganhou várias versões literárias, finalizadas por diferentes escritores – e até uma sobrinha de Austen. A versão do canal britânico ITV foi escrita por Andrew Davies, responsável pela versão da BBC de “Guerra e Paz”. Mas seu final abrupto dividiu opiniões, originando uma campanha de fãs para uma 2ª temporada, que, aparentemente, deve mesmo acontecer. Outra produção britânica de época, “O Paraíso e a Serpente”, conta a história do serial killer Charles Sobhraj, que foi responsável por pelo menos uma dúzia de mortes de turistas hippies na região sudoeste da Ásia durante os anos 1970. Desenvolvida pelo produtor-roteirista Richard Warlow, criador de “Ripper Street”, a série traz o francês Tahar Rahim (“O Profeta”, “The Mauritian”) no papel principal e Jenna Coleman (de “Doctor Who”) como sua cúmplice. A lista também inclui “Dragon Slayer”, o anime que inspirou uma adaptação cinematográfica excepcionalmente bem-sucedida – bateu recordes de bilheteria em 2021, tornando-se o filme mais visto do Japão em todos os tempos. Baseada no mangá escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge desde 2016, “Dragon Slayer” acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por demônios. Após perder toda a sua família no massacre e ver a irmã contaminada, Tanjiro inicia uma jornada para tentar tornar Nezuko humana novamente e impedir que outros passem pelos mesmos transtornos, transformando-se num temido matador de demônios. Anteriormente disponível no Crunchyroll, a série animada agora chega na Netflix. Confira abaixo os trailers destas e de outras séries do Top 10 do streaming desta semana. Sanditon | Reino Unido | 1ª Temporada (Globoplay) O Paraíso e a Serpente | Reino Unido | Minissérie (Netflix) Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba | Japão | 1ª Temporada (Netflix) The Walking Dead: World Beyond | EUA | 1ª Temporada (Amazon Prime Video) Agents of SHIELD | EUA | 6ª Temporada (Disney Plus) O Sabor das Margaridas | Espanha | 2ª Temporada (Netflix) East Los High: No Ritmo de L.A. | EUA | 4 Temporadas (Globoplay) Perrengue | Brasil | Minissérie (Globoplay) Eu Vi: América Latina | México | 1ª Temporada (Netflix) Histórias para Vestir | EUA | 2ª Temporada (Netflix)
Musical da Princesa Diana vai estrear na Netflix antes da Broadway
Um musical sobre a princesa Diana, atualmente em desenvolvimento para a Broadway, irá estrear na Netflix antes da abertura planejada em Nova York em dezembro, anunciaram os produtores nesta terça-feira (30/3). O negócio inusitado está sendo descrito como uma iniciativa inovadora para promover o projeto. “Diana: The Musical” é um dos primeiros espetáculos da Broadway a anunciar sua estreia após o fechamento por mais de um ano dos teatros de Nova York devido à pandemia de coronavírus. A produção marcou sua noite de estreia nos palcos para o dia 16 de dezembro. Mas o público poderá ver a peça bem antes disso, graças a um acordo para sua exibição antecipada na Netflix no dia primeiro de outubro. Será a primeira vez que uma peça irá estrear primeiro no streaming, antes de poder ser vista pelo público num palco. “A chance de compartilhar nosso espetáculo, primeiro com o público global da Netflix, e depois recebendo o público ao vivo na volta da Broadway, é algo que estamos todos sonhando há mais de um ano”, informaram os produtores, em comunicado. Os teatros da Broadway fecharam em meados de março de 2020, logo no começo da pandemia de coronavírus, e continuam fechados até hoje. A paralisação das atividades está estendida até junho de 2021, mas a comunidade teatral de Nova York acredita que apenas em setembro as estreias de musicais e peças deverão ser retomadas. O espetáculo de “Diana: The Musical” estava em fase de pré-estreia antes do fechamento da Broadway, mas ainda não havia estreado oficialmente. A apresentação da Netflix foi gravada em 2020 com o elenco. Na produção, a atriz Jeanna de Waal (que apareceu em dois episódios de “Punho de Ferro”) interpreta a princesa Diana, enquanto a veterana Judy Kaye (vencedora de dois Tonys, o Oscar do teatro americano) vive a rainha Elizabeth II. A iniciativa da Netflix acontece após a plataforma Disney+ (Disney Plus) exibir uma gravação de “Hamilton”, o espetáculo mais bem-sucedido da Broadway nos últimos anos, também feita sem público e à portas fechadas.
The Bad Batch: Nova série animada de Star Wars ganha trailer legendado
A Disney Plus divulgou o pôster e um trailer legendado da série animada “Star Wars: The Bad Batch”, continuação de “Star Wars: A Guerra dos Clones” (Star Wars: The Clone Wars). A trama acompanha o chamado “bad batch”, um grupo de clones imperiais que se diferencia por conta de falhas no processo de clonagem, que concederam a cada um deles personalidades e habilidades excepcionais. Após o fim da Guerra dos Clones, o grupo identificado como Força Clone 99 passa a ser considerado perigoso por tomar decisões independentes, em vez de apenas seguir ordens, e o Grand Moff Tarkin (vilão clássico do primeiro “Star Wars”) ordena sua destruição. Em fuga, eles se tornam mercenários em busca de um novo propósito, e acrescentam uma adolescente à sua equipe. O produtor-roteirista Dave Filoni, responsável por “Star Wars: A Guerra dos Clones”, também é o showrunner da nova série, que foi desenvolvida pela roteirista Jennifer Corbett (“Star Wars Resistance”) e conta com Brad Rau (“Star Wars Rebels”) como diretor principal. A estreia vai acontecer em 4 de maio em streaming.
Série de Obi-Wan Kenobi terá volta dos tios de Luke Skywalker
A nova série de “Star Wars” focada no personagem Obi-Wan Kenobi anunciou o seu elenco completo. Entre os nomes divulgados pela Lucasfilm, estão os de Joel Edgerton e Bonnie Piesse, que viveram Owen e Beru Lars, os tios que tem a missão de criar Luke Skywalker no final de “Star Wars, Episódio III: A Vingança dos Sith”. Bonnie Piesse também ficou conhecida, recentemente, pela série documental “The Vow”, em que denunciou a seita NXIVM, que escravizava mulheres sob o disfarce de autoajuda. Edgerton e Piesse voltarão a se juntar com Ewan McGregor, que retoma o papel de Obi-Wan, e Hayden Christensen, o intérprete de Anakin Skywalker/Darth Vader. Os quatro participaram da trilogia-prólogo da franquia. A série vai se passar dez anos após os eventos de “A Vingança dos Sith”, quando Obi-Wan viveu escondido em Tatooine para escapar da perseguição do Império, enquanto vigiava o menino Skywalker à distância. Outros nomes do elenco revelado nesta segunda (29/3) incluem Moses Ingram (“O Gambito da Rainha”) Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rupert Friend (“Homeland”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Sung Kang (“Velozes e Furiosos 6”), Simone Kessell (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) e o ator-cineasta Benny Safdie (“Bom Comportamento”). Escrita por Joby Harrold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e dirigida por Deborah Chow (“The Mandalorian”), a série começa suas gravações em abril.
Russell Crowe é confirmado no novo filme de Thor
O ator Russell Crowe, protagonista de “Gladiador”, “Robin Hood” e “Noé”, vai estrear na Marvel. Ele terá o que está sendo descrito como “uma participação divertida” no filme “Thor: Love and Thunder”. A confirmação foi feita após o vazamento de fotos do ator com o elenco das filmagens, na Austrália, durante o fim de semana. Crowe vai se juntar a outros astros que farão “participações especiais” no filme, como Matt Damon, Sam Neill e Melissa McCarthy. Estes três já tiveram os papéis confirmados por paparazzi que vazaram imagens set: serão atores numa peça sobre os eventos de “Thor: Ragnarok”, interpretando, respectivamente, Loki, Odin e Hela. Luke Hemsworth, irmão de Chris Hemsworth, completa o elenco da peça como Thor. O filme dirigido por Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”) vai mostrar Jane Foster (Natalie Portman), ex-namorada do Thor nos primeiros dois filmes, assumindo o martelo e os poderes do herói. Enquanto isso, o personagem de Chris Hemsworth será visto viajando pelo espaço com os Guardiões da Galáxia, na sequência aos eventos de “Vingadores: Ultimato”. Por conta dessa história, o quarto “Thor” também contará com Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Dave Bautista (Drax), Karen Gillan (Nebula) e Pom Klementieff (Mantis), e possivelmente com dublagens de Vin Diesel (Groot) e Bradley Cooper (Rocket). O elenco espetacular ainda contabiliza a volta Tessa Thompson (Valquíria) e Jaimie Alexander (Sif), e apresentará Christian Bale (o Batman de “Cavaleiro das Trevas”) como um novo vilão. A estreia está marcada para maio de 2022.
Novo thriller de ação do criador de John Wick estreia em 1º lugar nos EUA
O thriller de ação e vingança “Anônimo” estreou em 1º lugar nos EUA e Canadá neste fim de semana, com arrecadação de US$ 6,7 milhões. O desempenho representa o dobro da média de arrecadação de alguns meses atrás, graças à reabertura de mais cinemas em Los Angeles e no resto da Costa Oeste dos EUA. Oito das maiores 25 bilheterias da produção foram contabilizadas em Los Angeles. O filme escrito por Derek Kolstad (criador de “John Wick”) e dirigido pelo russo Ilya Naishuller (“Hardcore: Missão Extrema”) traz Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) como um pai de família que, ao ter a casa invadida por assaltantes, revela suas habilidades secretas como matador profissional. Ou, como ele chama: de “auditor”. Por 12 anos, o aparente homem comum e anônimo trabalhou para pessoas perigosas, mas deixou tudo para trás ao se casar. Com a família ameaçada, ele demonstra porque poucos lembravam de seu passado – ele matou a maioria. A Universal programou a estreia de “Anônimo” para maio no Brasil. Veja o trailer abaixo. O Top 3 norte-americano ainda registrou bons faturamentos para a animação “Raya e o Último Dragão”, da Disney, e o híbrido “Tom & Jerry”, da Warner, que aumentaram seus totais domésticos para US$ 28,4 milhões e US$ 37,1 milhões com mais US$ 3,5 milhões e US$ 2,5 milhões no fim de semana, respectivamente. Ambos também estão disponíveis em streaming no mercado norte-americano. A sci-fi “Mundo em Caos”, estrelada por Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) e Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”), ficou em 4º lugar com US$ 1,9 milhão e atingiu um total doméstico de US$ 11,5 milhões, enquanto o thriller britânico “The Courier”, com Benedict Cumberbatch (o Doutor Estranho da Marvel), fez US$ 1 milhão em sua segunda semana, chegando a US$ 3,5 milhões em dez dias em cartaz. 1 Anônimo 2 Raya e o Último Dragão 3 Tom & Jerry 4 Mundo em Caos 5 The Courier
Intérprete do novo “Capitão América” fez testes para viver o herói original
O ator Wyatt Russell, intérprete de John Walker, o novo “Capitão América” em “Falcão e o Soldado Invernal”, revelou que fez teste para ser o Capitão América original no primeiro filme do herói, lançado em 2011. “Acho que é uma história engraçada, e, honestamente, foi o primeiro teste em que eu tive algo para ler para ver se eu era bom atuando ou não. [Mas] acho que eu nunca estive realmente no páreo para o papel”, disse o ator em entrevista à edição de sexta-feira (26/3) do programa “Good Morning America”. Na semana passada, ele chegou a dizer que esperava não ser muito odiado por substituir Chris Evans no papel. “Espero que não me odeiem muito. Mas seria uma honra, eu acho, ser desprezado no Universo Marvel”, disse Russell ao jornal USA Today. O personagem de Russell entrou na série de uma forma diferente de sua introdução nos quadrinhos. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, John Walker foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme, e passou a se tornar aliado do Falcão e do Soldado Invernal. Na série, Walker é escolhido pelo governo americano para virar o novo Capitão América. Ao se aposentar em “Vingadores: Ultimato”, Steve Rogers (Chris Evans) deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie), que é convencido pelas autoridades a aposentar o símbolo do herói como forma de homenagear o legado do amigo. Ele só não esperava ser traído com o anúncio de um novo Capitão América branco. “Falcão e o Soldado Invernal” é escrita por Malcolm Spellman (da série “Empire”) e dirigida por Kari Skogland (“The Handmaid’s Tale”), e exibe novos episódios todas as sextas-feiras na Disney Plus.
“Falcão e o Soldado Invernal” aborda história mais polêmica da Marvel
O segundo episódio de “Falcão e o Soldado Invernal” surpreendeu os leitores de quadrinhos por abordar uma das histórias mais polêmicas já publicadas pela Marvel. É tudo spoiler para quem não assistiu à série da Disney+ (Disney Plus). Ao perceber que tinham lutado contra supersoldados, o Soldado Invernal (Sebastian Stan) revelou ao Falcão (Anthony Mackie) que o Capitão América e ele não foram os únicos militares americanos que receberam o soro experimental. Durante a Guerra da Coreia, ele tinha conhecido Isaiah Bradley, um soldado negro dos Estados Unidos, submetido aos testes da fórmula secreta. O personagem foi criado pelo falecido escritor Robert Morales e desenhado por Kyle Baker na minissérie “Capitão América: Verdade – Vermelho, Azul e Negro”. A publicação de 2003 revelou que Steve Rogers não tinha sido o único soldado a se submeter ao Projeto Rebirth durante a 2ª Guerra Mundial – Bucky Barnes, o Soldado Invernal, recebeu o soro de outra forma. O governo dos EUA fez experiências com 300 soldados negros em uma tentativa de recriar o soro do supersoldado em 1942. Mais: aquilo que eventualmente se tornou a fórmula secreta fazia parte de uma pesquisa para eliminar linhagens “menos desejáveis”, esterilizando grupos étnicos e pessoas com deficiências, com objetivos similares aos experimentos de eugenia dos nazistas. A história de Morales sugeria que o governo dos Estados Unidos e os nazistas tinham mais em comum nos anos 1940 do que a maioria gostaria de acreditar. O pior é que essa história revoltante foi inspirada num caso real. Em 1932, o Serviço de Saúde Pública e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA firmaram parceria com o Instituto Tuskegee, uma universidade predominantemente negra, para testar os efeitos prolongados da sífilis em homens negros. 600 pessoas foram selecionadas para o Estudo de Tuskegee, dos quais 399 foram infectadas sem saber. O experimento acompanhou por décadas as cobaias que, aceitando participar do teste sem saber de suas intenções reais, passaram anos sofrendo, com o diagnóstico de sífilis sempre escondido durante atendimentos públicos. Sem tratamento, a doença lhes causou danos cerebrais. O estudo só foi encerrado nos anos 1970, quando um vazamento de informações revelou o propósito real do teste e suas práticas antiéticas. Nos quadrinhos, Isaiah Bradley foi o último sobrevivente de seu esquadrão, após a maioria morrer com mutações e deformidades causadas pelo soro experimental. Ele se tornou uma arma do governo, usado em ações táticas de grande importância, mas sem receber a publicidade e a glória destinadas a Steve Rogers, o Capitão América. E quando a guerra acabou, o governo prendeu Bradley por 17 anos por roubar o uniforme do Capitão América. Eles o esterilizaram e colheram seu esperma e sangue para novos experimentos, enquanto lhe negaram o tratamento necessário para atenuar os efeitos colaterais do soro, o que o deixou com a capacidade mental de uma criança ao ser libertado. “Capitão América: Verdade – Vermelho, Azul e Negro” se tornou extremamente polêmica entre os leitores da Marvel. Muitos acharam que ela arruinou o legado de Steve Rogers. Houve racistas enfurecidos com a imagem do negro Isaiah vestido com o uniforme do Capitão América. Mas hoje a criação de Morales é considerada um marco dos quadrinhos. Tanto que o neto de Isaiah Bradley, Elijah Bradley, acabou incorporado em novas histórias como um herói: o Patriota, membro dos Jovens Vingadores. Em “Falcão e o Soldado Invernal”, Isaiah foi interpretado por Carl Lumbly (“Supergirl”), que surge amargurado, revoltado e escondido do mundo, recusando-se a falar do passado, mas ainda superpoderoso – ele é visto brevemente ao lado do neto na série. Na versão live-action, o personagem lutou na Guerra da Coreia e não na 2ª Guerra, e em vez de ter sido recebido como herói por ter derrotado o Soldado Invernal nos anos 1950, passou 30 anos preso e servindo de cobaia para novos testes. Ao saber dessa história, o Falcão fica chocado, especialmente por ter sido convencido a não virar o novo Capitão América porque, supostamente, só existia um Steve Rogers. Sua intenção de homenagear o amigo acabou traída pelo governo, que se apossou do escudo deixado por Rogers para ele. O governo americano nem perdeu tempo para passar o símbolo do Capitão América para as mãos de outro militar branco. O episódio ainda reforçou a crítica ao mostrar que, em meio a sua discussão com Bucky, o Soldado Invernal, Sam Wilson é cercado por viaturas policiais e se torna vítima de assédio racial por parte de policiais, que o identificam apenas como um homem negro agitado, sem reconhecê-lo fora do uniforme do Falcão. Apesar da importância da história e o impacto causado em sua utilização na série, até então a Marvel não parecia interessada em mantê-la relevante. Quando a Disney comprou a Marvel em 2009, “Verdade” saiu de catálogo e não ganhou republicação. Josiah X, filho de Isaiah Bradley, desapareceu em 2004, e Elijah Bradley deixou de ser considerado um dos Novos Vingadores em 2012 – um novo personagem, Rayshaun Lucas, assumiu o manto de Patriota. Uma década depois de sua estreia, “Capitão América: Verdade – Vermelho, Azul e Negro” tornou-se um item de colecionador difícil de se encontrar, ao mesmo tempo em que as menções ao “Capitão América negro” viraram trivia lembrada apenas por um punhado de geeks. Nem o nome e nem legado do personagem eram mencionados nas páginas da Marvel Comics há uma década. O escritor Robert Morales morreu aos 55 anos em 2013, sem ver seu personagem ganhar carne e osso.
Ryan Reynolds zoa o novo adiamento de Free Guy nos cinemas
O ator Ryan Reynolds (o “Deadpool”) postou um vídeo para anunciar – e zoar – mais um adiamento de “Free Guy: Assumindo o Controle”, sua comédia de fantasia produzida pelo 20th Century Studios, da Disney. “Ei, pessoal! Notícia incrível. Temos uma nova data de estreia para ‘Free Guy’. Sei que tivemos alguns percalços, mas desta vez é 100% garantido. Nunca tive tanta certeza de nada em toda a minha vida”, ele disse no vídeo. “E com essa [nova data] nos sentimos muito bem. A menos que… é claro…”, ironizou Originalmente marcado para julho do ano passado, o filme sofreu o primeiro adiamento para dezembro devido à pandemia de coronavírus. Um segundo atraso o levou para maio deste ano. Até que, na semana passada, ganhou sua quarta previsão de estreia: agosto de 2021. A ironia dessa situação é que o ator já zoava os adiamentos do filme em outubro passado, quando postou um vídeo em que o elenco utilizava diferentes feriados comemorativos para se referir às mudanças na data de estreia – que poderia ser no Natal de 2020, Dia da Independência e até o Halloween de 2021. Em “Free Guy”, Reynolds vive um bancário comum. Ou melhor, um bancário comum que é figurante de videogame. Seu personagem habita um game e só aparece para os jogadores durante uma cena de assalto. Num belo dia, ele resolve reagir a um jogador e se torna autoconsciente, descobrindo que sua existência é artificial e criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”). O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Jodie Comer (“Killing Eve”), que vive uma heroína no jogo. Ela ajuda Guy a enfrentar os perigos causados por sua rebelião. O roteiro escrito por Matt Lieberman foi adquirido em 2016 pela então chamada 20th Century Fox. Nesse meio tempo, Lieberman deixou de ser um roteirista promissor para se tornar especialista em longas animados de Hollywood, assinando novas animações de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”. O filme também marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, sete anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, emplacando com sucesso a série “Stranger Things”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds)












