Samuel L. Jackson pode estrelar série de Nick Fury na Disney+ (Disney Plus)
O ator Samuel L. Jackson deve estrelar uma nova série do Universo Marvel a ser exibida na plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A informação foi apurada pelo site da revista Variety, que ainda revelou que a produção está sendo desenvolvida por Kyle Bradstreet, produtor-roteirista de “Mr. Robot”. A Marvel não confirmou nem negou a notícia. O ator de 71 anos interpreta Nick Fury, o chefe da SHIELD, nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Responsável pela formação dos Vingadores no cinema, Fury apareceu pela última vez em “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019), em que foi visto numa missão no espaço junto de alienígenas da raça Skrull – introduzidos em “Capitã Marvel” (2019). A falta de detalhes do projeto deixa no ar se a série vai dar sequência à essa missão ou mostrará Fury de volta à Terra. Caso confirmada, a produção poderia, inclusive, voltar a reunir o elenco de “Agents of SHIELD” em torno de uma reestruturação da agência secreta da Marvel, que implodiu após os eventos de “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) Jackson, inclusive, chegou a aparecer como Nick Fury num episódio de “Agents of SHIELD”. Exibida originalmente na rede ABC, “Agents of SHIELD” chegou ao fim em agosto passado, após sete temporadas.
Globo e Netflix disputam filme sobre a vida da Xuxa
De saída da rede Record, Xuxa Meneghel está cheia de projetos. Segundo apurou o colunista Fefito, do UOL, ela tem conversas adiantadas com a Globo para um programa de sábado e projetos para a Globoplay. Um desses projetos, porém, também interessa a Netflix. Trata-se de “Rainha”, longa-metragem sobre a vida da apresentadora, que posteriormente deve ser transformado em minissérie – como aconteceu com os filmes sobre Hebe e Elis. A Globo já teria saído em busca de uma atriz para interpretá-la. Xuxa também negocia voltar a estrelar filmes infantis. O interesse nesse revival é da Disney, que vai lançar a plataforma Disney+ (Disney Plus) no Brasil em novembro. Há ainda conversas sobre um possível seriado. Para completar, ela prepara um documentário sobre sua última turnê, chamado “A Última Nave”, com depoimentos de várias celebridades, que sua equipe estaria negociando com a HBO. E, se tiver horas de folga, Xuxa ainda pretende escrever livros infantis.
WandaVision: Série da Marvel ganha primeiro trailer legendado
A Marvel divulgou um novo pôster e o primeiro trailer de “WandaVision” na noite de domingo (20/9), durante a exibição do Emmy 2020 na TV americana. Na prévia, é possível ver a metamorfose ambulante criada por Wanda/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) para sua vida “doméstica” ao lado do androide Visão (Paul Bettany), como pais suburbanos de um par de gêmeos. A atração vai alternar radicalmente de estilo entre os episódios, indo do sitcom clássico em preto e branco à comédia teen dos anos 1990, sem esquecer de evocar as produções de super-heróis mais recentes – Wanda e Visão aparecem, finalmente, com seus trajes clássicos dos quadrinhos, em versão caseira. A roteirista Jac Schaeffer, que escreveu “Capitã Marvel”, será a showrunner da série, que não será um prólogo e sim uma continuação dos eventos de “Vingadores: Ultimato”, apesar de o Visão ter morrido no cinema. Além de Elizabeth Olsen (Wanda, a Feiticeira Escarlate) e Paul Bettany (Visão), “WandaVision” também terá participações de Kat Dennings e Randall Park, retomando os papéis que já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”. O nome da personagem da atriz não foi revelado, porque, se por acaso fosse Agatha Harkness, confirmaria a trama que todos já imaginam. Com a paralisação das produções devido à pandemia de coronavírus, “WandaVision” será a primeira série da Marvel a chegar ao Disney+ (Disney Plus), invertendo a ordem originalmente planejada (“Falcão e o Soldado Invernal” deveria abrir a lista). Será também a única série da Marvel lançada na plataforma em 2020. Ainda sem data definida, “WandaVision” será uma produção importante para o MCU, pois sua história terá repercussões no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” – com participação já confirmada de Wanda.
Ms. Marvel terá diretores de Bad Boys, Justiceiro e vencedora do Oscar
A Marvel definiu os diretores de outra série da plataforma Disney+ (Disney Plus). Depois de fechar a equipe criativa (e a estrela) de “Mulher-Hulk”, chegou a vez da produção de “Ms Marvel”, que ganhou um quarteto de diretores. A lista reúne a dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (responsável pelo blockbuster “Bad Boys Para Sempre”), a paquistanesa Sharmeen Obaid-Chinoy (vencedora de dois prêmios Oscar de melhor curta documental) e Meera Menon (de “Farah Goes Bang” e que já trabalhou na Marvel na série “O Justiceiro”). Eles vão se juntar à roteirista Bisha K. Ali, das séries “Quatro Casamentos e Um Funeral” e “Sex Education”, que será a showrunner da atração. Primeira heroína muçulmana da Marvel, Ms. Marvel é uma jovem de ascendência paquistanesa, chamada Kamala Khan, que consegue poderes e se inspira na Ms. Marvel original (hoje Capitã Marvel), Carol Danvers. A editora de quadrinhos transformou Kamala em Ms Marvel após Carol ser “promovida” a Capitã Marvel. O chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, já disse que, além de aparecer na sua própria série, a heroína será incluída em futuros filmes da Marvel. O estúdio está atualmente em busca de uma atirz para interpretar a heroína, cujos quadrinhos exploraram sua identidade como uma americana paquistanesa vivendo em uma família religiosa em Nova Jersey, enquanto tenta encontrar seu próprio caminho. A expectativa é que “Ms Marvel” chegue à Disney+ (Disney Plus) em 2021.
Estrela de Orphan Black pode virar a Mulher-Hulk da Marvel
A Marvel estaria prestes a surpreender os fãs ao anunciar a intérprete da Mulher-Hulk em sua nova série da plataforma Disney+ (Disney Plus). Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio negocia o papel com a canadense Tatiana Maslany, atriz vencedora do Emmy por viver vários clones na cultuada série “Orphan Black” (2013–2017). A série da Mulher-Hulk (She-Hulk, em inglês) vai acompanhar a advogada Jennifer Walters, advogada e prima de Bruce Banner (o Hulk), que nos quadrinhos se transforma numa versão feminina do herói ao receber uma transfusão de sangue de seu parente mais famoso. Ela foi a última personagem importante da Marvel criada por Stan Lee, em 1980, e se tornou membro dos Vingadores como o primo. Mas diferente de Banner, Jennifer prefere ser a Mulher-Hulk em tempo integral, porque mantém sua inteligência durante a transformação. A escolha surpreende porque Maslany é magra e pequena, o oposto da personagem de grande altura e extremamente musculosa dos quadrinhos. Isto significa que a atriz vai aparecer transformada por efeitos visuais, como Mark Ruffalo ao virar o Hulk nos filmes dos Vingadores. Por sinal, Ruffalo já revelou estar negociando aparecer na série. A série está sendo desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e contará com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me), “It’s Always Sunny in Philadelphia” e “The Mick”.
The Mandalorian ganha trailer nacional com data de estreia no Brasil
A série “The Mandalorian”, da plataforma Disney+ (Disney Plus), ganhou seu primeiro trailer oficial para lançamento no Brasil. E, curiosamente, é o vídeo mais recente, usado para anunciar a 2ª temporada nos EUA. Além das legendas, a única diferença entre os vídeos encontra-se na data de exibição. A versão brasileira anuncia a série para 17 de novembro, 17 dias após a estreia nos EUA. Trata-se da data de inauguração do serviço de streaming da Disney no Brasil. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” se tornou o principal sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) e concorre a nada menos que 15 prêmios Emmy nesta semana, incluindo Melhor Série de Drama – mas é realmente favorita a troféus técnicos, uma vez que seu uso de efeitos é revolucionário. A prévia demonstra a qualidade visual da produção, com cenas de ação de tirar o fôlego, ao explorar a missão do personagem-título nos próximos episódios: levar a Criança, mais conhecida pelos fãs da série como Baby Yoda, até uma raça de “feiticeiros” inimigos, aka Jedis. Além de trazer Pedro Pascal como o Mandaloriano principal e manter seus aliados vividos por Gina Carano e Carl Weathers, os novos episódios vão trazer personagens conhecidos de “Star Wars”, como
Diretora de Modern Family vai fazer a série da Mulher-Hulk
A Marvel definiu a diretora Kat Coiro para comandar a série da Mulher-Hulk, na plataforma Disney+ (Disney Plus). Ela é conhecida por trabalhar com comédias televisivas e já assinou episódios de “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me), “It’s Always Sunny in Philadelphia” e “The Mick”. Além disso, acaba de completar “Marry Me”, sua quarta comédia de cinema, que será lançada em fevereiro nos EUA. Kat Coiro vai se juntar a Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, que será a showrunner da produção. A série de Mulher-Hulk (She-Hulk, em inglês) vai acompanhar a advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner (o Hulk), que nos quadrinhos se transforma numa versão feminina do herói ao receber uma transfusão de sangue de seu parente mais famoso. Ela foi a última personagem importante da Marvel criada por Stan Lee, em 1980, e se tornou membro dos Vingadores como o primo. Mas diferente de Banner, Jennifer prefere ser a Mulher-Hulk em tempo integral, porque mantém sua inteligência durante a transformação. O ator Mark Ruffalo já revelou estar negociando aparecer como o Hulk na série.
The Mandalorian: Trailer da 2ª temporada capricha na ação, efeitos e fofura do Baby Yoda
A Lucasfilm divulgou pôster, fotos e o trailer da 2ª temporada de “The Mandalorian”. A prévia destaca a ligação do personagem-título com a Criança, mais conhecida pelos fãs da série como Baby Yoda, e sua missão de levá-lo até uma raça de “feiticeiros” inimigos dos mandalorianos, mais conhecida pelos fãs de “Star Wars” como Jedis. Além disso, apresenta cenas de ação de tirar o fôlego, muitos efeitos visuais, confirma a volta dos personagens de Gina Carano e Carl Weathers, e explora ainda mais a fofura do pequeno Yoda. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” se tornou o principal sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) e concorre a nada menos que 15 prêmios Emmy nesta semana, incluindo Melhor Série de Drama – mas é realmente favorita a troféus técnicos, uma vez que seu uso de efeitos é revolucionário. Além dos atores citados e de Pedro Pascal como o Mandaloriano principal, os novos episódios vão trazer personagens conhecidos de “Star Wars”, como
Desenhista confirma que Diana Rigg inspirou visual de super-heroína da Marvel
A atriz Diana Rigg, que faleceu na quinta (10/9) aos 82 anos, foi a inspiração principal para o visual de Kate Bishop, a super-heroína Gaviã Arqueira nos quadrinhos da Marvel. A informação foi compartilhada no Twitter e confirmada com uma foto da atriz pelo ilustrador David Aja, que baseou o visual de Bishop na personagem Emma Peel, vivida por Rigg na série inglesa dos anos 1960 “Os Vingadores”. A estrela britânica chegou a receber duas indicações ao Emmy por viver Emma Peel, em 1967 e 1968. Ela também concorreu ao Emmy mais recentemente, com quatro indicações pelo papel de Lady Olenna Tyrell, na série “Game of Thrones”, entre 2013 e 2018, e venceu como Melhor Atriz em Telefilme pela versão televisiva do suspense “Rebecca”, em 1997. Kate Bishop, por sinal, será introduzida em carne e osso pela primeira vez na vindoura série “Hawkeye”, do Gavião Arqueiro, que será estrelada por Jeremy Renner na plataforma Disney+ (Disney Plus) em 2021. My apologies to the amazing @davaja who created Kate’s look based on Emma Peel. Sorry sir! I love your work! 😬 cc: @79SemiFinalist — Dave aka Mediocre Jedi (@MediocreJedi) September 10, 2020 Diana Rigg (1938-2020) pic.twitter.com/mF8uaWeqPm — David Aja (@davaja) September 10, 2020
Novo curta de Frozen vai explorar a origem de Olaf
A Disney anunciou a produção de um novo curta derivado da animação “Frozen”. Intitulado, em inglês, “Once Upon A Snowman” (era uma vez um boneco de neve, em tradução livre), o desenho vai explorar a origem do amado boneco de neve Olaf. O curta vai mostrar o que aconteceu com Olaf depois que Elsa o criou e antes de Anna e Kristoff o encontrarem na floresta, seguindo os primeiros passos do personagem enquanto ele ganha vida e busca sua identidade nas montanhas nevadas fora de Arendelle. Josh Gad, que dublou Olaf em “Frozen” (2013) e “Frozen 2” (2019), voltará a atuar como a voz original do personagem na nova animação. Já a direção ficou a cargo de Trent Correy, supervisor de animação de Olaf em “Frozen 2”, e do veterano animador Dan Abraham, que trabalhou na sequência musical de Olaf (“When I Am Older”) em “Frozen 2”. O lançamento vai acontecer com exclusividade na plataforma Disney+ (Disney Plus) em 23 de outubro. Ainda não disponível no Brasil, o serviço de streaming da Disney tem previsão de chegada no mercado nacional em novembro.
Mulan divide crítica internacional: lindo, mas superficial
Prestes a chegar ao público em vários países, “Mulan” dividiu a crítica internacional. As primeiras resenhas publicadas nos EUA e no Reino Unido elogiam o visual, as cenas de ação e o trabalho da diretora Niki Caro, mas lamentam a falta de profundidade do roteiro. Entre os comentários que chamaram mais atenção, é possível reparar que os críticos acharam a vilã Xianniang, vivida pela excepcional Gong Li (“Memórias de uma Gueixa”), muito mais interessante que a heroína interpretada por Liu Yifei (“O Reino Perdido”). Também houve um coro contra a transformação de Mulan numa guerreira jedi, cuja Força é chamada de chi. E até questionamento sobre sua causa. Supostamente uma guerreira feminista, ela lutaria em defesa do velho patriarcado. Na largada, a produção da Disney atingiu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes – e um pouco menos, 71%, entre os críticos Top, dos grandes veículos de comunicação. Primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, “Mulan” também é a produção de maior orçamento (supostamente, mais de US$ 200 milhões) comandada por uma cineasta feminina, a neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia”). Após vários adiamentos devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada nesta sexta (4/9), chegando como VOD premium na Disney+ (Disney Plus). Ou melhor, a Disney prefere outra nomenclatura para definir o lançamento: Premier Access – o VOD mais caro de todos os tempos. Já nos territórios sem Disney+ (Disney Plus), o filme será exibido nos cinemas. O mais curioso, porém, é o caso do Brasil, onde ainda não há nem Disney+ (Disney Plus) nem cinemas abertos. A estreia por aqui vai acontecer não se sabe como nem quando. Veja abaixo alguns comentários da grandes veículos da imprensa falada em inglês sobre o filme. The Times “Pobre Mulan… Ela é uma heroína para nossos tempos, entregue à Disney em uma bandeja de 22 anos que não exigia nada além de uma pincelada de tinta e alguns figurantes a cavalo para produzir um blockbuster icônico para os tempos atuais e um que poderia apagar os flashes indutores de arrepios das atrocidades recentes dos remake live-action do estúdio, de ‘Dumbo’ a ‘Aladdin’. Em vez disso, essa Mulan, interpretada de maneira inexpressiva por Liu Yifei, é um reboot extremamente caro (há rumores de que o orçamento superou US$ 200 milhões) e estruturalmente calamitoso, que luta para apelar simultaneamente aos censores em Pequim (a China é o alvo demográfico primário), os banqueiros de Hollywood e os guardiões da moral online, que cada vez mais agem como um corretivo para os instintos politicamente indelicados de contar histórias dos cineastas.” The New York Post “Embora não seja totalmente original, ‘Mulan’ faz a transição da animação para o live-action com coragem e reinvenção. Sim, senti falta da música cativante do filme de animação de 1998 e os animais falantes – Eddie Murphy como um dragão brincalhão chamado Mushu poderia ser difícil de equilibrar com o filme de 2020 – , mas fui varrido pelos cenários chineses de tirar o fôlego e pelas batalhas de alto risco. E há muitos delas. Com uma classificação PG-13 [para maiores de 13 anos nos EUA], este ‘Mulan’ faz uma abordagem muito mais violenta da história antiga.” The New York Times “Ambientado numa mistura no Velho Mundo e aquele novo reino mítico do empoderamento feminino do felizes para sempre, esta versão live-action de ‘Mulan’, dirigida por Niki Caro, é praticamente o que acontece quando uma lenda atende aos objetivos globais da Disney. É um pouco divertido e um pouco triste, cheio de paisagens arrebatadoras e enriquecido com lutas cinéticas (embora não o suficiente). Tem violência anti-séptica, elevação emocional e o tipo de protagonista que as pessoas do cinema gostam de chamar de identificável: uma jovem bonita e corajosa (a apropriadamente atraente Liu Yifei), que ama sua família, mas não se encaixa (ainda). Ela também não canta, uma pequena misericórdia dado o gorjeio desafinado da animação de 1998 da Disney.” The Washington Post “Inspirando-se no balé de violência do diretor John Woo e do ator Jet Li (que aparece em uma participação especial como o imperador chinês) e nos épicos históricos de Zhang Yimou e Bernardo Bertolucci, que se apropriam das telas grandes, ‘Mulan’ é indiscutivelmente impressionante, levando sua jovem heroína da aldeia em que nasceu até campos de batalha e redutos imperiais, que a diretora Niki Caro filma com intensidade arrebatadora (até surgir o ocasional momento estranho de CGI e edição superficial). Mas, mesmo em seu aspecto mais espetacular, não significa que ‘Mulan’ é sempre divertido de assistir… Embora apenas algumas gotas de sangue visível sejam derramadas, ‘Mulan’ é basicamente um filme de guerra, com batalhas quase constantes, emboscadas e confrontos, que apesar de meticulosamente coreografados, começam a parecer longos e repetitivos conforme a contagem de corpos se acumula.” Variety “Ao contrário de ‘O Rei Leão’ ou ‘A Bela e a Fera’, que aderiu servilmente à franquia subjacente, ‘Mulan’ parece ter sido feito por alguém que não necessariamente amou o tratamento anterior da Disney. Isso pode decepcionar os fãs que cresceram com essa versão, mas não deve representar nenhum obstáculo para uma nova geração que certamente será inspirada por este tributo em escala épica ao empoderamento feminino. Mas… ‘Mulan’ apresenta mais do que sua cota de referências a ‘Star Wars’, nada mais óbvio do que a ideia de que sua Força deriva de seu chi interior, se ao menos ela pudesse aprender a controlá-lo… Com vários autores, porém sem voz clara, o roteiro desajeitado de ‘Mulan’ freqüentemente coloca a trama acima do personagem, privando Mulan de uma personalidade robusta”. BBC “‘Mulan’ da Disney é uma obra-prima: divertido, brilhantemente engraçado, impressionante no uso de ângulos artísticos e imagens, e ousado em seu feminismo e sua representação positiva de personagens asiáticos. Agora chega de falar sobre o desenho animado que saiu em 1998…. No lado positivo, Niki Caro e sua equipe adicionaram algumas sequências de ação enérgica de wire-fu em que os combatentes correm pelas paredes e pelos telhados, e a câmera se vira para acompanhá-los. Não há nada que se compare às deslumbrantes lutas que desafiam a gravidade em ‘O Tigre e o Dragão’ ou ‘Herói’ (estrelado por Jet Li), mas Mulan servirá aos espectadores mais jovens como uma introdução emocionante ao cinema de artes marciais. É certamente mais violento do que a maioria dos filmes da Disney, embora os pais não precisem se preocupar. Dezenas de soldados não identificados são esfaqueados, mas todos eles têm honra e lealdade demais para sangrar… A mensagem é que as mulheres não deveriam ter que suprimir suas habilidades e ser subservientes, mas o filme não é tão progressivo quanto parece sugerir. Os feitiços de Xian Lang são tão poderosos que é difícil saber por que ela não dispensa o enfadonho Bori e governa a China por conta própria. E a proposta inspiradora de que Mulan deveria se orgulhar de suas habilidades fantásticas é prejudicada pela ideia de que ela deveria usar essas habilidades apenas para servir a seu país e/ou sua família. Quaisquer aspirações além disso não são uma opção.” The Observer “Oh, o que 22 anos – e a abertura do mercado global – podem fazer com nossas fábulas! Quando Mulan foi lançado em 1998 – parte da alardeada renascença da animação da Disney – os críticos notaram principalmente seu humor, resultado de um dragão vermelho tagarela chamado Mushu, dublado por Eddie Murphy, e canções atrevidas, embora esquecíveis, que se referiam a ‘travesti’ em letras que muitas vezes soavam como piadas. O racismo casual do filme – especialmente os saqueadores hunos bigodudos – mal foi notado. Para uma geração de pessoas trans que assistiu ao DVD em suas salas de estar de infância, o que era implicado assumia um significado mais significativo. Ao contar a história de um jovem desajeitado e conflituoso que se sentia preso dentro de um corpo de mulher e por expectativas sociais que não correspondiam ao que ele sentia sobre si mesmo, Mulan tornou-se uma pedra de toque para jovens transgêneros e inconformados. Mas no ‘Mulan’ de 2020, a estranheza foi exorcizada. (Adeus, soldados vestidos como concubinas; mal os conhecíamos.) Embora essa Mulan (habilmente trazida à vida por Liu Yifei) ainda se irrite com a expectativa da sociedade, ela perdeu seu peso; a sensação de estar preso no corpo errado e na hora errada não faz mais parte dela. Em vez disso, esta figura do folclore chinês foi Skywalkerizada e Neozizada. Ela é um super-herói. Ela é a Escolhida – basicamente um Harry Potter do Leste Asiático, mas em vez do Garoto que Viveu, ela é a Garota que Viveu como Garoto por Algumas Semanas”.
Disney marca estreia da 2ª temporada de The Mandalorian
A Disney+ (Disney Plus) anunciou pelas redes sociais a data de estreia dos novos episódios de “The Mandalorian”. A 2ª temporada da primeira série live-action do universo “Star Wars” vai chegar ao streaming no dia 30 de outubro. “Este é o dia. Novos episódios começam a ser transmitidos no dia 30 de outubro”, anunciou a plataforma, junto de um novo logo da série, que agora inclui Baby Yoda ao lado do personagem-título – por motivos óbvios, visto o fenômeno de popularidade atingido pelo pequeno personagem, conhecido na trama apenas como “A Criança”. A data é próxima da inauguração da Disney+ (Disney Plus) no Brasil. O serviço vai chegar no país no dia 17 de novembro, a tempo dos usuários acompanharem os novos episódios, que são disponibilizados semanalmente. Criada por Jon Favreau (“Homem de Ferro”, “O Rei Leão”), a 2ª temporada da série completou as gravações antes do agravamento da pandemia do novo coronavírus e seus capítulos foram dirigidos por cineastas famosos, como Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), Peyton Reed (“Homem-Formiga e a Vespa”) e Sam Hargrave (“Resgate”), Conforme tem sido especulado, os novos episódios vão incluir personagens conhecidos de “Star Wars”, como
Filha de Beyoncé rouba a cena em novo clipe de Black Is King
Beyoncé divulgou um novo clipe extraído de seu álbum visual “Black Is King”, aclamado pela crítica internacional. Trata-se do acompanhamento da música “Brown Skin Girl”, parceria de Beyoncé com o cantor nigeriano WizKid e o rapper Saint Jhn, que conta com participação de Blue Ivy Carter, a filha da artista. A menina, por sinal, é identificada como coautora da música e acaba roubando a cena na gravação. A música celebra os tons da pele negra e o clipe não esquece sequer de incluir uma modelo albina. Entre as participações especiais, aparecem também a mãe de Beyoncé, Tina Knowles, a atriz Lupita Nyong’o, a modelo Naomi Campbell e a cantora Kelly Rowland, ex-Destiny’s Child. A cantora assina a direção artística de todo o projeto “Black Is King”, apesar de listar diversos diretores com quem trabalhou para completar o filme/álbum visual. Entretanto, ela não identifica quem fez o quê e em qual segmento (clipe) musical. Lançado em julho nos EUA, “Black Is King” é inspirado na experiência de Beyoncé com a nova versão de “O Rei Leão” e permanece inédito no Brasil, porque se trata de um lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), ainda não disponível no país. Este detalhe, porém, não impediu que a produção fosse muito comentada por aqui – rendendo até polêmica.












