Família de Isaac Hayes processa Donald Trump por uso de música sem autorização
Acusação envolve uso não autorizado de "Hold On, I’m Coming" e exige indenização de US$ 3 milhões
Paulo Ricardo e Fernando Deluqui chegam a acordo sobre uso do nome RPM
Disputa judicial entre os músicos é resolvida com autorização para uso de RPM - O Legado
Sergio Marone critica Record por não pagar direitos em exibições de novelas no streaming
Ator reclama que a legislação está desatualizada, pois foi criada nos anos 1990, antes da existência das tecnologias atuais
Mateus Solano cobra pagamento justo por reprises no canal Viva
Ator critica abertamente a remuneração pelas reexibições de novelas e ganha apoio de colegas
Max lança documentário sobre o conflito entre Taylor Swift e Scooter Braun
Série documental explora a disputa sobre os direitos musicais que levou a cantora a regravar seus discos originais
Beyoncé é processada por suposta violação de direitos em “Break My Soul”
A cantora está enfrentando uma ação judicial por suposta "violação de direitos autorais e práticas comerciais" de uma frase do grupo Da Showstoppaz
Kanye West enfrenta processo do espólio de Donna Summer
Responsáveis pelos direitos da cantora entraram com uma ação contra o rapper por samplear “I Feel Love” no novo álbum sem pedir autorização
George Santos processa Jimmy Kimmel por cair em pegadinha
Apresentador usou pseudônimos para encomendar vídeos personalizados do brasileiro, expulso do Congresso dos EUA, com parabéns à conquistas ridículas
Ozzy Osbourne detona Kanye West por samplear Black Sabbath: “Antissemita”
O rapper usou um sample de Black Sabbath sem autorização em seu novo disco, lançado na quinta-feira
Johnny Marr reclama de música dos Smiths em comício de Trump
O guitarrista Johnny Marr, membro do famoso grupo inglês The Smiths, expressou descontentamento com o uso não autorizado de uma canção da banda em um evento de campanha do ex-presidente Donald Trump. O episódio ocorreu antes das primárias de New Hampshire, quando a faixa “Please, Please Let Me Get What I Want”, lançada em 1984, foi tocada em um comício em Lacondia, na segunda-feira. O verso inicial da música, “good times for a change”, ganhou destaque durante o evento. Na terça (23/1), o músico se manifestou no X (antigo Twitter) sobre o incidente. “Nunca, em um milhão de anos, teria pensado que isso poderia acontecer. Considere essa m*rda encerrada agora mesmo”, escreveu. Os demais integrantes vivos da banda, o vocalista Morrissey e o baterista Mike Joyce, não se pronunciaram sobre o fato. Relevância contínua dos Smiths Conhecidos como um fenômeno cult, os Smiths se separaram em 1987 e rejeitaram diversas propostas lucrativas para retomar as apresentações ao vivo. Com a morte do baixista Andy Rourke, em maio do ano passado, devido a câncer, as esperanças de uma reunião da formação original foram encerradas. Mesmo assim, as músicas da banda seguem na mídia. No ano passado, várias faixas dos Smiths foram destaque no filme “O Assassino”, de David Fincher, marcando a preferência do personagem interpretado por Michael Fassbender. Sobre a canção “Please, Please Let Me Get What I Want”, vale lembrar que ela também alcançou notoriedade ao integrar uma trilha sonora: da comédia romântica “A Garota de Rosa-Shocking” em 1986. Artistas contra Trump Johnny Marr se junta a uma lista crescente de artistas que criticaram Donald Trump pelo uso não autorizado de suas obras. Nomes como Aerosmith, Rolling Stones, Queen, Neil Young, Pharrell, Elton John e Adele já expressaram insatisfação semelhante. Em 2016, durante a campanha presidencial de Trump, Elton John deu um motivo singelo para proibir o uso de suas canções “Tiny Dancer” e “Rocket Man” em comícios do então candidato. “Eu realmente não quero que minha música esteja envolvida em nada que tenha a ver com uma campanha eleitoral americana. Sou britânico”, declarou o cantor. Ahh…right…OK. I never in a million years would’ve thought this could come to pass. Consider this shit shut right down right now. https://t.co/M6eYROedOy — Johnny Marr (@Johnny_Marr) January 23, 2024
Mickey cai em domínio público e deixa de ser exclusivo da Disney
A partir desta segunda (1/1), o maior símbolo da Disney deixa de ser exclusivo da empresa. O camundongo Mickey caiu em domínio público junto com sua parceira Minnie Mouse, ao completarem 95 anos de sua criação. Isto significa que Disney não tem mais direitos autorais exclusivos sobre o personagem, permitindo que qualquer um faça o que bem entender com ele. Para se ter ideia do que pode acontecer a partir de agora, vale lembrar como o Ursinho Pooh virou personagem de terror no ano passado, após entrar em domínio público. A Disney fez lobby agressivo para alterar as leis que desprotegiam seu legado, conseguindo influenciar uma mudança significativa em 1998, que lhe deu mais duas décadas de controle. A mudança, que ficou conhecida como “lei Mickey Mouse”, estendeu o limite de proteção, que originalmente era de 75 anos, para 95 anos após a publicação, antes de uma obra cair em domínio público. Além de Mickey e de Minnie, a empresa também perdeu os direitos do Tigrão, parceiro do Ursinho Pooh. Todos foram criados em 1928. Um detalhe curioso é que, no caso de Mickey, o que ficou desprotegido foi apenas a primeira versão do personagem, vista em curtas de 1928 como “Steamboat Willie”, “Plane Crazy” e “The Gallopin’ Gaucho”. Qualquer um pode lançar esses filmes a partir de agora e usar o visual do personagem de acordo com os desenhos da época, em que o Mickey era apresentado em preto e branco e com calça curtas. Outras versões do Mickey, como os desenhos coloridos em que ele usa roupas, ainda estão protegidas. “É claro que continuaremos a proteger nossos direitos nas versões mais modernas do Mickey Mouse e em outras obras que permanecem sujeitas a direitos autorais”, disse a Disney à agência de notícias Associated Press. “As versões mais modernas do Mickey permanecerão inalteradas e Mickey continuará desempenhando um papel de destaque como embaixador global para a Walt Disney Company em nossas narrativas, atrações de parques temáticos e produtos”, completou a empresa. Veja abaixo os desenhos que todo mundo pode agora replicar. No ano que vem, a lista será acrescida por mais uma dezena de produções.
Rapper americano pagará indenização após uso indevido de música de Gilberto Gil
O rapper americano Tyler, the Creator assumiu a iniciativa de pagar uma indenização após uso indevido da música “Duplo Sentido” (1973), de Gilberto Gil. A informação foi revelada nesta sexta-feira (15/12) pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. Segundo as informações, Tyler fechou um acordo com o artista brasileiro em que deverá pagar US$ 50 mil (cerca de R$ 245 mil) pelos direitos da cançã. Vale lembrar que o rapper já havia se desculpado com Gil nesta semana, quando ele também contatou pessoas em Los Angeles (EUA) para resolver rapidamente o imbróglio. Entenda o caso A situação ocorreu no início deste mês, quando Tyler, the Creator lançou uma campanha de sua marca Golf Le Fleur com a faixa composta por Gilberto Gil. A peça publicitária tem pouco mais de quatro minutos com detalhes da nova coleção da grife, porém não traz qualquer menção a Gil ou para a cantora Tetê da Bahia. Na terça-feira (12/12), a assessoria de Gilberto Gil afirmou ao g1 que editora Sony Publishing exigiria “uma reparação financeira”, já que a campanha estava há muitos dias no ar. O perfil do cantor também compartilhou uma publicação feita por Fioti, que questionava sobre “diálogo prévio e negociação de direitos autorais”. Confira a campanha abaixo. le FLEUR* season 2: directed and designed by TYLER OKONMA instore: dec 9th, online dec 13thhttps://t.co/vOFABBe1kZ pic.twitter.com/QYMOwSm5Lt — T (@tylerthecreator) December 6, 2023
Rapper americano pede desculpas a Gilberto Gil por uso indevido de música
O rapper americano Tyler, The Creator pediu desculpas para Gilberto Gil durante uma ligação após uso indevido da música “Duplo Sentido” (1973). A conversa entre os artistas teria acontecido na terça-feira (12/12), segundo informações da colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. A situação ocorreu no início deste mês, quando o rapper lançou uma campanha da marca Golf Le Fleur com a faixa composta pelo cantor brasileiro. A peça publicitária tem pouco mais de quatro minutos com detalhes da nova coleção da grife, porém não traz qualquer menção a Gil ou para a cantora Tetê da Bahia. A assessoria de Gilberto Gil afirmou ao g1 que editora Sony Publishing “vai exigir uma reparação financeira”, já que a campanha está há muitos dias no ar. Já Tyler reconheceu o erro, se declarou fã de Gil e garantiu que contatou pessoas em Los Angeles (EUA) para tentar resolver o imbróglio. Nas redes sociais, o perfil de Gil compartilhou uma publicação feita por Fioti sobre o assunto: “Amo o querido [Tyler, The Creator]. Mas ele usou uma música inteira do Gilberto Gil sem qualquer diálogo prévio e negociação de direitos autorais? Não dá pra alegar desconhecimento. Custo acreditar que, se fosse o contrário, a resolução seria amistosa. Isso não é valorizar o Brasil. Nem os criadores. Espero que tudo se resolva de forma justa e equilibrada. Mas que vacilo.”











