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  • Etc

    Deborah Secco se declara bissexual: “Já namorei mulheres”

    18 de setembro de 2022 /

    A atriz Deborah Secco se declarou bissexual em entrevista publicada neste domingo (18/9) no jornal carioca Extra. Atualmente casada com Hugo Moura, ela contou que, no passado, foi seduzida por mulheres interessantes e até chegou a ter relacionamentos com algumas. “Quando elas são muito incríveis e interessantes, me seduzem também (risos). Mulheres, geralmente, são fod*! Eu sou livre, gosto de pessoas. Tenho uma inclinação maior a me interessar por homens, mas já namorei algumas mulheres”, revelou a atriz. Adapta à terapia, Deborah diz ter aprendido a lidar com seu passado “com muita tranquilidade”. Por conta disso, chegou a admitir ter vivido uma “fase piranha” antes de se casar, envolvendo-se até com homens casados. “Se tem uma coisa que não sou na vida é hipócrita. O que fiz está feito. Assim a gente caminha, errando e acertando. É preciso se olhar com mais leveza. Quando uma pessoa pública expõe seus erros, isso a humaniza, tira a necessidade de se mostrar sempre perfeita para o outro. Há quem diga: ‘Tudo bem, mas não precisa ficar falando’. Sou muito transparente com o que vivi”, disse Deborah. “São 35 anos de carreira”, continuou. “Sinto que as pessoas confiam em mim. O que eu tenho de mais valioso hoje em dia é a imagem que construí de ser alguém de verdade”, completou a atriz. Confirmada na 2ª e possivelmente 3ª temporada de “Rensga Hits!”, Deborah também participa atualmente de uma série de aventura em Portugal, chamada “Codex 632”, é sócia de quatro empresas dos ramos de moda e beleza e produziu um programa infantil, “Mundo Iupi”, que será exibido na plataforma infantil de streaming Giga Gloob em 2023.

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  • Série

    Betty Faria entra em série portuguesa de suspense

    1 de agosto de 2022 /

    A atriz Betty Faria entrou no elenco da série “Codex 632”, produção de suspense que será rodada em Portugal. A atriz interpretará uma mulher com Alzheimer que tem o marido assassinado. A personagem sabe de segredos e passa a ser perseguida, mas a doença complica tudo. Prevista para 2023, a produção é uma parceria da RTP, uma emissora pública de Portugal, com a plataforma Globoplay. A produção é baseada no best-seller de José Rodrigues dos Santos. A história acompanha Tomás de Noronha, professor universitário envolvido numa investigação que, caso se torne pública, poderá mudar radicalmente a percepção coletiva da História do mundo. Perito em criptanálise e línguas antigas, o personagem tenta descodificar uma cifra e um segredo: a identidade e verdadeira intenção da missão do navegador Cristóvão Colombo ao “descobrir” a América. Lançado em 2005, “Codex 632” foi o primeiro dos livros com aventuras de Tomás de Noronha, que se transformaram numa franquia com mais de uma dezena de títulos publicados. O ator português Paulo Pires, conhecido dos brasileiros por sua participação na novela dos anos 1990 “Salsa e Merengue”, da Globo, vive o papel principal. Ele também esteve recentemente na série espanhola “White Lines”, da Netflix. Além disso, a produção contará com participação de outros artistas brasileiras: Deborah Secco e Paulo Borges. A adaptação está a cargo de Pedro Lopes, que escreveu as séries portugueses “Glória”, “Conta-me como Foi” e “Auga Seca”, além de diversas novelas. As gravações já começaram em Lisboa. E em setembro, serão feitas cenas no Rio.

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  • Série

    Deborah Secco vai estrelar série portuguesa

    22 de junho de 2022 /

    A atriz Deborah Secco será protagonista de uma série portuguesa baseada no livro “Codex 632”, de José Rodrigues dos Santos, um dos escritores mais populares de Portugal. Prevista para 2023, a produção é uma parceria da RTP, uma emissora pública de Portugal, com a plataforma Globoplay. A informação sobre a participação da atriz foi divulgada nesta quarta-feira (22/6) durante o evento Connecta Fiction, na Espanha. Em comunicado, a RTP acrescentou que as gravações vão começar em julho, com locações nas cidades de Lisboa e Rio de Janeiro. A personagem da atriz brasileira não foi revelada, mas ela vai contracenar com o ator português Paulo Pires, conhecido dos brasileiros por sua participação na novela dos anos 1990 “Salsa e Merengue”, da Globo. Ele também esteve recentemente na série espanhola “White Lines”, da Netflix. Pires terá o principal papel masculino como Tomás de Noronha, um professor de História da Universidade Nova de Lisboa, perito em criptanálise e línguas antigas, que na trama tenta descodificar uma cifra e um segredo: a identidade e verdadeira intenção da missão do navegador Cristóvão Colombo ao “descobrir” a América. Lançado em 2005, “Codex 632” foi o primeiro dos livros com aventuras de Tomás de Noronha, que se transformaram numa franquia com mais de uma dezena de títulos publicados. A adaptação está a cargo de Pedro Lopes, que escreveu as séries portugueses “Glória”, “Conta-me como Foi” e “Auga Seca”, além de diversas novelas. Antes da viagem para gravar a atração internacional, Deborah Secco será vista em outra série nova da Globoplay: “Rensga Hits!”, uma comédia passada no universo da música sertaneja, em que viverá a empresária de uma cantora de sucesso (Alice Wegmann). A previsão de estreia é para julho.

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  • Etc

    Deborah Secco vai fazer programa infantil com a filha Maria Flor

    2 de maio de 2022 /

    A atriz Deborah Secco vai apresentar um novo programa infantil ao lado da filha Maria Flor, de seis anos. Com o nome provisório de “Iupi” (yuppie aportuguesado), a atração está sendo desenvolvida para o Giga Gloob, aplicativo do canal infantil Gloob, do Grupo Globo. Em um primeiro momento, o programa vai ser exclusivo do app, mas pode migrar para o canal pago também. Deborah Secco já tentava emplacar um projeto infantil na Globo há anos, mas só agora conseguiu emplacar uma produção. As gravações devem começar em julho e, além de apresentar, a atriz também vai dirigir os episódios do programa.

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  • Série

    Globoplay prepara seis novas séries brasileiras

    19 de setembro de 2021 /

    A Globoplay voltou a produzir novas séries à todo vapor, após as paralisações causadas pela pandemia de covid-19. A lista inclui o desenvolvimento das atrações inéditas “Guerreiros do Sol”, “Musa Música”, “Dragon”, “Rota 66”, “Rensga Hits!” e “As Aventuras de José e Durval”. Em “Musa Música”, uma jovem vai tentar transformar seu bairro por meio da arte e para isso conta com ajuda da musa grega Euterpe. O roteiro está sendo escrito por Rosane Svartman (“Malhação”). Produzida em parceria com a Casa de Cinema de Porto Alegre, “Dragon” é sobre uma família falida que passa a ganhar dinheiro por causa da equipe de eSports dos filhos. Apesar do título ser o mesmo de uma série clássica americana, “Rota 66” é uma produção policial baseada no livro homônimo de Caco Barcellos. A trama é focada no período mais violento de atuação da Rota, a tropa de elite da PM paulista, entre 1970 e 1990, e terá como protagonista um jornalista vivido por Humberto Carrão (“Paraíso Perdido”). A coprodução é com a Boutique Filmes. “Rensga Hits!” se passa no universo da música sertaneja e vai juntar Alice Wegmann (“Onde Nascem os Fortes”), Lorena Comparato (“Impuros”), Fabiana Karla (“De Perto Ela Não é Normal”) e Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”). A cargo da Glaz Entretenimento, a produção já começou em Goiânia. “As Aventuras de José e Durval” também vai trazer muitas músicas sertanejas. A produção é uma biografia da dupla Chitãozinho e Xororó. José e Durval são os nomes reais dos dois cantores. Coprodução com a O2 Filmes, o projeto tem direção de Hugo Prata (“Coisa Mais Linda”) e vai juntar os irmãos Rodrigo e Felipe Simas nos papéis principais, após estrelarem juntos a novela “Salve-se Quem Puder”. Já “Guerreiros do Sol” vai revisar o romance cangaceiro de Lampião e Maria Bonita, com roteiro da dupla George Moura e Sergio Goldenberg (“Onde Está Meu Coração”), 40 anos após o sucesso de “Lampião e Maria Bonita”, a primeiríssima minissérie brasileira, estrelada por Nelson Xavier e Tânia Alves em 1982. Para completar, ainda está em produção uma nova temporada de “Cilada”, de Bruno Mazzeo, em parceria com o Multishow.

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  • Música,  Série

    Alice Wegmann e Lorena Comparato serão cantoras sertanejas em série da Globoplay

    11 de agosto de 2021 /

    As atrizes Alice Wegmann (“Onde Nascem os Fortes”), Lorena Comparato (“Impuros”), Fabiana Karla (“De Perto Ela Não é Normal”) e Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”) vão protagonizar uma nova série no Globoplay passada no universo da música sertaneja. Intitulada “Rensga Hits!”, a atração trará Wengmann e Comparato nos papéis de cantoras rivais, agenciadas pelas empresárias vividas por Karla e Secco. A cargo da Glaz Entretenimento, a produção já começou em Goiânia, revelaram as atrizes no Instagram. “Ter um texto em mãos é ter um mundo novo em mãos. Já são 14 anos de carreira e ainda sinto o mesmo frio na barriga quando começo um trabalho, mas também sempre é diferente. As personagens e os universos mudam muito e isso me ensina demais sobre o quanto a gente tem pra aprender nessa vida. Feliz demais com a oportunidade da chegada de Raíssa, uma menina cheia de sonhos em busca do maior deles: ser cantora sertaneja. Que alegria estar com essa turma tão maravilhosa aqui em Goiânia! Reeensga!”, disse a atriz na rede social, ao lado de uma foto do roteiro da série. “O mistério acabou!!! Tô em Goiânia já pra fazer a série ‘Rensga Hits’ acompanhada dessas divas”, confirmou Lorena Comparato. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alice Wegmann (@alicewegmann) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lorena Comparato ❤️ (@lorenacomparato)

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  • Etc,  TV

    Artistas da Globo recebem multa milionária da Receita Federal

    15 de dezembro de 2020 /

    Depois de devassa da Receita Federal, 43 artistas que mantinham vínculos como PJ (pessoa jurídica) com a Globo nos últimos anos começaram a receber as primeiras autuações fiscais. Nos documentos, o órgão do governo federal aponta um suposto conluio entre os artistas e insinua existir uma “associação criminosa” nos acordos. Outras emissoras que procedem de forma similar não foram enquadradas. Já a Globo é apontada “como solidariamente responsável pelo pagamento da autuação”, o que significa que a cobrança pode ser feita para os artistas ou para a empresa. Advogado tributarista que defende os 43 artistas da Globo, Leonardo Antonelli, irmão da atriz Giovanna Antonelli, disse ao blog Notícias da TV que a tentativa da receita “de imputar a prática de crime contra a ordem tributária praticado pela emissora em conluio com o ator… não faz o menor sentido”, já que a “pejotização” é uma relação de trabalho que o próprio órgão do governo federal reconhece como “comum”. Ele lembra que, pela lei brasileira, “os serviços intelectuais, de natureza artística ou cultural, em caráter personalíssimo, sujeitam-se ao regime de tributação de pessoas jurídicas”. Em agosto, quando ficou claro que o governo atacaria os artistas da Globo, Deborah Secco lembrou: “Com oito anos eu já trabalhava. Fiz filmes, peças de teatro, campanhas publicitárias e coproduções de longas. E, para fazer tudo isso, no Brasil ou no mundo, tem que ser através de uma pessoa jurídica”. As multas aplicadas, em alguns casos, ultrapassam R$ 10 milhões por artista. Para evitar o pagamento, a defesa entrou com um recurso administrativo na própria Receita Federal. Além das multas, a Receita encaminhou as investigações ao Ministério Público Federal, sob a alegação de crimes contra a ordem financeira. “Não bastasse o artista ser obrigado a devolver mais do que recebeu nos últimos cinco anos, ainda poderá ser processado criminalmente e quiçá condenado à prisão. Parece uma novela mexicana de ficção”, lamentou Antonelli, que classifica a ação como um exemplo de “insegurança jurídica” do país. “Estamos ingressando paralelamente em juízo e confiantes de que o Poder Judiciário irá, ao final, reconhecer que essa diferença não é devida e que o uso de pessoa jurídica (pejotização) está previsto em lei e é lícito”, disse o tributarista, sobre sua estratégia para impedir supostos abusos cometidos no que pode ser uma ação (não fiscal, mas) política. De fato, apesar de outras grandes emissoras, como SBT, Record, Band e RedeTV!, terem parte de seus artistas, executivos e jornalistas contratados como PJ, não há informações que os profissionais dessas empresas tenham recebido notificações para prestar contas ao fisco. Também não há indícios de que a ex-secretária de Cultura, Regina Duarte, e o atual, Mário Frias, ex-funcionários da Globo, tiveram as contas examinadas. O presidente Jair Bolsonaro já declarou que considera o Grupo Globo seu “inimigo” e chegou a sugerir que pode não renovar a concessão para que a empresa continue a operar seus canais de TV. Após acusar a Globo de praticar “jornalismo sujo”, Bolsonaro registrou sua ameaça num vídeo, divulgado em novembro do ano passado. “Pague tudo o que deve. Certidões negativas, tudo. Para não ter problema. Não vou passar a mão na cabeça de ninguém. Da Globo nem de ninguém. Vocês têm que tá em dia para renovar a concessão. Tô avisando antes para não dizer que estou perseguindo vocês”, declarou o presidente na ocasião, mais transtornado que o costume, mas em seu habitual estilo retórico de dizer que não está fazendo o que está fazendo.

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  • Etc

    Artistas se indignam com julgamento de “estupro culposo” em Santa Catarina

    3 de novembro de 2020 /

    Uma reportagem do site The Intercept Brasil denunciou nesta terça (3/11) o aparente show de horrores praticado num tribunal de justiça de Santa Catarina para absolver o empresário André de Camargo Aranha da acusação de estupro da influencer Mariana Ferrer, de 23 anos, em Florianópolis. O artigo, acompanhado por vídeo, causou comoção nas redes sociais e levou várias artistas a se unirem, dando voz a uma grande indignação nacional. De acordo com a apuração do site, o empresário foi absolvido após o promotor declarar que a acusação era de “estupro culposo”, que seria um estupro sem intenção, algo inexistente no Código Penal. Além disso, o julgamento por videoconferência aconteceu com o advogado de defesa, Cláudio Gastão da Rosa Filho, ofendendo e humilhando a vítima sem parar na presença do juiz Rudson Marcos, que não o advertiu nem quando Mariana Ferrer começou a chorar e receber ainda mais humilhações por causa disso. Em post nas redes sociais, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes condenou a audiência, classificando as cenas reveladas pelo Intercept Brasil como “estarrecedoras” e ressaltou que a Justiça não deve ser instrumento de “tortura e humilhação”. O integrante do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) Henrique Ávila já pediu que a Corregedoria Nacional de Justiça abra um procedimento preliminar para investigar a conduta do juiz de Santa Catarina que presidiu a audiência do caso, também dizendo ver elementos de “tortura psicológica” no tratamento dado a Mariana durante a audiência. E a unanimidade do Senado Federal aprovou um voto de repúdio ao advogado Cláudio Gastão da Rosa Filho, ao juiz Rudson Marcos e ao promotor Thiago Carriço de Oliveira por deturparem fatos de um crime de estupro com base em acusações misóginas. Mas a repercussão mais representativa ocorreu entre atrizes, cantoras e celebridades femininas, que ajudaram a colocar as hashtags #JusticaporMariFerrer e #EstuproCulposoNãoExiste nos trending topics do Twitter. “‘Estupro culposo’ pqp”, escreveu Bruna Marquezine. “É revoltante essa história de estupro culposo. Revoltante!”, indignou-se Deborah Secco. “Vocês acham possível estuprar SEM QUERER? Estupro culposo é o ato de estuprar alguém sem intenção de estuprar ou de julgar alguém sem a intenção de condenar? #estuproculposonãoexiste”, afirmou a atriz Bruna Linzmeyer ao lado de Iza, que usou seu perfil no Twitter para frisar que “‘estupro culposo’ não existe”. Rafa Kalimann também desabafou: “‘Não teve a intenção de estuprá-la’. Ahn? Isso existe? Quantas? Quantas vezes? Quantas vezes mais? Quantos outros medos? Quantas outras agressões? Quantos outros estupros ‘sem querer’? Quanto tempo nós temos? Talvez nenhum. Não dá para esse medo continuar. Quantas escondem o estupro ou a agressão ou têm medo de expor e ninguém acreditar?”, escreveu. “Mano, o que o Brasil está virando? ‘Estupro Culposo’ não existe! Justiça por Mari Ferrer. Um país onde ser MC é crime e um estuprador é inocentado”, apontou MC Rebecca. “#justicapormariferrer eu tô com medo do que o Brasil tá virando”, ecoou Luísa Sonza. A cantora ainda acrescentou uma frase dita pela vítima e ignorada pelo juiz do caso: “Eu gostaria de respeito, doutor, excelentíssimo, eu estou implorando por respeito no mínimo. Nem os acusados, nem os assassinos são tratados da forma como eu estou sendo tratada, pelo amor de Deus, gente” E acrescentou: “A gente só gostaria de RESPEITO”. GKay resumiu: “Esse caso é uma derrota pra TODAS NÓS MULHERES!” Entre outras famosas, Laura Keller e Teresa Cristina também se manifestaram em apoio a Mariana Ferrer. Em 15 de dezembro de 2018, Mariana Ferrer, blogueira de moda conhecida como Mari Ferrer, trabalhava em um evento promovido por um estabelecimento, em Florianópolis, como embaixadora da casa — divulgando o espaço nas redes sociais. Segundo a mãe da jovem, ela chegou em casa do trabalho chorando muito, com o body e a calcinha que usava ensanguentados. A roupa que usava também estaria com forte odor de esperma. No dia seguinte, Mariana registrou um boletim de ocorrência por estupro. Em exame pericial feito com o esperma encontrado na roupa da jovem, foi constatado que o material era compatível com o DNA do empresário paulistano André de Camargo Aranha. Em julho de 2019, ele se tornou réu do caso, investigado como estupro de vulnerável. Veja abaixo o vídeo do Intercept Brasil e uma pequena mostra da reação das redes sociais. Ver essa foto no Instagram Brasil, 3 de novembro de 2020. Uma publicação compartilhada por Deborah Secco (@dedesecco) em 3 de Nov, 2020 às 10:12 PST É revoltante essa história de estupro culposo. Revoltante! — Deborah Secco (@dedesecco) November 3, 2020 “Estupro culposo” pqp https://t.co/GosbMusiCu — Bruna Marquezine (@BruMarquezine) November 3, 2020 Mano o que o Brasil tá virando? “Estupro Culposo” NÃO existe! #JusticaPorMariFerrer — Mc Rebecca #APretaÉBraba (@mcrebecca) November 3, 2020 vocês acham possível estuprar SEM QUERER?estupro culposo é o ato de estuprar alguém sem intenção de estuprar ou de julgar alguém sem a intenção de condenar?#estuproculposonãoexiste — bruna linzmeyer (@brunalinzmeyer) November 3, 2020 “Estupro culposo” não existe. — IZA (@IzaReal) November 3, 2020 Um país onde ser “mc” é crime e um estuprador é inocentado.. 😡 — Mc Rebecca #APretaÉBraba (@mcrebecca) November 3, 2020 Quantas ? Quantas vezes? Quantas vezes mais? Quantos outros medos? Quantas outras agressões? Quantos outros estupros “sem querer”? Quanto tempo nós temos? Talvez nenhum. Não dá pra esse medo continuar. — Rafa Kalimann ✨ (@rafakalimann_) November 3, 2020 Até quando isso? Mais uma mulher humilhada, desprotegida. Mais uma demonstração do quanto estamos vulneráveis diante do que deveria nos proteger, nos passar segurança. Até quando vamos ter medo por ser MULHER? — Rafa Kalimann ✨ (@rafakalimann_) November 3, 2020 “Eu gostaria de respeito, doutor, excelentíssimo, eu estou implorando por respeito no mínimo. Nem os acusados, nem os assassinos são tratados da forma como eu estou sendo tratada, pelo amor de Deus, gente.” A gente só gostaria de RESPEITO. #justicapormaribferrer pic.twitter.com/7tEwGUdVmc — Luísa Sonza | #FRienDdESemAnA (@luisasonza) November 3, 2020 #justicapormariferrer eu tô com medo do que o Brasil tá virando. — Luísa Sonza | #FRienDdESemAnA (@luisasonza) November 3, 2020 Esse caso é uma derrota pra TODAS NÓS MULHERES! #justicapormaribferrer — GKAY (@gessicakayane) November 3, 2020 Até quando nós mulheres seremos violadas e humilhadas? Se não lutarmos uma pela outra ninguém lutará!ESTUPRO CULPOSO NÃO EXISTE!!!!!#justicapormariferrer — Laura Keller (@eulaurakeller) November 3, 2020 As cenas da audiência de Mariana Ferrer são estarrecedoras. O sistema de Justiça deve ser instrumento de acolhimento, jamais de tortura e humilhação. Os órgãos de correição devem apurar a responsabilidade dos agentes envolvidos, inclusive daqueles que se omitiram. — Gilmar Mendes (@gilmarmendes) November 3, 2020

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  • Etc,  TV

    Artistas da Globo sofrem devassa da Receita Federal

    31 de agosto de 2020 /

    Revelada em janeiro, a ofensiva da Receita Federal contra 43 dos principais artistas da rede Globo se intensificou. Depois de uma devassa nos contratos, agora devem chegar as primeiras cobranças de impostos retroativos aos atores e atrizes que pertencem ao primeiro time da emissora. Caso o órgão do governo federal entenda que houve fraude ao fisco, devido a contratos firmados não com os artistas, mas com pessoas jurídicas, eles teriam que arcar com um valor equivalente ao total do que receberam pelo trabalho na emissora. Reynaldo Gianecchini é um dos artistas na lista de notificações da Receita Federal. “Trabalho há 20 anos e desde sempre paguei um monte de impostos que o governo me cobrou. Como pode a Receita Federal, agora, dizer que tudo aquilo não valeu?”, questiona o ator, em comunicado. “Com oito anos eu já trabalhava. Fiz filmes, peças de teatro, campanhas publicitárias e coproduções de longas. E, para fazer tudo isso, no Brasil ou no mundo, tem que ser através de uma pessoa jurídica”, argumenta Deborah Secco. Advogado tributarista que defende os 43 artistas da Globo, Leonardo Antonelli, irmão da atriz Giovanna Antonelli, revelou que a Receita Federal também passou a vasculhar neste mês de agosto os chamados direitos conexos, que são os valores que os atores recebem pelas obras audiovisuais de que participaram. Essas quantias são pagas quando novelas são reprisadas ou exibidas no exterior, por exemplo. “Nunca houve isso na história artística brasileira”, disse o advogado ao blog Na Telinha. A Globo, que nos últimos anos passou a substituir contratos de jornalistas, executivos e apresentadores de PJ para CLT, defende em comunicado que todas as suas formas de contratação estão dentro da lei. No caso de artistas e alguns jornalistas, a vantagem de ser contratado como uma “empresa” é a possibilidade de vincular ao contrato ganhos com publicidade e merchandising, que são devidamente declarados. “Alguns faturam muito mais com a publicidade nas suas redes sociais do que na própria Globo, principalmente aqueles com milhões de seguidores, que criam os próprios canais, atraindo mais audiência do que certos programas de TV”, alega o advogado dos artistas. A pessoa física é taxada em até 27,5% do Imposto de Renda, além do INSS. E a jurídica recolhe, ao todo, de 6% a 16%, dependendo da atividade e faturamento. O advogado tributarista destaca que, apesar da taxação sobre a renda ser inferior, o contratado como PJ não tem os benefícios trabalhistas e ainda arca com outros impostos para a União, que já foram pagos ao longo dos anos. “As empresas brasileiras, incluídas nesse rol aquelas pertencentes aos atores, são obrigadas a pagarem uma série de tributos sobre suas receitas, tais como o PIS, Cofins, Contribuição Social Sobre o Lucro, Imposto de Renda Pessoa Jurídica, ISS, contador e alvará. E esses valores pagos por eles não poderão, no futuro, serem devolvidos na hipótese do entendimento da Receita prevalecer, pois já estará prescrito o direito de eles pedirem de volta”, explica Antonelli. Apesar de outras grandes emissoras, como SBT, Record, Band e RedeTV!, terem parte de seus artistas, executivos e jornalistas contratados como PJ, não há informações que os profissionais dessas empresas tenham recebido notificações para prestar contas ao fisco. Também não há indícios de que a ex-secretária de Cultura, Regina Duarte, e o atual, Mário Frias, ex-funcionários da Globo, tiveram as contas examinadas. O presidente Jair Bolsonaro já declarou que considera o Grupo Globo seu “inimigo” e chegou a sugerir que pode não renovar a concessão para que a empresa continue a operar seus canais de TV. Após acusar a Globo de praticar “jornalismo sujo”, Bolsonaro registrou sua ameaça num vídeo, divulgado em novembro do ano passado. “Pague tudo o que deve. Certidões negativas, tudo. Para não ter problema. Não vou passar a mão na cabeça de ninguém. Da Globo nem de ninguém. Vocês têm que tá em dia para renovar a concessão. Tô avisando antes para não dizer que estou perseguindo vocês”, declarou o presidente na ocasião, mais transtornado que o costume, mas em seu habitual estilo retórico de dizer que não está fazendo o que está fazendo. Ele também mandou diminuir a verba de publicidade federal destinada ao grupo de comunicação da Globo e há indícios de que séries e filmes da empresa possam ter dificuldades para conseguir incentivos ou acesso à verba do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual). Para completar, neste mês acionou a Rede Globo na Justiça pelo direito de resposta às críticas do Jornal Nacional (JN) sobre a atuação do governo no combate ao surto de coronavírus. Segundo a Advocacia Geral da União apresentou-se “indevidas ilações sobre uma suposta omissão deliberada por parte do Governo Federal, no contexto de combate à pandemia do gerada pelo covid-19”.

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    Artistas que participaram do filme de Flordelis se dizem enganados

    26 de agosto de 2020 /

    Os famosos que participaram do filme “Flordelis – Basta uma Palavra para Mudar” (2009) se arrependeram de ter se envolvido com a produção. O filme era para ser um documentário sobre o trabalho social da cantora gospel que cresceu na favela e na época tinha adotado 44 crianças, mas acabou contando com um elenco estrelado, digno de novela das 21h da Globo. Bruna Marquezine, Cauã Reymond, Ana Furtado, Leticia Spiller, Alinne Moraes, Marcello Antony, Sergio Marone, Deborah Secco, Fernanda Lima, Rodrigo Hilbert, Reynaldo Gianecchini, Isabel Fillardis e Letícia Sabatella foram filmados recitando um roteiro de louvação à Flordelis, nesta semana indiciada pelo assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, junto com alguns dos filhos adotivos. Todos os atores trabalharam de graça, acreditando que estavam ajudando uma causa social, quando na verdade se tratava de uma peça de propaganda, que ajudou mesmo foi a aspiração política de Flordelis. Ela só não foi presa nos últimos dias porque tem imunidade parlamentar como deputada federal. Leticia Sabatella contou para o UOL que foi levada a participar do filme por seu empresário. “Todos fomos participar de uma ação beneficente. Foi muito rápido o contato com ela. A conheci no mesmo dia. Havia muitas crianças. Enfim, um engodo gigante…” Ela diz ter tirado uma lição da experiência. “Um crime como este… Horrível. Aprendi com o tempo a ter mais cautela com quem ostenta tanto a sua autopromoção, beirando a divindade. Lamento demais pelas vítimas destes lobos em pele de cordeiro”. Outro ator do elenco, Thiago Martins, também desabafou sobre sua participação no projeto. “Fiquei muito triste e decepcionado. Espero que a justiça seja feita e que ela pague pelo seu erro, uma pena apagar toda admiração e respeito que tinha por ela”. Anteriormente, um dos responsáveis pela produção, o editor de moda Marco Antônio Ferraz, já tinha se “arrependido” de ter co-dirigido o filme. “Me arrependo. Se fosse hoje, jamais teria feito esse filme. Não sou cineasta. Sou um contador de histórias e o que contei foi uma mentira diante dos fatos que conhecemos agora”, disse Ferraz ao jornal Extra. “Estou dilacerado, me sinto enganado. É como se não pudesse confiar em ninguém”. Não é a primeira vez que obras de santificação de personalidades brasileiras se provam problemáticas, basta lembrar o documentário “João de Deus: O Silêncio é uma Prece”, lançado um ano antes das denúncias de abuso de cerca de 100 mulheres contra o suposto médium. Flordelis foi indiciada sob acusação de crime de homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio, falsidade ideológica, uso de documento falso e organização criminosa majorada. O assassinato do pastor Anderson do Carmo aconteceu em 16 de junho de 2019, quando ele chegou em casa, em Niterói (RJ), e foi alvejado com vários tiros. Veja abaixo o trailer do filme.

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    Diretor do filme de Flordelis se diz enganado por ter filmado “uma mentira”

    25 de agosto de 2020 /

    O diretor Marco Antônio Ferraz se disse arrependido de ter feito o filme “Flordelis: Basta Uma Palavra Para Mudar” (2009) sobre a mulher que adotou 44 filhos, e que agora é implicada no assassinato de seu marido pastor, com a ajuda de alguns dos filhos adotivos. “Me arrependo. Se fosse hoje, jamais teria feito esse filme. Não sou cineasta. Sou um contador de histórias e o que contei foi uma mentira diante dos fatos que conhecemos agora”, disse Ferraz ao jornal Extra. “Estou dilacerado, me sinto enganado. É como se não pudesse confiar em ninguém”. Único filme dirigido por Ferraz, um editor de moda que se sentiu inspirado pela história de Flordelis dos Santos de Souza, a cinebiografia foi codirigida por Anderson Corrêa (“Eu Odeio Meu Chefe!”) e tinha o pastor Anderson do Carmo, que teria sido assassinado por Flordelis, como produtor executivo. “Ele era louco por ela. Fazia qualquer coisa que ela quisesse ou mandasse”, contou Ferraz. “Ele me perguntou o que eu queria que ela vestisse para a pré-estreia e eu disse para contratar um personal stylist. Ele não quis. Pediu que eu comprasse um vestido chique, que dinheiro não seria um problema. Fomos a uma loja de grife e pagamos R$ 2 mil num vestido. Foi um sonho realizado ver aquela mulher, que saiu do morro, ali, chiquérrima e linda. E, no fim das contas, tudo isso não passava de uma mentira.” A produção era para ser um documentário sobre o trabalho social da cantora gospel que cresceu na favela, mas contou com um elenco estrelado, com Bruna Marquezine, Cauã Reymond, Ana Furtado, Leticia Spiller, Alinne Moraes, Marcello Antony, Sergio Marone, Deborah Secco, Fernanda Lima, Rodrigo Hilbert, Reynaldo Gianecchini, Isabel Fillardis e Letícia Sabatella, recitando um roteiro ao lado da verdadeira Flordelis. Na época da estreia, a produção divulgou que nenhum dos atores recebeu cachê para trabalhar no longa e que o lucro da bilheteria seria investido na compra de uma casa para Flordelis e os filhos. Flordelis ficou famosa, entrou na política, virou parlamentar e na segunda (24/8) foi denunciada pelo assassinato de seu marido. O crime aconteceu em 16 de junho de 2019, quando ele chegou em casa, em Niterói (RJ), e foi alvejado com vários tiros. Por ter imunidade parlamentar, a deputada não pode ser presa, a não ser em flagrante delito. Mas outras dez pessoas foram denunciadas pelo crime e presas. Entre elas estão uma neta e sete filhos da deputada.

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    Deborah Secco pegou covid-19 “destrutiva”, mas exames demoraram a confirmar

    4 de agosto de 2020 /

    A atriz Deborah Secco revelou ao jornalista Leo Dias nesta terça-feira (4/8) que ela e o marido Hugo Moura contraíram o novo coronavírus. Eles fizeram exames e receberam dois atestados negativos, mesmo sentido os sintomas, e só um mês depois de terem se curado passaram a dar positivo. “De fato, no primeiro exame, deu negativo, o meu e do Hugo. Mas era falso negativo. O segundo que fizemos, 15 dias depois, também foi negativo. Foi dar positivo 30 e poucos dias depois”, confirmou atriz à coluna de Leo Dias no site Metrópoles. Ela ainda destacou que, apesar dos resultados, desconfiava que estivesse contaminada, devido aos sintomas. E mesmo com os exames negativos, optaram por se isolar numa quarentena para proteger as outras pessoas de possível contaminação. “A gente sabia que tinha tido porque ficamos muito baqueados. Foi uma gripe muito destrutiva, muita dor no corpo, muita dor de cabeça. Por isso a gente se isolou”, contou. Deborah e o marido já superaram a doença e ela respira aliviada pela pronta recuperação.

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    Onyx Lorenzoni será responsável pelo destino do cinema brasileiro

    20 de julho de 2019 /

    Para criar os “filtros” (eufemismo para censura) que pretende implantar no fomento do cinema e séries brasileiras, o presidente Jair Bolsonaro já mexeu na estrutura do Conselho Superior do Cinema (CSC), órgão responsável por propor e formular a política nacional para a área. Ele reduziu a participação de membros da indústria do audiovisual e da sociedade civil no colegiado, que agora passa a contar com mais integrantes do governo do que nomes ligados ao setor — são sete ministros e cinco representantes do audiovisual. O colegiado, que tinha seis representantes ligados à indústria audiovisual, agora contará com apenas três membros. Já o número de representantes da sociedade civil, como diretores e cineastas, caiu de três para dois integrantes. No novo organograma, o ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni fica responsável por presidir o colegiado que determinará o futuro do cinema nacional. Além dele, também decidirão que filmes serão feitos com o dinheiro das taxas obrigatórias Condecine e Fistel os ministros da Justiça e Segurança Pública (Sérgio Moro), das Relações Exteriores (Ernesto Araújo), da Educação (Abraham Weintraub), da Cidadania (Osmar Terra), da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Marcos Pontes) e da Secretaria de Governo da Presidência da República (Luiz Eduardo Ramos). Com isso, também não há mais representantes da área econômica do governo no CSC. Nos conselhos precedentes, havia integrantes do Ministério da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No governo de Bolsonaro, o cinema não é considerado de importância econômica, o que já vinha se refletindo em ações como proibição de patrocínio estatal, fim de apoio da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para o programa Cinema do Brasil, voltado à exportação de filmes brasileiros, e outras iniciativas resumidas em cortes, cortes e cortes. As novas mudanças foram publicadas na sexta-feira (19/7) no Diário Oficial e constam do mesmo decreto, anunciado durante cerimônia em comemoração aos 200 dias de governo, em que Bolsonaro transferiu a estrutura do CSC da Secretaria da Cultura, ligada ao Ministério da Cidadania, para a Casa Civil, no Palácio do Planalto. Bolsonaro anunciou que deseja interferir no tipo de filme que se produz no Brasil, atacando a produção nacional como pornográfica, mesmo sem ter visto os filmes que cita como exemplo, e lamenta até os títulos dos filmes disponíveis no mercado, não se sabe quais. Ao assinar o decreto, o presidente disse que o dinheiro público não será mais usado para bancar filmes que, segundo ele, contrariam o “respeito com as famílias”. “Com o Osmar Terra [ministro da Cidadania] fomos a um canto e nos acertamos. Eu não posso admitir que com o dinheiro público se faça um filme como ‘Bruna Surfistinha’. Não temos problema com essa opção ou aquela. O ativismo que não podemos permitir, em respeito com as famílias”, afirmou. No dia seguinte, disse que nunca viu “Bruna Surfistinha”, mas manteve o ataque. Ao mudar a composição do CSC para impor “filtros” em conteúdo, mudando regras criadas para evitar direcionamentos e favorecimentos – como, por exemplo, a um filho de presidente – , Bolsonaro assume franca atitude intervencionista diante do mercado, demonstrando, na prática, que nunca foi um político liberal, mas estatizante como acusava o PT de ser. É bom lembrar que as regras de fomento só garantem a competitividade e a igualdade de condições no mercado por incluir a proibição de barreiras temáticas ou julgamento de conteúdos na destinação de sua verbas. Este é um dos maiores princípios liberais de distribuição de dinheiro público.

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