Deadpool mantém liderança no Brasil, enquanto Han Solo cai para 3º lugar
“Han Solo: Uma História Star Wars” realmente não virou o blockbuster esperado pela Disney. Em sua segunda semana de exibição no Brasil, o filme caiu uma posição, sendo superado por “Vingadores: Guerra infinita”, que já está há mais de um mês em cartaz. O derivado de “Star Wars” rendeu R$ 4,2 milhões para ocupar a 3º lugar no ranking das bilheterias nacionais, de acordo com o relatório do site Filme B. Assim, ficou abaixo de dois filmes de super-heróis. O longa dos Vingadores subiu para o 2º lugar, com cerca de R$ 5,5 milhões, e “Deadpool 2” arrecadou R$ 10,2 milhões para se manter no topo da venda de ingressos pelo terceiro fim de semana consecutivo, visto por 655 mil pessoas entre os dias 31 de maio e 3 de junho. O detalhe mais preocupante é que, enquanto a maioria dos filmes representou melhora de desempenho em relação à semana passada – isto é, após a greve dos caminhoneiros – , “Han Solo” teve queda de público. “Vingadores: Guerra Infinita” puxou a recuperação, com 40% mais ingressos vendidos que no fim de semana passado, seguido por “Deadpool 2”, que teve aumento de 26%. Já “Han Solo” registrou menos 13%. Segundo o Filme B, houve um aumento de 16,2% na arrecadação geral dos cinemas, entre os dez filmes que mais venderam ingressos. Entre os estreantes do fim de semana, os que tiveram melhor desenho foram, obviamente, os três filmes que tiveram maior distribuição, ocupando do 4º ao 6º lugares. A animação “Gnomeu e Julieta e o Mistério do Jardim” fez R$ 4,4 milhões, a comédia brasileira “Não se Aceitam Devoluções” faturou R$ 2,2 milhões e o religioso “Eu Só Posso Imaginar” somou R$ 1,8 milhões. Melhor lançamento do fim de semana, o drama musical brasileiro “Paraíso Perdido” fez R$ 154 mil e ficou em 9º lugar, refletindo sua distribuição em número limitado de salas.
Diretor de X-Force diz ter se divertido com destino inglório dos personagens em Deadpool 2
Perigo, perigo, spoiler. Responsável por tirar do papel o filme dos heróis da X-Force, o cineasta Drew Goddard (roteirista de “Perdido em Marte” e criador da série “Demolidor”) disse ter se divertido com o fato de “Deadpool 2” ter matado os personagens da primeira formação do grupo em sua primeira missão. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, Goddard contou que Ryan Reynolds até quis consultá-lo para saber se poderia fazer isso, mas ele não quis criar nenhum obstáculo para a criatividade do colega. Goddard até incentivou o intérprete e roteirista de “Deadpool 2”, dizendo para ele não se preocupar com o filme seguinte. “Para ser honesto, acho que é isso que deixa tão empolgado. Lembro-me de ler essa cena e rir muito, especialmente porque é a última coisa que você espera que aconteça em um desses filmes. Os longas atuais andam muito obcecados em preparar terreno para lançar o próximo, e a falta disso [em ‘Deadpool 2’] me deixou muito feliz”, disse Goddard. “Uma coisa que eu disse para o Ryan foi ‘não se preocupe com isso, teremos outras ideias. Façam o filme de vocês, nós damos um jeito’. Esse tende a ser o jeito que eu gosto de trabalhar. É muito mais importante focar em fazer seu filme do que se preocupar com o próximo. É muito mais importante fazer um filme realmente bom e ter seu tempo, e depois deixar isso ditar o que serão os filmes seguintes”, completou. Goddard, porém, adiantou que Deadpool (Ryan Reynolds), Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beetz) formarão a base do grupo que estrelará o filme “X-Force”. Criada em 1991 por Rob Liefeld (o mesmo criador de Deadpool), a X-Force tinha um perfil mais militarizado e agressivo do que os X-Men. Cable liderou a primeira formação, que tinha ainda Dominó, Dinamite, Míssil, Feral, Shatterstar e Apache. Outros personagens conhecidos dos filmes de mutantes da Fox, como Wolverine, Psylocke, Colossus, X-23 e o próprio Deadpool também já integraram a X-Force. “X-Force” ainda não tem previsão de estreia.
Estreia de Han Solo decepciona e não supera Deadpool 2 no Brasil
A bilheteria nacional de “Han Solo: Um História Star Wars” confirmou a projeção internacional, apurada ainda no fim de semana, com uma arrecadação de R$ 4,7 milhões e cerca de 234 mil espectadores. Isto não foi suficiente para tirar “Deadpool 2” do 1º lugar. Pelo segundo fim de semana seguida, o longa do anti-herói da Marvel, mas produzido pela Fox, foi o filme mais visto do Brasil, com mais que o dobro do público do novo “Star Wars” produzido pela Disney. “Deadpool 2” foi visto por 494 mil espectadores e arrecadou R$ 7,7 milhões arrecadados, de acordo com dados da ComScore. Rendeu menos por sala que “Han Solo”, porque ocupou circuito mais barato. Os ingressos do spin-off de “Star Wars” cobravam projeção especial em 3D. O desempenho de “Han Solo: Um História Star Wars” foi abaixo do esperado não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. Mesmo assim, o filme conseguiu abrir em 1º lugar na América do Norte, lugar onde foi mais bem-sucedido. Já na China, não passou do 3º lugar. O top 3 se completa com outro blockbuster, “Vingadores: Guerra Infinita”, que um mês após seu lançamento permanece rendendo milhões. Mais exatamente, R$ 3,8 milhões. Com a soma de toda a sua bilheteria, o longa já acumulou mais de R$ 222 milhões no Brasil. Por curiosidade, é interessante observar que o resto do circuito cinematográfico ocupa espaço tão limitado que não foi capaz de superar a exibição de poucas salas e horário único da final da Champions League, o campeonato de times europeus. A vitória do Real Madrid sobre o Liverpool foi vista por quase 22 mil espectadores nos cinemas e rendeu R$ 780 mil, ocupando o 4º lugar no ranking de faturamento de cinemas.
Deadpool agradece aos fãs pela bilheteria com vídeo inspirado na série Super Gatas
A Fox divulgou um vídeo especial de “Deadpool 2” em agradecimento pelo sucesso da produção, que já arrecadou US$ 364 milhões em todo o mundo. Numa homenagem à calorosa recepção do filme por parte dos fãs, o vídeo reúne imagens fofas da produção acompanhado pelo tema da série “Super Gatas” (The Golden Girls), que sublinha a mensagem de agradecimento. O resultado também sugere a abertura de um sitcom antigo, em que todos são amigos. Para quem não sabe, Deadpool é um grande fã das “Super Gatas” e chegou a usar uma camiseta com foto de Bea Arthur no primeiro filme. Ele também desejou feliz aniversário à Betty White, quando ela completou 96 anos em janeiro. Esta paixão, por sinal, não é uma invenção de Ryan Reynolds. Vem dos quadrinhos. “Deadpool 2” está atualmente em cartaz nos cinemas.
Deadpool 2 vai ganhar versão estendida com piadas inéditas
O diretor David Leich revelou que está trabalhando numa versão estendida de “Deadpool 2”. Em entrevista ao site CinemaBlend, Leitch disse que está conversando com os roteiristas Ryan Reynolds, Rhett Reese e Paul Wernick para definir quais piadas cortadas entrarão na nova versão. Leitch adiantou algumas coisas. “A cena do suicídio está lá e tem uma cena de café da manhã na mansão X. Terá mais coisas da Dominó e várias piadas novas”, revelou. Por fim, ele afirmou que a versão estendida terá mais de duas horas. O que não quer dizer muita coisa. A versão cinematográfica de “Deadpool 2” tem 1h59 de duração. A Fox ainda não definiu como irá distribuir a nova versão, mas o material deve ser lançado pelo menos em Blu-ray.
Deadpool 2 zoa tudo, o tempo inteiro, e isso não é para todos
Não há como negar o quanto “Deadpool”, o primeiro filme do mercenário tagarela, foi importante para trazer um pouco mais de ousadia aos lançamentos de super-heróis recentes. Dirigida por David Leitch, de “Atômica”, a sequência não tem mais a obrigação de contar a origem de seu anti-herói. Mas até quem desconhece o personagem vai se sentir à vontade com seu senso de humor ácido e pop, graças às inúmeras piadas internas envolvendo filmes de super-heróis, quadrinhos, a consciência da música diegética e até mesmo a própria carreira de Ryan Reynolds. As brincadeiras com o fato de Deadpool ser uma franquia que utiliza heróis do segundo escalão, mesmo tendo o direito de trazer os personagens dos filmes dos X-Men, continuam valendo neste longa, apesar da trama incluir Cable, herói muito querido dos leitores dos heróis mutantes na década de 1990. Josh Brolin interpreta o homem que veio do futuro para matar um mutante adolescente que matará sua família. Claro, Deadpool não deixa passar batida a semelhança dessa missão com o enredo de “O Exterminador do Futuro”. Ainda que inicialmente inimigos, Cable e Deadpool têm algo muito doloroso em comum e já se prevê que no final ambos serão aliados. O divertido é acompanhar o processo desta aventura despretensiosa até a sua conclusão. A própria criação do grupo X-Force, que Deadpool reúne para enfrentar Cable, é divertidíssima. Não só a criação como o destino de seus membros logo na primeira missão. A boa surpresa do grupo é Dominó, a mulher cujo superpoder é ter sorte, vivida por Zazie Beetz, conhecida de quem acompanha a série “Atlanta”. Por sinal, o humor da produção é justamente um dos elementos que mais divide o público entre gostar e odiar esta franquia, mas a verdade é que isso vale para os filmes dos estúdios Marvel também. Nem é nem a questão de se entender ou não as piadas, mas de não achá-las boas o suficiente para rir. A proposta do roteiro de Rhett Reese, Paul Wernick e do próprio Ryan Reynolds é zoar tudo, o tempo inteiro, e isso não é para todos. Claro que, no fim das contas, mesmo com conteúdo sexual e violento, tudo passa por um filtro dentro de uma época mais politicamente correta. Aliás, há até uma piada a respeito disso, que envolve a fixação um tanto estranha do taxista amigo do protagonista pela personagem de Kirsten Dunst em “Entrevista com o Vampiro”, uma vampira de dez anos de idade. Mas nem tudo é zoação. Há também um pouco de tragédia que invade a vida do herói e que muda um bocado a dinâmica e o clima em relação ao que o público espera encontrar. E isso é muito bom. Ainda mais para um personagem que é praticamente imortal. No final, não deixem de ver as duas cenas extras pós-créditos. Elas são ótimas e importantes para a verdadeira conclusão da história. Assim como são muito bons os poucos momentos de cena com a bela Morena Baccarin e a nova versão de “Take on Me”, do A-Ha, que vai acompanhar o público até em casa ao final da sessão – melhor do que ficar na cabeça com a música de Celine Dion, feita especialmente para a abertura, mas, se isso acontecer, considere como outra zoeira do Deadpool.
Deadpool 2 é reclassificado para maiores de 16 anos no Brasil
Após estrear nos cinemas do país na quinta-feira (17/5) com classificação etária para maiores de 18 anos, “Deadpool 2” conseguiu ser reclassificado para 16 anos. O anúncio foi feito nesta sexta-feira pela Fox Film do Brasil, que distribui o longa-metragem. Menores de 16 terão a entrada autorizada desde que acompanhados pelos pais ou responsáveis legais. A distribuidora brasileira fez o anúncio por meio de sua página no Twitter e aproveitou a natureza irônica e sarcástica do personagem para fazer piada: “Eu disse que era um filme família!”. Veja abaixo Segundo informações do site Filme B, que acompanha o mercado audiovisual brasileiro, “Deadpool 2” entrou em cartaz na quinta com público estimado de 238 mil pessoas, desempenho 41% menor do que a performance do o primeiro título, que levou 404 mil espectadores aos cinemas no dia da estreia, apesar de distribuído em menos cinemas. A expectativa, com a nova classificação indicativa, é que os números melhorem no fim de semana. O primeiro filme tinha sido classificado para maiores de 16 anos. O Departamento de Políticas de Justiça do Ministério da Justinha afirmou ter proibido a continuação para menores de 18 anos por conter exibição de “drogas, violência extrema e conteúdo impactante”. Se esta classificação não fosse revertida, espectadores com idades abaixo dessa faixa não seriam admitidos nas salas nem se estiverem acompanhados de seus pais ou responsáveis. Por conta isso, algumas redes de exibição e serviços online de vendas de ingressos, como o Cinemark, chegaram a orientar os menores de idade que tinham adquirido ingressos para o filme em pré-venda a pedirem reembolso. A repercussão nas redes sociais foi grande, com manifestações a favor e contra a medida. Boa parte das reclamações veio de fãs menores que estavam se programando para assistir ao filme. Ninguém lembrou, entretanto, da polêmica de “Aquarius”. O filme de Kleber Mendonça Filho também foi classificado para maiores de 18 anos. Tinha cenas de consumo de drogas e nudez masculina frontal, com pênis ereto e sexo grupal. Mas protestos politizaram a discussão da recomendação etária, que acabou revista para 16 anos após o diretor insinuar que se tratava de perseguição política. Aquele filme era para adultos. “Deadpool 2” é um besteirol adolescente. Eu disse que era um filme família. OFICIAL: A classificação indicativa de #Deadpool2 (que antes era 18 anos) agora é 16 anos. ASSISTA HOJE NOS CINEMAS! Compre aqui: https://t.co/OHaSJ3sHBk pic.twitter.com/9CgW6EaxJV — Fox Film do Brasil (@FoxFilmdoBrasil) May 18, 2018
Deadpool 2 vira maior lançamento “para adultos” de todos os tempos no Brasil
A classificação etária para maiores de 18 anos não mudou a programação da Fox para “Deadpool 2”, que chega aos cinemas nesta quinta (17/5) em aproximadamente 1,4 mil salas. Trata-se da maior distribuição de um filme para adultos de todos os tempos no Brasil. Contribui para a elevada expectativa de comparecimento o fato de os filmes de super-heróis arrasarem quarteirões no país mesmo quando são ruins – o Brasil foi um dos países em que “Liga da Justiça” fez mais sucesso – , além de ser uma continuação com personagem conhecido e o investimento em marketing criativo ter sido esmagador – até Rubens Barrichello se envolveu na divulgação. A cereja no topo é o fato de “Deadpool 2” ser uma fantástica explosão metalinguística de violência e humor negro, que tende a deixar o público na dúvida se acredita no que está vendo ou se cobre os olhos para não ver. A história? O que que menos importa é a história. Quem viu o primeiro, já sabe o que esperar. E tem o detalhe: o filme está com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes, então é oficialmente melhor que o primeiro, que teve 83% de críticas positivas. A contraprogramação nos shoppings é um desenho animado para crianças, infantilóide a ponto de dispensar trabalho aos neurônios. Produção alemã, “A Abelhinha Maya: O Filme” é um derivado de uma série televisiva do Studio 100 Animation (o mesmo que produziu as novas séries de “Heidi” e “Vicky, o Viking”) exibida no canal pago Disney Junior. No circuito limitado, o destaque é o documentário “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, que venceu vários prêmios internacionais. Ao cobrir o Impeachment de Dilma, o filme escancara a bizarrice que reina no Congresso nacional, um show de horrores que os eleitores precisam parar de prestigiar. Dito isso, sua narrativa tenta diferenciar os que vestem vermelho, embora, na vida real, tanto estes quanto aqueles se igualam em outros processos, que não são políticos, mas criminais. Completam a programação limitada quatro dramas. Dentre eles, o brasileiro “Querida Mamãe” e o japonês “Entre-Laços” têm em comum o tema da aceitação e da tolerância em relação à sexualidade de pessoas que compõem as famílias abordadas. Vale avisar que o japonês é muito melhor resolvido, tanto que venceu o Teddy Award (melhor filme de temática LGBT) do Festival de Berlim. Confira abaixo todos os filmes, com sinopses e trailers, que estreiam nesta semana nos cinemas. Deadpool 2 | EUA | Super-Heróis Quando o super-soldado Cable (Josh Brolin) chega em uma missão para assassinar o jovem mutante Russel (Julian Dennison), o mercenário Deadpool (Ryan Reynolds) precisa aprender o que é ser herói de verdade para salvá-lo. Para isso, ele recruta seu velho amigo Colossus e forma o novo grupo X-Force, sempre com o apoio do fiel escudeiro Dopinder (Karan Soni). A Abelhinha Maya: O Filme | Alemanha | Animação Quando a entusiasmada Maya surpreende de maneira negativa a Imperatriz de Buzztropolis, ela é forçada a formar uma equipe para competir nos Jogos de Mel. Com a chance de salvar sua colmeia, Maya irá conhecer novos amigos, além de adversários extremamente habilidosos, e se aventurar além do jogo. O Processo | Brasil | Documentário A diretora Maria Augusta Ramos passou meses no Planalto e no Congresso Nacional captando imagens sobre votações e discussões que culminaram no Impeachment da “presidenta” Dilma Rousseff, e mostra os bastidores políticos da crise política sem nenhum tipo de abordagem direta, como entrevistas ou intervenções nos acontecimentos. Querida Mamãe | Brasil | Drama Heloísa (Letícia Sabatella) é uma médica que sofre de infelicidade crônica, tendo problemas com o marido (Marat Descartes) e a própria mãe (Selma Egrei), a quem constantemente acusa de tê-la preterida pela irmã. Após se separar do marido, Heloísa conhece no hospital em que trabalha a pintora Leda, que sofreu um acidente de carro. Grata pelo atendimento prestado, Leda deseja pintar um quadro da médica. Inicialmente reticente, ela aceita a proposta e, ao visitar o ateliê, acaba se envolvendo com a pintora. Entretanto, por mais que o novo relacionamento deixe Heloísa bem mais feliz, ela precisa lidar com o preconceito tanto de sua mãe quanto da própria filha. Entre-Laços | Japão | Drama Aos 11 anos de idade, Tomo é abandonada pela mãe e terá que confiar na ajuda de seu tio, que a leva para morar com ele e sua namorada Rinko. Inicialmente com pensamentos confusos após descobrir que Rinko é uma mulher transexual, Tomo vai aos poucos descobrindo o verdadeiro sentido de família. A Natureza do Tempo | Argélia, França, Alemanha | Drama Argélia, tempos atuais. Entre as novas configurações da sociedade árabe contemporânea, a vida de três pessoas completamente distintas irão se interligar inesperadamente: a de um corretor de imóveis rico, de um médico neurologista ambicioso preso ao seu passado e a de uma bela jovem totalmente dividida entre a razão e a emoção. Paris 8 | França | Drama Etienne se muda para Paris para estudar cinema. Na faculdade, ele conhece dois jovens que compartilham objetivos similares aos seus, mas, ao longo do ano, nem tudo sai como o planejado.
Thanos finalmente apaga Deadpool, ao vivo no programa de Stephen Colbert
Deadpool (ainda) não está oficialmente no universo cinematográfico da Marvel. Mas isto não o impediu de ser apagado da existência por Thanos. Os eventos de “Vingadores: Guerra Infinita” demoraram a encontrá-lo, por isso ele foi visto na Coreia do Sul no fim de semana. Mas ao interromper o talk show de Stephen Colbert na noite de terça (15/5), em Nova York, o destino do mercenário mutante pôde ser testemunhado por milhares de telespectadores. Suas últimas palavras foram piii, piii, piii… Thanos. Com isso, ele não poderá mais ser visto nos cinemas em “Deadpool 2”. As estreias precisarão ser canceladas. Claro… Informações alternativas relatam um destino diferente para o herói falastrão. Na verdade, Deadpool teria sido apenas teletransportado para Guantánamo, após fazer piada sobre o envolvimento do Presidente dos Estados Unidos com atos escatológicos de prostitutas russas. Representantes da Fox, que têm bom relacionamento com Donald Trump, já teriam discretamente providenciado sua soltura. Assim, o filme continua marcado para esta quinta (17/5) nos cinemas brasileiros.
Deadpool 2 é proibido para menores de 18 anos no Brasil
O Ministério da Justiça classificou “Deadpool 2” como “não recomendado para menores de 18 anos“. O motivo seria a presença de “drogas, violência extrema e conteúdo impactante”. O primeiro filme do anti-herói recebeu uma classificação indicativa de 16 anos. Mas muitos que tinham a idade inferior à recomendada puderam assistir o longa acompanhados de um responsável que tivesse idade superior à classificação indicativa. Entretanto, as regras mudam quando se trata de um filme com classificação de 18 anos. Os menores de idade não podem assistir espetáculos públicos classificados para maiores, mesmo que com autorização ou acompanhamento do responsável. A classificação fará com muitos fãs do herói da Marvel sejam barrados nas bilheterias. O longa chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 17 de maio.
Ryan Reynolds canta disfarçado de unicórnio em programa da TV sul-coreana
O ator Ryan Reynolds fez uma aparição surpresa num programa de TV sul-coreano para divulgar “Deadpool 2”, disparando a audiência da televisão local. Ele surpreendeu ao participar de “King of Mask Singer”, equivalente ao antigo quadro do Cantor Mascarado, que integrava o “Cassino do Chacrinha” nos anos 1980. A atração sul-coreana é exatamente igual àquela em que Roberto Carlos chegou a aparecer de máscara e bigode falso: uma celebridade canta uma canção, enquanto o público – e um grupo de “jurados” – tenta adivinhar sua identidade. O que ninguém esperava é que o cantor disfarçado de unicórnio, o bichinho favorito do Deadpool, e que entoou uma versão bastante afinada de “Tomorrow”, do musical “Annie”, fosse se revelar um astro americano de Hollywood. “Oi gente! Me desculpem pela canção”, brincou o ator, depois de se revelar sem máscara. “Obrigado por me receberem, foi eletrizante. Foi uma honra e vocês me levaram ao limite”. Reynolds disse que foi a primeira vez que cantou para uma platéia em um palco. Mas não se preocupou com o nervosismo, porque estava usando uma frauda para adultos. “Deadpool 2” estreia nesta quinta-feira (17/5) nos cinemas brasileiros.
Novo comercial legendado de Deadpool tem participação de David Beckham
A Fox divulgou um novo comercial legendado e criativo de “Deadpool 2”, com participação do ex-jogador de futebol David Beckham. A premissa é uma piada do primeiro filme, em que o herói zoou a voz de Beckham. No vídeo, ele tenta pedir desculpas pela piada, mas o atleta não quer saber. Até que, de tanto insistir, os dois fazem as pazes. O problema é que Beckham resolve citar os filmes pelos quais o intérprete de Deadpool, Ryan Reynolds, deveria pedir desculpas de verdade. Ele concorda com a maioria, de “Lanterna Verde” a “Blade Trinity”, mas fica irritado quando ouve o título do terror “Boltneck”, um trash completo, do começo de sua carreira, que ele considera uma “obra-prima”. Hilário. “Deadpool 2” também arrancou elogios da crítica nas redes sociais, e estreia nos cinemas brasileiros na quinta (17/5), uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.
Deadpool 2 é melhor que o primeiro e Vingadores: Guerra Infinita, diz a crítica geek dos EUA
Os críticos geeks, que são tradicionalmente mais chatos ou mais animados em relação a adaptações de quadrinhos, extrapolaram em elogios após a sessão para a imprensa de “Deadpool 2”. Embora as críticas propriamente ditas ainda estejam embargadas pela Fox, as manifestações espontâneas estão liberadas nas redes sociais. E a louvação, que pode ser conferida abaixo, é digna de procissão de fiéis. A conclusão que se tira pelos fogos de artifício é que a sequência é muito melhor que o primeiro filme. Melhor até que “Vingadores: Guerra Infinita”. Cínicos poderiam dizer que ser melhor que o blockbuster da Marvel não é lá grande vantagem, considerando que para a crítica profissional – de jornais e revistas – ele é apenas mediano. Mas os geeks superestimaram o longa dos Vingadores. Ao considerar “Deadpool 2” ainda melhor, precisarão, no mínimo, de um babador maior. Gostaram, principalmente, da escalação do elenco – após birra com Zazie Beetz no papel de Dominó, lembram? – , da maior quantidade de piadas sujas e principalmente da cena pós-créditos, considerada a melhor já feita desde que Nick Fury convidou o Homem de Ferro para participar de um projetinho que ele estava desenvolvendo, chamado Vingadores. Mas não acredite nos geeks. Acredite nos críticos da revista People, do jornal canadense Globe and Mail, dos sites Business Insider e IndieWire, que se manifestaram no mesmo tom. “Deadpool 2” será o primeiro grande lançamento a desafiar a supremacia de “Vingadores: Guerra Infinita” nas bilheterias. Estreia já na próxima quinta (17/5) no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos. Just got back from #Deadpool2. Imagine the original with more fun, more brutal and more of the feels! Nobody in the comic or film universe is safe… pic.twitter.com/VnLLtu12Zc — Nathan Best (@Nathan_Best) May 11, 2018 “Acabei de voltar de ‘Deadpool 2’. Imagine o primeiro filme com mais diversão, mais brutalidade e mais sentimentos. Ninguém no universo de quadrinhos ou filmes está a salvo” – Nathan Best, site ComicBookMovie. There are some really BIG surprises and cameos, some of which I was definitely not expecting. Funnier and way more brutal than the first with almost the same amount of heart. Basically an X-Men movie on cocaine. #Deadpool2 — Rohan Patel (@KingPatel7) May 10, 2018 “’Deadpool 2′ realmente arrasa! Tem algumas grandes surpresas e aparições, algumas que eu realmente não estava esperando. Mais divertido e definitivamente mais brutal do que o primeiro, com quase a mesma quantidade de emoção. Basicamente um filme dos ‘X-Men’ movido à cocaína” – Rohan Patel, também do ComicBookMovie. #Deadpool2 took my expectations, blew them up and regenerated as a top tier superhero movie loaded with filthy laughs, an unstoppable force of a team and more heart then it probably should have pic.twitter.com/HvVSfKSCc5 — Chris Sylvia (@sylvioso) May 10, 2018 “Deadpool 2 pegou minhas expectativas, explodiu todas e as regenerou como um filme de super-heróis de primeira, cheio risadas sujas, um time de força insuperável e mais coração do que deveria, provavelmente” — Chris Sylvia, site Regal Movies. Happy to report 'Deadpool 2' is a lot of fun and had me laughing beginning to end. Stuff after the credits is *awesome*. All the people added to the film were perfectly cast. Avoid spoilers. Always makes it a better experience. pic.twitter.com/4Q3Kr1ARPh — Steven Weintraub (@colliderfrosty) 10 de maio de 2018 “Feliz por poder relatar que ‘Deadppol 2’ é bem divertido e me fez rir do começo ao fim. A cena depois dos créditos é incrível. Todas as pessoas incluídas no elenco foram perfeitamente escolhidas. Evite spoilers. Isso sempre torna a experiência bem melhor” — Steven Weintraub, site Collider. I liked DEADPOOL 2 more than the first one (which I wasn’t a huge fan of). Slow to start but all the stuff with X-Force and Cable (and Peter!) works surprisingly well. — Matt Singer (@mattsinger) 10 de maio de 2018 “Eu não gostei do primeiro ‘Deadpool’. ‘Deadpool 2’ me surrou até eu me submeter e realmente comecar a me divertir. Além disso, também conta com a minha nova cena pós-créditos favorita” — Mike Ryan, site Screen Crush. I liked DEADPOOL 2 more than the first one (which I wasn’t a huge fan of). Slow to start but all the stuff with X-Force and Cable (and Peter!) works surprisingly well. — Matt Singer (@mattsinger) 10 de maio de 2018 “Eu gostei mais de ‘Deadpool 2’ do que do primeiro (do qual não sou grande fã). Começa lento, mas todas as coisas com a X-Force e o Cable (e Peter!) funcionam surpreendentemente bem” — Matt Singer, também de Screen Crush. #Deadpool2: I’ll say this, it earns the hell out of that R rating. And the cameos. And the post-credit scenes. — Kate Erbland (@katerbland) 10 de maio de 2018 “‘Deadpool 2’: Eu direi isso, ele realmente merece a classificação R-rated (para maiores de 17 anos, nos EUA). E também as participações especiais. E as cenas pós-créditos” — Kate Erbland, site IndieWire. So, #DEADPOOL2 is the perfect sequel. Doubles down on everything that fans love about the original, and fixes some of that film's issues. Huge, huge laughs that play the audience like a fiddle. @VancityReynolds destroys as Wade. Great action, fantastic comic nods. A killer ride! pic.twitter.com/KaM8gUT2Jf — Sean O'Connell (@Sean_OConnell) 10 de maio de 2018 “Então, ‘Deadpool 2’ é a sequência perfeita. Ele dobra tudo aquilo que os fãs amam do original e conserta alguns dos problemas daquele filme. Grandes, grandes risadas que ecoam na audiência como uma orquestra. Ryan Reynolds destrói como Wade. Ótima ação, fantásticas referências cômicas. Uma viagem incrível!” — Sean O’Connell, do site CinemaBlend. Just saw #Deadpool2. Safe to say it features the best post credits scene EVER. I’m still recovering. — Nigel M. Smith (@nigelmfs) 10 de maio de 2018 #Deadpool2 is no doubt the most violent major release since Kill Bill Volume 1. It’s also funnier than the first and has me genuinely excited for a sequel. Oh and it features a ton of Canada jokes, so of course I loved it. — Nigel M. Smith (@nigelmfs) 10 de maio de 2018 “Acabei de ver ‘Deadpool 2’. É seguro dizer que ele tem a melhor cena pós-créditos já feita. Eu ainda estou me recuperando. ‘Deadpool 2’ é, sem dúvidas, o lançamento mais violento desde ‘Kill Bill Vol. 1’. É também mais engraçado que o primeiro e me deixou genuinamente empolgado para a próxima sequência. Oh, ainda conta com uma tonelada de piadas do Canadá, então é claro que eu amei” — Nigel M. Smith, revista People. Deadpool 2 is better than Infinity War? — alex (@alex_abads) 10 de maio de 2018 “‘Deadpool 2’ é melhor que ‘Guerra Infinita’ – Alex Abads, site Vox. The post-credits scene at the end of Deadpool 2 is so great. — Ben Dreyfuss (@bendreyfuss) 10 de maio de 2018 “A cena pós-créditos no final de ‘Deadpool 2’ é tão incrível” — Ben Dreyfuss, site Mother Jones. Liked DEADPOOL 2 way more than the first. Smarter, funnier, and with 100% more Ricky Baker. — Rachel Simon (@Rachel_Simon) 10 de maio de 2018 “Gostei de ‘Deadpool 2’ bem mais do que o primeiro. Mais inteligente, mais engraçado e com 100% mais Ricky Baker” — Rachel Simon, site Bustle The credits scene in #Deadpool2 is the best one ever done to date in any superhero movie. I am dead serious about this. #DoNotLeaveWhenTheCreditsStart pic.twitter.com/yQmbhSYrAs — Jason Guerrasio (@JasonGuerrasio) 10 de maio de 2018 “A cena pós-créditos em ‘Deadpool 2’ é a melhor já feita até hoje em um filme de super-herói. Eu estou falando realmente sério” — Jason Guerrasio, do site Business Insider. DEADPOOL 2: A 113-minute Honest Trailer that steals its best scene from MACGRUBER. Josh Brolin's third-best summer movie. Criminal misuse of Julian Dennison. Your ten-year-old son's new favourite movie. It will make $1-billion. — Barry Hertz (@HertzBarry) 10 de maio de 2018 “‘Deadpool 2’: Um trailer honesto de 113 minutos que rouba rouba sua melhor cena de ‘Corram Que o Agente Voltou’. O terceiro melhor filme de verão de Josh Brolin. Desperdício criminoso de Julian Dennison. O novo filme favorito do seu filho de 10 anos de idade. Ele fará US$ 1 bilhão” — Barry Hertz, do jornal Globe and Mail.









