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    Batwoman: Série vai contar origem da heroína e do vilão Silêncio

    20 de julho de 2019 /

    A série “Batwoman” vai contar a origem da heroína, que foi introduzida no Arrowverso durante o crossover “Elseworlds”, no ano passado. Isto significa que a história vai começar antes dos eventos vistos naqueles episódios. A revelação foi feita pelas produtoras-roteiristas Caroline Dries e Sarah Schechter durante a Comic-Con International. Elas acrescentaram que a origem da personagem irá refletir sua reintrodução nos quadrinhos da DC Comics, destacando como sua passagem por uma Academia Militar teve um papel crucial em sua decisão de se assumir lésbica e lutar pelo que acredita ser o certo. “Como esse foi um momento marcante em sua vida, sabíamos que tínhamos que sugerir isso no piloto”, disse Dries, explicando que a trama irá abordar a intolerância da escola militar de Kate em relação à homossexualidade. “Realmente, a jornada de Kate ao longo da 1ª temporada será tentar resgatar a humanidade que se encontra presa dentro desse monstro [da intolerância]”, acrescentou. As produtoras também confirmaram que a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) vai vestir o uniforme da Batwoman no primeiro episódio. E que a série não vai repetir vilões do Arrowverse nem utilizar os criminosos mais óbvios de Gotham City. Além de Rachel Skarsten como Alice, líder da Gangue do País das Maravilhas, que será a principal vilã da temporada inaugural, Dries contou que série vai apresentar a transformação de Tommy Elliot em Silêncio (Hush), um dos novos supervilões que ganhou grande popularidade nos quadrinhos de Batman. O personagem ainda não teve a escalação revelada. A série da “Batwoman” estreia em 6 de outubro nos Estados Unidos e deve ser exibida no Brasil pelo canal pago Warner, que passa todas as demais produções do Arrowverso.

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    Batwoman e Supergirl vão virar melhores amigas na televisão

    20 de julho de 2019 /

    As produtoras-roteiristas Caroline Dries e Sarah Schechter, responsáveis pela nova série “Batwoman”, revelaram durante a Comic-Con International que Kate Kane, a Batwoman, e Kara Danvers, a Supergirl, vão se tornar cada vez mais amigas. As duas heroínas se conheceram nos episódios que introduziram a heroína de Gotham City no Arrowverse, durante o crossover “Elseworlds” no ano passado, e vão se tornar mais próximas no próximo cruzamento de séries, “Crise nas Infinitas Terras”, previsto para o final de dezembro nos Estados Unidos. A amizade das duas deve refletir na TV a famosa parceria entre Batman e Superman nos quadrinhos. Entretanto, Batwoman e Supergirl não tem a mesma proximidade nas publicações da DC Comics. Por outro lado, assim como nos quadrinhos, Batwoman será lésbica na produção televisão. Isto não significa romance entre as heroínas, mas reflete o fato de Supergirl ter uma irmã lésbica a quem também considera sua melhor amiga. Fãs, claro, podem sonhar. A série da “Batwoman” estreia em 6 de outubro nos Estados Unidos e deve ser exibida no Brasil pelo canal pago Warner, que passa todas as demais produções do Arrowverso.

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    Burt Ward, o Robin de 1966, vai participar da série Batwoman

    20 de julho de 2019 /

    O ator Burt Ward, até hoje lembrado como o intérprete de Robin na série “Batman” dos anos 1960, aparecerá na vindoura série “Batwoman”, anunciaram os produtores durante painel na Comic-Con International neste sábado (20/7). A participação especial vai ocorrer durante o crossover deste ano do Arrowverse, “Crise nas Infinitas Terras”. “Estamos atualmente trabalhando no crossover”, compartilhou a produtora executiva Caroline Dries. “Temos uma tonelada, uma tonelada de personagens entrando no evento de cinco partes… E Burt Ward estará fazendo uma aparição”, revelou. Atualmente com 74 anos, Ward é um dos últimos sobreviventes da série clássica, exibida entre 1966 e 1968 nos Estados Unidos. Adam West, o intérprete de Batman, morreu em 2017, ano em que os dois contracenaram como a Dupla Dinâmica pela última vez, dublando os personagens no longa animado “Batman vs. Duas-Caras”. Yvonne Craig, a Batgirl, faleceu em 2017. E da galeria de vilões mais tradicionais, apenas duas Mulher-Gato estão vivas – e por sinal também participaram das recentes animações que resgataram os intérpretes originais. Os detalhes do papel de Ward não foram revelados, mas pode ser que ele represente uma versão veterana do Garoto Prodígio, já que a história de “Crise nas Infinitas Terras” aborda universos paralelos. Vale lembrar que Brandon Routh, que atualmente protagoniza “Legends of Tomorrow” como Elektron, também aparecerá no crossover reprisando sua antiga versão de Superman, do filme “Superman: O Retorno” (2006).

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    Brandon Routh voltará a viver Superman no crossover Crise nas Infinitas Terras

    19 de julho de 2019 /

    O ator Brandon Routh vai voltar a viver Superman novamente. 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006), ele viverá o herói no crossover “Crise das Infinitas Terras”, que irá ao ar em dezembro e janeiro, juntando as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a novata “Batwoman” – quinteto também conhecido como Arrowverse – na rede americana The CW. Curiosamente, o ator já faz parte do Arrowverse como Ray Palmer, o Elekton, um dos personagens fixos de “Legends of Tomorrow”. Além disso, esse universo televisivo já tem um Superman, vivido por Tyler Hoechlin. E o detalhe é que os dois personagens também participarão do crossover. A explicação é que o Superman de Brandon Routh virá de uma Terra paralela do multiverso da DC Comics – o multiverso original dos quadrinhos. A história da “Crise das Infinitas Terras” vai abordar justamente o colapso dessa profusão de realidades alternativas. A participação no crossover marcará a primeira vez que Routh voltará ao uniforme de Superman desde o mal-fadado filme de Bryan Singer. E ele está comemorando. “Honrado, grato e ainda me beliscando”, escreveu o ator no Twitter sobre o retorno ao papel. Honored, humbled, grateful, and still pinching myself. ?#ReturnOfSuperman#Superman#Crossover#Arrowverse #SDCC2019 @DCComics@DEADLINE https://t.co/M5nQdTWYmh — Brandon Routh (@BrandonJRouth) July 19, 2019

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    Supergirl: Jeremy Jordan, o Winn, vai voltar na 5ª temporada

    19 de julho de 2019 /

    O ator Jeremy Jordan vai voltar a “Supergirl”. Seu personagem Winn Schott deixou a série no final 3ª temporada, mas havia proposta para que retornasse de forma recorrente, o que acabou não acontecendo durante o quarto ano da produção. A ausência, porém, foi só um hiato. Ele próprio confirmou, via Instagram, que participará da 5ª temporada série. “Pelo jeito Winn não viajou 1000 anos para o futuro, só para a 5ª temporada! Tão feliz de retornar e atuar com meus amigos!!”, ele escreveu na rede social. O texto se refere ao fato de Winn ter ido para o século 31 com a Legião dos Super-Heróis. Com sua volta, não está claro se seu substituto Jesse Rath, o intérprete de Brainiac 5 no elenco regular da 4ª temporada, voltará para o futuro. O integrante da Legião dos Super-Heróis ocupou a vaga de especialista em tecnologia socialmente deslocado que Winn preenchia na produção. A 5ª temporada de “Supergirl” vai estrear em 6 de outubro nos EUA. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil. Ver essa foto no Instagram Turns out Winn didn't go 1000 years into the future, just to season 5! ? So happy to come back and play with my friendsssssss!! @supergirlcw Uma publicação compartilhada por Jeremy Jordan (@jeremymjordan) em 18 de Jul, 2019 às 3:25 PDT

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    Coordenador de efeitos de Titãs morre durante cena de ação da série

    18 de julho de 2019 /

    O coordenador de efeitos especiais da série Titãs morreu após a preparação de uma cena de ação dar errada nesta quinta-feira (18/7). Segundo apurou a revista americana Variety, o pedaço de um carro que seria usado na cena de um episódio da 2ª temporada acabou se soltando e atingiu Warren Appleby em cheio. A produção foi interrompida. “Estamos com o coração partido e devastados com a morte de nosso estimado colega, o coordenador de efeitos especiais Warren Appleby, depois de um acidente que ocorreu em uma instalação de efeitos especiais durante a preparação e teste de uma sessão”, disse um porta-voz da Warner Bros. “Warren era amado por todos que trabalharam com ele durante uma impressionante carreira de 25 anos em televisão e filmes”, acrescentou. “Os produtores executivos, junto com todos da família ‘Titãs’, Warner Bros. Television Group e a DC Universe desejam expressar nossas mais sinceras condolências e sincero apoio à família e aos amigos de Warren neste momento tão difícil”. Warren tinha no currículo filmes premiados e blockbusters, como “It: A Coisa” e “A Forma da Água”, além de séries de terror como “The Strain” e “Hemlock Grove”. Ele terminou o trabalho em dois longas que chegam em breve aos cinemas, a continuação “It: Capítulo Dois” e a comédia “Aprendiz de Espiã”.

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    Série da Batwoman ganha novos pôsteres

    17 de julho de 2019 /

    A rede The CW divulgou novos pôsteres da série “Batwoman”, que trazem a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) com o uniforme preto e vermelho da heroína da DC Comics. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos derivados. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Ruby Rose (de “Megatubarão”) será a primeira atriz a interpretar uma versão live-action de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. O elenco da série inclui ainda Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”), Rachel Skarsten (a rainha Elizabeth de “Reign”), Meagan Tandy (“Teen Wolf”), Camrus Johnson (“Luke Cage”) e Nicole Kang (“You”). A estreia está marcada para 6 de outubro nos Estados Unidos.

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    Supergirl aparece com calça em foto do uniforme da 5ª temporada

    16 de julho de 2019 /

    A atriz Melissa Benoist, intérprete de Supergirl na televisão, postou em seu Instagram uma foto do novo visual da heroína na 5ª temporada da série. A imagem troca a minissaia vermelha da personagem por uma calça comprida azul. E acrescenta franjas ao rosto da atriz. Não há informação a respeito de como esse uniforme vai aparecer na série. Se será trajado num episódio específico ou se representará o novo visual oficial da personagem. Mas bastou a sugestão para trazer à tona uma discussão sobre feminismo e empoderamento. De um lado, há quem entenda a opção como forma de eliminar a objetificação da heroína. Por outro lado, deveria ser óbvio que empoderamento não significa sacrificar a sensualidade – em outras palavras, mulheres não precisam se vestir como homens para se provarem poderosas. O traje original era uma adaptação fiel dos quadrinhos, como todos os demais uniformes dos heróis das séries da DC Comics. O novo é criação da equipe de televisão. Entretanto, Supergirl já usou calças nos quadrinhos. Durante os anos 1970, ela teve um arco duradouro de aparições com diferentes trajes, durante uma “crise” fashion, adotando de calças a shorts, até que os leitores votaram no seu uniforme favorito – o mais parecido com o tradicional. Originalmente, ela foi desenhada com uma minissaia azul por Al Pastino em sua primeira aparição em 1959 – inspirada pelas personagens femininas da série sci-fi “Space Patrol” (1950-1955) – , anos antes da estilista Mary Quant transformar o visual em revolução de costumes. Mas só adotou a minissaia vermelha após a crise nas infinitas modas, seguindo um período com shorts da mesma cor em 1975. Vale mencionar que, nos anos mais recentes, passou a usar uma bermuda ciclista sob a minissaia. Para a discussão politicamente correta, ainda é importante trazer o argumento do site feminista The Mary Sue, que, em 2015, quando a série estreou, vibrou com o fato de Supergirl lutar com uma minissaia, porque dizer que ninguém consegue fazer cenas de ação com saias era um argumento machista – além de ignorar que os romanos conquistaram o mundo lutando de saias. As temporadas mais recentes de “Supergirl” têm sido altamente politizadas, com a inclusão de personagens LGBTQIA+ e a primeira super-heroína transexual da televisão, Sonhadora. Mas existe, ironicamente, uma linha muito tênue entre representar valores progressistas e adotar costumes conservadores. Cobrir as pernas era algo que a sociedade exigia das mulheres antes da revolução sexual dos anos 1960. E também é o argumento de todo estuprador para atacar quem “está pedindo” por isso. Fica a questão: em vez de cobrir Supergirl, não seria mais progressista mostrar Sonhadora de minissaia?

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    Criador de Halloween vai escrever quadrinhos do Coringa

    13 de julho de 2019 /

    O cineasta John Carpenter, criador de clássicos do terror e da ficção científica como “Halloween” (1978), “Fuga de Nova York” (1981) e “O Enigma de Outro Mundo” (1982), vai escrever uma história inédita do Coringa para a DC Comics. A graphic novel fará parte do evento “Year of the Villain”, que repercute a transformação de Lex Luthor num híbrido alienígena e sua oferta “irrecusável” para os principais vilões da editora, prometendo aprimoramentos para os piores de todos. O Coringa, porém, não quer esperar que Luthor o procure para demonstrar ser o pior dos piores, o único capaz de fazer o mal e deixar suas vítimas rindo. Carpenter vai escrever “Year of the Villain: Joker” em parceria com Anthony Burch, roteirista do game “Borderlands 2”. Os dois já trabalharam juntos na minissérie em quadrinhos “Big Trouble in Little China: Old Man Jack”, que adapta o filme “Aventureiros no Bairro Proibido” (1986), outro clássico do diretor. Os desenhos estão a cargo de Philip Tan (“Lanterna Verde – Agente Laranja”) e a arte da capa já foi divulgada. Confira abaixo.  

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    Constantine vai continuar na série Legends of Tomorrow

    13 de julho de 2019 /

    Matt Ryan retornará como Constantine na 5ª temporada de “Legends of Tomorrow”. O ator foi incluído no elenco da temporada passada de forma provisória, mas continuará no time dos heróis da DC Comics quando a série retornar na midseason de 2020. A manutenção de Ryan se deve à escolha do grande vilão da temporada. Vilã, na verdade: Astra, a menina que foi parar no inferno no piloto da série “Constantine”, exibido em 2014. A personagem foi retomada no final da temporada passada de “Legends”. Já adulta (vivida por Olivia Swann), ela revela odiar Constantine e sugere planos malignos, ao coletar as almas de Genghis Khan, Charles Manson e outros vilões históricos. A 5ª temporada de “Legends of Tomorrow” vai estrear no começo de janeiro, durante o crossover “Crise nas Infinitas Terras”, do qual também farão parte as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e a estreante “Batwoman”.

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    Arrow: Katherine McNamara é promovida ao elenco fixo da temporada final

    12 de julho de 2019 /

    A atriz Katherine McNamara fará parte do elenco central da 8ª e última temporada de “Arrow“. A estrela de “Shadowhunters” estreou na 7ª temporada, onde teve uma participação recorrente no papel de Black Star/Mia Smoak, filha de Oliver Queen (Stephen Amell) e Felicity Smoak (Emily Bett Rickards). Ela aparece em flashfowards, que são cenas situadas no futuro da trama, e há rumores sobre um projeto de spin-off focado em sua personagem após o fim de “Arrow”. A produção da temporada final já começou, visando o lançamento em outubro na rede americana The CW. “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Atriz da série Euphoria entra no novo Esquadrão Suicida

    10 de julho de 2019 /

    A atriz Storm Reid, atualmente na série “Euphoria”, vai viver a filha do personagem de Idris Elba (“A Torre Negra”) no novo filme do “Esquadrão Suicida”. A sequência está a cargo do cineasta James Gunn (de “Guardiões da Galáxia”), que pretende mudar a formação do grupo, juntando alguns dos personagens já vistos no cinema com novos vilões dos quadrinhos. O papel de Elba é uma das novidades do filme, mas não teve detalhes revelados. O elenco também inclui John Cena (“Bumblebee”), que tampouco teve seu personagem identificado, assim como Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”), mas a atriz portuguesa Daniela Melchior (“Parque Mayer”) foi apresentada como a Caça-Ratos e David Dastmalchian (“Homem-Formiga”) como o Bolinha. Além destas novidades, a continuação/reboot contará com as voltas de Margot Robbie (Arlequina), Jai Courtney (Capitão Bumerangue), Joel Kinnaman (Rick Flag) e Viola Davis (Amanda Waler), reprisando seus papéis do primeiro filme. Storm Reid foi revelada na produção de “12 Anos de Escravidão” (2013) e ganhou maior projeção ao estrelar a fantasia “Uma Dobra no Tempo” (2018). Ela também está na minissérie “Olhos que Condenam”, da Netflix, e após terminar sua participação como Gia na série “Euphoria”, da HBO, ainda vai filmar “O Homem Invisível”, atualmente em pré-produção, antes de começar a trabalhar no “Esquadrão Suicida”. A continuação chegará aos cinemas em 2021.

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    HBO Max: Plataforma de streaming da WarnerMedia ganha nome, logo e detalhes

    9 de julho de 2019 /

    A WarnerMedia anunciou o nome oficial do seu vindouro serviço de streaming. A plataforma se chamará HBO Max e terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, Turner Classic Movies (TCM) e CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço oferecerá séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies” e “Chernobyl”, além de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. “A HBO Max reunirá o diverso e rico material da WarnerMedia para criar programação e experiências de usuário nunca antes vistas em uma plataforma de streaming”, disse Robert Greenblatt, presidente da WarnerMedia Entertainment e Direct-To-Consumer, em comunicado. “A programação de classe mundial da HBO lidera o caminho, cuja qualidade será o princípio orientador de nosso novo conjunto de Max Originals, nossas aquisições empolgantes e o melhor das bibliotecas da Warner Bros, começando com o fenômeno que é ‘Friends'”, completou. A HBO Max será inaugurada no final de 2019 em fase teste nos EUA, com implementação definitiva em 2020, mas ainda não possuiu previsão de chegada ao Brasil e nem preço de assinatura divulgados até o momento. Também não há informação a respeito do impacto do lançamento sobre os serviços de streaming pré-existentes da WarnerMedia, como HBO Now e DC Universe. Isto é, se eles continuarão a existir paralelamente à nova plataforma. As séries originais do serviço anunciadas até o momento são: – “Dune: The Sisterhood”, um derivado do universo sci-fi de “Duna”, desenvolvido pelo diretor Denis Villeneuve, responsável pela nova adaptação cinematográfica da obra literária. – “Tokyo Vice”, sobre a Polícia Metropolitana de Tóquio, estrelada por Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”). – “The Flight Attendant”, thriller estrelado por Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”). – “Love Life”, comédia romântica em formato de antologia estrelada por Anna Kendrick e produzida pelo cineasta Paul Feig, que trabalharam juntos no recente “Um Pequeno Favor”. – “Station Eleven”, serie pós-apocalíptica baseada no best-seller internacional de Emily St. John Mandel, adaptada por Patrick Somerville, criador de “Maniac”, e direção de Hiro Murai (“Atlanta”). – “Made for Love”, outra série de Somerville, desta vez uma comédia romântica com direção de SJ Clarkson (“Os Defensores”). – “Gremlins”, desenho animado baseado no filme clássico de 1984. Além dessas atrações, a Berlanti Prods, produtora de Greg Berlanti (“Supergirl”, “Riverdadle”), e a Hello Sunshine, da atriz Reese Witherspoon (“Big Little Lies”), vão desenvolver, respectivamente, quatro e dois filmes exclusivamente para a plataforma. Para completar, a rede CW não renovou seu acordo com a Netflix e todas as produções da Warner feitas para a emissora terão a HBO Max como segunda janela, a começar por “Batwoman” e “Katy Keene”. O serviço incluirá igualmente a dezena de séries novas que estão sendo desenvolvidas para a HBO, de “Watchmen” ao remake de “Perry Mason”. Ou seja, o slogan clássico da HBO, “It’s not TV”, passa a adquirir um novo sentido com a HBO Max.

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