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    Estreias de “The Flash” e “Elementos” frustram expectativas nos EUA

    18 de junho de 2023 /

    “The Flash”, da DC/Warner, e “Elementos”, da Pixar/Disney, frustraram as expectativas do mercado cinematográfico durante o fim de semana nos EUA, que é prolongado pelo feriado de Juneteenth. O filme do super-herói vivido por Ezra Miller arrecadou estimados US$ 55,1 milhões nos três primeiros dias – com projeção de US$ 64 milhões para os quatro dias do feriadão. Mas a Warner esperava um início de pelo menos US$ 70 milhões para ficar à frente de outros títulos desapontadores da DC como “Adão Negro”, que arrecadou US$ 67 milhões em seus primeiros três dias e deu um enorme prejuízo. O lançamento também enfrentou desafios no mercado internacional, incluindo uma arrecadação decepcionante de US$ 13,8 milhões na China, para uma abertura global de US$ 130 milhões até este domingo (18/6). David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, chegou a declarar que “The Flash” era o melhor filme de super-herói que ele já tinha visto, mas essa opinião foi amplamente questionada pelos críticos. O filme atingiu uma aprovação de 67% no agregador de críticas Rotten Tomatoes. E teve um problema maior com o próprio público, que lhe deu nota B no CinemaScore (pesquisa feita na saída dos cinemas dos EUA). Causas apontadas para a fraca bilheteria ainda passam pela greve dos roteiristas, que inviabilizaram divulgações no talk shows americanos, e a falta de repercussão na mídia, devido à falta de entrevistas com o elenco e principalmente o ator principal, Ezra Miller, escondido pela Warner em meio a vários problemas legais e controvérsias que marcaram seu nome em 2022 – incluindo prisões por atos violentos e um processo por roubo. Em meio à pós-produção, o ator precisou pedir desculpas públicas por seu comportamento e se comprometer a buscar ajuda para “problemas complexos de saúde mental”.   Implosão da Pixar A Pixar ainda se saiu pior com “Elementos”, que arrecadou estimados US$ 29,5 milhões no fim de semana, a menor estreia do estúdio desde o lançamento de seu primeiro longa, “Toy Story” – 29,1 milhões em 1995. Dirigido por Peter Sohn (“O Bom Dinossauro”), o filme atingiu 70% no Rotten Tomatoes, ligeiramente acima de “The Flash”, mas teve a mesma nota B no CinemaScore. Embora a crítica tenha elogiado o visual impressionante e o enredo por sua originalidade, a narrativa foi considerada previsível. O que é uma avaliação surpreendente para a Pixar, que geralmente é conhecida por produzir unanimidades de crítica e sucessos de bilheteria. A estreia no Brasil vai acontecer na quinta-feira (22/6).   “Aranhaverso” encosta em US$ 500 milhões Antes que alguém aponte que o público possa ter se cansado de filmes de super-heróis e animações elaboradas, o 3ª lugar no ranking joga água na teoria. A animação de super-heróis “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” teve um ótimo desempenho para seu terceiro fim de semana em cartaz, arrecadando US$ 27,8 milhões entre sexta e domingo. Com isso, chegou a US$ 285 milhões nos EUA e Canadá, e praticamente US$ 500 milhões em todo o mundo – US$ 494 milhões, para ser exato. Com orçamento estimado em US$ 100 milhões, é o único blockbuster do Top 5 que já se pagou e garantiu continuação – “Homem-Aranha: Além do Aranhaverso” estreia no ano que vem.   Problemas no resto do Top 5 Em 4º lugar, “Transformers: O Despertar das Feras” faturou US$ 20 milhões, com as vendas de ingressos caindo 67% em sua segunda semana. Ainda assim, conseguiu ultrapassar US$ 100 milhões na bilheteria doméstica – $103 milhões acumulados até o momento. Em todo o mundo, a produção da Paramount soma US$ 174,3 milhões – e segue muito longe de pagar seu orçamento de US$ 200 milhões. “A Pequena Sereia” completou o Top 5 com US$ 11,6 milhões em seu quarto fim de semana. O remake em live-action chegou a US$ 253 milhões acumulados na América do Norte e US$ 466 milhões mundiais, o que poderia ser considerado um bom resultado… se o filme não tivesse custado US$ 250 milhões. Neste ritmo, a produção da Disney está lutando para se pagar nos cinemas. As más notícias não terminam aí. Todos esses filmes que lutam para pelo menos empatar nas bilheterias terão mais dificuldades pela frente nas próximas semanas, com os lançamentos de “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” e “Missão: Impossível 7 – Acerto de Contas – Parte Um”.  

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    Diretor de “The Flash” fará novo filme de Batman

    15 de junho de 2023 /

    O diretor Andy Muschietti, responsável pelo filme “The Flash” lançado nesta quinta-feira (15/6) nos cinemas, foi confirmado na direção de “Batman: The Brave and the Bold”, o primeiro longa de Batman na era do DC Studios. “Vimos ‘The Flash’ antes mesmo de assumir a liderança na DC Studios e sabíamos que estávamos nas mãos de não apenas um diretor visionário, mas um grande fã da DC”, disseram Gunn e Safran ao anunciar a contratação. “‘The Flash’ é um filme magnífico – engraçado, emocional, emocionante – e a afinidade e paixão de Andy por esses personagens e este mundo ressoam em cada quadro. Portanto, quando chegou a hora de encontrar um diretor para ‘The Brave and the Bold’, havia realmente apenas uma escolha. Felizmente, Andy disse sim. Barbara se comprometeu a produzir conosco e estávamos a caminho. Eles formam uma equipe extraordinária e não poderíamos ter parceiros melhores ou mais inspiradores enquanto embarcamos nesta nova aventura emocionante no DCU”, completaram. Muschietti e sua irmã Barbara produzirão “Batman: The Brave and the Bold” através de sua produtora Double Dream, ao lado dos presidentes do DC Studios, James Gunn e Peter Safran.   Batman e Robin Ainda sem roteirista definido, o filme será baseada nos quadrinhos de Grant Morrison que introduziram Damian, o filho biológico de Bruce Wayne, que foi criado por sua mãe Talia al Ghul na Liga dos Assassinos e virou o Robin mais recente dos quadrinhos. A história de Damian também marcará a primeira aparição de um Robin num filme live-action desde que Chris O’Donnell interpretou o papel, ao lado de George Clooney no filme “Batman e Robin” de 1997. “É uma história de pai e filho muito estranha”, disse Gunn à imprensa no final de janeiro ao anunciar a produção – que não terá relação com a planejada sequência do filme “Batman” (2022), estrelada por Robert Patinson.   Contrato de produção com a Warner Junto da oficialização do diretor argentino à frente do novo Batman, a Warner Bros. Pictures e a Warner Bros. Television Group/Max também anunciaram um contrato de exclusividade com a Double Dream, produtora do cineasta e de sua irmã. “Não poderíamos estar mais empolgados em fortalecer nossa parceria de longa data com esses cineastas incrivelmente talentosos e incansáveis. Entre a habilidade singular e a visão de Andy como diretor e os instintos aguçados e visionários de Barbara como produtora, eles formam uma verdadeira equipe de sonho no cinema e canalizam sua paixão de toda a vida em filmes que entregam tanto histórias humanas convincentes quanto sucessos de bilheteria emocionantes. É uma das razões pelas quais seus filmes se conectam de forma tão ampla e poderosa com o público em todo o mundo, e se alinha perfeitamente com os tipos de filmes que queremos fazer”, disseram Michael De Luca e Pam Abdy, co-Presidentes e CEOs do Warner Bros. Motion Picture Group. Antes de “The Flash”, Muschietti fez os terrores “It – A Coisa” (2017) e “It – Parte 2” (2019) na Warner – após ser revelado por Guillermo Del Toro em “Mama” (2013), da Universal. E, não por acaso, o primeiro projeto da parceria recém-anunciada será a série “Welcome to Derry”, derivada dos filmes “It”. “Andy e Barbara são artistas singulares cuja visão e paixão por ‘Welcome to Derry’ nos surpreendeu. Mal podemos esperar para que os fãs vejam este próximo cativante – e horrível! — capítulo do universo de ‘It’ na Max”, disse Channing Dungey, presidente e CEO do Warner Bros. Television Group. “Estamos entusiasmados em continuar nossa parceria e esperamos contar muito mais histórias com eles no futuro.” Os irmãos Muschietti agradeceram a oportunidade. “A Warner Bros. tem sido um incrível parceiro para nós por anos, mas mais do que isso, a Warner tem feito parte de nossas vidas inteiras”, afirmaram.

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    “The Flash” tem lançamento de blockbuster nos cinemas

    14 de junho de 2023 /

    O aguardado filme “The Flash” chega em 1,3 mil salas de cinema nesta quinta (15/6), marcando o sexto lançamento em estilo blockbuster no país desde o mês de maio. Antes do longa de super-herói da DC/Warner Bros, vieram “Transformers: O Despertar das Feras” com estreia em 1,1 mil telas, “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” em 1,5 mil, “A Pequena Sereia” em 1,4 mil, “Velozes e Furiosos 10” em 1,7 mil e “Guardiões da Galáxia Vol. 3” em 1,6 mil. Detalhe: o Brasil tem aproximadamente 3,2 mil telas em seu circuito exibidor e todos esses blockbusters ainda estão em cartaz. Por conta disso, as demais estreias da semana visam exclusivamente o circuito alternativo. A maioria são documentários, inclusive duas produções sobre integrantes do grupo BTS, fenômeno do K-Pop. Confira todas as estreias abaixo.   | THE FLASH |   A nova incursão no multiverso dos super-heróis dividiu a crítica, após ser propagandeada como a melhor adaptação da DC Comics de todos os tempos. Não chegou nem perto do hype plantado pela Warner Bros, embora o filme dirigido por Andy Muschietti, conhecido pelo terror “It – A Coisa”, faça realmente a despedida do Snyderverso (os heróis da Liga de Justiça de Zack Snyder). O roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) adapta um dos arcos mais famosos dos quadrinhos da editora, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint). No filme, o velocista interpretado por Ezra Miller volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. Entre os eventos inesperados, ele encontra uma versão mais jovem de si mesmo (também interpretada por Miller) e, ao mesmo tempo, se depara com um mundo em que a Liga da Justiça nunca existiu. Para piorar, como Superman nunca chegou a Terra, não há ninguém capaz de impedir a invasão do General Zod (Michael Shannon, repetindo seu papel de “O Homem de Aço”). Assim, cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. Com a ajuda de um Batman mais velho (Michael Keaton, que viveu o herói em filmes de 1989 e 1991), ele consegue encontrar e liberar um kryptoniano para auxiliá-los: Kara, uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”) – que é a primeira intérprete latina da heroína. A narrativa centrada em viagens no tempo e universos alternativos pode remeter a sucessos como “Vingadores: Ultimato” e “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, mas a trama sofreu horrores com suas inúmeras refilmagens, que acrescentaram e tiraram personagens, salvaram e mataram heróis, porém deixaram o fan service mais rejeitado de todos os tempos, em que o Flash tem visões de diferentes versões dos personagens da DC – inclusive de filmes que nunca saíram do papel, mas não de sua bem-sucedida versão da TV. O resultado é um filme caríssimo que arrecadou muito pouco, um fracasso retumbante de público e crítica. O que só aumenta a tristeza por seus pontos positivos, em especial a descoberta de Sasha Calle como Supergirl, que, infelizmente, após a fraca bilheteria, não deve ser reaproveitada no futuro da DC planejado pelos novos chefões do estúdio no cinema. Ela é o principal motivo para recomendar a ida ao cinema.   | MEDUSA DELUXE |   A exótica comédia britânica é ambientada em uma competição regional de cabeleireiros e se desenvolve após o assassinato macabro de um dos competidores, com o crime provocando uma cadeia de suspeitas, fofocas e intrigas entre os cabeleireiros, modelos e seguranças presentes. Com visual arrojado e audácia narrativa, a estreia do diretor Thomas Hardiman encantou a crítica, atingindo 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes – houve até comparações com o cinema de Pedro Almodóvar. Os papéis principais são vividos por Clare Perkins (“A Roda do Tempo”) e Harriet Webb (“Succession”), rivais na disputa diretas na disputa pelo penteado mais ousado da competição.   | A HISTÓRIA DA MINHA MULHER |   O capitão de um navio faz uma aposta em um café com um amigo de que casará com a primeira mulher que entrar. E dá sorte: a esposa desconhecida é vivida por ninguém menos que Léa Seydoux (“007: Sem Tempo para Morrer”). A atração é visível e mútua. Mas a suspeita de infidelidade ameaça condenar o capitão à loucura. A direção é da húngara Ildikó Enyedi, indicada ao Oscar e vencedora do Urso de Ouro no Festival de Berlim por “De Corpo e Alma” (2017). E o elenco ainda destaca Gijs Naber (“A Espiã”) como o capitão e Louis Garrel (“Os Três Mosqueteiros: D’Artagnan”) como a fonte de seu ciúmes.   | BEM-VINDOS DE NOVO |   O primeiro documentário de Marcos Yoshi, diretor e personagem, retrata a trajetória imigratória de sua família. O filme registra o reencontro de pai e filhos, descendentes de japoneses afetados pelo fluxo imigratório entre Brasil e Japão, conhecido como fenômeno dekassegui, depois de 13 anos de separação.   | REMOÇÃO |   Dez anos antes de fazer a novela “Todas as Flores”, o diretor Luiz Antônio Pilar se juntou a Anderson Quack (“Vai Dançar”) para realizar esse documentário sobre o processo de remoção das favelas da zona sul da cidade do Rio de Janeiro nas décadas de 1960 e 1970, que deram origem a primeira experiência de criação dos conjuntos habitacionais de Vila Kennedy, Vila Aliança, Cidade de Deus, Cidade Alta, em Cordovil; Dom Jayme Câmara, em Padre Miguel e a Cruzada São Sebastião, no Leblon. O filme de 2013 finalmente estreia nos cinemas.   | PLAUTO, UM SOPRO MUSICAL |   O documentário aborda a vida e a obra de um dos maiores músicos gaúchos: Plauto Cruz, considerado por muitos o melhor flautista do Brasil. A direção é de Rodrigo Portela (do curta “Reflexos”).   | SUGA – ROAD TO D-DAY |   | J-HOPE – IN THE BOX |   As duas produções da Disney+ sobre integrantes do BTS ganham exibição limitada nos cinemas. Os documentários focam os processos criativos de Suga e J-Hope, que encaram os desafios da carreira solo durante a pausa do grupo fenômeno do K-Pop. As produções têm várias cenas de viagens internacionais, com destaque para a apresentação de J-Hope no Lollapalooza norte-americano. Ambos estão disponíveis em streaming.

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    Destinos de “Superman & Lois” e “Gotham Knights” são revelados

    13 de junho de 2023 /

    A rede americana de TV The CW anunciou o destino de suas últimas séries baseadas nos quadrinhos da DC Comics. E apenas uma vai continuar no ar. “Gotham Knights” foi cancelada na 1ª temporada, enquanto “Superman & Lois” continuará a ter episódios inéditos em seu quarto ano de produção. O canal também anunciou a renovação de “All American: Homecoming” para sua 3ª temporada. O CW foi o lar do “Arrowverso” e já chegou a ter 10 séries diferentes da DC em sua programação. “Superman & Lois” agora é a última sobrevivente da lista. O cancelamento de “Gotham Knights” chega a duas semanas do final da temporada inaugural, que agora servirá como fim da série. O programa estreou em 4 de março e vai concluir sua trajetória de 13 episódios em 27 de junho nos EUA. A série é disponibilizada no Brasil, com alguns dias de atraso, pela plataforma HBO Max.   “Gotham Knights” Baseada em personagens da DC Comics, a série tem uma premissa inédita nos quadrinhos, ao se passar em Gotham City após a morte de Batman. A produção toma enormes liberdades com o universo DC, misturando cronologias extremamente distantes, como a participação de Harvey Dent como um promotor bonzinho, que ainda não virou o vilão Duas-Caras, e Carrie Kelley (a Robin criada por Frank Miller no futuro distópico de “O Cavaleiro das Trevas”) como a atual Robin – que também virou uma adolescente negra em vez de ruiva. Além disso, a produção é protagonizada por um personagem exclusivo da série: Turner Hayes, filho adotivo de Bruce Wayne/Batman. A história segue o filho adotivo rebelde de Bruce Wayne, que se vê forçado a forjar uma aliança improvável com vilões juvenis, após todos serem incriminados no assassinato do herói. Procurados pela polícia, eles se tornam fugitivos, que além de lutar para limpar seus nomes e desmascarar a conspiração por trás do crime, acabam ocupando o vácuo da ausência de Batman, quando Gotham fica mais perigosa que nunca, tornando-se “sua próxima geração de salvadores”. O elenco destaca Olivia Rose Keegan (a Lily de “High School Musical: The Musical: The Series”) como Duela (Dent), que surgiu nos quadrinhos afirmando ser filha do Coringa, Anna Lore (“All American”) como Stephanie Brown, que já assumiu a identidade de três heroínas diferentes nos quadrinhos da DC (Spoiler, Robin e Batgirl), Navia Robinson (a Nia de “A Casa da Raven”) como a citada Robin/Carrie Kelley, Fallon Smythe (“Grown-ish”) e Tyler DiChiara (“Relish”) como Pássaro Azul e seu irmão, além de Oscar Morgan (“Warren”) como Turner Hayes e Misha Collins (o Castiel de “Supernatural”) como Harvey Dent. “Gotham Knights” foi desenvolvida pelos roteiristas Chad Fiveash, James Stoteraux e Natalie Abrams, que escreviam “Batwoman”, e a produção é de Greg Berlanti, o mentor do “Arrowverso”.   “Superman & Lois” O fim de “Gotham Knights” deixa “Superman & Lois” como a última produção DC restante na CW. Em janeiro, os recém-nomeados chefes do DC Studios, Peter Safran e James Gunn, anunciaram planos de continuar “Superman & Lois” por “uma ou duas temporadas a mais”, enquanto a empresa reajusta sua nova abordagem em relação a projetos de televisão. Agora, a renovação está oficialmente confirmada, com uma encomenda de 10 episódios para a 4ª temporada. A série também é uma produção da Berlanti Productions. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do “Arrowverso”, Greg Berlanti, a produção acompanha a rotina de Superman (Tyler Hoechlin, de “Teen Wolf”), dividido entre crises mundiais e problemas domésticos que envolvem sua esposa, interpretada por Elizabeth Tulloch (“Grimm”), e os filhos adolescentes – Alexander Garfin (“Law & Order: SVU”) e Michael Bishop (da série australiana “Grace Beside Me”). No Brasil, a serie é disponibilizada pela HBO Max.   “All American: Homecoming” Por fim, “All American: Homecoming”, que estreou na primavera norte-americana (nosso outono) de 2022, retornará para uma 3ª temporada de 13 episódios. O spin-off da popular série esportiva acompanha a jovem Simone Hicks, interpretada por GeffriMaya (“Private Practice”), enquanto ela frequenta uma faculdade historicamente negra. Em “All American”, a personagem era uma veterana da escola de ensino médio Beverly High, além de ser namorada de um dos personagens centrais, e na atração derivada vive os altos e baixos do início da idade adulta. A série é a primeira criação da showrunner de “All American”, Nkechi Okoro, e também é uma produção da Berlanti Productions. Em seu retorno, continuará a fazer companhia à atração principal, que foi renovada com antecedência para sua 6ª temporada. “Estamos entusiasmados em trazer ‘All American: Homecoming’ e ‘Superman & Lois’ de volta”, disse Brad Schwartz, presidente de entretenimento da The CW, em um comunicado. “Essas séries são duas das mais fortes em nossas plataformas lineares e digitais, com alguns dos fãs mais apaixonados de toda a televisão. Somos gratos aos nossos parceiros da Warner Bros. Television e Berlanti Productions por sua contínua colaboração e mal podemos esperar para começar as novas temporadas.” Confira trailers das três atrações.

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  • Filme

    Bruna Marquezine tem destaque no novo pôster de “Besouro Azul”

    9 de junho de 2023 /

    A Warner Bros. divulgou novos pôsteres de “Besouro Azul” com uma novidade. Um deles destaca a participação de Bruna Marquezine, que faz sua estreia em Hollywood. Vale lembrar que o primeiro pôster do filme foi divulgado durante a CCXP22, em dezembro do ano passado, com a presença de Xolo Maridueña (“Cobra Kai”) e Bruna, mas a imagem trazia apenas o super-herói do título. Conheça a história de “Besouro Azul” Na trama, Bruna vive uma mulher misteriosa que entrega o escaravelho – numa embalagem de hamburger – para Jaime Reyes, o personagem de Xolo Maridueña, pedindo para protegê-lo. Mas o rapaz tem uma surpresa ao abrir o pacote em casa e se transformar no hospedeiro de uma arma de outro mundo. Ao se fundir à sua espinha, o traje tecnológico extraterrestre possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que o traje tem uma agenda própria e não é sempre que obedece aos comandos do jovem. A produção é centrada na terceira e mais recente versão do personagem nos quadrinhos, o que torna “Besouro Azul” o primeiro filme de super-herói latino feito nos EUA. O roteiro foi escrito por por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”), a direção é de Ángel Manuel Soto (“Twelve”) e o elenco ainda destaca Adriana Barraza (“Rambo: até o fim”), Damian Alcázar (“O poderoso vitória”), Raoul Max Trujillo (“The Last Manhunt”), George Lopez (“Spare Paris”), Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”), Susan Sarandon (“Thema e Louise”) como vilã e a cantora Becky G (“Power Rangers”) como a voz de Khaji-Da, a forma de vida alienígena que serve de traje para o Besouro Azul. A estreia vai acontecer em 17 de agosto no Brasil. BESOURO AZUL! O poster oficial de #BlueBeetle já está entre nós 💙 Reconhecem alguém especial aí? Pode entrar, Bruna Marquezine, a dona do meu coração! 🥺 pic.twitter.com/NOJgENOcCK — Warner Channel Brasil (@WarnerChannelBR) June 8, 2023

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    “The Flash” ganha mural de grafite com visita do diretor no Beco do Batman

    9 de junho de 2023 /

    A Warner Bros. apostou em uma forma diferente de divulgar de “The Flash” no Brasil. O aguardado longa da DC, estrelado por Ezra Miller, ganhou um mural de grafite exclusivo no Beco do Batman, em São Paulo. O local é um ponto turístico popular no bairro de Vila Madalena por exaltar a arte urbana – e foi rebatizado como Beco do Flash para a promoção do filme. O novo espaço dedicado ao lançamento da DC é um mural gigante pintado pelo artista Thobias Daneluz. A arte retrata as duas versões do herói velocista presentes no novo filme, e ainda destaca a Supergirl e o Batman, interpretados por Sasha Calle e Michael Keaton, respectivamente. Um vídeo divulgado pela Warner Bros. mostra o diretor Andy Muschietti visitando o espaço durante sua curta passagem pelo Brasil. O diretor desembarcou em território brasileiro no começo da semana para divulgar o longa. Durante a visita ao grafite, ele cumprimentou Daneluz e os fãs que estavam presentes no local. O material ainda mostra o passo a passo da pintura no muro.   The Flash já é um sucesso de crítica Baseada no famoso arco dos quadrinhos “Flashpoint” (ou Ponto de Ignição, no Brasil), “The Flash” leva o herói a uma aventura no multiverso onde encontra variantes de heróis conhecidos, como Batman e Supergirl. Isto porque, ao decidir voltar no tempo para impedir o assassinato de sua mãe, ele acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. O longa é bastante aguardado pelos fãs com promessas de easter-eggs (referências) e surpresas nostálgicas. Entre a crítica, foi aclamado como o melhor filme da DC lançado nos últimos anos. No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, conta com 72% de aprovação até o momento, com base em 71 avaliações. “The Flash” chega aos cinemas brasileiros na próxima quinta (15/6), um dia antes do lançamento nos EUA. Confira o trailer abaixo.

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    “The Flash” é melhor filme da DC, segundo críticos dos EUA

    7 de junho de 2023 /

    O aguardado filme “The Flash” está bem próximo de estrear nos cinemas e já começou a ganhar as primeiras criticas. Replicando as primeiras impressões após a première, o longa conquistou um saldo positivo da crítica especializada, com destaque a interpretação de Erza Miller no papel do velocista. No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa alcançou 72% de aprovação até o momento, com base em 71 avaliações. Baseada no famoso arco dos quadrinhos “Flashpoint” (ou Ponto de Ignição, no Brasil), a trama leva o herói a uma aventura no multiverso onde encontra variantes de heróis conhecidos, como Batman e Supergirl. Isto porque, ao decidir voltar no tempo para impedir o assassinato de sua mãe, ele acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. No universo alternativo que ele cria, Superman nunca chegou a Terra. Assim, não há ninguém capaz de impedir a invasão do General Zod (Michael Shannon). Cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. Com a ajuda de um Batman mais velho (Michael Keaton, que viveu o herói em filmes de 1989 e 1991) e de sua própria versão mais jovem desse novo mundo, ele consegue liberar um kryptoniano para auxiliá-los: Kara, uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”) – que é a primeira intérprete latina da heroína. Dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”), o longa é aguardado pelos fãs com promessas de easter-eggs (referências) e surpresas nostálgicas. Já os críticos apontam que o melhor do filme é mesmo a interpretação de Miller. Também destacam as referências ao que já foi apresentado da DC Comics nos cinemas e o arco do personagem como os pontos fortes. Enquanto os aspectos negativos mais citados são os efeitos especiais e a batalha final, que deixariam a desejar, mas não comprometem o trabalho de direção.   Despedida do Snyderverso O longa também foi considerado uma despedida digna do Snyderverso, o universo apresentado por Zack Snyder entre “O Homem de Aço” (2013) e “Liga da Justiça” (2017), e abre as portas para a nova fase da DC nos cinemas, comandada por James Gunn e Peter Safran. “De várias maneiras, grandes e pequenas, essa história parece uma carta de despedida ao Snyderverso, enquanto brinca com os muitos elementos que o DCEU introduziu ao longo dos anos e adiciona uma nova camada ao filme fundamental, ampliando assim a jornada de super-herói de Barry de maneira profunda”, descreve Joshua Yehl, do IGN.   Ezra Miller aclamado como Flash Quando foi propriamente apresentado em “Liga da Justiça” (2017), o Barry Allen de Ezra Miller serviu como o alívio cômico da trama, o que não agradou muito aos fãs. “Houve uma tendência do ator em ‘Liga da Justiça’, particularmente a versão de Joss Whedon, para agir incansavelmente como o alívio cômico do filme”, apontou Chris Hewitt da revista Empire. Agora, o ator ganha sua redenção, ao demonstrar sua capacidade para interpretar mais de uma versão do herói – e interagir consigo mesmo. De acordo com Owen Gleiberman, da Variety, Miller é o “ator perfeito” para dar vida ao velocista em todas as suas variantes. “Com sobrancelhas escuras esculpidas, olhos amendoados e lábios insinuantes, o ator é um assunto de câmera hipnotizante”, escreveu. “Miller é despreocupado, irritado, irascível e irresistível”. Pete Hammond, do Deadline, ainda acrescenta que sua abordagem é “inteligente, engraçada, emocionante e completamente fantástica para um personagem que existe há mais de 80 anos, mas nunca recebeu o destaque que merecia – até agora”.   O multiverso da DC Segundo os críticos, apesar de ser um filme sobre o Barry Allen, outros rostos ocupam bastante tempo de tela. Especialmente, as versões do Batman de Michael Keaton e Ben Aflleck, que são de realidades diferentes. “Há muitas aparições do Batman, mas isso complementa e não pesa”, esclarece Yehl. De acordo com Hewitt, o diretor garante que este “seja um filme do Flash”, mesmo com vários coadjuvantes de peso. Por outro lado, a trama não abre muito espaço para desenvolver os personagens recém-apresentados, como a Supergirl de Sasha Calle (“The Young and the Restless”) e a Iris West de Kiersey Clemons (“Somebody I Used to Know”). “A atriz Sasha Calle brilha tanto quanto pode, dada a natureza superficial do papel, e consegue causar impacto com sua Kara Zor-El desiludida, que nutre uma mágoa compreensível contra a humanidade”, aponta o crítico do IGN. A novata também é bastante elogiada pelo Hollywood Reporter. “Em uma impressionante estreia no cinema, a recém-chegada Calle é uma silenciosa ladrão de cenas, canalizando a energia mal-humorada de Kristen Stewart e uma fisicalidade forte que é um bom presságio para sua potencial elevação para ter seu filme próprio”, escreveu o crítico David Rooney. Entretanto, o filme não abre muito espaço para o interesse amoroso de Barry Allen, interpretada por Clemons. “Simplesmente não há tempo suficiente para desenvolvê-la além de ser apenas uma ferramenta para as realizações de Barry”, escreveu Ross Bonaime, do Collider. Já sobre o vilão na história, o crítico da Empire afirma que o filme não destaca um inimigo específico: “Curiosamente, não há realmente um antagonista. Embora o General Zod, interpretado por Michael Shannon, apareça, Muschietti o mantém à distância, reconhecendo que tem todo o conflito de que precisa em seu herói atormentado pela culpa”.   A volta do melhor Batman Se houve jornalistas entusiasmados com a Supergirl de Sasha Calle, a volta de Michael Keaton ao papel de Batman fez chover elogios. “É uma performance para enlouquecer”, escreveu David Gonzalez, do blog The Cinematic Reel. “Keaton ainda tem aquela velha alegria de viver do Batman. Mesmo tardiamente, é muito divertido vê-lo de volta em mais uma aventura”, derreteu–se Matt Singer, do ScreenCrush. “Keaton nunca esteve melhor no papel. É uma reinvenção fantástica do personagem para o ator e para o próprio Batman”, elogiou Pete Hammond, do Deadline. Ele “abraça totalmente um Cavaleiro das Trevas cansado e quase louco para entregar uma performance que é impossível não apreciar”, completou Brandon Zachary, do CBR.   O melhor filme da DC Muito elogiado em sessões prévias por famosos como Tom Cruise e o novo chefão da DC, James Gun, “The Flash” chegou a ser chamado por alguns de melhor filme de super-heróis já feito. Agora, a crítica aponta se esse exagero faz sentido. Surpresa: teve quem afirmasse positivamente que sim. “O hype é real”, escreveu Pete Hammond, o crítico veterano do Deadline. “‘The Flash’ pode não ser o melhor filme de quadrinhos já feito, mas chega bem perto. Facilmente o melhor do gênero desde ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’, com um tratamento refrescante, revigorante e extremamente divertido, que é o melhor possível quando se trata de cenas cinematográficas de super-heróis”. Já David Rooney, do Hollywood Reporter, avaliou que “o burburinho de tirar o fôlego” alimentado pela Warner “fez parecer que o diretor Andy Muschietti e a roteirista Christina Hodson haviam orquestrado com sucesso a segunda vinda do DCEU [sigla de Universo Extendido da DC, em inglês]”. Ele conclui dizendo que “os elogios iniciais sobre ‘The Flash, chamando-o de um dos maiores filmes de super-heróis já feitos, era pura hipérbole. Mas na história recente e acidentada do DCEU certamente é uma produção muito acima da média”. Acima da média significa, no caso, melhor que todos os filmes do Snyderverso. Sua comparação está sendo feita, na verdade, com os “clássicos”. “Um filme que exala a aura do passado, canalizando seus predecessores, o ‘Superman’ de 1978 e o ‘Batman’ de 1989”, disse David Gonzales, do Cinematic Reel. “De longe, o melhor filme pós-Christopher Nolan na Warner/DC”, elogiou David Fear, da revista Rolling Stone. Que DC? Daniel Howat, do blog Next Best Picture, disse que “The Flash” está a altura da Marvel: “’The Flash é o primeiro filme da DC a emular um pouco os primeiros filmes do Universo Cinematográfico da Marvel, algo que a DC vem perseguindo há muito tempo”.   Aspectos Negativos Apesar de todo o bom desempenho do filme, sua parcela negativa foi destacada nos efeitos especiais irreais e nas explicações mal feitas sobre o conceito de viagem no tempo. De acordo com os críticos, o longa usa abertamente como base o filme “De Volta Para o Futuro”, clássico dos anos 1980. “A maior falha em ‘The Flash’ é como o filme explora a viagem no tempo. O Flash dedica tempo para estabelecer as regras, usando ‘De Volta para o Futuro’ como um ponto de referência constante e fácil”, aponta Bonaime. “Embora ‘The Flash’ seja bastante agradável como uma história de multiverso, os maiores problemas do filme surgem desse aspecto de viagem no tempo, que estabelece suas próprias regras e depois as ignora quando é conveniente”. Em relação aos efeitos especiais, o crítico do Collider também reclama do uso excessivo de CGI, que é “quase uma distração da qualidade” do filme. “Muschietti tenta tornar a corrida de Barry em alta velocidade o mais legal possível, mas nunca há qualquer peso nisso, e nunca parece ser mais do que um ator correndo por um mundo que simplesmente não existe”, disse. Segundo os críticos, isso foi algo que incomodou na percepção do público sobre as cenas de luta. “O excesso de confiança em efeitos especiais em grandes lutas deixa claro que ele nunca esteve sequer perto do set para esses momentos”, escreveu Bonaime. Apesar da narrativa elogiada, os especialistas apontam que o último ato desanda do ritmo apresentado desde o começo, correndo para reunir personagens em uma batalha final. “Infelizmente, essa parte é muito longa e é a única parte do filme que realmente cede aos clichês do gênero, mas tem um desfecho redentor incrível”, disse Hammond. “The Flash” chega aos cinemas brasileiros em 15 de junho, um dia antes do lançamento nos EUA. Confira o trailer abaixo.

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  • Becky G em besouro azul
    Filme

    Cantora Becky G entra em “Besouro Azul”

    5 de junho de 2023 /

    A cantora e atriz Rebecca Marie Gomez (“Power Rangers”), popularmente conhecida como Becky G, virou uma aquisição de última hora do filme do Besouro Azul. O anúncio foi feito pela própria atriz nas redes sociais. O longa, marcado para estrear em 23 de agosto de 2023, é baseado num herói dos quadrinhos da DC Comics. Becky G foi escolhida para dar voz a Khaji-Da, uma forma de vida alienígena em forma de escaravelho, que tem o objetivo de se apossar do corpo de seu usuário para conquistar planetas. Mas um defeito faz com que passe a conviver com Jamie Reyes, seu hospedeiro terrestre, virando uma espécie de traje poderoso com inteligência, que possui a capacidade de analisar amostras, extrair informações, hackear sistemas e tudo o mais. A estrela é conhecida, principalmente, por suas canções “Shower”, bem como pelas canções latinas “Mamiii” e “Mayores”. Como atriz, sua trajetória é tímida, tendo feito uma aparição principal como a ranger amarela no filme “Power Rangers”, de 2017. Ela também participou da série musical “Empire”. Conheça a história de “Besouro Azul” “Besouro Azul” marca a estreia de Bruna Marquezine (“Maldivas”) em Hollywood. Na trama, ela é vive uma mulher misteriosa que entrega o escaravelho – numa embalagem de hamburger – para Jaime Reyes, o personagem de Xolo Maridueña (“Cobra Kai”), pedindo para protegê-lo. Mas o rapaz tem uma surpresa ao abrir o pacote em casa e se transformar no hospedeiro de uma arma de outro mundo. Ao se fundir à sua espinha, o traje tecnológico extraterrestre possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que o traje tem uma agenda própria e não é sempre que obedece aos comandos do jovem. A produção é centrada na terceira e mais recente versão do Besouro Azul nos quadrinhos, o que torna “Besouro Azul” o primeiro filme de super-herói latino feito nos EUA. Esse detalhe faz diferença, como fica claro na piada que encerra a prévia e chama Batman de fascista. O roteiro foi escrito por por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”), a direção é de Ángel Manuel Soto (“Twelve”) e o elenco ainda destaca Adriana Barraza (“Rambo: até o fim”), Damian Alcázar (“O Poderoso Vitória”), Raoul Max Trujillo (“The Last Manhunt”), , George Lopez (“Spare Paris”) e Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”) e Susan Sarandon (“Thema e Louise”) como vilã. A estreia acontece em 17 de agosto no Brasil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Blue Beetle (@bluebeetle)

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    Sequência de “The Flash” já tem roteiro pronto

    3 de junho de 2023 /

    Embora a Warner nunca tenha anunciado, o estúdio já possui um roteiro pronto para uma possível sequência de “The Flash”. Segundo apurou a revista Variety, o roteiro é assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que escreveu o primeiro filme de “Aquaman” (2018), e volta a incluir na sua história o Batman de Michael Keaton e a nova Supergirl de Sasha Calle. A produção está em fase de espera, aguardando a repercussão do primeiro filme, que tem sido bastante elogiado internamente, do chefão do conglomerado David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, ao chefão do DC Studios, James Gunn. “Vou dizer aqui que ‘Flash’ é provavelmente um dos maiores filmes de super-heróis já feitos”, proclamou Gunn. E este aval pode indicar que Flash sobreviverá ao reboot do DCU (Universo Cinematográfico da DC), que Gunn e o copresidente do DC Studios Peter Safran pretendem realizar. Mas para confirmar esse destino, o filme precisa primeiro se provar um blockbuster – e as expectativas do mercado são otimistas neste sentido, com projeção de abertura acima de US$ 70 milhões no mercado norte-americano. Só que um sucesso nas bilheterias pode não ser o bastante. Ainda há o fator Ezra Miller. Intérprete do Flash, Miller se envolveu em várias polêmicas após as filmagens, com surtos de violência e crime de furto, que renderam detenção e ida a tribunal. Mas desde que se internou para tratamento no ano passado, elu têm se mantido fora da mídia. A Warner, inclusive, está promovendo o filme sem participação de sua estrela não binária, que não está dando entrevistas. Por conta da expectativa e o clima que envolve a produção, o diretor Andy Muschetti, responsável pelo longa, tem sido muito questionado a respeito do futuro da franquia. Recentemente, em entrevista ao podcast Discourse, ele confirmou que estaria interessado em continuar a história num novo filme com a volta de Ezra Miller ao papel principal. “Se [uma sequência] acontecer, sim”, disse Muschietti. “Eu não acho que haja alguém que possa interpretar esse personagem tão bem quanto elu. As outras representações do personagem são ótimas, mas essa visão particular do personagem, elu se destacou em fazer. Parece um personagem que foi feito para elu.” “The Flash” tem estreia marcada para o dia 15 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer do filme.

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    Último trailer de “The Flash” mostra mais personagens dos filmes de Zack Snyder

    24 de maio de 2023 /

    A Warner Bros. divulgou o trailer final e novos pôsteres de “The Flash”. A prévia tem tom épico e mostra mais participações do elenco dos filmes de Zack Snyder, como Jeremy Irons no papel de Alfred e Kiersey Clemons como Iris West, além de Ben Affleck em sua última aparição como Batman e Michael Shannon como Zod. “The Flash” vai adaptar um dos arcos recentes mais famosos dos quadrinhos da DC Comics, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint), onde o velocista volta no tempo, contra os conselhos de Bruce Wayne (na versão de Ben Affleck), para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. No universo alternativo que ele cria, Superman nunca chegou a Terra. Assim, não há ninguém capaz de impedir a invasão de Zod. Cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. Com a ajuda de um Batman mais velho (Michael Keaton, que viveu o herói em filmes de 1989 e 1991) e de sua própria versão mais jovem desse novo mundo, ele consegue liberar um kryptoniano para auxiliá-los: Kara, uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”) – que é a primeira intérprete latina da heroína. Com direção de Andy Muschietti (“It – A Coisa”), o filme estreia em 15 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Diretor revela aparição do Superman de Nicolas Cage em “The Flash”

    24 de maio de 2023 /

    O aguardado “The Flash” tem provocado os fãs da DC Comics desde a divulgação das primeiras escalações do elenco. O longa dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”) promete trazer diversas referências ao mundo dos quadrinhos, além de participações surpreendentes de atores como Ben Affleck (“Air: A História por trás do Logo”) e Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) de volta ao papel de Batman. Por outro lado, as surpresas não param por aí. Durante entrevista à revista Esquire do Oriente Médio, o diretor revelou mais uma participação especial. De forma inesperada, o ator Nicolas Cage (“Renfield: Dando o Sangue Pelo Chefe”) teve sua presença confirmada no longa, onde vai finalmente assumir a capa do Superman. “Nic foi absolutamente maravilhoso”, disse Muschietti. “Ele é um grande fã do Superman. Um fanático por quadrinhos”. “Embora o papel fosse uma participação especial, ele mergulhou nele… Sonhei toda a minha vida trabalhar com ele. Espero poder trabalhar com ele novamente em breve”, declarou Muschietti. Há exatos 25 anos, Cage foi escalado para interpretar o Superman em uma versão do herói dirigida por Tim Burton (“Wandinha”). Intitulado “Superman Lives”, o projeto seria rodado em 1997, com o roteiro de Kevin Smith (“Tusk: A Transformação”). Com vários empecilhos, incluindo a falta de sincronia entre as ideias de Smith com o produtor Jon Peters (“Superman – O Retorno”), o projeto acabou nunca vendo a luz do dia. Fã de carteirinha do personagem, Cage até nomeou seu filho Kal-El, em homenagem ao nome do herói em seu planeta natal, Krypton. Agora, o ator poderá ser visto no uniforme que vestiu anos atrás durante a pré-produção do filme nunca realizado. Mesmo que seja uma participação pequena na trama de “The Flash”. Recentemente, Cage comentou sobre o papel em entrevista à revista Variety, afirmando que sua versão do herói seria “mais um Superman dos anos 1980 com cabelos compridos pretos de samurai”. “Eu pensei que seria um Superman realmente diferente, meio emo, mas nunca chegamos lá”, comentou sobre o antigo projeto. A trama de “The Flash” adapta um dos arcos recentes mais famosos dos quadrinhos da DC Comics, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint). Na história, o velocista volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. No universo alternativo que ele cria, Superman nunca chegou a Terra. Assim, não há ninguém capaz de impedir a invasão de Zod (Michael Shannon). Cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. “The Flash” estreia no dia 15 de junho no Brasil e no dia seguinte nos Estados Unidos.

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    Vídeo de “The Flash” destaca volta de Michael Keaton ao papel de Batman

    21 de maio de 2023 /

    A Warner Bros. divulgou um novo vídeo de “The Flash”, em que o diretor Andy Muschietti e sua irmã e produtora Barbara comentam sobre o retorno de Michael Keaton como Batman. “É como trazer de volta um clássico, como trazer de volta os Beatles”, diz o diretor na prévia, que inclui imagens do filme. Numa cena, o ator repete sua famosa frase de “Batman” de 1989: “Você quer ficar louco? Vamos enlouquecer”. A Warner Bros. exibiu “The Flash” pela primeira vez na íntegra no evento CinemaCon, onde Keaton recebeu elogios por seu retorno como Batman. Em entrevista à Variety no ano passado, o ator contou que topou interpretar Batman pela terceira vez porque parecia divertido. “Eu estava curioso para saber como seria depois de tantos anos. Não tanto eu fazendo isso – obviamente, um pouco disso – mas eu estava apenas curioso, estranhamente. Essa coisa toda é gigantesca. Eles têm seu próprio mundo. Então, gosto de olhar para isso como alguém de fora, pensando ‘Minha nossa!’” Com um orçamento aproximado de US$ 220 milhões, o filme promete ser um grande encontro de super-heróis da DC Comics, lotado de referências aos quadrinhos e às adaptações clássicas no cinema. Apostando no multiverso, “The Flash” ainda terá Ben Affleck reprisando o papel de Batman de “Liga da Justiça” e a primeira Supergirl morena das telas, vivida por Sasha Calle (da novela “The Young and the Restless”), sem esquecer do personagem-título vivido por Ezra Miller (“Liga da Justiça”) em dose dupla. A trama adapta um dos arcos recentes mais famosos dos quadrinhos da DC Comics, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint), onde o velocista volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. No universo alternativo que ele cria, Superman nunca chegou a Terra. Assim, não há ninguém capaz de impedir a invasão de Zod (Michael Shannon). Cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. “The Flash” estreia no dia 15 de junho no Brasil e no dia seguinte nos Estados Unidos.

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    Série documental contará história da Warner Bros. Veja o trailer

    19 de maio de 2023 /

    A HBO Max divulgou o trailer de uma série documental sobre a história da Warner Bros., em homenagem aos 100 anos do estúdio completados no último 4 de abril. “100 Years of Warner” vai contar com depoimentos de mais de 60 atores, cineastas e especialistas da indústria, incluindo Martin Scorsese (“O Irlandês”), Oprah Winfrey (“Uma Dobra no Tempo”), Keanu Reeves (“John Wick 4”), Todd Phillips (“Coringa”), Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha 1984”) e George Clooney (“Ingresso para o Paraíso”). “A Warner Bros. estava lá desde o começo – não apenas criando uma forma de arte, mas também uma indústria – e você tinha que ser firme”, diz Scorsese no trailer. “Todos procuramos a Warner Bros. em busca de filmes que tivessem uma qualidade especial para eles e arriscamos”. Dividido em quatro partes, a série contará com a narração do ator Morgan Freeman. A direção é assinada por Leslie Iwerks, que também foi responsável pelo documentário sobre os parques temáticos da Disney, “A História do Imagineering”, lançado em 2019. Com clipes de filmes e séries de televisão produzidos pelo estúdio, a série vai contar a história da Warner Bros. desde sua fundação, passando pelas diferentes fases de evolução do estúdio, que fizeram a empresa se tornar uma potência global do entretenimento. Criada pelos irmãos Harry, Albert, Sam e Jack Warner no início dos anos 1920, a Warner Bros. é dona de uma longa lista de títulos, incluindo as franquias “Harry Potter”, “Matrix” e os longas de super-heróis da DC Comics. As duas primeiras partes chegam na HBO Max na próxima quinta-feira (25/5), após estrearem no Festival de Cannes um dia antes. As duas partes restantes estarão disponíveis em 1º de junho.

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