Daniel Radcliffe é “Weird Al” Yankovic em teaser de biografia
A plataforma americana Roku divulgou o primeiro teaser de “Weird: The Al Yankovic Story”, que traz Daniel Radcliffe (o Harry Potter) como o comediante “Weird Al” Yankovic. O filme biográfico foi escrito pelo próprio Yankovic em parceria com Eric Appel. Os dois já tinha feito um curta em 2010 para o canal “Funny of Die” contando uma versão fictícia da vida do comediante, que na ocasião foi interpretado por Aaron Paul (“Breaking Bad”). Como fez no curta, Eric Appel também vai dirigir e produzir o filme, que terá produção do Funny or Die. Conhecido por lançar clipes com paródias de músicas de sucesso, Yankovic é o artista de comédia com mais discos vendidos de todos os tempos. Cinco vezes vencedor do Grammy, seu lançamento de 2014, “Mandatory Fun”, foi o primeiro álbum de comédia da história a estrear em 1º lugar na parada de discos da Billboard. “Weird: The Al Yankovic Story” tem previsão de estreia para o outono (nossa primavera) nos EUA.
JK Rowling volta a atacar direitos de transexuais
A escritora britânica JK Rowling, criadora de “Harry Potter”, não abre mão de ser rotulada como transfóbica. Quando os fãs começam a esquecer suas declarações mais polêmicas, ela volta a carga para lembrar a todos que é contra os direitos de pessoas transexuais. Na segunda-feira (7/3), Rowling entrou em conflito com a primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, depois que um Projeto de Lei de Reforma do Reconhecimento de Gênero foi apresentado na semana passada em Holyrood, o parlamento escocês. A mudança legislativa visa simplificar a burocracia para o reconhecimento de gênero de pessoas transexuais, independente de relatórios médicos ou provas de uma transição. “Vários grupos de mulheres apresentaram evidências de boa fonte ao governo de Nicola Sturgeon sobre as prováveis consequências negativas dessa legislação para mulheres e meninas, especialmente as mais vulneráveis. Tudo foi ignorado”, escreveu Rowling em sua conta no Twitter. “Se a legislação for aprovada e essas consequências ocorrerem como resultado, não podem fingir que não foram avisados”, acrescentou. Uma fã com pseudônimo de personagem de quadrinhos questionou a escritora se ela queria mesmo ver seu legado morrer nesta “colina”, uma forma de se referir a batalha em inglês. “Sim, querida. Vou ficar aqui nesta colina, defendendo o direito de mulheres e meninas falarem sobre si mesmas, seus corpos e suas vidas da maneira que bem entenderem. Você se preocupa com seu legado, eu me preocupo com o meu”, Rowling respondeu. A primeira-ministra da Escócia também lamentou a posição da escritora. Em entrevista no programa de rádio “The World at One” da BBC Radio 4, ela afirmou que discordava “fundamentalmente” da oposição de Rowling ao Projeto de Reforma do Reconhecimento de Gênero sob a alegação de que ameaçaria mulheres vulneráveis. A legislação proposta “não dá mais direitos às pessoas trans, não dá às pessoas trans um único direito adicional que elas não têm agora. Nem tira das mulheres nenhum dos direitos atuais existentes que as mulheres têm sob a lei de igualdade”, argumentou Sturgeon. Rowling subiu na colina da intransigência em junho de 2020, quando tuitou pela primeira vez sobre um artigo de opinião a respeito de “pessoas que menstruam” e zombou do texto por não usar a palavra “mulheres”. O tuite gerou uma reação, já que mulheres transexuais não menstruam, o que levou a autora a se defender e elaborar seus pontos de vista em um ensaio, onde se declarou claramente contra os direitos dos transexuais, explorando a descrição mais sensacionalista e preconceituosa possível, reduzindo mulheres trans a estupradores em potencial. “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ser ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. A declaração foi confrontada por ninguém menos que Nicole Maines, estrela de “Supergirl” que viveu a primeira super-heroína transexual da TV. Ela se tornou conhecida aos 15 anos de idade por enfrentar o mesmo preconceito defendido por Rowling, sendo constantemente humilhada e impedida de frequentar o banheiro feminino de sua escola. Como também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying, sua família entrou com uma ação na Justiça contra discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e todas as escolas americanas foram proibidas de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. Sem argumentos para discutir com Maines, Rowling foi adiante, escrevendo um livro sobre um assassino travesti, “Sangue Revolto” (Troubled Blood), lançado no ano passado dentro da coleção de mistérios do detetive Cormoran Strike. Rowling também defendeu uma pesquisadora demitida após protestar contra mudanças de leis britânicas que passaram a reconhecer os direitos de pessoas transexuais, escrevendo no Twitter que “homens não podem se transformar em mulheres”. Esta postura transfóbica, disfarçada de feminismo, criou atrito até com os atores Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, que renegaram os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Daniel Radcliffe chegou a tuitar um pedido de desculpas em seu nome para a comunidade trans. Embora não tenha comentado as críticas dos intérpretes de “Harry Potter”, ela apagou um elogio a Stephen King nas redes sociais após escritor defender mulheres trans. Foi além: devolveu um prêmio humanitário que recebeu da fundação de Direitos Humanos batizada com o nome do falecido senador Robert F. Kennedy após Kerry Kennedy, filha do célebre político americano, manifestar sua “profunda decepção” com os comentário transfóbicos. Por “acaso”, ela também não apareceu no recente reencontro com o elenco dos filmes de “Harry Potter”, disponibilizado pela HBO Max, após ser rejeitada até por comunidades de fãs da franquia. Oficialmente, ela teria dito que as imagens de arquivo seriam suficientes. and those consequences ensue as a result, the @SNP govt can’t pretend it wasn’t warned. 2/2 — J.K. Rowling (@jk_rowling) March 7, 2022 Yes, sweetheart. I'm staying right here on this hill, defending the right of women and girls to talk about themselves, their bodies and their lives in any way they damn well please. You worry about your legacy, I'll worry about mine 😉 https://t.co/wLekwpMQEe — J.K. Rowling (@jk_rowling) March 8, 2022
Evan Rachel Wood vira Madonna em foto de filme
A plataforma de streaming Roku Channel divulgou uma foto de Evan Rachel Wood (“Westworld”) encarnando a cantora Madonna no filme sobre o comediante “Weird Al” Yankovic. A imagem mostra a rainha do pop durante a era de “Like a Virgin”. O rei das paródias musicais satirizou a música com a gravação de “Like a Surgeon”, um de seus primeiros hits, em 1985. Intitulado “Weird: The Al Yankovic Story”, o filme é estrelado por Daniel Radcliffe (o Harry Potter) no papel do comediante e ainda inclui Rainn Wilson (“The Office”) como o radialista Dr. Demento, além de Julianne Nicholson (“Mare of Easttown”) e Toby Huss (“Halt and Catch Fire”) como os pais de Weird Al. Conhecido por lançar clipes com paródias de músicas de sucesso, Yankovic é o artista de comédia com mais discos vendidos de todos os tempos. Cinco vezes vencedor do Grammy, seu lançamento de 2014, “Mandatory Fun”, foi o primeiro álbum de comédia da história a estrear em 1º lugar na parada de discos da Billboard. O próprio Yankovic escreveu o roteiro de seu filme, em parceria com Eric Appel. Os dois já tinha feito um curta em 2010 para o canal “Funny of Die” contando uma versão fictícia da vida do comediante, que na ocasião foi interpretado por Aaron Paul (“Breaking Bad”). Como fez no curta, Eric Appel também vai dirigir e produzir o filme, que volta a ter produção do Funny or Die, e promete “não poupar nenhum detalhe” da biografia de “Weird Al”, incluindo seus “affairs tórridos com celebridades e estilo de vida famosamente depravado”. “Weird: The Al Yankovic Story” ainda não tem previsão de estreia.
Daniel Radcliffe vira “Weird Al” Yankovic em foto de biografia
A plataforma americana Roku divulgou a primeira foto oficial de Daniel Radcliffe (o Harry Potter) como o comediante “Weird Al” Yankovic na biografia “Weird: The Al Yankovic Story”. O filme biográfico foi escrito pelo próprio Yankovic em parceria com Eric Appel. Os dois já tinha feito um curta em 2010 para o canal “Funny of Die” contando uma versão fictícia da vida do comediante, que na ocasião foi interpretado por Aaron Paul (“Breaking Bad”). Como fez no curta, Eric Appel também vai dirigir e produzir o filme, que terá produção do Funny or Die. Conhecido por lançar clipes com paródias de músicas de sucesso, Yankovic é o artista de comédia com mais discos vendidos de todos os tempos. Cinco vezes vencedor do Grammy, seu lançamento de 2014, “Mandatory Fun”, foi o primeiro álbum de comédia da história a estrear em 1º lugar na parada de discos da Billboard. “Weird: The Al Yankovic Story” ainda não tem previsão de estreia.
Daniel Radcliffe vai estrelar biografia de “Weird Al” Yankovic
Daniel Radcliffe (o Harry Potter) vai dar vida ao comediante “Weird Al” Yankovic em uma biografia para o canal de streaming da Roku. Intitulado “Weird: The Al Yankovic Story”, o filme biográfico foi escrito pelo próprio Yankovic em parceria com Eric Appel. Os dois já tinha feito um curta para o canal “Funny of Die” sobre a biografia do comediante em 2010, que foi estrelado por Aaron Paul (“Breaking Bad”). Como fez no curta, Eric Appel também vai dirigir e produzir o filme, que terá produção do Funny or Die. Conhecido por parodiar músicas, Yankovic é o artista de comédia com mais discos vendidos de todos os tempos. Cinco vezes vencedor do Grammy, seu lançamento de 2014, “Mandatory Fun”, foi o primeiro álbum de comédia da história a estrear em 1º lugar na parada de discos da Billboard. Lembre abaixo algumas das paródias famosas do comediante.
Escola inglesa tira nome de J.K. Rowling de seu prédio em crítica à transfobia
Uma escola britânica decidiu rebatizar um de seus prédios para tirar o nome da escritora J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, devido às polêmicas declarações da autora sobre questões de transexualidade, que lhe valeram acusações de transfobia. A Boswells School, em Chelmsford, no leste da Inglaterra, que atende alunos de 11 a 18 anos, explicou que mudou o nome do prédio para homenagear a medalhista de ouro olímpico Kelly Holmes. “Na Boswells School, promovemos uma comunidade escolar inclusiva e democrática, onde estimulamos os alunos a se desenvolverem como cidadãos autoconfiantes e independentes”, disse o diretor da instituição, Stephen Mansell. Os seis edifícios da instituição foram nomeados em homenagem a “destacados cidadãos britânicos”. “No entanto, após os vários pedidos de alunos e funcionários, estamos revisando o nome da nossa casa vermelha ‘Rowling’, à luz dos comentários e opiniões de J.K. Rowling sobre pessoas trans”, explicou. Rowling também não apareceu no recente reencontro com o elenco dos filmes de “Harry Potter”, disponibilizado pela HBO Max, após ser criticada pelos principais intérpretes da saga e rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter”. Oficialmente, ela teria dito que as imagens de arquivo seriam suficientes. Mas sua postura transfóbica, disfarçada de feminismo, criou atrito com Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, que renegaram os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. A cruzada de Rowling veio à tona há pouco mais de um ano, quando usou o Twitter para criticar uma reportagem que citava “pessoas que menstruam” para designar indivíduos do sexo feminino. “Tenho certeza que costumava existir uma palavra para essas pessoas”, escreveu ela, insinuando que a matéria deveria dizer apenas “mulheres”. Ela fez questão de esquecer que homens trans podem menstruar. Logo em seguida, a escritora acirrou sua campanha, explorando a descrição mais sensacionalista possível, ao considerar transexuais como estupradores em potencial. “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ser ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. A declaração foi confrontada por ninguém menos que Nicole Maines, estrela de “Supergirl” que viveu a primeira super-heroína transexual da TV. Ela se tornou conhecida aos 15 anos de idade por enfrentar o mesmo preconceito defendido por Rowling, sendo constantemente humilhada e impedida de frequentar o banheiro feminino de sua escola. Como também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying, sua família entrou com uma ação na Justiça contra discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil todas as escolas americanas foram proibidas de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. Inconformada, Rowling foi adiante, escrevendo um livro sobre um assassino travesti, “Sangue Revolto” (Troubled Blood), lançado no ano passado dentro da coleção de mistérios do detetive Cormoran Strike. Rowling também defendeu uma pesquisadora demitida após protestar contra mudanças de leis britânicas que passaram a reconhecer os direitos de pessoas transexuais, escrevendo no Twitter que “homens não podem se transformar em mulheres”. Embora não tenha comentado as críticas que recebeu dos intérpretes dos filmes de “Harry Potter”, ela apagou um elogio a Stephen King nas redes sociais após escritor defender mulheres trans. Foi além: devolveu um prêmio humanitário que recebeu da fundação de Direitos Humanos batizada com o nome do falecido senador Robert F. Kennedy após Kerry Kennedy, filha do célebre político americano, manifestar sua “profunda decepção” com os comentário transfóbicos. Daniel Radcliffe chegou a tuitar um pedido de desculpas em seu nome para a comunidade trans.
Especial de “Harry Potter” revela que Emma Watson pensou em deixar a franquia
O especial “Harry Potter: De Volta a Hogwarts”, lançado neste sábado (1/1) na HBO Max trouxe uma revelação da atriz Emma Watson. Durante uma conversa com os colegas Rupert Grint e Daniel Radcliffe, a intérprete da bruxinha Hermione Granger contou que chegou a cogitar abandonar a franquia durante a produção dos filmes. “Acho que fiquei com medo. Não sei se você já sentiu como se tivesse chegado a um ponto crítico, no qual pensa: ‘Isso é meio que para sempre agora'”, comentou a atriz, referindo-se ao período em que pensou em desistir. A revelação ganhou contexto do diretor David Yates, que comentou o clima da produção ao ser contratado para assumir a franquia no quinto longa, “Harry Potter e a Ordem da Fênix”, em 2007. “Quando eu comecei, uma coisa que [o produtor] e o estúdio falaram comigo foi que Emma não tinha certeza se queria voltar e fazer outro ‘Potter’”, disse Yates. O ator Tom Felton, intérprete de Draco Malfoy, complementou: “As pessoas definitivamente esquecem o que ela assumiu e como o fez graciosamente”, ele disse. “Dan [Radcliffe] e Rupert [Grint], eles tinham um ao outro. Eu tinha meus amigos, ao passo que Emma não era apenas mais jovem que todos, ela estava sozinha.” A atriz confirmou: “Eu encontrei uma entrada no meu diário que era tipo… hmmm. Pude ver que, às vezes, me sentia solitária”. Após ela compartilhar seus sentimentos, Grint e Radcliffe contaram que também pensaram o mesmo. “Eu também tive sentimentos parecidos com os de Emma, pensando em como seria a vida se eu encerrasse”, disse Rupert, sobre abandonar a franquia. “Nós nunca falamos realmente sobre isso. Acho que estávamos passando por isso no nosso próprio ritmo. Estávamos meio que no momento. Simplesmente não nos ocorreu que provavelmente todos nós tínhamos sentimentos semelhantes.” Daniel Radcliffe, o Harry Potter, concordou com os amigos, lembrando como difícil era para eles, jovens recém-saídos da infância, falarem sobre sentimentos com seus colegas. “Nunca conversamos sobre isso nos filmes, porque éramos apenas crianças”, disse Radcliffe. “Como um garoto de 14 anos, eu nunca iria me virar para outro garoto de 14 anos e ficar tipo, ‘Ei, como você está? Tipo, está tudo bem?’”. Ao final, Watson atribuiu sua decisão de permanecer na saga aos fãs e a amizade com os colegas de elenco. “Ninguém teve que me convencer a ir até o fim. Os fãs genuinamente queriam que tivéssemos sucesso, e todos nós genuinamente nos apoiamos. Quão bom é isso?”, completou. Veja abaixo o trailer da produção, já disponibilizada em streaming.
Especial de “Harry Potter” reúne elenco dos filmes em novo trailer
A HBO Max divulgou um novo trailer legendado de “Harry Potter: De Volta a Hogwarts”, especial que reúne novamente o elenco dos filmes do bruxinho para comemorar os 20 anos da franquia. A prévia mostra a felicidade dos atores ao se encontrarem e se verem literalmente de volta a Hogwarts, no set londrino dos filmes do bruxinho, durante uma confraternização repleta de momentos divertidos e também emotivos, especialmente no carinho demonstrado pelo trio protagonista, Daniel Radcliffe (Harry Potter), Emma Watson (Hermione Granger) e Rupert Grint (Ron Weasley). O encontro também inclui Bonnie Wright (Ginny Weasley), Tom Felton (Draco Malfoy), Oliver Phelps (George Weasley), James Phelps (Fred Weasley), Evanna Lynch (Luna Lovegood), Alfred Enoch (Dean Thomas), Matthew Lewis (Neville Longbottom), Robbie Coltrane (intérprete de Hagrid), Helena Bonham Carter (Bellatrix Lestrange), Gary Oldman (Sirius Black), Ralph Fiennes (Voldemort), Jason Isaacs (Lucius Malfoy), Imelda Staunton (Dolores Umbridge), os quatro diretores da franquia e outras estrelas dos oito filmes. Curiosamente, quem não aparece na lista de convidados do reencontro é a escritora J.K. Rowling, que se desentendeu com os principais intérpretes da saga e foi rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter”. O motivo foi sua postura transfóbica, disfarçada de feminismo, em seu site pessoal e nas redes sociais. Radcliffe, Watson e Grint renegaram os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Apesar disso, a Warner continua a parceria com a escritora no desenvolvimento dos prólogos de “Harry Potter”. Escrito por ela, “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” será lançado em abril de 2022. Já “De Volta a Hogwarts” será exibido no sábado (1/1) na HBO Max.
Especial de reencontro de “Harry Potter” ganha trailer emocionante
A HBO Max divulgou o trailer completo de “Harry Potter: De Volta a Hogwarts”, especial que reúne novamente o elenco dos filmes do bruxinho para comemorar os 20 anos da franquia. A prévia mostra os atores literalmente de volta a Hogwarts, no set londrino dos filmes do bruxinho, durante uma confraternização repleta de momentos divertidos e também emotivos, especialmente na constatação do trio protagonista, Daniel Radcliffe (Harry Potter), Emma Watson (Hermione Granger) e Rupert Grint (Ron Weasley), de que viram um ao outro crescer e serão sempre uma família. O encontro também inclui Bonnie Wright (Ginny Weasley), Tom Felton (Draco Malfoy), Oliver Phelps (George Weasley), James Phelps (Fred Weasley), Evanna Lynch (Luna Lovegood), Alfred Enoch (Dean Thomas), Matthew Lewis (Neville Longbottom), Robbie Coltrane (intérprete de Hagrid), Helena Bonham Carter (Bellatrix Lestrange), Gary Oldman (Sirius Black), Ralph Fiennes (Voldemort), Jason Isaacs (Lucius Malfoy), Imelda Staunton (Dolores Umbridge), os quatro diretores da franquia e outras estrelas dos oito filmes. Curiosamente, quem não aparece na lista de convidados do reencontro é a escritora J.K. Rowling, que se desentendeu com os principais intérpretes da saga e foi rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter”. O motivo foi sua postura transfóbica, disfarçada de feminismo, em seu site pessoal e nas redes sociais. Radcliffe, Watson e Grint renegaram os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Apesar disso, a Warner continua a parceria com a escritora no desenvolvimento dos prólogos de “Harry Potter”. Escrito por ela, “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” será lançado em abril de 2022. Já “De Volta a Hogwarts” será exibido no dia 1º de janeiro na HBO Max.
Sandra Bullock se aventura com Channing Tatum no trailer de “Cidade Perdida”
A Paramount divulgou o pôster e o primeiro trailer da comédia de ação “Cidade Perdida”, estrelada por Sandra Bullock (“Imperdoável”) e Channing Tatum (“Magic Mike”). Previamente apresentado como um novo “Tudo por uma Esmeralda” (1984), a prévia, na verdade, lembra mais as situações de “Viagem das Loucas”, o fracasso de 2017 de Amy Schumer. O longa segue uma escritora reclusa (Bullock) que tinha certeza de que nada poderia ser pior do que ficar presa em uma turnê de livro com seu modelo de capa (Tatum), até que um sequestro a coloca numa aventura implacável na selva. Quando o tal modelo resolve tentar salvá-la, os dois acabam perdidos na selva e descobrem que a aventura real é bem diferente dos romances de ficção. Só que, neste caso, a história é ficção do começo ao fim, e também inclui um tesouro perdido para a dupla encontrar. “Cidade Perdida” ainda destaca em seu elenco Daniel Radcliffe (o “Harry Potter”) como vilão e participação especial de Brad Pitt (“Era uma Vez… em Hollywood”) como um herói típico dos livros da personagem de Bullock. O roteiro é de Dana Fox (“Megarrromântico”), em parceria com Oren Uziel (“Mortal Kombat”), e direção é assinada pelos irmãos Adam e Aaron Nee (“The Last Romantic”). A estreia está marcada para 24 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
“Crianças” de “Harry Potter” voltam a se juntar em pôster de especial da HBO Max
A HBO Max divulgou nesta quarta-feira (15/12) o pôster promocional de “Harry Potter: De Volta a Hogwarts”, especial que reúne novamente o elenco dos filmes do bruxinho para comemorar os 20 anos da franquia. A imagem traz alguns dos integrantes mais jovens do elenco, incluindo Daniel Radcliffe (Harry Potter), Emma Watson (Hermione Granger), Rupert Grint (Ron Weasley), Bonnie Wright (Ginny Weasley), Tom Felton (Draco Malfoy), Oliver Phelps (George Weasley), James Phelps (Fred Weasley), Evanna Lynch (Luna Lovegood), Alfred Enoch (Dean Thomas) e Matthew Lewis (Neville Longbottom). O reencontro foi gravado no set de Londres onde o primeiro filme foi feito, e mostrará o elenco em meio aos cenários de Hogwarts. Além das “crianças”, a reunião contará também com Robbie Coltrane (intérprete de Hagrid), Helena Bonham Carter (Bellatrix Lestrange), Gary Oldman (Sirius Black), Ralph Fiennes (Voldemort), Jason Isaacs (Lucius Malfoy), Imelda Staunton (Dolores Umbridge), o diretor Chris Columbus e outras estrelas dos oito filmes. Embora os 20 anos de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” tenham sido comemorados em novembro passado, “De Volta a Hogwarts” será exibido no dia 1º de janeiro na HBO Max. O momento que estávamos esperando há 20 anos. A Comemoração de 20 Anos de #HarryPotter: #DeVoltaAHogwarts estreia no Ano Novo na HBO Max. pic.twitter.com/nq4D8qUfaT — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) December 15, 2021
J.K. Rowling volta a fazer comentários transfóbicos no Twitter
A Warner convidou o ator Johnny Depp a “se demitir” de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, após o escândalo da praticada contra sua então esposa, Amber Heard, vir à público. Também demitiu o ator Jamie Waylett da conclusão de “Harry Potter”, após o intérprete de Vincent Crabbe em seis filmes ser pego com maconha. Mas a escritora J.K. Rowling segue sem qualquer tipo de punição e cada vez mais à vontade em sua campanha para espalhar ódio contra a comunidade transexual nas redes sociais. Sete horas antes do estúdio liberar o primeiro trailer de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, a autora do roteiro do filme fez uma nova postagem transfóbica em seu Twitter. O assunto é o de sempre, sua obsessão favorita: atacar a autodeterminação de gênero sexual. Anexando o link de uma reportagem do jornal The Times, sobre uma decisão da polícia britânica de registrar estupros cometidos por criminosos com genitais masculinos como “femininos”, caso este seja o gênero com o qual se identificam, ela ironizou: “Guerra é paz. Liberdade é escravidão. Ignorância é força. O indivíduo com pênis que estuprou você é uma mulher”. Escolhida a dedo para não encontrar muita resistência entre defensores dos direitos transexuais – um fã de Rowling chegou ao ponto ao dizer que quem defende estupradores não pode estar certo – , a frase não é isolada. Ela integra uma conhecida história de ataques similares da escritora. A cruzada de Rowling veio à tona há pouco mais de um ano, quando também usou o Twitter para criticar uma reportagem que citava “pessoas que menstruam” para designar indivíduos do sexo feminino. “Tenho certeza que costumava existir uma palavra para essas pessoas”, escreveu ela, insinuando que a matéria deveria dizer apenas “mulheres”. Ela fez questão de esquecer que homens trans podem menstruar. Logo em seguida, a escritora acirrou sua campanha, explorando a descrição mais sensacionalista possível, ao considerar transexuais como estupradores em potencial. “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ser ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. A declaração foi confrontada por ninguém menos que Nicole Maines, estrela de “Supergirl” que viveu a primeira super-heroína transexual da TV. Ela se tornou conhecida aos 15 anos de idade por enfrentar o mesmo preconceito defendido por Rowling, sendo constantemente humilhada e impedida de frequentar o banheiro feminino de sua escola. Como também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying, sua família entrou com uma ação na Justiça contra discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil todas as escolas americanas foram proibidas de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. Inconformada, Rowling foi adiante, escrevendo um livro sobre um assassino travesti, “Sangue Revolto” (Troubled Blood), lançado no ano passado dentro da coleção de mistérios do detetive Cormoran Strike. Rowling também defendeu uma pesquisadora demitida após protestar contra mudanças de leis britânicas que passaram a reconhecer os direitos de pessoas transexuais, escrevendo no Twitter que “homens não podem se transformar em mulheres”. A agenda assumida de ódio fez o trio de intérpretes principais dos filmes de “Harry Potter”, Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, criticarem suas posições e defenderem a comunidade LGBTQIAP+. Até as maiores comunidades de fãs da franquia a renegaram publicamente, declarando que não mencionariam mais qualquer atividade da escritora que não tivesse a ver com Harry Potter. Ela não se manifestou sobre essas opiniões, mas apagou um elogio a Stephen King nas redes sociais após escritor defender mulheres trans. Foi além: devolveu um prêmio humanitário que recebeu da fundação de Direitos Humanos batizada com o nome do falecido senador Robert F Kennedy após Kerry Kennedy, filha do célebre político americano, manifestar sua “profunda decepção” com os comentário transfóbicos. A Warner não parece se importar. O único comunicado que o estúdio emitiu juntou uma frase sobre valorização dos “contadores de histórias” que dividem “suas criações conosco” (caso de Rowling) com outra sobre “responsabilidade de mostrar empatia e defender a compreensão de todas as comunidades e pessoas” (LGBTQIAP+ incluídos). E foi isso. Como dizer: peixe vive no mar, gostamos de maçãs. Sem qualquer sentido. “Valorizamos muito nossos contadores de histórias, que dão tanto de si para dividir suas criações conosco. Reconhecemos nossa responsabilidade de mostrar empatia e defender a compreensão de todas as comunidades e pessoas, particularmente aquelas com quem trabalhamos e aqueles que alcançamos com nosso conteúdo”, dia a íntegra do comunicado. Portanto, Rowling segue incentivada e imune a cancelamento. Nunca é demais lembrar que transexuais integram a comunidade com o maior número de vítimas de crimes violentos, nunca o contrário, e os perpetradores desses ataques sempre podem contar com um incentivo a mais. War is Peace.Freedom is Slavery.Ignorance is Strength.The Penised Individual Who Raped You Is a Woman.https://t.co/SyxFnnboM1 — J.K. Rowling (@jk_rowling) December 12, 2021
Astros de “Harry Potter” se reencontram na primeira foto do especial da HBO Max
O reencontro dos astros de “Harry Potter”, Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, é o destaque da primeira imagem do especial da HBO Max em comemoração aos 20 anos dos filmes. Intitulado “Harry Potter – 20 Anos de Magia: De Volta a Hogwarts”, o reencontro foi gravado no set de Londres onde o primeiro filme foi feito, e mostrará o elenco em meio aos cenários de Hogwarts. Embora os 20 anos de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” tenham sido comemorados em novembro passado, “De Volta a Hogwarts” será exibido no dia 1º de janeiro na HBO Max. A plataforma de streaming tem se especializado nesse tipo de projeto, já tendo exibido com sucesso especiais de reencontro das séries “Um Maluco no Pedaço” (Fresh Prince of Bel-Air) e “Friends”. A reunião do elenco de “Harry Potter” será a primeira versão desse formato dedicada à produções cinematográficas. Além dos intérpretes de Harry, Hermione e Ron, o especial também contará com Tom Felton (Draco Malfoy), Robbie Coltrane (intérprete de Hagrid), Helena Bonham Carter (Bellatrix Lestrange), Gary Oldman (Sirius Black), Ralph Fiennes (Voldemort), Jason Isaacs (Lucius Malfoy), Imelda Staunton (Dolores Umbridge), Bonnie Wright (Ginny Weasley), Evanna Lynch (Luna Lovegood), o diretor Chris Columbus e outras estrelas dos oito filmes. Curiosamente, quem não aparece na lista de convidados do reencontro é a escritora J.K. Rowling, que se desentendeu com os principais intérpretes da saga e foi rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter”. O motivo foi sua postura transfóbica, disfarçada de feminismo, em seu site pessoal e nas redes sociais. Radcliffe, Watson e Grint renegaram os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. Apesar disso, a Warner continua a parceria com a escritora no desenvolvimento dos prólogos de “Harry Potter”. Escrito por ela, “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” será lançado em abril de 2022.









