Danny Boyle teria saído do novo filme de 007 por atritos na escalação do vilão
O diretor Danny Boyle deixou a produção do próximo filme de 007 após uma disputa envolvendo a escalação do vilão, afirma o jornal britânico The Telegraph. Boyle supostamente queria um “clima de Guerra Fria” para o sucessor de “007 Contra Spectre”, e por isso havia escalado o ator polonês Thomasz Kot (“Rastros”) para interpretar um vilão de nacionalidade russa. O problema é que o astro Daniel Craig e os produtores Barbara Broccoli e Michael G. Wilson não gostaram da ideia, e no fim das contas sua influência se provou mais decisiva do que a de Boyle. A saída do cineasta foi confirmada pela produção da franquia na terça (21/8). Por enquanto, a próxima aventura de James Bond segue sem diretor. Christopher McQuarrie, que assinou os dois últimos filmes da franquia “Missão Impossível”, seria o favorito para assumir o cargo. O longa será o último de Craig como 007 e o 25º da franquia oficial. A estreia segue marcada para novembro de 2019, mas há rumores de que pode ser adiado, devido à troca em sua direção.
Diretor de Missão Impossível seria favorito para dirigir o novo filme de 007
Os produtores dos filmes de James Bond já estão considerando uma lista de substitutos para Danny Boyle, após o anúncio de que ele não será mais diretor do 25º longa oficial da franquia. E segundo o jornalista Justin Kroll, da revista Variety, o cineasta Christopher McQuarrie, responsável por “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, é um dos nomes cotados para a função. Entretanto, Kroll desconfia das próprias fontes e aponta que isso ainda é um rumor. Ele nem sequer levou à notícia para a Variety, deixando-a registrada apenas com um post no Twitter. Um dos motivos é que ele duvida que McQuarrie possa ter interesse na proposta. “Ele é escolha óbvia, após [o sucesso de] ‘Fallout'”, escreveu o jornalista. “Mas não tenho certeza se ele toparia, uma vez que já disse que pretendia fazer [apenas] material original”. Em outras palavras, uma proposta para McQuarrie esbarraria no mesmo problema encontrado para acomodar Danny Boyle, que só contemplou o projeto com a condição de filmar seu próprio roteiro, escrito em parceria com John Hodge – colaborador do diretor em títulos como “Trainspotting: Sem Limites” e “A Praia”. Apesar de aceitar a condição, os produtores já tinham um roteiro pronto para o filme – da dupla Neal Purvis e Robert Wade, que escreve para a saga 007 desde “O Mundo Não É o Bastante”, lançado em 1999. Ainda sem título oficial, o chamado “Bond 25” será o último filme de Daniel Craig como o espião secreto mais famoso do mundo. As filmagens continuam marcadas para dezembro e a previsão de lançamento é para outubro de 2019. Take this with a grain of salt but a name already being floated as a replacement is McQuarrie. This is just a rumor and has no clout behind it but is an obvious choice following FALLOUT. Not sure if he would be up for it since he has said he wants to do original material — Justin Kroll (@krolljvar) 21 de agosto de 2018
Novo filme de 007 perde o diretor por “diferenças criativas”
Por essa bomba nem James Bond esperava. O cineasta britânico Danny Boyle não vai mais dirigir a próxima aventura de 007. O Twitter oficial da franquia confirmou a saída do diretor, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser Um Milionário?”, a poucos meses do começo das filmagens. A mensagem veio “assinada” pelos produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, veteranos da franquia, além do astro Daniel Craig. “Michael G. Wilson, Barbara Broccoli e Daniel Craig anunciaram hoje que, devido a diferenças criativas, Danny Boyle decidiu não dirigir mais o 25º filme de James Bond”. O tuíte não esclarece se a produção vai usar o roteiro que Boyle desenvolveu para o filme, em conjunto com John Hodge, seu parceiro em títulos como “Trainspotting: Sem Limites” e “A Praia”. Vale lembrar que uma das condições impostas por Boyle para dirigir o filme, conforme apurado pela imprensa, incluía liberdade para criar um roteiro próprio. Segundo o site Deadline, o diretor já planejava fazer um thriller de espionagem quando foi sondado para assumir a franquia de 007. Sua proposta para os produtores consistia em transformar sua ideia original num filme de James Bond. O problema é que o estúdio já tinha um roteiro pronto para o filme – da dupla Neal Purvis e Robert Wade, que escreve para a saga 007 desde “O Mundo Não É o Bastante”, lançado em 1999. Isto originou um impasse, porque Boyle informou que não pretendia filmar se não fosse o seu roteiro. Após ouvir a premissa do cineasta, os produtores teriam lhe dado um tempo específico para finalizar o roteiro, antes de decidir o que fazer. Caso preferissem o roteiro de Purvis e Wade, buscariam outro diretor. A produção marcaria um reencontro de Boyle com o ator Daniel Craig. Responsável pela abertura das Olimpíadas de Londres, o diretor comandou Craig numa cena de paraquedismo em que ele viveu justamente 007 nos jogos olímpicos. A busca por um novo diretor para o filme deve começar em breve. Por enquanto, as filmagens seguem marcadas para começar em dezembro, visando uma estreia em 14 de novembro de 2019. Mas o recente anúncio de lançamento de um “modelo 007” do carro Aston Martin, marcado para 2020, sugere que um adiamento já pode ter sido decidido – afinal, é um caso de produto baseado em filme. Michael G. Wilson, Barbara Broccoli and Daniel Craig today announced that due to creative differences Danny Boyle has decided to no longer direct Bond 25. pic.twitter.com/0Thl116eAd — James Bond (@007) 21 de agosto de 2018
Astro de 007 tem lição da CIA sobre como ser um espião de verdade
O astro Daniel Craig foi convocado pela CIA para aprender a ser um espião de verdade. Ou pelo menos alguém que possa parecer mais realista que o 007 se mostrou até então no cinema. O site oficial da Agência de Inteligência dos Estados Unidos revelou que Craig teve uma reunião com agentes secretos verdadeiros para discutir a representação da profissão nos cinemas. A visita de Craig faz parte da iniciativa “Reel vs. Real” da CIA, que também trouxe membros da equipe da série “The Americans”, dedicada a espionagem durante a Guerra Fria (nos anos 1980), para a sede da agência governamental. A iniciativa visa “combater discrepâncias e assistir em retratos balanceados e acurados” da espionagem. A CIA também divulgou uma foto de Craig na agência, com um visual que lembra os filmes de James Bond. Veja acima. Segundo a entidade, Craig aprendeu com “agentes de campo e membros da liderança” da agência que “a espionagem real tem muito mais a ver com informações do que perseguições”. Durante sua fala aos agentes reunidos na sede, Craig se disse “impressionado” com as técnicas da CIA, especialmente com “o trabalho em equipe” envolvido nas atividades de espionagem reais que ele reproduz no cinema como 007. O próximo filme do espião britânico, ainda sem título definido, já vai começar a ser rodado com direção de Danny Boyle (“Quem Quer Ser um Milionário?”). A estreia está marcada para 8 de novembro de 2019.
Claire Foy é punk e irreconhecível no trailer legendado de Millennium: A Garota na Teia de Aranha
A Sony divulgou o pôster, quatro fotos e o primeiro trailer de “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”, em versões dublada e legendada. O filme retoma a trama de “Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”, dirigido por David Fincher em 2011, com novo elenco e pulando dois livros. O principal destaque da prévia é a grande transformação sofrida por Claire Foy. Intérprete da Rainha Elizabeth II na série “The Crown”, ela aparece como a hacker punk bissexual justiceira Lisbeth Salander, que foi interpretada por Rooney Mara no filme anterior. E convence, ao menos fisicamente. O mais curioso, porém, é a completa ausência do jornalista Mikael Blomkvist, coprotagonista da franquia literária. O papel que foi de Daniel Craig será vivido pelo sueco Sverrir Gudnason (“Borg vs. McEnroe”), mas nem sequer é mencionado no trailer. Assim como a conspiração da NSA, a Sociedade da Aranha, a luta de hackers e as citações a personagens da Marvel que constam do livro original – Thanos e Vespa são codinomes importantes. Em vez disso, há ênfase no conflito da protagonista com sua irmã malvada, encarnada pela holandesa Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”), que só surge na segunda metade da obra. Isto sugere que a história foi bastante alterada para compensar o fato de que os livros que contam a história do pai de Lisbeth não ganharam adaptação americana. Vale lembrar que o escritor sueco Stieg Larsson escreveu três livros de suspense centrados na parceria entre o jornalista Mikael Blomkvist e a hacker Lisbeth Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criar histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, acabou virando um best-seller e reviveu o interesse da Sony nos personagens. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. Foi este sucesso que inspirou a Sony a lançar a versão hollywoodiana, mas, apesar de elogiada pela crítica e indicada a cinco Oscars, o remake americano teve fraco desempenho internacional, porque, obviamente, o mencionado sucesso dos filmes originais já devia ser indicação de que todos já tinham visto essas histórias no cinema. “A Garota na Teia de Aranha” era o único dos livros da franquia que não tinha sido filmado. E assim a Sony decidiu pular “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar” para evitar cair novamente na armadilha dos remakes. O resultado tende a ser um híbrido, que tanto pode incluir trechos dos livros anteriores ou, como parece apontar a prévia, abandonar elementos da trama para contar uma história bem diferente da publicada. A direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que vai trabalhar com um roteiro escrito por Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”). O elenco ainda inclui Lakeith Stanfield (série “Atlanta”), Stephen Merchant (“Logan”), Vicky Krieps (“Trama Fantasma”), Claes Bang (“The Square: A Arte da Discórdia”) e Synnøve Macody Lund (“Headhunters”). A streia está marcada para 8 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Danny Boyle é anunciado como diretor do próximo filme de James Bond
O cineasta britânico Danny Boyle foi confirmado como diretor do próximo filme do agente secreto James Bond, que será interpretado novamente por Daniel Craig. A participação da dupla, alvo de diversas notícias anteriores, foi oficializada nesta sexta (25/5) pelos produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli. “Estamos felizes de anunciar que o excepcionalmente talentoso Danny Boyle dirigirá Daniel Craig em sua quinta interpretação de James Bond, no 25º filme da série”, disserem em comunicado. O longa-metragem, que ainda não teve o título definido nem sinopse divulgada, começará a ser rodado em dezembro nos estúdios Pinewood, perto de Londres. A estreia está programada para 25 de outubro de 2019 no Reino Unido. Vale lembrar que uma das condições impostas por Boyle para dirigir o filme, conforme apurado pela imprensa, incluía liberdade para criar um roteiro próprio. Segundo o site Deadline, o diretor já planejava fazer um thriller de espionagem quando foi sondado para assumir a franquia de 007. Sua proposta para os produtores consistia em transformar sua ideia original num filme de James Bond. Boyle teria trabalhado com John Hodge, com quem colaborou em seis filmes – entre eles o recente “Trainspotting: Sem Limites” – para criar a história. O problema é que o estúdio já tinha um roteiro pronto para o filme – da dupla Neal Purvis e Robert Wade, que escreve para a saga 007 desde “O Mundo Não É o Bastante”, lançado em 1999. Isto originou um impasse, porque Boyle informou que não pretendia filmar se não fosse o seu roteiro. Após ouvir a premissa do cineasta, os produtores teriam lhe dado um tempo específico para finalizar o roteiro, antes de decidir o que fazer. Caso preferissem o roteiro de Purvis e Wade, buscariam outro diretor. Com o anúncio oficial, o próximo filme de James Bond será dirigido por um vencedor do Oscar. Boyle venceu a estatueta da Academia dos Estados Unidos por “Quem Quer Ser Um Milionário”, em 2009. A produção marcará um reencontro do diretor com o ator Daniel Craig. Responsável pela abertura das Olimpíadas de Londres, Boyle comandou Craig numa cena de paraquedismo em que ele viveu justamente 007 nos jogos olímpicos. A Universal será responsável pela distribuição internacional do filme.
Próximo filme de 007 transforma Daniel Craig no ator mais bem-pago do cinema
A revista Variety publicou um relatório sobre os salários atuais dos astros de Hollywood. Além de revelar que Daniel Craig virou o ator mais bem-pago do cinema, graças a seu acordo para estrelar o próximo filme do espião 007, a reportagem concluiu que os salários caíram em relação aos anos 1990, quando estrelas e não franquias eram responsáveis por atrair os grandes públicos de cinema. A lista demonstra que já não é comum ver artistas ganhando mais de US$ 20 milhões por filme, além de participação na bilheteria. Os únicos que faturaram mais de US$ 20 milhões por obra recente foram Daniel Craig, Dwayne Johnson e Vin Diesel. Daniel Craig fechou um acordo de US$ 25 milhões para voltar a viver James Bond, no filme ainda sem título que será lançado no ano que vem, enquanto Dwayne Johnson levou US$ 22 milhões para estrelar o thriller “Red Notice”, previsto para 2020, e Vin Diesel já guardou no banco US$ 20 milhões por “Velozes e Furiosos 8”, um dos maiores sucessos de bilheteria do ano passado – US$ 1,2 bilhão de arrecadação mundial. As primeiras mulheres da lista são Anne Hathaway, que receberá US$ 15 milhões para viver a boneca Barbie em 2020, e Jennifer Lawrence, que recebeu a mesma quantia por “Operação Red Sparrow” – filme que faturou apenas US$ 69 milhões em todo o mundo. Na relação entre tempo de trabalho e salário, porém, ninguém supera Robert Downey Jr. Por sua participação em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, que totaliza de 15 minutos de filme, a Marvel lhe pagou US$ 10 milhões. Neste caso, porém, o investimento compensou – o filme rendeu US$ 880 milhões. Também chama atenção que, exceto Robert Downey Jr., nenhum outro ator ou atriz que interpretou super-heróis no cinema entraram na lista dos mais bem pagos. Ao mesmo tempo, confirmando a desvalorização do “star power”, Leonardo Di Caprio viu seu salário desabar após vencer o Oscar. O astro, que tinha recebido US$ 20 milhões para fazer “A Origem”, fechou pela metade para estrelar o próximo filme de Quentin Tarantino, “Once Upon a Time in Hollywood”. A Variety ainda revelou que a disparidade entre atores e atrizes continua gritante, já que Chris Pratt ganhou US$ 2 milhões a mais do que Bryce Dallas Howard no filme “Jurassic World: Reino Ameaçado”. Os dois tem o mesmo protagonismo na franquia, cuja continuação estreia em 21 de junho no Brasil. Há que se considerar que o relatório não é completo, uma vez que não inclui Johnny Depp, que deve ter negociado um baú de tesouros para projetos como o último “Piratas do Caribe” e a franquia “Animais Fantásticos”, nem Will Smith, que alegadamente recebeu uma fábula por “Bright”, da Netflix. Por outro lado, no apanhado generalizante que publicou em forma de lista, a Variety incluiu até os US$ 2 milhões recebidos por Ethan Hank em “Uma Noite de Crime” de 2013. O detalhe é que o orçamento total daquele filme foi noticiado na época como sendo de US$ 3 milhões! Veja abaixo 20 valores salariais listados pela Variety. Daniel Craig – “James Bond 25” (2019) – US$ 25 milhões Dwayne Johnson – “Red Notice” (2020) – US$ 22 milhões Vin Diesel – “Velozes e Furiosos 8” (2017) – US$ 20 milhões Anne Hathaway – “Barbie” (2020) – US$ 15 milhões Jennifer Lawrence – “Operação Red Sparrow” (2018) – US$ 15 milhões Seth Rogen – “Flarsky” (2019) – US$ 15 milhões Tom Cruise – “A Múmia” (2017) – US$ 11- US$ 13 milhões Harisson Ford – “Indiana Jones 5” (2020) – US$ 10 – US$ 12 milhões Sandra Bullock – “Minions” (2015) – US$ 10 milhões Leonardo Dicaprio – “Once Upon a Time In Hollywood” (2019) – US$ 10 milhões Robert Downey Jr. – “Spider-Man: De Volta ao Lar” (2017) – US$ 10 milhões Kevin Hart – “Jumanji – Bem-Vindos À Selva” (2017) – US$ 10 milhões Chris Pratt – “Jurassic World 2 – Reino Ameaçado” (2018) – US$ 10 milhões Emily Blunt – “Jungle Cruise” (2019) – US$ 8 – US$ 10 milhões Bryce Dallas Howard – “Jurassic World 2 – Reino Ameaçado” (2018) – US$ 8 milhões Tom Hardy – “Venom” (2018) – US$ 7 milhões Ryan Gosling – “First Man” (2018) – US$ 6.5 milhões Jack Black – “Jumanji: Bem-Vindos À Selva” (2017) – US$ 5 milhões Michael B. Jordan – “Creed 2” (2018) – US$ 3 – US$ 4 milhões Ethan Hawke – “The Purge” (2013) – US$ 2 milhões
Daniel Craig e Rachel Weisz esperam primeiro filho
O casal de atores Daniel Craig e Rachel Weisz vão ser papais. A atriz revelou, durante uma entrevista ao jornal The New York Times, que está grávida aos 48 anos de idade. “Minha barriga vai começar a aparecer logo logo”, disse. “Daniel e eu estamos muito felizes. Vamos fazer um pequeno humano! Mal podemos esperar para conhecê-lo ou conhecê-la. É um grande mistério no momento”, ela contou. Apesar de ser o primeiro bebê que farão juntos, os dois astros ingleses já tem filhos de outros relacionamentos. Weisz tem um filho de 11 anos, com o diretor Darren Aronofsky (“Mãe!”), enquanto Craig tem uma filha de 25 com a ex Fiona Loudon. O casal começou a namorar em dezembro de 2010 e se casou em junho de 2011. Em meio a expectativa pela gravidez, Daniel Craig se prepara para estrelar seu quarto filme como o agente secreto James Bond, enquanto Rachel Weisz estará em “The Favourite”, sua segunda parceria com o diretor grego Yorgos Lanthimos após “O Lagosta” (2015).
Danny Boyle confirma planos de dirigir o próximo filme de James Bond
O cineasta britânico Danny Boyle confirmou que pretende dirigir o próximo filme do espião James Bond. O cineasta disse ao jornal Metro que deverá filmar a nova aventura do espião 007 no final do ano, caso o roteiro escrito por John Hodge seja aprovado. “Estamos trabalhando em um script agora. E tudo depende disso, realmente”, ele contou. “Nós temos uma ideia. John Hodge, o roteirista, e eu tivemos essa ideia, e John está escrevendo a história no momento. E tudo dependerá de como isso vai ficar. Não posso adiantar mais detalhes”, contou, enquanto divulgava a série “Trust”, do canal pago FX. Com a declaração, Boyle apenas confirmou o que já se especulava desde fevereiro. Segundo apurou o site Deadline na ocasião, o diretor já planejava fazer um filme de espionagem quando foi sondado pela MGM para assumir a franquia de 007. Ele então chamou seu parceiro John Hodge, com quem trabalhou em seis filmes, entre eles o recente “Trainspotting – Sem Limites”, para adaptar sua ideia num roteiro alternativo para o 25º longa do espião James Bond. O problema é que o estúdio já tem um roteiro pronto para o filme – da dupla Neal Purvis e Robert Wade, que escreve para a saga 007 desde “O Mundo Não É o Bastante”, lançado em 1999. Isto originou um impasse, porque Boyle informou que não pretende filmar se não usar sua ideia. Após ouvir a premissa do cineasta, a MGM teria dado sinal verde e um tempo específico para a criação do roteiro, antes de decidir o que fazer. Caso prefira o roteiro de Purvis e Wade, buscará outro diretor. Dando tudo certo, a produção marcará um reencontro do diretor com o ator Daniel Craig. Responsável pela abertura das Olimpíadas de Londres, Boyle comandou Craig numa cena de paraquedismo em que ele viveu justamente 007 nos jogos olímpicos. Ainda sem título, o próximo 007 deve chegar aos cinemas em novembro de 2019. Antes disso, Boyle ainda pretende filmar uma comédia escrita pelo mestre das comédias românticas britânicas Richard Curtis (“Simplesmente Amor”), que começa a ser rodada em maio.
Danny Boyle aceita dirigir o próximo filme de 007… mas só se puder assinar o roteiro
A MGM começou a correr contra o tempo para anunciar o próximo diretor da franquia James Bond. Sam Mendes, que dirigiu os dois últimos filmes, “007 – Operação Skyfall” e “007 Contra Spectre”, já anunciou que não volta. E após ouvir “agora não” de Dennis Villeneuve (“Blade Runner 2049”) e Christopher Nolan (“Dunkirk”), a revista Variety afirmou que o estúdio resolveu apostar em Danny Boyle, vencedor do Oscar 2009 por “Quem Quer Ser um Milionário?”. A especulação ganhou novos detalhes no site Deadline. Ao confirmar que o cineasta sempre mostrou interesse em dirigir o espião mais famoso do cinema, surgiu a notícia de que ele estava desenvolvendo uma trama para uma franquia de espionagem que pretendia lançar mais adiante. Pois essa história pode agora ser revisitada no próximo 007. De acordo com o Deadline, Boyle chamou seu parceiro John Hodge, com quem trabalhou em “Trainspotting – Sem Limites”, para adaptar sua história num roteiro alternativo para o 25º filme do espião James Bond. Assim, o estúdio precisará decidir se aprova esta história “original” para contratar Boyle ou retoma as buscas por outro cineasta, uma vez que ele teria condicionado assumir a direção apenas se puder dirigir seu próprio argumento. Um detalhe importante é que, ainda segundo o Deadline, após ouvir a premissa do cineasta, a MGM teria dado sinal verde e dois meses para a criação do roteiro. Isto significa que a definição só deverá acontecer no final de abril. Vale lembrar que a MGM já tem um roteiro pronto da dupla Neal Purvis e Robert Wade, que escreve para a saga 007 desde “O Mundo Não É o Bastante”, lançado em 1999. Caso feche com Boyle, a produção marcará um reencontro do diretor com o ator Daniel Craig. Responsável pela abertura das Olimpíadas de Londres, Boyle comandou Craig numa cena de paraquedismo em que ele viveu justamente 007 nos jogos olímpicos. Ainda sem título, o próximo 007 deve chegar aos cinemas no dia 8 de novembro de 2019.
Diretor de Blade Runner 2049 balança com convite para filmar próximo James Bond
O diretor canadense Denis Villeneuve continua sendo um dos diretores mais requisitados de Hollywood, apesar de “Blade Runner 2049” não ter rendido nas bilheterias um terço do que faturou em elogios entre a crítica. Tanto que foi procurado para substituir Sam Mendes na direção do próximo filme de James Bond. Ele seria a opção favorita tanto do ator Daniel Craig quanto da produtora Barbara Broccoli. O problema é que já está com a agenda ocupada. “Eu disse para Barbara que adoraria trabalhar com ela e com Daniel, mas estou comprometido”, disse Villeneuve, em entrevista ao site Screen Rush. “Considero Daniel um ator fantástico e eu gostaria de fazer, mas há alguns meses entrei em ‘Duna’ e me comprometi.” O diretor já está trabalhando na pré-produção da adaptação da sci-fi “Duna”, baseada no livro clássico de Frank Herbert, que já foi levada às telas por David Lynch em 1984. Segundo Villeneuve, quando ele se compromete com um trabalho, não o abandona. “Lembrei que me comprometi com ‘O Homem Duplicado’ e apareceram com ‘Os Suspeitos’. Falei que precisava fazer ‘O Homem Duplicado’ primeiro. Fiz o mesmo com ‘A Chegada’ e ‘Blade Runner’. Para fazer ‘Blade Runner’, uma das minhas condições foi de terminar ‘A Chegada’ antes.” As declarações de Villeneuve indicam que no futuro próximo ele pode assumir a direção em algum novo filme da franquia 007 — que ele classifica como “uma velha fantasia minha”. “Quando a Legendary me ofereceu ‘Duna’ numa travessa de prata, um velho projeto com o qual eu sonhava há 30 anos, aceitei de cara. Quero honrar isso. Não significa que a produção vá começar antes de seis meses. E Bond também é uma velha fantasia minha, mas não posso estar em dois lugares ao mesmo tempo. É um ano estranho, pois eu adoraria fazer um James Bond. Preciso me focar.”
Atriz de Blade Runner 2049 será irmã malvada de Lisbeth Salander no novo filme da franquia Millennium
A atriz holandesa Sylvia Hoeks (“Blade Runner 2049”) está em negociações para participar de “Millennium – A Garota na Teia da Aranha”, que surge como uma espécie de continuação de “Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011). Segundo o site da revista Variety, ela deve interpretar a irmã malvada da heroína Lisbeth Salander, que será vivida pela inglesa Claire Foy, estrela da série “The Crown”. O projeto um tanto bizarro da Sony não é uma continuação direta, mas um salto na história, que passa batido por dois livros e muda todo o elenco, resultando num reboot envergonhado. Originalmente, o escritor sueco Stieg Larsson escreveu só três livros de suspense centrados na parceria entre o jornalista Mikael Blomkvist e a hacker Lisbeth Salander, publicados após sua morte em 2005. Mas a trilogia fez tanto sucesso que seus herdeiros decidiram estender a franquia, convidando outros autores a criar histórias com os personagens. “A Garota na Teia de Aranha”, escrito por David Lagercrantz, acabou virando um best-seller e reviveu o interesse da Sony nos personagens. A trilogia de Larsson chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. Mas o remake com Daniel Craig e Rooney Mara, apesar de indicado a cinco Oscars, teve fraco desempenho internacional, porque o público já tinha visto os filmes originais. O que explica a falta de interesse da Sony em continuar investindo em histórias já filmadas e sua opção por ir direto em “A Garota na Teia de Aranha”, o único dos livros inéditos no cinema. A direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que vai trabalhar com um roteiro escrito por Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”). Atualmente em fase de pré-produção, o filme tem lançamento previsto para outubro de 2018.
De Rainha Elizabeth a hacker punk bissexual: Claire Foy será Lisbeth Salander em A Garota na Teia de Aranha
Difícil imaginar Claire Foy, que interpreta a Rainha Elizabeth na série “The Crown” (e antes foi Anna Bolena em “Wolf Hall” e a aristocrata Lady Persephone Towyn em “Upstairs Downstairs”), como uma hacker punk bissexual de 23 anos. Mas é exatamente isso que a Sony Pictures espera que o público veja em “A Garota na Teia de Aranha”. O estúdio oficializou a contratação da atriz para o papel de Lisbeth Salander, que já foi interpretado por Noomi Rapace e Rooney Mara em outros filmes da franquia literária “Millennium” (veja as duas à caráter logo abaixo). A direção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (“O Homem nas Trevas”), que também deve mexer no roteiro escrito por Steven Knight (“Aliados”) e Jay Basu (“Monstros 2: Continente Sombrio”). “Eu não poderia estar mais empolgado sobre Claire tomar as rédeas da icônica Lisbeth Salander. Claire é incrível, um talento raro que vai injetar uma nova e empolgante vida em Lisbeth. Mal posso esperar para levar essa história para um público mundial, com Claire Foy no centro”, afirmou o diretor em comunicado, citando o nome da atriz três vezes em três frases. A adaptação seguirá uma trajetória confusa, já que, anteriormente, a Sony filmou o primeiro dos três livros escritos pelo sueco Stieg Larsson, “Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”, dirigido por David Fincher em 2011. Fincher queria fazer uma continuação e estruturou o filme de modo que tivesse uma sequência. Mas o estúdio protelou, protelou e agora decidiu filmar… o quarto dos três livros. Ou melhor, o livro publicado após a morte de Larsson e o fecho da trilogia, escrito por David Lagercrantz com os mesmos personagens. A trilogia original chegou a ser inteiramente filmada na Suécia, lançando ao estrelato mundial seus intérpretes, os suecos Michael Nyqvist e Noomi Rapace. A Sony correu para lançar sua versão, mas, apesar de elogiada pela crítica e indicada a cinco Oscars, o remake americano teve fraco desempenho internacional, porque obviamente todos já conheciam a história. “A Garota na Teia de Aranha” é o único dos livros da franquia que não foi filmado. A opção da Sony resulta num produto bizarro, já que, ao mudar todo o elenco, a produção perdeu as características de uma continuação tradicional. Mas também não será um típico reboot, pois deverá levar em conta as relações dos protagonistas, introduzidas no filme de Fincher, que não teve resolução. Fincher chegou a sugerir condensar os dois livros seguintes num único filme, mas a Sony decidiu ir direto para o quarto volume, com outro diretor e elenco. Não se sabe como o estúdio irá lidar com a transição das histórias, mas a opção por contar uma trama que ainda permanece inédita nos cinemas parece mesmo resultado de uma reflexão sobre o crescente desinteresse internacional nos remakes americanos. A adaptação de “A Garota na Teia de Aranha” será produzida por Amy Pascal (ex-CEO da Sony) e a equipe original de “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, encabeçada por Scott Rudin. A estreia foi marcada para outubro de 2018.








