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    Supergirl encontra a cidade perdida de Argo no trailer do próximo episódio

    27 de maio de 2018 /

    A rede CW divulgou o trailer e as fotos do próximo episódio de “Supergirl”, que promete uma reviravolta na série. A prévia mostra a descoberta da cidade de Argo, que sobreviveu à explosão do planeta Krypton e vaga como um meteoro perdida no espaço. Não só isso. Ao entrar no local, Kara (Melissa Benoist) descobre que sua mãe, Alura Zor-El (Erica Durance), está entre os sobreviventes. A trama é uma curiosa variação da história clássica da origem de Supergirl. Nos quadrinhos originais, Zor-El, o pai de Kara e tio de Kal-El (o Superman), conseguira proteger a cidade de Argo com um campo gravitacional e assim evitou a sua destruição durante a explosão de Krypton. Entretanto, a cidade ficou vagando no espaço por mais de uma década, até que uma chuva de asteroides rompeu seu domo protetor, expondo a população à radiação ao seu redor. O resultado é apocalíptico, pois o pedaço do planeta que sustenta a cidade virou o maior depósito de kryptonita do universo, letal para todos os habitantes do lugar. Diante do novo desastre, Zor-El e Alura utilizam o único foguete que lhes resta para salvar Kara, enviando-a para a Terra. Como a série vai usar Argo fora da cronologia, será interessante observar se a tragédia vai se repetir ou se a cidade ocupará o lugar de Kandor na mitologia dos heróis kryptonianos. Kandor foi outra cidade que sobreviveu à destruição de Krypton, graças a uma maldade do supervilão Brainiac, que a encolheu junto com todos os seus sobreviventes e a levou consigo para o espaço. Décadas depois, Superman a recuperou e a manteve sob sua proteção na Fortaleza da Solidão, até eventualmente trazer seus habitantes de volta ao tamanho normal e ajudá-los a colonizar outro planeta. As duas cidades acabaram sendo combinadas nos reboots mais recentes. Após “Crise nas Infinitas Terras”, Argo foi encontrada por Brainiac no espaço e incorporada a Kandor em sua coleção de miniaturas, fazendo com que Alura não só sobrevivesse como se tornasse líder dos kryptonianos remanescentes. Supergirl vai encontrar Argo no episódio “Dark Side of the Moon”, que vai ao ar na segunda-feira (28/5) nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Presidente da CW assume que spin-off de Supernatural perdeu disputa para spin-off de The Originals

    18 de maio de 2018 /

    Uma das maiores surpresas negativas dos Upfronts 2018 foi a decisão da rede The CW de não dar prosseguimento a “Wayward Sisters”, spin-off de “Supernatural” centrado nas personagens femininas da série e bastante aguardado pelos fãs. Em sua apresentação da programação da rede para o outono norte-americano, o presidente da CW, Mark Pedowitz, assumiu que a decisão foi tomada para exibir apenas um spin-off, e que “Wayward Sisters” perdeu para “Legacies”, spin-off de “The Originals”. “Tivemos um ótimo material neste ano”, disse Pedowitz no evento realizado na quinta-feira (17/5). “Estamos muito empolgados com as cinco séries que pegamos. Somos grandes fãs dos personagens e das mulheres que interpretaram esses personagens [em ‘Wayward’], mas não achamos que a série estava onde queríamos criativamente. Nós sentimos que tínhamos uma chance melhor com ‘Legacies’.” A premissa de “Wayward Sisters” tinha sido apresentada num episódio da atual temporada de “Supernatural”, que conseguiu boa repercussão em termos de audiência e nas redes sociais. O spin-off estava sendo desenvolvido por Robert Berens e Andrew Dabb, ambos roteiristas de “Supernatural”, e seria centrado na xerife Jody Mills (Kim Rhodes) e nas adolescentes problemáticas que ela adotou: Claire Novak (Kathryn Newton), filha do receptáculo humano de Castiel (Misha Collins), Alex Jones (Katherine Ramdeen), jovem raptada por vampiros, a médium Patience Turner (Clark Backo) e possivelmente Kaia (Yadira Guevara-Prip, da série “Mad Dogs”), que pode se projetar astralmente em outras dimensões. Sob o treinamento e proteção das xerifes Jody Mills e sua amiga Donna Hanscum (Briana Buckmaster), as jovens formariam uma equipe de caçadoras de monstros, num contraponto feminino à série original – sobre dois irmãos, Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles), originalmente treinados por um pai caçador. Em entrevistas durante o Upfront, o elenco masculino de “Supernatural” afirmou que as personagens femininas não serão esquecidas e aparecerão em novas histórias dentro da série. Paralelamente, uma campanha foi iniciada no site Change.org para que o spin-off se torne realidade. A esperança é que Pedowitz possa reconsiderar o projeto, quem sabe na próxima temporada, quando não haverá disputa com outro spin-off.

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    iZombie, Jane the Virgin e Crazy Ex-Girlfriend vão acabar na próxima temporada

    18 de maio de 2018 /

    A rede The CW confirmou que “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend” foram renovadas para encerrar suas histórias com a exibição de seus episódios finais. E acrescentou “iZombie” à lista das séries que se despedirão dos telespectadores. O anúncio foi feito pela emissora durante a apresentação de sua programação para a temporada de outono nos Estados Unidos – evento chamado de Upfront. As protagonistas de “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend” já haviam vazado que suas séries voltariam para temporadas finais. “Acabei de ligar meu Wi-Fi em nosso voo para Chicago e descobri que ‘Crazy Ex-Girlfriend’ foi renovada para uma temporada final”, tuitou Rachel Bloom num ato falho durante o começo de abril, três semanas depois de Gina Rodriguez compartilhar seus planos de “dirigir mais no próximo ano, durante nossa temporada final”. Apesar de prestigiadas pela crítica e ocasionalmente lembradas em premiações, as duas séries amargam desde a estreia as piores audiências da rede. Em suas mais recentes temporadas, empataram na média de público, assistidas por 630 mil telespectadores ao vivo por episódio. “Jane the Virgin” vai acabar em sua 5ª temporada e “Crazy Ex-Girlfriend” na 4ª. Já “iZombie” se sai um pouco melhor. Atualmente na metade de sua 4ª temporada, vem atraindo 766 mil telespectadores por episódio. Mas criativamente a série se perdeu há duas temporadas, quando a ampliação aritmética de zumbis banalizou sua trama. A protagonista Liv Moore, entretanto, continua adorável, interpretada por Rose McIver, e deixará saudades nos fãs. “iZombie” será a primeira adaptação de quadrinhos da DC Comics cancelada pela CW. Por curiosidade, era a única que não tinha produção de Greg Berlanti – foi criada por Rob Thomas, das cultuadas “Veronica Mars” e “Party Down”. Por outro lado, junta-se a “Constantine” e “Lucifer” na fatura de cancelamentos da Vertigo, a divisão de quadrinhos adultos da DC, da qual apenas “Preacher” sobrevive no ar. A série será encerrada na 5ª temporada, que tem previsão de estreia apenas para a midseason, no começo de 2019 nos Estados Unidos.

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    Novo crossover das séries da DC Comics vai introduzir a heroína Batwoman

    18 de maio de 2018 /

    A rede The CW anunciou um novo crossover anual de suas séries de super-heróis. E a grande novidade é que desta vez a reunião de personagens de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow” vai incluir Gotham City e introduzir uma heroína do universo de Batman, a Batwoman. “Nós estaremos fazendo outro evento de crossover neste outono na The CW e estaremos introduzindo um novo personagem. Nós estaremos lutando ao lado de Batwoman”, revelou Stephen Amell, estrela de “Arrow”, durante o evento de apresentação da programação da próxima temporada da emissora – o Upfront – , que aconteceu na noite de quinta-feira (17/5). O presidente da CW, Mark Pedowitz, confirmou a informação e completou: “Estamos adicionando a cidade de Gotham ao Arrowverse”, e prometeu que o episódio em grupo será “outro evento repleto de ação”. A participação de Batwoman no crossover representará a primeira vez que a personagem dos quadrinhos ganhará versão em carne e osso – na TV ou mesmo cinema. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Ela surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico de Batman, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. A personagem acabou eliminada em 1964 quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. Mas retornou em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. A ironia dessa volta é que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBT da editora. Por conta dessa decisão, a maioria das versões de Batwoman que apareceram em séries ou filmes animados da DC Comics – inclusive o longa que tem seu nome no título: “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego” – não foram ligados à personagem dos quadrinhos, retratando-a com diferentes identidades. A Warner considerava a personagem oficial muito, digamos, adulta para figurar em produções juvenis. Mas os tempos evoluem. Assim, há dois anos, o lançamento de “Batman: Sangue Ruim” finalmente apresentou a versão animada de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, vale lembrar detalhes das séries da DC que antecipam sua chegada à televisão. Num episódio recente de “Arrow”, exibido em outubro do ano passado, Oliver Queen, o Arqueiro Verde, citou nominalmente Bruce Wayne e Gotham City. Veja abaixo. Além disso, a temporada passada de “Supergirl” introduziu a policial Maggie Sawyer, vivida por Floriana Lima, que nos quadrinhos chegou a ser noiva de Kate Kane, a Batwoman. As duas só não casaram porque a DC vetou, resultando em pedido de demissão dos responsáveis pela história do casal em 2013. Ainda não há previsão para a exibição do crossover. No Brasil, as quatro séries são exibidas pelo canal pago Warner. Mayor by day. Hero by night. Stream the #Arrow premiere before tomorrow's new episode on The CW: https://t.co/zCi32rKGdv pic.twitter.com/2cEQUQbTFk — Arrow (@CW_Arrow) October 18, 2017

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    Séries de super-heróis da DC Comics ganham banners de suas novas temporadas

    18 de maio de 2018 /

    A rede The CW divulgou os banners das novas temporadas de suas cinco séries de super-heróis da DC Comics, todas produzidas por Greg Berlanti. A mais velha, “Arrow”, vai para sua 7ª temporada. “The Flash” chega à 5ª temporada. “Supergirl” e “Legends of Tomorrow” atingem a 4ª temporada. E a caçula, “Black Lightning”, retorna em sua 2ª temporada. A arte mais chamativa é de “Legends of Tomorrow”, que mostra a estreia de Constantine (Matt Ryan) no elenco fixo das lendas, ao mesmo tempo em que esquece Kid Flash (Keiynan Lonsdale), lançando dúvidas sobre a continuidade do herói na equipe. Esta não é a única mudança que os heróis encontrarão ao voltarem à TV. As séries foram agendadas para dias e horários diferentes de suas exibições tradicionais. A maior mudança será enfrentada por “Supergirl”, que ganhou a responsabilidade de inaugurar a programação dominical da rede – numa dobradinha com a estreante “Charmed”. The CW nunca teve tradição de exibir séries aos domingos. Lançada em 2007, com a fusão das redes UPN (canal da Paramount) e WB (Warner), a CW só ocupou os domingos em seu primeiro ano, para manter em seu horário habitual o final da série “Sétimo Céu”. E até arriscou a experimentar em seu lugar “Life Is Wild”, que foi cancelada na 1ª temporada, em fevereiro de 2008. Desde então, passou a deixar que as emissoras afiliadas preenchessem o horário com noticiários, infomerciais ou com o que considerassem melhor. Isto vai mudar a partir a partir da próxima temporada, com a inclusão de um novo bloco de séries aos domingos. Os super-heróis retornam em seus novos horários durante a temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos. No Brasil, quatro séries são exibidas no canal pago CW e “Black Lightning” pela Netflix (como “Raio Negro”).

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    Roswell, New Mexico: Remake da série sci-fi dos anos 1990 ganha banners e sinopse estendida

    18 de maio de 2018 /

    A rede The CW divulgou os primeiros banners e a sinopse estendida do remake de “Roswell”, que foi batizado de “Roswell, New Mexico”. O subtítulo, com o nome do estado em que se localiza a cidade de Roswell, também alude à revisão étnica da trama. Assim como no remake de “Charmed”, outra série dos anos 1990 revivida pelo mesmo canal, a trama sci-fi original foi reimaginada com uma protagonista latina. A sinopse oficial diz: “Mais do que em qualquer outro lugar na Terra, Roswell, no Novo México, é o ponto zero para aqueles que buscam provas de que os alienígenas existem. Nascida em Roswell, Liz Ortecho deixou tudo para trás há 10 anos, após a morte de sua amada irmã mais velha, Rosa. Mas com o pai doente, ela retorna relutantemente à cidade natal turística para voltar a morar com ele. Quando Liz chega, ela se reconecta com Max Evans, sua paixão adolescente, que agora é um policial de Roswell. Sua química é instantaneamente elétrica. Mas Liz logo descobre uma verdade chocante: Max é um alienígena, que manteve suas habilidades sobrenaturais escondidas durante toda a sua vida, junto com as de seus irmãos extraterrestres, Isobel e Michael. À medida que os dois se aproximam depois de uma década separados, Liz acha difícil manter a verdade escondida de sua melhor amiga, Maria de Luca, e de ex-namorado do colegial, o dr. Kyle Valenti. Também escondendo suas origens extraterrestres, Isobel nem mesmo revelou a verdade para seu marido, Noah, e Michael mantém sua identidade escondida sob um exterior bad-boy de rebeldia e conexões casuais. Enquanto isso, uma antiga conspiração do governo liderada pelo primeiro sargento Jesse Manes, juntamente com uma política de medo e ódio que corre solta em Roswell, ameaça expor Max e sua família, e poderia colocar em risco seu profundo romance com Liz … assim como suas vidas.” Ou seja, é basicamente a mesma história, com algumas mudanças pontuais, como a transformação dos personagens em adultos. Para quem não lembra, a série clássica foi desenvolvida por Jason Katims (criador de “Parenthood”) e era baseada na coleção literária adolescente “Roswell High”, de Melinda Metz, sobre três alienígenas que viviam disfarçados entre humanos no colegial. Vale lembrar que seu piloto de 1999 antecipou em detalhes a história depois escrita por Stephenie Meyer com o título “Crepúsculo”, com uma pequena diferença – Meyer usou vampiros em vez de aliens. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”) e também explora o passado de Roswell, cidade conhecida por supostamente ter sido o local da queda de um disco voador nos anos 1950. Mas busca atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). A protagonista da atração dos anos 1990 era a então adolescente Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos pelos jovens Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”), único adulto do elenco central. Todos tiveram carreiras de sucesso. No remake, Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”) vive Liz, Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”) interpreta Max, Lily Cowles (“BrainDead”) é Isobel, Michael Vlamis (visto em “New Girl”) vive Michael, Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”) é Kyle, Heather Hemmens (série “Hellcats”) dá vida a Maria, Trevor St. John (série “Contaiment”) interpreta o militar malvado, e Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”) vive seu filho, que esconde que é gay. Outra curiosidade sobre a produção é que seu piloto marca a estreia na direção de Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries”, “The Originals” e da vindoura “Legacies”. Ela também vai produzir a série com Carina MacKenzie. “Roswell, New Mexico” tem estreia prevista para a midseason, no começo de 2019 nos Estados Unidos.

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    Legacies: Spin-off de The Originals ganha primeiros banners e sinopse estendida

    18 de maio de 2018 /

    A rede The CW divulgou os banners e uma sinopse estendida de “Legacies”, spin-off da série “The Originals”. As artes confirmam que a atração será centrada na versão adolescente de Hope Mikaelson, introduzida na atual, 5ª e última temporada de “The Originals”, e em Alaric Saltzman, personagem de “The Vampire Diaries”, unindo os universos das duas séries. A sinopse oficial diz: “Na última década, os heróis e vilões icônicos de ‘The Vampire Diaries’ e ‘The Originals’ cativaram o público em todo o mundo. Eles deixaram um legado duradouro de amor e família em seu rastro, que continua em ‘Legacies’, um novo drama emocionante que conta a história da próxima geração de seres sobrenaturais na Escola Salvatore para Jovens Superdotados. É aqui que a filha de Klaus Mikaelson, Hope Mikaelson, de 17 anos, os gêmeos de Alaric Saltzman, Lizzie e Josie Saltzman, e outros jovens adultos – incluindo o descendente de político MG e o misterioso Landon Kirby – amadurecem da maneira mais anticonvencional possível, formados para serem as melhores versões de si mesmos… apesar de seus piores impulsos. Essas jovens bruxas, vampiros e lobisomens se tornarão os heróis que eles querem ser – ou os vilões que nasceram para ser? Enquanto lutam para proteger seu segredo, sua cidade de Mystic Falls e, eventualmente, o mundo, eles terão que confiar no folclore antigo e nos contos para aprender a lutar contra seus inimigos de longo alcance”. Além dos intérpretes de Hope e Alaric, o elenco inclui Kaylee Bryant (“Santa Clarita Diet”) e Jenny Boyd (“A Jornada dos Vikings”) como as irmãs Saltzman, além de Aria Shahghasemi (“No Alternative”) e Quincy Fouse (“The Goldbergs”). Criada por Julie Plec, responsável pelo universo vampírico inaugurado em “The Vampire Diaries”, “Legacies” vai estrear já no outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos, logo em seguida ao final de “The Originals”, previsto para agosto.

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    Charmed: Irmãs bruxas viram latinas nas imagens e primeiro trailer do remake

    18 de maio de 2018 /

    A rede The CW divulgou as primeiras fotos, banners, uma cena e o trailer do remake de “Charmed”, que muda a etnia das jovens bruxas dos anos 1990. As três irmãs agora são latinas, cortesia da imaginação da equipe de “Jane the Virgin”. Após a morte trágica de sua mãe, duas irmãs muito unidas descobrem que tem uma terceira irmã mais velha. Mas a surpresa não fica nisso. Elas experimentam, de forma inesperada, poderes que até então não sabiam que possuíam. Logo, um conselheiro de bruxas explica a situação para as jovens. É muito simples, na verdade: as três são bruxas. A sinopse oficial ainda acrescenta um viés feminista na trama, ao afirmar que “esse poderoso trio deve se unir para combater as batalhas cotidianas e sobrenaturais que todas as bruxas modernas devem enfrentar: desde derrotar demônios poderosos até derrubar o patriarcado”. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. As três poderosas de 2018 são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, também roteiristas de “Jane the Virgin”. Vale lembrar que, por causa dessa série, a rede CW teria abrido mão de produzir “Chilling Adventures of Sabrina”, reboot de terror de “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, que acabou na Netflix, para não ter duas séries de bruxas na sua programação. “Charmed” vai estrear na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.

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    All American: Série que mistura drama colegial e futebol americano ganha trailer e imagens

    18 de maio de 2018 /

    A rede The CW divulgou as primeiras imagens, banner, cena e o trailer de “All American”, série que mistura drama adolescente e esportes. A prévia sintetiza a premissa como um remix de três atrações da década passada, juntando o futebol americano colegial de “Friday Night Lights”, o novato rejeitado pelos mimados de “The O.C.” e a locação privilegiada de “90210”. Entretanto, sua trama é inspirada pela vida real de Spencer Paysinger, jogador profissional da NFL – e chegou a ser chamada de “Spencer”, durante seu desenvolvimento. Spencer é vivido por Daniel Ezra (da série “The Missing”), que é mais um ator britânico escalado em papel de afro-americano (para aumentar o desgosto de Samuel L. Jackson contra a prática). Ele é introduzido na trama como um jogador de futebol americano colegial do bairro pobre, negro e violento de Crenshaw, que chama atenção de um olheiro (Taye Diggs, de “Private Practice”) e é recrutado para jogar no colégio dos filhos de milionários da cidade, Beverly Hills High. Seu chegada gera inveja nos riquinhos de Los Angeles, mas inspira sua família a buscar o melhor para seu futuro. Paralelamente, seu destino também tem impacto na família do homem que o escolheu para trazer vitórias para o time, numa colisão de perspectivas de diferentes mundos. Uma curiosidade dos bastidores é que a série tem produção de um atleta de outro tipo de futebol, Robbie Rogers, da equipe de “soccer” Los Angeles Galaxy, em parceria com Spencer Paysinger, com o megaprodutor Greg Berlanti (que produz todas as séries de super-heróis da DC Comics) e com a roteirista April Blair (criadora de “Jane by Design”), a autora do pr O elenco também inclui o vilãozinho Cody Christian (série “Teen Wolf”), Samantha Logan (série “13 Reasons Why”), Monet Mazur (série “Castle”), Bre-z (série “Empire”), Michael Evans Behling (visto em “Empire”), Karimah Westbrook (“Suburbicon”) e Danielle Campbell (série “The Originals”). “All American” vai estrear na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.

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    Spin-offs de The Originals e Supernatural têm destinos definidos – e diferentes

    12 de maio de 2018 /

    Produtores adiantaram as decisões da rede CW sobre o desenvolvimento dos spin-offs (séries derivadas) de “The Originals” e “Supernatural”. Ambos os projetos eram centrados em protagonistas femininas introduzidas nas séries principais, mas apenas um deles foi aprovado. Apesar do frisson despertado, o spin-off de “Supernatural”, intitulado “Wayward Sisters”, foi recusado pelo canal, revelou um dos criadores, Robert Berens, no Twitter. A premissa tinha sido apresentada num episódio da atual temporada da série original, que conseguiu boa repercussão em termos de audiência e nas redes sociais. Por isso, a decisão de não dar prosseguimento ao projeto deve frustrar fãs, que já alimentavam expectativas pela estreia, além de ter deixado Berens, como ele próprio assumiu, desentendido e com raiva. O spin-off estava sendo desenvolvido por Berens e Andrew Dabb, ambos roteiristas de “Supernatural”, e seria centrado na xerife Jody Mills (Kim Rhodes) e nas adolescentes problemáticas que ela adotou: Claire Novak (Kathryn Newton), filha do receptáculo humano de Castiel (Misha Collins), Alex Jones (Katherine Ramdeen), jovem raptada por vampiros, e a médium Patience Turner (Clark Backo). Sob o treinamento e proteção das xerifes Jody Mills e sua amiga Donna Hanscum (Briana Buckmaster), as jovens formariam uma equipe de caçadoras de monstros, num contraponto feminino à série original – sobre dois irmãos, Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles), originalmente treinados por um pai caçador. Já a série derivada de “The Originals” era, até aqui, apenas uma ideia da produtora Julie Plec, que vinha mencionando – já há dois anos – a possibilidade de continuar o universo vampírico inaugurado em “The Vampire Diaries” com uma série centrada na filha adolescente de Klaus Mikaelson. Com o fim previsto de “The Originals”, que acaba na 5ª e atual temporada, os personagens continuarão vivos na nova atração. Vale lembrar que a série da família Mikaelson já era um spin-off de “The Vampire Diaries”. A nova produção de Julie Plec ganhou o título de “Legacies” e uma sinopse: “Dando sequência à tradição de ‘The Vampire Diaries’ e ‘The Originals’, chega a história da próxima geração de seres sobrenaturais na Escola Salvatore para Jovens e Superdotados. A filha de Klaus Mikaelson, Hope Mikaelson, de 17 anos, as gêmeas de Alaric Saltzman, Lizzie e Josie Saltzman, e outros jovens adultos amadurecem da maneira mais anticonvencional possível, formados para serem a melhor versão de si mesmos… apesar de seus piores impulsos. Essas jovens bruxas, vampiros e lobisomens se tornarão os heróis que eles querem ser ou os vilões que nasceram para virar?”. Além de Danielle Rose Russell (“Extraordinário”), que fez sua estréia como a Hope adolescente na atual temporada de “The Originals”, a série terá participação de um veterano de “The Vampire Diaries”: o ator Matthew Davis, intérprete de Alaric Saltzman, que se tornou responsável pela criação de Hope durante a passagem de tempo entre as duas últimas temporadas de “The Originals”. Completam o elenco já confirmado os atores Aria Shahghasemi (“No Alternative”), Quincy Fouse (“The Goldbergs”), Kaylee Bryant (“Santa Clarita Diet”) e Jenny Boyd (“A Jornada dos Vikings”), cujos personagens estão sendo mantidos em segredo.

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    20 séries são canceladas em 24 horas nos Estados Unidos

    12 de maio de 2018 /

    As últimas 24 horas representaram momentos de tensão para as equipes de produções das séries da TV aberta americana, conforme as redes ABC, NBC, CW e Fox revelaram dezenas de títulos nas listas de cancelamentos e renovações do ano. Ao todo, o período trouxe 20 cancelamentos, o que inclui “The Expanse”, contrabandeado da TV paga. A lista inclui algumas séries estabelecidas, como “Brooklyn Nine-Nine” (5 temporadas), “The Last Man on Earth” (4), “Lucifer” e “Quantico” (ambas com 3 temporadas), mas a maioria não passou do primeiro turno. Os produtores de “The Expanse” já prometeram tentar emplacar a continuação da série em outra plataforma. Os de “Brooklyn Nine-Nine” negociam voltar em outro canal (atualização: conseguiram!). E os de “Lucifer” só pediram desculpas aos fãs, porque a série será encerrada na próxima segunda (14/5) com um grande cliffhanger – isto é, ficará sem final. O objetivo desse limpa é liberar a grade dos canais para as estreias da próxima temporada. A concentração dos cortes nesta sexta (11/5) também foi consequência da proximidade dos upfronts, em que as redes de TV dos Estados Unidos revelam para a imprensa e anunciantes suas novas programações para o outono (entre setembro e janeiro). Neste ano, os upfronts começam na segunda-feira (14/5), com apresentações da NBC e da Fox, seguidas pelos anúncios da ABC na terça, CBS na quarta e CW na quinta. Confira abaixo a lista completa das séries canceladas nas últimas 24 horas. Clique nos títulos de cada atração para saber mais sobre cada uma delas, inclusive dados de audiência e o que motivou seus cancelamentos. E lembre-se: as próximas 48 horas trarão mais novidades. Séries cultuadas como “Gotham”, na Fox, “Agents of SHIELD”, na ABC, e “Criminal Minds”, na CBS, ainda não tiveram seus destinos revelados. “Alex, Inc.” “The Brave” “Brooklyn Nine-Nine” “The Crossing” “Deception” “Designated Survivor” “The Exorcist” “The Expanse” “Great News” “Inhumans” “Kevin (Probably) Saves the World” “The Last Man on Earth” “Life Sentence” “Lucifer” “The Mick” “Quantico” “Rise” “Taken” “Ten Days in the Valley” “Valor”

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    Série Valor é oficialmente cancelada na 1ª temporada

    9 de maio de 2018 /

    A rede americana CW oficializou o cancelamento de “Valor”. A série já era considerada virtualmente cancelada desde novembro do ano passado, quando não recebeu o pedido de “back-9”, a encomenda de 9 episódios a mais, que completaria sua temporada inicial. A ironia é que “Valor” tinha mais público que “Dynasty”, lançada na mesma época e que acabou renovada. O programa registrava em média 1 milhão de telespectadores ao vivo por episódio. Entretanto, sofria com uma pontuação horrível na demo (a faixa demográfica de 18 a 49 anos, público-alvo dos anunciantes), onde marcava apenas 0,24. Entre as séries atualmente em exibição na rede CW, apenas as comédias “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend”, renovadas, e a estreante “Life Sentence”, recém-cancelada, tinham menos público. “Valor” também foi destruída pela crítica, com apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes. A série militar foi criada pelo roteirista e músico Kyle Jarrow (da banda Sky-Pony) e repercutia as consequências de uma missão de resgate mal-executada em território inimigo. Enquanto os dois sobreviventes mantém segredo sobre o que realmente aconteceu, surge a notícia de que os soldados desaparecidos de sua unidade foram capturados por terroristas. Para salvá-los, seria necessário uma nova missão, mas além de enfrentar os inimigos, os protagonistas também precisavam contornar segredos cada vez mais perigosos. O elenco destacava Christina Ochoa (estrela da série “Blood Drive”) e Matt Barr (série “Sleepy Hollow”).

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    Life Sentence, com atriz de Pretty Little Liars, é cancelada na 1ª temporada

    9 de maio de 2018 /

    A rede americana anunciou oficialmente o cancelamento de “Life Sentence”, nova série da atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”), após a baixíssima audiência registrada em seus primeiros episódios. Lançada em 7 de março nos Estados Unidos, teve apenas 670 mil telespectadores ao vivo em sua estreia, o que lhe rendeu a pior audiência de lançamento do ano. Na verdade, a pior estreia da TV aberta desde o começo da temporada de outono, em setembro do ano passado nos Estados Unidos. E, desde então, perdeu quase metade deste público. O capítulo mais recente, exibido em 4 de maio, foi assistido por 370 mil telespectadores. Foi mais uma aposta de comédia da rede CW que fracassou, após “No Tomorrow”, cancelada no começo do ano passado. O público da emissora não parece se interessar pelo gênero, mas a emissora segue insistindo, graças às indicações a prêmios obtidas pelas primeiras temporadas de “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend”. Detalhe: as duas séries tem a pior audiência do canal e, segundo rumores, foram renovadas para suas últimas temporadas. “Life Sentence” era uma criação de Erin Cardillo e Richard Keith (criadores da série “Significant Mother”) e o piloto teve direção do cineasta Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”). A trama gira em torno da personagem de Lucy Hale. Primeira integrante de “Pretty Little Liars” a emplacar projeto após o final das gravações da série de mistério adolescente, ela vive Stella Abbott, uma jovem que, nos últimos oito anos, lutou contra um diagnóstico pessimista de câncer. A trama gira em torno do que acontece após ela receber a notícia de que conseguiu se curar. Para começar, logo fica claro que sua família e marido faziam esforços sobre-humanos para mantê-la disposta em sua luta contra o câncer, inclusive concordando com tudo o que ela queria. Isto muda radicalmente após a cura, com a revelação de que seu marido pode ter gostos diferentes do que ela imaginava, sua mãe pretende se divorciar para ficar com sua amante lésbica, a irmã se tornou amarga por perder oportunidades para que ela fosse prioridade e o pai talvez tenha que vender a casa da família para cobrir as despesas de seu tratamento. Como se não bastasse, ela largou os estudos e não tem condições de conseguir um emprego decente. E sua dificuldade em lidar com situações em que é contrariada também não ajuda. Em suma, a protagonista precisaria fazer grandes ajustes de perspectiva para sobreviver ao resto de sua vida. O elenco também incluía Dylan Walsh (série “Nip/Tuck”) e Gillian Vigman (série “Suburgatory”) como os pais, Brooke Lyons (série “The Affair”) e Jayson Blair (série “The New Normal”) como os irmãos, e Elliot Knight (o Merlin de “Once Upon a Time”) como o marido.

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