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    Star Trek: Discovery ganha comercial falado em klingon

    25 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo trailer de “Star Trek: Discovery” falado em klingon, que inclui trechos dos muitos discursos bélicos do líder T’Kuvma (Chris Obi), responsável por unir as tribos de sua raça numa gerra contra a Federação dos Planetas Unidos. A série estreou com um episódio duplo no domingo (24/9) na TV americana, quando liderou a audiência como o o programa não esportivo mais assistido do dia. Além disso, recebeu 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Criada por Bryan Fuller (série “American Gods”) e Alex Kurtzman (“Star Trek”), “Star Trek: Discovery” chega nesta segunda (25/9) à Netflix. E terá seus próximos episódios disponibilizados semanalmente na plataforma de streaming.

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    Estreia de Star Trek: Discovery lidera audiência e conquista a crítica nos Estados Unidos

    25 de setembro de 2017 /

    A aguardada “Star Trek: Discovery” fez sua estreia na TV dos Estados Unidos com um episódio duplo na noite de domingo (24/9). E foi um sucesso retumbante. Assistido por 9,6 milhões de telespectadores ao vivo, foi o programa não esportivo mais visto do domingo nos EUA, segundo a empresa Nielsen. Projeções de pesquisa da rede CBS apontam que os números devem ultrapassar 15 milhões de telespectadores com a soma de outras plataformas e reprises, ao longo da primeira semana de exibição. Como se não bastasse, a atração ainda foi elogiada por 90% da crítica norte-americana, na média do site Rotten Tomatoes. Os efeitos visuais, a performance de Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”) e o ritmo intenso foram os elementos mais destacados. Transmitidos em sequência, os dois primeiros capítulos, escritos por Bryan Fuller (série “American Gods”) e Alex Kurtzman (“Star Trek”), fizeram a introdução da nova saga, passada em plena guerra contra os klingons, mas também contaram uma história semi-completa como um filme das franquias atuais. Para não deixar dúvidas que a história teria outro rumo, após o desfecho trágico, a CBS exibiu um trailer das cenas dos próximos episódios, mostrando novas reviravoltas e cenas impressionantes. Segundo o site Deadline, a exibição rendeu um número recorde de inscrições num único dia ao serviço CBS All Access, que irá mostrar com exclusividade o resto da série por streaming nos Estados Unidos. No resto do mundo, inclusive no Brasil, “Star Trek: Discovery” chega pela Netflix nesta segunda (25/9).

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    Darren Aronofsky diz ter ficado entusiasmado com a rejeição de público sofrida por Mãe!

    22 de setembro de 2017 /

    O diretor Darren Aronofsky resolveu abordar a rejeição do público e a notória nota “F” dada a seu novo filme, “Mãe!”. A nota ruim foi registrada pela CinemaScore, uma empresa de pesquisa que analisa as reações do público aos filmes. “O que é interessante sobre isso é, como é que você sair deste filme sem dar um ‘F’? Ele é um soco. É um soco total”, disse Aronofsky, num evento de exibição do filme na Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, acompanhado pelo site The Hollywood Reporter. “Eu percebi que ficamos entusiasmados com isso”, continuou Aronofsky. “Nós queríamos fazer um filme punk e vir para cima do público. E a razão pela qual eu queria vir é porque eu estava muito triste e tinha muita angústia e queria expressá-la. O cinema é uma jornada tão difícil. As pessoas estão constantemente dizendo não a você. E para acordar todas as manhãs e sair da cama e enfrentar todos esses ‘não’, você precisa estar disposto a realmente acreditar em algo”. Até hoje, apenas 19 filmes receberam o temido “F” da CinemaScore. Entre eles, estão “O Sacrifício” (2006), “A Caixa” (2009) e “O Homem da Máfia” (2012). Repercutindo a rejeição, “Mãe!” abriu abaixo das expectativas, rendendo apenas US$ 7,5 milhões na bilheteria doméstica, durante o fim de semana passada. A quantia é recorde negativo na carreira da atriz Jennifer Lawrence. Aronofsky explicou que, em seu discurso inicial para a equipe e estrelas da “Mãe!”, inclusive Jennifer Lawrence e Javier Bardem, disse que “este filme não vai vencer um concurso de popularidade”. “Estamos basicamente segurando um espelho para o que está acontecendo”, defendeu o diretor. “Todos nós estamos fazendo isso. Mas o capítulo final não foi escrito e espero que as coisas possam mudar. E, para voltar, o fato de que está indo agora mesmo e as coisas realmente estão desmoronando de uma maneira que é realmente assustadora “. O diretor acrescentou ainda que “Mãe!” foi sua chance de “uivar”. “Algumas pessoas não vão querer ouvir isso. Tudo bem”, concluiu.

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    Planeta dos Macacos: A Guerra estreia com bilheteria recorde na China

    17 de setembro de 2017 /

    “Planeta dos Macacos: A Guerra” atingiu um faturamento muito acima do previsto em seu lançamento na China, juntando-se aos três filmes que bateram recordes cinematográficos neste fim de semana – “It: A Coisa”, que estabeleceu novo recorde de arrecadação de terror na América do Norte, “Mãe!”, responsável pela pior abertura da carreira de Jennifer Lawrence, e “Dunkirk”, promovido a maior bilheteria mundial de um filme de guerra. A ficção científica do diretor Matt Reeves abriu com US$ 62,3 milhões em sua estreia chinesa, faturando mais em seus três dias iniciais no país do que em sua abertura nos Estados Unidos e no Canadá há dois meses. O filme também tinha conquistado o 1º lugar em sua estreia na América do Norte, mas na ocasião fez US$ 56,5 milhões. O resultado é a maior estreia de um filme da Fox na China, num aumento de 42% em relação ao título anterior da franquia, “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014). O desempenho também é 20% melhor que o antigo recordista do estúdio: “Logan”, lançado no começo do ano. Graças ao volume monetário proveniente da China, “Planeta dos Macacos: A Guerra” virou a maior bilheteria internacional do fim de semana, superando “It: A Coisa”, que somou US$ 60,3 milhões nos últimos três dias no exterior. Elogiadíssimo pela crítica (93% de aprovação no site Rotten Tomatoes), o filme ainda estava no vermelho nas contas da Fox, graças ao orçamento elevado de US$ 150 milhões, responsável por bancar os efeitos especiais mais realistas e épicos da franquia. Com a arrancada chinesa, o terceiro “Planeta dos Macacos” finalmente saiu da sombra do remake de Tim Burton, considerado um fracasso em 2001 com US$ 362,2 milhões mundiais. A produção atingiu US$ 433,7 milhões em todo o mundo, dos quais apenas 33,6% (US$ 145,8 milhões) foram conquistados na América do Norte. Embora não vá repetir o feito mundial do segundo filme (US$ 710,6 milhões), agora deve ultrapassar o longa inaugural, “Planeta dos Macacos: A Origem”, que fez US$ 481,8 milhões em 2011. “A Guerra” ainda vai estrear em outubro no Japão. O bom resultado no cobiçado mercado chinês pode até animar a Fox a continuar a franquia, após sinalizar esgotamento do ciclo.

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    Jennifer Lawrence tem pior abertura da carreira com estreia de Mãe! na América do Norte

    17 de setembro de 2017 /

    Além dos recordes quebrados por “It: A Coisa”, o filme “Mãe!” também registrou uma marca histórica em sua estreia no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. Com apenas US$ 7,5 milhões, o filme apresentou a pior abertura de um lançamento amplo da carreira de Jennifer Lawrence – superando “A Última Casa da Rua”, que abriu com US$ 12,2 milhões em 2012. O filme dirigido por Darren Arnofsky (“Noé”) foi lançado em 2,3 mil salas de cinema e desagradou em cheio o público norte-americano. Apesar dos elogios na imprensa (68% de aprovação), foi considerado um dos piores filmes do ano por seus espectadores, que lhe deram nota “F” no levantamento do CinemaScore. Pouquíssimos longas tem avaliação tão ruim, porque o público costuma gostar de tudo – é fato, basta ver as notas resultantes de outras pesquisas do CinemaScore. O levantamento do CinemaScore fornece alguns dados curiosos para discussão. 38% do público do filme era formado por fãs de Jennifer Lawrence, que se acostumaram a vê-la em papéis heroicos, tanto em franquias como “Jogos Vorazes” e “X-Men”, como em dramas como “Joy” e “Trapaça”, e não aprovaram seu retrato de mulher assustada e desprotegida. Todos estes deram “F” para o fiasco. 43% afirmaram que pagaram para ver “Mãe!” porque acharam que era um filme de terror. E como se decepcionaram ao encontrar uma metáfora disfarçada, deram “F” pela falcatrua. Só os fãs de Aronofsky, que representaram 10% do público total, acharam “Mãe!” razoável. Eles acreditavam que sabiam o que esperar, tendo em vista os outros filmes místicos do diretor, de “A Fonte da Vida” (2006) a “Noé” (2014), mas mesmo assim deram nota “C” pela chatice. O boca-a-boca negativo implodiu a arrecadação e deve encurtar a permanência do filme em cartaz. A sorte da Paramount é “Mãe!” ser, supostamente, o lançamento amplo mais barato da semana na América do Norte, tendo custado US$ 30 milhões declarados. Mas há controvérsias a respeito deste número. De todo modo, o filme estreou em 3º lugar e chega ao Brasil na quinta (21/9).

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    Público americano odiou Mãe!, o novo filme estrelado por Jennifer Lawrence

    17 de setembro de 2017 /

    O filme “Mãe”, dirigido por Darren Aronofsky (“Noé”) e estrelado por Jennifer Lawrence (“Passageiros”), foi completamente rejeitado pelo público norte-americano. A projeção ganhou nota “F”, a mais baixa do CinemaScore, que pesquisa a opinião do público sobre as estreias de cinema. A nota “F” é raríssima, uma vez que, diz a lenda e o CinemaScore comprova, o público costuma gostar de tudo. A rejeição assumida escancara uma grande divisão em relação à crítica. Exibido no circuito dos grandes festivais internacionais, antes de chegar aos cinemas norte-americanos na sexta (16/9), “Mãe!” teve avaliação positiva dos críticos. Está com 68% de aprovação no Rotten Tomatoes. O problema para o público é que esta nota elevada levou muitos incautos a comprarem ingressos. E agora o fórum do Rotten Tomatoes está tomado por protestos. “Você não precisa ter que se formar em Jornalismo para entender este filme. Qualquer um pode entender o quanto ele é ruim”, escreveu um usuário, protestando contra as críticas positivas. “Eu entendi, vamos morrer, Deus é a nossa verdadeira salvação, blá, blá, blá. É tão redundante e insistente em sua mensagem que faz você se sentir como um idiota”, arrematou outro. Muitos disseram ter saído antes do fim da projeção. A pesquisa do CinemaScore fornece alguns dados curiosos para discussão. 38% do público do filme era formado por fãs de Jennifer Lawrence, que se acostumaram a vê-la em papéis heroicos, tanto em franquias como “Jogos Vorazes” e “X-Men”, como em dramas como “Joy” e “Trapaça”, e não aprovaram seu retrato de mulher assustada e desprotegida. Todos estes deram “F” para o filme. 43% afirmaram que pagaram para ver “Mãe!” porque acharam que era um filme de terror. E como se decepcionaram ao encontrar uma metáfora disfarçada, deram “F” pela falcatrua. Só os fãs de Aronofsky, que representaram 10% do público total, acharam “Mãe!” razoável. Eles acreditavam que sabiam o que esperar, tendo em vista os outros filmes místicos do diretor, de “A Fonte da Vida” (2006) a “Noé” (2014), mas mesmo assim deram nota “C” pela chatice. Os primeiros resultados da bilheteria indicam um fracasso retumbante e o pior desempenho comercial da carreira de Jennifer Lawrence. O balanço definitivo sai no domingo (17/9). “Mãe!” estreia na próxima quinta-feira (21/9) no Brasil.

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    Annabelle 2 estreia em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte

    13 de agosto de 2017 /

    “Annabelle 2: A Criação do Mal” assustou a concorrência ao abrir em 1º lugar nas bilheterias no fim de semana, afastando um pouco as nuvens de um versão bastante sombrio para a indústria cinematográfica. O terror, que estreia na próxima quinta (17/8) no Brasil, conjurou US$ 35 milhões em 3,5 mil salas, superando o desempenho de alguns supostos blockbusters da temporada – “A Torre Negra”, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” e “A Múmia”. A estreia agradou a crítica, com 69% de aprovação, ao contar a origem da personagem do título – um alívio diante dos 29% do primeiro “Annabelle” em 2014. Mas o verão está tão fraco que a volta da boneca do mal vendeu menos ingressos que o lançamento dos outros filmes de seu “universo” cinematográfico – “Invocação do Mal”, que introduziu a boneca, fez US$ 41,9 milhões em sua estreia em 2013, “Invocação do Mal 2” abriu com US$ 40,4 milhões e “Annabelle” começou com US$ 37,1 milhões. “Nós teríamos ficado felizes em atingir US$ 30 milhões, considerando o mercado lento”, disse Jeff Goldstein, presidente da distribuição doméstica de Warner, comemorando o faturamento do filme no site The Hollywood Reporter. O estúdio tem realmente o que comemorar, pois também mantém o 2º lugar com o inesperado desempenho de “Dunkirk”. O filme de guerra de Christopher Nolan permaneceu uma força formidável em seu quarto final de semana em cartaz, somando mais US$ 11,4 milhões para ultrapassar a marca de US$ 150 milhões na América do Norte – uma façanha rara para uma produção sobre a 2ª Guerra Mundial, não vista desde que Steven Spielberg comandou “O Resgate do Soldado Ryan” (US$ 216 milhões no total). No mundo todo, “Dunkirk” já soma US$ 363,7 milhões. Outra estreia da semana, a animação “O Que Será de Nozes 2” abriu em 3º lugar, com US$ 8,9 milhões em 4 mil salas. Um desempenho pífio pela ampla distribuição e que representa menos da metade dos US$ 19,4 milhões obtidos pelo primeiro filme, em 2014. A continuação estreia no Brasil em 14 de setembro. Mas sombria mesmo é a arrecadação de “A Torre Negra”, que desabou do 1º para o 4º lugar após uma semana, com US$ 7,9 milhões. Em dez dias, a superprodução da Sony atingiu um total doméstico de US$ 34,3 milhões. Sim, menos que a abertura de “Annabelle 2”. Em todo o mundo, a soma não passa de US$ 53,6 milhões. Com isso, não há como a Sony investir numa continuação ou série de TV, conforme especulado. O Top 10 ainda registra a estreia do drama “O Castelo de Vidro”, estrelado por Brie Larson, que volta a trabalhar com o diretor Justin Cretton após “Temporário 12” (2013), o filme que a tornou atriz premiada. A produção da Lionsgate abriu apenas em 9º lugar, com US$ 4,8 milhões e uma distribuição em 1,4 mil salas. Vale destacar ainda as quedas de “Detroit”, o novo drama de Kathryn Bigelow (“Guerra ao Terror”), e a sci-fi “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, de Luc Besson (“O Quinto Elemento”), que não conseguiram completar um mês no Top 10. Entre as estreias limitadas, o melhor resultado ficou com a comédia indie “Ingrid Goes West”, estrelada por Aubrey Plaza e Elizabeth Olson, que fez US$ 141,2 mil em somente três salas, registrando uma média por tela de US$ 47 mil, a melhor da semana. Com 86% de aprovação crítica, “Ingrid Goes West” superou até os outros dois lançamentos indies do circuito, que inclusive abriram em mais salas: “Bom Comportamento” (Good Time, US$ 137,6 mil em quatro salas) e “The Only Living Boy in New York” (US$ 57,6 milhões em 15 salas). Mas enquanto “Bom Comportamento”, com Robert Pattinson, encantou a crítica (92% de aprovação), “The Only Living Boy in New York”, que marca a volta do diretor Marc Webb às produções modestas após “O Espetacular Homem-Aranha 2”, foi execrado (29%). Confira abaixo o Top 10 completo com os trailers das produções. Clique nos títulos dos filmes para assistir às prévias de cada um.   BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 35 milhões Total EUA: US$ 35 milhões Total Mundo: US$ 71,7 milhões 2. Dunkirk Fim de semana: US$ 11,4 milhões Total EUA: US$ 153,7 milhões Total Mundo: US$ 363,7 milhões 3. O Que Será de Nozes 2 Fim de semana: US$ 8,9 milhões Total EUA: US$ 8,9 milhões Total Mundo: US$ 8,9 milhões 4. A Torre Negra Fim de semana: US$ 7,8 milhões Total EUA: US$ 34,3 milhões Total Mundo: US$ 53,6 milhões 5. Emoji – O Filme Fim de semana: US$ 6,6 milhões Total EUA: US$ 63,5 milhões Total Mundo: US$ 97,1 milhões 6. Girls Trip Fim de semana: US$ 6,2 milhões Total EUA: US$ 97,1 milhões Total Mundo: US$ 105,5 milhões 7. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 306,4 milhões Total Mundo: US$ 702 milhões 8. O Sequestro Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 19,3 milhões Total Mundo: US$ 19,3 milhões 9. O Castelo de Vidro Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 4,8 milhões Total Mundo: US$ 4,8 milhões 10. Atômica Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 42,8 milhões Total Mundo: US$ 61,7 milhões

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    Rainha do Sul: Série americana de Alice Braga é renovada para a 3ª temporada

    10 de agosto de 2017 /

    A série “Rainha do Sul” (Queen of the South), estrelada por Alice Braga (“Elysium”), foi renovada para sua 3ª temporada pelo canal pago americano USA Network. Com uma média de 2 milhões de espectadores em todas as plataformas, a série está entre as de melhor desempenho entre a demografia cobiçada pelos anunciantes (adultos entre 18 e 49 anos). A atriz brasileira foi bastante elogiada pela crítica americana por seu desempenho na atração. Na trama, sua personagem Teresa Mendoza se transforma, de uma jovem mexicana perseguida pelo cartel e pela polícia após a morte do namorado por tráfico, numa espécie de Rainha das drogas. A atração é um remake da novela colombiana “La Reina Del Sur”, que foi desenvolvido pelos roteiristas M.A. Fortin e Joshua John Miller, ambos do filme divertido e premiado “Terror nos Bastidores” – Melhor Roteiro do Festival de Stiges – , lançado direto em DVD no Brasil. Por curiosidade, a novela “La Reina del Sur” ganhou o nome de “A Rainha do Tráfico” no Brasil e já foi exibida pelo canal +Globosat e pelo Netflix. Além disso, Teresa Mendoza é inspirada numa traficante real, Griselda Blanco, que será interpretada por Jennifer Lopez num vindouro telefilme da HBO. No Brasil, a série é exibida como “Rainha do Sul” no canal pago Space e com o título original “Queen of the South” na Netflix. O final da 2ª temporada vai ao ar em 31 de agosto nos Estados Unidos e o terceiro ano será exibido em 2018.

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  • Filme

    A Torre Negra vira pior líder de bilheterias de 2017 na América do Norte

    6 de agosto de 2017 /

    As previsões pessimistas foram confirmadas pela estreia sombria de “A Torre Negra”. O filme abriu em 1º lugar na América do Norte, mas será difícil a Sony investir numa continuação. Isto porque a arrecadação de US$ 19,5 milhões, abaixo das expectativas, foi o pior desempenho de um líder de bilheterias em todo o ano de 2017. “A Torre Negra” transformou em inverno o final da alta temporada (verão) cinematográfica norte-americana. E tampouco empolgou o resto do mundo, somando em todos os territórios US$ 27,5 milhões. Mas não deveria ser surpresa para os investidores. Esta é a performance que costuma ser associada a adaptações do escritor Stephen King. Pela quantidade de filmes que seus livros geram, pode-se acreditar que ele é autor de blockbusters, mas a maior abertura de um longa inspirado por King foi “1408”, que estreou com US$ 20,6 milhões em 2007. O filme da Sony custou, supostamente, US$ 60 milhões de produção, divididos com a coprodutora MRC (Media Right Capital). Mas os gastos de marketing não foram revelados. Havia planos para o desenvolvimento de uma franquia com novos filmes e séries. Entretanto, tudo isso deve ter sido enterrado pela implosão nos cofres do estúdio. A pá de cal foi fornecida pela crítica, num registro de somente 18% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Executivos da Universal e Warner, que chegaram a cogitar produzir o projeto megalômano, podem respirar aliviados por terem desviado desta catástrofe. O lançamento no Brasil vai acontecer em 24 de agosto. Foi por pouco, mas “Dunkirk” caiu para 2º lugar após duas semanas no topo. O filme de guerra da Warner rendeu US$ 17,6 milhões nos últimos três dias nos Estados Unidos e no Canadá, chegando a um total de US$ 133,5 milhões no mercado doméstico. De forma impressionante, já superou até a arrecadação de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, que tem uma semana a mais de exibição e contou com uma campanha de marketing grandiosa. “Dunkirk” também ultrapassou a sci-fi da Fox no mercado mundial, ao comemorar a marca de US$ 300 milhões no mundo inteiro. “Emoji – O Filme” e “Girls Trip” ficaram com o 3º e 4º lugares, respectivamente, em condições opostas. Enquanto a animação marca outro ponto negativo para a Sony – e que negativo, com só 7% de aprovação – , “Girls Trip” é um fenômeno da Universal. Produzido por US$ 19 milhões, rendeu até agora US$ 89,4 milhões no mercado doméstico. O Top 5 se completa com mais uma estreia. O suspense “O Sequestro” (Kidnap), estrelado por Halle Berry, fez US$ 10,2 milhões. E já está no lucro, pelo simples fato de ter chegado aos cinemas. A falência da produtora Relativity deixou vários filmes no limbo, como “Fallen”, que foi lançado no Brasil e ninguém sabe se um dia aparecerá nos Estados Unidos. Por sinal, “O Sequestro” estreia em 7 de setembro no Brasil. As decepções ainda continuaram com a ampliação do circuito de “Detroit”. Lançado em 20 salas na semana passada, o drama indie de época e denúncia social da premiada diretora Kathryn Bigelow (“Guerra ao Terror”) chegou a 3 mil salas na sexta (4/8) sem lotar nenhuma. Apareceu em 8º lugar, com US$ 7,2 milhões e uma média de público 60% menor que a de “A Torre Negra”. “Detroit” estreia no Brasil em 7 de setembro.   BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Torre Negra Fim de semana: US$ 19,5 milhões Total EUA: US$ 19,5 milhões Total Mundo: US$ 27,5 milhões 2. Dunkirk Fim de semana: US$ 17,6 milhões Total EUA: US$ 133,5 milhões Total Mundo: US$ 314,1 milhões 3. Emoji – O Filme Fim de semana: US$ 12,3 milhões Total EUA: US$ 49,4 milhões Total Mundo: US$ 62,1 milhões 4. Girls Trip Fim de semana: US$ 11,4 milhões Total EUA: US$ 85,4 milhões Total Mundo: US$ 90,8 milhões 5. O Sequestro Fim de semana: US$ 10,2 milhões Total EUA: US$ 10,2 milhões Total Mundo: US$ 10,2 milhões 6. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 8,8 milhões Total EUA: US$ 294,9 milhões Total Mundo: US$ 670,9 milhões 7. Atômica Fim de semana: US$ 8,2 milhões Total EUA: US$ 34,1 milhões Total Mundo: US$ 45,8 milhões 8. Detroit Fim de semana: US$ 7,2 milhões Total EUA: US$ 7,7 milhões Total Mundo: US$ 7,7 milhões 9. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 130,2 milhões Total Mundo: US$ 278 milhões 10. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 240,7 milhões Total Mundo: US$ 879,4 milhões

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    Críticas negativas afundam Emoji e Dunkirk mantém 1º lugar na América do Norte

    30 de julho de 2017 /

    “Emoji – O Filme” conseguiu realizar uma façanha, ao se tornar a primeira animação de grande estúdio a ser repudiada de forma unânime pela crítica norte-americana. Com apenas 8% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a produção da Sony foi maldosamente identificada pela imagem de um de seus personagens, Poop (um cocô), e seguiu descarga abaixo, rendendo bem menos que o esperado nas bilheterias. O longa animado, que só chega no Brasil no final de agosto, abriu com US$ 25,6 milhões e não conseguiu superar o drama de guerra “Dunkirk”, que manteve o 1º lugar pela segunda semana seguida na América do Norte, com US$ 28,1 milhões. Foi a primeira vez que um lançamento se manteve por duas semanas no topo desde a estreia de “Mulher-Maravilha”, no início de junho. A superprodução de Christopher Nolan já ultrapassou os US$ 100 milhões no mercado doméstico. O 3º lugar ficou com “Girls Trip”, uma comédia para maiores sobre farra de mulheres, protagonizada por atrizes negras. O sucesso deste filme, que soma US$ 65,5 milhões em 10 dias, é inversamente proporcional ao fracasso da produção similar com atrizes brancas (e Scarlett Johansson) “A Noite É Delas”, que fez ao todo US$ 21,8 milhões e já saiu de cartaz. Estrelada por Queen Latifah (série “Star”) e Jada Pinkett Smith (série “Gotham”), “Girls Trip” não tem previsão de estreia no Brasil O êxito de “Girls Trip” também realça o tropeço de “Atômica”, que abriu abaixo das projeções da Universal. Nem os 75% de aprovação da crítica ajudou o thriller de ação a atingir sua meta, somando nas bilheterias US$ 18,5 milhões. Apesar do orçamento ser baixo (US$ 30 milhões), o estúdio contava com um pouco mais de ímpeto para investir numa continuação. A decisão agora vai depender do desempenho internacional. A estreia no Brasil acontece em 31 de agosto. Entre os lançamentos limitados, que não entraram no Top 10, o documentário “Uma Verdade Mais Inconveniente”, sobre o aquecimento global, teve a melhor performance, faturamento mais por tela que qualquer filme em cartaz no fim de semana. A estreia ocupou apenas quatro salas. “Detroit”, o novo longa da diretora Kathryn Bigelow (“A Hora Mais Escura”), também teve uma performance de “blockbuster indie” em sua exibição em 20 telas. Ambos os filmes terão seu circuito ampliado nos próximos dias. Mas vão demorar a chegar ao Brasil. A estreia nacional de “Detroit” está marcada para 7 de setembro, enquanto “Uma Verdade Mais Inconveniente” ficou apenas para 9 de novembro.     BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dunkirk Fim de semana: US$ 28,1 milhões Total EUA: US$ 102,8 milhões Total Mundo: US$ 234,1 milhões 2. Emoji – O Filme Fim de semana: US$ 25,6 milhões Total EUA: US$ 25,6 milhões Total Mundo: US$ 25,6 milhões 3. Girls Trip Fim de semana: US$ 20 milhões Total EUA: US$ 65,5 milhões Total Mundo: US$ 67,5 milhões 4. Atômica Fim de semana: US$ 18,5 milhões Total EUA: US$ 18,5 milhões Total Mundo: US$ 24,4 milhões 5. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 13,4 milhões Total EUA: US$ 278,3 milhões Total Mundo: US$ 633,7 milhões 6. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 10,3 milhões Total EUA: US$ 118,6 milhões Total Mundo: US$ 224,5 milhões 7. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 230,4 milhões Total Mundo: US$ 819,2 milhões 8. Valerian e a Cidade dos Mil Planetas Fim de semana: US$ 6,8 milhões Total EUA: US$ 30,6 milhões Total Mundo: US$ 30,6 milhões 9. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 92 milhões Total Mundo: US$ 138,6 milhões 10. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 395,4 milhões Total Mundo: US$ 786 milhões

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    Roteirista de Roubo em Família, novo filme de Steve Soderbergh, não existe

    28 de julho de 2017 /

    O site The Hollywood Reporter foi investigar um rumor de que a roteirista creditada em “Roubo em Família” (Logan Lucky), novo filme dirigido por Steven Soderbergh, é um pseudônimo. Oficialmente, o nome da estreante Rebecca Blunt aparece como sendo a responsável pelo roteiro. Mas ela nunca foi ao set, com a desculpa de que mora na Inglaterra, nem deu entrevistas em lugar algum. E mais: nem dará entrevistas, com nova desculpa, porque trabalha em outro projeto. Para completar, como é estreante, nem sequer tem biografia conhecida, algo tampouco aprofundado no escasso material de imprensa produzido sobre a equipe do filme. O detalhe é que o roteiro é a parte mais elogiada de “Roubo em Família”, que conquistou a crítica norte-americana e atualmente tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Isto levantou suspeitas de que o nome fosse um pseudônimo. Uma das fontes ouvidas pelo site diz que emails com o nome de Rebecca Blunt foram trocados com membros da equipe, o que limita o número de suspeitos para alguém com acesso aos endereços eletrônicos da produção. A apuração levou a três possíveis nomes. A resposta mais simples é que o texto pode ser do próprio diretor, que costuma adotar pseudônimos quando acumula funções. Outra opção, que parece ser a favorita da maioria, é que o roteiro foi escrito pela esposa de Soderbergh, Jules Asner. Se assim for, a ex-modelo e apresentadora do canal pago E! conseguiu um feito notável. Na verdade, seu único trabalho anterior no cinema foi uma pequena participação na comédia “O Império (do Besteirol) Contra-Ataca” (2001). Mas ela sabe escrever, como demonstrou seu romance “Whacked”, lançado em 2008 com críticas positivas. Há ainda uma possibilidade do roteiro ter sido escrito por outro apresentador da E!, John Henson, ex-roteirista-produtor do programa “Talk Soup”, que teria trabalhado com Soderbergh há alguns anos em um projeto parecido. Após a publicação da reportagem, Soderbergh replicou à Entertainment Weekly: “Bem, isso vai ser novidade para Rebecca Blunt”. E acrescentou: “Quando as pessoas fazem uma declaração como essa, elas devem ter muito cuidado, especialmente quando é uma roteirista mulher que tem o seu primeiro roteiro produzido”. A produtora Bleecker Street, responsável pelo lançamento do longa, não quis comentar. O filme estreia em 18 de agosto nos Estados Unidos, mas apenas dois meses depois no Brasil, em 12 de outubro.

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    Dunkirk estreia em 1º lugar e Valerian fracassa nas bilheterias da América do Norte

    23 de julho de 2017 /

    Rodado em 60mm, como os épicos de outrora, e com aviões e navios reais na locação verdadeira da história, “Dunkirk” arrastou multidões aos cinemas norte-americanos, abrindo em 1º lugar nas bilheterias em seu fim de semana de estreia. Superando expectativas da indústria, o longa dirigido por Christopher Nolan faturou US$ 50,5 milhões e dobrou a arrecadação com seu desempenho no mercado internacional. De forma inesperada para muitos, o filme de guerra à moda antiga deu um pau na sci-fi com efeitos digitais mirabolantes “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, que era a outra grande estreia da semana. A produção mais cara já dirigida pelo francês Luc Besson fracassou de forma retumbante, rendendo apenas US$ 17 milhões e um modesto 5º lugar no ranking. Publicações especializadas tinham cravado que “Dunkirk” teria dificuldades para abrir com mais de US$ 40 milhões, devido ao tema. Filmes sobre a 2ª Guerra Mundial não costumam virar blockbusters. Mas os lançamentos do diretor Christopher Nolan, responsável pela trilogia “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “A Origem” e “Interestelar”, nunca decepcionaram a Warner, que investiu uma fortuna em marketing para sua divulgação, praticamente dobrando os gastos de US$ 100 milhões de seu orçamento. A aposta era mais no prestígio, com possibilidade de Oscar, do que em lucro. Mas parece que “Dunkirk” vai render algum troco. Para dar dimensão a seu feito, a maior bilheteria de filme de guerra na América do Norte tem quase 20 anos. É “O Resgate do Soldado Ryan”, de Steven Spielberg, que rendeu US$ 216,5 milhões em 1998, mas abriu com bem menos que “Dunkirk”: US$ 31 milhões. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (27/7). Já “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” tem o potencial de quebrar a produtora de Besson, EuropaCorp. O cineasta se reforçou com parceiros na produção. Mesmo assim, os custos são de outro mundo. Para começar, o orçamento é o dobro de “Dunkirk”. Trata-se do primeiro filme europeu que custou mais de US$ 200 milhões. E as despesas de marketing são tratadas como segredo de estado, pois devem aumentar muito a hemorragia financeira. Enquanto “Dunkirk” foi elogiado pela crítica, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Valerian” dividiu opiniões, entre aplausos pelo visual impressionante e vaias para o roteiro nonsense. O crítico do site The Hollywood Reporter chegou a afirmar que o filme era favorito ao Framboesa de Ouro 2018, mas opiniões menos rigorosas elevaram a média do filme para 54%. Ou seja, não é um lixo, é apenas medíocre. A sci-fi chega aos cinemas brasileiros em 10 de agosto. Entre os dois extremos do Top 5, o ranking ainda reservou uma enorme surpresa. A comédia “Girls Trip”, que não tem título nacional nem previsão de lançamento no Brasil, estreou em 2º lugar, com US$ 30,3 milhões, num desempenho que ninguém previu. O resultado representou a maior abertura da carreira do diretor Malcolm D. Lee (“O Natal dos Amigos Indiscretos”, “Um Salão do Barulho 3”, etc). E com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, não repetiu o vexame crítico da outra comédia recente sobre viagens de amigas, “A Noite é Delas”, fracasso completo que sorrateiramente sumiu do cronograma de estreias do Brasil. “Girls Trip” se mostrou mais que “Uma Noite É Delas” com atrizes negras. Para começar, reforçou a ótima química entre as atrizes Queen Latifah (série “Star”) e Jada Pinkett Smith (série “Gotham”), que voltaram a filmar juntas 21 anos após estrelarem “Até as Últimas Consequências” (1996). Viajam junto com elas Regina Hall (“Pense como Eles”), que estreou no cinema na primeira comédia do diretor, “Amigos Indiscretos” (1999), e Tiffany Haddish (“Keanu: Cadê Meu Gato?!”). As quatro vivem melhores amigas que resolvem curtir o carnaval de Nova Orleans, onde reencontram o espírito juvenil, dançando, brigando e flertando até corar. Entre os alvos masculinos de sua energia está ninguém menos que Mike Colter (o astro da série Luke Cage”). Vale observar que logo abaixo de “Girls Trip” – e acima de “Valerian” – estão pesos-pesados como “Homem-Aranha: De Volta para Casa” e “Planeta dos Macacos: A Guerra”, filmes de franquias, que disputavam o topo do ranking. O detalhe é que o filme das férias femininas, que impediu as superproduções de assegurarem ou manterem o 2º lugar, foi feito por apenas US$ 20 milhões. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dunkirk Fim de semana: US$ 50,5 milhões Total EUA: US$ 50,5 milhões Total Mundo: US$ 105,9 milhões 2. Girls Trip Fim de semana: US$ 30,3 milhões Total EUA: US$ 30,3 milhões Total Mundo: US$ 30,3 milhões 3. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 22 milhões Total EUA: US$ 251,7 milhões Total Mundo: US$ 571,7 milhões 4. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 20,4 milhões Total EUA: US$ 97,7 milhões Total Mundo: US$ 174,8 milhões 5. Valerian e a Cidade dos Mil Planetas Fim de semana: US$ 17 milhões Total EUA: US$ 17 milhões Total Mundo: US$ 17 milhões 6. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 12,7 milhões Total EUA: US$ 213,3 milhões Total Mundo: US$ 727,4 milhões 7. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 84,2 milhões Total Mundo: US$ 118,6 milhões 8. The Big Sick Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 24,5 milhões Total Mundo: US$ 24,6 milhões 9. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 389 milhões Total Mundo: US$ 779,4 milhões 10. 7 Desejos Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 10,5 milhões Total Mundo: US$ 10,5 milhões

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    Crítica norte-americana chama Dunkirk de “filme do ano”, “obra-prima” e já prevê Oscar

    18 de julho de 2017 /

    A crítica norte-americana ficou encantada por “Dunkirk”. Elogios como “filme do ano”, “obra-prima” e “garantido no Oscar” estamparam resenhas da produção, que começaram a ser publicadas nesta semana no exterior. Dirigido por Christopher Nolan, responsável pela trilogia “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “Dunkirk” retrata a batalha de Dunquerque, uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra Mundial. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis. Com 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes – 100% entre os considerados críticos top – , o filme está sendo descrito como “épico” e também como “um dos melhores filmes de guerra de todos os tempos”. “Dunkirk” estreia nesta semana nos Estados Unidos, mas apenas na próxima no Brasil, em 27 de julho. Veja abaixo alguns dos elogios rasgados da crítica à produção: “A disputa pelo Oscar de Melhor Filme finalmente começou… O épico da 2ª Guerra de Christopher Nolan pode ser o maior filme de guerra de todos os tempos” (Peter Travis, da revista Rolling Stone). “‘Dunkirk’ é o primeiro filme garantido no Oscar 2018” (Kristopher Tapley, revista Variety). “Nolan criou um filme conciso, arrebatador e profundamente envolvente e inesquecível que se destaca entre os melhores filmes de guerra da década” (Richard Roeper, do jornal Chicago Sun-Times). “Um cinema visceral e de grande orçamento que pode ser chamado de arte. Também é o melhor filme do ano até agora” (Chris Nashawaty, da revista Entertainment Weekly). “Projetado para emocionar e provocar a resposta que os cineastas de todos os tipos tem esperado há um século: ‘uau’” (Michael Phillips, do jornal Chicago Tribune). “Não se engane: o ‘Dunkirk’ de Christopher Nolan é uma obra-prima da frieza. Nolan coloca o espectador direto na ação” (Lindsey Bahr, da agência Associated Press). “Sensacional em todos os sentidos da palavra. Direcionado ao coração e à cabeça, o filme chega lá através do sistema nervoso central” (Alonso Duralde, do site The Wrap). “É um feito impressionante de terror imersivo, abençoado por uma direção que é um nocaute e exige que ele seja visto na maior tela possível” (Dave Calhoun, da revista Time Out). “Mais perto de Sartre do que Spielberg, ‘Dunkirk’ é um trabalho deslumbrante sobre um espetáculo bruto que procura ordem no meio do caos” (David Ehrlich, do site IndieWire”). “É uma peça visceral do cinema” (Peter Bradshaw, do jornal inglês The Guardian). “’Dunkirk’ também tem uma das melhores trilhas do cinema recente. A música de Hans Zimmer desempenha um papel importante como qualquer outro personagem” (Brian Truitt, do jornal USA Today).

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