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    Alita – Anjo de Combate tem ambição demais para seu próprio bem

    20 de fevereiro de 2019 /

    Após duas décadas existindo como filme apenas na cabeça de James Cameron, o mangá cyberpunk “Alita: Anjo de Combate”, de Yukito Kishiro, finalmente ganhou a adaptação hollywoodiana que o cineasta visionário tanto sonhou. Mas dirigido por Robert Rodriguez, porque Cameron anda mais preocupado com as sequências de “Avatar”. Mesmo assim, o resultado (ainda bem) tem muito mais a cara do cineasta de produções monumentais como “Titanic”, “Avatar” e “O Exterminador do Futuro 2” que a do diretor de filmes baratos como “El Mariachi”, “Machete”, “Planeta Terror” e “Sin City”. Rodriguez nunca escondeu que estava fazendo um filme de (escrito e produzido por) James Cameron, o que se pode vislumbrar na megalomania impressa da primeira à última cena, um espetáculo em escala gigantesca que mantém o espectador imerso na ação. A premissa é básica, a trama soa familiar, mas o mérito de Cameron e Rodriguez como contadores de histórias é nunca deixar de envolver o espectador. Não fazem isso por meio do roteiro, que jamais foi o forte de Cameron, que adora diálogos ralos e bregas (I’d give you my heart?), nem somente com os efeitos digitais da turma de Peter Jackson, que são realmente impressionantes (a parte do Motorball é um espanto), nem apenas com as cenas de ação. Mas com uma somatória de elementos. Inclusive, quando abraça uma brutalidade típica do começo da carreira de Cameron (e de Paul Verhoeven, vai), trazendo mais violência para a tela que se espera de um tradicional blockbuster para toda a família. A trama imersiva, os efeitos e a ação também ganham credibilidade devido ao carisma de Rosa Salazar (da franquia “Maze Runner”) como intérprete da personagem principal. Mesmo emprestando seus dotes físicos e artísticos para a captura de movimento dar vida à adorável ciborgue, é sua humanidade como atriz que faz com que o público se importe com Alita; que ria e se emocione com suas descobertas, ora alegres, ora dolorosas, de um mundo que ela esqueceu e no qual possui um papel definitivo que jamais imaginou. Isso desde o momento em que têm seus pedaços encontrados num ferro-velho e reconstruídos por um cientista (Christoph Waltz). Mesmo destruída e com olhos de dimensões irreais – uma homenagem ao mangá original – , ela consegue funcionar, porque Rosa Salazar faz acreditar que ela é real – a ponto de sua interpretação deixar as participações de Jennifer Connelly e Mahershala Ali em segundo plano. Infelizmente, porém, por mais que o esforço seja legítimo, o filme acaba não correspondendo. Resulta em apenas mais uma sci-fi/fantasia genérica feita para virar franquia, ao sucumbir ao impulso atual da indústria para gerar sequels e prequels, numa combinação letal com a megalomania de James Cameron. “Avatar” terá várias sequências, como sabemos, mas o diretor fez do original de 2009 um filme certinho, fechado, completo. É gigantesco tanto na ambição quanto na execução, mas vai direto ao ponto. Como arrebentou nas bilheterias, Cameron teve o sinal verde que queria para continuar a saga. Mas se tivesse naufragado, goste-se ou não, continuaria sendo um filme único. Já “Alita” foi pensada, desde o começo, para ter continuação. Entretanto, seria um filme melhor se Cameron e Rodriguez se concentrassem em desenvolver uma história fechada, focada num arco menor. Em vez disso, a trama, digamos assim, parece ainda estar na metade quando rolam os créditos finais. Com isso, o filme resulta equivocadamente incompleto e preocupado acima de tudo em preparar o público para as continuações. E isso é de uma irresponsabilidade absurda, já que a decisão criativa de explorar a franquia depende do sucesso financeiro, o que as bilheterias da estreia já colocaram em risco.

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    Alita: Anjo de Combate pede para não ser subestimada em novo comercial

    3 de fevereiro de 2019 /

    A Fox divulgou o comercial de “Alita: Anjo de Combate” exibido no intervalo do Super Bowl na TV americana. O vídeo traz a protagonista dizendo que não é para subestimá-la, o que é um marketing metalinguístico, considerando as críticas negativas da imprensa. Além de Rosa Salazar (de “Bird Box”) no papel-título, o filme traz Christoph Waltz (“Django Livre”), Jennifer Connelly (“Noé”), Keean Johnson (série “Nashville”), Mahershala Ali (“Moonlight”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) em dois papéis diferentes. A história adapta o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Críticas oficiais chamam Alita: Anjo de Combate de “lixo”

    1 de fevereiro de 2019 /

    A diferença entre os críticos geeks e os críticos de cinema radicalizou-se com o lançamento de “Alita: Anjo de Combate”. Após ser incensada pelos groupies dos sites geeks, que babaram em tuítes elogiosos após as primeiras sessões para jornalistas, a sci-fi está sendo destruída pela imprensa “séria”, que não escreve sobre bonecos de filmes. De “marco da sci-fi” e “uma maravilha da computação gráfica”, como exageraram os críticos de Twitter, o filme virou “lixo” nas publicações oficiais com mais de 280 caracteres dos críticos de cinema. Embora elogiando as sequências de ação e a expressividade de Alita – interpretada pela atriz Rosa Salazar com efeitos CGI – , o consenso é que “Alita: Anjo de Combate” não passa de um clichezão de sci-fi com personagens superficiais. O site The Wrap o classificou como “uma confusão”… “apressada, sem foco e de tom errático”. O jornal britânico The Guardian taxou a obra de “romance distópico convencional” e, acrescentou a revista Time Out, “já visto antes”. “O Big Mac do cinema”, resumiu a Variety, num alusão a junk (lixo) food. Já a revista Entertainment Weekly considerou que “chamar esse filme de lixo é um desserviço para a autenticidade dos filmes trash legítimos”. Com a publicação das primeiras críticas, o filme ganhou cotação no site Rotten Tomatoes. E é podre, com apenas 44% de aprovação. O detalhe é que, quando se aplica o filtro dos chamados “top critics” (aqueles que não publicam em sites de groupies geeks), a avaliação desaba para 29%. Lixão. A história adapta o mangá criado por Yukito Kishiro em 1990 sobre a ciborgue do século 26 chamada Alita, que é encontrada em um ferro-velho por um cientista. Sem memórias, ela demonstra uma habilidade letal para as artes marciais e tenta ser aceita entre os humanos, enquanto é perseguida por conta de seu passado. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). Além de Rosa Salazar (de “Bird Box”), recriada digitalmente no papel-título, o elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). A estreia está marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Calmaria se torna pior estreia da carreira de Anne Hathaway

    27 de janeiro de 2019 /

    O fracasso de “Calmaria” (Serenity) em sua estreia nos Estados Unidos e Canadá durante o fim de semana representou um recorde negativo na carreira de Anne Hathaway. Os US$ 4,8M (milhões) arrecadados em 2,5 mil salas de cinema representam a pior abertura ampla da carreira da atriz no mercado doméstico. Até “Um Dia” (2011), que foi lançado em 1,7 mil telas, faturou mais: US$ 5M há oito anos. Para complicar ainda mais, o noir tropical, que também é estrelado por Matthew McConaughey (que já fez coisa pior), também foi torpedeado pela crítica, afundando com 22% de aprovação. E conseguiu desagradar até o público que pagou para vê-lo, com nota D no CinemaScore. Um naufrágio clamoroso. “Calmaria” se junta à sci-fi “Replicas” como o segundo grande fracasso de 2019. Curiosamente, o lançamento de 11 de janeiro também marcou a pior abertura da carreira de seu astro, Keanu Reeves. Nenhum dos dois longas deve conseguir faturar US$ 10 milhões na América do Norte. Mais acostumado a estrelar filmes ruins, Matthew McConaughey já teve dois desempenhos piores que “Calmaria” em sua carreira – “Uma Herança da Pesada” (abriu com US$ 3,8M em 1996) e “Ouro” (US$ 3,4M em 2017). Em “Calmaria” Hathaway é uma mulher fatal que tenta convencer um capitão de barco vivido por McConaughey a matar seu marido abusivo (interpretado por Jason Clarke). O filme tem roteiro e direção de Steven Knight (criador da série “Peaky Blinders” e roteirista de “Senhores do Crime”) e chega aos cinemas brasileiros em 28 de fevereiro.

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    Primeiras críticas de Vidro consideram filme “a maior decepção”

    10 de janeiro de 2019 /

    Prestes a chegar nos cinemas, “Vidro” teve suas primeiras críticas publicadas nos Estados Unidos. E as opiniões são majoritariamente negativas. A avaliação média das 36 críticas computadas até o momento no site Rotten Tomatoes rende aprovação de apenas 36% ao longa e a conclusão de se trata de um dos piores filmes de M. Night Shyamalan – diretor da obra-prima “O Sexto Sentido” (85% no RT), mas também de lixos como “Fim dos Tempos” (18%) e “Depois da Terra” (11%). “Vidro”, por sinal, conclui uma trilogia iniciada por dois dos maiores sucessos do diretor, “Corpo Fechado” (69%) e “Fragmentado” (76%), juntando os astros dos dois filmes, James McAvoy, Bruce Willis e Samuel L. Jackson. Na trama, seus personagens se encontram num hospício, recebendo tratamento de uma psiquiatra especializada num novo distúrbio, que faz pessoas acreditarem ser super-heróis – ou, no caso de dois deles, supervilões. “Vidro é a maior decepção da carreira de M. Night Shyamalan”, publicou o IndieWire. “Em seus trabalhos anteriores, Shyamalan mostrou um conhecimento maravilhoso de linguagem cinematográfica e um controle magistral de controle de câmera. Mas nada disso está em ‘Vidro’… um filme visualmente pobre e vazio”, considerou o Slash Film. “Para dizer em termos de quadrinhos, ‘Glass’ leva tempo demais de ir de um quadrinho para o outro”, comparou a revista Entertainment Weekly. “Completamente insatisfatório”, lamentou o IGN. “A conclusão é um desastre”, resumiu o CinemaBlend. Apesar das críticas negativas, projeções apontam uma boa bilheteria de estreia nos Estados Unidos. Com roteiro e direção de M. Night Shyamalan, o filme estreia na próxima quinta (17/1) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Público estaria abandonando as sessões de Holmes & Watson nos Estados Unidos

    29 de dezembro de 2018 /

    A comédia “Holmes & Watson” conseguiu subir sua aprovação no site Rotten Tomatoes. Após estrear com 0% no Natal, chegou na sexta (28/12) com 7%. Mas isto não é um grande refresco, considerando sua rejeição pelo público. Fracasso abissal de bilheteria, o longa abriu em 4º lugar e já caiu para 7º em quatro dias em cartaz na América do Norte. O mais impressionante é que as pessoas têm abandonado os cinemas antes do final do filme. Uma amostragem de comentários no Twitter revela que o público tem achado “Holmes & Watson” tão ruim que muitos preferem desistir de ver a projeção completa. “Minha irmã, o namorado dela e eu acabamos de ir assistir Holmes & Watson… Saímos de lá após uma hora. É muito ruim”, escreveu uma internauta. “’Holmes & Watson’ se tornou o primeiro filme que me fez sair do cinema após apenas 30 minutos”, acrescentou outro. “’Holmes & Watson’ é o pior filme que já assisti. Saí do cinema”, reclamou mais um. São muitas queixas e afirmações de abandono do filme, como pode ser ver pelos tuítes originais abaixo. O filme volta a reunir Will Ferrell e John C. Reilly, intérpretes dos personagens do título, 12 anos depois da estreia da parceria em “Ricky Bobby – A Toda Velocidade” (2006) e uma década completa após o grande sucesso de “Quase Irmãos” (2008). Combinação de paródia e pastelão reminiscente das comédias de Mel Brooks, a trama traz um Sherlock Holmes (Ferrell) completamente atrapalhado, que tem um parceiro à altura no inepto Dr. Watson (Reilly). Quando um crime é cometido no palácio de Buckingham, Sherlock Holmes é o único detetive capaz de desvendar o mistério antes do vilão Moriarty atacar a Rainha Vitória. Mas um detalhe é capaz de dificultar sua investigação: o crush de Watson pela monarca britânica. Roteiro e direção são de Etan Cohen, que dirigiu Ferrell em outro fiasco de crítica: a comedia “O Durão” (28% em 2015). Não há previsão para a estreia no Brasil. Perfect day to go to movie…just don’t see new Will Farrell film…Holmes & Watson. Horrible!! I have only walked out of two movies in my life. Nothing funny about it!! — Jean Daul (@DaulJean) December 27, 2018 @Will___Ferrell Holmes & Watson was the worst movie I have ever watched. I walked out of the cinema. Sort your shit out — Levi Krahe (@levikrahe) December 28, 2018 Today Holmes & Watson became the first film I’ve ever walked out of a cinema when only 30 minutes into a film. 1/5. Crushed. — Anna Pridgeon (@AnnaPridgeon) December 27, 2018 my sister, her bf and I just went to see Holmes & Watson…we walked out after an hour… it’s so bad. — ????? ‡ ? (@blueveinblues) December 25, 2018 Literally never walked out of a movie before but after witnessing the first 30 minutes of Holmes & Watson, I’m convinced Will Ferrell and John C. Reilly should never be allowed to work again — Louise Orr (@LouiseFOrr) December 27, 2018 So. Bad. And stepbrothers is one of my favorite movies so my disappointment says a lot — Louise Orr (@LouiseFOrr) December 27, 2018

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    Comédia de Will Ferrell sobre Sherlock Holmes obtém 0% de aprovação da crítica americana

    26 de dezembro de 2018 /

    A comédia “Holmes & Watson” foi destruída pela crítica americana, apesar dos esforços da Sony Pictures de esconder o filme da mídia. Sabendo o que tinha em mãos, o estúdio preferiu lançá-lo na terça (25/12) sem cobertura da imprensa nos Estados Unidos. Mas os jornalistas pagaram ingressos para assistir e escrever sobre a obra. E o resultado pôde ser conferido nesta quarta no Rotten Tomatoes: uma avaliação unânime de 0% de aprovação. “Possivelmente o pior filme já feito sobre o detetive de Baker Street”, atacou o site A.V. Club. “Um autêntico peru de Natal”, lamentou o jornal britânico Independent, fazendo referência à expressão “turkey” (peru) que é equivalente ao “bomba” brasileiro, no sentido de lixo completo. O Indiewire questionou o “verdadeiro mistério do filme”: “Quantas pessoas engraçadas podem caber num filme sem graça?”. E a crítica da revista Entertainment Weekly sintetizou a trama do longa como “uma hora e meia de variações da mesma piada: e se (insira uma invenção moderna) existisse na era vitoriana?”. O filme voltou a reunir os atores Will Ferrell e John C. Reilly, intérpretes dos personagens do título, 12 anos depois da estreia da parceria em “Ricky Bobby – A Toda Velocidade” (2006) e uma década completa após o grande sucesso de “Quase Irmãos” (2008). Combinação de paródia e pastelão reminiscente das comédias de Mel Brooks, a trama traz um Sherlock Holmes (Ferrell) completamente atrapalhado, que tem um parceiro à altura no inepto Dr. Watson (Reilly). Quando um crime é cometido no palácio de Buckingham, Sherlock Holmes é o único detetive capaz de desvendar o mistério antes do vilão Moriarty atacar a Rainha Vitória. Mas um detalhe é capaz de dificultar sua investigação: o crush de Watson pela monarca britânica. O elenco também inclui Ralph Fiennes (“007 Contra Spectre”) no papel de Moriarty, Hugh Laurie (o eterno Dr. House) como Mycroft Holmes, o irmão de Sherlock, Kelly Macdonald (“T2 Trainspotting”) como a Sra. Hudson, senhoria de Sherlock, Pam Ferris (“Call the Midwife”) como a Rainha Vitória, Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) como a Dra. Grace Hart, primeira médica a atender em Londres, e o alemão Wolf Roth (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como o pai da psicanálise Sigmundo Freud. Sherlock Holmes já rendeu diversas comédias, mas poucas marcaram época. Entre as melhores, estão “A Vida Íntima de Sherlock Holmes” (1970), do mestre Billy Wilder, “O Irmão mais Esperto de Sherlock Holmes” (1975), de Gene Wilder, e “Sherlock & Eu” (1988), com Michael Caine. Roteiro e direção de “Holmes & Watson” são de Etan Cohen, que dirigiu Ferrell em outro fiasco de crítica: a comedia “O Durão” (28% em 2015). Ainda não há previsão para o peru-bomba chegar ao Brasil.

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    Novo filme de Robin Hood é ridicularizado pela crítica internacional

    20 de novembro de 2018 /

    Os trailers já sugeriam que o novo longa de Robin Hood era ridículo. Agora, as primeiras críticas publicadas na América do Norte confirmam a impressão. Destruído por resenhas muito negativas, o lançamento, que no Brasil se chama “Robin Hood – A Origem”, gerou uma porção de frases de efeitos de envergonhar seus produtores, entre eles Leonardo DiCaprio, amargando apenas 15% de aprovação no site Rotten Tomatoes. É nível “Transformers”, candidato ao Framboesa de Ouro de pior filme do ano. “Leonardo DiCaprio pode descansar sabendo que esse fiasco vai ser esquecido tão facilmente que ninguém nunca lembrará que ele existiu, muito menos que foi produzido por ele. Mas, em um mundo justo, todos que participaram dessa porcaria deveriam sofrer algum tipo de penitência pública”, afirmou a crítica publicada na revista The Hollywood Reporter. “Cheio de estereótipos, roteiro horrível e cinematografia à moda de ‘300’, o filme não funciona. Ninguém pediu por esse filme, e ninguém deve ser obrigado a aguentá-lo”, decretou o site The Wrap. “Esse filme pretensioso que se escora completamente em efeitos digitais não é mais sobre roubar dos ricos e dar para os pobres, mas sobre roubar de Guy Ritchie, Batman e vários outros, e não dar nada em troca para a audiência”, afirmou a resenha do jornal britânico The Guardian. “Não passa de um cozido sem sabor de todos os clichês de filmes de ação já escritos, recheado por especulação histórica e revisionismo preguiçoso”, fulminou o jornal The Washington Post. “‘Robin Hood’ passa tão rapidamente do tédio para o absurdo que consegue evocar ambos ao mesmo tempo”, descreveu o site IndieWire. “Um desastre”, resumiu o Daily Beast. Com direção de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), “Robin Hood” mostra o protagonista voltando das Cruzadas e encontrando a região de Sherwood tomada por corrupção e maldade. Decidido a fazer justiça, ele rouba dos opressores para dar aos oprimidos e acaba inspirando o povo a se rebelar contra a tirania. Ou seja, a história de sempre, que mesmo assim foi considerada mal-contada, transformando o lendário herói medieval em pastiches de outros personagens, como o Arqueiro Verde, Karatê Kid e Batman. O elenco do filme inclui Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como Robin Hood, Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) como João Pequeno (Little John, no original, embora o original fosse branco), Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como Will Scarlet, Tim Minchin (série “Californication”) como Frei Tuck, Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como o Xerife de Nottingham e Eve Hewson (“Ponte dos Espiões”), filha do cantor Bono Vox (ele mesmo, do U2), no papel de Lady Marian. A estreia está marcada para 22 de novembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

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    Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald recebe pior nota da franquia Harry Potter no Rotten Tomatoes

    11 de novembro de 2018 /

    A Warner suspendeu o embargo das críticas de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, segundo prólogo da franquia “Harry Potter”, e o resultado começou a ser publicado no site Rotten Tomatoes neste fim de semana. Com 42 críticas de jornalistas e blogueiros de língua inglesa já computadas, o filme está sendo considerado a maior decepção de toda a saga, com a pior nota dentre as produções resultantes dos 17 anos da franquia cinematográfica. A avaliação chegou a 57% de aprovação neste domingo (11/11), uma nota medíocre e bem abaixo da menor registrada anteriormente, que, por coincidência, pertencia ao filme anterior, “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, com 74% em 2016. Quando considerados apenas os chamados “críticos Top”, aqueles que são jornalistas da grande imprensa, a nota desaba de vez, ficando em míseros 38% de aprovação. Um lixo. O que diferencia os dois filmes da nova saga, além da ausência de Harry Potter e a participação de novos personagens, são os roteiros escritos por J.K. Rowling, a escritora que criou Harry Potter na literatura. Os filmes do bruxinho foram todos adaptados por roteiristas profissionais, e embora fãs lamentassem cortes de diversas passagens, tinham um ritmo bem mais ágil. As críticas já publicadas apontam que este é o principal problema de “Os Crimes de Grindelwald”, repleto de cenas descartáveis com personagens secundários, que não levam a lugar algum em ternos narrativos. Sem o filtro de roteiristas profissionais, “Animais Fantásticos” segue rumo oposto aos oito longas de “Harry Potter”, perdendo agilidade conforme avança sua história. “O filme se ocupa demais pulando de um lugar para outro, colocando subtrama após subtrama na sua história”, escreveu o respeitado crítico Richard Roeper do Chicago Sun-Times. “Rowling se rendeu às suas tendências maximalistas e assim emperrou a história, fazendo você gastar tempo demais tentando desvendar quem fez o quê para quem e por quê”, apontou Manohla Dargis, do New York Times. “Uma continuação sem foco, cansativa e entorpecente que parece se arrastar para sempre”, definiu Nicholas Barber, da BBC. E as críticas seguem nesse tom, reclamando basicamente das mesmas coisas. “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” estreia na próxima quinta-feira (15/11) no Brasil, um dia antes ao lançamento nos Estados Unidos.

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    Imprensa internacional soterra Venom com críticas muito negativas

    3 de outubro de 2018 /

    Conforme os trailers prometiam, “Venom” foi considerado “podre” pelos críticos internacionais. No primeiro dia de liberação do embargo da Sony, o longa estrelado por Tom Hardy foi soterrado por críticas negativas, com apenas 28% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Ou seja, demonstrou ter o nível do pior lançamento da DC Comics: “Batman vs. Superman”, o filme da mãe Martha, que obteve 27% de aprovação. Os fãs de Lady Gaga nem precisavam fazer campanha contra a produção para valorizar a estreia de “Nasce uma Estrela” no mesmo fim de semana. O lançamento da cantora no cinema resplandece em comparação, com 94% de aplausos entusiasmados. Mesmo assim, é grande a procura por ingressos para ver o desastre com os próprios olhos. O Rotten Tomatoes revela que 91% de seus usuários pesquisados planejam assistir à estreia, que teve grande pré-venda. Foi justamente de olho nesta pré-venda que a Sony embargou as críticas até a véspera da estreia. Estimativas apontam que as críticas negativas não impedirão “Venom” de abrir em 1º lugar e atingir uma bilheteria de cerca de US$ 50 milhões em sua estreia na América do Norte. Por outro lado, é esperada uma queda brutal de arrecadação na semana seguinte, quando a qualidade do filme já terá se tornado notória. Orçado em US$ 100 milhões de produção, mais pelo menos metade deste valor em despesas de marketing, o filme deveria atingir ma bilheteria de US$ 500 milhões para não dar prejuízo em sua passagem pelos cinemas. Isto dificilmente acontecerá, o que pode fazer a Sony reconsiderar seu projeto de investir em filmes dos personagens coadjuvantes do Homem-Aranha. Quem sintetiza melhor a recepção do filme na imprensa é Geoffrey Macnab, crítico do jornal inglês Independent. “‘Venom’ é uma bagunça, uma mistura desencontrada de elementos de sci-fi, horror e comédia, que desperdiça todos os recursos à sua disposição”, ele escreveu. A crítica de Todd McCarthy, da revista The Hollywood Reporter, ressalta que o filme peca por “falta de imaginação” e salienta como a Marvel sabe trabalhar com personagens que não são do primeiro escalão e ainda assim transformar em algo interessante — justamente o que a Sony Pictures não conseguiu. O veterano Peter Travers, da Rolling Stone, considerou que a classificação etária, voltada para maiores de 13 anos nos Estados Unidos, tirou a característica principal do anti-herói nos quadrinhos e deixou o projeto infantilizado, uma “versão simplificada, voltada para crianças de 13 anos, em vez da versão sinistra que os fãs tinham o direito de esperar”. As resenhas dos sites Slate e SciFiNow ainda concordaram que o filme parece dois longas muito diferentes costurados à força – um que tenta ter um clima sério de thriller sci-fi e outro que é uma comédia pastelão – , como se um tivesse se forçado sobre o outro. A ironia metalinguista é que esta é justamente a história de Venom, um simbionte forçando sua convivência com um hospedeiro humano. “No mínimo, parece que Ruben Fleischer estava filmando dois filmes radicalmente diferentes ao mesmo tempo, e nem na edição final ele tinha clareza sobre qual escolher”, escreveu Sam Adams, do Slate. “‘Venom’ desperdiça seu elenco estelar com seu choque tonal. O humor maluquinho é mal sincronizado e as tiradinhas são medonhas. A mistura de comédia pueril e horror psicológica simplesmente nunca colam”. completou Katherine McLaughlin, do SciFiNow Dirigido por Ruben Fleischer, “Venom” é estrelado por Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”). O filme estreia nesta quinta-feira (4/10) nos cinemas brasileiros.

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  • Série

    Netflix renova Insatiable, série acusada de gordofobia e com apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes

    12 de setembro de 2018 /

    A Netflix renovou a série “Insatiable”, que virou alvo de polêmicas após ser acusada de incentivar a gordofobia e humilhação corporal (body shaming). O anúncio foi feito pelo Twitter americano da plataforma. A série deu muito o que falar e aparentemente isso agradou a Netflix, mesmo que todos os comentários tenham sido negativos. A renovação aconteceu contra um abaixo-assinado online com mais de 235 mil assinaturas pedindo o seu cancelamento. E mesmo com a pior avaliação já registrada de uma série da Netflix, apenas 11% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. A Netflix se baseia em visualizações de episódios para decidir renovar suas séries, e provavelmente muita gente foi conferir a atração por conta da polêmica. O detalhe é que, depois de assistir, o público médio gostou da atração, como demonstram os 83% de aprovação popular no mesmo Rotten Tomatoes. Criada por Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), “Insatiable” destaca a atriz Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel) no papel principal, como uma ex-gordinha que muda de dieta, fica glamourosa e resolve se vingar de quem a fez sofrer bullying no colegial. A 2ª temporada deve estrear em 2019. #Insatiable has been renewed for Season 2 pic.twitter.com/Q40Khtix5s — See What's Next (@seewhatsnext) September 12, 2018

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  • Série

    Insatiable: Série acusada de gordofobia tem pior avaliação crítica da história da Netflix, mas o público gostou

    14 de agosto de 2018 /

    A série “Insatiable”, que virou alvo de polêmicas após ser acusada de incentivar a gordofobia e humilhação corporal (body shaming) e já enfrenta um abaixo-assinado online com mais de 230 mil assinaturas pedindo o seu cancelamento, conseguiu se tornar a série pior avaliada da história da Netflix, superando a repercussão negativa da 1ª temporada de “Punho de Ferro”. Massacrada pela crítica internacional, conquistou apenas 13% de aprovação no Rotten Tomatoes, e nota 23 (de 100) no Metacritic – enquanto “Punho de Ferro” teve, respectivamente, 18% e nota 37. Agora vem o outro lado da questão. Alheio à polêmica politicamente correta, o público médio parece ter gostado da atração. Os mesmos sites citados registram notas bastante elevadas em votação de popularidade, com 78% de aprovação do público no Rotten Tomatoes e nota 7,2 (de 10) dos usuários do Metacritic – superior à avaliação popular de “Punho de Ferro”: 75% e nota 6. Criada por Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), “Insatiable” destaca a atriz Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel) no papel principal, como uma ex-gordinha que muda de dieta, fica glamourosa e resolve se vingar de quem a fez sofrer bullying no colegial. A Netflix se baseia em visualizações de episódios para decidir renovar suas séries, e provavelmente muita gente foi conferir a atração por conta da polêmica. Se viram até o final da temporada, a série deve ganhar novos episódios. Se abandonaram após o primeiro capítulo, ela deve ser cancelada, para felicidade de quem assinou a petição online.

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    Gotti: Novo filme de John Travolta consegue 0% de aprovação no Rotten Tomatoes

    15 de junho de 2018 /

    A cinebiografia do mafioso John Gotti, estrelada por John Travolta, virou um fenômeno de rejeição coletiva. “Gotti” atingiu a unanimidade da crítica, com 0% de aprovação no site Rotten Tomatoes. E isto porque foi escondido da imprensa, que só pôde assistir ao lançamento quando o longa chegou aos cinemas nesta sexta (15/06). A crítica do jornal The New York Times definiu a produção como “uma bagunça decepcionante”, a do Newsday chamou de “desastre” e a da revista The Hollywood Reporter resumiu: “O filme é muito terrível, mal escrito, desprovido de tensão, ridículo em alguns pontos e simplesmente aborrecido em outros”. Apesar da avaliação de 0% ser bastante rara, “Gotti” é o quarto longa na filmografia de John Travolta a conquistar esta marca, após “Os Embalos de Sábado Continuam” (1983), “Olha Quem Está Falando Agora!” (1993) e “A Vida Por Um Fio” (2015). Vale citar ainda que “A Reconquista” (2000), considerado por muitos a pior ficção científica de todos os tempos, também se destaca entre os filmes do ator com 3%. Mas Gotti é um desastre à parte, por envolver Travolta, mulher e filha. O filme mostra a vida tumultuada dos Gotti, enquanto o mafioso (Travolta) e sua mulher (Kelly Preston, esposa de Travolta) tentam manter a família unida durante vários crimes, tragédias e prisões. A filha de Travolta, Ella Bleu Travolta, também está no elenco como, claro, filha do protagonista na trama. Terceiro filme dirigido pelo ator Kevin Connolly (da série “Entourage”), “Gotti” foi escrito por Lem Dobbs (“Sem Proteção”) e outro ator, Leo Rossi (“As Três Faces do Crime”), e é contado pelo ponto de vista do filho do mafioso, John Gotti Jr (Spencer Lofranco, de “Invencível”). A Lionsgate viu que o resultado era radioativo e desistiu de lançar na véspera da previsão original de estreia, em dezembro do ano passado, mas o infame Keya Morgan, preso no começo da semana por preencher um boletim falso na polícia e proibido pela Justiça de se aproximar de seu “sócio” Stan Lee, descreveu o longa como “obra prima” e se juntou aos produtores para comprar o filme, visando lançá-lo por conta própria. O prejuízo tende a ser enorme, já que a expectativa é que a produção fature algo entre US$ 1 e 2 milhões no fim de semana.

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