The Mick: Kaitlin Olson vira babá sem noção no trailer da nova série
A rede americana Fox divulgou o segundo trailer de “The Mick”, nova série de comédia estrelada por Kaitlin Olson (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”). A prévia resume a premissa, mostrando como Olson, no papel de uma trambiqueira falida, procura a irmã rica apenas para testemunhar a prisão dela no rastro de um escândalo financeiro. De olho no dinheiro, ela aceita virar babá de seus três sobrinhos mimados até a situação se resolver, aproveitando ao máximo a vida de luxo na mansão da irmã, enquanto as crianças se machucam de todas as formas possíveis. Nem “The Nanny” (1993–1999) foi tão escrachada. Mas é difícil imaginar esta história esticada por muito episódios. “The Mick” é uma criação de Chris Henchy (criador de “I’m with Her”) e Marco Pennette (produtor de “Mom”), com produção dos irmãos John e Dave Chernin (produtores-roteiristas de “It’s Always Sunny in Philadelphia”). O elenco ainda inclui Sofia Black-D’Elia (“Projeto Almanaque”), Thomas Barbusca (série “Wet Hot American Summer: First Day of Camp”), Carla Jimenez (“Nacho Libre”), Susan Park (série “Fargo”) e o menino estreante Jack Stanton. A estreia vai acontecer em janeiro nos EUA.
Angelina Jolie estaria sendo investigada por comportamento impróprio diante dos filhos
Depois de Brad Pitt ser supostamente investigado por excessos contra os filhos, o Serviço de Proteção à Criança e ao Adolescente de Los Angeles resolveu expandir suas investigações e incluir Angelina Jolie entre as suspeitas de comportamento inadequado diante das crianças. De acordo com o site TMZ, a atriz passou a ser investigada na mesma ação que, inicialmente, focou no incidente que teria sido a causa do divórcio, quando Brad Pitt teria partido para cima de Maddox, 15 anos, filho mais velho do ex-casal. Fontes afirmaram que após vários depoimentos de familiares, o serviço social expandiu suas investigações a outros incidentes, visando comprovar se alguma criança teria presenciado “interações sexuais” Brad e Angelina. Além disso, o site fofoca que alguns dos filhos têm medo de Brad Pitt, incluindo Maddox. O TMZ afirma que o garoto não queria encontrar o ator e faltou aos primeiros encontros. E quando apareceu, na semana passada, foi para uma conversa breve. Atualmente, Angelina Jolie possui a guarda dos filhos e alguns tabloides já relataram que Brad Pitt havia desistido de lutar contra essa decisão para manter a harmonia da família.
Brad Pitt não fala com Angelina Jolie e nem vê seu filho mais velho desde o começo do divórcio
O ator Brad Pitt não vê seu filho mais velho, Maddox, desde que Angelina Jolie apresentou o pedido de divórcio no mês passado, afirma a revista americana People. Uma fonte próxima do casal indicou à revista que Pitt se reuniu em duas ocasiões com os outros filhos, mas que Maddox não estava presente em nenhuma delas. Segundo o TMZ, o Departamento de Infância e Serviços Familiares do condado de Los Angeles (Califórnia) chegou a abrir uma investigação após um suposto incidente registrado no avião particular da família em setembro, quando Pitt teria se excedido verbal e fisicamente com Maddox, de 15 anos. Mas a maior parte dos relatos que chegaram à imprensa eram exagerados – tipo, fofoca – , como investigações da polícia e do FBI, e acabaram desmentidos. Jolie e Pitt fizeram um acordo temporário pela custódia de seus seis filhos à espera da resolução definitiva de seu divórcio. Dessa maneira, a atriz fica com as crianças e o ator tem o direito de visitá-los periodicamente. Pelo acordo pactuado pelo casal, um terapeuta esteve presente no primeiro encontro do ator com as crianças depois da separação. Pitt, de 52 anos, e Jolie, de 41, seguem negociando sobre a resolução da custódia definitiva das crianças, por meio de seus advogados. Apesar do contato com as crianças, Brad não fala com Angelina desde que ela entrou com o pedido de divórcio, completou a matéria da People. Não é a primeira vez que a falta de comunicação entre o ex-casal é ressaltada pela mídia.
O Lar das Crianças Peculiares resgata a sombra do diretor que já foi Tim Burton
Adaptado dos livros de Ransom Riggs, “O Lar das Crianças Peculiares” tem o perfil de um filme típico de Tim Burton, cuja filmografia é repleta de alegorias contra a descrença. Infelizmente, Burton já não é o mesmo diretor que fez seus grandes clássicos há duas décadas. “O Lar das Crianças Peculiares” pode divertir, encantar, assustar aqui e ali, além de impressionar pela estética (o mínimo que se espera de Tim Burton) e apresentar uma bela trilha sonora. Está tudo lá. Mas, por um segundo, imagine se o diretor tivesse total liberdade criativa (ou a palavra seria “vontade”?) para ser Tim Burton. Falta, sim, aquela pitada de ousadia que caracterizava suas melhores obras, de “Os Fantasmas se Divertem” (1988) a “Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1999). Fica a impressão de que, há tempos, estúdio nenhum entrega dinheiro de bandeja para Burton fazer o filme que ele quiser e do jeito que bem entender. Das duas, uma: 1) Ele perdeu a essência que chamou a atenção do mundo no final dos anos 1980, até o fim dos 1990, e assumiu que hoje é uma caricatura de si próprio, ou 2) Ainda que trabalhando sob rédea curta, acomodou-se e prefere seguir usando o apelo de seu nome para faturar com salários caros em contratos com grandes estúdios. Não dá para esconder que este é um produto importante para um grande estúdio como a Fox, que deve enxergar nos livros de Riggs “uma mistura de Harry Potter e X-Men”. Ou seja, uma oportunidade para gerar mais uma franquia lucrativa. Para Tim Burton, trata-se de um conto capaz de despertar as inspirações de outrora para conduzir um filme com sua assinatura tão conhecida e apreciada. Afinal, mesmo dentro do “esquema”, a obra de Riggs permitiu que o cineasta voltasse a extrair beleza da escuridão, sem perder o equilíbrio entre o lirismo e o macabro, entre os prós e contras de estar vivo ou morto de acordo com a sua excêntrica visão. As intenções do estúdio e do diretor se cruzam, mas não parecem se encontrar, o que interfere diretamente no resultado final. Talvez seja o melhor filme de Tim Burton nesta década, muito em função do material de origem. Não se engane, porque a grande cabeça do projeto é a de Ransom Riggs, que armou um tabuleiro sobre o poder da imaginação ser hereditário, mesmo que pule uma geração, passando de avô para neto. Isso leva a uma aventura em um passado mágico, onde existe um orfanato de crianças que carregam mais fardos que poderes. Tudo obra de Riggs, enquanto Burton se contentou apenas em reproduzir na tela algumas das cenas mais bonitas do livro, como a menina cheia de ar nos pulmões isolando a água de um dos cômodos de um navio fantasma ou qualquer frame que traga Eva Green no papel da Srta. Peregrine, que cuida da garotada. A beleza dessas cenas é, claro, mérito do diretor, mas ele tem talento de sobra para ir além da plasticidade evidente. A história era um prato cheio para Tim Burton brilhar, afinal Ransom Riggs distribuiu temas variados em seus livros, como viagens no tempo, a ameaça de uma espécie de bicho papão, o excesso de cuidado com crianças quando o mundo real está lá fora, homenagens ao cinema – como o menino que projeta seus sonhos na tela –, e a situação do orfanato que remete aos judeus fugindo e se escondendo dos nazistas na 2ª Guerra Mundial. Mas tudo acaba se perdendo. Não há a menor dúvida que os dois primeiros atos são muito mais Tim Burton que o último. Embora traga elementos que costumamos identificar em seu cinema, o clímax parece ter sido acelerado pelo estúdio, como se fosse obrigatória a necessidade de aumentar a ação para agradar uma plateia mais jovem. A ação pode acontecer, mas ela precisa ser devidamente preparada. Porém, neste filme, somos arremessados, durante seu ato derradeiro, a uma correria desenfreada, passando por explicações apressadas e, por isso mesmo, confusas sobre fendas no tempo e as motivações dos vilões. O pior é que esse atropelamento narrativo é corriqueiro quando se trata de adaptações literárias infanto-juvenis. Até isso é lugar-comum. E flertar com o convencional é muito pouco quando se trata de Tim Burton. Ao final, é triste constatar que qualquer David Yates poderia ter feito este filme.
Selena Gomez causou separação de Brad Pitt e Angelina Jolie? Jennifer Anniston fará filme como inimiga de Angelina? Divórcio do casal virou ficção
Faz tempo que não surge uma fofoca nova sobre Brad Pitt e Angelina Jolie? Ao contrário. Todo dia tem uma mais absurda que a outra. Que Selena Gomez foi o verdadeiro pivô da separação e por isso sumiu de cena. Que Angelina e Jennifer Anniston farão um filme juntas como inimigas. Que Gwyneth Paltrow está ajudando Brad a superar o divórcio. Que Brad está morando provisoriamente na casa de George Clooney. Tudo isso foi publicado nos últimos dias nos lugares suspeitos de sempre – Radaronline, In Touch, Celeb Dirty Laundry e HollywoodLife. E nada é verdadeiro, segundo o site Gossip Cop, especializado em desmentir – ou confirmar – fofocas de celebridades. Quase tudo o que tem saído na imprensa sobre a separação do casal é fabricação, desde a suposta investigação de Brad pelo FBI por violência contra o filho mais velho (informação do TMZ) até seu suposto affair com Marion Cotillard durante a filmagem de “Aliados” (segundo o New York Post). É verdade, porém, que o ator foi pego de surpresa. Mas também é verdade que não foi a primeira vez que Angelina ameaçou entrar com um divórcio. Os verdadeiros motivos são conhecidos apenas pelo casal.
Fim da fofoca: Brad Pitt nunca foi investigado pelo FBI por violência contra o filho
O TMZ e a People bem que tentaram espalhar a lama, mas as fontes citadas por ambos para atacar a reputação de Brad Pitt eram mentirosas. Para manter as aparências, o site de fofocas cita outra fonte para desmentir a si mesmo. Na verdade, Brad Pitt nunca foi investigado pelo FBI por abuso verbal e físico contra o filho mais velho, Maddox. A notícia da suposta agressão foi publicada após a confirmação da separação entre o ator e Angelina Jolie, e teria até uma testemunha passando informações ao Departamento de Família e da Criança de Los Angeles, que, segundo o site, encaminhou o caso ao FBI. A história, entretanto, agora é outra. Segundo fontes de dentro do departamento, o FBI jamais chegou a investigar o astro, já que não existiria caso. Até para a Vara da Família, o caso fez água, já que testemunhas dizem que o contato de Brad com o filho Maddox foi acidental, e que ele não saiu ferido. Já o site Radar Online recebeu informações da fonte do campo rival, que revelou que os pais do astro, Jane e Bill, estão enfurecidos com as atitudes de Angelina, que teria mentido sobre as agressões de Brad contra o filho. Nesta nova fofoca, a fonte das publicações maldosas seria integrante da equipe da Angelina. Os pais de Brad Pitt estariam “preocupados com o estado do filho, ainda muito abalado”. “A Jane não entende o que aconteceu”, disse a fonte.
Angelina Jolie “não quer” que Brad Pitt seja processado… desde que ceda a guarda dos filhos
Embora Brad Pitt tenha dado a entender que a tentativa de pintá-lo como vilão em seu divórcio com Angelina Jolie tenha partido da equipe dela, os rumores de que ele teria agredido seu filho mais velho, Madox, tomaram rumos que a própria atriz não esperava. Angelina não quer expor sua família nos tribunais e, por isso, tentará evitar que Brad Pitt seja processado. É o que diz o site TMZ, que tem sido o espalha-boatos oficial do time da atriz. Segundo o TMZ, a estrela de Hollywood teria decidido se manifestar a favor de Brad Pitt, caso a Vara de Família e Infância de Los Angeles decida abrir uma ação contra o galã. Claro que essa “bondade” também está sendo usada para assegurar o que ela sempre quis ao iniciar o divórcio, a guarda dos filhos. No toma lá dá cá, o ator está sendo pressionado a aceitar apenas o direito de visitação, e sob termos duros: precisará estar acompanhado de um terapeuta nas primeiras visitas e fazer testes aleatórios para detectar consumo de álcool e drogas. Para acertar os detalhes da separação, Jolie contratou Judy Smith, a consultora de crises que inspirou a personagem Olivia Pope, da série “Scandal”. Fontes do TMZ garantem que “Smith tem sido uma grande ajuda para acalmar as coisas, de modo que as negociações entre ambos os lados possam avançar”.
Fofoca: Brad Pitt agora é acusado de violência contra seus filhos
As publicações especializadas em fofoca estão em polvorosa com a separação de Brad Pitt e Angelina Jolie. Depois que a fofoca da traição do ator com Marion Cotillard começou a fazer água, a desconstrução do caráter de Brad Pitt ganhou novas camadas de lama por iniciativa do TMZ. O site, que desde a primeira notícia do divórcio vem dando a entender que Brad seria drogado, bêbado e agressivo, agora afirma que ele está sendo investigado por “abusos verbais e físicos” contra seus filhos. A revista People apurou que haveria mesmo uma denúncia e que a investigação está sendo conduzida pelo Departamento de Crianças e Serviços Familiares de Los Angeles. “Brad foi entrevistado e está cooperando totalmente. O caso ainda está aberto”, disse uma fonte à publicação. Mas o TMZ aumenta, em busca de um escândalo, e afirma que a polícia de Los Angeles também está trabalhando no caso. Isto já foi desmentido. “Não há nenhuma investigação contra o Sr. Pitt”, disse um representante da LAPD à revista The Hollywood Reporter, que fez o que qualquer veículo sério faria: foi confirmar. “Entendemos que esses rumores estão aumentando, mas nunca recebemos alegações contra o Sr. Pitt nem iniciamos qualquer investigação. Esperamos que essa declaração acabe de vez com a boataria”. O Hollywood Reporter também foi checar com o Departamento de Crianças e Serviços Familiares de Los Angeles. A assessoria do órgão informou que não poderia confirmar nem negar a existência de qualquer investigação em curso, mas deu certeza que nenhum integrante do departamento falou com a mídia, dando a entender que se há citações publicadas, são mentirosas. Os relatos do TMZ e da People, porém, permanecem no ar e cheios de declarações de fontes anônimas, com detalhes sobre como o ator, bêbado, ficou agressivo com as crianças num voo em jato particular na quarta-feira passada (14/9). Ele teria começado a gritar e ficado “fisicamente” violento, mesmo após o pouso da aeronave, quando ainda teria tentado fugir em um caminhão de combustíveis. Ele não voltou para casa depois do incidente. O episódio motivou uma denúncia anônima para o serviço social, e o casal teria se separado no dia seguinte. De acordo com o TMZ, os atores já prestaram depoimento e os filhos do casal serão ouvidos em breve. “Ele está levando a situação a sério e diz que não cometeu nenhum abuso. É uma pena que as pessoas continuem a apresentá-lo da pior forma possível”, afirmou uma fonte da publicação. Brad Pitt recebeu os papéis do pedido de divórcio na segunda (19/9), mas a data do documento é de 15 de novembro, um dia após o suposto incidente. Na ocasião, o advogado de Angelina disse que a decisão “foi tomada pelo bem-estar da família” e avisou que Angelina Jolie não faria comentários. Até o momento, o ator tem evitado se pronunciar de forma contundente, como fez Cotillard, mas, segundo fontes do jornal inglês Daily Mail, não estaria gostando nada das justificativas para o divórcio que têm aparecido na mídia. Como Angelina Jolie montou um quartel general para lidar com a separação, há desconfiança de que as fofocas estejam partindo da equipe de sua esposa, visando retratar o ator como um mau caráter. Algumas reportagens sobre a separação já chamaram atenção para detalhes do contrato de casamento do casal. Entre outras peculiaridades, ele teria uma cláusula específica que diz que se Brad fosse infiel à Angelina, ela ficaria com a guarda das crianças. Há quem especule que este teria sido o motivo do surgimento do nome de Marion Cotillard na história. Outra forma de evitar que Brad brigue pela guarda das crianças é retratá-lo como drogado, bêbado e violento, como o TMZ tem ajudado a espalhar. Ou seja, esse melodrama de Hollywood pode deve ter ainda mais reviravoltas.
Viva a França! dá à guerra uma perspectiva de esperança
Para narrar o êxodo de milhões de franceses durante a 2ª Guerra Mundial, nos anos 1940, o cineasta francês Christian Carion (indicado ao Oscar por “Feliz Natal”) se vale do olhar de um pai alemão e de seu filho de oito anos de idade. É durante a invasão nazista na França que se passa o longa-metragem “Viva a França!”. Na trama, Hans (August Diehl, de “Bastardos Inglórios”), que se considera comunista, foge da Alemanha e, fingindo ser belga, se mistura com os franceses que vivem em um pequeno vilarejo. Proíbe o filho, Max (Joshio Marlon, da série “Homeland”), por exemplo, de falar alemão. Mesmo entre os dois, o idioma oficial deve ser o francês. Hans, porém, é descoberto e preso. Max fica para trás, mas é cuidado pela professora, Suzanne (Alice Isaaz, de “Doce Veneno”). Com a ajuda dela, aliás, o garoto tem uma ótima ideia para não desistir do pai. Junto com o prefeito e outros habitantes do vilarejo, os dois vão viajar de carroça, a pé, de bicicleta, com um caminhão velho, rumo ao norte, para, então, atravessar até o Reino Unido e fugir dos nazistas. Ter como enfoque o olhar das crianças não é novidade no cinema, mas é sempre emocionante. Em “O Menino do Pijama Listrado” (2008), o tema era o holocausto, contado aos olhos de um pequeno rapaz. Já no italiano “A Vida É Bela” (1997), o pai finge estar participando de uma grande brincadeira para driblar as emoções do filho, pois, na verdade, está em um campo de concentração. Os dois finais a história já deu conta de escrever. Neste longa francês, pontuado pela música original de Ennio Morricone (vencedor do Oscar por “Os Oito Odiados”), a trama é baseada em histórias da mãe do cineasta. “Viva a França!” é um road-movie que se passa no interior daquele país e traz pequenas histórias de família, enchendo o espectador de esperança.
Terror de O Sono da Morte não dá pesadelos
O cineasta americano Mike Flanagan tem como uma das principais características da sua curta – e boa – filmografia de terror a criação de personagens extremamente inteligentes e racionais. E por mais que isso seja louvável, também traz uma consequência: falta emoção em seus filmes. Em “O Sono da Morte”, seu mais recente trabalho, esse embate entre razão e emoção se mostra mais claro que nos demais exemplares, e ainda que a razão acabe predominando – como de costume – , é justamente o “excesso” de emoção que acaba prejudicando o resultado. Escrito pelo própria diretor em parceria com Jeff Howard (com quem já havia trabalhado antes em “O Espelho”), o roteiro acompanha o casal Jessie (Kate Bosworth, de “Para Sempre Alice”) e Mark (Thomas Jane, de “O Nevoeiro”), que perdeu seu filho pequeno em um acidente doméstico. Lidando com o luto, eles resolvem adotar uma criança, o misterioso Cody (Jacob Tremblay, de “O Quarto de Jack”), que já passou por diversos pais adotivos. E não demora muito para que eles percebam o motivo: enquanto Cody está dormindo, seus sonhos se manifestam fisicamente. Ou seja, os sonhos do garoto se transformam em realidade… e os pesadelos também. A racionalidade dos personagens já é percebida na primeira aparição fantástica que eles presenciam. Ao contrário da grande maioria das produções de terror, o casal trata o evento sobrenatural de maneira lógica e nunca duvida daquilo que viu. E por mais que os psicólogos tentem relacionar as estranhas aparições ao trauma sofrido por eles, Jessie enxerga aquilo como uma oportunidade de rever seu filho morto. A frieza da protagonista é tanta que ela manipula Cody, chegando ao ponto de drogá-lo para que ele durma mais rápido, e mais profundamente. Já do lado da emoção, Flanagan investe pesado no desenvolvimento dos personagens e na situação na qual se encontram, e em grande parte do tempo ele é bem sucedido. Porém, o realizador peca ao não conseguir dosar o tom entre o suspense e o drama, o racional e o emocional. Assim, em alguns momentos do filme ele pesa para um lado – como no seu melodramático clímax – e em outros pesa demais para o outro – como a impassividade com que Jessie encara uma nova tragédia em sua vida –, sem nunca encontrar um equilíbrio. Além disso, a narrativa ainda é prejudicada por uma conclusão apressada e excessivamente expositiva. Mas, apesar dos problemas, o diretor estabelece um clima de constante tensão e consegue entregar alguns bons sustos – mas sem exagerar. Ao final, “O Sono da Morte” resulta apenas mediano, especialmente para os padrões de Mike Flanagan, o que pode ser quase um elogio.
Chris Hemsworth e Tom Hiddleston levam o martelo de Thor a hospital infantil na Austrália
Os atores Chris Hemsworth e Tom Hiddleston aproveitaram uma pausa nas filmagens de “Thor: Ragnarok” para visitar as crianças no Hospital Infantil Lady Cilento, na Austrália. Munidos com o martelo de Thor, a dupla brincou e se divertiu com as crianças, e suas aparições foram saudadas no Instagram oficial do hospital. Chris Hemsworth também comentou a visita em sua conta no Instagram. “Conhecendo os super-heróis de verdade no Hospital Infantil Lady Cilento. Uma grande gratidão para essas crianças corajosas, que são uma inspiração para nós”, ele escreveu. As fotos da visita foram compartilhadas nas redes sociais e podem ser conferidas acima.
It: Revelado o visual completo do palhaço Pennywise na adaptação do terror clássico de Stephen King
A New Line divulgou uma nova foto, desta vez de corpo inteiro, do palhaço Pennywise na versão cinematográfica de “It”, clássico da literatura de terror de Stephen King. O personagem é interpretado por Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”) e, além de mais jovem, parece mais infantilizado. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, a figurinista do filme, Janie Bryant, explicou que a infantilização foi proposital, com a inclusão de calças curtas e cintura apertada. Segundo Bryant, esse figurino “definitivamente incorpora todas essas vidas passadas de outros mundos, se quiser colocar dessa maneira. Ele é definitivamente um palhaço de um era diferente”. Repleto de atores jovens, o elenco também inclui Jaeden Lieberher (série “Masters of Sex”), Owen Teague (série “Bloodline”), Nicholas Hamilton (“Terra Estranha”), Megan Charpentier (“Resident Evil 5: Retribuição”), Finn Wolfhard (série “Stranger Things”), Jack Grazer (“Tales of Halloween”), Wyatt Oleff (“Guardiões da Galáxia”), Sophia Lillis (“37”), Chosen Jacobs (série “Hawaii Five-0”) e Jeremy Ray Taylor (“The History of Us”). Publicado em 1986 e lançado no Brasil com o título “It – A Coisa”, o romance é um dos mais volumosos de Stephen King, com mais de mil páginas. A aterrorizante história gira em torno de sete crianças perseguidas pela criatura maligna que lhe dá título. Para sobreviver, elas precisarão superar seus medos e enfrentar Pennywise duas vezes em suas vidas – na infância e também em suas vidas adultas. A adaptação foi escrita por escrito por Gary Dauberman (“Annabelle”) e Chase Palmer (“Black Lung”) e a direção é do argentino Andrés Muschietti, do terror “Mama” (2013). A estreia está marcada para 7 de setembro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Meu Amigo, o Dragão revela a criatura do título em seis cenas do filme
A Disney divulgou seis cenas sem legendas do remake do clássico infantil “Meu Amigo, o Dragão”. As prévias mostram o dragão do título com bastante detalhes, revelando que ele é praticamente um bicho de pelúcia gigante, bem diferente das criaturas escamosas de “Game of Thrones” e todas as outras produções sobre dragões que não são da Disney. O filme é uma reinvenção do original de 1977, que girava em torno de um menino chamado Pete e seu melhor amigo Elliot, um dragão imaginário. Enquanto o primeiro foi um musical, passado numa vila de pescadores na virada do século 20, a nova história acontece na floresta de uma comunidade de madeireiros e se concentra nos aspectos dramáticos da história. Na trama atual, Pete é um menino cujos pais morreram em um acidente de carro e que foi posteriormente criado por Elliot, o dragão que reside numa floresta ameaçada. Em resumo, “Mogli” com um dragão no lugar de lobos. Mas logo a trama leva Pete ao encontro com a civilização para comprovar aquilo que todas as crianças sabem de cor: adultos são idiotas. Além do jovem Oakes Fegley (“Fort Bliss”), que vive o personagem central, o elenco destaca Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”), como a guarda florestal que encontra o menino, e o veterano Robert Redford (“Até o Fim”), que interpreta o pai dela. Também participam da produção os atores Karl Urban (“Star Trek”), Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Craig Hall (“Meu Monstro de Estimação”), Isiah Whitlock Jr. (série “The Wire/A Escuta”) e a menina Oona Laurence (“Nocaute”). Roteiro e direção estão a cargo de David Lowery, autor de um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance de 2013, o drama criminal “Amor Fora da Lei” (Ain’t Them Bodies Saints). A estreia está marcada para 29 de setembro no Brasil, mais de um mês após o lançamento nos EUA, que acontece em 12 de agosto.











