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    MIPTV: Maior evento internacional do mercado de televisão é cancelado por temor do coronavírus

    4 de março de 2020 /

    O evento MIPTV, voltado ao mercado internacional de televisão, foi cancelado devido aos receios despertados pela epidemia de covid-19, o novo coronavírus que a OMS (Organização Mundial de Saúde) ainda não considera pandemia. A empresa responsável pelo evento, Reed Midem, confirmou que a edição 2020, prevista para durar de 30 de março a 2 de abril em Cannes, na França, não vai mais acontecer. “No contexto atual, muitos de nossos clientes expressaram preocupação em viajar neste momento. Não é possível remarcar o MIPTV nos próximos meses, portanto, o curso de ação mais apropriado é cancelar o MIPTV de 2020 ”, disse Paul Zilk, diretor executivo da Reed Midem. Já o CanneSeries, o festival de televisão que acontece em paralelo ao MIPTV, foi transferido para os dias 9 e 14 de outubro junto com o evento de outono da empresa, o MIPCOM, que também é realizado em Cannes. “Dada a situação em rápida evolução, tomamos a difícil decisão de adiar o festival. É nossa responsabilidade proteger a saúde dos convidados, profissionais e público”, disse Fleur Pellerin, diretor do CanneSeries. O cancelamento da MIPTV ocorre no momento em que o coronavírus se espalha por toda a Europa. Na França, tem havido um número crescente de casos confirmados do vírus e mortes relacionadas. O primeiro caso conhecido de coronavírus em Cannes ocorreu no dia 28 de fevereiro, mas a Reed Midem manteve sua programação até esta semana. Foi preciso que as autoridades francesas emitissem restrições de viagem e proibição de aglomerações em grandes eventos para os organizadores mudarem de atitude. O risco de milhares de executivos de televisão vindos de todo o mundo para uma cidade com caso confirmado de coronavírus foi considerado grande demais.

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    Coronavírus faz 007: Sem Tempo Para Morrer ter estreia adiada em sete meses

    4 de março de 2020 /

    A produtora Eon Productions acertou com a MGM e a Universal o adiamento da estreia de “007: Sem Tempo Para Morrer”. Previsto para chegar às salas de cinema em abril, o filme só será lançado sete meses depois. O longa que vai marcar a despedida do ator Daniel Craig do papel de James Bond teve sua estreia remarcada para 25 de novembro nos EUA. O Brasil e demais países devem acompanhar a mudança. A decisão aconteceu após fãs lançarem campanha pedindo o adiamento, devido ao perigo de contágio pelo coronavírus nas salas fechadas de cinema. O 25º filme da franquia do agente secreto James Bond é o primeiro grande blockbuster afetado pelo vírus que já se espalhou por todo o mundo – apesar da OMS (Organização Mundial de Saúde) ainda não considerar o contágio uma pandemia. Mas a principal motivação para o adiamento foi uma preocupação relacionada a outro tipo de saúde: a financeira. Hollywood já começa a perceber uma queda grande nas bilheterias de locais com maior taxa de incidência da covid-19, o coronavírus, como China, Itália, França, Suíça, Japão, Hong Kong e Coreia do Sul. Estes lugares contribuíram com cerca de 38% da bilheteria total do último filme da franquia, lançado em 2015. Com direção de Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”), “007: Sem Tempo Para Morrer” também traz em seu elenco Lea Seydoux, Ben Whishaw, Naomie Harris, Ralph Fiennes e Christoph Waltz, todos vistos em “007 Contra Spectre”, junto de Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) e Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), que estreiam na franquia.

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    Fãs pedem adiamento da estreia de 007: Sem Tempo para Morrer por causa do coronavírus

    2 de março de 2020 /

    Os fãs de 007 querem mais tempo para viver. Em uma carta aberta, os autores do site do MI6-HQ, o maior blog de fãs de James Bond, pediram para a MGM e a Universal adiarem a estreia de “007: Sem Tempo para Morrer”, que tem première mundial marcada para 31 de março, em Londres, num apelo para os estúdios colocarem “a saúde pública acima dos planejamentos de lançamento de marketing”. A manifestação foi motivada pela epidemia do vírus covid-19, mais conhecido como coronavírus. “Depois de suportar três atrasos na produção, não é fácil dizer o seguinte: o lançamento de ‘007: Sem Tempo para Morrer’ deve ser adiado”, diz a carta, escrita por James Page, co-fundador das revistas MI6 e MI6 Confidential, e David Leigh, fundador do Dossiê de James Bond. “Com o Coronavírus atingindo o status de pandemia, é hora de colocar a saúde pública acima dos cronogramas de lançamento de marketing e o custo do cancelamento de eventos publicitários. Grandes eventos em todo o mundo já foram cancelados ou adiados devido a riscos para a saúde”, segue o pedido. “Adie o lançamento de ‘007: Sem Tempo para Morrer’ até o verão, quando os especialistas esperam que as epidemias tenham atingido o pico e estejam sob controle. É só um filme. A saúde e o bem-estar dos fãs em todo o mundo e de suas famílias são mais importantes. Todos já esperamos mais de quatro anos por este filme”, finaliza a carta. Uma pré-estreia de “007: Sem Tempo Para Morrer” já foi cancelada na China. A estreia no Brasil está marcada para 9 de abril.

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    Surto de coronavírus fecha metade dos cinemas da Itália

    24 de fevereiro de 2020 /

    Assim como aconteceu na China, a Itália também está fechando seus cinemas em um esforço para conter a disseminação do coronavírus. Cinco regiões do norte da Itália – Piemonte, Lombardia, Veneto, Friuli Venezia-Giulia e Emilia Romagna – cancelaram oficialmente todos os eventos públicos até 1º de março, o que inclui o fechamento de todas as escolas, museus, salas de concertos, igrejas e cinemas. O primeiro-ministro italiano Giuseppe Conte alertou que o surto e o pânico provado pelo vírus estão destinados a ter um impacto “muito forte” na já frágil economia italiana. Como as maiores vendas de bilheteria da Itália estão geograficamente concentradas na região afetada, os efeitos da paralisação da indústria do entretenimento já estão sendo devastadores. As vendas de bilheteria caíram 44% no final de semana passado em comparação com o período anterior. Segundo a ANEC (Associação Nacional de Distribuidores de Cinema), estimada em 850 cinemas ou 1.830 telas, que representam 45% e 48% do total do país, foram fechadas em resposta ao surto. O quatro já levou ao anúncio do adiamento de várias estreias previstas para os próximos dias. Além disso, a Paramount anunciou o cancelamento das filmagens de “Missão: Impossível 7” em Veneza, que deveriam durar três semanas. A produção esperava filmar Tom Cruise em meio ao Carnaval de Veneza, mas até o evento tradicional foi cancelado. O país europeu já registra sete mortes e 229 casos da doença.

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    Jackie Chan oferece recompensa para quem criar vacina contra o coronavírus

    16 de fevereiro de 2020 /

    O ator chinês Jackie Chan, nascido em Hong Kong, prometeu dar 1 milhão de yuans — o equivalente a R$ 615,5 mil — para a pessoa ou instituição que criar uma vacina contra o covid-19, o novo coronavírus descoberto na região central da China. O anúncio foi feito pela internet, na rede social chinesa Weibo, em que o maior astro do cinema chinês escreveu: “Se alguém, seja uma pessoa ou uma instituição, puder criar uma vacina eficaz contra o vírus, eu gostaria de oferecer a ele 1 milhão de yuans como sinal de minha gratidão”. “Espero que todos entendam que não se trata de dinheiro (…). Não quero ver as pessoas sofrerem e morrerem enquanto poderiam aproveitar a vida”, afirmou. Devido à epidemia viral na China, o lançamento de vários sucessos de bilheteria, incluindo “Vanguard”, com o próprio Jackie Chan, foi adiado. O filme seria lançado na véspera de Ano Novo, um período muito lucrativo para o cinema chinês, porém mais de 70 mil salas de cinema da China foram fechadas devido ao surto do coronavírus, que se prolifera por contato direto entre infectados, especialmente em ambientes fechados. Vale lembrar: o Brasil ainda não teve nenhum caso comprovado de coronavírus e possui pouco mais de 3 mil cinemas no país inteiro.

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    Contágio: Clássico de Steven Soderbergh vira hit em streaming após surto de Coronavirus

    30 de janeiro de 2020 /

    O filme “Contágio”, de Steven Soderbergh, disparou em pedidos de locação em serviços de VOD, devido ao surto do Coronavírus, que já registrou mais de 6 mil casos ao redor do mundo. A procura pela produção de 2011 aumentou tanto que o longa entrou na lista dos filmes mais vistos no iTunes, nove anos após seu lançamento nos cinemas. A trama de “Contágio”, escrita por Scott Z. Burns (dos recentes “O Relatório” e “A Lavanderia”), mostrava uma epidemia mundial originada na China, cujos sintomas iniciais pareciam uma gripe, e que rapidamente se espalha pelo no mundo inteiro, transmitida inicialmente por turistas vindos do território chinês. A semelhança com o caso real do Cornonavirus é impressionante. Confira abaixo o trailer original do longa, que tem um elenco impressionante (Matt Damon, Gwyneth Paltrow, Kate Winslet, Jude Law, Laurence Fishburne e Marion Cotillard, entre outros).

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    Coronavírus cancela estreias de filmes na China e causa prejuízo bilionário

    23 de janeiro de 2020 /

    A epidemia de coronavírus, que tem se espalhado pela Ásia, também vitimou a indústria cinematográfica da China. Por conta da crise da saúde, várias estreias de blockbusters foram canceladas no país. Anúncio feito nesta quinta-feira (23/1) informa que os filmes que deveriam estrear no fim de semana, na abertura das comemorações do ano novo chinês, foram adiados por tempo indeterminado. E o feriado é considerado o mais lucrativo do parque exibidor nacional, gerando em torno de US$ 1 bilhão em bilheteria todos os anos. Os distribuidores e cinemas de Pequim garantem que a decisão de adiar as estreias foi tomada de forma voluntária, após especialistas médicos na China aconselharam os cidadãos a evitar congregações em lugares fechados, o que naturalmente incluiria salas de cinema. Ironicamente, todos os filmes cancelados eram grandes apostas do cinema chinês para enfrentar as produções de Hollywood, que devem ser favorecidas por conta das peculiaridades do país. É que os reguladores chineses impedem estreias estrangeiras durante a semana do ano novo, dando prioridade para as produções locais. Assim, nenhum filme americano foi prejudicado. O impacto cultural da epidemia, porém, não se restringe apenas aos cinemas. Todas as celebrações do ano novo foram canceladas pela prefeitura da capital chinesa, abalando uma das maiores tradições do país. A doença pulmonar já matou 17 pessoas na China. O vírus, que surgiu em dezembro passado na cidade chinesa de Wuhan, infectou mais de 630 pessoas, segundo registros oficiais, mas a comunidade médica internacional especula que os números são muito maiores que os divulgados. Autoridades chinesas afirmam que há casos de transmissão do vírus de uma pessoa para outra, envolvendo inclusive profissionais de saúde que foram infectados durante o tratamento de pacientes com a mesma doença. O vírus causa febre, tosse, falta de ar e dificuldade em respirar. Em casos mais graves, pode evoluir para pneumonia e síndrome respiratória aguda grave ou causar insuficiência renal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) cogita declarar uma situação de emergência de saúde pública de caráter internacional, assim como fez com a gripe suína e o ebola. O Ministério da Saúde afirmou também nesta quinta-feira (23/1) que o Brasil entrou em alerta para o risco de transmissão. A pasta descartou, no entanto, a existência de casos suspeitos de infecção pelo coronavírus no país.

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