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  • Filme

    Luccas Neto em o Hotel Mágico é primeiro sucesso nacional lançado na pandemia

    9 de junho de 2020 /

    A comédia infantil “Luccas Neto em o Hotel Mágico”, do artista e empresário Luccas Neto, dono de um dos maiores canais do YouTube, é o primeiro sucesso nacional a surgir em meio à pandemia de coronavírus. O filme estreou em 15 de maio nas plataformas digitais e já acumula mais de R$ 1,8 milhão em arrecadação de público. No longa, produzido pela empresa do próprio Luccas Neto, o ator e sua irmã Gi (Giovanna Alparone) precisam se livrar de elfos que conheceram no Polo Norte e que agora estão de volta para perturbar a paz dos dois no Rio de Janeiro. O filme está disponível em várias plataforma de VOD a preços bem diferentes. Confira: Google Play (venda, R$19,90), YouTube (venda, R$19,90), Now (aluguel, R$14,90), Vivo Play (aluguel, R$11,90), AppleTV (compra, R$29,90, ou aluguel, R$14,90) e Sky Play (aluguel, R$14,90). Assista ao trailer abaixo.

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  • Série

    Série sobre “Corona Party” reúne Samantha Schmütz, Tom Cavalcante, Adriane Galisteu e Karol Conká

    9 de junho de 2020 /

    Enquanto produtores do mundo inteiro buscam formas de adequar o distanciamento social à obras de ficção, uma série humorística brasileira faz sucesso nas redes sociais mostrando o caminho, ao explorar todo o potencial do formato. Trata-se de “Alta Sociedade Baixa”, uma Insta-série, isto é, uma série com episódios publicados no Instagram, que começou a ser disponibilizada no começo de maio. Um mês depois, a produção já rendeu seis episódios e tem aumentado sua lista de participações especiais com diversas celebridades. Criada pelos diretores Rodrigo Pitta e Marcello Bosschar, com direção também de Mariana Jorge, a série gira em torno de um grupo da alta sociedade carioca que não aguenta mais o tédio da quarentena e pretende se reunir numa “Corona Party” ilegal. O humor é ácido e debochado e todo o elenco gravou suas participações em suas próprias casas, sem contato entre si. A montagem, entretanto, às vezes sugere maior proximidade. Assim como na trama, o elenco é repleto de famosos, como Samantha Schmütz, Tom Cavalcante, Adriane Galisteu, Karol Conká, Theodoro Cochrane, Glamour Garcia, Gustavo Mendes, Gorete Milagres, Leonardo Miggiorin, Reynaldo Machado e Pablo Morais. O ponto de partida é a decretação de um lockdown no Rio. Quem sair na rua pode ser preso imediatamente, crime inafiançável. Mas a socialite Lidia, papel de Schmütz, e aspirante a futura primeira dama do Rio de Janeiro arma em seu apartamento uma festinha para oito convidados. A série é veiculada apenas no Instagram, em um perfil criado especialmente para a obra (@altasociedadebaixa) e também nos perfis de todos os atores e produtores do elenco. Ao todo, serão 12 capítulos, dos quais metade já foram disponibilizados, sempre às sextas-feiras, a partir das 11h. Veja o trailer abaixo. Ver essa foto no Instagram Ficção ou Realidade ?! Um grupo de socialites cariocas , resolve driblar a quarentena durante a pandemia e fazer uma festinha….Vem aí uma INSTASÉRIE no IGTV. Tudo filmado de casa , sem contato físico entre diretores e atores que estão em cidades diferentes , entre o Brasil e os EUA. Uma crítica ácida e bem humorada sobre a alta sociedade brasileira , sobre o momento atual, com um elenco incrivel, dirigido pelo Rodrigo Pitta e a Mariana Jorge! @samanthaschmutz @theocochrane @galisteuoficial @gustavomendestv @glamourgarcia @leo_miggiorin @karolconka @pabloxmorais @tomcavalcante @goretemilagres @rodrigo_pitta @marianajustmariana @teamo.live @altasociedadebaixa #altasociedadebaixa #instaserie Uma publicação compartilhada por Alta Sociedade, Baixa ⚘ (@altasociedadebaixa) em 30 de Abr, 2020 às 7:06 PDT

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  • Etc

    MTV Movie & TV Awards de 2020 é adiado por tempo indeterminado

    8 de junho de 2020 /

    A MTV decidiu adiar a edição deste ano do MTV Movie & TV Awards por tempo indeterminado, devido à pandemia de coronavírus. A emissora também descartou realizar o evento de forma virtual, preferindo esperar para reunir artistas e público diante de suas câmeras. Embora a MTV não tenha revelado uma data ou plano relativo ao Movie & TV Awards, o evento do ano passado foi gravado em Los Angeles em 15 de junho e transmitido em 17 de junho no canal. Durante a maior parte de sua existência, a premiação de filmes era conhecida como MTV Movie Awards e aproveitava o início da primavera nas bilheterias do verão. Em 2017, o nome foi alterado para MTV Movie & TV Awards e passou a incluir categorias de séries. Em 2018, a MTV mudou o programa para junho, a fim de capitalizar a temporada de campanhas do Emmy e os primeiros blockbusters do verão norte-americano. No ano passado, as indicações foram anunciadas em 14 de maio e os vencedores incluíram “Vingadores: Ultimato” como Melhor Filme e “Game of Thrones” como Melhor Série.

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  • Filme

    Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss dizem que Matrix 4 tem roteiro lindo e profundo

    8 de junho de 2020 /

    Os atores Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss aumentar a expectativa por “Matrix 4”, ao descreverem o roteiro do filme como “lindo” e “com profundidade incrível”. Em entrevista à revista Empire, a dupla admitiu surpresa com a volta da franquia. “Nunca tinha achado que isso ia acontecer. Não estava no meu radar”, disse Moss. “Quando isso foi trazido a mim, da forma que chegou, com incrível profundidade e toda a integridade e arte que se pode imaginar, eu fiquei tipo: ‘Isso é um presente’. Eu fiquei muito empolgado”, adicionou. Reeves retorna como Neo e Moss como Trinity, personagens que supostamente tinham morrido em “Matrix: Revolution” (2003). Ambos se disseram empolgados com a reviravolta e o que vem pela frente. “Lana Wachowski escreveu um lindo roteiro, com uma história maravilhosa que ressoou em mim. Essa é a única razão para fazer isso. Trabalhar de novo com ela é incrível. A história tem coisas a dizer”, descreveu Reeves. A nova história foi escrita por Aleksandar Hemon (roteirista de “Sense8”) e David Mitchell (autor do livro que virou “A Viagem”) em parceria com Lana Wachowski, que criou “Matrix” com a irmã Lilly, na época em que ambas eram “irmãos”. Desta vez, Lana é a única Wachowski envolvida no projeto, completando uma separação da irmã que se iniciou na produção de “Sense8”. Além de Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss, Jada Pinkett Smith também estava cotada para retornar como Niobe, uma das líderes da rebelião de Zion contra as máquinas. Já as novidades confirmadas incluem Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Neil Patrick Harris (“Desventuras em Série”), Jonathan Groff (“Mindhunter”), Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) e quatro atores de “Sense8” (série também criada por Lana Wachowski): Brian J. Smith (Will Gorski na série da Netflix), Eréndira Ibarra (Daniela), Max Riemelt (Wolfgang) e Toby Onwumere (Capheus). Nenhum deles teve os papéis revelados. “Matrix 4” foi última das grandes produções da Warner a suspender suas filmagens, em meio à pandemia de coronavírus, o que só aconteceu em 16 de março, quando tinha recém-começado sua etapa em Berlim, na Alemanha. A equipe tinha viajado para continuar a filmagem na Europa, após finalizar a primeira parte da produção em São Francisco, nos EUA. Com a retomada das produções na Europa, o filme não deve demorar a reunir novamente sua equipe. O lançamento no Brasil está marcado para 20 de maio de 2021.

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    Festival de Gramado é adiado para setembro

    7 de junho de 2020 /

    A organização do Festival de Cinema de Gramado anunciou o adiamento do evento deste ano. Inicialmente programado para agosto, o festival de cinema vai acontecer entre 18 e 26 de setembro. A nova data foi definida após análise do cenário nacional em função da pandemia de covid-19. Em nota, Diego Scariot, gerente de projetos da Gramadotur, responsável pela realização do festival, garantiu que ele será realizado. Uma afirmação necessária após o Secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) anunciar neste domingo (7/8) o cancelamento do Festival de Brasília. “O Festival de Gramado reúne, aproxima equipes de produção, elencos, diretores e realizadores. São nove dias de celebração ao cinema, de reconhecimento às produções concorrentes, mas também de fomento e incentivo às novas produções. Os festivais mantêm o cinema vivo e Gramado tem muita honra de contribuir com o fortalecimento da indústria do audiovisual. Esse é o nosso compromisso e será mantido ainda que não sejam descartadas alterações ou adequações no formato”, disse Scariot no comunicado. No atual cronograma, a seleção de filmes para as Mostras Competitivas – curtas gaúchos e nacionais, longas brasileiros e estrangeiros – deve estar concluída até o final de julho.

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    Festival de Brasília é cancelado por falta de apoio financeiro

    7 de junho de 2020 /

    O Festival de Brasília, um dos eventos mais tradicionais do cinema brasileiro, não vai acontecer em 2020 por falta de verbas. À retirada do apoio da Petrobrás no ano passado, por ordem de Bolsonaro, juntou-se este ano a crise econômica gerada pela pandemia de coronavírus, inviabilizando financeiramente sua realização. O cancelamento foi revelado pelo Secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), Bartolomeu Rodrigues, em entrevista neste domingo (7/6) ao site brasiliense Metrópoles. O órgão é responsável pela organização do evento. Rodrigues afirmou ter buscado alternativas, como realizar o festival em parceria com o Cine Drive-In ou plataformas de streaming, mas o orçamento não permitiu. “Constatamos que não tínhamos recursos. Não tive nenhuma sinalização [que conseguiríamos arrecadar o dinheiro], portanto, preferi cancelar”. O orçamento previa a necessidade de R$ 3 milhões para a realização do festival. No ano passado, após a suspensão do patrocínio da Petrobras, outros festivais, como Anima Mundi e o Festival do Rio, correram o risco de serem cancelados, mas driblaram as restrições financeiras com ajuda de financiamento coletivo. Essa é a primeira vez desde os anos 1970, em meio à ditadura militar, que o festival, conhecido por apresentar longas com temas políticos e que denunciam diversas dificuldades enfrentadas pela população, é cancelado.

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    Califórnia pretende retomar produção de filmes e séries em uma semana

    6 de junho de 2020 /

    A Califórnia pretende retomar a produção de filmes e séries em uma semana, informaram as autoridades estaduais ao aprovarem novas diretrizes para impedir a propagação do novo coronavírus nos estúdios. Os produtores precisarão da aprovação das autoridades locais de saúde para reiniciar as filmagens, de acordo com uma declaração do Departamento de Saúde da Califórnia, emitida na sexta (6/6). Com a aprovação, poderão voltar ao trabalho a partir da sexta-feira que vem (12/6), seguindo medidas indicadas pela força-tarefa formada por estúdios e Hollywood e sindicatos. As medidas, desenvolvidas por representantes de Walt Disney, Netflix, AT&T, Warner Bros e NBCUniversal, além de sindicatos como SAG-AFTRA, IATSE e DGA, incluem testes amplos de coronavírus, checagens diárias de sintomas e outras salvaguardas para permitir que atores e membros da equipe possam voltar ao trabalho em condições seguras. As filmagens no estado foram interrompidas em meados de março, numa medida para conter a pandemia de coronavírus.

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    Regina Duarte diz que ainda é secretária de Cultura

    5 de junho de 2020 /

    A ex-atriz Regina Duarte revelou em seu Instagram que ainda não virou ex-secretária da Cultura. Num post confuso, em que parece acusar bolsonaristas de sabotagem, Regina desabafou: “E sigo Secretária”. A afirmação acontece três semanas depois dela dizer que tinha “ganhado um presente”: “O Presidente Bolsonaro me propôs, a partir de agora, assumir a Cinemateca”. Em outras palavras, em vez de anunciar sua demissão, Bolsonaro deliberou seu rebaixamento para o comando da Cinemateca Brasileira. O anúncio foi feito entre risos num vídeo publicado nas redes sociais, em que Bolsonaro afirma ainda que Regina estava com saudade da família e que a mudança seria para o “bem” dela, em respeito ao “passado” da ex-atriz e “por tudo o que representa para todos nós”. Só que o prêmio de consolação era presente de grego. O cargo para o qual Regina foi nomeada por Bolsonaro não existe. Era fake, porque a Cinemateca deixou de ser administrada diretamente pelo governo federal há quatro anos, quando teve sua gestão transferida para uma organização social, a Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto). Desde então, o governo faz um repasse anual à Roquette Pinto para gerir o espaço. Mas como a proposta de Bolsonaro para a Cultura é o sucateamento, as verbas foram diminuindo até sumirem. No ano passado, a previsão era de entrada de R$ 13 milhões, mas só R$ 7 milhões foram transferidos até dezembro. Neste ano, nada. Por conta disso, Associações ligadas ao setor audiovisual lançaram um manifesto em defesa da Cinemateca Brasileira na quinta-feira (4/6), reclamando do desgoverno Bolsonaro A nomeação fake de Regina serviu de pretexto para o ministério do Turismo, pasta em que a Cultura foi jogada, determinar que a Cinemateca seria estatizada. Em comunicado, o ministério informou que a Acerp já não responde mais pela preservação do acervo da Cinemateca. Entretanto, o desgoverno, que se elegeu com proposta desestatizante, não deu prazo para a incorporação da entidade. O comunicado conclui dizendo apenas que “a Cinemateca Brasileira, que detém uma parcela significativa da memória audiovisual e documental brasileira, prosseguirá sob a Direção da secretária Regina Duarte​”. Em seu novo post no Instagram, Regina não citou a Cinemateca. Na verdade, ela parece ignorar completamente o vídeo de 20 de maio, que ainda está em seu feed. Veja abaixo. Para falar que segue secretária, Regina fez um longo preâmbulo em que assume sua inexperiência e seus embates contra uma “torcida nas mídias, nas redes sociais”, feita por quem está “muito mais preocupado com ideologias do que com Cultura”. Parece até que reclama de bolsonaristas. Só que não. “… e por falar em Cultura… aceitei assustada o convite para a Missão. Aceitei por amor ao meu País, por paixão irrefreável por Arte e Cultura, por confiança no governo Bolsonaro. Aceitei porque muita gente, muita gente mesmo, quando cruzava comigo, em qualquer lugar, com o olho brilhando de esperança, dizia: ‘Aceita, Regina’!”, contou. “Minha inexperiência em gestão pública foi crucial para que eu descobrisse, até com certo atraso, que o Projeto de Cultura com que sempre sonhei era inviável, porque eu estava enredada num universo muito mais preocupado com ideologias do que com Cultura. As pressões cotidianas de gente que desconhece a máquina da administração pública foram companheiras constantes. Sempre me pareceu nítido que havia uma torcida nas mídias, nas redes sociais para que a minha gestão não se consolidasse”, escreve, como quem se desculpa pelo fracasso de sua gestão. Então, vem a surpresa: “E sigo Secretária”. Sem mencionar o caos causado na Cinemateca por conta de seu “presente”, ela interpreta o papel de líder cultural. “Não me permito sair deixando incompletas lutas e conquistas para o Setor Cultural. Um exemplo? A Convocação pelo Ministério do Turismo, da reunião do Conselho Gestor da ANCINE para que o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) seja liberado. Editais que darão novo fôlego à Cultura Brasileira serão novamente possíveis”, escreveu. O conselho gestor do FSA deveria ter sido convocado há pelo menos um ano e quem tira o fôlego da Cultura Brasileira é o desgoverno que protela para cumprir o mínimo de suas obrigações burocráticas. “Trabalho ainda na edição de um vídeo com textos e imagens que falam do Projeto de Cultura que pude construir com minha Equipe. Não foi pouca coisa. Em breve vou ter a alegria de comunicar as ações que minha passagem pela Secretaria Especial da Cultura deixa como legado a quem me suceder”, ela afirma. Esse material citado tende a ser outra surpresa bombástica sobre fatos que contrariam evidências. Por enquanto, a única realização visível da rainha da sucata cultural é a transferência do comando de sua pasta de Brasília para o limbo. Ver essa foto no Instagram … e por falar em Cultura… … aceitei assustada o convite para a Missão. Aceitei por amor ao meu País, por paixão irrefreável por Arte e Cultura, por confiança no governo Bolsonaro. Aceitei porque muita gente, muita gente mesmo, quando cruzava comigo, em qualquer lugar, com o olho brilhando de esperança, dizia: “Aceita, Regina”! Minha inexperiência em gestão pública foi crucial para que eu descobrisse, até com certo atraso, que o Projeto de Cultura com que sempre sonhei era inviável, porque eu estava enredada num universo muito mais preocupado com ideologias do que com Cultura. As pressões cotidianas de gente que desconhece a máquina da administração pública foram companheiras constantes. Sempre me pareceu nítido que havia uma torcida nas mídias, nas redes sociais para que a minha gestão não se consolidasse. E sigo Secretária. Não me permito sair deixando incompletas lutas e conquistas para o Setor Cultural. Um exemplo? A Convocação pelo Ministério do Turismo, da reunião do Conselho Gestor da ANCINE para que o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) seja liberado. Editais que darão novo fôlego à Cultura Brasileira serão novamente possíveis. Trabalho ainda na edição de um vídeo com textos e imagens que falam do Projeto de Cultura que pude construir com minha Equipe. Não foi pouca coisa. Em breve vou ter a alegria de comunicar as ações que minha passagem pela Secretaria Especial da Cultura deixa como legado a quem me suceder. Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 4 de Jun, 2020 às 7:54 PDT Ver essa foto no Instagram Oba! 😉 Meus queridos, este vídeo representa a concretização de um um sonho. O Presidente Bolsonaro me propôs, a partir de agora, assumir a Cinemateca , órgão da Secretaria Especial de Cultura que cuida da proteção do acervo e também do desenvolvimento da cinematografia brasileira . Trata-se de duplo presente : vou poder ficar mais próxima da minha família (minha paixão) e também participar mais de perto e ativamente de um setor da Secretaria de Cultura : o áudio visual, a tele dramaturgia, outras paixões da minha vida. Ter a possibilidade de dispor do equipamemto de ponta da Cinemateca Brasileira para criar , fazer Cultura … é prêmio ! É uma honraria . E agora, enquanto este sonho não se concretiza burocraticamente … nos próximos dias vocês vão poder acompanhar uma Série de Vídeos contendo projetos e realizações dos meus últimos 2 meses de trabalho como Secretária Especial da Cultura. Neles faço questão de mostrar metas e o legado que minha Equipe e eu desenvolvemos para continuar contribuindo com os amados brasileiros que fazem e consomem Arte no Brasil.☺️💓🇧🇷🥰🥰🥰🥰🥰 Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 20 de Mai, 2020 às 7:57 PDT

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    Instagram censura segunda fake news de Regina Duarte

    5 de junho de 2020 /

    O Instagram estampou um alerta de fake news sobre uma publicação feita pela ex-atriz Regina Duarte. É a segunda vez que a plataforma utiliza informações verificadas por agências de checagem de fatos para indicar que ela compartilha dados inverídicos sobre a pandemia da Covid-19. A primeira foi em abril e dizia respeito ao uso da cloroquina no combate à doença. Na quinta-feira (4/6), o selo de “notícia falsa” foi estampado sobre conteúdo que tentava minimizar a covid-19 ao afirmar que pandemias acontecem a cada cem anos e seguem um padrão. A informação é, digamos, imprecisa e as datas citadas não batem com a realidade. Um “verificador independente” a serviço do Instagram concluiu que se trata de notícia falsa porque pandemias não seguem um padrão, as datas envolvidas na teoria não refletem fatos históricos e todas as exceções que desmentem a tese foram excluídas da hipótese, como a pandemia de gripe A em 2009, por exemplo. Ao ser flagrada mentindo para seus seguidores pela segunda vez, Regina apagou o post. Mas é possível ver a intervenção do Instagram na cópia abaixo.

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    Setor audiovisual lança manifesto em defesa da Cinemateca Brasileira

    5 de junho de 2020 /

    Associações ligadas ao setor audiovisual lançaram um manifesto em defesa da Cinemateca Brasileira. O documento, que conta com apoio de Cinematecas europeias, foi divulgado durante um protesto realizado na quinta-feira (4/6) em frente ao prédio da entidade, que é mais uma vítima do desgoverno Bolsonaro. Ao menos 25 entidades e associações ligadas ao audiovisual brasileiro participaram da manifestação, convocada pela Associação Paulista de Cineastas (Apaci). No texto, os grupos criticam o governo federal, que parou de fazer repasses para a Associação Roquette Pinto (Acerp), responsável pela gestão da Cinemateca. A dívida do governo com a Acerp já soma R$ 11 milhões e a proposta do desgoverno é não pagar, visando estatizá-la. Sem dinheiro, a Cinemateca vai sofrer um apagão – literalmente. “Um eventual apagão elétrico será desastroso, pois atingirá a climatização das salas onde estão arquivados verdadeiros tesouros de seu acervo histórico. Sem refrigeração e inspeção constante, os filmes em nitrato de celulose ficarão expostos ao tempo e podem entrar em autocombustão como já ocorreu em 2016”, diz trecho do manifesto. A conta de luz já está dois meses atrasada. Além disso, contratos com terceirizados, como manutenção e segurança, estão prestes a acabar, e os funcionários da Cinemateca estão com os salários atrasados desde de abril. Tudo isso é fruto da “política cultural” de destruição de Bolsonaro. “Técnicos valiosos e especializados foram demitidos e as atividades foram reduzidas drasticamente. Entre outras coisas, isso se refletiu na subutilização dos equipamentos de ponta, fruto de vultosos investimentos, que correm o risco de sucateamento”, frisou a Apaci. Ao tomar ciência do caos, o Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) encaminhou um ofício à Secretaria Especial da Cultura cobrando “informações a respeito da possível ausência de repasse orçamentário que vem prejudicando o funcionamento da Cinemateca Brasileira e causando danos a acervo audiovisual mantido pela citada entidade”. De acordo com o documento, que o jornal O Globo divulgou na sexta (30/5), a secretaria tem agora 54 dias para confirmar se houve ou não repasse à Cinemateca Brasileira. Se confirmada a falta de envio dos recursos — eram previstos R$ 12 milhões para 2020 — , o Ministério Público poderá entrar com uma ação civil pública contra a pasta. Só não se sabe quem responderá por isso. A pasta está sem comando. Regina Duarte foi “saída” por Bolsonaro há três semanas, mas o presidente ainda não publicou sua exoneração no Diário Oficial. Tecnicamente, ela ainda é a responsável por esse problema, embora não esteja mais em Brasília. Pior que isso: Regina sonha em presidir a Cinemateca, provavelmente confundindo a função com curadoria de mostras cinematográficas. Quando demitiu a ex-atriz, Bolsonaro se comprometeu em colocá-la na Cinemateca. Só que, para realizar isso, precisa retomar o controle da entidade, que desde 2018 é gerida pela Acerp, uma organização social (OS) independente. Em comunicado, o ministério do Turismo, onde Bolsonaro jogou a pasta da Cultura, confirmou os planos de “reincorporação” da Cinemateca pela União, declarando que a Acerp já não responde mais pela preservação do acervo. Entretanto, o desgoverno, que se elegeu com proposta desestatizante, não deu prazo para a estatização da entidade. O comunicado conclui dizendo apenas que “a Cinemateca Brasileira, que detém uma parcela significativa da memória audiovisual e documental brasileira, prosseguirá sob a Direção da secretária Regina Duarte​”. Como o desgoverno determinou por conta própria que a Acerp não é mais responsável pela Cinemateca e, por outro lado, nem sequer oficializou o desligamento de Regina Duarte do cargo de secretária de Cultura, a responsabilidade pelo equipamento caiu oficialmente no limbo. Fundada em 1946, a Cinemateca guarda registros inestimáveis, como filmes feitos durante as incursões do Exército brasileiro na 2ª Guerra Mundial, filmes do Brasil do começo do século 20, coleção de imagens raras da TV Tupi, primeira emissora de TV do país, inaugurada em 1950, 1 milhão de documentos relacionados à área do audiovisual, 245 mil rolos de filmes e 30 mil títulos de cinema, entre obras de ficção, documentários, cinejornais, filmes publicitários e registros familiares de personalidades históricas. O descaso com o acervo precioso que trata da própria História do Brasil só não é maior que o descaso com a saúde dos brasileiros, considerando que, em plena pandemia, o Ministério da Saúde também encontra-se sem titular há três semanas.

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    Governo do Rio vai comprar ingressos de eventos culturais para minimizar perdas do setor

    5 de junho de 2020 /

    O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, sancionou a Lei nº 8863, que autoriza a utilização de até 30% dos recursos do Fundo Estadual de Cultura para a compra antecipada de ingressos para eventos culturais. A lei, que engloba cinemas, teatros e casas de shows e espetáculos, visa minimizar o impacto financeiro da pandemia sobre o setor, e foi concebida pelo deputado André Ceciliano (PT), presidente da Alerj. De acordo com o texto, publicado na quinta-feira (4/6) no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, os recursos serão utilizados com “o objetivo de garantir a manutenção dos pagamentos pelos mecanismos culturais enquanto perdurar a proibição de realização de eventos com aglomeração de pessoas.” Desse modo, as casas que receberem o aporte deverão priorizar “o pagamento de seus funcionários de apoio técnico, operacional e administrativo, bem como de seu corpo técnico e artístico.” Segundo a proposta, os ingressos adquiridos através da lei devem ser distribuídos entre a população de baixa renda e alunos do sistema estadual de educação, podendo ser utilizados até o dia 31 de dezembro de 2021. A lei, que entrou em vigor nesta quinta, tem validade até o fim do período de isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus.

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    Senado aprova Lei Aldir Blanc de auxílio à Cultura brasileira

    4 de junho de 2020 /

    O Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (4/6), por unanimidade, o projeto de lei que vai destinar R$ 3 bilhões para socorrer o setor cultural durante a pandemia do novo coronavírus. Conhecida como Lei Aldir Blanc, em homenagem ao compositor que morreu vítima de covid-19, a lei prevê um auxílio de R$ 600, em três parcelas, para trabalhadores da arte e da cultura, que Bolsonaro excluiu, via veto, do “coronavoucher” destinado aos trabalhadores informais, de baixa renda e microempreendedores individuais. Como o senado aprovou o projeto sem alterar o texto encaminhado pela Câmara, o texto vai seguir diretamente para a sanção presidencial. O relator do projeto, senador Jaques Wagner, fez um apelo para que o presidente da República sancione o projeto sem vetos. “Eu espero que Sua Excelência, o presidente da República, acolhendo o apelo de seus líderes, e me somo a esse apelo como Relator desta matéria no Senado, que Sua Excelência possa aprovar o texto sem vetos para que esse recurso possa rapidamente, como o texto prevê, em 15 dias chegar à ponta para que o remédio não encontre o paciente já em situação terminal”. De autoria da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e de outros 23 parlamentares, o projeto de Lei 1075/2020 prevê também que os espaços culturais terão direito a uma quantia que varia entre R$ 3 mil e R$ 10 mil até o fim da quarentena. Além disso, 20% do total deverá ser aplicado na manutenção de espaços artísticos e no apoio a micro e pequenas empresas culturais, cooperativas e instituições dedicadas à arte que tiveram as suas atividades interrompidas por força das medidas de isolamento social. O recurso também poderá ser usado para editais, chamadas públicas, prêmios, aquisição de bens e serviços vinculados ao setor cultural. De acordo com o texto, os R$ 3 bilhões serão divididos ao meio: 50% vão para os estados e o Distrito Federal e 50%, para os municípios. 80% do valor destinado aos municípios (R$ 1,5 bilhão) serão distribuídos de acordo com o tamanho da população deles. Os outros 20% serão distribuídos de acordo com os critérios do Fundo de Participação de Município (FPM), uma transferência constitucional que leva em consideração fatores como tamanho e renda per capita. A partir do momento em que o dinheiro entra em caixa, o município terá 60 dias para distribuir o apoio emergencial. Para ter direito ao auxílio emergencial, o trabalhador vai precisar comprovar sua atuação social ou profissional nas áreas artística e cultural dos últimos dois anos. Pela proposta, serão analisados os cadastros culturais dos estados, onde os artistas devem estar registrados. O profissional também não poderá ter outro emprego formal ativo e não pode ser titular de benefício previdenciário ou assistencial ou beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o Bolsa Família. E aqueles que já recebem o auxílio emergencial do governo pago a trabalhadores informais também não terão acesso a nova ajuda. O benefício de pessoa jurídica será para espaços culturais e artísticos, micro e pequenas empresas culturais, organizações culturais comunitárias, cooperativas e instituições culturais com atividades atualmente suspensas como prevenção contra a pandemia. Elas precisam comprovar que constam em ao menos um dos cadastros públicos existentes (estadual, municipal, distrital de Cultura, ou de pontos de cultura) para receber o montante. Estas empresas também não podem ter vínculo com a administração pública, Sistema S ou fundações e institutos mantidos por grupos empresariais. Esta lei se tornou emergencial porque Bolsonaro, além de barrar o auxílio de R$ 600 para artistas, não liberou nenhum valor dos fundos de fomento cultural, que superam esse montante. O dinheiro arrecadado desde 2018 para financiar a Cultura encontra-se parado em aplicações financeiras, enquanto o setor atravessa sua mais grave crise econômica. Como reação à essa “política cultural”, deputados, artistas e secretários estaduais e municipais de Cultura decidiram se organizar e negociar uma solução para o setor, via Congresso. Isso se provou necessário porque o desgoverno não tem nem sequer quem responda pela pasta da Cultura, assim como não tem ministro da Saúde em plena pandemia.

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    Nova adaptação do mangá clássico Lupin III estreia em VOD no Brasil

    3 de junho de 2020 /

    A Sato Company mudou os planos de lançamento da animação “Lupin III, O Primeiro”, devido à pandemia de covid-19. Originalmente previsto para os cinemas, o filme chega nesta quarta (3/6) diretamente nas plataformas digitais para aluguel e venda – já disponível no Now, Vivo Play, SKY Play e Looke e em seguida no iTunes, Microsoft Store, YouTube Filmes e Google Play. Trata-se da primeira animação feita em computação gráfica com o clássico personagem dos quadrinhos japoneses. Criado por Monkey Punch (pseudônimo de Kato Kazuhiko) em 1967, o mangá clássico seguia as façanhas e aventuras incríveis de Arsène Lupin III, neto de Arsène Lupin, o mais famoso ladrão da literatura francesa. Para fazer jus ao legado da família, Lupin III viaja o mundo roubando objetos de valor inestimável. Mais que isto, ele anuncia suas intenções através de telefonemas antes de realizar os assaltos, apenas para provocar a polícia. Apesar da ousadia, Lupin não está sozinho nessa empreitada. Junto com ele, agem o exímio atirador e braço direito Daisuke Jigen e o mestre espadachim Goemon Ishikawa XIII, além da femme fatale Fujiko Mine, uma eterna rival e interesse romântico do ladrão, que às vezes é aliada, mas geralmente só quer passar a perna em Lupin. Todos eles ainda são perseguidos pelo inspetor Koichi Zenigata, que tem como missão de vida pegar a quadrilha. A popularidade de Lupin III já rendeu várias adaptações, inclusive dois filmes live-action – em 1974 e outro mais recente, de 2014. Mas o personagem é mais conhecido pela série anime de 1971, que durou 23 episódios, 15 deles dirigidos por ninguém menos que Hayao Miyazaki, vencedor do Oscar de Melhor Animação por “A Viagem de Chihiro” (2001). A estreia de Miyazaki no cinema foi justamente dirigindo o primeiro longa animado de Lupin III, “O Castelo de Cagliostro” (1979). A nova animação não inova na trama, contando com a mesma configuração de personagens dos mangás e animes originais, desta vez em busca de um lendário Diário de Bresson. Segundo uma lenda, quem desvendar os segredos do Diário poderá adquirir imensa fortuna. Este teria sido o único tesouro que Arsène Lupin, o avô, não conseguiu adquirir durante sua vida, tendo sido procurado até pelos nazistas durante a 2ª Guerra Mundial. A direção é de Takashi Yamazaki, que comandou a versão live-action do anime clássico “Patrulha Estelar”, lançada em 2010. Veja abaixo o trailer nacional de “Lupin III, O Primeiro”, produzido quando o plano ainda previa estreia nos cinemas.

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