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    CCXP anuncia detalhes de sua primeira edição virtual

    8 de setembro de 2020 /

    Os organizadores da CCXP (Comic Con Experience) anunciaram nesta terça-feira (8/9) os primeiros detalhes de sua primeira convenção virtual, que vai se chamar CCXP Worlds: A Journey of Hope. O nome é em inglês mesmo, com subtítulo e um total de seis palavras – sendo que uma delas, “worlds”, representa uma das pronúncias mais difíceis para quem fala português. A opção pelo nome gigante, em vez de, por exemplo, Comic Con Virtual Experience, reflete a ambição dos realizadores. A quantidade de palavras é “épica”. Além disso, o título em inglês manifesta o desejo de internacionalizar o evento, que vai acontecer nos dias 4, 5 e 6 de dezembro pela primeira vez aberto para o mundo inteiro. Embora pareça vir de um filme de “Star Wars” – “CCXP Worlds – Episode I: A Journey of Hope” – , a inspiração da CCXP virtual passa pela DC Fandome, desde o “mapa” do evento (ilustração acima) até a apresentação via streaming ao vivo. Segundo o release oficial, serão cinco streamings simultâneos, cada um representando uma seção diferente da programação. A principal diferença da realização nacional para os similares que a antecederam é que a CCXP Worlds pretende transportar para o ambiente virtual elementos que já existiam na CCXP física, como o Auditório Thunder, Artists’ Alley, Game Arena, Creators & Cosplay Universe. Para isso, a área de estúdios ganhou uma versão digital batizada de Hollywood Strip, as lojinhas viraram um Market Place e o estúdio de vidro, que reúne os destaques da programação, estará presente como Omelete Stage. Outra diferença importante da DC Fandome e da improvisada Comic-Con@Home é que nem tudo será gratuito. A organização permitirá acesso aberto à maioria dos conteúdos, mas vai cobrar por “quem quiser uma experiência completa e mais interativa, ter acesso ao conteúdo completo de todos os streamings, fizer questão de receber sua credencial física e ter produtos licenciados”. Os conteúdos exclusivos da versão paga devem incluir encontros virtuais com celebridades. Segundo os organizadores, os fãs poderão escolher entre alguns minutos com seu ator favorito no Meet & Greet ou pedir um vídeo com uma saudação personalizada, o famoso “mande um salve”. A apresentação do projeto adiantou, por exemplo, como será a versão virtual do Artists’ Alley, que reunirá quadrinistas do mundo todo. Nela, o público poderá participar de workshops, masterclasses, acompanhar entrevistas e batalhas de desenhistas e conhecer e adquirir obras de seus artistas favoritos. Mas cada pacote dará direito a um tipo diferente de interação, seja em grupo ou individual, com hora marcada para tirar dúvidas, mostrar trabalhos ou apenas declarar admiração. Os organizadores também garantem que vários estúdios de Hollywood já anunciaram presença e prometem trazer novidades das produções em andamento. Além disso, haverá transmissões diretas de Los Angeles, com entrevistas e convidados especiais trazidos pelo time do Collider, site geek americano especializado em entrevistas de Hollywood, que é um antigo parceiro do Omelete. Maiores detalhes devem ser divulgados a partir da semana que vem, quando os fãs poderão escolher três categorias diferentes de acessos – batizadas, sempre em inglês, de Digital Experience, Home Experience e Epic Experience. Os ingressos começarão a ser vendidos a partir da próxima terça (15/9), pelo site http://www.ccxp.com.br. Detalhe: o pacote épico vai custar R$ 450! Mais frete.

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  • Filme,  Música

    Sam Neill e Jeff Goldblum deliciam fãs com duetos musicais em folga de Jurassic World

    7 de setembro de 2020 /

    Sam Neill e Jeff Goldblum deram a seus fãs um presente musical inesperado nesta segunda (7/9). Os dois estão em quarentena, num hotel fechado pela produção do novo “Jurassic World”, em que o elenco permanece isolado na Inglaterra, nas folgas das filmagens, para evitar contaminação por covid-19. Para passar as horas, eles resolveram cantar canções clássicas de musicais da velha Hollywood. E Sam Neill gravou e postou duas das performances. Com Goldblum ao piano, eles interpretaram “I Remember You”, que ficou famosa na voz de Dorothy Lamour em “Tudo por um Beijo” (1942), além de “A Fine Romance”, do filme “Ritmo Louco” (1936), com Fred Astaire e Ginger Rogers, “I’ve Grown Accustomed to Her Face”, de “Minha Bela Dama” (1964), com Audrey Hepburn, e “September Song”, clássico de Kurt Weill popularizado em “Paraíso Proibido” (1950). “É um dia de folga. Então, estamos cantando um monte de músicas antigas. Jeff não quer praticar, então é de primeira ou nada”, Neill escreveu na legenda de um dos vídeos no Instagram, acrescentando: “Jeff Goldblum me faz rir sem moderação.” Os dois voltam a contracenar em “Jurassic World: Dominion” após trabalharem juntos no primeiro filme da franquia, “Jurassic Park”, em 1993. Embora o primeiro longa tenha recebido duas continuações com personagens do longa original, Neill e Goldblum não se encontraram em nenhuma delas. Junto deles, Laura Dern também está de volta, retomando seu papel do blockbuster dos anos 1990. No novo filme, eles se juntam a Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, casal protagonista da trilogia iniciada por “Jurassic World”, em 2015. Com direção de Colin Trevorrow, responsável pelo primeiro “Jurassic World”, “Dominion” está sendo filmado na Inglaterra com protocolos rígidos de higiene e proteção, que isolam completamente o set e o elenco, e até agora não reportou nenhuma contaminação. A estreia está prevista para junho de 2021. I Remember You #JeffGoldblum pic.twitter.com/gFAv6LGFH3 — Sam Neill (@TwoPaddocks) September 7, 2020 Another #JamWithJeff . Hers the thing- #JeffGoldblum flatly refuses to rehearse. So every time is the first time. pic.twitter.com/I0iFmHCpUo — Sam Neill (@TwoPaddocks) September 7, 2020 Ver essa foto no Instagram It’s a day off. So we’ve been singing a bunch of old songs. Jeff won’t practice, so it’s first go or nothing. @jeffgoldblum makes me laugh immoderately. He is also a prodigy . Uma publicação compartilhada por SamNeillTheProp (@samneilltheprop) em 7 de Set, 2020 às 5:15 PDT Ver essa foto no Instagram More from the #LoungeGoldblum on this day off . Next time I will wear my shades too . I had a cool deficit … @jeffgoldblum Uma publicação compartilhada por SamNeillTheProp (@samneilltheprop) em 7 de Set, 2020 às 7:44 PDT

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  • Série

    Jensen Ackles revela ter ficado com o Impala da série Supernatural

    7 de setembro de 2020 /

    O ator Jensen Ackles, que vive Dean Winchester na série “Supernatural”, revelou que vai levar para casa o icônico Chevrolet Impala 1967 preto que ele dirigiu durante 15 temporadas da série. O carro é praticamente um personagem da atração e Ackles negociou com os produtores da Warner Bros Television sair do set, ao fim de suas gravações, dirigindo o carrão até a garagem de sua casa. “Eu definitivamente vou levar uma coisa do set para casa. Uma coisa na qual estou de olho desde o primeiro dia de filmagens. Mas está tudo bem, não vou precisar roubar. Eu consegui permissão. Pedi e implorei por anos, até que finalmente me deixaram sair dirigindo o Impala do set”, ele contou, em entrevista ao site Digital Spy. Já Jared Padalecki, que interpreta Sam Winchester, disse que não conseguiu um presente tão significativo como o colega de elenco, mas que já “surrupiou” diversas coisas do set com o passar dos anos. “Eu tenho muitas m*rdas do set em casa. Mas eu não vou dizer o que são, jamais me entregaria. Elas ficarão comigo para sempre, vou guardá-las bem”, contou. O elenco de “Supernatural” já está gravando as últimas cenas do episódio final da série. A previsão é que o encerramento da produção aconteça no fim de semana. Na verdade, a série deveria ter terminado em maio nos EUA, mas a pandemia impediu as gravações de três capítulos e a pós-produção de mais quatro, adiando a despedida dos irmãos caçadores de monstros por alguns meses. “Supernatural” vai voltar em 8 de outubro para apresentar seus sete capítulos derradeiros, com a exibição do último episódio marcada para 19 de novembro. Ainda não há previsão para a exibição desta reta final no Brasil, mas o canal pago Warner já transmitiu todos os capítulos da série produzidos até o momento.

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  • Filme

    Diretor revela que filmagens de Missão: Impossível 7 foram retomadas

    6 de setembro de 2020 /

    “Missão: Impossível 7” voltou a ser filmado. O diretor Christopher McQuarrie postou uma foto impressionante do set ao ar livre em seu Instagram, ao lado de duas palavras explicativas: “Ação” e “Dia 1”. A produção está enfrentando vários contratempos. A equipe tinha recém-chegada na Itália quando o país se tornou o epicentro europeu do coronavírus. E após retomar as filmagens em agosto, um acidente de moto com um dos dublês levou a nova paralisação. Para complicar, McQuarrie pretende filmar dois longas consecutivos, “Missão: Impossível 7” e “Missão: Impossível 8”. Além da volta de Tom Cruise ao papel do agente Ethan Hunt, outros integrantes da saga de espionagem também vão reaparecer nos novos filmes, como Rebecca Ferguson e Simon Pegg, intérpretes de Ilsa Faust e Benji Dunn, e Vanessa Kirby, recentemente introduzida como Alanna Mitsopolis/Viúva Branca. Outro retorno confirmado é o de Henry Czerny (mais conhecido pelo papel de vilão da série “Revenge”), que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, de 1996. Para completar, as novidades incluem Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”) e Esai Morales (“Titãs”). Devido à paralisação das filmagens, as duas sequências receberam novas previsões de estreia da Paramount. “Missão: Impossível 7” ficou para 19 de novembro de 2021, e o filme seguinte, “Missão: Impossível 8”, foi remarcado para 4 de novembro de 2022 nos EUA. A estreia nacional dos dois filmes acontecerá um dia antes do lançamento americano. Ver essa foto no Instagram Action… #MI7 Day 1 Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie) em 6 de Set, 2020 às 9:14 PDT

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  • Etc

    Michael Rooker diz que superar covid-19 foi “uma grande batalha”

    6 de setembro de 2020 /

    O ator Michael Rooker compartilhou em suas redes sociais o resultado de um exame de covid-19, dizendo que superar a doença foi “uma grande batalha”. “Se vocês ainda não descobriram por que ando me isolando neste meu incrível fluxo de ar, deixe-me ajudá-los dizendo que tenho lutado contra a covid-19”, escreveu ele. “Eu tenho que dizer a vocês que tem sido uma batalha e tanto. E como em qualquer guerra, TUDO é permitido. E no meio dessa batalha épica, cheguei à conclusão de que não há muita coisa que se possa fazer externamente, para lutar contra a covid-19 uma vez que tenha entrado em seu corpo. Esta é minha opinião pessoal, definitivamente não é a conclusão de algum estudo científico. ” Rooker disse que não tomou “nenhum medicamento extra, vitaminas ou suplementos” por medo de que “me prejudicasse, pois os rins e o fígado teriam ficado gravemente danificados”. Ele explicou que, durante a doença, às vezes se sentia “um lixo” e às vezes estava “muito bem, quase humano na verdade”. “No final das contas”, o ator escreveu, “acabou levando um nocaute! A covid lutou muito bem.” O astro de “Guardiões da Galáxia” está atualmente se recuperando após a batalha, tendo vencido a infecção. Ver essa foto no Instagram Well the day is here this day….04 the month of 09 the year of our Lord 2020….. Great news has surfaced on this day. The news is this…….Yo all y’all Rooker fans…If y’all aint figured it out by now why I’ve been isolating in this crazy awesome Airstream of mine…let me help y’all out by saying, I’ve been fighting off COVID-19. and I have to let y’all know it has been quite a battle. And as in any war, ALL is fair. And IN the middle of this epic battle….I’ve come to the conclusion that there aint a whole heck of a lot one can do externally, to fight off COVID-19 once it has gotten into your Body/immune system. this is my personal opinion And definitely not The conclusion of some scientific Study. The real battle takes place internally, on a cellular level. And For me, I made the decision not to take any extra medicines or vitamins or supplements. I felt that if my immune system was not already prepared for this battle loading up with all this extra stuff would only do me damage as kidneys and liver would have been gravely stressed…In the process of fighting off Covid, I could feel and see the results of those daily battles, By how I Felt and looked the next day. I was either feeling like crap, or Pretty dang good, semi human in fact. So, Just so y’all know the End result of all those daily battles has come to an end. My body/immune system, has won the WAR! Covid put up a pretty good fight… but bottom line, it ended up getting its ass knocked out! buy my immune Systems 1,2, punch to the head, 2 body shots and a left hook right upper-cut combination. End of story….. Rooker out……..#COVIDFREE #ShitYes!!! Uma publicação compartilhada por Michael Rooker (@michael_rooker) em 4 de Set, 2020 às 2:52 PDT

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  • Filme

    Bilheteria de Tenet mostra nova ordem mundial do cinema, com a China no topo

    6 de setembro de 2020 /

    Depois de meses de adiamento, “Tenet” finalmente estreou nos EUA, gerando estimados US$ 20,2 milhões no fim de semana. Em outros tempos, essa abertura representaria um fracasso colossal para uma produção com seu custo – orçada em torno de US$ 200 milhões. Mas em tempos de covid-19, são números que o mercado começa a achar aceitáveis, enquanto pondera se um dia voltará a faturar as antigas fortunas. Com o público temeroso e salas ainda em processo de reabertura nos EUA, o desempenho de “Tenet” foi considerado razoável pelos analistas ouvidos pelas publicações americanas especializadas. É bem melhor, por exemplo, que a abertura de “Os Novos Mutantes”, que fez US$ 7 milhões em 2,4 mil telas na semana passada. Com os US$ 3,5 milhões deste fim de semana, o filme de super-heróis chegou a US$ 12,3 milhões de faturamento em dez dias, bem abaixo do que “Tenet” faturou em apenas quatro dias, entre quinta e este domingo (6/9). “Tenet” conseguiu chegar a 2,8 mil cinemas em todo o país, quantidade distante das 4 mil salas que costumam servir de base de lançamento para blockbusters na América do Norte. Isto porque, no momento, apenas 65% dos multiplexes estão em funcionamento e alguns dos principais mercados, como Nova York, Los Angeles, Seattle e São Francisco, continuam fechados. Mesmo as salas abertas enfrentam limitação no número de assentos como prevenção contra a pandemia, além de baixa procura por ingressos. Mais que nunca, isto significa que Hollywood se tornou dependente de sucessos internacionais. E, no exterior, o filme de Christopher Nolan está tendo um desempenho muito melhor. “Tenet” faturou US$ 78,3 milhões nos últimos três dias, graças principalmente à estreia na China, onde seu lançamento rendeu US$ 30 milhões desde sexta (4/9). A China está bem à frente dos EUA na reestruturação do mercado, com cinemas abertos e lotados na maioria das cidades, dentro da “nova normalidade”. Tanto que já rendeu um blockbuster local, o épico de guerra “The Eight Hundred”, que neste fim de semana superou os US$ 300 milhões de arrecadação. Com a soma da arrecadação global, “Tenet” também tem números de blockbuster, superando a marca de US$ 150 milhões em bilheteria ao redor do mundo desde seu lançamento europeu em 26 de agosto. É o melhor resultado para uma produção americana desde março, quando os cinemas fecharam devido à pandemia. Mas os números também retratam uma nova ordem mundial do mercado cinematográfico, em que os EUA perderam definitivamente sua primazia para a China. Uma situação em que filmes chineses, como “The Eight Hundred”, superam lançamentos hollywoodianos para assumir o topo das bilheterias como os maiores blockbusters do mundo. Não há previsão para “The Eight Hundred” chegar ao Brasil, mas o país será o último do mundo a receber “Tenet”. Em parte porque os cinemas ainda não reabriram nas principais capitais, mas também porque o país foi um dos mais afetados pela pandemia, graças a uma postura negacionista de desgoverno, que levou à falta de uma política sanitária federal e até mesmo de um Ministro da Saúde, no auge da crise. O último adiamento colocou a data de estreia nacional do filme da Warner em 15 de outubro.

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  • Série

    Mädchen Amick revela recomeço diferente da produção de Riverdale

    6 de setembro de 2020 /

    A 5ª temporada de “Riverdale” está finalmente em andamento, com os membros do elenco se reunindo para a primeira leitura coletiva dos roteiros desde que a pandemia encerrou abruptamente as gravações dos episódios do quarto ano em março. A produção foi interrompida sem que a trama chegasse a seu final e será retomada do ponto em que se encerrou. Algumas coisas, porém, estão bem diferentes neste recomeço dos trabalhos. “Nossa tradição de selfies em ‘Riverdale’ está um pouco diferente este ano”, revelou a atriz Mädchen Amick em um post no Instagram, em que publicou uma foto da reunião virtual do elenco, via Zoom, para a leitura dos roteiros. “Estou grata e animada por estar de volta, e mal posso esperar para apertar essas caras pessoalmente!!!!”, ela completou. A postagem da atriz é uma evidência de que a Warner Bros. Television está prestes a retomar as gravações de “Riverdale” em Vancouver, no Canadá. Além do distanciamento social na leitura dos roteiros, as medidas de segurança para que isso aconteça também incluem manter os atores e equipe isolados em quarentena por duas semanas antes das gravações, de modo a garantir que não haja transmissão de infecção no set. As gravações devem começar logo após este período, para uma estreia no começo de 2021. Ver essa foto no Instagram Our #riverdale first table read selfie tradition is a lil different this year 🤷🏼‍♀️ Grateful & excited to be back and can’t wait to squeeze these faces in person!!!! (bummed you can’t see everyone in the gallery grid but they’re there!) Uma publicação compartilhada por Mädchen Amick (@madchenamick) em 5 de Set, 2020 às 12:04 PDT

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  • Etc

    Diretor do Festival de Cannes protesta contra situação da Cinemateca Brasileira

    6 de setembro de 2020 /

    O diretor do Festival de Cannes, o francês Thierry Frémaux, prestou solidariedade à Cinemateca Brasileira durante evento neste fim de semana no Festival de Veneza, em que considerou o desgoverno do presidente Jair Bolsonaro como uma ameaça à Cultura. “Quero expressar meu apoio à Cinemateca Brasileira, ameaçada pelo atual governo”, disse ele, em entrevista coletiva com a participação dos diretores dos sete maiores festivais de cinema da Europa. A Cinemateca deixou de receber repasses federais em dezembro, quando o então ministro da Educação, Abraham Weintraub, encerrou o contrato da Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto) para a realização da TV Escola. Como o contrato de administração da Cinemateca era um aditivo desse outro, a situação se tornou um imbróglio jurídico. A Acerp entendeu que a parceria não poderia ser rompida, porque o acordo original para que cuidasse da Cinemateca iria até março de 2021, e continuou a administrar a entidade com recursos do próprio caixa. Por conta disso, alega que o governo lhe deve R$ 14 milhões, correspondentes aos valores não repassados desde dezembro e a um montante não recebido ainda em 2019, quando o contrato estava vigente. Segundo a OS, ao longo de 2019, dos R$ 13 milhões do orçamento, o governo entregou à Acerp só R$ 7 milhões. O objetivo da secretaria de Cultura, ao congelar o repasse, teria sido justamente inviabilizar o funcionamento da Cinemateca para ser “forçada” pelas “circunstâncias” a assumir o controle administrativo da entidade. No início de agosto, as chaves da Cinemateca Brasileira foram entregues à União e todo corpo técnico da instituição foi demitido. O caso ganhou repercussão internacional e se tornou símbolo da falta de política cultural do governo Bolsonaro – ou da própria política cultural, que é simplesmente destruir tudo. A instituição de 70 anos tem um acervo que inclui mais de 30 mil títulos sobre a televisão e o cinema brasileiros e cerca de 250 mil rolos de filmes.

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  • Série

    Amazon desiste de série sobre conquistadores espanhóis com Javier Bardem

    4 de setembro de 2020 /

    As restrições geradas pelos cuidados demandados pelo coronavírus levaram a Amazona desistir de produzir uma série sobre a conquista espanhola do México. Produzida pela Amblin, empresa de Steven Spielberg, a série, intitulada “Cortés y Moctezuma”, seria estrelada por Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Em comunicado conjunto, Amazon e Amblin afirmaram que não haveria como “reiniciar a produção num futuro próximo para alcançar a escala e o escopo planejados” para a série. As empresas afirmaram que têm “enorme respeito” pelo trabalho de toda equipe, incluindo os produtores – e astros mexicanos – Gael García Bernal e Diego Luna e o roteirista Steve Zaillian (“O Irlandês”). “Esperamos trabalhar juntos no futuro”, diz o anúncio do cancelamento. Projeto antigo de Spielberg, que chegou a ser considerado para o cinema, “Cortés y Moctuzema” teria um orçamento altíssimo comparado a outras séries e era vista como a maior produção em língua espanhola da história. Além do custo elevado, a quantidade de figurantes prevista para várias cenas tornou a produção impraticável devido a pandemia. Além disso, manter guardados e intactos todos os (muitos) cenários já criados para produção por tempo indeterminado provou-se proibitivo, especialmente caro para uma série sem previsão de gravação.

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  • Filme

    Circuito drive-in exibe três filmes brasileiros premiados e inéditos nos cinemas

    4 de setembro de 2020 /

    As salas de cinema começam a abrir em várias cidades do Brasil, mas os cines drive-in seguem prestigiados. Sinal disso é que a programação deste fim de semana nos cinemas ao ar livre conta com a exibição de três filmes nacionais premiados e inéditos no circuito cinematográfico tradicional: “Três Verões”, “Alice Júnior” e “Pacarrete”. Por coincidência, os três filmes abordam mulheres. Elas são completamente diferentes entre si, mas apresentam a mesma disposição de resistência, compondo um bom panorama. Todas estão em cartaz em São Paulo, mas também podem ser vistas em outras localidades. Confira mais detalhes abaixo. Três Verões | Brasil | 2019 Originalmente previsto para março passado, o filme de Sandra Kogut (“Campo Grande”) retrata o Brasil contemporâneo por meio do olhar de Madá (Regina Casé), caseira de um condomínio de luxo à beira-mar. A trama mostra, sob seu ponto de vista, o desmantelamento de uma família em função dos dramas políticos recentes que abalaram o país, passando-se ao longo de três verões consecutivos (2015, 2016 e 2017), na luxuosa casa de veraneio da família. O filme pergunta o que acontece com aqueles que gravitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida destes desmorona, ao mesmo tempo em que registra as mudanças sociais e políticas dos últimos anos no Brasil, ilustrada por meio da prisão do patrão (Otávio Müller, de “Segunda Chamada”) por corrupção. Consagrado no exterior, o longa fez sua estreia mundial no Festival de Toronto, no Canadá, foi premiado no Festival de Havana, em Cuba, e rendeu troféus de Melhor Atriz para Regina Casé nos festivais do Rio e de Antalya, na Turquia. Alice Júnior | Brasil | 2019 Premiado nos festivais do Rio, Brasília, Mix Brasil e exibido em Berlim, o filme de Gil Baroni (“O Amor de Catarina”) acompanha uma adolescente transexual que se muda com a família de Recife para o interior do país. Na nova cidade, mais conservadora, ela sofre preconceito dos colegas de escola e tem dificuldades para expressar a própria identidade de maneira livre. Mas logo vai se soltando e conquistando seu espaço, ajudando também o filme a se assumir mais comédia teen que melodrama de novela. A produção adota uma estética atual, ao apresentar a protagonista como YouTuber, e utiliza linguagem dessa mídia para dar à trama o tom alegre de um fábula moderna. No centro de tudo, Anne Celestino levou o prêmio de Melhor Atriz em Brasília por sua Alice. Pacarrete | Brasil | 2019 Vencedor de oito troféus no último Festival de Gramado, incluindo Melhor Filme nas votações do júri e do público, além de prêmios para a atriz Marcélia Cartaxo e o diretor-roteirista Allan Deberton, o drama conta a história real de uma mulher de Russas, no interior do Ceará. Bailarina e ex-professora, a mulher do título sonha em dançar balé na festa da cidade. Com voz estridente, grita frases desconexas pelas ruas — e é simplesmente tachada de louca pelos moradores – , mas nunca se dá por vencida, defendendo sua arte em protesto e resistência.

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  • Filme

    Cinemas já começaram a reabrir no Brasil

    3 de setembro de 2020 /

    Os cinemas começam a reabrir lentamente no Brasil. Um decreto publicado na quinta (3/9) pelo governo do Distrito Federal já permite a abertura das salas em Brasília. Outras capitais, como Manaus, Fortaleza e Belém, também vem abrindo suas salas e já apresentam uma programação de filmes neste fim de semana. Além disso, Campinas, uma das cidades de maior população de São Paulo, também anunciou a retomada de eventos fechados, como cinema e teatro, a partir desta sexta-feira (4/9). A lista de cidades em que haverá sessões no fim de semana incluem ainda Valparaíso (GO), Várzea Grande (MT), Ananindeua (PA), São Gonçalo (RJ) e Sumaré (SP). Já os principais mercados, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, que concentram a maior quantidade de salas do país, continuam fechados. Em todos os estabelecimentos abertos será obrigatório o uso de máscara por parte de funcionários e clientes, e os espaços devem oferecer produtos para higienização, como álcool em gel 70%, e realizar medidas de distanciamento e redução do fluxo de pessoas. A rede Cinépolis e a iniciativa #JuntosPeloCinema divulgaram vídeos sobre como serão os procedimentos na volta das sessões. Um dos primeiros filmes a entrar em cartaz com a reabertura é “Magnata do Crime”, comédia de gângsteres do diretor Guy Ritchie (“Aladdin”) estrelado por Matthew McConaughey (“Clube de Compra Dallas”) e grande elenco, programado para a maioria dos cinemas abertos em sessões de “pré-estreia” pagas – na prática, uma estreia convencional. Mas os cinemas também exibirão blockbusters clássicos, dentro do projeto De Volta para o Cinema, que começa nesta sexta onde houver salas abertas (saiba mais). Veja abaixo os vídeos sobre os cuidados tomados para a reabertura.

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  • Etc

    Robert Pattinson teria pego covid-19 nas filmagens de Batman

    3 de setembro de 2020 /

    Segundo a Vanity Fair, Robert Pattinson está com covid-19. A revista apurou que foi o ator quem testou positivo para o coronavírus na volta das filmagens de “Batman”, resultando na paralisação das filmagens. A Warner havia emitido um comunicado mais cedo informando que “um membro da produção de ‘Batman’ está com Covid-19 e está se isolando de acordo com os protocolos estabelecidos”. O estúdio não revelou quem foi a pessoa infectada, alegando questões de privacidade. Mas a Vanity Fair afirma ter confirmado, junto à fontes da produção, que se trata do próprio intérprete de Batman. Desde então, outras publicações afirmaram que o doente é mesmo Pattinson. Ainda não há informações sobre o estado de saúde do ator. A paralisação aconteceu apenas três dias após a retomada das filmagens. Antes disso, o filme dirigido por Matt Reeves ficou cinco meses com os trabalhos suspensos por conta da pandemia. Reeves afirmou que havia filmado apenas 25% do longa antes da primeira paralisação. Apesar desses problemas, o longa, que marcará a estreia de Robert Pattinson como o super-herói dos quadrinhos, segue com sua estreia programada para outubro de 2021.

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  • Filme

    Filmagem de Batman é paralisada por infecção de covid-19 na equipe

    3 de setembro de 2020 /

    A filmagem de “Batman” voltou a ser paralisada na Inglaterra por causa da pandemia de covid-19. Segundo comunicado dos produtores, uma pessoa da equipe testou positivo para a doença causada pelo coronavírus. “Um integrante da produção de ‘Batman’ testou positivo para a covid-19 e está em isolamento, conforme os protocolos de segurança. A filmagem está temporariamente paralisada”, diz o comunicado, sem maiores explicações. O estúdio não revelou quem foi a pessoa infectada, alegando questões de privacidade. A paralisação aconteceu apenas três dias após a retomada das filmagens. Antes disso, o filme dirigido por Matt Reeves ficou cinco meses com os trabalhos suspensos por conta da pandemia. Reeves afirmou que havia filmado apenas 25% do longa antes da primeira paralisação. Apesar desses problemas, o filme, que marcará a estreia de Robert Pattinson (“Tenet”) como o super-herói dos quadrinhos, segue com sua estreia programada para outubro de 2021.

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