China “confirma” continuação de Warcraft
O perfil oficial do Twitter do filme “Warcraft” na China afirmou que o filme ganhará sequência. “A exibição de Warcraft nos cinemas está chegando ao fim. Mas o capítulo de uma nova década está apenas começando. Este filme foi o ponto de partida, e não um final. Não iremos dizer adeus, pois iremos nos encontrar novamente”, diz o post, em chinês. Apesar de fracassar nas bilheterias norte-americanas, aonde fez apenas US$ 46 milhões, uma das piores bilheterias de superprodução do ano, o filme fez grande sucesso na China, onde rendeu US$ 220 milhões, recorde de maior bilheteria do país. Mas mesmo com o sucesso chinês, o longa dirigido por Duncan Jones (“Contra o Tempo”) não se pagou. Mundialmente, o filme soma US$ 422 milhões para um orçamento de produção de US$ 160 milhões e sabe-se lá quanto de marketing. O valor também é recorde entre as adaptações de games, superando o antigo campeão da categoria, “Príncipe Da Pérsia: As Areias Do Tempo”, que faturou US$ 336 milhões em 2010, quando foi considerado um fracasso e teve seus planos de continuação cancelados. Estimativas do mercado apontavam que “Warcraft” precisaria fazer US$ 600 milhões mundiais para começar a empatar suas despesas.
Uma Aventura Lego 2: Criador de BoJack Horseman vai reescrever o roteiro da continuação
Depois de adiar a estreia de “Uma Aventura Lego 2”, a Warner Bros. contratou Raphael Bob-Waksberg (criador da série animada “BoJack Horseman”), para reescrever o roteiro da sequência. Segundo o site da revista Variety, o objetivo do estúdio é trazer um novo frescor para o roteiro criado por Phil Lord e Christopher Miller, diretores e roteiristas do primeiro filme, tendo em vista que a dupla anda bem ocupada com a produção do spin-off de “Star Wars” focado no jovem Han Solo. Por coincidência, dois dubladores de “BoJack Horseman” já fazem parte do elenco do longa animado da Warner: Will Arnett e Alison Brie. Com direção de Rob Schrab (série “Community”), “Uma Aventura Lego 2” só vai chegar aos cinemas em fevereiro de 2019. Mas antes disso, a franquia terá dois spin-offs: “Lego Batman – O Filme”, com lançamento marcado para 9 de fevereiro, e “Ninjago”, previsto para 21 de setembro de 2017.
Estreias: A Era do Gelo – O Big Bang derrete em mais de mil cinemas
“A Era do Gelo – O Big Bang” é o blockbuster da semana. Trata-se de mais uma continuação animada, como “Procurando Dory”. A diferença é que já é o quinto episódio da franquia, que a esta altura já está parecendo uma série e faria mais sentido na TV. O filme leva a 1.159 salas mais um desastre natural que Manny e seus amigos terão que sobreviver, sendo 619 em 3D e 12 salas IMAX. A história não só parece, como é repetitiva, resultando em algumas das piores críticas de uma animação em 2016 – só 8% de aprovação no Rotten Tomatoes. A versão brasileira ainda destaca dublagem de certo Youtuber, o que pode ser considerado incentivo ou o prego final, dependendo do ponto de vista. Como ainda há muitos blockbusters em cartaz, os demais lançamentos ficaram restritos a um circuito bem menor. O maior deles é “Florence – Quem é essa Mulher?”, estrelado por Meryl Streep, que leva a 90 salas um déja vu. Vítima do cronograma de estreias nacionais, o filme chega aos cinemas apenas duas semanas após o francês “Marguerite” contar basicamente a mesma história, com outra personagem real. Tanto Florence quanto Marguerite foram socialites ricas que, paparicadas pelos amigos, convenceram-se que eram grandes cantoras de ópera, sem sequer soarem afinadas. Detalhe: ambos os filmes são ótimos, com qualidades próprias. A programação, por sinal, está bastante feminina. Outro longa intitulado com nome de mulher é “Julieta”, de Pedro Almodóvar (“A Pele que Habito”). Selecionado no último Festival de Cannes, leva a 55 telas uma adaptação livre de contos da escritora canadense Alice Munro, vencedora do Nobel de literatura, acompanhando a personagem-título por várias décadas e duas atrizes diferentes. Ainda que mais dramático que o costume, o filme repete o tema da mãe com problemas emocionais e carrega as cores que tanto marcam a filmografia do espanhol. “Janis – Little Girl Blue” é um documentário sobre a cantora Janis Joplin, da premiada documentarista Amy Berg (“West of Memphis”), narrado por outra cantora, Cat Power, através de cartas escritas pela própria Janis ao longo dos anos. Sensível, talvez seja a obra mais reveladora sobre a roqueira que amava o blues, mas também o sexo, as drogas e o álcool, e nesse sentido não deixa de ter eco no impactante “Amy”. Em 39 salas. O único lançamento nacional da semana também é um documentário, “Menino 23”, de Belisário Franca (“Amazônia Eterna”), sobre um projeto criminoso de eugenia conduzido por admiradores do nazismo no Brasil, nos anos 1930. O testemunho dos únicos sobreviventes é um escândalo que os livros de história não contam. Muito bem conduzido, com ritmo de investigação, o trabalho de Franca contextualiza o horror racista que chegou a fazer até parte da Constituição brasileira da época. Impressionante e obrigatório, o filme não teve seu circuito divulgado. A programação se completa com o drama “Um Belo Verão”, que ocupa duas salas em São Paulo. Infelizmente para poucos, o longa de Catherine Corsini (“Partir”) foi um dos destaques do cinema francês do ano passado, premiado em festivais e indicado ao César. Passado nos anos 1970, acompanha o romance entre uma professora feminista e uma jovem que esconde seu lesbianismo da família, até que têm sua ligação testada quando se mudam para o interior, numa época de preconceitos irredutíveis.
Procurando Dory é um dos grandes filmes da Pixar
Assim como já fez com “Toy Story” (1995), “Monstros S.A.” (2001) e “Carros” (2006), o estúdio Pixar revisita agora os personagens de “Procurando Nemo” (2003), um dos seus maiores sucessos. Entretanto, “Procurando Dory” se diferencia mais do original que as continuações anteriores, não apenas por se concentrar na coadjuvante do primeiro filme, mas por algumas ousadias, como a inclusão de aspectos mais sombrios e temas humanistas. De fato, se não tivesse “Procurando Nemo” como predecessor, “Procurando Dory” estaria sendo louvado como um dos grandes filmes originais do estúdio. A nova animação é uma história de superação, destacando uma personagem com problema mental, que consegue não apenas atingir o seu objetivo, como se tornar um exemplo de obstinação e até de heroísmo. Mas chegar lá não é nada fácil. O filme começa com um pequeno prólogo, apresentando a pequena Dory ainda morando com os pais, antes de se perder, ficar adulta e conhecer Marlin, o perturbado pai do desaparecido Nemo, e ajudá-lo em sua jornada em busca do filho. Difícil não se solidarizar com a personagem, que sofre de perda de memória recente e por isso acaba não conseguindo muitos amigos. A trama encontra os personagens um ano após os eventos de “Procurando Nemo”, com Dory morando com Marlin e Nemo, e de vez em quando tem sonhos com sua família, flashes que podem servir de pistas para ela reencontrar seus pais. De certa forma, a busca da heroína pela família encontra paralelos no filme anterior do estúdio, “O Bom Dinossauro” (2015), embora aposte menos nas lágrimas e mais no desespero e na ansiedade de seus personagens. Ganham destaque alguns coadjuvantes novos que ajudam Dory na jornada, como o polvo com medo de espaços abertos Hank, a tubarão baleia míope Destiny e o inseguro beluga Bailey. Como se vê, a maioria dos personagens sofre de transtornos físicos, psicológicos ou mentais e essa é uma das belezas do filme: mostrar como podem ser capazes de enfrentar suas próprias limitações. Para completar, a Pixar ainda presenteia seus espectadores com um curta de abertura muito bonito, que ecoa o mesmo tema. Em “Piper – Descobrindo o Mundo”, de Alan Barillaro, um filhote de passarinho enfrenta um breve trauma – uma onda gigante que o arrasta e faz com que ele fique inseguro para sair e se alimentar junto com sua mãe e seus irmãos na praia – e o modo como ele consegue aprender a enfrentar esse problema.
Veja 20 fotos novas de Star Trek: Sem Froteiras
A Paramount Pictures divulgou 20 novas fotos oficiais de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que destacam a maioria dos protagonistas: Chris Pine (como Capitão Kirk), Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov), além da nova integrante do elenco Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), que vive a alienígena Jaylah, e o diretor Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”). Ficou de fora apenas o antagonista principal, Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”) e visto na primeira leva de imagens. “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA e apenas em 1 de setembro no Brasil.
Procurando Dory mantém liderança e vira segunda maior bilheteria de 2016 nos EUA
A animação “Procurando Dory” se manteve em 1º lugar pela terceira semana consecutiva na América do Norte. O filme da Disney/Pixar somou mais US$ 41,9 milhões para atingir US$ 372,2 milhões no mercado doméstico. Com isso, já se tornou a segunda maior bilheteria do ano nos EUA, atrás apenas de “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 405,4 milhões), da própria Disney. No mundo inteiro, o filme soma US$ 538,2 milhões. O sucesso de “Dory” representou má notícia para os três lançamentos do fim de semana. Embora não tenha superado a animação, “A Lenda de Tarzan” foi quem chegou mais perto. O filme rendeu US$ 38,1 milhões, ocupando o 2º lugar e superando expectativas negativas do próprio estúdio. Entretanto, seu orçamento de US$ 180 milhões impede maiores comemorações. A nova versão da história do Homem-Macaco vai precisar de grande retorno internacional para se pagar. A estreia no Brasil está marcada apenas para 21 de julho. O terceiro filme da franquia “Uma Noite de Crime”, que, sem maiores explicações, recebeu o lamentável título de “12 Horas Para Sobreviver – O Ano da Eleição” no Brasil, fez US$ 30,8 milhões em 3º lugar. O resultado foi melhor que a estreia do longa anterior, “Uma Noite de Crime: Anarquia” em 2014, o que deve render encomenda de quarto filme. O lançamento nacional está agendado só para setembro. Por fim, “O Bom Gigante Amigo”, volta de Steven Spielberg à fantasia juvenil, amargou um inequívoco fracasso. Com apenas US$ 19,5 milhões, o longa orçado em US$ 140 milhões é o segundo fiasco da Disney em 2016, após “Alice Através do Espelho”. Apesar de bem avaliado pela crítica (71% de aprovação no Rotten Tomatoes), a produção deve amargar um dos maiores prejuízos do ano, que nem a distribuição internacional deve compensar – chega no Brasil em 28 de julho. Felizmente, o estúdio tem os lançamentos da Marvel, Pixar e LucasFilm para compensar. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Procurando Dory Fim de semana: US$ 41,9 milhões Total EUA: US$ 372,2 milhões Total Mundo: US$ 538,2 milhões 2. A Lenda de Tarzan Fim de semana: US$ 38,1 milhões Total EUA: US$ 38,1 milhões Total Mundo: US$ 56,9 milhões 3. 12 Horas Para Sobreviver – O Ano da Eleição Fim de semana: US$ 30,8 milhões Total EUA: US$ 30,8 milhões Total Mundo: US$ 31 milhões 4. O Bom Amigo Gigante Fim de semana: US$ 19,5 milhões Total EUA: US$ 19,5 milhões Total Mundo: US$ 23,4 milhões 5. Independence Day: O Ressurgimento Fim de semana: US$ 16,5 milhões Total EUA: US$ 72,6 milhões Total Mundo: US$ 249,7 milhões 6. Um Espião e Meio Fim de semana: US$ 12,3 milhões Total EUA: US$ 91,7 milhões Total Mundo: US$ 122 milhões 7. Águas Rasas Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 35,2 milhões Total Mundo: US$ 35,2 milhões 8. Free State of Jones Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 15,1 milhões Total Mundo: US$ 15,1 milhões 9. Invocação do Mal 2 Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 95,2 milhões Total Mundo: US$ 274 milhões 10. Truque de Mestre: O 2º Ato Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 58,6 milhões Total Mundo: US$ 214,2 milhões
Star Trek: Cena registra fim de namoro entre Uhura e Spock
A Paramount divulgou uma cena de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que registra o fim do namoro entre Uhura e Spock, além dos indefectíveis comentários do Dr. McCoy sobre a falta de sensibilidade do vulcano. O elenco traz de volta Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Chris Pine (Capitão Kirk), o Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov). Entre os novos personagens, os destaques são para dois alienígenas, a aliada Jaylah, vivida por Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), e o inimigo Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”). Com direção de Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas teve seu lançamento adiado para 1 de setembro no Brasil.
Rihanna vira alienígena no clipe da música do novo Star Trek
A cantora Rihanna divulgou em seu canal no YouTube o clipe de “Sledgehammer”, canção criada para a trilha sonora do filme “Star Trek: Sem Froteiras”. Trekker assumida, Rihanna aparece no vídeo de sobrancelhas raspadas e rosto tatuado, como uma alienígena poderosa, capaz de manipular as rochas da superfície de outro mundo e se tornar uma entidade de energia mística, expandindo-se até virar uma constelação no caminho da nave estelar Enterprise. O clipe foi dirigido por Flora Sigismondi, que já trabalhou com David Bowie, Kate Perry e Justin Timberlake, além de ter dirigido o filme “The Runaways – Garotas do Rock” (2010), e o visual é digno de blockbuster, com muitos efeitos visuais. O resultado impressionante também se deve ao uso de câmeras de Imax. Foi a primeira vez que um clipe foi inteiramente rodado com a tecnologia, visando projeção nas telas gigantes das salas especiais. Antes de “Sledgehammer”, apenas o clipe “Hello”, de Adele, usou câmeras de Imax, mas foram apenas em duas cenas. A balada épica foi composta pela cantora Sia e já está disponível no iTunes e no Spotify. A estreia de “Star Trek: Sem Fronteiras” acontece em 22 de julho nos EUA, mas foi adiada para 1 de setembro no Brasil.
Trainspotting 2: Continuação aproveitará ideias de livro recém-lançado de Irvine Welsh
O escritor escocês Irvine Welsh está no Brasil para participar da Flip 2016 (Festa Literária Internacional de Paraty), e o encontro com a imprensa nacional rendeu algumas novidades sobre as filmagens da continuação de “Trainspotting” (1996), filme baseado em seu livro mais famoso. Classificando o reencontro com o diretor Danny Boyle e o elenco original como “muito divertido”, ele contou, em entrevista ao UOL, que fez uma participação especial no longa, repetindo o personagem do traficante traficante Mikey Forrester, visto no primeiro filme. Ao falar sobre a história, Welsh acabou revelando, entre elogios ao roteirista John Hodge, que a trama vai misturar a continuação literária oficial, “Porno”, trechos não utilizados da publicação original de “Trainspotting” e passagens de seu novo livro “The Blade Artist”, lançado em abril e ainda inédito no Brasil, que acompanha o personagem Begbie depois de mudar de nome e virar artista plástico. Além disso, fará uma atualização da trama para refletir os dias de hoje. ‘”Porno” foi lançado no início dos anos 2000, em plena explosão da internet, e achamos que a história poderia ficar um pouco datada, então a adaptamos para os tempos atuais”, ele explicou. “John vem trabalhando nesse roteiro há 15 anos e fez um trabalho espetacular. Geralmente acho continuações uma merda, mas esta vai surpreender muita gente”, completou. “Trainspotting 2” vai mostrar o que aconteceu com os personagens após duas décadas e terá a participação dos principais integrantes elenco da produção de 1996, como os atores Ewan McGregor (Renton), Jonny Lee Miller (Sick Boy), Ewen Bremner (Spud) e Robert Carlyle (Begbie). A estreia está marcada para 27 de janeiro no Reino Unido, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Detona Ralph vai ganhar continuação passada no mundo da internet
A Disney anunciou que está desenvolvendo a continuação de “Detona Ralph” (2012). A informação foi compartilhada pelo Facebook, com direito a transmissão de vídeo ao vivo, e participação do ator John C. Reilly, que vai retorna para dar voz ao personagem-título da animação. Detalhes de roteiro de “Detona Ralph 2” estão sendo mantidos sob sigilo, mas a arte conceitual divulgada (veja acima) mostra Ralph ao lado de sua ‘ajudante’ Vanellope sobre outdoors que parodiam marcas famosas da internet, como Google e Amazon. “É ultra secreto, mas vou dizer isso… Ralph deixa a arcada e detona a Internet”, cita Reilly. “O que poderia dar errado?” A direção será dividida entre Rich Moore e Phil Johnston, respectivamente diretor e roteirista do primeiro filme, além de parceiros nas mesmas funções no recente “Zootopia” (2016). A estreia está marcada para 21 de novembro de 2018.
Star Trek: Rihanna se declara trekker em vídeo sobre sua participação na trilha sonora
A Paramount divulgou um vídeo com Rihanna, em que a cantora comenta sua participação na trilha sonora de “Star Trek: Sem Fronteiras”. O filme vai incluir sua nova música, “Sledgehammer”, que ganhou uma prévia no mais recente trailer da produção. Mas para Rihanna não foi apenas fazer uma música para um filme qualquer. O vídeo a mostra vestindo a camisa de “Star Trek”, literalmente, enquanto lembra como é fã da franquia desde criancinha, por influência de seu pai. Para a trekker Rihanna, poder participar desse universo é uma verdadeira honra, o que a levou a caprichar ainda mais na escolha e gravação da canção. O filme vai voltar a reunir Chris Pine (como Capitão Kirk), Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov) em nova luta pela sobrevivência num planeta hostil. Entre os novos personagens, os destaques são para dois alienígenas, a aliada Jaylah, vivida por Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), e o inimigo Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”). Com direção de Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas teve seu lançamento adiado para 1 de setembro no Brasil.
Independence Day ressurge sem a mesma potência
Assim como a Terra, o diretor Roland Emmerich teve 20 anos para se preparar para a volta dos alienígenas em “Independence Day: O Ressurgimento”. Mas como um dos personagens conclui de forma metalinguística na metade do filme, não foi suficiente. Fato: estamos mais velhos desde o primeiro “Independence Day” (1996). Mas não é desculpa para o segundo episódio da (agora) franquia parecer tão velho. E a culpa é do próprio Emmerich. Não pelas soluções fáceis e rápidas que a resistência humana encontra para fazer frente aos alienígenas. Ou pelo filme ser brega, clichê e pregar a mesma diversão escapista de quando os cinemas cheiravam à pipoca e ninguém levava blockbusters a sério. Mas por Emmerich ter estabelecido, com mérito, em 1996, um padrão para destruições em grande escala, que tantos outros aprenderam a copiar. “Independence Day” foi o grande evento cinematográfico dos anos 1990, quando as superproduções podiam ser contadas nos dedos da mão. Há duas décadas, só dividiu atenções com “Twister” e o primeiro “Missão: Impossível”. Hoje, Hollywood lança um filme desse porte quase toda semana. Fica difícil sentir o prazer de se surpreender, de ficar impressionado, quando a destruição do planeta vira o lugar-comum cinematográfico – só neste ano, os efeitos digitais ameaçaram a Terra em “Batman vs Superman”, “X-Men: Apocalipse” e até “As Tartarugas Ninja”. Mas Emmerich não estabeleceu um padrão por acaso. Pode-se falar qualquer coisa dele, menos que o diretor se repita na escala de sua destruição. Os efeitos catastróficos do novo “Independence Day” são diferentes dos vistos em “Godzilla” (1998), que não são iguais aos de “O Dia Depois de Amanhã” (2004), que por sua vez são diversos em “2012” (2009). Mesmo assim, como espetáculo, é estranho que “O Ressurgimento” pareça maior em suas ambições e, ao mesmo tempo, menor na execução. É visível a intenção de Emmerich em tornar as sequências de ação e destruição ainda mais monumentais, porém com durações mais curtas, talvez por ter a noção de que praticamente tudo foi explorado nesse quesito nos anos anteriores. Mas os esforços digitais, embora muito bem trabalhados, já não impressionam como os resultados alcançados pelo filme original, que mesclou os primórdios da tecnologia usada atualmente com os sempre bem-vindos efeitos práticos. O resultado é que não há uma cena sequer em “O Ressurgimento” que deixe o espectador com o queixo no chão, como aconteceu com a sombra da nave no primeiro filme, o início dos ataques e a clássica explosão da Casa Branca em 1996. Em parte, isso também se deve à tendência iniciada nesta segunda metade da década de 2010: as continuações que copiam o template dos filmes originais. Não que sejam exatamente iguais, como os remakes, mas utilizam a mesma estrutura de roteiro. Foi a principal reclamação em “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), que copiou a estrutura de “Guerra nas Estrelas” (1977). Tudo bem, porque se você vai copiar, copie dos melhores. Acontece que “Independence Day” não é uma obra tão relevante quanto a que George Lucas criou em 1977. Assim, onde o primeiro longa se inspirava nos filmes B, com pitadas do cinema de Lucas e Spielberg, “O Ressurgimento” se inspira basicamente na obra do próprio Emmerich. No elenco, Bill Pullman, Jeff Goldblum e Brent Spiner brilham sempre que aparecem, agindo como “mestres” e deixando as cenas de ação para uma nova geração de “aprendizes”. Mas se Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac convencem como substitutos de Mark Hamill, Harrison Ford e Carrie Fisher em “Star Wars”, o mesmo não acontece com Jessie T. Usher, Liam Hemsworth (ambos péssimos) e Maika Monroe (a melhor do trio, mas não tão aproveitada quanto os dois rapazes), que nem somados conseguem fazer frente à ausência de Will Smith, que não topou fazer a continuação. Por outro lado, há uma preocupação em transmitir maior tolerância na representação da espécie humana. O mundo que surge no começo do filme é mais harmônico, sem preconceitos raciais e sexuais, após a população mundial perceber que “não estamos sozinhos”. E, pelo jeito, a humanidade precisará se unir ainda mais, porque há um gancho safado no final do longa-metragem para uma continuação. Infelizmente, esta é outra aposta de Emmerich em seu próprio taco que pode gerar frustração, devido às fracas bilheterias.
Star Trek: Novo trailer com música de Rihanna ganha versões legendada e dublada
A Paramount divulgou as versões dublada e legendada do novo trailer de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que apresenta a nova música de Rihanna, “Sledgehammer”, criada para a trilha do filme. O vídeo também resgata cenas do primeiro filme da franquia para introduzir a motivação do Capitão Kirk (Chris Pine), a destruição da Enterprise e a luta pela sobrevivência da tripulação num planeta hostil. Além de Chris Pine (como Capitão Kirk), o elenco traz de volta Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov). Entre os novos personagens, os destaques são para dois alienígenas, a aliada Jaylah, vivida por Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), e o inimigo Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”). Com direção de Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas teve seu lançamento adiado para 1 de setembro no Brasil.












