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  • Série

    3ª temporada de Mr. Robot será exibida com alguns meses de atraso

    13 de março de 2017 /

    “Game of Thrones” não será a única série de prestígio que estreará mais tarde em 2017. O canal pago americano USA anunciou que a 3ª temporada de “Mr. Robot” também vai começar com alguns meses de atraso. Geralmente exibida na temporada de verão nos EUA, entre junho e julho, a série irá ao ar na temporada de outono, mais precisamente em outubro. Isto porque a produção só vai começar em abril. O motivo do atraso é que o criador da série, Sam Esmail, escreveu todos os capítulos. E além de traçar todas as histórias, também pretende dirigir cada um dos 10 episódios sozinho, como faz na 2ª temporada. A 2ª temporada da série foi indicada a 6 Emmys, e rendeu ao protagonista Rami Malek o troféu de Melhor Ator em Série de Drama. Os próximos episódios terão como novidade a participação do ator Bobby Cannavale (série “Vinyl”), que viverá, segundo a descrição de seu personagem, um “lacônico vendedor de carros usados”, e a promoção de B.D. Wong (“Jurassic World”), que interpreta o hacker chinês Whiterose, ao elenco fixo.

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  • Série

    Bobby Cannavale entra na 3ª temporada de Mr. Robot

    12 de março de 2017 /

    O ator Bobby Cannavale (série “Vinyl”) entrou no elenco de “Mr. Robot”. De acordo com comunicado do canal pago americano USA, ele viverá Irving na 3ª temporada da série, personagem descrito como um “lacônico vendedor de carros usados”. Obviamente, Irving deve ser muito mais que isso. Além desta novidade, a produção também promoveu o ator B.D. Wong (“Jurassic World”) ao elenco fixo. Ele interpreta o enigmático Whiterose, líder de um coletivo de hackers chineses, desde a 1ª temporada. Mas o que começou com pequenas aparições acabou ganhando peso na narrativa ao longo da 2ª temporada. As gravações vão começar em abril em Nova York, com o criador da série, Sam Esmail, roteirizando e dirigindo todos os 10 novos episódios, como o fez na 2ª temporada.

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  • Série

    Séries The Fosters e Beyond são renovadas

    10 de janeiro de 2017 /

    O canal pago Freeform anunciou a renovação das séries “The Fosters” e “Beyond”, respectivamente para suas 5ª e 2ª temporadas. Criada por Brad Bredeweg e Peter Paige (autores da minissérie “Tut”), “The Fosters” é uma série de família moderna, que gira em torno de um casal lésbico e seus filhos biológicos e adotados. A produção, que é um dos maiores sucessos do Freeform, é assistida por 1,6 milhões de telespectadores ao vivo e, com a renovação, vai atingir a marca de 100 episódios. Exibida no Brasil pelo canal Sony, “The Fosters” tem as duas primeiras temporadas também disponíveis na Netflix. Já “Beyond” estreou há apenas uma semana, em 2 de janeiro, mas todos os episódios de sua temporada inaugural foram disponibilizados online via o aplicativo do canal. A iniciativa foi um experimento para ver como o público assistiria a atração. E o resultado impressionou aos executivos do canal. 14 milhões de pessoas viram a série em maratonas de, no máximo, dois dias, mostrando como ela podia ser viciante. Apesar disso, a audiência televisiva marcou 1,5 milhões de telespectadores na estreia. Criada por Adam Nussdorf (série “Tron: Uprising”), a série gira em torno de um rapaz (Burkely Duffield, da série “House of Anubis”) que acorda de um coma, após 12 anos, e descobre que tem superpoderes, mas não faz ideia de como controlá-los nem porque outras pessoas parecem saber mais sobre isso que ele. Todos os indícios apontam para uma conspiração.

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  • Quantico
    Série

    Quantico: Alex treina para virar agente da CIA em comercial e 70 fotos da 2ª temporada

    13 de setembro de 2016 /

    A rede americana ABC divulgou 70 fotos e o novo comercial da 2ª temporada de “Quantico”, que confirma a mudança de carreira da protagonista Alex Parrish (interpretada por Priyanka Chopra). Ex-agente do FBI, ela aparece treinando para virar uma agente da CIA. Além dos novos colegas de aula introduzidos nas fotos, o vídeo ainda apresenta a nova ameaça da temporada: uma tentativa de sequestro do Presidente dos EUA por terroristas não identificados – que o cinema ensaiou recentemente em “Invasão à Casa Branca” (2013) e “O Ataque” (2013). Uma das estreias mais bem-sucedidas do ano passado, “Quantico” foi criada por Josh Safran (roteirista da série “Gossip Girl”) e no novo ano trocará a base de treinamento do FBI, que lhe dá título, pelo centro secreto de treinos da CIA, conhecido como “The Farm”, onde os candidatos a agentes secretos aperfeiçoam suas habilidades. Os novos colegas de Alex são o mexicano Aaron Diaz (visto na série “Pan Am”), Pearl Thusi (“O Ataque dos Vermes Malditos 5”), David Call (série “The Magicians”), Russell Tovey (série “Looking”), Tracy Ifeachor (série “The Originals”). Além deles, o elenco também conta com Blair Underwood como o professor e o retorno de Jack McLaughlin como Ryan, o agente namorado da heroína. A 2ª temporada estreia em 25 de setembro nos EUA. No Brasil, “Quantico” faz parte da programação do AXN.

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  • Série

    Quantico: 2ª temporada ganha pôster e primeiro comercial

    4 de setembro de 2016 /

    A rede americana ABC divulgou o primeiro comercial e o pôster da 2ª temporada de “Quantico”. Enquanto a prévia promete “novas ameaças”, o detalhe mais significativo sobre os rumos da trama está no cartaz, que mostra Alex Parrish (interpretada por Priyanka Chopra) com um distintivo da CIA, em vez de sua identificação do FBI. Uma das estreias mais bem-sucedidas da última temporada de outono, “Quantico” foi criada por Josh Safran (roteirista da série “Gossip Girl”) e acompanha um grupo de agentes novatos do FBI, que precisa lidar com um atentado terrorista que pode ter sido realizado por um dos integrantes de sua classe. Para apresentar os suspeitos, a narrativa também contou com uma trama paralela de flashback, acompanhando o treinamento dos recrutas do FBI, na cidade de Quantico, na Virgínia, que dá título à produção. A nova temporada vai voltar a mostrar Alex como uma recruta em treinamento, desta vez na base secreta conhecida como “The Farm”, onde os candidatos a agentes da CIA aperfeiçoam suas habilidades. Não há maiores informações sobre como trama irá se desenrolar a partir desta premissa, mas, segundo a sinopse oficial, “Alex será pega no centro de uma conspiração que ameaça vidas por todo o globo”. A 2ª temporada estreia em 25 de setembro nos EUA. No Brasil, “Quantico” faz parte da programação do AXN.

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  • Filme

    Secretário do Audiovisual garante Marcos Petrucelli na comissão do Oscar 2017

    30 de agosto de 2016 /

    A patrulha ideológica perdeu. O secretário do Audiovisual Alfredo Bertini disse ao jornal O Estado de S. Paulo que o crítico Marcos Petrucelli será mantido na comissão que vai escolher o representante brasileiro para disputar uma vaga na categoria de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2017. “A polêmica entre Petrucelli e Kleber Mendonça é antiga e envolve questões políticas, não tem nada a ver com a avaliação do filme ‘Aquarius’, que Petrucelli só viu agora na abertura do Festival de Gramado”, declarou Bertini ao jornal. Ele se refere ao fato de Kleber Mendonça Filho ter pedido publicamente a cabeça do crítico, convencendo um grupo de cineastas a se engajarem em sua campanha. Por meio de uma Carta Aberta à Comissão Brasileira do Oscar, o diretor pernambucano exerceu pressão até sobre os membros do comitê. Dois deles pediram para sair, sendo que a atriz Ingra Lyberato desabafou no Facebook: “Estamos sendo extremamente pressionado por todas as notícias a ponto de ter gente pedindo para sair. Qual é o objetivo? Forçar o Petrucelli a sair? Forçar todos a sair?” Os dois membros foram substituídos pelos cineastas Bruno Barreto e Carla Camurati, mas três diretores retiram seus filmes da disputa, ecoando uma acusação de “imparcialidade questionável”, que colocaria a comissão em cheque. Segundo Filho, a inclusão do crítico Marcos Petrucelli, de visão política oposta a sua, refletiria uma perseguição que seu filme “Aquarius” estaria sofrendo por parte do governo, após sua equipe ter se manifestado politicamente durante o Festival de Cannes – com cartazes que afirmavam que “o Brasil não é mais uma democracia” devido a um “golpe de estado”. “Há muito falatório sobre a possibilidade do filme estar sendo sabotado pelo governo ilegítimo”, ele declarou, em entrevista à revista americana Variety, buscando internacionalizar a polêmica. Tudo isso porque Petrucelli teve a audácia de criticar a photo-op de Cannes, o que, na visão dos cineastas retirantes, “solapa sua imparcialidade e legitimidade” para integrar a comissão. Por esta lógica, como os filmes inscritos já passaram no cinema, nenhum crítico poderia participar do processo, já que a categoria costuma fazer exatamente o que acham um absurdo proibitivo: criticar. Questionado se pensou em retirar o nome do crítico por causa da pressão exercida publicamente por Filho e demais cineastas, Alfredo Bertini foi enfático. “Nem eu nem o ministro Marcelo Calero cogitamos em momento algum retirar o nome de Petrucelli.” Aceitando que a polêmica seja consequência do ambiente de polarização política que vive o País, Bertini ressalva que também está havendo uma má vontade de alguns profissionais do audiovisual, que não conseguem aceitar a pluralidade de opiniões. Ele ainda ressalta que seguiu as mesmas regras que vinham sendo usadas para compôr as comissões durante os governos Lula e Dilma, que, por sinal, levaram a uma das mais infames seleções da história deste país, quando “Lula, o Filho do Brasil”, financiado por empreiteiras incriminadas pela operação Lava Jato, foi escolhido por unanimidade pelo comitê do Ministério da Cultura do próprio Lula. Na ocasião, nenhum cineasta manifestou indignação. “Na composição, respeitamos o que vinha sendo feito aqui na Secretaria do Audiovisual, chamando nomes com currículo notoriamente reconhecido, olhando para toda a cadeia produtiva do cinema, com profissionais da área de exibição, produção, direção, etc e, acima de tudo, procurando pessoas de diversas regiões do País. Então, não consigo entender essa má vontade e polêmica”, o secretário explicou. Com as substituições na comissão e as saídas dos filmes que não tem interesse em representar o país no Oscar 2017, Bertini espera que a polêmica tenha acabado para que se passe a discutir os filmes propriamente ditos. “Vamos deixar essa polêmica estéril de lado e focar nos filmes. Me preocupa que as atenções tenham até agora se centrado apenas entre Petrucelli e Kleber Mendonça, e sobre seu filme ‘Aquarius’”, disse, reparando na tática de polarização enquanto marketing.

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  • Filme

    Cineastas brasileiros acusam “governo ilegítimo” de conspirar contra Aquarius em publicação americana

    30 de agosto de 2016 /

    Kleber Mendonça Filho aumentou o tom e voltou a desancar o governo brasileiro no exterior, chamando-o de “ilegítimo” e, com auxílio de outros cineastas, alimentando uma narrativa de “sutil conspiração” (no dizer de Anna Muylaert) contra seu filme “Aquarius”. Em reportagem da revista americana Variety, linkada no domingo (28/8) pelo Facebook oficial do filme, os cineastas brasileiros insinuaram que o governo está retaliando “Aquarius”, em consequência da manifestação realizada no Festival de Cannes, quando o diretor e seu elenco ergueram cartazes para denunciar que “O Brasil não é mais uma democracia” após sofrer um “golpe de estado”. “Junte os pontos”, Filho disse na reportagem, em referência à classificação etária de 18 anos do filme, devido a um pênis ereto numa cena de sexo grupal, e à inclusão do crítico Marcos Petrucelli, de visão política oposta a sua, na comissão que vai selecionar o candidato brasileiro à disputa de vaga de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2016. “Há muito falatório sobre a possibilidade do filme estar sendo sabotado pelo governo ilegítimo”, ele declarou. Para “juntar os pontos”, Filho voltou a atacar publicamente Petrucelli com calúnias. “Ele disse que fomos à Cannes de férias, pagos pelo governo. Isto é absurdo e louco”, declarou. Na verdade, Petrucelli escreveu no Facebook: “Vergonha é o mínimo que se pode dizer sobre a equipe e o elenco de ‘Aquarius’, filme que está em Cannes esse ano. Ao passar pelo tapete vermelho, os brasileiros protestaram contra o impeachment com cartazes que diziam ‘O Brasil não é mais uma democracia’. Ah não? Qual regime é esse, então, que permitiu ao diretor do filme levar 30 pessoas da equipe para tirar férias na Riviera Francesa? Nem blockbuster de Hollywood comparece a Cannes com tantas pessoas”. A comparação do contraste entre os protestos pela falta de democracia e a existência de liberdade para a equipe do filme ir à Cannes em peso, tratada ironicamente como “férias na Riviera Francesa”, ultrajou Filho, que ignorou a pergunta “Que regime é esse” e transformou o verbo “permitir” (antônimo de proibir, como numa ditadura) em “financiar”, para justificar uma perseguição brutal e infame, que supera os limites da patrulha ideológica. Para montar sua narrativa de vítima de perseguição, Filho alimenta campanha aberta contra a reputação de um crítico de cinema, com direito a uma Carta Aberta à Comissão Brasileira do Oscar, que detalha frases nunca ditas ou escritas por Petrucelli, num ataque pessoal declarado, ecoado por vários outros cineastas e diante do silêncio cúmplice da Abraccine (a suposta Associação dos Críticos de Cinema do Brasil). Recentemente, o nadador olímpico Ryan Lochte perdeu patrocínios por inventar a narrativa de um assalto inexistente, que ele e outros três nadadores teriam sofrido durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, acreditando que a má imagem internacional do país lhe permitiria se safar com impunidade. Vale observar que, embora o crítico não tenha escrito que a viagem para o Festival de Cannes foi paga pelo governo, o filme “Aquarius” recebeu, sim, verba da Ancine para participar do evento, dentro do Programa de Apoio à Participação de Filmes Brasileiros em Festivais Internacionais e de Projetos de Obras Audiovisuais Brasileiras em Laboratórios e Workshops Internacionais, que prevê pagamento de passagens, hospedagem, transportes, alimentação e “despesas afins” para diretor, produtor e ator/atriz. Mas, para Filho, falar isso é um absurdo, uma loucura. Alimentando a polêmica, a produtora Rachel Ellis, de “Boi Neon”, um dos filmes que pediu para ser excluído da disputa do Oscar em solidariedade ao perseguido Filho, enviou um email para a Variety confirmando que a presença na comissão do jornalista, que “expressou suas opiniões de maneira inapropriada”, fez a equipe de seu filme se “sentir extremamente desconfortável sobre participar no processo de seleção, já que [Petrucelli] solapa sua imparcialidade e legitimidade”. Também em email, Anna Muylaert, que igualmente retirou “Mãe Só Há Uma” da disputa, denunciou a existência de uma “sutil conspiração” contra “Aquarius”. “Como eu acredito que ‘Aquarius’ é o candidato certo para o Brasil neste ano, eu decidi não submeter meu filme, para tornar [o de Filho] mais forte”, ela disse, assumindo mais claramente a tentativa de manipulação do resultado da comissão. De fato, parece haver mesmo uma “sutil conspiração”, mas ela não faz parte da denúncia. Seria a própria denúncia. Afinal, o cineasta que mais protesta não pretende retirar seu filme da disputa. Filho acrescentou que irá escrever uma “carta muito democrática” ao Ministro da Justiça, exigindo explicação para a classificação para maiores de 18 anos recebida por “Aquarius”. Ao final, a reportagem da Variety, que não se deu ao trabalho de checar as informações, acabou polarizando seus leitores, a maioria brasileiros. De 16 comentários publicados após a publicação, 9 foram contra a posição de Filho e 7 favoráveis. Um dos comentários chegou a ecoar Petrucelli, falando em “vergonha de ser brasileiro”. Espera-se que, uma hora, o cinema volte a dar orgulho aos brasileiros.

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    Designated Survivor: Kiefer Sutherland vira presidente dos EUA em três comerciais da nova série

    16 de julho de 2016 /

    A rede americana ABC divulgou o pôster e três comerciais de “Designated Survivor”, que resumem a premissa da série, equilibrando drama e tensão, ao mostrar como o personagem do ator Kiefer Sutherland (astro da série “24 horas”) vira Presidente dos EUA sem nunca ter participado de uma eleição. O título da série, “Designated Survivor”, é um termo técnico utilizado para se referir a um integrante do governo norte-americano, que se encontra isolado em local seguro, durante reuniões conjuntas do Presidente e outros líderes do país. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Pois na trama um atentado terrorista elimina todos os representantes eleitos do pais, cabendo ao sobrevivente assumir o poder durante o momento de crise, e lidar com a situação de emergência. A série foi criada por David Guggenheim, roteirista do ótimo filme de ação “Protegendo o Inimigo” (2011) e do vindouro “Bad Boys 3”, que divide a produção com Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds” e “Quantico”) e Simon Kinberg (roteirista da franquia “X-Men”). O bom elenco também inclui Natasha McElhone (série “Californication”), Maggie Q (série “Nikita” e franquia “Divergente”), Kal Penn (série “House”), Italia Ricci (série “Supergirl”), Adan Canto (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), LaMonica Garrett (série “The Last Ship”) e Tanner Buchanan (série “The Fosters”). A estreia vai acontecer na próxima temporada de outono, em 21 setembro nos EUA.

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    Designated Survivor: Kiefer Sutherland vira presidente dos EUA no trailer da nova série

    21 de maio de 2016 /

    A rede americana ABC divulgou o primeiro trailer completo de “Designated Survivor”, série aprovada para a próxima temporada. A prévia resume a premissa, equilibrando drama e tensão, ao mostrar como o personagem do ator Kiefer Sutherland (astro da série “24 horas”) vira Presidente dos EUA sem nunca ter participado de uma eleição. O título da série, “Designated Survivor”, é um termo técnico utilizado para se referir a um integrante do governo norte-americano, que se encontra isolado em local seguro, durante reuniões conjuntas do Presidente e outros líderes do país. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Pois, na trama, um atentado terrorista elimina todos os representantes eleitos do pais, cabendo ao sobrevivente assumir o poder durante o momento de crise e lidar com a situação de emergência. A série foi criada por David Guggenheim, roteirista do ótimo filme de ação “Protegendo o Inimigo” (2011) e do vindouro “Bad Boys 3”, que divide a produção com Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds” e “Quantico”) e Simon Kinberg (roteirista da franquia “X-Men”). O bom elenco também inclui Natasha McElhone (série “Californication”), Maggie Q (série “Nikita” e franquia “Divergente”), Kal Penn (série “House”), Italia Ricci (série “Supergirl”), Adan Canto (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), LaMonica Garrett (série “The Last Ship”) e Tanner Buchanan (série “The Fosters”). A estreia vai acontecer na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro, nos EUA.

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    Designated Survivor: Kiefer Sutherland vira presidente dos EUA no primeiro teaser de nova série de ação

    7 de maio de 2016 /

    A rede americana ABC divulgou o primeiro teaser e a primeira foto (acima) de sua nova série de ação “Designated Survivor”. A prévia mostra brevemente o ator Kiefer Sutherland, astro da série “24 horas”, usando óculos em seu novo papel, enquanto presta juramento para se tornar o Presidente dos EUA. O título da série, “Designated Survivor”, é um termo técnico utilizado para se referir a um integrante do governo norte-americano, que se encontra isolado em local seguro, durante reuniões conjuntas do Presidente e outros líderes do país. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Na série, Sutherland será o “Designated Survivor”, um integrante pouco influente do governo, que, após um ataque terrorista matar o presidente, o vice e vários políticos importantes, vê-se subitamente alçado à presidência dos EUA, precisando lidar com a situação de emergência. Descrita como uma mistura de drama e thriller de conspiração, a série foi criada por David Guggenheim, roteirista do ótimo filme de ação “Protegendo o Inimigo” (2011) e do vindouro “Bad Boys 3”. Ele dividirá a produção com Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds” e “Quantico”) e Simon Kinberg (roteirista da franquia “X-Men”). O bom elenco também inclui Natasha McElhone (série “Californication”), Maggie Q (série “Nikita” e franquia “Divergente”), Kal Penn (série “House”), Italia Ricci (série “Supergirl”), Adan Canto (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), LaMonica Garrett (série “The Last Ship”) e Tanner Buchanan (série “The Fosters”). A série foi aprovada pela ABC em dezembro, sem que fosse produzido um piloto. A estreia deve acontecer na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.

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    Conspiração e Poder revela-se o anti-Spotlight, desnudando o mau jornalismo

    31 de março de 2016 /

    Boa parte das resenhas de “Spotlight – Segredos Revelados” chamou atenção para o fato de que aquele jornalismo investigativo, que demanda tempo para apurar uma reportagem à fundo, era uma espécie em extinção nestes dias de imediatismo online. Pois “Conspiração e Poder” se qualifica como o anti-“Spolight”. Também inspirado numa reportagem verídica da década passada, o longa, que marca a estreia na direção do roteirista James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”), mostra o que acontece quando a pressa para se produzir uma reportagem, visando sair na frente da concorrência com um furo exclusivo, vira um desserviço ao público. “Conspiração e Poder” dramatiza os bastidores de uma reportagem de 2004, produzida para o programa “60 Minutes” do canal CBS, apresentado, na época, por Dan Rather (Robert Redford, de “Capitão América 2”), uma espécie de lenda nos telejornais dos Estados Unidos, que emanava credibilidade no ar desde os anos 1960. Imagine uma denúncia do “Fantástico” na época de Sergio Chapelin para se ter a dimensão do impacto de uma notícia exibido no programa. Um escândalo em potencial, envolvendo o histórico de George W. Bush na Guarda Nacional, que teria aproveitado seus parentes importantes para evitar servir durante a Guerra do Vietnã – quando o alistamento era compulsório – , chega às mãos da produtora do programa, a jornalista Mary Mapes (Cate Blanchett, de “Carol”), que, pressionada a tomar uma decisão rápida, decide priorizar o deadline do programa sobre a checagem de fatos. O resultado vai ao ar sem o tempo necessário para sua apuração. E se prova calunioso. Num caso típico de mau julgamento, Mary, que havia vencido um prêmio por sua denúncia de abusos cometidos por militares americanos na prisão iraquiana de Abu Ghraib, teve sua ideologia explorada para cair numa cilada. Acreditando ser capaz de mudar os rumos da vindoura eleição presidencial com a informação exclusiva, sua decisão teve efeito inverso, fortalecendo o candidato do Partido Republicano, conforme a notícia começa a ser refutada pelos fatos, questionada primeiramente por blogs e depois por outras redes de televisão. Sem checar a intenção de sua fonte, a produtora fez sensacionalismo básico, queimou seu programa e acabou com a longa carreira de Rather, além de ter ajudado, por tabela, a eleger Bush como Presidente dos EUA. Mary Mapes nunca mais trabalhou com telejornalismo. Mas escreveu um livro sobre o caso, que é a base do filme. Por isso, seu ponto de vista domina a história, que busca, a todo o instante, justificar suas ações, a ponto de querer insinuar que a verdadeira conspiração foi desacreditar a reportagem. Bulshit das grossas, mas não deixa de ser ilustrativo de uma tendência: quando pego numa mentira, jornalistas insistem em seu ponto de vista até que isso comece a parecer verdade. Entretanto, ainda que o jornalismo imparcial seja um mito propagado por donos de empresas jornalísticas, o Jornalismo profissional é real e tem regras muito claras. E quando elas não são seguidas, alguém paga por isso – uma pessoa física, não a própria empresa, como demonstra o filme. É importante reparar, sobretudo, como “Conspiração e Poder” foi ofuscado por “Spotlight” nos cinemas americanos. Fez ridículos US$ 2,5 milhões durante toda a sua exibição, entre outubro e fevereiro, contra os US$ 44,4 milhões de “Spotlight”. Além disso, “Conspiração e Poder” não foi indicado a prêmio algum. Nem sequer a performance de Cate Blanchett chamou atenção, colocada para escanteio por suas diversas indicações por “Carol”, na temporada de premiações passada. Já “Spotlight” venceu o Oscar de Melhor Filme do ano. Filmes sobre vencedores têm, é verdade, maior apelo que filmes sobre perdedores. Mas as derrotas embutem lições melhores, como qualquer filósofo de botequim é capaz de demonstrar. Por isso, se o jornalismo idealizado ganha os prêmios, o mau jornalismo rende os melhores filmes, como “Abutre” em 2013. Embora “Conspiração e Poder” não chegue a tanto – não vai virar clássico ou cult – , ao menos joga uma luz necessária sobre as conspirações que se escondem por trás das manchetes das notícias. Sem esquecer que um filme que junta Robert Redford e Cate Blanchett merece, nem que seja durante a projeção de seus créditos, alguns aplausos.

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    Kiefer Sutherland será o Presidente dos EUA em nova série de ação

    15 de dezembro de 2015 /

    O ator Kiefer Sutherland, astro da série “24 horas”, vai estrelar uma nova atração televisiva. Segundo o site Deadline, ele viverá o Presidente dos EUA no thriller político “Designated Survivor”, atualmente em produção para a rede americana ABC. O título da série, “Designated Survivor”, é um termo técnico utilizado para se referir a um membro do governo norte-americano, que se encontra isolado em local seguro, enquanto o Presidente e outros líderes do governo se reúnem. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Na série, Sutherland será o “Designated Survivor”, um integrante pouco influente do governo, que, após um ataque terrorista eliminar o presidente, o vice e vários políticos importantes, vê-se subitamente nomeado Presidente dos EUA, precisando lidar com a situação de emergência. Descrita como uma mistura de drama e thriller de conspiração, a série foi criada por David Guggenheim, roteirista do ótimo filme de ação “Protegendo o Inimigo” (2011) e do vindouro “Bad Boys 3”. Ele dividirá a produção com Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds” e “Quantico”) e Simon Kinberg (roteirista da franquia “X-Men”). A série já foi aprovada pela ABC, que dispensou a produção de um piloto para encomendar sua 1ª temporada. A estreia deve acontecer no final de 2016.

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