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  • Série

    Zoë Kravitz alfineta Hulu por cancelamento de High Fidelity

    8 de agosto de 2020 /

    Zoë Kravitz destilou veneno ao comentar ao cancelamento de sua série “High Fidelity” no serviço de streaming Hulu. Ela alfinetou a plataforma ao responder a um comentário da colega Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), que lamentou a decisão, dizendo que sentiria falta da série. “Está tudo bem. Pelo menos a Hulu tem várias outras séries estreladas por mulheres negras que podemos assistir. Não, espere…”, ironizou Kravitz. Ou, como dizem os novinhos, jogou um shade forte. A interação aconteceu em um post no qual a atriz se despedia da equipe e elenco de “High Fidelity”. “Obrigada a todos que colocaram o seu coração nesta série, estou impressionada com todos vocês. E obrigada a todo mundo que assistiu, amou e nos apoiou”, ela escreveu. “High Fidelity” foi a terceira série de Zoë Kravitz, que sempre se dedicou mais ao cinema. Ela participou de “Californication” em 2011 e estrelou recentemente as duas temporadas de “Big Little Lies”. O elenco também incluiu David H. Holmes (“Josie & Jack”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Jake Lacy (“Girls”), Kingsley Ben-Adir (“Peaky Blinders”), Rainbow Francks (“Stargate: Atlantis”) e Thomas Doherty (“Legacies”). Na série, ela vivia Rob, personagem que era homem e branco no livro de Nick Hornby, assim como no filme de Stephen Frears – ambos lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”. Rob é uma fã geek de música, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. No filme de 2000, o papel foi desempenhado por John Cusack, que usava músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. Esse artifício foi preservado na série. A adaptação foi feita pelas roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, e encararam a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. Mas mesmo com várias mudanças, o que menos se podia questionar era a escalação de Zoë Kravitz, perfeita no papel de enciclopédia ambulante do rock. Não bastasse ela ter uma banda (LolaWolf) na vida real, também é filha do músico Lenny Kravitz. Além disso, sua mãe, a atriz Lisa Bonnet, viveu uma ex-namorada de Cusack no filme de 2000! Ver essa foto no Instagram i wanna give a shout out to my #highfidelity family. thank you for all the love and heart you put into this show. i'm in awe of all of you. and thank you to everyone who watched, loved and supported us. ✌🏽 #breakupssuck Uma publicação compartilhada por Zoë Kravitz (@zoeisabellakravitz) em 5 de Ago, 2020 às 7:25 PDT

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  • Filme

    Jason Bateman desenvolve mais dois filmes com roteirista de A Noite do Jogo

    7 de agosto de 2020 /

    O ator Jason Bateman e o roteirista Mark Perez vão voltar a juntar forças após o sucesso de “A Noite do Jogo” (2018), uma das melhores comédias recentes de Hollywood. Eles estão desenvolvendo nada menos que dois filmes juntos. Em ambos os casos, Perez é o roteirista e Batman serve como produtor e diretor. Um dos projetos já tinha vindo à tona há alguns meses. Ainda sem título, o longa é uma aventura sobrenatural sobre uma família que fica presa em um antigo estúdio de cinema abandonado. Os sets ganham vida e os membros da família se vêem presos em vários filmes. A produção será lançada pela Netflix com John Cena (“Bumblebee”) no papel principal. O outro é a adaptação de “Superworld”, audio book recém-lançado de Gus Krieger, que vai virar comédia da Warner. A ação acontece em 2038, época em que todos tem superpoderes, exceto por um homem chamado Ignatius Lohman. Ele tem um emprego de colarinho branco, enquanto seu pai é uma das pessoas mais poderosas do planeta e líder da organização de defesa Peerless. Mas Lohman terá sua chance de demonstrar sua capacidade quando for forçado a enfrentar um soberano corporativo cujo poder é neutralizar qualquer um com superpoderes. A história foi descrita pelo site The Hollywood Reporter como tendo o tom de “Os Incríveis”. Após vencer um Emmy no ano passado como diretor da série “Ozark”, que ele também estrela, Bateman resolveu dar mais atenção ao trabalho atrás das câmeras. Além das produções citadas, ele desenvolve outros dois projetos em gêneros diferentes: o terror “Shut In” e o filme de assalto “Here Comes the Flood”. Nenhum dos filmes que serão dirigidos por Bateman tem previsão de estreia, devido à pandemia de coronavírus.

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  • Série

    High Fidelity: Série com Zoë Kravitz é cancelada na 1ª temporada

    6 de agosto de 2020 /

    A plataforma Hulu cancelou “High Fidelity”, série baseada no livro de Nick Hornby e no filme de Stephen Frears, lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”. A plataforma não divulga audiência, mas a 1ª temporada rendeu muitas críticas positivas, atingindo 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Segundo o site Deadline, a decisão não foi fácil e veio após longas deliberações. Além de ter sido bem recebida pelos críticos, a série era encabeçada por uma grande estrela com muitos seguidores e contava com apoio interno na Hulu, mas isso acabou não sendo suficiente para a renovação. “High Fidelity” foi uma das duas séries baseadas em filmes lançados na Hulu neste ano, depois de terem sido originalmente desenvolvidas para a Disney+ (Disney Plus). A outra é “Love, Victor”. No caso de “High Fidelity”, a produção mudou de plataforma devido ao contexto adulto, com diversas situações sexuais e uma protagonista que se revela bissexual. Estrelada por Zoë Kravitz (a Mulher-Gato do vindouro filme de Batman), a versão da série para a trama de “Alta Fidelidade” trocava não só sexo, mas a raça do protagonista, sem esquecer a cidade da locação, mas mantinha a premissa. Na trama, a atriz vivia uma fã geek de música, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. No filme de 2000, o papel foi desempenhado por John Cusack, que usava músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. Esse artifício foi preservado na série. Mesmo com várias mudanças, o que menos se pode questionar é a escalação de Zoë Kravitz, perfeita no papel de enciclopédia ambulante do rock. Não bastasse ela ter uma banda (LolaWolf) na vida real, também é filha do músico Lenny Kravitz. Além disso, sua mãe, a atriz Lisa Bonnet, viveu uma ex-namorada de Cusack no filme de 2000! A adaptação foi feita pelas roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, e encararam a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. “High Fidelity” foi a terceira série de Zoë Kravitz, que sempre se dedicou mais ao cinema. Ela participou de “Californication” em 2011 e estrelou recentemente as duas temporadas de “Big Little Lies”. O elenco também incluiu David H. Holmes (“Josie & Jack”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Jake Lacy (“Girls”), Kingsley Ben-Adir (“Peaky Blinders”), Rainbow Francks (“Stargate: Atlantis”) e Thomas Doherty (“Legacies”).

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  • Série

    Filthy Rich: Série de comédia com Kim Cattrall ganha pôster e trailer

    1 de agosto de 2020 /

    A rede americana Fox divulgou o pôster e o trailer de “Filthy Rich”, nova série estrelada por Kim Cattrall (“Sex and the City”). A prévia é repleta de clichês de melodrama novelesco, ao estilo de “Dynasty”, mas tratados como comédia. A trama gira em torno das revelações trazidas à tona pela morte do proprietário da maior rede evangélica de TV dos EUA, que deixa sua viúva, os filhos, o público e a mídia chocados. Considerado um grande religioso, ele deixou filhos ilegítimos, que ninguém conhecia, em seu testamento. E a viúva (Cattrall) quer fazer de tudo para passar a perna nos bastardos e ficar com a maior parte da herança. Como se não bastasse, a morte do milionário, por queda de avião, começa a levantar suspeitas. Remake de uma produção da Nova Zelândia, a série foi desenvolvida pelo cineasta Tate Taylor (de “Histórias Cruzadas” e “A Garota no Trem”) e seu elenco também inclui Gerald McRaney (“House of Cards”) como o falecido, além de Aubrey Dollar (“Battle Creek”), Corey Cott (“The Good Fight”), Benjamin Aguilar (“Rukky”), Mark L. Young (“The Comeback”), Melia Kreiling (“Salvation”), Steve Harris (“A Primeira Noite de Crime”), David Denman (“Outcast”) e Olivia Macklin (“LA to Vegas”). A estreia está marcada para 21 de setembro nos EUA.

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  • Filme

    Jean-Claude Van Damme vai estrelar comédia de ação na Netflix

    1 de agosto de 2020 /

    A Netflix anunciou a produção da comédia de ação “The Last Mercenary” (O Último Mercenário), estrelada pelo veterano astro de ação Jean-Claude Van Damme (“Os Mercenários 2”). No filme, Van Damme viverá um ex-agente do serviço secreto que deve retornar urgentemente à França quando seu filho distante é falsamente acusado de tráfico de armas e drogas pelo governo, após um erro cometido por um burocrata excessivamente zeloso e uma operação da máfia. As filmagens já começaram em Paris, sob direção do francês David Charhon (“Os Incompatíveis”). O elenco também inclui Alban Ivanov (“Boas intenções”), Assa Sylla (“Mortel”), Samir Decazza (“Validé”), Patrick Timsit (“50 São os Novos 30”), Eric Judor (“Deu a Louca no Aladin”), Miou-Miou (“A Datilógrafa”) e Valérie Kaprisky (“A Mulher Pública”). “’The Last Mercenary’ é um projeto incrivelmente empolgante e me permite assumir um novo gênero”, disse Van Damme em comunicado sobre o projeto. “Sempre fui fã de Jean-Paul Belmondo e espero assumir a comédia de ação do meu jeito. O roteiro de David Charhon reúne todos esses elementos de uma maneira muito bem-sucedida – uma bela história com emoção, muita ação e muito humor. Também estou muito feliz por trabalhar ao lado de uma nova geração de talentos como Alban Ivanov, Assa Sylla e Samir Decazza, mas também por me reunir na tela com o creme de la creme de atores franceses como Patrick Timsit, Eric Judor, Miou-Miou e Valérie Kaprisky. O diretor David Charhon acrescentou: “Quero voltar à grande tradição de filmes de ação dos anos 1980 e 90 – aqueles filmes cultuados que todos adoramos, onde os heróis eram fora do comum, as cenas de ação eram mais impressionantes e mais verdadeiras do que a vida, e tudo pontuado com humor. Somente Jean-Claude poderia incorporar essa era de ouro incomparável do cinema.” Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Etc

    Templo evangélico tenta processar Porta dos Fundos em R$ 1 bilhão e toma prejuízo

    29 de julho de 2020 /

    Um templo evangélico que queria lucrar R$ 1 bilhão num processo contra a Netflix e o Porta dos Fundos, devido ao especial de Natal do grupo de humoristas, tomou um prejuízo financeiro considerável, que poderia muito ilustrar uma parábola sobre ganância – como Provérbios 28:20. Segundo apurou a revista Veja, Anselmo Ferreira de Melo da Costa, presidente da igreja Templo Planeta do Senhor, disse ter se sentido desrespeitado pelo especial “A Primeira Tentação de Cristo” em sua fé cristã e decidiu processar os responsáveis pela produção. O programa, que foi ao ar no fim do ano passado, trazia Gregório Duvivier como Jesus Cristo, em suposta relação homossexual, e causou a fúria de líderes religiosos, rendeu pronunciamentos inflamados de políticos e culminou num atentado à bomba contra a sede do grupo. Em fevereiro, o religioso foi à Justiça requerer o valor bilionário. Mas o processo não foi muito adiante. Ele desistiu ao ver a conta. A ação chegou ao fim sem que a Netflix e o Porta dos Fundos fossem sequer notificados oficialmente, porque a juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Patrícia Conceição, não deu o direito da Justiça gratuita ao caso – ou seja, como o Templo Planeta do Senhor pedia R$ 1 bilhão, os custos do processo chegaram a R$ 82 mil. O templo tentou mudar o valor da indenização, mas foi impedido porque o caso já tinha avançado. Pensou em recorrer, mas aí o prejuízo seria em dobro, novamente em custos judiciais. E a lição poderia ser ainda maior, porque se a Netflix ou o Porta dos Fundos tivessem recebido notificação judicial, o templo teria de arcar com honorários dos advogados das empresas, caso recebesse decisão desfavorável. O valor seria R$ 200 mil, referente a 10% de sua ambição. O processo também pedia a retirada do programa do ar e tinha pouca chance de prosperar, pois em janeiro o Supremo Tribunal Federal já havia se manifestado de forma favorável à liberdade de expressão dos humoristas e contra qualquer tentativa de censura. Além disso, o templo cometeu um erro primário que colocaria tudo a perder, ao chamar o programa de “Se Beber, Não Ceie” no processo. Este foi o nome de um especial de Natal do Porta dos Fundos exibido em 2018, que mostrava os apóstolos bêbados na Santa Ceia. “Se Beber, Não Ceie” não faz alusão à homossexualidade e, talvez por isso, não tenha despertado o mesmo nível de ira e repercussão que “A Primeira Tentação de Cristo”. Como a desistência não elimina os custos, a Justiça agora lembra a obrigação de pagar a Cesar o que é de Cesar. Ou seja, os R$ 82 mil devidos pelo templo.

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  • Filme

    Netflix anuncia A Barraca do Beijo 3 e mostra primeira cena

    26 de julho de 2020 /

    A Netflix fez uma live neste fim de semana para promover “A Barraca do Beijo 2”. O evento, que reuniu o elenco da produção, foi realizado de forma autossuficiente – sem relação com a Comic-Con@Home, que rolou paralelamente – , com o objetivo de chamar atenção para o lançamento feito na sexta (24/7) em streaming. Além da divulgação, a reunião do elenco também serviu para fazer algumas revelações. Nem todas empolgaram, como a performance de uma música da produção – da banda pop descartável Walk the Moon. Já a principal novidade foi o anúncio de “A Barraca do Beijo 3”. A continuação não só foi confirmada, como já se encontra totalmente filmada. E para provar, a Netflix adiantou uma cena inédita do próximo filme. Veja abaixo. O elenco filmou o terceiro “A Barraca do Beijo” em segredo, simultaneamente à produção do segundo. A sequência vai concluir a história, encontrando os personagens no ponto em que o segundo filme se encerra: no verão antes da faculdade, quando Elle (Joey King) precisa decidir se vai para Harvard com o namorado, Noah (Jacob Erlodi), ou para Berkeley com o melhor amigo, Lee (Joel Courtney). Assim como os dois primeiros filmes, o terceiro também tem direção de Vince Marcello, e voltará a contar em seu elenco com Taylor Zakhar Perez, Maisie Richardson-Sellers, Meganne Young e Molly Ringwald. O lançamento vai acontecer em 2021. Veja abaixo o painel virtual de “A Barraca do Beijo 2” e a primeira cena de “A Barraca do Beijo 3”.

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  • Filme

    Keanu Reeves vai ao inferno em novo trailer de Bill & Ted: Encare a Música

    24 de julho de 2020 /

    A Orion Pictures divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Bill & Ted: Encare a Música” (Bill & Ted: Face the Music), em que Keanu Reeves retoma um dos personagens mais populares de sua filmografia. A prévia mostra o Ted de Keanu e o Bill vivido por Alex Winter lidando com o fato de, 30 anos depois, ainda não terem feito a música que salvaria a humanidade. Pior que isso: a carreira dos roqueiros está em franca decadência. Então, os agora pais de adolescentes têm uma ideia brilhante: viajar em sua cabine-telefônica-do-tempo para o futuro e descobrir logo a música que eles próprios já terão criado. Só que suas filhas resolvem ajudá-los e, em vez de encontrar os pais no futuro, acabam no inferno. Para quem não lembra do longa original, “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), Reeves e Winter eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo, pois, por mais incrível que pudesse parecer, o destino da humanidade um dia dependeria da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, “Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991), além de série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. Mas chegou finalmente a hora da aventura final, em que Bill e Ted precisarão cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), o filme tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e também traz de volta William Sadler como a Morte. O elenco ainda destaca Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”) e Samara Weaving (“Ready or Not”) como as filhas dos personagens. A estreia foi remarcada para 1 de setembro nos EUA, com lançamento simultâneo em VOD, devido à pandemia de coronavírus.

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    Truth Seekers: Terrir com Simon Pegg e Nick Frost ganha trailer legendado

    23 de julho de 2020 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de “Truth Seekers”, primeira série dos comediantes britânicos Simon Pegg e Nick Frost desde sua estreia em “Spaced”, em 1999. A atração também marca a volta da dupla ao terrir, 16 anos depois de “Todo Mundo Quase Morto” (2004). Os dois atores vivem caça-fantasmas e também assinam a série, que terá oito episódios de 30 minutos de duração. Segundo a sinopse, seus personagens “unem-se para descobrir e filmar fenômenos paranormais ao redor do Reino Unido. Eles investigam igrejas, bunkers subterrâneos e hospitais abandonados usando ferramentas caseiras de detecção de fantasmas e compartilham suas aventuras em um canal online. Suas experiências se tornam mais frequentes, aterrorizantes e mortais quando o par começa a desvendar uma conspiração que ameaça a raça humana”. Para quem não lembra, Pegg e Frost viraram celebridades com a repercussão de “Todo Mundo Quase Morto”, uma hilária comédia britânica de zumbis, que também catapultou a carreira do então diretor de séries, Edgar Wright. “Truth Seekers” inclui em seu elenco Emma D’Arcy (“Wanderlust”), Samson Kayo (“Dolittle”) e o veterano Malcolm McDowell (“O Escândalo”). A estreia ainda não está definida. O vídeo afirma apenas que será “em breve”.

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    Ryan Reynolds é personagem de videogame em oito fotos de Free Guy

    19 de julho de 2020 /

    A 20th Century Studios divulgou oito de fotos de “Free Guy – Assumindo o Controle”, filme que traz Ryan Reynolds (o Deadpool) como um personagem de videogame renegado. Na trama, Reynolds vive um bancário comum, que é figurante numa cena de assalto de videogame. Num belo dia, ele resolve reagir ao ataque de um jogador e se torna autoconsciente, descobrindo que sua existência é artificial, criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”). O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Jodie Comer (“Killing Eve”), que vive uma heroína no jogo. Ela ajuda Guy a enfrentar os perigos causados por sua rebelião. O roteiro escrito por Matt Lieberman foi adquirido em 2016 pela então chamada 20th Century Fox. Nesse meio tempo, ele andou bastante ocupado, escrevendo inúmeros projetos para grandes estúdios de Hollywood, entre eles, as animações de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”. O filme também marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, seis anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, inclusive da série “Stranger Things”. A estreia de “Free Guy” estava originalmente prevista para julho, mas após a pandemia de coronavírus transformou-se num lançamento natalino, aguardado agora para dezembro.

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    Woke: Trailer apresenta série de comédia sobre racismo com ator de New Girl

    18 de julho de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o trailer de “Woke”, nova série de comédia estrelada por Lamorne Morris, o Winston de “New Girl”. A série é inspirada na vida e na arte do cartunista Keith Knight (criador da história em quadrinhos “The K Chronicles”) e aborda um tema absolutamente atual: o racismo estrutural. Criada por Knight e Marshall Todd (roteirista de “Uma Turma do Barulho”), a série traz Morris como Keef, um ilustrador e cartunista que vive em San Francisco. Bem-sucedido, ele tem uma visão cor-de-rosa do mundo, até virar alvo de ação racista da polícia. A partir do momento em que sente a dor do preconceito na própria pele, começa a alucinar e ver seus personagens animados onde quer que vá, começando a reconsiderar sua visão de mundo e sua própria arte. O elenco também inclui o comediante T. Murph, a ex-integrante do “Saturday Night Live” Sasheer Zamata e Blake Anderson (da série “Workaholics”). A estreia está marcada para o dia 9 de setembro nos EUA.

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    Dançarina Imperfeita: Comédia musical da Netflix ganha trailer legendado

    17 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Dançarina Imperfeita” (Work It), comédia musical estrelada pela atriz e cantora Sabrina Carpenter (“Garota Conhece o Mundo”). A prévia mostra a personagem da atriz se esforçando para derrotar dançarinos em uma competição da escola. Ela precisa se dar bem na disputa para conseguir uma vaga na universidade dos seus sonhos. Decidida a derrotar os melhores dançarinos da escola, ela forma uma equipe. A partir daí é só questão de detalhe. Um pequeno detalhe: aprender a dançar. O elenco também inclui Keiynan Lonsdale (o Kid Flash de “The Flash”), Drew Ray Tanner (o Fangs de “Riverdale”), Liza Koshy (“Liza on Demand”), Michelle Buteau (“Crônicas de San Francisco”) e Jordan Fisher (“A Vida Secreta de uma Adolescente Americana “). Escrito por Alison Peck (roteirista de “UglyDolls”) e dirigido por Laura Terruso (“Good Girls High”), “Dançarina Imperfeita” estreia em 7 de agosto.

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    Kidding: Série estrelada por Jim Carrey é cancelada após duas temporadas

    14 de julho de 2020 /

    O canal pago americano Showtime anunciou o cancelamento de “Kidding”, série estrelada pelo comediante Jim Carrey (“Sonic: O Filme”), após duas temporadas. A ironia é que a série vinha ganhando cada vez mais público e repercussão. Após uma 1ª temporada com 77% de aprovação no Rotten Tomatoes e uma média baixíssima de 243 mil telespectadores ao vivo nos EUA, o segundo ano atingiu 100% de críticas positivas e viu seu público quadruplicar, atingindo 834 mil telespectadores. Além disso, o último episódio, exibido em março passado, registrou a maior audiência da atração, visto por 1,2 milhões ao vivo. O episódio também deixou a porta aberta para a 3ª temporada, que não será produzida. “Depois de duas temporadas, ‘Kidding’ concluiu sua exibição no Showtime”, informou o canal em comunicado, sem maiores explicações, seguindo com os agradecimentos de praxe. “Estamos muito orgulhosos por exibir essa série imaginativa, aclamada pela crítica e recompensadora, e gostaríamos de agradecer a Jim Carrey, Dave Holstein, Michael Aguilar, Michel Gondry e todo o elenco e equipe por seu trabalho brilhante e incansável”, concluiu o texto. “Kidding” trazia Jim Carrey de volta à TV, mais de duas décadas após estrelar o humorístico “In Living Color” entre 1990 e 1994. Criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here”, a série trazia o astro do humor como um comediante chamado Jeff, mais conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representava uma marca bilionária de licenciamentos. Mas seu futuro era posto em cheque quando um acidente o fez passar por uma crise. O visual surreal, que combinava fantoches e humor negro, era resultado do reencontro de Carrey com o diretor francês Michel Gondry, responsável por um de seus filmes mais cultuados, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” – vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Gondry assinou a produção e a direção da maioria dos episódios, o que conferia à série uma aparência de fábula, bem ao estilo de seus filmes, em que os limites da fantasia e da realidade parecem se confundir. Além de Carrey, o ótimo elenco de “Kidding” também incluía Judy Greer (“Homem-Formiga”), Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como a mulher do protagonista, o produtor de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. Vale destacar que a 2ª temporada também contou com participação especial da cantora Ariana Grande, que é fã confessa de Carrey. A atração só chegou no Brasil no mês passado, com lançamento pela plataforma de streaming Globoplay.

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