Stan Against Evil é renovada para a 3ª temporada
O canal pago americano IFC renovou a comédia de terror “Stan Against Evil” para sua 3ª temporada. Apesar da demora do anúncio, a decisão era esperada, uma vez que a série é uma das mais vistas do canal. A atração gira em torno de Stan Miller, ex-xerife de uma cidadezinha forçado a se aposentar. Mesmo tendo dificuldades em aceitar sua substituta Evie Barret, a bela e durona nova xerife da cidade, eles acabam formando uma aliança improvável quando percebem que a tranquilidade do local é interrompida por uma praga de demônios. Isto porque o município foi erguido sobre as cinzas do local de execução de dezenas de bruxas no século 17. Como se pode notar pela premissa, não é só no título que “Stan Against Evil” lembra “Ash vs. Evil Dead”. Criada por Dana Gould, roteirista da série animada “Os Simpsons”, a atração é protagonizada por John C. McGinley (o eterno Dr. Perry Cox de “Scrubs”) e Janet Varney (que, além de atuar em “You’re the Worst”, foi a dubladora original da protagonista de “Avatar: A Lenda de Korra”). O elenco ainda inclui Deborah Baker Jr. (série “The Great Indoors”) e Nate Mooney (série “American Odyssey”). A 2ª temporada terminou em novembro e os próximos episódios estrearão na temporada de outono (entre setembro e outubro) deste ano.
Jumanji lidera bilheterias norte-americanas pela segunda semana
“Jumanji: Bem-Vindo à Selva” se consolidou como o primeiro grande sucesso de 2018, mantendo-se por dois fins de semana consecutivos no topo das bilheterias norte-americanas. Curiosamente, o reboot da aventura juvenil dos anos 1990 também levou duas semanas para tomar o 1º lugar de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Mas após conquistar a liderança, viu a sci-fi espacial se distanciar muito, numa queda vertiginosa no ranking. Com um dos elencos mais carismáticos em cartaz, o filme estrelado por Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan não tomou conhecimento da concorrência de três estreias amplas e faturou mais 27M (milhões) no fim de semana. A produção da Sony já soma US$ 283,1M na América do Norte e US$ 666,1M em todo o mundo, num bom começo de 2018 para o grande estúdio com menos hits dos últimos anos. O 2º lugar reservou uma surpresa, ao ser conquistado por um drama político, que teve seu alcance ampliado. Lançado apenas em Los Angeles e Nova York no fim de dezembro, visando qualificação para o Oscar, “The Post – A Guerra Secreta” chegou em mais 2,7 mil cinemas e faturou US$ 18,6M em seu primeiro teste comercial. O novo filme de Steven Spielberg não tem um tema popular – a manipulação de dados da Guerra do Vietnã, denunciada pela imprensa nos anos 1970 – , mas também conta com o apelo de um elenco de peso, encabeçado por Tom Hanks e Meryl Streep. Dentre as estreias do fim de semana, “The Commuter”, quarto thriller de ação do diretor Jaume Collet-Serra estrelado por Liam Neeson, foi a mais bem-sucedida. Abriu em 3º lugar com US$ 13,4M, mas, como tem sido praxe nos filmes da parceria, não empolgou a crítica, ficando com 56% de aprovação. O resultado foi, de todo modo, bem melhor que a outra estreia de ação da semana. “Proud Mary” decepcionou público, crítica e a própria Sony, que, se acertou com “Jumanji”, parece ter errado tudo com este filme, em que Taraji P. Henson vive uma assassina profissional. A produção abriu em 8º lugar e teve apenas 22% de aprovação. Nenhum dos dois thrillers tem previsão de lançamento no Brasil. Para completar, “Paddington 2” foi a surpresa negativa da semana, com desempenho muito abaixo do esperado. O longa infantil, que abriu com grande sucesso no Reino Unido em novembro, implodiu no lançamento americano, fazendo apenas US$ 10,7M em 7º lugar. Em compensação, estabeleceu-se como um fenômeno de aprovação crítica, com 100% no Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil está marcada para 1 de fevereiro. Veja abaixo o desempenho das dez filmes mais vistos durante o fim de semana nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 27M Total EUA: US$ 283,1M Total Mundo: US$ 666,1M 2. The Post – A Guerra Secreta Fim de semana: US$ 18,6M Total EUA: US$ 23M Total Mundo: US$ 23M 3. The Commuter Fim de semana: US$ 13,4M Total EUA: US$ 13,4M Total Mundo: US$ 13,4M 4. Sobrenatural: A Última Chave Fim de semana: US$ 12,1M Total EUA: US$ 48,3M Total Mundo: US$ 92,5M 5. O Rei do Show Fim de semana: US$ 11,8M Total EUA: US$ 94,5M Total Mundo: US$ 194,6M 6. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 11,2M Total EUA: US$ 591,5M Total Mundo: US$ 1,2B 7. Paddington 2 Fim de semana: US$ 10,6M Total EUA: US$ 10,6M Total Mundo: US$ 135,8M 8. Proud Mary Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 10M Total Mundo: US$ 10M 9. A Escolha Perfeita 3 Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA: US$ 94,6M Total Mundo: US$ 162,3M 10. O Destino de uma Nação Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 35,7M Total Mundo: US$ 54,7M
Netflix cancela Lady Dynamite após duas temporadas
A Netflix cancelou a série de comédia “Lady Dynamite” após sua 2ª temporada. A série era uma produção de Mitch Hurwitz (criador de “Arrested Development”) e Pam Brady (roteirista de “South Park”), baseada na vida da comediante Maria Bamford (também de “Arrested Development”). A trama um tanto surreal acompanha o altos e baixos da vida de Bamford (a personagem tem seu nome) em sua carreira como atriz, seus problemas com distúrbio bipolar e seu cotidiano em Los Angeles, em busca de equilíbrio e de uma vida amorosa quase normal. O humor depreciativo era o mesmo de “Arrested Development”, assim como os exageros de certas situações e o clima meio amargurado das personagens retratadas. Entretanto, não houve a mesma repercussão, nem com as diversas participações especiais nos novos episódios, como o diretor Judd Apatow (“Descompensada”), Judy Greer (“Homem-Formiga”), Andy Samberg (série “Brooklyn Nine-Nine”), David Spade (“Gente Grande”), Ana Gasteyer (série “People of Earth”) e Fred Armisen (“A Guerra dos Sexos”), entre outros. A 2ª temporada de “Lady Dynamite” estreou em 10 de novembro.
Tully: Trailer revela nova comédia de Charlize Theron com equipe de Jovens Adultos
A Focus Features divulgou o primeiro trailer de “Tully”, comédia que volta a juntar Charlize Theron com o diretor e a roteirista de “Jovens Adultos”. A prévia mostra a atriz esgotada pela rotina de ser mãe de duas crianças pequenas e um bebê recém-nascido. E apenas a última cena revela que ela não é a personagem-título. Tully, na verdade, é uma “Mary Poppins” moderna, uma babá cheia de sorrisos e juventude, vivida por Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”). Segundo a sinopse, a mãe e a babá acabam desenvolvendo uma grande amizade. O elenco também inclui Ron Livingston (“Invocação do Mal”) como o marido. Escrita por Diablo Cody e dirigida por Jason Reitman, “Tully” tem estreia marcada para 20 de abril nos Estados Unidos e apenas dois meses depois, em 21 de junho, no Brasil.
The Tick tenta juntar grupo de super-heróis em trailer da volta da série
A Amazon divulgou novos pôster e trailer do retorno da série “The Tick”, em que o herói azulado tenta reunir um grupo de super-heróis para enfrentar seu maior inimigo. Mas não se trata exatamente da Liga da Justiça. A série acompanha o ponto de vista de Arthur Everest (Griffin Newman, da série “Vinyl”), um contador sem nenhum tipo de superpoder, que acaba virando ajudante de herói ao se aliar ao Tick (Peter Serafinowicz, de “Guardiões da Galáxia”), após descobrir que a cidade em que vive é controlada por um supervilão (Jackie Earle Haley, de “Watchmen”). Personagem de quadrinhos, o Tick ganhou sua primeira revista em 1988, escrita e desenhada pelo jovem Ben Edlund, então com 20 anos de idade. O personagem, que se disfarça de carrapato azul, surgiu como uma paródia das histórias de super-heróis, e a publicação o mostrava em luta com os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também já teve uma série com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que virou cult, apesar de ter rendido apenas nove episódios em 2001. Assim como as anteriores, a nova atração foi desenvolvida pelo criador do personagem dos quadrinhos, o roteirista-produtor Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). O elenco ainda inclui Valorie Curry (série “The Following”), Brendan Hines (série “Scorpion”), Yara Martinez (série “Jane the Virgin”), Berto Colon (minissérie “Show Me a Hero”), Kyle Catlett (“Uma Viagem Extraordinária”) e Whoopi Goldberg (“As Tartarugas Ninja”). A 1ª temporada foi disponibilizada em duas partes. Os seis primeiros episódios de “The Tick” chegaram no serviço de streaming Amazon Prime em 25 de agosto, enquanto a segunda metade estreia em 23 de fevereiro.
Trailer de Não Vai Dar! usa escatologia para impedir sexo de adolescentes
A Universal divulgou um novo trailer de “Não Vai Dar” (“Blockers”), mais um besteirol assexuado sobre sexo, contradição que já deu. A prévia cumpre sua missão ao impedir qualquer excitação com piadas broxantes e escatológicas. Quem quiser ver um pai de família tomar literalmente no c*, pode dar play no vídeo abaixo. A trama gira em torno de três pais que resolvem sabotar os planos de suas filhas adolescentes para perderem a virgindade na noite de formatura do colegial. Ou seja, um “American Pie” feminino. Com uma diferença contrastante: a ênfase em impedir o sexo adolescente. O ponto de vista dos pais dá o tom da história. Eles são vividos pelo lutador John Cena (“Pai em Dose Dupla”), Leslie Mann (“Como Ser Solteira”) e Ike Barinholtz (série “The Mindy Project”). Já as adolescentes são Kathryn Newton (série “Sobrenatural”), Geraldine Viswanathan (série “Janet King”) e Gideon Adlon (série “American Crime”). Curiosamente, o filme junta diversos cineastas, como Hayden Schlossberg e Jon Hurwitz (ambos de “American Pie: O Reencontro”) no roteiro, e Seth Rogen e Evan Goldberg (ambos de “A Entrevista”) na produção, mas a direção está nas mãos de uma iniciante: Kay Cannon, que é roteirista da franquia “A Escolha Perfeita”. A estreia está marcada para maio no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos.
Zoey Deutch quer provar que Adam Scott é pedófilo em trailer de comédia de humor negro
O estúdio indie Orchard divulgou o segundo trailer de “Flower”, nova comédia de humor negro em que Zoey Deutch (“Antes que Eu Vá”) interpreta uma vigilante adolescente. Na prévia, ela vive uma jovem de 17 anos que junta suas duas melhores amigos e o filho do namorado de sua mãe, que é clinicamente deprimido, para provar que um professor local (Adam Scott, da série “Ghosted”) é pedófilo, nem que precise forjar provas para isso. A produção indie teve première no Festival de Tribeca e tem direção de Max Winkler, filho do lendário ator de TV Henry Winkler (o Fonzie de “Happy Days”). Em seu segundo longa, ele dividiu a criação do roteiro com o também cineasta Matt Spicer (“Ingrid Goes West”) e o romancista Alex McAulay (“The Lost Girls”). O elenco também inclui Dylan Gelula (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Joey Morgan (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”), Eric Edelstein (série “Twin Peaks”), Kathryn Hahn (“Capitão Fantástico”) e Tim Heidecker (série “Decker”). A estreia está marcada para 16 de março nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Hulu renova as séries Runaways e Future Man
A série de super-heróis “Runaways” e a comédia sci-fi “Future Man” foram renovadas pela plataforma americana de streaming Hulu. Ambas terão 2ª temporada em 2018. A adaptação dos quadrinhos criados por Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”) é uma das produções mais bem-avaliadas da Marvel, com 83% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A versão de streaming é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”, e toma muitas liberdades com o material original. Entretanto, as mudanças foram positivas e apoiadas por Vaughan, que é consultor da série. A premissa básica é a mesma dos quadrinhos, publicados no Brasil como “Fugitivos”. A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Mas enquanto isso acontece rapidamente nos quadrinhos, o período entre a descoberta, a ruptura e o confronto tomou a 1ª temporada inteira, dando mais espaço para o desenvolvimento dos personagens adultos que na história original. Os heróis juvenis da trama são vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Já o elenco “adulto” traz Ryan Sands (série “The Wire”), Angel Parker (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Brittany Ishibashi (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”), James Yaegashi (série “Demolidor”), Kevin Weisman (série “Alias”), Brigid Brannagh (série “Army Wives”), Annie Wersching (série “The Vampire Diaries”), Kip Pardue (série “Ray Donovan”), James Marsters (série “Buffy – A Caça-Vampiros”), Ever Carradine (série “Eureka”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). Já “Future Man” é uma série estrelada por Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”), com referências de sci-fi dos anos 1980, e 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama gira em torno de Josh Futturman (Hutcherson), que é apenas um faxineiro durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial. Ele tem um péssimo emprego num centro de pesquisas de disfunções sexuais, e a única coisa em que se destaca é o Cybergeddon, game ambientado em um futuro distópico em que seu personagem, Future Man, é o campeão do mundo. Até que ele ultrapassa o último nível e descobre que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento, e que ele foi selecionado para viajar no tempo e salvar o mundo. Neste ponto, a história evoca “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984), coincidência que, num instante de clareza, o próprio personagem comenta. Vale observar que, em vez de ir ao futuro, ele é levado ao passado para impedir que o responsável pelo fim do mundo possa dar início à catástrofe. E é simplesmente seu chefe, vivido no presente por Keith David (“A Viagem”). Assim, a história também evoca “O Exterminador do Futuro” (1984) e “De Volta ao Futuro” (1985), com Futturman encontrando versões jovens de seu chefe e até de seus próprios pais… nos anos 1980. A atração foi concebida pela dupla Kyle Hunter e Ariel Schaffir, roteiristas da comédia “Sexo, Drogas e Jingle Bells”, e a produção é de outra dupla, Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista”, criadores da série “Preacher” e, claro, também produtores de “Sexo, Drogas e Jingle Bells”. Além de produzir, Rogen e Goldberg ainda dirigiram o primeiro episódio.
Jumanji tira Star Wars do topo das bilheterias da América do Norte
Após três semana no topo, “Star Wars: Os Últimos Jedi” perdeu a liderança das bilheterias norte-americanas para “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. Curiosamente, o reboot da aventura juvenil dos anos 1990 foi lançado há duas semanas e se aproximou vagarosamente, dia a dia, da produção espacial. “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” chegou em seu terceiro fim-de-semana a US$ 36M (milhões). Mundialmente, o filme também atingiu uma marca importante, ultrapassando US$ 500M na arrecadação. A única estreia ampla da semana ocupou o 2º lugar. O terror “Sobrenatural: A Última Chave” manteve o sucesso da franquia inaugurada em 2010, com US$ 29,2M em seu lançamento – o suficiente para cobrir as despesas de seu orçamento de apenas US$ 10M. Com isso, “Star Wars: Os Últimos Jedi” despencou para o 3º lugar, somando 23,6M. Não é nada mal para um filme que está em sua quarta semana em cartaz. Ruim, na verdade, foi sua estreia na China. Lançado neste fim de semana no mercado chinês, o novo “Star Wars” não empolgou o público local, abrindo em 2º lugar com US$ 28,7M. Mesmo assim, avançou para US$ 1,2 bilhão em seu faturamento mundial, virando a 13ª maior bilheteria de todos os tempos. Veja abaixo o desempenho das dez filmes mais vistos durante o fim de semana nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 36M Total EUA: US$ 244,3M Total Mundo: US$ 519,3M 2. Sobrenatural: A Última Chave Fim de semana: US$ 29,2M Total EUA: US$ 29,2M Total Mundo: US$ 49,3M 3. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 23,5M Total EUA: US$ 572,5M Total Mundo: US$ 1,2B 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA: US$ 75,9M Total Mundo: US$ 150,3M 5. A Escolha Perfeita 3 Fim de semana: US$ 10,2M Total EUA: US$ 85,9M Total Mundo: US$ 140,9M 6. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 7,7M Total EUA: US$ 70,4M Total Mundo: US$ 183,3M 7. A Grande Jogada Fim de semana: US$ 7M Total EUA: US$ 14,2M Total Mundo: US$ 14,2M 8. O Destino de uma Nação Fim de semana: US$ 6,3M Total EUA: US$ 28,3M Total Mundo: US$ 35,7M 9. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA: US$ 192M Total Mundo: US$ 589M 10. Todo o Dinheiro do Mundo Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA: US$ 20,1M Total Mundo: US$ 27,6M
Donald Trump vira desenho animado no primeiro trailer da série Our Cartoon President
O canal pago americano Showtime divulgou o trailer da série animada de Donald Trump. Intitulada “Our Cartoon President”, a série oferece uma sátira mordaz da política americana, mas não leva em conta o público internacional, para quem diversos políticos e referências tendem a ficar sem contexto. A série é inspirada por uma animação de Trump usada em esquetes do programa de variedades “Late Show” de Stephen Colbert. O criador dos esquetes, Tim Luecke, assina a animação e a produção, e os roteiros estão a cargo de R.J. Fried (do programa “Late Show with David Letterman”). A 1ª temporada terá 10 episódios de meia-hora e a estreia está marcada na TV para 11 de fevereiro, mas o primeiro capítulo já poderá ser visto a partir de 28 de janeiro na plataforma online do canal.
Frank Langella e Catherine Keener entram no elenco da série de comédia de Jim Carrey
O veterano ator Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e a atriz Catherine Keener (“Corra!) entraram no elenco de “Kidding”, nova série de comédia do canal pago Showtime, que será estrelada por Jim Carrey (“Sim, Senhor”). Em “Kidding”, Carrey vai interpretar Jeff, também conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas sua felicidade vai acabar quando sua família passa por uma crise. Langella será seu mentor e produtor do programa infantil, enquanto Kenner interpretará a criadora dos fantoches do programa. A série foi criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here” (por sinal, produzida por Carrey). “Kidding” será a primeira atração televisiva estrelada por Carrey desde o humorístico “In Living Color”, do qual ele participou entre 1990 e 1994. Além disso, marcará um reencontro entre o ator e o diretor de seu filme mais cultuado. O cineasta de “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” (2004), o francês Michel Gondry, vai dirigir os episódios da série. Por sua vez, Langella ainda deve ser visto na 6ª e última temporada de “The Americans”, na qual interpreta o espião russo Gabriel. O final da série vai ao ar neste ano no canal pago FX. E Kenner é uma das dubladores originais do vindouro “Os Incríveis 2”, com estreia marcada para junho.
Série The Mayor é cancelada antes de terminar 1ª temporada
A rede ABC cancelou a série de comédia “The Mayor”. A produção não vai mais retornar à TV, após a interrupção de fim de ano, deixando quatro episódios inéditos. Exibida no mesmo horário do fenômento “This Is Us”, a série implodiu. Seu último episódio, exibido em 12 de dezembro, foi visto por apenas 2,8 milhões de telespectadores, marcando 0,8 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). O fracasso de público contrastou com os elogios da crítica. Com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, foi considerada a melhor comédia estreante da temporada. Um de seus comerciais até destacava os elogios. Criada por Jeremy Bronson (roteirista de “The Mindy Project”), a série girava em torno de um jovem rapper iniciante que resolve se candidatar a prefeito para tornar seu nome conhecido e conseguir um contrato com uma gravadora. Mas ele se sai muito melhor que o esperado e acaba sendo eleito. O elenco destacava Brandon Micheal Hall (série “Search Party”) como o prefeito rapper, Yvette Nicole Brown (série “The Odd Couple”) como sua mãe e Lea Michele (série “Scream Queens”) na função de chefe do gabinete do jovem inexperiente. O comediante David Spade (“Gente Grande”) também participou como adversário político.
Perda Total: Comédia de ação dos criadores de Workholics ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer completo de “Perda Total” (Game Over, Man!), comédia de ação em que três garçons resolvem enfrentar criminosos altamente armados, que invadiram um evento cheio de famosos num hotel de Los Angeles. Um dos “famosos” é o sumido cantor Shaggy, que aparece sob a mira de metralhadoras. Fãs de Shaggy devem lembrar de outros filmes com esta premissa: a situação de reféns do “Duro de Matar” (1988) original e o cozinheiro que enfrenta os sequestradores de “A Força em Alerta” (1992). Já quem era da geração de Bob Marley pode apontar que a principal cena cômica da prévia já tinha sido elemento de grande tensão em “Inferno na Torre” (1974). No meio disso, uma piada sobre Kendrick Lamar lembra que a trama se passa no século 21. O filme é estrelado por Adam Devine, Anders Holm e Blake Anderson. Além de atuar, Anders Holm também escreveu o roteiro. Já a direção é de Kyle Newacheck. E os quatro (Devine, Holm, Anderson e Newacheck) trabalharam juntos na série “Workholics”, que eles mesmos criaram. A estreia está marcada para 20 de abril.












