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    A Barraca do Beijo é um dos maiores sucessos atuais da Netflix, segundo a Netflix

    13 de junho de 2018 /

    “‘A Barraca do Beijo’ (The Kissing Booth) é um dos filmes mais assistidos atualmente na Netflix americana e possivelmente no mundo”. A frase foi dita pelo diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, ao site Vulture. A comédia romântica adolescente é baseada no best-seller juvenil homônimo de Beth Reekles, e foi escrito e dirigido por Vince Marcello, que antes fez três telefilmes da franquia de bonecas “American Girl”. Sarandos não ofereceu nenhum dado para comprovar o sucesso da produção, mantendo o segredo que cerca a audiência da plataforma, mas ele citou o site de banco de dados IMDb como um “bom indicador” do que o público vai querer assistir. “[O IMDb é] um bom indicador do que funciona na Netflix, porque são pessoas bastante experientes em rede e com foco em entretenimento que dão feedback”, disse ele. “É melhor que o Rotten Tomatoes”, acrescentou. Ele então apontou que “A Barraca do Beijo” era o quarto filme no ranking de popularidade do IMDb – na quarta-feira (13/5), porém, caiu para o número nove. Mais de 15 mil pessoas avaliaram a produção. Entretanto, a nota média é 6,4. Vale considerar que a pontuação da crítica no Rotten Tomatoes dá apenas de 17% de aprovação para o filme. A trama gira em torno de uma garota que desde bebê tem um grande melhor amigo. A amizade durou tanto porque eles tem um regra: ela não pode namorar o irmão mais velho dele. Só que o cara é irresistível e começa a perceber que a amiga chatinha de seu irmão caçula cresceu. Química e atração Física acabam complicando a Matemática desta relação de high school. Logicamente, os planos de esconder o relacionamento não dão certo, rendendo comédia e drama ao mesmo tempo. O elenco inclui Joey King (“O Ataque”, “7 Desejos”) como a protagonista, Joel Courtney (“Pacto Maligno”) como o melhor amigo e Jacob Elordi (“Swinging Safari”) como o galã adolescente mais velho. Mas o destaque não é para nenhum adolescente atual e sim para uma antiga adolescente, Molly Ringwald como a mãe de Joey King. A eterna “Garota de Rosa-Shocking” (1986) virou a mãe favorita de todo diretor de casting que faz produção do gênero – e atualmente vive a mãe de Archie na série “Riverdale”.

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    Gal Gadot vai estrelar comédia de ação com Dwayne Johnson

    11 de junho de 2018 /

    O filme “Red Notice” vai registrar um reencontro entre dois dos maiores campeões de bilheteria de Hollywood. A produção da Universal será estrelada pela atriz Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) e pelo ator Dwayne Johnson (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). Os dois já tinham trabalhado juntos em dois filmes da franquia “Velozes e Furiosos” – os capítulos 5 e 6. Mas isto foi antes de Gadot deixar de ser coadjuvante para virar super-heroína. A trama de “Red Notice” está sendo mantida em sigilo, mas é descrita como um thriller de assalto e uma comédia de ação, concebido para ter três protagonistas. Um outro astro masculino completará o elenco central. Segundo o site Deadline, o papel de Gadot é uma figura brilhante e misteriosa no mundo da arte. O roteiro e a direção são de Rawson Marshall Thurber, o que faz de “Red Notice” seu terceiro longa consecutivo estrelado por Dwayne Johnson – após “Um Espião e Meio” há dois anos e “Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”, que estreia em julho. As filmagens estão marcadas para abril de 2019 na Europa e a previsão de lançamento da Universal é para junho de 2020.

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    Tony Danza é pai do cantor Josh Groban em fotos e teaser de nova série de comédia da Netflix

    11 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou o teaser legendado e as fotos da nova série de comédia policial “The Good Cop”, que teve o título aleatoriamente traduzido para “Caso de Polícia” no Brasil e ganhou data de estreia. “The Good Cop/Caso de Polícia” traz o veterano ator Tony Danza (da sitcom clássica “Who’s the Boss?”) como Tony, um policial aposentado de Nova York que nunca seguiu as regras, e que atualmente mora com seu filho Tony Jr. (vivido pelo cantor Josh Groban em seu primeiro papel fixo numa série), um detetive da polícia de Nova York que faz questão de sempre seguir as regras. Logicamente, o pai não se conforma com a aposentadoria e faz questão de ser parceiro informal do filho, oferecendo conselhos excessivos, o tempo todo. O elenco ainda inclui Monica Barbaro (da série “Chicago Justice”), como uma detetive novata disposta a flexibilizar as regras para fazer o trabalho, e Isiah Whitlock Jr. (da série “The Mist/O Nevoeiro”), como um detetive veterano que conta os dias para a aposentadoria e não tem paciência nem tempo a perder com parceiros mais novos. A série foi desenvolvida por Andy Breckman, criador do sucesso “Monk”, mas é inspirada numa produção original israelense de 2015. A estreia está marcada para 21 de setembro na plataforma de streaming.

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  • Filme

    Oito Mulheres e um Segredo bate recorde da franquia nas bilheterias da América do Norte

    10 de junho de 2018 /

    A união das mulheres fez a verdadeira Força nas bilheterias do fim de semana na América do Norte. “Oito Mulheres e um Segredo” abriu em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá com uma arrecadação de US$ 41,5m (milhões), segundo estimativa do mercado, jogando para 2º lugar “Han Solo: Uma História Star Wars” em sua terceira semana em cartaz. A Disney esperava que o filme “Solo” segurasse o topo até a estreia de “Os Incríveis 2”, mas não deu. A reunião de estrelas como Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway e Rihanna se provou um atrativo muito maior que a exibição de uma “História Star Wars” que até os fãs conheciam de cor antes mesmo de entrar nos cinemas. Mas “Oito Mulheres e um Segredo” saiu-se muito melhor que o esperado por seu próprio estúdio. A produção da Warner abriu com a maior bilheteria da franquia, inaugurada com “Onze Homens e um Segredo” em 2001. O novo lançamento é o quarto filme passado no mesmo universo, mas o primeiro estrelado apenas por mulheres. E deixou para trás, em sua largada, os três longas que reuniam astros como George Clooney, Brad Pitt e Matt Damon, todos com faturamento de estreia entre US$ 36 e 39m. O filme não deve se manter na liderança na disputa com “Os Incríveis 2” na próxima semana, mas deve continuar entre os mais vistos, já que foi bem aceito por crítica e público, com avaliação de 67% no Rotten Tomatoes e B+ no CinemaScore. O Top 5 ainda inclui “Deadpool 2”, consolidado como a terceira maior bilheteria tanto da semana quanto do ano, e “Vingadores: Guerra Infinita”, que avançou mais alguns passos em seu inexorável avanço rumo aos US$ 2 bilhões de arrecadação. Agora, faltam menos de US$ 2m, o que já deve ter feito a Disney encomendar fogos de artifício para comemorar nos próximos dias. Entre os dois filmes, aparece o paradoxo da semana, o terror “Hereditário”, que abriu em 4º lugar com modestos US$ 13m. Lançado com estardalhaço após construir fama de assustador no Festival de Sundance deste ano e arrancar 93% de aprovação da crítica, a obra não agradou ao público. “Hereditário” foi rejeitado com nota D+ (que não significa “demais”, mas o contrário). Sem ser uma reação tão extrema quanto a despertada por “Mãe” (nota F) no ano passado, ainda assim chama atenção, diante da tendência de avaliação positiva do público até para coisas chamadas “Transformers”. E isto deve dificultar a permanência do longa no ranking. A estreia no Brasil está marcada para 21 de junho. Terceira e última estreia ampla do fim de semana na América do Norte, “Hotel Artemis” decepcionou ao fazer apenas US$ 3,1m em 8º lugar. Mas público e crítica concordaram que o longa estrelado por Jodi Foster entrega exatamente aquilo que os trailers prometiam: uma sci-fi medíocre de tiroteios genéricos, com 55% de aprovação no Rotten Tomatoes e C+ no CinemaScore. Uma cotação de lançamento típico de sci-fi de ação da Netflix – que, por sinal, não deve mesmo chegar aos cinemas do Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para saber mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Oito Mulheres e um Segredo Fim de semana: US$ 41,5m Total EUA e Canadá: US$ 41,5m Total Mundo: US$ 53,7m 2. Han Solo: Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 15,1m Total EUA e Canadá: US$ 176,1m Total Mundo: US$ 312,2m 3. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: 278,6m Total Mundo: 655,2m 4. Hereditário Fim de semana: US$ 13m Total EUA e Canadá: US$ 13m Total Mundo: US$ 13m 5. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 6,8m Total EUA e Canadá: US$ 654,7m Total Mundo: US$ 1,9b 6. Vidas à Deriva Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 21,7m Total Mundo: US$ 22,5m 7. Do Jeito que Elas Querem Fim de semana: US$ 4,2m Total EUA e Canadá: US$ 50,2m Total Mundo: US$ 58,9m 8. Hotel Artemis Fim de semana: US$ 3,1m Total EUA e Canadá: US$ 3,1m Total Mundo: US$ 3,1m 9. Upgrade Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 9,2m Total Mundo: US$ 9,2m 10. Alma da Festa Fim de semana: US$ 2,1m Total EUA e Canadá: US$ 50,2m Total Mundo: US$ 58,9m

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  • Série

    Kidding: Trailer da série revela visual fabuloso do reencontro de Jim Carrey e Michel Gondry

    7 de junho de 2018 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro trailer de “Kidding”, série que marca a volta do comediante Jim Carrey para a TV, de onde saiu há 23 anos, após estrelar o humorístico “In Living Color” entre 1990 e 1994. Mais que isso, a série também marca o reencontro de Carrey com o diretor francês Michel Gondry, responsável por um dos filmes mais cultuados do ator, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Gondy assina a direção dos episódios, o que confere ao trailer uma aparência de fábula, bem ao estilo de seus filmes, em que os limites da fantasia e da realidade parecem se confundir. Em “Kidding”, Carrey interpreta Jeff, também conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas sua alegria é posta em cheque quando sua família passa por uma crise. O ótimo elenco também inclui Judy Greer (“Homem-Formiga”), Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como a mulher do protagonista, o produtor de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. A série foi criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here” (por sinal, produzida por Carrey), e estreia em 9 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Uma Quase Dupla: Tatá Werneck e Cauã Reymond são “tiras” brasileiros em trailer de comédia

    7 de junho de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster, quatro fotos e o trailer de “Uma Quase Dupla”, filme brasileiro que segue a fórmula importada das comédias de duplas de “tiras”. Nesta variação nacional de “Chumbo Grosso” (2007), Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) vive uma policial durona de cidade grande, que é forçada a fazer parceria com um policial delicado de cidade pequena, interpretado por Cauã Reymond (“Reza a Lenda”). Juntos, eles arrebentam portas, se estapeiam, revisam piadas do antigo “Zorra Total” e levam tombos gratuitos. Dirigida por Marcus Baldini (de “Bruna Surfistinha” e “Os Homens São de Marte e é Pra Lá Que Eu Vou”), a comédia estreia nos cinemas em 19 de julho.

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  • Filme

    Reese Witherspoon confirma Legalmente Loira 3

    7 de junho de 2018 /

    A atriz Reese Witherspoon confirmou nesta quinta-feira (7/6) em sua conta no Instagram que a produção de “Legalmente Loira 3” vai sair do papel. Ela postou um vídeo em que usa um biquíni rosa numa piscina, em alusão à cor favorita de sua personagem na franquia. E legendou: “É verdade…#LegalmenteLoira3”. Desde janeiro, Witherspoon vinha abordando planos para retomar a franquia. Durante uma entrevista ao canal pago E!, ela chegou a dizer que a ideia era mostrar a loira concorrendo ao cargo de presidente dos EUA. O primeiro “Legalmente Loira” acompanhava Elle Woods, uma patricinha extremamente fútil e mimada que decidia ingressar na prestigiada faculdade direito de Harvard. Dirigido por Robert Luketic, o filme de 2001 foi um inesperado sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 142 milhões. Tanto que teve continuação, na qual Ellie foi parar no Congresso dos Estados Unidos como assessora política. As roteiristas originais, Kirsten Smith e Karen McCullah, negociam escrever a nova continuação, que ainda não definiu diretor nem a volta de outros personagens. Também não há previsão para o começo das filmagens ou estreia nos cinemas, It’s true… #LegallyBlonde3 Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon) em 7 de Jun, 2018 às 5:02 PDT

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  • Filme

    Animação da Família Addams ganha imagem e anuncia vozes de Charlize Theron, Chloe Moretz e Finn Wolfhard

    5 de junho de 2018 /

    A MGM divulgou a primeira imagem e o elenco de vozes originais do longa animado de “A Família Addams”. E são todos astros famosos. Charlize Theron (“Tully”) foi anunciada como a voz da matriarca da família, Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) será seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) viverão seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublará o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) dará voz à Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney, vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”. A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro de Matt Lieberman, que está escrevendo o novo filme do “Scooby-Doo”, e Pamela Pettler, que anteriormente escreveu duas ótimas animações de temática sobrenatural, “A Noiva Cadáver” (2005) e “A Casa Monstro” (2006). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes. A nova produção será o primeiro longa animado de “A Família Addams”. A estreia está marcada para outubro de 2019.

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    Reese Witherspoon negocia estrelar Legalmente Loira 3

    4 de junho de 2018 /

    A atriz Reese Witherspoon deve reprisar seu papel mais conhecido, voltando a viver Elle Woods no terceiro filme da franquia “Legalmente Loira”. Segundo a revista The Hollywood Reporter, a atriz está negociando com o estúdio MGM estrelar e produzir a comédia, que teve seus dois primeiros filmes lançados em 2001 e 2003. As roteiristas originais, Kirsten Smith e Karen McCullah, também fazem parte das negociações, assim como os produtores Marc Platt e Adam Siegel. Ainda não há informações sobre direção e demais integrantes do elenco do novo filme, nem sobre o retorno de personagens. Desde janeiro, Witherspoon vem abordando planos para retomar a franquia. Durante uma entrevista ao canal pago E!, ela chegou a dizer que a ideia era mostrar a loira concorrendo ao cargo de presidente dos EUA. O primeiro “Legalmente Loira” acompanhava Elle Woods, uma patricinha extremamente fútil e mimada que decide ingressar na prestigiada faculdade direito de Harvard. Dirigido por Robert Luketic, o filme de 2001 foi um inesperado sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 142 milhões. Já o segundo a mostrou ingressando no mundo eleitoral, trabalhando no Congresso dos Estados Unidos como assessora política.

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    Han Solo mantém 1º lugar com pior bilheteria de Star Wars na América do Norte

    3 de junho de 2018 /

    Sem enfrentar grandes estreias, “Han Solo: Uma História Star Wars” conseguiu manter sua liderança nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá em sua segunda semana de exibição, apesar da queda de 65% da arrecadação, em relação ao desempenho da estreia. A liderança, porém, não inspira comemoração. Os US$ 29m (milhões) conquistados pelo longa entre os dias 1 e 3 de junho representam a menor bilheteria de segunda semana de uma produção do universo “Star Wars”. Para preocupar ainda mais a Disney, o mercado internacional segue o mesmo padrão. A bilheteria mundial de US$ 264m até agora, pode tornar a produção mais cara de “Star Wars” (com orçamento estimado em US$ 250m) no primeiro filme da franquia a dar prejuízo. Uma pena, já que “Han Solo” não é dos piores criações desse universo – tem 71% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Deadpool 2” também manteve seu 2º lugar, muito próximo dos números de “Han Solo”. Mas essa posição é ilusória, já que a produção da Fox é um dos maiores sucessos do ano. Após três fins de semana, o longa atingiu quase US$ 600m de faturamento em todo o mundo. Já as estreias da semana nos cinemas norte-americanos tiveram desempenho abaixo do esperado. Mais bem-sucedido, o drama de sobrevivência marítima “Vidas à Deriva”, com Shailene Woodley, faturou US$ 11,5m e abriu em 3º lugar. Embora longe do êxito obtido pela atriz com seu drama romântico mais famoso, “A Culpa É das Estrelas”, saiu-se melhor que o esforço mais recente do gênero nas bilheterias, “Depois daquela Montanha”, igualmente marketado como combinação de romance e luta contra a natureza. A crítica aprovou “Vidas à Deriva”, com 71% de comentários positivos no Rotten Tomatoes. Mas pode segurar a curiosidade, porque a estreia no Brasil só vai acontecer em agosto. Ainda mais elogiado, o thriller de ação futurista “Upgrade” atingiu 85% na medição do Rotten Tomatoes. Mas o segundo longa dirigido por Leigh Whannell, roteirista que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”, abriu na metade do número de salas destinado aos demais filmes, o que teve impacto em sua bilheteria, de apenas US$ 4,4m. Isto representou o 6º lugar no ranking semanal. Por outro lado, trata-se de uma produção de baixo orçamento, que não deve ter dificuldade para se pagar. Não há previsão de lançamento no Brasil. Para completar a lista de estreias, ainda houve o fiasco de “Action Point”, que implodiu em 9º lugar com US$ 2,3m, a pior abertura de uma comédia de Johnny Knoxville, o antigo astro de “Jackass”. A crítica jogou a pá de cal, com 19% de consideração. Sem previsão, nem deve ser lançado no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para saber mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Han Solo: Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 29,2m Total EUA e Canadá: US$ 148,8m Total Mundo: US$ 264,1m 2. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 23,3m Total EUA e Canadá: US$ 254,6m Total Mundo: US$ 598,6m 3. Vidas à Deriva Fim de semana: US$ 11,5m Total EUA e Canadá: 11,5m Total Mundo: 11,8m 4. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 10,3m Total EUA e Canadá: US$ 642,8m Total Mundo: US$ 1,96b 5. Do Jeito que Elas Querem Fim de semana: US$ 6,8m Total EUA e Canadá: US$ 47,3m Total Mundo: US$ 47,3m 6. Upgrade Fim de semana: US$ 4,4m Total EUA e Canadá: US$ 4,4m Total Mundo: US$ 4,4m 7. Alma da Festa Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 46,36m Total Mundo: US$ 54,4m 8. Breaking In Fim de semana: US$ 2,8m Total EUA e Canadá: US$ 41,3m Total Mundo: US$ 43,8m 9. Action Point Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 2,3m Total Mundo: US$ 2,3m 10. Overboard Fim de semana: US$ 1,9m Total EUA e Canadá: US$ 45,5m Total Mundo: US$ 57,5m

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    Trailer de comédia traz Kevin Hart estudando para o supletivo

    3 de junho de 2018 /

    A Universal divulgou o segundo trailer de “Operação Supletivo – Agora Vai!”, nome do filme que se chama “Night School” nos Estados Unidos. Apesar da tradução absurda, o lançamento do filme no Brasil supera um absurdo ainda maior do mercado brasileiro, já que se trata de uma rara comédia com atores e diretor afro-americanos a superar a barreira preconceituosa do parque exibidor nacional. Vale destacar que o filme é estrelado por dois dos atores mais populares do momento nos Estados Unidos, Kevin Hart (“Jumanji”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”). E que a má escolha de título nacional, que mantém a mania de transformar duas palavras em pelo menos o dobro para lançamento no Brasil, parece aludir ao fato de que, por mais que estourem bilheterias na América do Norte, os dois comediantes só chegam aos cinemas brasileiros quando aparecem como coadjuvantes de atores brancos. “Agora vai” leva a pensar no fim deste racismo indisfarçável. No filme, o personagem de Hart se matricula numa escola noturna para fazer o equivalente americano ao exame supletivo e conseguir um diploma de Ensino Médio, com vistas a um emprego melhor. Haddish é sua professora linha dura, que tenta manter os adultos desajustados de sua aula interessados em estudar. A premissa tem uma vaga semelhança com a série “Community” e foi escrita pelo próprio Kevin Hart, em parceria com quase meia dúzia de roteiristas, entre eles o diretor Nicholas Stoller (“Vizinhos”). A direção é de Malcolm D. Lee (“Viagem das Garotas”) e o elenco ainda inclui Ben Schwartz (série “House of Lies”), Taran Killam (humorístico “Saturday Night Live”), Mary Lynn Rajskub (série “24 Horas”), Rob Riggle (“Anjos da Lei”), Megalyn Echikunwoke (série “Vixen”), Yvonne Orji (série “Insecure”), Romany Malco (série “Weeds”) e Keith David (série “Community”). “Operação Supletivo – Agora Vai!” chega aos cinemas brasileiros em 18 de outubro, um mês após a estreia nos Estados Unidos.

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  • Série

    Heathers: Tema polêmico faz série baseada na comédia cult Atração Mortal ser descartada

    2 de junho de 2018 /

    O canal pago americano Paramount desistiu de estrear “Heathers”, série baseada na comédia cult “Atração Mortal” (1988). O cancelamento do projeto veio depois de um longo adiamento e reflete o clima atual dos Estados Unidos. Originalmente prevista para estrear em março, “Heathers” foi adiada devido ao tiroteio letal numa escola em Parkland, Flórida, que deixou 17 estudantes mortos. Uma nova data de estréia nunca foi definida, mas havia expectativa de um lançamento durante o verão norte-americano. Entretanto, estes planos foram descartados após um novo tiroteio, desta vez em Santa Fé. A emissora passou a considerar a série muito polêmica, já que trata de assassinatos de estudantes numa trama de vingança contra adolescentes praticantes de bullying. “Este é uma série passada no ensino médio, em que explodem a escola, há armas na escola e há momentos de professores com armas. Ela toca em muitos tópicos quentes. Esta empresa não pode passar mensagens conflitantes, ao dizer que o movimento da juventude é importante para nós e, ao mesmo tempo, colocar no ar uma série com a qual não estamos confortáveis”, disse Keith Cox, presidente de desenvolvimento e produção da Paramount Network. “A combinação de uma série do ensino médio com esses momentos muito sombrios deixou de parecer algo correto”, completou. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que, antes da polêmica, a série era muito bem considerada pela Paramount Network, que quase a renovou para a 2ª temporada antes da estreia. Todos os 10 episódios da 1ª temporada foram produzidos e agora serão oferecidos para outros canais e plataformas de streaming. “Heathers” era uma atualização da comédia original dos anos 1980, mas contaria uma história diferente por temporada, em formato de antologia. A 1ª temporada seria a mais parecida com o filme. Originalmente, as Heathers eram três garotas ricas, bonitas e insuportáveis com o mesmo nome, que dominavam a pirâmide social de uma high school, praticando bullying com quem consideravam inferiores – gordos, gays, esquisitos, etc. Até serem confrontadas por um estudante serial killer (papel de Christian Slater, hoje em “Mr. Robot”), que convence sua namorada (Winona Ryder, hoje em “Stranger Things”) a embarcar numa matança “justificada”. Na serie, a anti-heroína Veronica Sawyer é interpretada por Grace Victoria Cox (a Melanie de “Under the Dome”) e lida com um grupo muito diferente de Heathers, mas igualmente maldoso. No lugar das magrelas branquelas do filme, as novas Heathers são estereótipos “modernos”: um gay (Brendan Scannell), uma gorda (Melanie Field) e uma negra (Jasmine Matthews). O elenco central se completa com o estreante James Scully como J.D. (o papel de Slater). Além deles, Selma Blair (“Hellboy”) vive uma personagem que não existia no filme: Jade, uma ex-stripper que aplicou o golpe do baú para virar madrasta de uma das novas Heathers, e passa o tempo aguardando o marido de 82 anos morrer para herdar tudo. A produção incluiu até Shannen Doherty, que interpretou Heather Duke, uma das maldosas originais, que voltaria numa participação especial. A série foi criada por Jason A. Micallef, roteirista da comédia indie “Butter: Deslizando na Trapaça” (2011), e o piloto teve direção de Leslye Headland, cineasta responsável pela comédia “Quatro Amigas e um Casamento” (2012).

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  • Filme

    Tully é um filme simples com proporções épicas e mais incrível que você imagina

    2 de junho de 2018 /

    Jason Reitman acostumou o público mal com seus três primeiros (ótimos) filmes, “Obrigado por Fumar”, “Juno” e “Amor sem Escalas”. Esse último tem quase 10 anos e, de lá para cá, entregou sucessivos trabalhos descartáveis. Mas ele finalmente reencontra seu bom cinema com “Tully” (2018), filme que marca sua terceira parceria com a roteirista Diablo Cody, do excelente “Juno”, e o apenas OK “Jovens Adultos”, completando assim uma trilogia involuntária sobre diferentes fases na vida de uma mulher. Novamente dirigindo Charlize Theron (sua atriz principal em “Jovens Adultos”), Jason Reitman conta a história de Marlo, mãe de dois filhos e à espera do terceiro. O marido (Ron Livingston) ama sua esposa e as crianças, mas bem que ele poderia ajudar mais, não? Porém, o ambiente é inteiramente favorável para Charlize dar um show como a mãe estressada, enfrentando depressão pós-parto e pronta para entrar em colapso. Na primeira metade do filme há uma curiosa sequência picotada pela edição monitorada por Reitman que convence qualquer um de que Marlo está pirando com a situação. É incrível como o poder da montagem influencia o espectador. Sou homem e vi de perto o drama de Marlo nessa parte que flerta com o visceral, mas imagino como muitas mulheres se sentiram, principalmente as mães. É a deixa para entrar em cena a babá Tully (Mackenzie Davis), que cuidará não somente da bebê enquanto os pais dormem (ou fazem outras coisas), mas também da mamãe à beira de um ataque de nervos. Jason Reitman tem a comédia correndo nas veias, afinal é filho de Ivan Reitman, diretor de importantes exemplares do gênero nos anos 1980, como “Almôndegas”, “Os Caça-Fantasmas” e “Irmãos Gêmeos”. Ele não faz filmes tão populares quanto o pai, mas exercita um estilo de humor muito mais contido, maduro, dramático, sempre em busca do lado humano dos personagens, focando num tom mais sério e, ao mesmo tempo, cínico. É um cara que se dá bem escrevendo seus próprios roteiros sem jamais trair suas influências. Mas quando ousa narrar histórias sobre mulheres, Reitman, como homem, sabe muito bem que não teria como ser justo na abordagem e nunca conseguiria entendê-las profundamente. Mas isso não quer dizer que não possa tentar. E faz o certo ao contar com a colaboração de Diablo Cody para investigar a alma feminina. “Tully” é mais um filme que comprova que a roteirista e o diretor nasceram um para o outro quando o assunto é cinema. Jason Reitman traduz com muita sensibilidade um texto extremamente honesto de Diablo Cody, que engana quem pensa que já viu de tudo sobre filmes de maternidade. E só temos a certeza disso no final de explodir cabeças; uma conclusão que torna praticamente impossível destrinchar as qualidades de “Tully” sem dar spoilers. Mas basta você saber que não é exatamente a depressão pós-parto que diferencia “Tully” da maioria dos filmes sobre mães. O que atualiza um tema tão explorado pelo cinema para o século 21 é a proximidade do espectador com o desabafo íntimo, confidencial, realista de uma mulher de 40 anos sobre sua rotina, as dificuldades do casamento, e de ser mãe; bem como o equilíbrio das expectativas de uma vida que se anuncia sem surpresas daqui para frente com a sensação de tempo perdido, o excesso de ansiedade, a velocidade do dia, das informações, e a distância cada vez maior do que faz alguém se sentir jovem. É um filme simples em sua forma, mas de proporções épicas quando notamos seus verdadeiros significados. Diablo Cody mostra que aceitação não precisa ser uma punição. Sim, a bagagem pesa, mas Cody lembra que juventude e velhice estão muito mais ligadas a sensações e atitudes capazes de dialogar em harmonia e ignorar nossos limites físicos. O que Reitman faz é abrir seu coração, admitir que está disposto a aprender e confiar 100% em sua roteirista e suas atrizes, porque Charlize e Mackenzie estão excelentes e a química entre elas é mais incrível que você imagina. São pontos que levam “Tully” a figurar entre os melhores filmes de Jason Reitman, que agora tem quatro “clássicos” em sua filmografia.

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