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    Domingos de Oliveira é o grande vencedor do Festival de Gramado 2016

    4 de setembro de 2016 /

    O drama “Barata Ribeiro, 716”, do veterano cineasta Domingos de Oliveira, foi o vencedor da 44ª edição do Festival de Gramado. E além do Kikito de Melhor Filme, o diretor também conquistou os troféus de Melhor Direção e Trilha Sonora, que ele assinou. Para completar, seu filme ainda rendeu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para Glauce Guima. A premiação ocorreu na noite de sábado (3/9) e, segundo informações dos grandes portais, manteve o tom político que marcou a abertura do festival, quando foi exibido “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho. Além de discursos e slogans, alguns atores carregavam cartazes de protesto. Teve até faixa da época das “Diretas Já”, numa demonstração anacrônica. E quando o logotipo do Ministério da Cultura, que apoia o evento e o cinema brasileiro, foi exibido, vaias sonoras foram disparadas. Há quatro meses, quando o Ministério foi temporariamente extinto, a classe artística entrou em frenesi, com medo de um apagão cultural, graças ao destino incerto dos financiamentos públicos, e promoveu ocupações de museus e equipamentos culturais para pedir sua volta. O Ministério voltou, o novo ministro garantiu a manutenção dos programas de financiamento. E o que em maio era considerado primordial para a existência da classe, após o afago e a mão estendida passou a ser metaforicamente apedrejado e escarrado, como no poema de Augusto dos Anjos. Nada disso impediu a emocionante consagração de Domingos de Oliveira. O diretor foi ao palco receber seus prêmios amparado por Caio Blat, protagonista de “Barata Ribeiro, 716”, que interpreta um alterego do cineasta, já que a trama é baseada em memórias de sua juventude. Por sofrer de Mal de Parkinson, Oliveira tem dificuldades para caminhar e falar. Seu discurso, ao receber o troféu de Melhor Direção, foi uma contagem até 79, sua idade. “A vida não é curta. É curtíssima”, acrescentou, conforme registro do G1. Na “curta” carreira do cineasta, “Barata Ribeiro, 716” é seu 18º longa-metragem. Foi aplaudido de pé pelo público presente ao Palácio dos Festivais, lotado. O filme se passa na época de um golpe de estado verdadeiro, ao acompanhar o engenheiro e aspirante a escritor Felipe (Caio Blat) numa vida de festas alucinantes, no apartamento que ganhou do seu pai na famosa rua Barata Ribeiro, em Copacabana. Lá, ele e seus amigos desfrutam de tudo que a liberdade pode oferecer durante o começo dos anos 1960. Liberdade que terminaria com o golpe militar de 1964. A segunda vitória mais aplaudida foi a de Andreia Horta, ao receber o Kikito de Melhor Atriz pelo papel-título de “Elis”, cinebiografia da cantora gaúcha Elis Regina. “Quero agradecer a todos que acreditaram que eu podia fazer esse trabalho”, discursou ela, feliz pelo reconhecimento obtido “aqui, na terra dela, no Sul”. O filme chega aos cinemas em 24 de novembro. “O Roubo da Taça” foi outro destaque da premiação. O filme de Caíto Ortiz rompeu uma tradição de Gramado, que não costuma premiar comédias, e levou quatro estatuetas: Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Roteiro e Melhor Ator para Paulo Tiefenthaler, considerado, segundo o UOL, a zebra da noite, já que as apostas eram em Caio Blat. “Ainda existe preconceito com a comédia, precisa ter timing, não é só ser uma aventura ou um filme de gags. A situação toda é patética e, dentro disso, fizemos um filme bom. Foi um presente, um reconhecimento”, declarou Tiefenthaler ao portal, refletindo sobre o tema da produção: o roubo da Taça Jules Rimet do interior da CBF. “O Silêncio do Céu” levou o prêmio especial do júri. Apesar de protagonizado por Carolina Dieckmann e Leonardo Sbaraglia, o longa de suspense é falado em espanhol, com apenas uma curta cena em português. O filme também já possuiu estreia agendada nos cinemas para breve, no dia 22 de setembro. Entre as premiações de curta-metragem, categoria vencida pelo brasiliense “Rosinha”, de Gui Campos, chamou atenção a lembrança de Elke Maravilha, recentemente falecida, que conquistou um Prêmio Especial do Júri por seu desempenho em “Super Oldboy”, filme que ainda venceu o troféu do público. Confira abaixo a lista completa com todos os prêmios. Vencedores do Festival de Gramado 2016 LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS Melhor Filme “Barata Ribeiro, 716”, de Domingos Oliveira Melhor Direção Domingos Oliveira (“Barata Ribeiro, 716”) Melhor Atriz Andréia Horta (“Elis”) Melhor Ator Paulo Tiefenthaler (“O Roubo da Taça”) Melhor Atriz Coadjuvante Glauce Guima (“Barata Ribeiro, 716”) Melhor Ator Coadjuvante Bruno Kott (“El Mate”) Melhor Roteiro Lucas Silvestre e Caíto Ortiz (“O Roubo da Taça”) Melhor Fotografia Ralph Strelow (“O Roubo da Taça”) Melhor Montagem Tiago Feliciano (“Elis”) Melhor Trilha Musical Domingos Oliveira (“Barata Ribeiro, 716”) Melhor Direção de Arte Fábio Goldfarb (“O Roubo da Taça”) Melhor Desenho de Som Daniel Turini, Fernando Henna, Armando Torres Jr. e Fernando Oliver (“O Silêncio do Céu”) Melhor Filme – Júri Popular “Elis”, de Hugo Prata Melhor Filme – Júri da Crítica “O Silêncio do Céu”, de Marco Dutra Prêmio Especial do Júri “O Silêncio do Céu”, pelo domínio da construção narrativa e da linguagem cinematográfica LONGAS-METRAGENS ESTRANGEIROS Melhor Filme “Guaraní”, de Luis Zorraquín Melhor Direção Fernando Lavanderos (“Sin Norte”) Melhor Atriz Verónica Perrotta (“Os Golfinhos Vão para o Leste”) Melhor Ator Emilio Barreto (“Guaraní”) Melhor Roteiro Luis Zorraquín e Simón Franco (“Guaraní”) Melhor Fotografia Andrés Garcés (“Sin Norte”) Melhor Filme – Júri Popular “Esteros”, de Papu Curotto Melhor Filme – Júri da Crítica “Sin Norte”, de Fernando Lavanderos Prêmio Especial do Júri “Esteros”, pela direção delicada e inteligente da história de amor dos atores mirins. CURTAS-METRAGENS BRASILEIROS Melhor Filme “Rosinha”, de Gui Campos Melhor Direção Felipe Saleme (“Aqueles Cinco Segundos”) Melhor Atriz Luciana Paes (“Aqueles Cinco Segundos”) Melhor Ator Allan Souza Lima (“O Que Teria Acontecido ou Não Naquela Calma e Misteriosa Tarde de Domingo no Jardim Zoológico”) Melhor Roteiro Gui Campos (“Rosinha”) Melhor Fotografia Bruno Polidoro (“Horas”) Melhor Montagem André Francioli (“Memória da Pedra”) Melhor Trilha Musical Kito Siqueira (“Super Oldboy”) Melhor Direção de Arte Camila Vieira (“Deusa”) Melhor Desenho de Som Jeferson Mandú (“O Ex-Mágico”) Melhor Filme – Júri Popular “Super Oldboy”, de Eliane Coster Melhor Filme – Júri da Crítica “Lúcida”, de Fabio Rodrigo e Caroline Neves Prêmio Especial do Júri Elke Maravilha (“Super Oldboy”) e Maria Alice Vergueiro (“Rosinha”), pela contribuição artística de ambas Prêmio Aquisição Canal Brasil “Rosinha”, de Gui Campos

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    É Fada: Estreia de Kéfera Buchmann no cinema ganha poster, fotos e primeiro trailer

    2 de agosto de 2016 /

    A Imagem Filmes divulgou duas fotos, o pôster e o primeiro trailer de “É Fada”, comédia que marca a estreia da celebridade do YouTube Kéfera Buchmann no cinema. A prévia mostra que ela já começa como protagonista, no papel de uma fada madrinha bastante folgada, que tenta transformar uma adolescente sem graça (Klara Castanho, da novela “Além do Tempo”) numa Cinderela brasileira. Certos detalhes parecem um pouco adultos para o contexto, o que tende a diferenciar o filme de uma produção da Xuxa e aproximá-lo da leva besteirol recente. Entre apelações e mensagens equivocadas – aparência e popularidade são tudo, ensina Kéfera nos minutos exibidos, o que faz sentido para quem vive de aparecer e ser popular – , sobram algumas boas piadas. O filme é uma adaptação do livro “Uma Fada Veio Me Visitar”, de Thalita Rebouças, com direção de Cris D’Amato, responsável pela franquia “S.O.S – Mulheres ao Mar”, e produção de Daniel Filho, o diretor da franquia “Se Eu Fosse Você”. A estreia está marcada para 6 de outubro nos cinemas brasileiros.

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    Kéfera Buchmann divulga primeira foto de sua estreia no cinema

    1 de agosto de 2016 /

    A celebridade do YouTube Kéfera Buchmann divulgou em seu Instagram a primeira imagem de “É Fada”, comédia que marca sua estreia no cinema, com direção de Cris D’Amato, responsável pela franquia “S.O.S – Mulheres ao Mar”, e produção de Daniel Filho. Sua personagem será Geraldine, uma fada atrapalhada e tagarela, que precisa ajudar uma garota que não acredita em magia – papel de Klara Castanho (a vilã mirim da novela “Viver a Vida”). Detalhe: o figurino de fada inclui sapatinhos com asas. Adaptação do livro “Uma Fada Veio Me Visitar”, de Thalita Rebouças, o longa chega nos cinemas dia 6 de outubro de 2016. Além deste longa, Kéfera também está no elenco de “Filme pra Internet”, produção que irá reunir outros vloguers brasileiros famosos, como Christian Figueiredo e Whindersson Nunes.

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    O Roubo da Taça: Trailer de comédia premiada revela destino tragicômico da Taça Jules Rimet

    29 de julho de 2016 /

    A comédia de época “O Roubo da Taça”, de Caito Ortiz (“Estação Liberdade”), ganhou seu primeiro trailer. Diferente da onda besteirol que infantiliza o humor nacional, a prévia explora, com humor negro e cinismo, o roubo verídico da Taça Jules Rimet, conquistada pela seleção brasileira de futebol no tricampeonato da Copa de 1970. O roteiro do próprio Ortiz e Lusa Silvestre (“Mundo Cão”) não inventa o crime absurdo, mas cria personagens fictícios e uma narrativa tragicômica para mostrar como o assalto foi realizado de forma extremamente fácil por criminosos amadores. Puxando um pouco para a caricatura, a trama acompanha um corretor de seguros endividado que, para pagar dívidas, consegue roubar sem muitas dificuldades a estatueta de ouro dos cofres da CBF. O problema é que, depois, nenhum atravessador quer ficar com a Taça. Um dos detalhes que chama atenção na produção é que ela não é estrelada por galãs ou humoristas da TV, trazendo como rosto mais conhecido a atriz Taís Araújo (série “Mister Brau”). Por conta disso, é ela quem assume o primeiro plano do pôster oficial, mesmo sendo coadjuvante na trama. O elenco inclui Paulo Tiefenthaler (“Trinta”), Danilo Grangheia (“O Que Se Move”), Leandro Firmino (“Cidade de Deus”), Mr. Catra (“Quase Dois Irmãos”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Stepan Nercessian (“Os Penetras”). Premiado nos EUA, como Melhor Filme da seção Visions do Festival SXSW, “O Roubo da Taça” terá sua première nacional no Festival de Gramado, que acontece entre 26 de agosto a 3 de setembro na Serra Gaúcha. A estreia comercial nos cinemas está marcada para 8 de setembro.

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    Um Namorado para Minha Mulher: “Chatice” de Ingrid Guimarães é o melhor do trailer de novo besteirol

    27 de julho de 2016 /

    A Paris Filmes divulgou cinco fotos, o pôster e o trailer de mais um besteirol brasileiro, “Um Namorado para Minha Mulher”. A trama gira em torna de uma ideia típica de comédia brasileira. Ou seja, algo que ninguém jamais faria na vida real. Cansado da mulher chata, o personagem de Caco Ciocler (“Disparos”) decide contratar um homem para conquistá-la e assim conseguir a separação. Mas se arrepende. O problema é que o sedutor exótico (Domingos Montagner, de “Gonzaga: De Pai para Filho”) se apaixona pela mulher do “corno”. A prévia só não é totalmente ridícula por conta da atriz Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”), que para encarnar o clichê da mulher chata assume um mau-humor espirituoso, inteligente e divertidíssimo, que vê defeito em tudo e não suporta lugares comuns. Em outras palavras, ela parece crítica de cinema. Com direção de Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena” duas vezes – o filme e a continuação), que também escreveu o roteiro em parceria com Lusa Silvestre (“E Aí… Comeu?”), a comédia estreia em 1 de setembro.

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    Estreias: Tarzan é o rei dos cinemas neste fim de semana

    21 de julho de 2016 /

    Tarzan volta às selvas com grande orçamento e inúmeros efeitos visuais, no maior lançamento desta quinta (21/7) no Brasil. Acompanhado pelo ator Alexander Skarsgård (série “True Blood”), que veio ao país para entrevistas e première, “A Lenda de Tarzan” chega em 840 salas, incluindo 555 telas 3D e todo o circuito IMAX (12 salas). Com direção de David Yates, responsável pelos quatro últimos filmes de “Harry Potter”, o longa custou uma fortuna (US$ 180 milhões), mas teve apenas desempenho modesto nos EUA (levou 18 dias para superar os US$ 100 milhões). A crítica americana não gostou (36% de aprovação no site Rotten Tomatoes), mas o público aprovou (A- no CinemaScore). A Warner agora torce pelo sucesso internacional. A segunda maior estreia é uma comédia nacional. Apesar de ter Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) no elenco, “Entre Idas e Vindas” não é um besteirol ululante. Trata-se de um romance com final e elenco de novela, sobre como Fabio Assunção (novela “Totalmente Demais”) e seu filho vão parar num motor home cheio de mulheres. A direção de José Eduardo Belmonte transmite mais seriedade ao projeto, que visivelmente possui baixo orçamento, mas, por outro lado, os cinéfilos talvez preferissem um trabalho menos ligeiro do grande cineasta brasiliense. Estreia em 283 salas. A melhor comédia da semana, na verdade, é americana: “Dois Caras Legais“, do cineasta Shane Black (“Homem de Ferro 3”). Passada nos anos 1970, com figurino, música e recriação até do espírito dos filmes da época, traz Russel Crowe (“Noé”) e Ryan Gosling (“A Grande Aposta”) como detetives investigando o sequestro de uma jovem em plena era das discotecas. Hilário, o filme tem 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, feito raríssimo para comédias. Ocupa 215 salas. Em contraste, o principal lançamento da semana é restrito a 46 salas – sendo 12 CEUs, do circuito SPCine na capital paulista. Trata-se do novo drama de Anna Muylaert, diretora do aclamado “Que Horas Ela Volta?” (2015). Com tema diferente, mas núcleo similar, de mãe, filho e deslocamento da representação do lar, “Mãe Só Há Uma” parte de uma história real para contar a história de um adolescente que descobre ter sido roubado na maternidade e que, após tratar a ladra como mãe por toda a vida, precisa se readequar à família biológica. Para complicar, ele também atravessa crise de identidade sexual. O filme destaca o estreante Naomi Nero (sobrinho de Alexandre Nero) como protagonista, uma grata revelação com futuro brilhante, além de Daniela Nefussi (“É Proibido Fumar”) em dois papéis, como as mães (de criação e biológica) do menino, num artifício que visa destacar a confusão criada na cabeça do rapaz. Filmaço para poucos. O circuito limitado também recebe o drama francês “Chocolate” em 55 salas, mostrando Omar Sy (“Intocáveis”) como o primeiro palhaço negro de circo da França, no século 19. Em 32 salas, “Life – Um Retrato de James Dean”, traz Robert Pattinson (“Mapa para as Estrelas”) como o fotógrafo que ajudou a criar a aura de mito que acompanhou a curta carreira do astro de “Juventude Transviada” (1955). Por fim, a comédia espanhola “Um Dia Perfeito” mostra seu humor negro em quatro salas, com Benício Del Toro (“Sicario”) liderando um grupo de agentes humanitários em meio a uma zona de conflito armado.

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    Os Penetras 2: Pôsteres da comédia brasileira satirizam cartazes de sucessos americanos

    16 de julho de 2016 /

    A Universal divulgou um coleção de pôsteres da comédia nacional “Os Penetras – Quem Dá Mais?”, que recriam nove cartazes de sucessos do cinema americano. Ao contrário da execução mais focada de, por exemplo, “Inatividade Paranormal”, cuja divulgação satirizava pôsteres de terrores recentes, a seleção penetrada pelos atores brasileiros é totalmente aleatória, abrangendo desde produções dos anos 1990, como “Ace Ventura 2 – Um Maluco na África” (1995) e “Forrest Gump: O Contador de Histórias” (1994), até lançamentos deste ano, como “Warcraft” e “Casamento Grego 2”, recriados com fidelidade, exceto pelas caretas. A continuação traz de volta os protagonistas do primeiro longa. Além dos penetras do título, os comediantes televisivos Marcelo Adnet e Eduardo Sterblitch, isto também inclui Stepan Nercessian, a russa Elena Sopova e Mariana Ximenes, atriz que poderá ser vista em nada menos que sete filmes em 2016! Entre as novidades do elenco, destaca-se Danton Mello, em seu sexto besteirol consecutivo. A direção é novamente de Andrucha Waddington, que antes de submergir na onda besteirol do cinema brasileiro, tinha uma carreira promissora, com dramas premiados em festivais internacionais. A estreia está marcada para 19 de janeiro. Veja também o trailer anteriormente divulgado

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    Luana Piovani e Marco Luque serão casal em comédia do diretor de Bruna Surfistinha

    9 de julho de 2016 /

    Luana Piovani e Marco Luque viverão um casal em novo besteirol brasileiro, intitulado “O Homem Perfeito”. Não há mais detalhes sobre a trama, que foi escrita por Tati Bernardi e Patrícia Corso, dupla de “Qualquer Gato Vira-Lata” (2011) e “Meu Passado Me Condena” (2013). O longa terá direção de Marcus Baldini, que trabalhou com Patricia Corso nos sucessos de bilheteria “Bruna Surfistinha” (2011) e “Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!” (2014). O início das filmagens está marcado para agosto, em São Paulo, mas ainda não há previsão para a estreia.

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    YouTubers famosos do Brasil vão se juntar numa comédia para o cinema

    6 de julho de 2016 /

    Sucesso no YouTube garante boa bilheteria? O desempenho de estreia do filme “Porta dos Fundos: Contrato Vitalício” parece indicar que não. Mesmo assim, uma produção vai apostar no filão, juntando uma turma de vloguers, como Kéfera Buchmann, Christian Figueiredo e Whindersson Nunes, recordistas de visualização do YouTube no Brasil, com o comediante televisivo Rafinha Bastos. A ironia do projeto passa pelo título. A comédia para o cinema tem como título provisório “Filme pra Internet”. O longa é uma produção da Paris Filmes e será dirigido por Filippo Capuzzi Lapietra, que estreia em longa-metragem. Não há detalhes da trama, mas o lançamento está marcado para 23 de fevereiro. Antes disso, Kéfera e Nunes vão estrelar outros projetos de cinema. Ela será protagonista da comédia “É Fada”, dirigida por Cris D’Amato (“S.O.S.: Mulheres ao Mar”) e com lançamento previsto para outubro, enquanto ele estreia como dublador na animação “A Era do Gelo: Big Bang”, que estreia nesta quinta (7/7).

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    Filme do Porta dos Fundos é engolido por Dory nas bilheterias

    6 de julho de 2016 /

    “Procurando Dory” confirmou no Brasil seu sucesso internacional, arrecadando R$ 23,8 milhões em seu primeiro final de semana no país. O valor é recorde. Trata-se da maior bilheteria de estreia de uma animação no país, superando a marca anterior de “Minions” (2015). Além disso, o longa da Disney/Pixar também levou público recorde aos cinemas, cerca de 1,4 milhão de pessoas. Já o primeiro filme do canal do YouTube “Porta dos Fundos” teve um lançamento modesto, abaixo da expectativa. A comédia “Contrato Vitalício” era a segunda maior estreia da semana, mas rendeu bem menos que filmes que já estavam em cartaz, abrindo com R$ 2,7 milhões em 4º lugar – atrás ainda “Como Eu Era Antes De Você” (R$ 6,9 milhões) e “Independence Day: O Ressurgimento” (R$ 5,5 milhões), remanescentes de semanas passadas. Um detalhe curioso é que a versão nacional de “Procurando Dory” tem entre seus dubladores Antonio Tabet, integrante do “Porta dos Fundos”. Ao todo, o filme do “Porta dos Fundos” levou 178 mil pessoas aos cinemas. Na véspera, alguns sites previram que seria a maior bilheteria brasileira do ano. Mas apenas uma comédia nacional estourou as bilheterias em 2016, “Um Suburbano Sortudo”, ao contrário do que vinha sendo regra até o ano passado.

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    A Comédia Divina: Trailer de novo besteirol traz Murilo Rosa como o diabo

    5 de julho de 2016 /

    Se Deus é brasileiro, o inferno fica em São Paulo. Ao menos, a capital paulista serve de cenário para “A Comédia Divina”, novo besteirol brasileiro, que teve seu pôster e trailer divulgados. A prévia resume o samba enredo, mostrando como o diabo, vivido por Murilo Rosa (“Área Q”), resolve melhorar sua imagem com o projeto de abrir sua igreja na Terra e ocupar um canal de TV para conquistar mais fiéis. Para isso, conta com a ajuda de uma repórter ambiciosa, vivida por Monica Iozzi (“Superpai”). Completa a alegoria Zezé Motta (a eterna “Chica da Silva”) no papel de Deus. Primeira comédia de Toni Venturi, que até então tinha feito só filmes sérios como “Cabra-Cega” (2004) e “Estamos Juntos” (2011), além de documentários premiados, “A Comédia Divina” não tem relação com “A Divina Comédia” de Dante Alighieri, mas com outra obra literária, o conto de Machado de Assis “A Igreja do Diabo”, atualizado para os dias de hoje – embora a “atualização” ignore que a Igreja do Diabo já existe há bastante tempo na vida real, fundada em 1966 em Nova York. O elenco traz ainda Thiago Mendonça (“Somos Tão Jovens”), Juliana Alves (“Made in China”), Dalton Vigh (“Meu Amigo Hindu”), Thogun Teixeira (“O Escaravelho do Diabo”) e Débora Duboc (“Estamos Juntos”), entre outros. “A Comédia Divina” é uma produção da Olhar Imaginário e Aurora Filmes, em coprodução com a Globo Filmes. A distribuição é da Imagem Filmes e a estreia está prevista para setembro.

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    Novela Cheias de Charme será reprisada na véspera de virar filme

    5 de julho de 2016 /

    A Globo descobriu a força da sinergia e programou uma reprise da novela “Cheias de Charme”, sucesso da faixa das 19h em 2012, para após as Olimpíadas do Rio, em setembro, dentro do “Vale a Pena Ver de Novo”. No embalo, o elenco original foi às redes sociais celebrar a notícia. E não é para menos. Afinal, o núcleo central está retomando as mesmas personagens da novela num filme atualmente em desenvolvimento, numa coprodução da Globo Filmes. O marketing, claro, já começa a mostrar serviço com o encaixe da reprise. O filme foi anunciado há exatamente um ano e voltará a reunir Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), Taís Araújo (série “O Dentista Mascarado”), Isabelle Drummond (novela “Geração Brasil”), Claudia Abreu (“Rio, Eu Te Amo”), Ricardo Tozzi (novela “Amor à Vida”) e Humberto Carrão (novela “Sangue Bom”). “A quadrilha estará completa nas filmagens!”, postou Leandra há exatamente em julho de 2015 em seu Instagram. As filmagens têm direção de José Henrique Fonseca, que já comandou bons dramas, como “O Homem do Ano” (2003) e “Heleno” (2011), além de episódios da série criminal “Mandrake”. Para completar, ele é casado com uma das estrelas da novela, a atriz Claudia Abreu. Criada por Izabel de Oliveira e Filipe Miguez, a trama da novela acompanhava as três domésticas vivida por Taís, Leandra e Drummond, que, cansadas da vida dura, resolvem formar um grupo musical. Claudia Abreu interpretava uma cantora brega decadente que foi patroa de duas delas. E Ricardo Tozzi vivia um ídolo brega que Leandra idolatrava. A repercussão foi tanta que “as personagens” até gravaram discos, fizeram shows, escreveram livros e viraram brinquedos. Em breve, terão também um filme para recomeçar o ciclo. A data de estreia do longa-metragem só deve ser divulgada após o retorno da novela à televisão.

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    Procurando Dory estreia no Brasil em mais de mil salas

    30 de junho de 2016 /

    “Procurando Dory” é o blockbuster da semana. A animação da Disney/Pixar estreia nesta quinta (30/6) em 1.106 telas, sendo 692 em 3D e 12 do circuito IMAX. Após ajudar no reencontro entre Nemo e seu pai em “Procurando Nemo” (2003), Dory decide buscar sua própria família e, em sua jornada, acaba nas perigosas mãos de humanos. No meio do caminho, já bateu recordes, tornando-se a maior estreia de uma produção animada nos EUA, com nada menos que 94% de aprovação da crítica, no levantamento do site Rotten Tomatoes. A comédia brasileira “Porta dos Fundos – Contrato Vitalício” é a segunda maior estreia da semana, chegando a 515 salas para mostrar que as distribuidoras nacionais ainda acreditam na viabilidade comercial do besteirol. Com direção de Ian SBF (“Entre Abelhas”) e roteiro de Fábio Porchat e Gabriel Esteves (série “O Grande Gonzalez”), o primeiro longa com o nome do canal do YouTube Porta dos Fundos tem premissa mais intrigante que sua realização. A trama gira em torno de um ator (Porchat) que, entusiasmado com a vitória de um amigo diretor (Gregório Duvivier) num festival internacional de cinema, assina um contrato vitalício para participar de todos os seus filmes. Mas o diretor some naquela mesma noite e, ao voltar dez anos depois dizendo que foi abduzido por “alienígenas do centro da Terra”, quer transformar a saga de seu sumiço num longa. A esta altura, o ator já é famoso e busca saídas para evitar cumprir o contrato que pode acabar com sua carreira. Com metade das salas de cinema de todo o país ocupada por esses dois lançamentos, sobraram uma dúzia telas para as demais estreias. A maior delas abrange 7 salas, espalhadas por quatro capitais, enquanto as demais lutam por salas em São Paulo e no Rio. O maior entre os pequenos é o italiano “Incompreendida”, terceiro longa dirigido pela atriz Asia Argento (“Triplo X”), filha do lendário cineasta Dario Argento (“Suspiria”), que se baseou em memórias de sua juventude para contar a história de uma adolescente que se rebela contra a família no ambiente boêmio dos anos 1980. Sua amiga Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) interpreta a mãe. E, além de dirigir, Asia ainda escreveu o roteiro com Barbara Alberti (“Um Sonho de Amor”) e compôs a trilha sonora (tocada por integrantes da banda Locust). Completam a programação de estreias dois documentários brasileiros, “A Morte de J.P. Cuenca”, que investiga o roubo da identidade do escritor João Paulo Cuenca, com direção do próprio, e “Futuro Junho”, que acompanha as manifestações na véspera da Copa do Mundo de 2014 em São Paulo e rendeu à cineasta Maria Augusta Ramos (“Juízo”) o troféu de Melhor Direção no Festival do Rio. Além destes filmes, dois lançamentos da semana passada ampliam seu circuito: a coprodução Brasil-Portugal “Estive em Lisboa e Lembrei de Você” chega a oito telas em sete cidades diferentes, e o francês “Nós ou Nada em Paris” alcança 15 salas no país.

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