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  • Filme

    Guia da Pipoca: “Toy Story 5” é o principal lançamento de cinema

    18 de junho de 2026 /

    Animação da Disney/Pixar domina o circuito cinematográfico em semana de poucos lançamentos, entre eles duas produções brasileiras sobre adolescentes

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  • Filme

    Atriz de “Sabrina” estrela comédia romântica na Max. Veja o trailer

    31 de outubro de 2024 /

    "Sweethearts" traz dois melhores amigos planejando romper com seus namorados numa festa de Ação de Graças

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  • Série

    Última temporada de “Eu Nunca” ganha trailer e data de estreia

    13 de abril de 2023 /

    A Netflix divulgou nesta quinta-feira (13/4) o trailer da 4ª e última temporada de “Eu Nunca”. A despedida da comédia adolescente vai acompanhar a jornada de Devi Vishwakumar (Maitreyi Ramakrishnan) e seus amigos no último ano do ensino médio, além de apresentar um novo interesse romântico da protagonista. Com a narração de John McEnroe (ex-tenista que narra a série na versão original), o trailer leva os espectadores de volta aos “altos e baixos” das três temporadas anteriores para a Devi e seus amigos. A prévia oferece uma série de vislumbres rápidos da temporada, incluindo a presença de um novo personagem, o skatista Ethan (Michael Cimino, de “Com Amor, Victor”), que aparece tirando a camisa e quase beijando Devi. Na 3ª temporada, enquanto Paxton (Darren Barnet) vai para a faculdade, Devi e Ben se aproximam, com Devi aparecendo na porta de Ben (Jaren Lewison) com uma oferta ousada. Na prévia e nas primeiras imagens dos episódios inéditos, Devi e Ben ainda aparecem passando um tempo juntos. Mas ela também tem um pequeno momento com Paxton, quando ele retorna à série. A quarta temporada da série de Mindy Kaling (“Projeto Mindy”) e Lang Fisher (“Brooklyn nine-nine”) está programada para estrear com 10 episódios em 8 de junho.

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  • Filme

    “Mixtape” ganha título nacional e trailer legendado da Netflix

    27 de novembro de 2021 /

    A Netflix divulgou a versão legendada do trailer de “Mixtape”, comédia dramática passada nos anos 1990 que recebeu o título nacional de “A Fita Cassete”, num caso típico em que era melhor ter mantido o nome original. O filme segue uma adolescente tímida e ignorada, que descobre uma mixtape antiga de seus pais falecidos. Ao acidentalmente destruir a fita, ela decide encontrar cada música obscura listada na fita k7. A jornada a leva se aproximar da garota rebelde da escola, que a convence que não basta ouvir as músicas, é preciso viver o que elas pregam. Logo, elas formam uma banda, com maquiagem gliter exagerada e se achando tão grunge quanto os Titãs na época. É uma história adolescente divertida, que tipicamente erra referências como costumam acontecer nos filmes adolescentes sobre outras gerações. Para deixar clara a confusão, a trilha que toca no trailer vai do hair metal de Blues Saraceno ao punk quase indie de Girls at Our Best, o que revela que os pais da garota tinham gosto ecletíssimo ou que os produtores são jovens demais para lembrar que as duas tribos musicais não se suportavam. A atriz Gemma Brooke Allen, que viveu a versão criança de Mary Elizabeth Winstead em “Kate”, tem o papel principal, e o elenco também destaca Julie Bowen (“Modern Family”) como sua vó incrivelmente jovem, Audrey Hsieh (“Here Today”) como sua melhor amiga, a estreante Olga Petsa como a rebelde da escola e Nick Thune (“Love Life”) como um vendedor de loja de discos. A nostalgia de “Mixtape” chega ao streaming em 3 de dezembro.

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  • Filme

    Mixtape: Garota forma banda de rock em trailer de comédia adolescente

    11 de novembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Mixtape”, comédia dramática passada nos anos 1990 que mostra como uma adolescente tímida e ignorada descobre uma mixtape antiga de seus pais falecidos e se transforma em integrante de uma banda de rock com dois coques no cabelo, maquiagem gliter exagerada e se achando a maior grunge do mundo. A trama segue a menina após ela acidentalmente destruir uma mixtape que pertencia à sua mãe e decidir encontrar cada música obscura listada na fita k7. A jornada a leva se aproximar da garota rebelde da escola, que a convence que não basta ouvir as músicas, é preciso viver o que elas pregam. Logo, elas formam uma banda. É uma história adolescente divertida, que tipicamente erra todas as referências de época como costumava acontecer nos filmes da própria época. Para deixar clara a confusão, a trilha que toca no trailer vai do hair metal de Blues Saraceno ao punk quase indie de Girls at Our Best, o que revela que os pais da garota tinham gosto eclético ou que os produtores são jovens demais para lembrar que as duas tribos musicais não se suportavam. A atriz Gemma Brooke Allen, que viveu a versão criança de Mary Elizabeth Winstead em “Kate”, tem o papel principal. O elenco também destaca Julie Bowen (“Moderna Family”) como sua vó incrivelmente jovem, Audrey Hsieh (“Here Today”) como sua melhor amiga, a estreante Olga Petsa como a rebelde da escola e Nick Thune (“Love Life”) como um vendedor de loja de discos. A nostalgia de “Mixtape” chega ao streaming em 3 de dezembro.

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  • Filme

    Netflix incentiva detratores a verem Lindinhas

    11 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo com bastidores e depoimento da diretora de “Lindinhas” (Cuties/Mignonnes), filme que a própria Netflix polemizou por vacilo de seu marketing. No vídeo, Maïmouna Doucouré, que também escreveu o filme, explica sua intenção com a obra e como se inspirou em sua própria história, em meio ao fogo-cruzado que vem se abatendo sobre ela na internet. Maïmouna Doucouré foi uma das primeiras mulheres negras a vencer o prêmio de Melhor Direção no Festival de Sundance e recebeu elogios rasgados da crítica internacional por seu trabalho – 88% de aprovação no Rotten Tomatoes – , mas por um equívoco calamitoso da Netflix acabou virando alvo de uma guerra cultural. Um cartaz da plataforma sensualizou as personagens pré-adolescentes da produção e deu outro sentido à obra. A Netflix assumiu o erro e pediu desculpas. Mas isso não arrefeceu campanhas ativas contra a produção na internet, que incentivam quem não o viu a dar “dislikes” e notas baixas em sites como o Rotten Tomatoes, IMDb e Metacritic, além de difundir hashtags pedindo boicotes. A diretora contou que tem recebido até ameaças de morte. Além do vídeo com a diretora, a Netflix também emitiu um novo comunicado junto com o lançamento, que aconteceu nesta sexta (11/9), incentivando os detratores a perceberem que o filme se preocupa com as mesmas coisas que os escandalizam. “‘Cuties’ é uma crítica social à sexualização de crianças. É um filme premiado, com uma história poderosa sobre a pressão que jovens meninas sofrem das redes sociais e da sociedade em geral enquanto crescem – e encorajamos qualquer pessoa que se importa com este tema fundamental a assistir ao filme”, diz o texto oficial. Por curiosidade, o filme acabou sendo lançado no Brasil com o título original, “Mignonnes” em francês, após toda a confusão. Mas durante a divulgação inicial, ele ficou conhecido como “Lindinhas” no país. Mudar o título não muda o filme, só mostra que o marketing da Netflix não funciona mesmo como deveria.

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    Diretora de Lindinhas diz ter recebido ameaças de morte por causa do pôster da Netflix

    6 de setembro de 2020 /

    A diretora de “Lindinhas” (Cuties), a francesa Maïmouna Doucouré, diz que recebeu ameaças de morte depois que a Netflix divulgou um pôster americano, que sexualizou as meninas do filme. Em entrevista ao site Deadline, ela contou que só soube do pôster quando ele começou a circular nas redes sociais, acompanhado de mensagens de ódio. “Recebi inúmeros ataques de pessoas que não tinham visto o filme, que pensavam que eu estava realmente fazendo um filme que promovia a hiper-sexualização de crianças”, disse ela. “Tivemos várias discussões depois que isso aconteceu. A Netflix pediu desculpas publicamente e também pessoalmente a mim.” A Netflix realmente divulgou um comunicado em que se desculpou pelo marketing inadequado, mas Doucouré disse que também recebeu uma ligação de Ted Sarandos, o chefão de conteúdo da empresa, pedindo desculpas pessoalmente a ela. Tudo o que aconteceu acabou causando um impacto na cineasta, que não tinha como prever a situação. Quando estreou no Festival de Sundance no início deste ano, “Lindinhas” só recebeu amor e mensagens positivas da crítica, pela forma como abordava temas complexos de forma emotiva e delicada. E Maïmouna Doucouré saiu do festival americano com o troféu de Melhor Direção. “As coisas aconteceram muito rápido porque, após os atrasos, eu estava totalmente concentrada no lançamento do filme na França. Eu descobri o pôster ao mesmo tempo que o público americano”, disse Doucouré ao Deadline. “Foi uma experiência estranha. Eu não tinha visto o pôster até começar a receber todas essas reações nas redes sociais, mensagens diretas de pessoas, ataques a mim. Eu não entendia o que estava acontecendo. Foi quando fui atrás e vi como era o pôster.” No cartaz americano, as quatro garotas principais da produção apareciam em poses sugestivas, em trajes de dança reveladores. A imagem incômoda, chamada de “nojenta” na internet, também era um grande contraste com o pôster francês, que trazia as meninas brincando, enquanto correm pelas ruas. O contraste é gritante e se deve à forma como o marketing americano aderiu justamente àquilo que o filme critica. A produção francesa retrata o esforço de uma pré-adolescente para se integrar com a turma de garotas legais da sua escola para disputar um concurso de dança. O que diferencia a trama das produções similares americanas é que a protagonista é uma menina negra muçulmana de 11 anos, criada numa família de imigrantes senegaleses no bairro mais pobre de Paris, que se encanta com uma vizinha moderna da sua idade. O grupo de meninas a que ela se junta contrasta fortemente com os valores tradicionais de sua mãe, e ela logo se dá conta de sua própria sensualidade através da dança. Com isso, o filme também aborda a hiper-sexualização das garotas pré-adolescentes nos dias de hoje, mas não da forma como o pôster sugeria. Doucouré afirma que “Lindinhas” aborda as pressões das redes sociais sobre as mulheres jovens e que todos poderão perceber sua verdadeira intenção ao assisti-lo. “O amor e a autoestima são construídos por meio de curtidas e seguidores. O que acontece é que as meninas veem imagens de mulheres sendo objetificadas, e quanto mais a mulher se torna um objeto, mais seguidores e likes ela tem – elas veem isso como um modelo e tentam imitar essas mulheres, mas não têm idade suficiente para sabem o que estão fazendo”, comentou. A cineasta mencionou que, após o desastre, nem todas as manifestações em torno do filme desejavam sua morte. Ela recebeu mensagens positivas de quem já tinha visto a produção, que foi exibida também no Festival de Berlim, além de apoio do governo francês. Ela contou que “Lindinhas” impressionou o governo de seu país e será usado como uma ferramenta educacional na França. Tessa Thompson, que interpreta a heroína Valquíria nos filmes da Marvel, foi uma das estrelas que se posicionou ao lado da cineasta, dizendo-se “decepcionada ao ver como o marketing posicionou” o filme. “Eu entendo a reação de todos, mas não tem relação com o filme que vi”, escreveu a atriz nas redes sociais. “‘Lindinhas’ é um filme lindo, que me destruiu no Festival de Sundance. Ele representa uma nova voz na direção. Ela é uma mulher negra senegalesa-francesa extraindo suas próprias experiências”, completou. “Eu realmente coloquei meu coração neste filme. Na verdade, é a minha história pessoal e também a história de muitas crianças que precisam navegar entre uma cultura ocidental liberal e uma cultura conservadora em seus lares”, concordou Doucouré, que de fato é descendente de senegaleses. “Esperamos que entendam que estamos realmente do mesmo lado desta batalha. Se juntarmos forças, poderemos fazer uma grande mudança neste mundo que hiper-sexualiza as crianças”, a cineasta concluiu. O filme estreia na quarta-feira (9/9) em streaming. Compare os cartazes franceses e americanos abaixo.

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    Lindinhas: Netflix pede desculpas por arte inadequada e muda marketing do filme

    20 de agosto de 2020 /

    A Netflix vai refazer a campanha de marketing de “Lindinhas” (Cuties), após as reações negativas despertadas pela arte inicial. Diversas manifestações nas redes sociais reclamaram que o material original promovia a sexualização das protagonistas, um grupo de meninas de 11 anos de idade que fazem parte de um grupo de dança. “Pedimos desculpas pela arte inadequada que usamos para o filme ‘Lindinhas’. Não estava certo, nem representava este filme francês que ganhou um prêmio no Festival de Sundance. Estamos trabalhando para atualizar as imagens e a descrição do filme”, disse a Netflix em nota oficial. A plataforma também tirou as fotos e o pôster originalmente divulgados em sua plataforma de imprensa, mantendo apenas uma imagem, que ilustra este post. Para ver a arte considerada polêmica, confira aqui. Mas antes mesmo da divulgação do cartaz, o filme já vinha sendo bombardeado com notas negativas no IMDb. No caso, devido ao tema. Vale observar que essa reação não reflete a opinião da crítica, que é bastante positiva em relação ao filme e sua abordagem de temas complexos, considerada emotiva e delicada. A produção é francesa e retrata o esforço de uma pré-adolescente para se integrar com a turma de garotas legais da sua escola para disputar um concurso de dança. Dita assim, a premissa parece uma comédia teen típica, mas há muitas diferenças em relação às produções americanas. A começar pela protagonista, uma menina negra muçulmana de 11 anos, criada numa família de imigrantes senegaleses no bairro mais pobre de Paris, que se encanta com a vizinha moderna da sua idade. O grupo de meninas a que ela se junta contrasta fortemente com os valores tradicionais de sua mãe, e ela logo se dá conta de sua própria sensualidade através da dança. Com isso, o filme também aborda a hiper sexualização das garotas pré-adolescentes nos dias de hoje. “Cuties” teve première no Festival de Sundance, no começo do ano, onde a diretora e roteirista Maïmouna Doucouré levou o troféu de Melhor Direção. A estreia vai acontecer em 9 de setembro em streaming. Aproveite e confira o trailer abaixo.

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    Lindinhas: Filme adolescente premiado ganha trailer e vira alvo de campanha de ódio

    18 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “Lindinhas” (Cuties), por enquanto disponível apenas com legendas em inglês. A produção é francesa e retrata o esforço de uma pré-adolescente para se integrar com a turma de garotas legais da sua escola para disputar um concurso de dança. Dita assim, a premissa parece uma comédia teen típica, mas há muitas diferenças em relação às produções americanas. A começar pela protagonista, uma menina negra muçulmana de 11 anos, criada numa família de imigrantes senegaleses no bairro mais pobre de Paris, que se encanta com a vizinha moderna da sua idade. O grupo de meninas a que ela se junta contrasta fortemente com os valores tradicionais de sua mãe, e ela logo se dá conta de sua própria sensualidade através da dança. Com isso, o filme também aborda a hiper sexualização das garotas pré-adolescentes nos dias de hoje. “Cuties” teve première no Festival de Sundance, no começo do ano, onde a diretora e roteirista Maïmouna Doucouré levou o troféu de Melhor Direção. Os críticos aplaudiram (82% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas o tema, inspirado na infância da diretora, causou ira entre os grupos conservadores de ódio que tem bombardeado (sem ter visto) o filme com cotações negativas no IMDb. A arte do pôster tampou ajudou. A Netflix acabou suspendendo o marketing do filme após a divulgação inicial e divulgou uma nota oficial: “Pedimos desculpas pela arte inadequada que usamos para o filme ‘Lindinhas’. Não estava certo, nem representava este filme francês que ganhou um prêmio no Festival de Sundance. Estamos trabalhando para atualizar as imagens e a descrição do filme”. A estreia vai acontecer em 9 de setembro em streaming.

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    Selena Gomez e David Henrie retomam parceria com filme após Feiticeiros de Waverly Place

    10 de agosto de 2020 /

    Os atores Selena Gomez e David Henrie anunciaram seu primeiro projeto juntos desde “Os Feiticeiros de Waverly Place”, série encerrada em 2012, na qual viveram irmãos. A dupla compartilhou posts nas redes sociais sobre seu evolvimento no filme “This Is the Year”. Para começar, não, eles não voltam a contracenar no filme, como fica claro pelo trailer que acompanha o anúncio. “This Is the Year” é, na verdade, a estreia de Henrie como diretor de longa-metragem. Selena é produtora e está ajudando na divulgação. No vídeo em que apresentam “This Is the Year”, os dois convidam o público a participar da première mundial e virtual do longa, acrescentando que estarão presentes ao evento, aberto a todos os quiserem acompanhar, com direito a bate-papo com eles e o elenco da produção, além de incluir um show da lovelytheband. A première virtual está marcada para o dia 28 de agosto. As estrelas da produção são o irmão caçula de David, Lorenzo James Henrie (“Fear the Walking Dead”) e Vanessa Marano (“Switched at Birth”), além dos intérpretes de Mason e Tio Kelbo em “Feiticeiros”, os atores Gregg Sulkin e Jeff Garlin. O filme, que Henrie escreveu com Pepe Portillo (“Little Boy – Além do Impossível”) e Bug Hall (ator de “Os Batutinhas”), segue um aluno nerd do último ano do ensino médio que, em um último esforço para conquistar a garota dos seus sonhos, embarca em uma viagem com seus amigos para ver sua banda favorita no maior festival de música do ano. “Com toda a loucura que está acontecendo no mundo, um filme alegre é exatamente o que precisamos”, diz Selena no vídeo. “Queremos que todos vocês assistam conosco”, acrescentou. Veja o vídeo da apresentação abaixo, postado no YouTube da atriz e cantora. Mais detalhes sobre a exibição de “This Is the Year” devem ser anunciados nos próximos dias.

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    Amy Poehler vai dirigir comédia feminista juvenil para a Netflix

    20 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Amy Poehler pretende se dedicar à carreira de diretora e já definiu seu próximo projeto nesse sentido. Ela vai comandar “Moxie”, comédia feminista juvenil que adapta o livro de mesmo nome, escrito por Jennifer Mathieu, para a Netflix. “Moxie” acompanha uma jovem que descobre que sua mãe fez parte do movimento punk feminista Riot Grrrl. Inspirada pela rebeldia da mãe nos anos 1990, a garota decide começar uma revolução feminista em sua escola. Uma frase elogiosa de Poehler já ilustra a capa do lançamento de “Moxie” nas livrarias. Veja a reprodução abaixo. A estreante Tamara Chestna assinou o roteiro da adaptação e ainda não há uma data de estreia definida para o filme. O lançamento será o segundo longa dirigido por Poehler, que é mais conhecida como atriz da série “Parks & Recreation”. O primeiro, “Wine Country”, será distribuído ainda este ano, também pela Netflix.

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    Vídeo legendado anuncia continuação de A Barraca do Beijo

    14 de fevereiro de 2019 /

    Uma das primeiras comédias românticas adolescentes que viraram febre na Netflix no ano passado, “A Barraca do Beijo” vai ganhar continuação. A plataforma de streaming anunciou a produção da sequência com um vídeo que voltou a reunir Joey King e Joel Courtney, astros do filme original. Veja abaixo. “A Barraca do Beijo” também foi um dos primeiros filmes que a Netflix decidiu chamar publicamente de sucesso. Em junho passado, um mês após seu lançamento em streaming, o diretor de conteúdo da plataforma, Ted Sarandos, proclamou que ele tinha se tornado “um dos filmes mais assistidos atualmente na Netflix americana e possivelmente no mundo”. A produção original contava a história de uma garota (Joey King) que desde criança tinha um grande melhor amigo (Joel Courtney). A amizade só tinha um regra: ela não podia namorar o irmão mais velho dele. Só que o tal irmão (Jacob Elordi) era irresistível e começava a perceber que a amiga chatinha de seu irmão caçula tinha crescido. E quando ela ajuda a organizar a barraca do beijo de um evento para a escola, a “paixonite” é levada a um teste definitivo. Inspirado no livro de Beth Reekles, o filme teve direção e roteiro de Vince Marcello (“Um Vampiro Mentiroso”). E ainda destacava Molly Ringwald (eterna “Garota de Rosa-Shocking”) como a mãe de Joey King. A continuação ainda teve sua data de estreia definida.

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    Trailer de Tudo por um Pop Star mostra o que Maisa Silva, Klara Castanho e Mel Maia fariam por uma boy band

    31 de agosto de 2018 /

    A Downtown e a Globo Filmes divulgaram fotos, pôster e o trailer de “Tudo por um Pop Star”, que explora o segundo filão mais bem-sucedido dos blockbusters nacionais: os filmes para crianças e pré-adolescentes. A trama também é a terceira adaptação cinematográfica de um livro de Thalita Rebouças, escritora especialista neste nicho – já adaptada em “É Fada!” e “Fala Sério, Mãe!”. E traz Maisa Silva (de “Carrossel”) num de seus melhores papéis, ao lado de Klara Castanho (de “É Fada”) e Mel Maia (“Através da Sombra”). A história é uma versão exagerada de fatos plausíveis e comuns na vida de muitos adolescentes. Gira em torno de três colegas de colégio do interior que surtam quando descobrem que sua boy band favorita vai dar show no Rio e todos os ingressos estão esgotados. Logicamente, elas vão fazer tudo para ver os ídolos assim mesmo, desde participar em concurso até apelar para desmaio na frente do hotel em que eles estão hospedados. E pouco importa que os pais tenham proibido a viagem. Não deixa de ser divertido ver o cinema brasileiro voltar aos anos 1980 para recuperar os filmes musicais adolescentes. Só não precisa chegar ao ponto de incluir música brega da época, cantada por Roberto Carlos, na boca do adolescente que faz as menininhas suspirarem – em vocalização chororó-neja pra piorar. Vale lembrar que o repertório de “Cinema Paradiso” foi pensado para outro tipo de público. Mas a música tema, em estilo Kid Abelha, é muito fofa. Foi criada pela própria Thalita e seu “namorido” Daniel Lopes (de “Angie”), e soa bastante como hits da época em que Pop Star era chamado de “Rock Estrela” (1986). Além das três protagonistas, o elenco destaca Felipe Neto (“Totalmente Inocentes”), que interpreta um youtuber fictício, Giovanna Lancellotti (“Entre Abelhas”) como a tiazinha gente boa que entende as menininhas e João Guilherme (de “Fala Sério, Mãe!”) como o principal Menudo dessa geração. Por sinal, a razão dele cantar como sertanejo vem de berço. Ele é filho do cantor Leonardo. A direção é de Bruno Garotti (“Eu Fico Loko”) e a estreia está marcada para 11 de outubro, véspera do Dia das Crianças.

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