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  • Série

    Jason Momoa lidera tribos do Havaí no trailer épico de “Chefe de Guerra”

    11 de julho de 2025 /

    Nova série do Apple TV+ aposta em saga indígena com astro de "Aquaman" no papel do guerreiro Ka‘iana, responsável por unir as ilhas havaianas contra a colonização

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  • Filme

    Scorsese transcende e deixa o cinema mudo com Silêncio

    10 de março de 2017 /

    Martin Scorsese sempre usou de forma deliberada o efeito do silêncio em seus filmes. Muito do que intriga até hoje em “Taxi Driver” (1976) são as cenas silenciosas de Robert De Niro dirigindo e observando Nova York. Famosos também são os silêncios de “Touro Indomável” (1980) – especialmente na cena em que um lutador adversário momentaneamente estuda Jake LaMotta antes de partir para cima dele e demoli-lo. Outra inesquecível acontece em “Os Infiltrados” (2006), no trecho em que Matt Damon descobre o número do celular de Leonardo DiCaprio e liga para checar se o outro se entrega pela voz. A cena dura uns 15 segundos, e ninguém fala ao telefone. Os dois ficam apenas sentindo a presença do outro, e esse pequeno branco na trilha ecoa por todo o filme. Scorsese é chegado nestas brincadeiras sensoriais, mas nunca trabalhou esse efeito de forma tão depurada como faz agora em “Silêncio”. Sequer há uma trilha sonora no filme. O protagonista, o padre Rodriguez (vivido por Andrew Garfield, de “Até o Último Homem”), é testemunha de tantas atrocidades em sua viagem clandestina para o Japão, que passa o filme inteiro pedindo a Deus um sinal de intervenção contra as barbaridades do mundo. E se tortura frente a falta de resposta. As três horas em que o personagem imerge neste conflito de dúvida e crise estão sendo vistas por muitos críticos como um calvário. Pode-se reclamar da autenticidade da cena, afinal os jesuítas portugueses falam o tempo todo em inglês, ou ainda da intolerância com que o Shogun no filme persegue os missionários, afinal a reação nipônica vai justamente contra o interesse europeu de usar os jesuítas para tentar colonizar o Japão. Mas não se trata de um filme com fronteiras bem definidas, a destacar as acusações de maniqueísmo (os japoneses sendo mostrados como algozes e os jesuítas como vítimas). Scorsese nunca trabalha personagens ou questões de forma redutora. É preciso quebrar a superfície das aparências para entender o que o diretor experimenta nesta adaptação do livro de Shusaku Endo. “Silêncio” é um filme de oposição. Evolui na direção exatamente inversa à da Hollywood contemporânea (não à toa, o filme foi ignorado na festa do Oscar). Por vezes, ele nos diz o quanto existe de crença em cada adulto. Outras, enfatiza o quanto pode haver de infantil na fé de cada um. E a medida que o filme evolui, e conforme Andrew Garfield se entrega de corpo e alma a esse estranho padre em que corpo e alma nunca coincidem, o filme passa a se particularizar. Vistos do alto, o bispo e dois jesuítas aparecem como três figuras diminutas, logo numa das primeiras cenas. Depois, o mesmo ocorre quando nos deparamos com os missionários dentro de um barco, sendo açoitados pelas águas do mar com um ponto de vista do céu. A pequenez humana instaura-se plenamente em dois cortes. O curioso é como Scorsese rompe essa estrutura nas cenas seguintes. Começa como uma ideia pequena, mas o diretor sugere que as mínimas dúvidas deste diminuto padre estão crescendo. E elas, de fato, aumentam até tomar um tamanho assombroso. Não são só dúvidas: o medo frente ao vazio e a morte abate o personagem de tal modo, que ele se acovarda e, à certa altura, deixa bem claro que está prestes a desistir da sua missão. É por isso que ele procura tão obsessivamente seu mestre desaparecido (vivido por Liam Neeson, de “Busca Implacável”) em Nagasaki. Em sua busca por uma resposta que não se materializa, nem pelo homem e nem por Deus, ele se afunda numa espécie de embriaguez, que cala cada vez mais fundo. Em estrutura, o filme lembra muito a viagem de Willard (Martin Sheen) na selva asiática de “Apocalypse Now” (1979), o que nos leva a deduzir que este talvez seja o “Coração das Trevas” de Scorsese. A ambição é grande, mas as semelhanças com a ópera de guerra de Francis Ford Coppola param por aí. Scorsese foge o tempo todo do espalhafatoso, da grandiloquência. Cada detalhe é depurado. O roteiro, a composição dos atores, a encenação. A forma como o diretor trabalha com os espaços intriga. Amplos, em princípio, gradativamente vão encolhendo no decorrer da projeção, até o personagem ficar encerrado numa cela diminuta. Há, aliás, os espaços físicos e, também, os psicológicos. De repente, o espectador precisa lidar com diversos ambientes ulteriores: espaços que repercutem em outros espaços; situações que invadem outras e mudam nossas percepções, situações anteriores e comportamentos que acreditávamos já entender ou conhecer por completo. De certo, olhando de longe há carrascos e vítimas em cena, mas aproximando-se um pouco mais, existe uma questão filosófica um pouco mais sutil sobre a dimensão do que é visto e do que transcende essa condição. É antes de tudo o mistério do ser e do crer que Scorsese consegue com êxito captar na sua complexidade. Cada um porta em si uma parte indefinível de luz e de sombra, a exemplo do personagem encarnado por um Andrew Garfield magistral: sua inocência, seu sofrimento, sua estupidez o tornam demasiado humano. Curioso também como as diferenças entre a cultura ocidental e oriental, que antes são mostradas como imensas, a certa altura se unem e quase parecem indistinguíveis. Antes de morrer, um velho japonês diz ao jesuíta que soube lhe estender a mão: “Eu estou em ti, tu estás em mim… Nós estamos juntos…” Em essência, no filme, a terra fica cada vez mais escura, o céu mais sombrio e os ditames políticos parecem cada vez mais opressivos, mas alguma coisa misteriosa, no íntimo, continua a ser partilhada por todos. Alguns podem enxergar consolo religioso nisso. Claro que não vou contar o que acontece, mas penso que Scorsese transcende a religião. O espectador fica a vontade para decidir e discutir.

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  • Série

    Taboo, a série de Tom Hardy, é renovada para sua 2ª temporada

    8 de março de 2017 /

    O canal pago americano FX e a rede BBC renovaram sua parceria para a produção da 2ª temporada da série de época “Taboo”, criada e estrelada pelo ator Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A trama gira em torno do personagem de Hardy, que retorna da África em 1813, após ser dado como morto, com diamantes e um plano para se vingar da morte de seu pai. Ele se recusa a vender o negócio da família para a Companhia das Índias Orientais e decide construir seu próprio império de comércio e transporte, o que o coloca no meio de um jogo perigoso entre duas nações em guerra: Reino Unido e Estados Unidos. Além de estrelar, Hardy também é creditado como criador da atração em parceria com seu pai, o escritor Chips Hardy, e o roteirista Steven Knight (“Senhores do Crime”) – que recentemente dirigiu o ator no thriller indie “Locke” (2013). A produção ainda inclui o cineasta Ridley Scott (“Exodus: Deuses e Reis”). Em comunicado, Hardy comemorou a renovação. “Estamos gratos e animados para continuar o nosso relacionamento com a BBC e FX e contribuir para o drama britânico. Uma notícia fantástica”, disse, de forma suscinta. Knight acrescentou: “Estou emocionado que um trabalho tão ousado tenha sido tão bem recebido e encontrado um público tão grande e entusiasmado nos EUA e na Grã-Bretanha”. E Ridley Scott completou, agradecendo o “apoio a ‘Taboo’ em todas as etapas, para que pudesse ser o drama brutal, sombrio e sujo que é”. Assim como a 1ª, a nova temporada também terá oito episódios. No Brasil, a série faz parte da programação do pacote premium da Fox.

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  • Série

    Taboo: Série criada e estrelada por Tom Hardy ganha três cartazes sombrios

    29 de dezembro de 2016 /

    O canal pago americano FX divulgou três novos pôsteres sombrios da série de época “Taboo”, estrelada pelo ator Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A trama gira em torno do personagem de Hardy, que retorna da África em 1813, após ser dado como morto, com diamantes e um plano para se vingar da morte de seu pai. Ele se recusa a vender o negócio da família para a Companhia das Índias Orientais e decide construir seu próprio império de comércio e transporte, o que o coloca no meio de um jogo perigoso entre duas nações em guerra: Reino Unido e Estados Unidos. Além de estrelar, Hardy também é creditado como criador da atração em parceria com seu pai, o escritor Chips Hardy, e o roteirista Steven Knight (“Senhores do Crime”) – que recentemente dirigiu o ator no thriller indie “Locke” (2013). A produção ainda inclui o cineasta Ridley Scott (“Exodus: Deuses e Reis”). A 1ª temporada terá oito episódios, com estreia marcada para o dia 10 de janeiro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Taboo: Série criada e estrelada por Tom Hardy ganha novo comercial impactante

    26 de dezembro de 2016 /

    O canal britânico BBC divulgou um novo comercial de sua coprodução com o americano FX, a série de época “Taboo”, estrelada pelo ator Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A prévia traz cenas impactantes, mostrando como o protagonista retorna da África em 1813, após ser dado como morto, meio louco, meio xamânico, milionário e com um plano para se vingar da morte de seu pai. Na trama, ele se recusa a vender o negócio da família para a Companhia das Índias Orientais e decide construir seu próprio império de comércio e transporte, o que o coloca no meio de um jogo perigoso entre duas nações em guerra: Reino Unido e Estados Unidos. Além de estrelar, Hardy também é creditado como criador da atração em parceria com seu pai, o escritor Chips Hardy, e o roteirista Steven Knight (“Senhores do Crime”) – que recentemente dirigiu o ator no thriller indie “Locke”. A produção ainda inclui o cineasta Ridley Scott (“Exodus: Deuses e Reis”). A 1ª temporada terá oito episódios, com estreia marcada para 7 de janeiro no Reino Unido e 10 de janeiro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Taboo: Série criada e estrelada por Tom Hardy ganha pôster e novos comerciais

    25 de novembro de 2016 /

    O canal pago americano FX divulgou três novos comerciais, o pôster e definiu a data de estreia da série de época “Taboo”, estrelada pelo ator Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”). As prévias trazem cenas impactantes, mostrando como o protagonista retorna da África em 1813, após ser dado como morto, com diamantes e um plano para se vingar da morte de seu pai. Na trama, ele se recusa a vender o negócio da família para a Companhia das Índias Orientais e decide construir seu próprio império de comércio e transporte, o que o coloca no meio de um jogo perigoso entre duas nações em guerra: Reino Unido e Estados Unidos. Além de estrelar, Hardy também é creditado como criador da atração em parceria com seu pai, o escritor Chips Hardy, e o roteirista Steven Knight (“Senhores do Crime”) – que recentemente dirigiu o ator no thriller indie “Locke”. A produção ainda inclui o cineasta Ridley Scott (“Exodus: Deuses e Reis”). A 1ª temporada terá oito episódios, com estreia marcada para o dia 10 de janeiro nos Estados Unidos.    

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  • Taboo
    Série

    Taboo: Série criada e estrelada por Tom Hardy ganha comercial

    25 de setembro de 2016 /

    O canal pago americano FX divulgou um comercial de “Taboo”, nova série de época estrelada pelo ator Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A prévia não aprofunda tanto a trama quando o primeiro trailer, preferindo explorar o olhar intenso de Hardy e seu tom ameaçador. Passada em 1813, a série explora a cobiça que movimentou a colonização britânica, com produção de Hardy e do cineasta Ridley Scott (“Exodus: Deuses e Reis”). O ator também é creditado como criador da atração, em parceria com seu pai, o escritor Chips Hardy, e o roteirista Steven Knight (“Senhores do Crime”) – que recentemente dirigiu Hardy no thriller indie “Locke” Na trama, seu personagem retorna da África, após ser dado como morto, com diamantes e um plano para se vingar da morte de seu pai. Ele se recusa a vender o negócio da família para a Companhia das Índias Orientais e decide construir seu próprio império de comércio e transporte, o que o coloca no meio de um jogo perigoso entre duas nações em guerra: Reino Unido e Estados Unidos. “A maior luta do protagonista será contra a Companhia das Índias Orientais que, ao longo do século 19, era o equivalente a CIA, a NSA e a maior e pior empresa multinacional da Terra, movida por lucro e também por motivação religiosa”, descreveu Steven Knight em comunicado. A 1ª temporada terá oito episódios, com estreia ainda não definida.

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  • Série

    Taboo: Série criada e estrelada por Tom Hardy ganha primeiro trailer

    1 de março de 2016 /

    O canal pago americano FX divulgou o primeiro trailer de “Taboo”, nova série de época estrelada pelo ator Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A prévia explora o olhar intenso de Hardy e cenas impactantes, mostrando como seu personagem retorna da África, após ser dado como morto, com diamantes e um plano para se vingar da morte de seu pai. Ele se recusa a vender o negócio da família para a Companhia das Índias Orientais e decide construir seu próprio império de comércio e transporte, o que o coloca no meio de um jogo perigoso entre duas nações em guerra: Reino Unido e Estados Unidos. Passada em 1813, a série explora a cobiça que movimentou a colonização britânica, com produção de Hardy e do cineasta Ridley Scott (“Exodus: Deuses e Reis”). O ator também é creditado como criador da atração, em parceria com seu pai, o escritor Chips Hardy, e o roteirista Steven Knight (“Senhores do Crime”) – que recentemente dirigiu Hardy no thriller indie “Locke” “A maior luta do protagonista será contra a Companhia das Índias Orientais que, ao longo do século 19, era o equivalente a CIA, a NSA e a maior e pior empresa multinacional da Terra, movida por lucro e também por motivação religiosa”, descreveu Steven Knight em comunicado. A 1ª temporada terá oito episódios, com estreia ainda não definida.

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