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    Denzel Washington e Colin Farrell estrelarão novo filme do diretor de O Abutre

    4 de fevereiro de 2017 /

    Roteirista de sucessos como “Gigantes de Aço” (2011) e “O Legado Bourne” (2012), Dan Gilroy prepara seu segundo longa como diretor, após o excelente “O Abutre” (2014). E, segundo a revista Variety, já escalou Denzel Washington (“Um Limite entre Nós”) e Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Encontrá-los”) como protagonistas. Intitulado “Inner City”, a produção será um drama de tribunal, em que Washington viverá um advogado liberal que nunca recebe os devidos créditos pelo trabalho prestados ao ajudar os mais pobres. Quando um sócio de sua firma morre vítima de um ataque cardíaco, ele acaba descobrindo segredos da empresa que colocam em dúvida sua própria atuação. Colin Farrell deve viver outro advogado da firma. Orçado em US$ 40 milhões, “Inner City” vem sendo vendido em Hollywood como uma mistura de “Conduta de Risco” (suspense jurídico com George Clooney) com “O Veredicto” (drama de tribunal com Paul Newman). A data de lançamento ainda não foi definida.

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  • Filme

    Fábula sombria de O Lagosta explora a desumanização da sociedade

    12 de janeiro de 2017 /

    Não é de estranhar que um longa tão pouco comercial como “O Lagosta”, ainda que extremamente fascinante, pule seu lançamento nos cinemas para estrear direto em vídeo e streaming. Mistura de fábula sombria e sci-fi distópica, o primeiro filme falado em inglês do grego Yorgos Lanthimos (“Alpes”) aprofunda a visão de uma sociedade desumana, bizarra e distorcida que o cineasta já tinha explorado em “Dente Canino” (2009). A trama se passa num mundo cruel, que obriga as pessoas a formar pares e pune, de forma surreal, aquelas que não conseguem. Em outras palavras, os que não se encaixam nos padrões da sociedade. Na trama, Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vive um homem recém-separado da esposa, que, por ter se tornado novamente solteiro, é obrigado a encontrar uma nova parceira em 45 dias. Para isso, é levado a um hotel de campo, onde outras pessoas na mesma situação precisam formar pares entre si. Mas as regras são muito rígidas. Não se pode fingir ou tentar casamentos de conveniência, embora alguns busquem essa saída. Ao falharem, os incapazes de encontrar um parceiro são punidos de forma fantástica. Como faz a feiticeira Circe, em “A Odisseia”. Logo ao chegar ao hotel, o personagem de Farrell é perguntado em qual animal gostaria de ser transformado, caso não consiga achar uma parceira. E é daí que vem o título da produção. Ele opta por virar uma lagosta, pois elas vivem até os cem anos e tem sangue azul. O tom surreal aos poucos se torna melancólico, conforme o protagonista, acompanhado por um cachorro, que na verdade é seu irmão transformado, vai conhecendo outras pessoas solitárias em sua mesma situação. Entre elas, está a personagem de Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”), com quem ele chega a imaginar uma chance de permanecer humano. Mas há também outra mulher importante na trama. A rebelde encarnada por Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”) lidera um movimento contra o sistema, formando uma sociedade ilegal na floresta em torno do hotel, que prega a recusa completa às regras. Ou seja, o total desapego ao amor e ao romance. O filme pondera o destino do protagonista entre estes dois extremos, que tendem a produzir o mesmo resultado: a solidão. À deriva em sua situação desesperadora, Colin Farrell conquistou uma indicação ao Globo de Ouro pelo papel.

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    Colin Farrell não participará da sequência de Animais Fantásticos e Onde Habitam

    22 de novembro de 2016 /

    O ator Colin Farrell não voltará a aparecer na franquia iniciada por “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Devido aos acontecimentos finais do primeiro filme, uma reviravolta surpreendente definiu o fim do desenvolvimento de seu personagem. Mesmo assim, muitos espectadores consideraram que ainda poderiam ver mais de Percival Graves, um dos líderes da MACUSA (Ministério de Magia dos EUA). Sem revelar um grande spoiler sobre o enredo, basta dizer que o produtor David Heyman ficou espantado por ter restado alguma dúvida. “Fiquei espantado pelo fato das pessoas não terem entendido”, ele disse, em entrevista ao site SnitchSeeker, confirmando que “não existem planos de trazer Colin Farrell de volta para a sequência”. E, não, não há maiores explicações sobre o que, de fato, aconteceu com Graves. “Não mostramos como tal coisa aconteceu, apenas inserimos na trama. E eu não sei o que houve com Graves, que realmente existiu, nem onde ele está no fim da história…”, contou, revelando mais detalhes que não podemos reproduzir sem estragar a graça de quem ainda não viu o filme, em cartaz há menos de uma semana. A continuação de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” já iniciou sua produção, ainda que as filmagens só comecem após o primeiro trimestre de 2017, para um lançamento em 2018.

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    Colin Farrell vai estrelar primeiro western de Sofia Coppola

    15 de julho de 2016 /

    O ator Colin Farrell (“O Vingador do Futuro”) vai estrelar o remake do “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled), que será o primeiro western dirigido por Sofia Coppola (“Bling Ring”). Segundo o site da revista Variety, a cineasta também assina o roteiro e contará no elenco com as atrizes Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”), Kirsten Dunst (“Melancolia”) e Elle Fanning (“Cinderela”). O original foi filmado por Don Siegel e estrelado por Clint Eastwood em 1971, mesmo ano em que a dupla eternizou Dirty Harry em “Perseguidor Implacável”. Exemplar marcante do western revisionista, “O Estranho que Nós Amamos” conta a história de um soldado da União (Clint Eastwood) gravemente ferido durante a Guerra Civil, que é socorrido por alunas de um internato para moças sulistas, em pleno território Confederado. As professoras e as estudantes têm medo de manter aquele estranho morando com elas, mas, à medida que o rapaz se recupera, desperta paixões e intrigas entre as mulheres. O elenco feminino original tinha Geraldine Page (“O Regresso para Bountiful”), Elizabeth Hartman (“Agora Você É Um Homem”) e duas atrizes de “Piranha” (1978), Darleen Carr e Melody Thomas. O remake marcará a segunda parceria da diretora com Elle Fanning (as duas trabalharam juntas em “Um Lugar Qualquer”) e a terceira com Kirsten Dunst (após “As Virgens Suicidas” e “Maria Antonieta”). O novo “The Beguiled” ainda não tem previsão de lançamento.

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    Estreia de Afonso Poyart em Hollywood, Presságios de um Crime sofre com roteiro fraco

    4 de março de 2016 /

    Gostando ou não gostando de “2 Coelhos” (2012), o filme de estreia de Afonso Poyart convenceu Hollywood que ele poderia dirigir uma produção americana estrelada por Anthony Hopkins (“Thor”). E o brasileiro teve mesmo que mostrar serviço, diante do roteiro problemático de “Presságios de um Crime”, que ele driblou repetindo alguns truques do filme anterior – como o uso da imagem congelada. “Presságios de um Crime” segue um filão do suspense que vinha migrando para a TV nos últimos anos, os thrillers envolvendo assassinos seriais. A trama apresenta uma dupla de agentes do FBI, vividos por Jeffrey Dean Morgan (série “Extant”) e Abbie Cornish (“RoboCop”), que buscam a ajuda de um médium que costumava auxiliar a polícia em alguns casos especiais. O problema é que o tal médium, John Clancy (Anthony Hopkins), está passando por um momento de clausura desde que a sua filha morreu, em consequência de uma leucemia. Mas, como o roteiro é óbvio, jamais resta dúvida de que ele irá sair da toca para prestar auxílio aos policiais, vendo na detetive vivida por Abbie Cornish uma semelhança com a filha morta. É importante dizer que em nenhum momento o filme coloca em dúvida os dons de Clancy. Eles surgem em flashes do passado e do futuro, em imagens tão rápidas quanto em videoclipes, também como uma forma de antecipar eventos e criar um suspense sobre o que pode acontecer. A busca pelo médium é um sintoma de como o FBI está atônito diante do crescente número de vítimas do assassino serial, que usa um objeto perfurante, sem deixar pistas sobre o que motivaria e o que ligaria suas vítimas. E o filme se mantém firme enquanto caça o assassino – que também tem “superpoderes”, um dom de prever o futuro. Os problemas, na verdade, só começam quando o personagem de Colin Farrell (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”) materializa-se em cena. O assassino não é bem delineado (na verdade, é apenas um rascunho) e isso se percebe logo em sua primeira aparição, assim como na pressa do filme em explicar as suas motivações. Ao menos, a conclusão ainda inclui uma boa cena-chave e incentiva alguma reflexão sobre a questão da eutanásia, de um ponto de vista mais amplo. Também contam pontos algumas reviravoltas, que, entretanto, nem sempre tem execução satisfatória. A culpa do roteiro fraco, porém, não é de Poyart.

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    Presságios de um Crime: Veja uma cena da estreia de Afonso Poyart em Hollywood

    21 de fevereiro de 2016 /

    A Diamond divulgou uma cena legendada de “Presságios de um Crime” (Solace), suspense que marca a estreia do diretor brasileiro Afonso Poyart (“2 Coelhos”) em Hollywood. A prévia acompanha uma conversa entre o agente do FBI vivido por Jeffrey Dean Morgan (série “Extant”) e um velho conhecido, o médium vivido por Anthony Hopkins (“Thor”), que, a princípio se recusa a saber de informações sobre uma investigação criminal em curso, mas demonstra seus poderes ao antecipar a chegada de outra agente, vivida por Abbie Cornish (“RoboCop”). Na trama, o FBI busca auxílio do médium para caçar um serial killer. O problema é que o assassino (Colin Farrell, de “Sete Psicopatas e um Shih Tzu”) está sempre à frente das investigações, pois também possui poderes psíquicos. A história de Sam Bailey (“Tron: O Legado”) e Ted Griffin (“Onze Homens e um Segredo”) teria passado por várias revisões nas mãos de roteiristas como Peter Morgan (“A Rainha”) e James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”), mas a dupla original é a única oficialmente creditada pelo roteiro. “Presságios de um Crime” estreia na quinta (25/2) no Brasil, cinco meses após o lançamento no Reino Unido e sete meses antes da previsão para os EUA – tamanho espaçamento não costuma ser o melhor dos sinais.

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    Lobster: Veja 21 fotos da sci-fi surreal estrelada por Colin Farrell

    15 de novembro de 2015 /

    O estúdio britânico Film4 divulgou 21 fotos de “The Lobster”, sci-fi do cultuado cineasta Yorgos Lanthimos (“Dente Canino”), que venceu o Prêmio do Júri do Festival de Cannes deste ano. As imagens registram o elenco da produção em cenas que destacam o tom surrealista da trama. Estreia em inglês do diretor grego, o filme se desenrola num futuro em que todos solteiros precisam passar 45 dias em um hotel para encontrarem o amor de suas vidas. Mas, se não encontrarem, serão transformados em animais e despachados para uma floresta. O elenco inclui Colin Farrell (série “True Detective”), Rachel Weisz (“Oz: Mágico e Poderoso”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), Ben Whishaw (“007 – Operação Skyfall”), Léa Seydoux (“Azul É a Cor Mais Quente”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Ariane Labed (“Attenberg”) e Angeliki Papoulia (“Dente Canino”). O roteiro foi escrito pelo próprio Lanthimos com seu parceiro habitual Efthimis Filippou (também de “Dente Canino”). A estreia comercial aconteceu em 16 de outubro no Reino Unido, mas ainda não há previsão para a distribuição no Brasil.

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