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  • Música

    Emicida e Fióti lançam clipe do Rap do Motoboy com participações de motoboys de verdade

    17 de outubro de 2018 /

    A parceria de Emicida e Fióti, “Rap do Motoboy”, ganhou um clipe rodado nas ruas de São Paulo. E rodado literalmente, com duas rodas girando sem parar, pois o vídeo acompanha a rotina de motoboys – e motogirls – de verdade. A abertura já dá o tom, com depoimentos dos “figurantes” do trânsito paulistano, registrados em estilo de documentário. Seguem-se cenas de aceleração em espaço reduzido, para driblar os congestionamentos e cumprir o trabalho cotidiano, compiladas enquanto os cantores rimam em outros closes pela cidade. Tudo muito bem fotografado sob a direção de Fred Ouro Preto (sobrinho do cantor do Capital Inicial), que tem assinado os trabalhos mais recentes de Emicida. Vale apontar um detalhe: não é coincidência que todos os motoboys tenham o mesmo uniforme vermelho com o logotipo do aplicativo iFood – e da produtora do clipe, Laboratório Fantasma Produções. Neste caso, a publicidade não é tão explícita e está alinhada ao tema, além de oferecer uma unidade visual à produção. Não é como se Emicida pegasse um sorvete aleatório e exibisse o rótulo para a câmera com um sorriso canastrão, feito outros artistas.

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  • Música

    Spotify lança clipe e documentário para celebrar luta das mulheres por mais espaço

    16 de outubro de 2018 /

    A plataforma Spotify divulgou o clipe e o documentário “Escuta as Minas”. A iniciativa reúne cantoras como Elza Soares, Karol Conká, Maiara e Maraisa, Tiê, Martnália, Lan Lanh, As Baianas e a Cozinha Mineira e o grupo Mulamba para celebrar a luta das mulheres por seu espaço. O trabalho é mais uma colagem que uma canção propriamente dita. A chamada música reúne trechos de versos de várias épocas, como “Ô Abre Alas” (1899), de Chiquinha Gonzaga, “Reposta” (1970), de Maysa, “Relicário” (1995), que fez sucesso na voz de Cássia Eller, “O Que Se Cala” (2018), nova canção de Elza Soares, “A Culpa é Dele” (2018), de Marília Mendonça cantada em parceria com a dupla Maiara e Maraisa, “Mulamba” (2017), da banda que leva o mesmo nome, e “Bate a Poeira” (2013), de Karol Conká. O documentário que acompanha o clipe, por sua vez, traz depoimentos das artistas sobre feminismo e suas carreiras. Tiê, por exemplo, lembra como sua avó, a atriz Vida Alves, foi chamada de vadia ao protagonizar o primeiro beijo na TV. “Fui criada com ideais feministas, mas não se falava claramente sobre isso. Hoje digo para as minhas filhas que somos sim feministas”, conta a cantora. O momento é oportuno, mas o trabalho é genérico, sem levantar bandeiras específicas, além de ressaltar uma das poucas áreas do país em que as mulheres sempre foram muito bem representadas, a música popular brasileira – “a luta segue, por mais mulheres na música…” E mesmo assim sem referenciar várias personalidades icônicas, como Rita Lee, Nara Leão, Clara Nunes, Elis Regina, as Mercenárias, Vange Leonel, Marina Lima, Dona Ivone Lara, Joyce, Angela Rô-Rô, só para citar um punhado de revolucionárias. Veja abaixo.

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  • Filme,  Música

    Thom Yorke divulga nova música fantasmagórica da trilha de Suspiria

    12 de outubro de 2018 /

    O músico Thom Yorke, da banda Radiohead, divulgou a terceira faixa da trilha de “Suspiria”, sua estreia como compositor de cinema. Intitulada “Volk”, é a primeira das faixas completamente instrumental. A divulgação foi feita no YouTube, e assim como as anteriores conta com um vídeo criado a partir de cenas do longa, tratadas com efeitos e animadas por Ruffmercy (diretor de clipes de Run The Jewels e Lily Allen). A nova música reforça o clima hipnótico e fantasmagórico da trilha, reminiscente tanto do krautrock do fim dos anos 1960 quanto da psicodelia tardia da trilha da obra original de Dario Argento – cultuadíssima, por sinal – composta pela banda italiana de rock progressivo Goblin em 1977. Durante o Festival de Veneza, Yorke explicou que queria evocar um tom de encantamento, como nas recitações de feitiços. Com esse trabalho, ele segue os passos de seu companheiro de banda, o guitarrista Jonny Greenwood, que foi indicado ao Oscar 2018 pela trilha de “Trama Fantasma”. O álbum da trilha sonora do novo “Suspiria” será lançado em 26 de outubro, mesmo dia em que o filme estreia nos cinemas americanos. “Suspiria” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Aproveite e recorde abaixo as outras duas músicas anteriormente divulgadas.

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  • Música

    Baixista do Fall Out Boy vira motorista de Uber no novo clipe da banda Weezer

    11 de outubro de 2018 /

    A banda Weezer lançou o clipe e “Can’t Knock the Hustle”, que segue a linha do mais recente, o cover de “Africa”, com protagonista convidado. Desta vez, o vídeo traz outro músico, Pete Wentz (baixista do Fall Out Boy), como um motorista de Uber que conduz um casal apaixonado. E o que acontece dentro do carro é quase um curta de comédia bizarra. O casal parece que vai transar no banco de trás, de tantos amassos e agarrões, mas é uma relação fetichista, para repulsa do motorista que desaprova aquele comportamento. Tudo muda bruscamente quando o celular da mulher toca com mensagens de outro homem – Rivers (o Bibliotecário Quente) Cuomo, líder do Weezer – e o clima esquenta em outro sentido, com discussões igualmente intensas, que incluem um garfo erguido. Uma freiada se encarrega de espalhar sangue por toda a parte. Em desespero, a mulher pede para o motorista levá-los a um hospital, esquece da briga e retoma a beijação, que agora é sanguinária, a ponto de nem reparar no fim da viagem. É preciso que o motorista grite mais alto que a música para eles irem embora. Ao final, ainda há uma sátira aos clipes que andam embutindo publicidade em seu conteúdo. A direção é de Guy Blelloch, que até então só tinha feito clipes de rap, e o casal apaixonado são a modelo francesa Romane Récalde e o YouTuber Krispyshorts (James Ryan Ohliger), que já namoraram na vida real. “Can’t Knock the Hustle” é o primeiro single da era “Black Album”, dando sequência a outro costume – antigo e conhecido – de identificar os discos da banda por cores. Ainda não há data de lançamento para o álbum.

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  • Música

    Camila Cabello namora Dylan Sprouse no clipe de Consequences

    11 de outubro de 2018 /

    A cantora Camila Cabello divulgou seu novo clipe, feito para a música “Consequences”, em que contracena com o ator Dylan Sprouse (“Zack & Cody: Gêmeos à Bordo”). Dirigido por Dave Meyers, com quem Camila gravou o premiado clipe de “Havana” (vencedor do MTV Video Music Awards), a obra tem clima outonal, inspirada por pinturas impressionistas francesas. Traz a cantora passeando num parque, onde relembra os momentos felizes ao lado do ex-namorado representado por Sprouse. As lembranças surgem como elementos fantasmagóricos, evocando um passado que se evapora, enquanto as cenas românticas (com direito a beijo) mudam para discussões entre o casal. A transformação do relacionamento ilustra a parte da letra que recorda que ficar junto tinha consequências. Ao final, o fantasma do passado conforta a Camila do presente, numa referência dickensiana sobre mudar de direção para seguir em frente. No fundo, os efeitos visuais ilustram uma mensagem de empoderamento, de que nenhum homem vale sofrimento. Nem o bonitinho do Dylan Sprouse – que de cabelo curto ficou a cara do irmão Cole Sprouse (o Jughead, de “Riverdale”). Em 24 horas de divulgação, o vídeo chegou a quase 3 milhões de visualizações no YouTube. Camila apresentou a música ao vivo pela primeira vez na noite de quarta (10/10), durante a premiação do American Music Awards, e poucas horas depois encarou uma viagem de avião até o Brasil, onde desembarcou na manhã desta quinta-feira (11/10) para fazer quatro shows.

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  • Música

    Barbra Streisand lança clipe poderoso com música contra Trump

    9 de outubro de 2018 /

    A multitalentosa Barbra Streisand retomou a carreira musical e também a função de diretora com o lançamento do clipe de “Don’t Lie to Me”. O vídeo é uma colagem de imagens poderosas, que denunciam as mentiras do governo de Donald Trump, em meio a imagens de devastação do meio-ambiente, racismo, protestos políticos e escândalos saídos dos noticiários, inclusive a investigação contra o presidente conduzida pelo Departamento de Justiça. “Don’t Lie to Me” faz parte do próximo álbum de estúdio de Streisand, intitulado “Walls”, que tem previsão de lançamento para 2 de novembro. A atriz e cantora afirmou, em entrevista à revista Billboard, que todo o disco está carregado de mensagens políticas. “Eu já escrevi alguns artigos sobre isso. Essa pessoa [Trump] não tem educação, insulta todo mundo, zomba de pessoas com deficiências. As novas músicas são sobre isso, porque no que mais eu poderia estar pensando neste momento?”, disse. Diretora de três longas de ficção e quatro documentários, Barbra Streisand tem dois Oscars na carreira: Melhor Atriz por “Funny Girl: A Garota Genial” (1968) e Melhor Canção Original por “Evergreen”, da trilha de “Nasce uma Estrela” (1976).

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  • Filme,  Música

    Lady Gaga canta soul em novo clipe da trilha de Nasce uma Estrela

    8 de outubro de 2018 /

    Lady Gaga divulgou um novo clipe da trilha de “Nasce uma Estrela”. Desta vez, trata-se da música “Look What I Found”. O vídeo começa com uma cena em que a personagem da atriz cantarola a melodia da canção para Bradley Cooper em um restaurante, e logo a cena passa para um estúdio de gravação, onde um piano passa acompanhar a cantora. Aos poucos, novos instrumentos são incluídos na base, inclusive sopros de metal, resultado num soul grandioso. Só faltou o coral gospel e uma intérprete clássica do gênero. Definitivamente, uma ótima música e nada parecida com o repertório tradicional de Lady Gaga, numa gravação que remete mais a Carla Thomas e ao soul da Stax. Em “Nasce Uma Estrela”, Lady Gaga interpreta uma cantora iniciante que ganha uma chance de se tornar conhecida com o apoio de um músico veterano (Cooper), com quem se envolve. Mas quando ela passa a fazer sucesso, ele entra em decadência, vítima do alcoolismo, que atrapalha até o romance com a nova estrela. Além de marcar a estreia da cantora como atriz de cinema, o filme também é o primeiro dirigido por Bradley Cooper, além da quarta versão desta história de 81 anos levada às telas. O lançamento está marcado para quinta-feira (11/10) no Brasil.

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  • Música

    Eleitores de Bolsonaro ajudam novo clipe de Pabllo Vittar a disparar em visualizações no YouTube

    7 de outubro de 2018 /

    Pabllo Vittar virou alvo de bolsonaristas por conta da estreia de seu clipe novo, “Disk Me”. Eleitores do candidato da extrema direita à Presidente do Brasil organizaram uma campanha nas redes sociais para dar dislike no vídeo e, assim, passar a impressão de rejeição ao trabalho da artista. Os mutirões são incentivados em grupos fechados no Facebook. Uma das mensagens disseminadas nas redes diz: “Cadê a família bolsonariano reunindo para dar dislike nesse lixo que está em #2 em alta no Youtube? Porque é o último dele no Brasil. Amanhã ele já vai para a Cuba. Acesse o link e deixe seu dislike. Vamos aumentar esse lixo de dislike”. Veja abaixo. A ordem está sendo seguida com rigor militar. Em poucas horas, o clipe de “Disk Me” atingiu mais de 80 mil dislikes. Mas isso não se compara às reações positivas, com mais de 220 mil likes. Mas além de causar indignação em muitos artistas – Preta Gil que fez questão de demonstrar seu sentimento em um único comentário: “Nojo!” – , a campanha negativa está, na verdade, sendo muito boa para o clipe. Para dar dislike, os bolsonaristas precisam entrar na página do YouTube de Vittar, o que conta como uma nova visualização. Assim, o clipe lançado na sexta (5/10) já foi visto mais de 5,6 milhões de vezes. Com a ajuda de Bolsonaro, tornou-se um dos maiores sucessos de artistas brasileiros no YouTube em 2018.

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  • Música

    Pabllo Vittar vende sorvete e dá seu telefone no clipe de Disk Me

    5 de outubro de 2018 /

    Pabllo Vittar lançou o clipe de “Disk Me”, que inova na estratégia de marketing. Não é por fazer uma propaganda descarada de sorvete, com a artista segurando o pote feito assistente de palco para mostrar o rótulo em posição frontal, com o logo voltado obrigatoriamente para o público de casa, mesmo porque a maioria dos clipes nacionais já caiu nesse dilema de virar comercial com som de música. A novidade do clipe brega é que o número exibido com evidência no celular da artista existe mesmo. Quem ligar para lá encontra uma gravação da “Central Disk Me”. “Central Disk Me. Você tentou retornar ligação para aquele boy lixo, mas estamos aqui pra te ajudar a ‘desaquendar’ daquele boy”, diz a gravação, que oferece opções numéricas para navegar pelo menu do atendimento, entre elas ouvir os conselhos de Pabllo. Diferente. Já a música, em si, não tem novidade. Na verdade, a melodia é reciclada de um brega histórico que falta vir na ponta da língua, interpretada de forma tão esganiçada que estoura a escala Florence Foster Jenkins da diva-pretensão. De resto, as imagens em que tudo brilha ou fica à mostra seguem a linha da ostentação e objetificação, que entope os tubos do YouTube. “Disk Me” faz parte do segundo álbum de Pabllo, “Não Para Não”, lançado na quinta (4/10).

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  • Filme,  Música

    Eminem vira Venom em clipe cheio de efeitos visuais para a trilha do filme

    5 de outubro de 2018 /

    O rapper Eminem divulgou o clipe de “Venom”, música-tema do filme homônimo. Repleto de efeitos visuais, o vídeo acompanha como um vírus se espalha a partir do novo CD do artista e passa a “possuir” pessoas aleatórias, levando-as a cantar a letra da música e se comportar de forma agressiva. A forma como a infecção alienígena pula de pessoas em pessoas lembra exatamente o bem-recebido filme, com 76% de aprovação no Rotten Tomatoes… “Hidden – O Escondido” (1987), produção sci-fi cultuadíssima. Mas como o último infectado vira Eminem, que, por sua vez, vira Venom, o espectador é convidado a não confundir a confusão dos responsáveis pelo vídeo. Trata-se mesmo de uma obra derivada do filme com 28% de aprovação, que estreou na quinta-feira (4/10) no Brasil. A música faz parte do disco “Kamikaze”, que dividiu opiniões.

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  • Filme,  Música

    Thom Yorke revela nova música hipnótica da trilha do terror Suspiria

    3 de outubro de 2018 /

    O músico Thom Yorke, da banda Radiohead, divulgou uma nova faixa de sua estreia como compositor de trilhas sonoras. Intitulada “Has Ended”, trata-se de uma música de “Suspiria”, remake do terror homônimo de 1977 com direção de Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”). A divulgação foi feita no YouTube, com um vídeo criado a partir de cenas de dança do longa, tratadas com efeitos e animadas por Ruffmercy (diretor de clipes de Run The Jewels e Lily Allen). Assim como a faixa anterior, “Has Ended” traz o vocal característico do cantor do Radiohead – embora a maioria das composições criadas para o filme sejam instrumentais. A nova música tem um clima hipnótico e é mais reminiscente do krautrock do fim dos anos 1960 que da psicodelia tardia da trilha da obra original de Dario Argento – cultuadíssima, por sinal – composta pela banda italiana de rock progressivo Goblin. Durante o Festival de Veneza, Yorke explicou que queria evocar um tom de encantamento, como nas recitações de feitiços. Com esse trabalho, ele segue os passos de seu companheiro de banda, o guitarrista Jonny Greenwood, que foi indicado ao Oscar 2018 pela trilha de “Trama Fantasma”. O álbum da trilha sonora do novo “Suspiria” será lançado em 26 de outubro, mesmo dia em que o filme estreia nos cinemas americanos. “Suspiria” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Brasil sofre destruição apocalíptica no novo clipe de Criolo, candidato a melhor do ano

    1 de outubro de 2018 /

    O rapper Criolo divulgou o clipe de “Boca do Lobo”. E sem exagero dá para dizer que é candidato a melhor clipe do ano. É uma loucura, que combina cenas reais da destruição do Brasil com efeitos surreais de sci-fi apocalíptica, em que mutações gigantes se encarregam de exterminar os últimos sobreviventes. São muitas citações à realidade nacional, do incêndio do Museu Nacional, no Rio, à tragédia da barragem de Mariana, em Minas Gerais, com imagens chocantes de corrupção explícita e da violência policial cotiana contra a população negra pobre do país. Além do corpo estendido no chão e do menor cheio de hematomas, também estão lá a falência do sistema de saúde, o avanço dos incêndios no centro de São Paulo, as correrias dos protestos reprimidos à bombas de gás, o blackout da crise energética, a multiplicação das pestes urbanas, com ratos gigantes surgindo de obras abandonadas do metrô paulistano e mosquitos transmitindo novas epidemias em série, em meio ao lixão que se tornaram as grandes cidades brasileiras. “É que a industria da desgraça pro governo é um bom negócio/ Vende mais remédio, vende mais consórcio/ Vende até a mãe, dependendo do negócio”, comenta a letra certeira, à queima-roupa. Óbvio que a imagem final, do morcego voando em Brasília, é uma metáfora para o presidente vampiro. Mas todos os atores políticos, da extrema direita à extrema esquerda, compactuam para criar este retrato apocalíptico, fruto da corrupção extrema sem ideologia, que se materializa na obra sombria-expressionista dirigida por Denis Kamioka, profissionalmente conhecido como Denis Cisma. Diretor de comerciais internacionais, ele já tinha feito dois clipes futuristas para Criolo há quatro anos, “Duas de Cinco” + “Cóccix-ência”. E este novo trabalho é mais apocalíptico que o próximo projeto “Cloverfield”, do produtor hollywoodiano J.J. Abrams.

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    Beck libera o clipe de Colors, com atriz de GLOW e direção do cineasta de Em Ritmo de Fuga

    29 de setembro de 2018 /

    Após um longo período de exclusividade na Apple Music, o clipe de “Colors”, faixa-título do novo álbum de Beck, foi finalmente liberado para todas as plataformas. Originalmente disponibilizado em março apenas para os assinantes da Apple Music, o vídeo tem direção do cineasta Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”) e conta com participação de Alison Brie (“GLOW”). Marcado por uma montagem brilhante e pela abundância das cores amarelo e azul, “Colors” faz justiça ao seu nome. Acompanhados por figuras coloridas, que dançam em frente a cenários sempre em movimento, Beck e Brie embarcam numa coreografia que é quase stop-motion, movida a cortes, e contrastando com os tons brilhantes ao seu redor por aparecerem em preto-e-branco. A alternância cromática é hipnótica e culmina num caleidoscópio vivo, que coloca a produção entre os melhores exercícios estéticos vistos em clipes neste ano.

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