PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    China reabriu mais de 500 cinemas no fim de semana

    23 de março de 2020 /

    Os cinemas da China voltaram a funcionar no último fim de semana, com a reabertura de 507 estabelecimentos cinematográficos, segundo informações locais. O número representa apenas 4,5% do parque exibidor chinês, mas a expectativa é que mais salas sejam abertas no próximo fim de semana, conforme a crise sanitária demonstra ter sido controlada no país. A retomada acontece no momento em que o resto do mundo decreta o fechamento de suas salas. Nesta segunda (23/3), a Austrália se tornou o último grande mercado a fechar seus cinemas. A reabertura chinesa vai acontecer de forma gradual, com a exibição de antigos sucessos locais, como “Terra à Deriva” e “Upa – Meu Monstro Favorito”, e blockbusters estrangeiros como os títulos da franquia “Harry Potter”. O perfil da Warner no Weibo, rede social popular na China, chegou a anunciar que o primeiro capítulo da saga criada por J.K. Rowling voltaria às telas chinesas para sinalizar que a crise acabou. Ou, como disse o estúdio, que “a magia está voltando!”. Para compensar o período de fechamento, os exibidores estão ficando com 100% da receita das bilheterias em sua reabertura, em vez de devolver parte dela aos estúdios e distribuidoras. Num segundo momento, os cinemas chineses ainda terão estreias dos filmes estrangeiros que ficaram inéditos no país durante a crise, como “1917”, “Ford vs. Ferrari”, “Dolittle”, “Jojo Rabbit”, “Sonic: O Filme” e “Bad Boys Para Sempre”. Mas não há planos para lançar exclusivamente no território chinês os filmes que foram adiadas em outros países, como “Mulan”, “Viúva Negra”, “Um Lugar Silencioso 2” e “Espiral: O Legado de Jogos Mortais”. Houve apenas 39 novos casos de covid-19 no domingo, informou a Comissão Nacional de Saúde da China. E cada um foi importado para o continente (em vez de ter sido transmitido entre moradores país). O número total de casos confirmados na China chegou a 81.093, com 3.270 mortes.

    Leia mais
  • Etc

    China anuncia planos para a reabertura dos cinemas no país

    19 de março de 2020 /

    Enquanto as redes exibidoras anunciam o fechamento dos cinemas no Brasil como precaução diante da crise de saúde, a China já começa a superar a pandemia de coronavírus e anuncia a reabertura de suas salas. O país conseguiu “zerar” a transmissão local da doença na quarta (18/3). Segundo o Deadline, o plano é reabrir os estabelecimentos aos poucos, inicialmente trazendo antigos blockbusters locais para as telas. Títulos que fizeram sucesso na China nos últimos anos, como “Terra à Deriva” e “Upa – Meu Monstro Favorito”, vão voltar aos cinemas. Também há planos para trazer grandes sucessos estrangeiros do passado para os cinemas, incluindo a franquia “Harry Potter”. O perfil da Warner no Weibo, rede social popular na China, confirmou que o primeiro capítulo da saga criada por J.K. Rowling vai voltar às telas chinesas para sinalizar que a crise acabou. Ou, como disse o estúdio, que “a magia está voltando!”. Para compensar o período de fechamento, os exibidores ficarão com 100% da receita das bilheterias em sua reabertura, em vez de devolver parte dela aos estúdios e distribuidoras. Num segundo momento, os cinemas chineses terão estreias dos filmes estrangeiros que ficaram inéditos no país durante a crise, como “1917”, “Ford vs. Ferrari”, “Dolittle”, “Jojo Rabbit”, “Sonic: O Filme” e “Bad Boys Para Sempre”. Mas não há planos para lançar exclusivamente no território chinês os filmes foram adiadas em outros países, como “Mulan”, “Viúva Negra”, “Um Lugar Silencioso 2” e “Espiral: O Legado de Jogos Mortais”.

    Leia mais
  • Filme

    Disney adia estreias de Mulan e Os Novos Mutantes

    12 de março de 2020 /

    A Disney anunciou o adiamento de dois filmes bastante esperados pelo público de cinema: a versão live-action de “Mulan” e o filme de super-heróis “Os Novos Mutantes”. Os dois seriam os próximos lançamentos do estúdio. “Mulan” chegaria às telas em duas semanas, no dia 26 no Brasil. Já “Os Novos Mutantes”, derivado dos X-Men, estava programado para daqui a três semanas, no dia 2 de abril. Além destes dois, a Disney também tirou do calendário o terror “Espíritos Obscuros” (Antlers), produzido por Guillermo Del Toro para a Searchlight Pictures, que viria na sequência, no dia 16 de abril. Nenhum deles teve novas datas confirmadas para exibição, mas a empresa espera que isto ocorra ainda em 2020. “Como vocês sabem, essa tem sido uma situação em rápida evolução e eu queria que vocês soubessem que estamos adiando os lançamentos com muita cautela. Nós realmente acreditamos na experiência do cinema, e estamos procurando novas datas potenciais de lançamento para 2020 a serem anunciadas posteriormente”, disse a Disney em comunicado. “Mulan” já tinha sido adiado na China, onde surgiu o covid-19, ligada ao novo coronavírus. O mercado asiático sempre foi considerado uma das maiores fontes de receita para a produção, que é baseada numa conhecida fábula chinesa. “Os Novos Mutantes”, por sua vez, deveria ter estreado em abril de 2019, mas a compra da Fox pela Disney adiou sua exibição em um ano. O filme chegou a ficar no limbo por vários meses, sem destino garantido. E acaba de retornar para esse mesmo ponto. Até o momento, a Disney mantém a estreia de “Viúva Negra”, que pode ser o próximo grande adiamento. O filme da super-heroína da Marvel tem lançamento marcado para a última semana de abril. As suspensões dos lançamentos acompanham decisões de outros estúdios, como MGM, Universal e Paramount que anunciaram adiamentos de outros candidatos a blockbusters. O primeiro filme adiado foi “007 – Sem Tempo Para Morrer”, que foi empurrado para o mês de novembro, seguido na quarta por “Pedro Coelho 2: O Fugitivo”, remarcado para agosto. Nesta quinta (12/3), “Um Lugar Silencioso – Parte II” perdeu sua previsão de estreia e “Velozes e Furiosos 9” escapou para 2021, sem esquecer de produções menos cotadas, como “The Lovebirds” e “Blue Story”. Até filmes brasileiros começaram a ser remarcados. Os dois longas sobre o crime de Suzane von Richthofen, “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, que chegariam aos cinemas na próxima quinta-feira (19/3) agora não tem mais previsão de estreia. Apesar disso, a distribuidora espera que eles entrem em cartaz ainda em 2020.

    Leia mais
  • Filme

    Mulan: Vídeo de bastidores revelam treinamento da estrela e do elenco do filme

    26 de fevereiro de 2020 /

    A Disney divulgou um vídeo de bastidores de sua versão live-action de “Mulan”, que destaca o treinamento da atriz Liu Yifei (“O Reino Perdido”) para as cenas de ação e ainda mostra várias sequências de lutas elaboradas com participação de todo o elenco. A produção inclui astros chineses do cinema de ação, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Mas, curiosamente, isso é pouco explorado no vídeo, que prefere exaltar a dedicação dos jovens aos treinos, como Chen Tang (“Tiras, Só que Não”) e Yoson An (“Maquinas Mortais”), além da protagonista. O elenco também inclui Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”). “Mulan” será o primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, a neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”) após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido comandados por homens. A estreia está prevista para 26 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Personagens de Mulan ilustram nova coleção de pôsteres individuais

    23 de fevereiro de 2020 /

    A Disney divulgou um nova coleção de pôsteres dos personagens da versão live-action de “Mulan”. As imagens destacam Liu Yifei (“O Reino Perdido”) no papel-título, além de Yoson An (“Máquinas Mortais”) como Chen, Donnie Yen (“Rogue One”) como o comandante Tung, Jet Li (“Os Mercenários”) como o Imperador da China, Jason Scott Lee (“Dragão: A História de Bruce Lee”) como o vilão Bori Khan e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”) como a vilã Xian Lang. A direção é da neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”), primeira mulher a comandar um versão live-action das fábulas da Disney, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido dirigidos por homens. A estreia está prevista para 26 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Etc

    Jackie Chan oferece recompensa para quem criar vacina contra o coronavírus

    16 de fevereiro de 2020 /

    O ator chinês Jackie Chan, nascido em Hong Kong, prometeu dar 1 milhão de yuans — o equivalente a R$ 615,5 mil — para a pessoa ou instituição que criar uma vacina contra o covid-19, o novo coronavírus descoberto na região central da China. O anúncio foi feito pela internet, na rede social chinesa Weibo, em que o maior astro do cinema chinês escreveu: “Se alguém, seja uma pessoa ou uma instituição, puder criar uma vacina eficaz contra o vírus, eu gostaria de oferecer a ele 1 milhão de yuans como sinal de minha gratidão”. “Espero que todos entendam que não se trata de dinheiro (…). Não quero ver as pessoas sofrerem e morrerem enquanto poderiam aproveitar a vida”, afirmou. Devido à epidemia viral na China, o lançamento de vários sucessos de bilheteria, incluindo “Vanguard”, com o próprio Jackie Chan, foi adiado. O filme seria lançado na véspera de Ano Novo, um período muito lucrativo para o cinema chinês, porém mais de 70 mil salas de cinema da China foram fechadas devido ao surto do coronavírus, que se prolifera por contato direto entre infectados, especialmente em ambientes fechados. Vale lembrar: o Brasil ainda não teve nenhum caso comprovado de coronavírus e possui pouco mais de 3 mil cinemas no país inteiro.

    Leia mais
  • Filme

    Mulan ganha novo trailer dublado eletrizante

    2 de fevereiro de 2020 /

    A Disney divulgou um novo trailer de sua versão live-action de “Mulan”. O vídeo é apresentado como o último trailer cinematográfico do longa-metragem e capricha nas cenas de ação, com muitas coreografias de lutas marciais que desafiam a gravidade. Há também elementos sobrenaturais, que enfim ganham destaque, enfatizando os poderes da bruxa criada especialmente para a nova trama. A prévia resume a história conhecida, da jovem que se disfarça de homem para lutar no exército chinês no lugar do pai doente, já que cada família deveria contribuir com um guerreiro para a defesa do império. Mas não há humor, canções ou dragão falante. O que torna “Mulan” a mais diferente das fabulações recentes da Disney. A prévia chega até a parecer uma superprodução chinesa de wuxia. Ainda assim, imagina-se que o tema do empoderamento feminino, em grande evidência na sociedade ocidental atual, seja mais bem explorado por se tratar de uma produção americana. Por sinal, “Mulan” será o primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, a neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia”), após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido comandados por homens. O elenco destaca Liu Yifei (“O Reino Perdido”) como a heroína do título e dois grandes astros do cinema chinês de ação, Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), além do havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que vive a bruxa capaz de virar águia. A estreia está prevista para 26 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Como a Disney brasileira disponibilizou apenas a versão dublada em português, confira também o trailer original americano abaixo.

    Leia mais
  • Filme

    Mulan: Novo comercial legendado destaca muitas cenas de ação

    31 de janeiro de 2020 /

    A Disney antecipou na internet o novo comercial de sua versão live-action de “Mulan”, em versões legendada e dublada. O vídeo foi produzido para ser exibido no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário mais valorizado da TV dos EUA. A prévia de 30 segundos reforça os elementos de ação da trama, com muitas lutas e foco nas habilidades marciais da heroína do título. O resultado lembra mais uma obra tradicional chinesa de artes marciais que uma fábula live-action da Disney, o que torna difícil deixar de imaginar o que Zhang Yimou, Ang Lee ou Wong Kar-Wai fariam à frente dessa produção. Afinal, a direção, curiosamente, não é de um chinês, mas da neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”). “Mulan” será o primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido comandados por homens. Mas Niki Caro é ocidental. Curiosamente, não faltam mulheres chinesas à frente de grandes produções de Hollywood nesse momento – Cathy Yan em “Aves de Rapina” e Chloé Zhao em “Eternos”. Em compensação, a intérprete de Mulan, Liu Yifei (“O Reino Perdido”), parece perfeita no papel, o que ajuda a minimizar até suas declarações políticas – motivo de tensão com Hong Kong. O elenco também inclui dois grandes astros do cinema chinês de ação, Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), além do havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que foi musa de Zhang Yimou nos anos 1990. A estreia está prevista para 26 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Personagens de Mulan ganham coleção de pôsteres

    25 de janeiro de 2020 /

    A Disney divulgou um coleção de pôsteres nacionais dos personagens de sua versão live-action de “Mulan”. As imagens destacam Liu Yifei (“O Reino Perdido”) no papel-título, além de Yoson An (“Máquinas Mortais”) como Chen, Donnie Yen (“Rogue One”) como o comandante Tung, Jet Li (“Os Mercenários”) como o Imperador da China, Jason Scott Lee (“Dragão: A História de Bruce Lee”) como o vilão Bori Khan e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”) como a vilã Xian Lang. A direção é da neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”), primeira mulher a comandar um versão live-action das fábulas da Disney, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido dirigidos por homens. A estreia está prevista para 26 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Coronavírus cancela estreias de filmes na China e causa prejuízo bilionário

    23 de janeiro de 2020 /

    A epidemia de coronavírus, que tem se espalhado pela Ásia, também vitimou a indústria cinematográfica da China. Por conta da crise da saúde, várias estreias de blockbusters foram canceladas no país. Anúncio feito nesta quinta-feira (23/1) informa que os filmes que deveriam estrear no fim de semana, na abertura das comemorações do ano novo chinês, foram adiados por tempo indeterminado. E o feriado é considerado o mais lucrativo do parque exibidor nacional, gerando em torno de US$ 1 bilhão em bilheteria todos os anos. Os distribuidores e cinemas de Pequim garantem que a decisão de adiar as estreias foi tomada de forma voluntária, após especialistas médicos na China aconselharam os cidadãos a evitar congregações em lugares fechados, o que naturalmente incluiria salas de cinema. Ironicamente, todos os filmes cancelados eram grandes apostas do cinema chinês para enfrentar as produções de Hollywood, que devem ser favorecidas por conta das peculiaridades do país. É que os reguladores chineses impedem estreias estrangeiras durante a semana do ano novo, dando prioridade para as produções locais. Assim, nenhum filme americano foi prejudicado. O impacto cultural da epidemia, porém, não se restringe apenas aos cinemas. Todas as celebrações do ano novo foram canceladas pela prefeitura da capital chinesa, abalando uma das maiores tradições do país. A doença pulmonar já matou 17 pessoas na China. O vírus, que surgiu em dezembro passado na cidade chinesa de Wuhan, infectou mais de 630 pessoas, segundo registros oficiais, mas a comunidade médica internacional especula que os números são muito maiores que os divulgados. Autoridades chinesas afirmam que há casos de transmissão do vírus de uma pessoa para outra, envolvendo inclusive profissionais de saúde que foram infectados durante o tratamento de pacientes com a mesma doença. O vírus causa febre, tosse, falta de ar e dificuldade em respirar. Em casos mais graves, pode evoluir para pneumonia e síndrome respiratória aguda grave ou causar insuficiência renal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) cogita declarar uma situação de emergência de saúde pública de caráter internacional, assim como fez com a gripe suína e o ebola. O Ministério da Saúde afirmou também nesta quinta-feira (23/1) que o Brasil entrou em alerta para o risco de transmissão. A pasta descartou, no entanto, a existência de casos suspeitos de infecção pelo coronavírus no país.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Bolsonaro estabelece novas – últimas? – Cotas de Tela do cinema brasileiro

    25 de dezembro de 2019 /

    Um decreto publicado na terça-feira (24) pelo presidente Jair Bolsonaro estabelece as novas cotas obrigatórias de exibição de filmes brasileiros nos cinemas do país em 2020. A regulamentação era aguardada pelo setor audiovisual, por conta da ocupação predatória de “Vingadores: Ultimato” (80% de todas as salas) em 2019, enquanto “De Pernas pro Ar 3” ainda lotava sessões. O setor passou 2019 inteiro sem regulamentação. Desde que Bolsonaro assumiu o governo, há um ano, a política para o audiovisual foi sobretudo de desmontagem do que existia até então. Apesar de finalmente agir sobre o assunto, o governo pretende extinguir o mecanismo no próximo ano, quando ele deveria ser renovado para um novo período. Em agosto, o ministro da Cidadania Osmar Terra, então à frente da Cultura, revelou com todas as letras os planos federais. “É uma lei que até ano que vem tem cota. Depois tem que rever isso”, disse, relacionando a reserva obrigatória para filmes brasileiros com salas de cinemas vazias. A primeira versão da Cota de Tela foi criada nos anos 1930, no governo de Getúlio Vargas. Atualmente, o tema é regulado por Medida Provisória assinada em 2001 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. O mecanismo determina que, até 2021, as salas brasileiras são obrigadas a exibir filmes brasileiros por um número mínimo de dias. A cada ano, este número deve ser definido por meio de um decreto. O descumprimento implica uma multa de 5% da receita bruta média diária do cinema, multiplicada pelos dias em que as cotas não forem respeitadas. O número de filmes brasileiros que devem ser exibidos varia de acordo com o tamanho das empresas exibidoras. Pelo novo decreto, uma empresa que tiver apenas uma sala é obrigada a exibir por 27 dias até três filmes brasileiros em sua programação de 2020. Já empresas que tenham a partir de 201 salas devem dedicar 57 dias de sua programação ao cinema nacional, com pelo menos 24 títulos diferentes. Salas que optarem por programar voluntariamente filmes brasileiros a partir das 17h poderão reduzir em 20% a cota obrigatória. A proteção defendida por FHC, o presidente sociólogo que entendia de economia (veja-se o plano Real), foi estabelecida durante a multiplicação das salas multiplex, que substituíram os antigos cinemas de rua com programações de grandes redes, cujas sedes encontram-se no exterior. As redes programam em bloco, uniformizando a exibição de filmes em todo o país a partir do modelo de distribuição americano. Um dos motivos para a revolução cinematográfica em curso em vários países asiáticos, como a China e a Coreia do Sul, por exemplo, deve-se a Cotas de Tela que desagradam aos EUA, restringindo a quantidade e a ocupação de filmes hollywoodianos em seus mercados. É famosa a foto em que o cineasta Park Chan-wook protesta, em 2006, segurando um cartaz em que se lê “Sem Cota de Telas não haveria ‘Oldboy'”, numa reação dos cineastas do país à pressão dos EUA para diminuir as cotas. Na ocasião, a reserva foi reduzida e ainda assim os cinemas coreanos permaneceram obrigados a exibir 76 dias completos de programação nacional. Em 2012, o cinema local registrou um “market share” de 52,9% e, em 2019, venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes pela primeira vez, com “Parasita”, de Bong Joon Ho. A China já chegou a restringir a entrada de filmes americanos a 20 por ano. Aos poucos, aumentou esse número, mas sobretaxa a produção estrangeira, usando um imposto similar ao Condecine brasileiro para reverter os dólares de Hollywood em incentivo ao seu cinema nacional. Graças a esses mecanismos, tornou-se o segundo maior e mais rico mercado cinematográfico do mundo. A União Europeia trata a situação de forma diferente, oferecendo incentivos financeiros aos países que reservem 50% de suas telas para produções do continente. Na França, o “market share” atingiu 41,6% neste século, e o país ainda promove seu cinema com eventos no exterior – como o Festival Varilux de Cinema Francês, que acontece anualmente no Brasil. Na Espanha, além do incentivo da UE, ainda existe uma reserva de 25% de toda a programação de cinema para filmes nacionais. Mesmo com a Cota de Tela, produções brasileiras ocuparam apenas 14,4% do parque exibidor nacional em 2018, de acordo com relatório da Ancine. Como ficaria sem ela? Segundo Paula Barreto, da LCBarreto — uma das maiores produtoras de cinema do Brasil —, a bilheteria nacional do cinema deste ano, comparada ao mesmo período do ano passado, ficou 40% mais fraca. A diferença? Bolsonaro não assinou a Cota de Tela em 2019.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Ativistas de Hong Kong realizam boicote bem-sucedido ao filme chinês Ip Man 4

    24 de dezembro de 2019 /

    Ativistas pró-democracia em Hong Kong organizaram um boicote ao filme de artes marciais “Ip Man 4: The Finale”, que encerra a franquia “O Grande Mestre” (Ip Man), para protestar contra postura pró-Pequim do produtor Raymond Wong e das estrelas Donnie Yen e Danny Chan. A quarta parte da bem-sucedida franquia quebrou recordes de bilheteria na China, Taiwan e Cingapura. Mas, em Hong Kong, faturou apenas US$ 660 mil em sua estreia no fim de semana passado, atrás de “Star Wars: A Ascensão Skywalker” (que fracassou na China). Para desencorajar o público a assistir ao filme, os ativista encontraram uma forma criativa de manifestação, que troca piquetes por publicações de spoilers do filme nas redes sociais e cartazes em pontos estratégicos com a hashtag #BoycottIpMan4. O boicote foi organizado por usuários do fórum LIHKG, o similar local do Reddit, que tem sido um dos centros estratégicos do movimento pró-democracia de Hong Kong, iniciado em junho e enfrentado de forma dura pelas forças policiais. A ação faz parte da iniciativa popular “círculo econômico amarelo”, que começou a ganhar força nos últimos meses, com o objetivo de valorizar restaurantes, lojas e marcas que apoiam o movimento e prejudicar estabelecimentos “azuis” ou pró-China. Mapas e guias de “restaurantes/lojas amarelos” foram elaborados para incentivar o apoio de cidadãos de Hong Kong aos empreendedores democráticos. Raymond Wong tem notória posição pró-China, tendo organizado um fundo para uma organização contrária a movimentos por democracia em 2014 e criticado publicamente a vitória do drama politizado “Ten Years” no Hong Kong Film Awards em 2015, chamando a consagração do filme na cerimônia de “um grande erro” e “uma piada”. Donnie Yen, que interpreta o personagem-título da franquia, mostrou sua posição política ao subir ao palco e cantar com o líder chinês Xi Jinping em uma festa de gala comemorativa do 20º aniversário da reincorporação de Hong Kong à China continental, em 2017, além de ter feito uma declaração no início deste ano reafirmando a importância da “determinação da pátria”. E Danny Chan, que interpreta Bruce Lee no final da saga (Ip Man foi o mestre de Bruce Lee na vida real), tem apoiado abertamente a polícia de Hong Kong, postando nas mídias sociais que a polícia não deve “pegar leve com nenhum [manifestante]” nem “deixar ninguém escapar”. O produtor veterano Wong inaugurou a franquia “Ip Man” em 2008, fazendo de Yen uma estrela e abrindo caminho para seu envolvimento em superproduções de Hollywood, incluindo o spin-off de “Star Wars”, “Rogue One”, e o vindouro remake live-action de “Mulan”. “Mulan”, por sinal, deve se tornar o próximo alvo de boicote na região. Além de contar com Yen em papel importante, a intérprete da personagem-título, Liu Yifei, expressou apoio à repressão do movimento democrático. A atriz, que também é conhecida como Crystal Liu, usou a plataforma Weibo para dizer que “apoia os policiais” que estão reprimindo brutalmente as manifestações e que as críticas à repressão são “uma vergonha para Hong Kong”. Entretanto, a questão não é assim tão simples. A China é um país totalitário. Muitos confundem a liberdade econômica que tornou o gigante asiático numa potência comercial com a chegada de uma suposta democracia à região, mas a ditadura comunista continua no poder. E sua capacidade de retaliação lembra pesadelos stalinistas, com artistas sendo presos na calada da noite apenas por criticarem o governo ou por agirem de forma a contrariar os princípios do partido. Vale lembrar do sumiço forçado da atriz Fan Bingbing, que foi levada a lugar desconhecido e “pressionada” por cerca de quatro meses para confessar supostos crimes de sonegação de impostos, sendo liberada apenas após “pedir perdão” ao povo chinês pela mesma Weibo e assumir a culpa pelo que o governo a acusava. Neste ano, também veio à tona a notícia de que a China estava obrigando todos seus estúdios e artistas a boicotar a mais tradicional premiação do cinema da região, porque ela é realizada em Taiwan, que, como Hong Kong, rebela-se contra o poder central. Se algum artista chinês participasse ou simplesmente fosse premiado no Golden Horse Awards 2019, que aconteceu em novembro, ficaria proibido de trabalhar no país. Ninguém se rebelou e apenas participantes de Taiwan, Malásia e Singapura concorreram ao chamado “Oscar chinês” deste ano.

    Leia mais
  • Filme

    Mulan: Novo trailer resume a trama do remake live-action da Disney

    5 de dezembro de 2019 /

    A Disney divulgou um novo pôster oficial e o segundo trailer legendado de sua versão live-action de “Mulan”, que faz um grande resumo da trama. A principal diferença em relação ao trailer anterior é que, desta vez, há elementos sobrenaturais e é possível ver uma fênix vermelha fazendo as vezes do dragão Mushu. Mesmo assim, a prévia parece mais uma obra tradicional chinesa de artes marciais que uma fábula live-action da Disney, em parte porque não apresenta o humor do desenho original do estúdio. Em vez disso, foca-se mais na premissa, para explicar porque a jovem Mulan assume disfarce masculino com o objetivo de ingressar no exército chinês – e assim poupar o sacrifício de seu pai. Há garantia de muitas cenas de ação, graças à contratação de astros chineses do gênero, como Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), escalados respectivamente como o comandante Tung, mentor e professor da heroína, e o Imperador da China. Mas isso é pouco explorado no vídeo. Na verdade, mesmo as cenas que deveriam ser épicas parecem menos imponentes que os grandes filmes chineses do gênero. Difícil deixar de pensar o que Zhang Yimou, Ang Lee ou Wong Kar-Wai fariam à frente dessa produção. A direção, curiosamente, não é de um chinês, mas da neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”). “Mulan” será o primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido comandados por homens. Mas Niki Caro é ocidental. Curiosamente, não faltam mulheres chinesas à frente de grandes produções de Hollywood nesse momento – Cathy Yan em “Aves de Rapina” e Chloé Zhao em “Eternos”. Em compensação, a intérprete de Mulan, Liu Yifei (“O Reino Perdido”), parece perfeita no papel, o que ajuda a minimizar até suas declarações políticas – motivo de tensão com Hong Kong. O elenco também inclui o havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que foi musa de Zhang Yimou nos anos 1990. A estreia está prevista para 26 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie