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    Os Farofeiros lota os cinemas e faz mais de R$ 7 milhões na estreia

    14 de março de 2018 /

    A comédia nacional “Os Farofeiros” teve uma boa abertura nos cinemas. Em seu primeiro fim de semana, o filme atraiu 489,2 mil espectadores e rendeu R$ 7,6 milhões, segundo a consultoria comScore. Ficou atrás apenas do fenômeno “Pantera Negra”, da Marvel, visto por mais de 555 mil, com faturamento acima de R$ 10 milhões – a renda acumulada do filme no Brasil é de R$ 96,9 milhões. Em cartaz em 643 telas, “Os Farofeiros” marca a 10ª parceria entre o diretor Roberto Santucci e o roteirista Paulo Cursino – no curto espaço de oito anos. Fábrica de hits, a dupla é responsável pelos blockbusters “De Pernas pro Ar” e “Até que a Sorte nos Separe”, e mantém no novo filme as suas características “autorais”, como elenco de humoristas da TV, personagens caricatos e interpretações histéricas. As piadas do novo trabalho giram em torno do velho tema das “férias frustradas”, mas em vez de acompanhar uma família, reúne “colegas da firma” numa viagem para o litoral, onde tudo dá errado. O elenco inclui Cacau Protásio, Maurício Manfrini, Danielle Winits, Antônio Fragoso, Aline Riscado, Nilton Bicudo, Elisa Pinheiro e Charles Paraventi.

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    Ator mirim de Stranger Things vem ao Brasil para convenção de fãs

    12 de março de 2018 /

    O ator Noah Schnapp, interprete de Will Byers em “Stranger Things”, vem ao Brasil em outubro para a convenção de fãs Stranger Con. Ele gravou um vídeo anunciando sua vinda e convidando os fãs a participarem do evento, que acontece no dia 20 de outubro no Rio de Janeiro e no dia 21 de outubro em São Paulo. Na ocasião, o ator poderá demonstrar o que aprendeu de português durante a produção de “Abe”, dirigido pelo brasileiro Fernando Grostein Andrade (de “Quebrando o Tabu” e “Coração Vagabundo”) e coestrelado por Seu Jorge (“Cidade de Deus”), que ele filmou no final do ano passado para uma estreia ainda em 2018. Os ingressos estarão à venda a partir da próxima quinta-feira (15/3) com valores entre R$ 150 e R$ 550. As entradas dão a chance de os fãs participarem de um bate-papo com menino, tirar foto e ganhar um autógrafo. A 2ª temporada de “Stranger Things” foi lançada em outubro de 2017 e se a Netflix repetir os planos de uma estreia no período do Halloween, a visita do ator ao Brasil será bastante próxima da data de retorno da série. #StrangerCon | Ator confirmado @noahschnapp (Abertura das vendas em 15/03 às 20h). Rio de Janeiro – 20 de Outubro | São Paulo – 21 de Outubro Informações e ingressos: www.strangerconvention.com Uma publicação compartilhada por Stranger Con (@strangerconbr) em 10 de Mar, 2018 às 5:33 PST

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    SBT fará propaganda gratuita para o filme de Edir Macedo

    9 de março de 2018 /

    A rede Record e a Igreja Universal do Reino de Deus não serão as únicas empresas engajadas na divulgação do filme “Nada a Perder”, cinebiografia do bispo Edir Macedo. O canal SBT também fará propaganda gratuita do filme. Segundo o UOL, o dono do SBT mandou exibir comerciais do filme sem cobrar nada. Sílvio Santos também é personagem do filme, que mostra como ele vendeu a Record para Macedo. O empresário-apresentador teria dado a ordem para veicular os comerciais após assistir ao filme. Ele recebeu uma cópia em DVD da produção, que só estreia nos cinemas daqui a três semanas. Antes mesmo da campanha publicitária começar, “Nada a Perder” já vendeu mais de 3 milhões de ingressos. Originalmente previsto como trilogia, a cinebiografia de Edir Macedo deve ser divida em dois filmes. O primeiro estreia agora em março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). A estreia está marcada para 29 de março.

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  • Filme

    Farofeiros invadem os cinemas nas estreias da semana

    8 de março de 2018 /

    A programação desta quinta (8/3) está sortida, com besteirol, ação e até lançamentos para celebrar o Dia Internacional da Mulher. São 13 longas e uma dica: reflita bem antes de encarar as filas, porque muitos dessas produções vão logo logo enjoar de tanto reprisar na TV. Clique nos títulos abaixo para assistir aos trailers de todas as estreias. “Os Farofeiros” tem a maior distribuição, levando a mais de 500 telas a décima parceria entre o diretor Roberto Santucci e o roteirista Paulo Cursino – no curto espaço de oito anos. Fábrica de hits, a dupla é responsável pelos blockbusters “De Pernas pro Ar” e “Até que a Sorte nos Separe”, e mantém algumas características “autorais”, como elenco de humoristas da TV, personagens caricatos e interpretações histéricas. As piadas do novo trabalho giram em torno do velho tema das “férias frustradas”, mas em vez de acompanhar uma família, reúne “colegas da firma” numa viagem para o litoral, onde tudo dá errado. Com direito a todos os clichês esperados, a história é melhor resolvida – e engraçada – que outras da dupla, ainda que seja inevitável pensar que funcionaria melhor com personagens e praia paulistas ou como lançamento de verão – ou, melhor ainda, como série do Multishow. Em outros anos, “Encantados” também flertaria com o grande público. Mas o filme já era datado quando foi feito, em 2014, tendo “desencantado” nos cinemas apenas agora – e trazendo consigo o “assediador” José Mayer, justamente no Dia da Mulher… A trama é uma versão tupiniquim dos romances adolescentes sobrenaturais que foram tendência em Hollywood há meia década atrás. Gira em torno da filha de um influente político paraense, que tem visões de um índio bonitão nas águas da Ilha de Marajó. Se o samba-enredo parece conhecido é porque a combinação de folclore, rios místicos e “realismo fantástico” tem sido a base de sucessos noveleiros como “Pantanal” (1990) e “Velho Chico” (2016) – sem esquecer que já há uma versão adulta similar, “Ele, o Boto” (1987). A direção é de Tizuka Yamasaki, que chegou a ser apontada como diretora promissora nos anos 1980, antes de se especializar em filmes da Xuxa. Os filmes B dos EUA Os três filmes americanos da semana foram rodados com baixo orçamento e chegam com atraso no Brasil. Caso mais extremo, “Medo Profundo” foi lançado há oito meses nos Estados Unidos, ocasião em que virou uma das maiores surpresas do ano passado. Custou US$ 5,5 milhões e faturou US$ 44,3 milhões só no mercado doméstico, apesar da trama limitada, que mostra as atrizes Mandy Moore (série “This Is Us”) e Claire Holt (série “The Originals”) presas no fundo do mar, cercadas por tubarões e contando os minutos de oxigênio que lhes restam. Sem maiores pretensões, o suspense aquático sobreviveu à cotação medíocre, de 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, para sair direto em DVD em vários países. O Brasil é o último lugar do mundo em que será projetado. Apesar de mais verba para efeitos visuais, “O Passageiro” segue a fórmula de filme B das parcerias anteriores entre o ator Liam Neeson e o diretor Jaume Collet-Serra. Como sempre, o protagonista vive o homem errado, que vira alvo de alguém que irá se arrepender até o fim da exibição. O diretor, que já tentara matar o astro num acidente de carro, de avião e a pé nas ruas, desta vez o coloca numa trem em seu trajeto cotidiano para casa. Ao ser abordado no vagão por uma mulher misteriosa (Vera Farmiga), ele acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como a de todos ao seu redor. Um pouco acima da linha da mediocridade, atingiu 58% no Rotten Tomatoes e faturou US$ 36,2 milhões em três meses em cartaz na América do Norte. No “ajuste final”, foi salvo pelo público internacional, que pagou quase o dobro para ver o que Tony Scott filmaria em 2017 se ainda fosse vivo. Outra história de ação ferroviária, “15h17 – Trem para Paris” acabou virando um docudrama com direção do veterano Clint Eastwood. A trama acompanha três americanos de férias na Europa, que usam seu treinamento militar para impedir o ataque de um terrorista armado em um trem que viaja de Amsterdã para Paris. A premissa de filme de Steven Seagal dos anos 1990 aconteceu de verdade em 2015 e foi abordada por Eastwood com um tratamento quase documental, ao optar por dirigir os próprios três amigos, interpretando a si mesmos na recriação da viagem em que viraram heróis. Para ter assunto, o filme também mostra como eles se conheceram desde a infância e seu treinamento militar, e ainda serve como propaganda para o alistamento militar nos Estados Unidos. O resultado não convenceu, com 15% de aprovação. Orçado em US$ 30 milhões, dará prejuízo com apenas US$ 35,2 milhões em dois meses. O empoderamento do circuito limitado As melhores opções em cartaz começam com a produção britânica “Daphne”. Trata-se de uma anti-comédia romântica sobre a personagem-título, que transita pela noite de Londres entre bebedeiras e sexo casual, enquanto navega uma crise existencial a espera de um atrasado amadurecimento. A atriz Emily Beecham, mais conhecida como A Viúva da série “Into the Badlands”, foi premiada no Festival de Torino e indicada ao BIFA (premiação indie britânica) pelo papel. Já o filme tem só 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. “A Número Um” é um suspense feminista passado no mundo das grandes corporações. Bastante atual, o longa francês acompanha sua protagonista numa campanha para ser promovida à CEO de sua empresa, defrontando-se com um rival sexista pelo cargo, que faz tudo para lembrá-la de “seu lugar”, inclusive jogar sujo para vê-la chorar como “mulherzinha”. Escrito, dirigido e estrelado por mulheres, destaca a interpretação de Emmanuelle Devos, indicada ao César (o Oscar francês) pelo desempenho. Outra história feminina francesa, “O Filho Uruguaio” acompanha a busca de uma mãe pelo filho pequeno, sequestrado pelo próprio pai. Após quatro anos do divórcio, sem que a polícia o tenha localizado, a mãe resolve procurar o filho por conta própria, planejando um reencontro no Uruguai. A realidade, porém, não acontece como em seus sonhos. O que não é exatamente inesperado. A maternidade também é o tema de “Uma Espécie de Família”, novo suspense do argentino Diego Lerman (“Refugiado”), que venceu o troféu de Melhor Filme do Festival de Chicago, Melhor Roteiro do Festival de San Sebastian e tem oito indicações ao “Oscar argentino”. A trama acompanha uma médica que viaja ao interior, num local distante, para o parto de uma jovem pobre. Pretendendo adotar o bebê, ela é surpreendida por um esquema de extorsão e, quando percebe a verdade sobre a situação em que se meteu, entra em desespero. No papel principal, a espanhola Bárbara Lennie foi coberta de elogios pela imprensa platina. Ela já tem o Goya (o Oscar espanhol) de Melhor Atriz por “A Garota de Fogo” (2014). E os documentários A programação se completa com quatro documentários brasileiros. O melhor é “Torquato Neto – Todas as Horas do Fim”, que resgata um dos expoentes menos lembrados da Tropicália. Culpa dele próprio, que se matou jovem. Jornalista, poeta, compositor, cineasta, deixou alguns clássicos da MPB como legado. “Santoro – O Homem e Sua Música” também resgata ícone esquecido da cultura brasileira do século 20. O amazonense Cláudio Santoro (1919-1989) chegou a ser considerado um dos maiores compositores eruditos do mundo. Mas, em vez de consagração, sofreu perseguição no Brasil por ser comunista. Impedido de exercer sua arte, precisou dar aulas particulares e até criar bois para sobreviver. Por fim, “Pra Ficar na História” registra os esforços de um gaúcho que criou um museu ao ar livre sobre a imigração italiana e “A Imagem da Tolerância” aborda o culto a Nossa Senhora de Aparecida.

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    Daniel Oliveira é acusado de abuso de menor no trailer do drama Aos Teus Olhos

    7 de março de 2018 /

    A Conspiração Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Aos Teus Olhos”, drama premiado, que traz Daniel de Oliveira (“Sangue Azul”) no papel de um professor de natação infantil acusado de abuso sexual pelos pais de um aluno. O tema atualíssimo é abordado na prévia em clima de suspense. A acusação vem, como várias hoje em dia, pelas redes sociais. O post de uma mãe se torna viral e provoca um linchamento virtual imediato. A denúncia se espalha rapidamente na internet e até as pessoas mais próximas do protagonista, como a diretora da escola e um colega de trabalho, ficam em dúvida sobre suas ações e intenções. A premissa é inspirada na peça ​​espanhola “O Princípio de Arquimedes”​, ​de Josep Maria ​Miró. O filme foi escrito por Lucas Paraizo (de “Gabriel e a Montanha” e série “Sob Pressão”) e dirigido por Carolina Jabor (“Boa Sorte”). Exibido em diversos festivais nacionais e internacionais, “Aos Teus Olhos” venceu quatro troféus no Festival do Rio 2017: Melhor Ator (Daniel de Oliveira), Melhor Ator Coadjuvante (Marco Ricca, pai do menino supostamente abusado), Melhor Roteiro e Melhor Filme no Voto Popular. Também foi considerado o Melhor Filme brasileiro na Mostra de São Paulo. A estreia comercial está marcada para 12 de abril.

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    Filme de Edir Macedo já vendeu 3 milhões de ingressos antecipados

    7 de março de 2018 /

    A cinebiografia do bispo Edir Macedo, batizada de “Nada a Perder – Contra Tudo. Por Todos”, já vendeu 3,1 milhões de ingressos antecipados durante um mês de pré-venda, segundo a Paris Filmes, produtora do longa. Em termos de comparação, a produção bíblica “Os Dez Mandamentos” vendeu pouco menos de 3 milhões na pré-venda e, após a estreia, se tornou o filme nacional com mais ingressos vendidos desde a criação da Embrafilme, em 1970, com 11,2 milhões. O recorde é controvertido, porque, apesar de esgotar ingressos, os cinemas não encheram. A ação envolveu a Igreja Universal, que teria distribuído ingressos nos cultos. A comunicação da igreja, na época, negou a compra de ingressos e afirmou apenas apoiar, “juntamente com nossos grupos voluntários e de projetos beneficentes em todo Brasil, que o público em geral tenha a oportunidade de assistir ao filme.” O mesmo envolvimento acontece agora com o filme do líder da Universal. “Nada a Perder”, que só chega aos cinemas em 29 de março, já esgotou algumas sessões do fim de semana de estreia nas principais capitais do país. Nas redes Cinépolis e Cinemark, a maior parte das sessões só têm ingressos disponíveis nas primeiras fileiras. No caso do Cinépolis, a compra do ingresso tem sido impulsionada pelo sorteio de uma viagem a Israel, “com um acompanhante e seu líder religioso”, e mais dez viagens para visitar o Templo de Salomão, principal sede da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo. Mas a divulgação só está começando. De acordo com o colunista do UOL Flávio Ricco, a Record tem montado uma megaoperação para promover o filme. Além de uma série especial para o “Jornal da Record” e reportagens para o “Domingo Espetacular”, o plano inclui a exibição de 16 chamadas diárias até o dia do lançamento e o envio de uma equipe ao exterior para colher depoimentos de atores famosos que já interpretaram personalidades marcantes em filmes biográficos. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O primeiro estreia agora em março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).

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    Cinemateca Brasileira tem gestão assumida por organização social

    7 de março de 2018 /

    Enfrentando dificuldades financeiras, a Cinema Brasileira teve sua gestão assumida pela Associação Comunicativa Roquette Pinto (ACERP), uma organização social (OS) ligada ao Ministério da Educação. Os ministros da Cultura, Sérgio Sá Leitão, e da Educação, Mendonça Filho, assinaram na tarde de terça-feira (6/3) o contrato válido por três anos, com possibilidade de renovação. O investimento direto do MinC será de R$ 9 milhões no primeiro ano, mas o novo modelo prevê a possibilidade de ampliar a captação de recursos por meio de leis de incentivo e de patrocínio de terceiros. “Além dessa verba de custeio, teremos um valor ainda a ser definido, mas que será bem superior a esse, para o investimento na política de preservação, restauração e difusão de acervo que será oriundo do Fundo Setorial Audiovisual. A gestão dessas linhas de fomento será feita pela Cinemateca”, disse Sá Leitão na sede da Cinemateca, em São Paulo. A coordenadora-geral da Cinemateca, Olga Futema, continuará à frente da instituição, assim como serão mantidos os 14 funcionários públicos e 42 técnicos especializados na restauração, preservação e manutenção do acervo. Mas, com o novo modelo de gestão, os quadros poderão ser ampliados. “O ideal, para manter os serviços básicos, é chegarmos a 85 técnicos”, dise Olga, após a cerimônia de assinatura do contrato. “Para o pleno funcionamento, seria preciso de 140 técnicos, número que tínhamos em 2012”. O Conselho Consultivo da Cinemateca, que havia sido dissolvido, também será restaurado, assim como será preservada a Sociedade de Amigos da Cinemateca, que reúne representantes da sociedade civil. Com um acervo de cerca de 245 mil rolos de filmes, a Cinemateca Brasileira é responsável pela preservação da produção audiovisual do país. Seus arquivos possuem cerca de 30 mil títulos, incluindo obras produzidas a partir de 1895. Surgida do Clube de Cinema de São Paulo, na década de 1940, integra a estrutura do MinC desde 1984 e é a mais antiga instituição de cinema do Brasil.

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    Tônia Carrero (1922 – 2018)

    4 de março de 2018 /

    Morreu Tônia Carrero, uma das maiores estrelas do cinema, do teatro e da TV brasileira. A atriz havia sido internada na sexta-feira, na Clínica São Vicente, na Gávea, para a realização de um procedimento cirúrgico simples, mas não resistiu, aos 95 anos de idade. Nascida Maria Antonietta de Farias Portocarrero, no Rio de Janeiro, ela já era esposa do artista plástico Carlos Arthur Thiré quando começou sua carreira com um pequeno papel no filme “Querida Susana” (1947), de Alberto Pieralisi. Entusiasmada com a experiência, resolveu se matricular num curso de atuação em Paris, com Jean Louis Barrault, e mudou os rumos de sua vida. Foi fazer teatro, onde conheceu o diretor italiano Adolfo Celi, seu segundo marido. E logo na estreia, em 1949, recebeu o prêmio de atriz revelação pela Associação de Críticos Cariocas. Em 1951, Tônia se mudou para São Paulo e se tornou estrela da Companhia Cinematográfica Vera Cruz, por onde atuou em clássicos do cinema nacional como “Apassionata” (1952), de Fernando de Barros, “Tico-Tico no Fubá” (1952), do marido Adolfo Celi, e “É Proibido Beijar” (1954), de Ugo Lombardi. Dois anos depois, passou a integrar o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), marcando época em montagens teatrais dirigidas por Zbigniew Ziembinski. De volta ao Rio, em 1956, a atriz formou sua própria companhia teatral com o marido e o amigo Paulo Autran, a Companhia Tônia-Celi-Autran (CTCA), que nos anos 1950 e 1960 revolucionou o teatro brasileiro com espetáculos como “Entre Quatro Paredes” (1956), de Jean-Paul Sartre, e “Seis Personagens à Procura de um Autor” (1960), de Luigi Pirandello, pelo qual recebeu o Prêmio Governador do Estado de São Paulo de melhor atriz. Após se separar de Celi, ela montou sua empresa individual em 1965, a Companhia Tônia Carrero, pela qual montou “A Dama do Maxim’s, de Georges Feydeau, ao lado do parceiro Paulo Autran, e “Navalha na Carne”, de Plínio Marcos, cuja protagonista, a miserável prostituta Neusa Suely, se torna um dos marcos mais importantes de sua carreira. O papel lhe rendeu dois prêmios: o Molière e o da Associação de Críticos Cariocas. Tônia ainda estrelou duas coproduções internacionais de cinema, “Sócio de Alcova” (1962) e “Copacabana Palace” (1962), que tinham em comum a violência crescente do Rio de Janeiro, tema que ainda a conduziu a “Tempo de Violência” (1969), antes de virar estrela da Globo. Ela estrelou na rede de televisão em “Pigmalião 70”, que adaptava a trama da peça “Pigmalião”, de George Bernard Shaw, para o ano de 1970. Na peça, um professor tentava transformar uma modesta vendedora de flores numa dama da sociedade. Já na novela, os papéis foram invertidos: era uma mulher rica (papel de Tônia) que se propunha a transformar a vida de um vendedor de frutas (Sérgio Cardoso). O sucesso da novela a estabeleceu como estrela da Globo, acumulando uma longa sequência de papéis, geralmente como mulher sofisticada, numa atração atrás da outra. Para se ter ideia, em apenas dois anos na emissora, ela estrelou cinco novelas, algumas quase simultaneamente. Após se afastar para respirar e desenvolver outros trabalhos, ela retornou em 1980 num dos seus personagens mais marcantes, a sofisticada Stella Fraga Simpson em “Água Viva” (1980), de Gilberto Braga. A parceria com Braga voltou a se repetir com outro papel chique de grande sucesso em “Louco Amor” (1983). No auge de sua popularidade, ela resolveu sacudir a imagem televisiva e interpretar um texto moderno no teatro. Virou estrela de “Quartett” (1986), de Heiner Müller, dirigida por Gerald Thomas, demonstrando a mesma vitalidade e ousadia de sua juventude aos 64 anos de idade. Aplaudida pela crítica, conquistou outro prêmio Molière de melhor atriz. Tônia seguiu alternando teatro, TV e cinema por mais duas décadas, mas sem a mesma quantidade exasperante de trabalhos, até a saúde a abandonar. Seus últimos papéis na Globo foram participações na novela “Senhora do Destino” (2004) e na série de comédia “Sob Nova Direção” (em 2005), e ela se despediu do cinema com “Chega de Saudade” (2007), de Laís Bodanzky. Diagnosticada com uma doença chamada de hidrocefalia oculta, ela não se comunicava mais e nem conseguia andar normalmente. Tônia vivia em seu apartamento no Leblon, cercada de familiares e sempre recebia visitas de amigos próximos. Além de mãe do ator Cecil Thiré, ela também era avó de outra geração de atores, Miguel Thiré, Luísa Thiré e Carlos Thiré.

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    Último candidato ao Oscar 2018 enfrenta Maldição nas estreias de cinema

    1 de março de 2018 /

    Abusando da metáfora, é possível dizer que existe uma maldição que impede bons filmes de ter melhor distribuição no Brasil, condenando-os a vagar pelo país sem serem vistos até sumir em salas escuras. O fato é que, em pleno fim de semana do Oscar 2018, o lançamento mais amplo no Brasil é um terror com maldição explícita no título. Um horror em mais de um sentido. A lista de estreias medíocres também ajuda a explicar porque Jennifer Lawrence decidiu dar uma pausa na carreira. Não falta nem sequer um desenho desanimado para crianças, que se divertiriam mais com um game no celular. Enquanto isso, um dos melhores filmes sobre a infância já feitos, indicado ao Oscar e que chega tardiamente junto da disputa ao prêmio, é enterrado-vivo no circuito limitado, entre documentários, filme francês-uruguaio e lançamentos nacionais. Leia sobre cada lançamento abaixo e clique nos títulos para ver os trailers de todas as estreias. “A Maldição da Casa Winchester” é o primeiro terror estrelado por Helen Mirren (“A Rainha”) e um dos piores filmes de sua carreira cinquentenária, com apenas 14% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ela vive a herdeira do fabricante dos famosos rifles Winchester, populares no Velho Oeste, que acredita ser perseguida pelos fantasmas de todas as vítimas da arma e se tranca em uma mansão enorme e labiríntica para manter os espíritos distantes. O detalhe interessante é que a mansão tortuosa de Winchester existe de verdade, em San Jose, na Califórnia. Sua construção durou continuamente de 1884 a 1922, resultando na casa mais incomum do mundo, em forma de labirinto, com 160 quartos, 2 mil portas, 10 mil janelas, 9 cozinhas, 13 banheiros e 47 escadas, muitas das quais não levam a lugar algum. Entretanto, essa curiosidade chega ao cinema com vários clichês de casa mal-assombrada, fantasmas e possessão, que só assustam crianças que acreditam em gnomos. “Duda e os Gnomos” também se passa numa mansão mal-assombrada, em que gnomos (anões de jardim) enfrentam figurantes rejeitados de “Monstros S.A.” (2001). Sim, Gnomeu e Julieta viram Caça-Fantasmas e enfrentam os primos rejeitados de Mike Wazowski. As animações canadenses parecem apostar na reciclagem para emplacar no mercado internacional. Já tinha sido assim com o filme anterior de Peter Lepeniotis, “O Que Será de Nozes?” (2014), que tinha premissa similar a “Os Sem-Floresta” e designs de personagens já vistos em “Ratatouille” (2007) e diversos outros longas mais bem cotados. Derivativo, este filme nem sequer tem previsão de lançamento nos cinemas dos Estados Unidos. “Operação Red Sparrow” segue o padrão das premissas genéricas, reciclando a origem da heroína Viúva Negra que a Marvel esqueceu de filmar. Treinada desde jovem nas artes marciais e da sedução, a personagem de Jennifer Lawrence (“Mãe!”) faz parte de um programa considerado lenda na comunidade de inteligência. Mas ao receber a missão de conquistar um agente da CIA (papel de Joel Edgerton, de “Ao Cair da Noite”), ela é tentada a trair seu país. O jogo de sedução e cooptação segue um roteiro previsível, que apenas a interpretação de Lawrence torna atraente. A produção volta a reunir a atriz com o diretor Francis Lawrence, após trabalharem juntos em três filmes da franquia “Jogos Vorazes”, e também com o roteirista Eric Warren Singer, que assinou “Trapaça” (2013). Tem 61% de aprovação no site Rotten Tomatoes – mas somente 50% dos críticos de mídia impressa. Último lançamento de indicado ao Oscar 2018 antes da cerimônia, “Projeto Flórida” está na disputa da estatueta de Melhor Ator Coadjuvante com Williem DaFoe (“Meu Amigo Hindu”). Ele interpreta o gerente do hotel Magic Castle, que recebe turistas dos parques temáticos da Disney e precisa lidar com diversas crianças hiperativas durante as férias de verão, envolvidas em suas próprias aventuras, enquanto os adultos enfrentam seus problemas de gente grande. O filme teve première na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, ocasião em que encantou a crítica internacional, atingiu 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes e venceu diversos prêmios. Mas foi menosprezado pela Academia com apenas uma indicação, possivelmente devido ao escândalo sexual que levou ao afastamento de seu produtor. A seleção estrangeira ainda inclui “O Filho Uruguaio”, drama francês sobre mãe que procura o filho pequeno, sequestrado pelo próprio pai. Após quatro anos do divórcio, sem que a polícia francesa o tenha localizado, a mãe resolve procurar o filho por conta própria, planejando um reencontro no Uruguai. A realidade, porém, não acontece como em seus sonhos. O que não é nada de novo. Quatro filmes brasileiros completam a programação. Dois são trabalhos de ficção. A opção mais popular é o terror “Motorrad”, inspirado no gênero slasher, mania dos anos 1970, a ponto de evocar a encenação de “Quadrilha de Sádicos” (1977). A produção se esmera na fotografia de motocross, até os protagonistas encontrarem uma segunda turma de motoqueiros, que não tira os capacetes negros enquanto saca seus facões ensanguentados para cometer assassinatos brutais. A história simplinha e carregada de clichês do gênero foi concebida por Danilo Beyruth, que atualmente desenha o “Motoqueiro Fantasma” nos quadrinhos da Marvel, e roteirizada por LG Bayão, que escreveu coisas tão distintas quanto “Irmã Dulce” (2014) e o besteirol “O Último Virgem” (2016). A direção é de Vicente Amorim (de “Corações Sujos” e também “Irmã Dulce”). Para completar, o elenco inclui alguns ex-integrantes da novela teen “Malhação”. Mas o verdadeiro massacre ficou fora da tela. Veio da crítica norte-americana, que eviscerou o filme após sua exibição no Festival de Toronto. Já os críticos brasileiros devem ter gosto diverso, pelo que se pode notar. “Todas as Razões para Esquecer” evoca outro tipo de filme americano. A trama compartilha angústias do cinema indie e chega a compartilhar o tema de “Homens, Mulheres e Filhos” (2014), sobre a contradição de um mundo extremamente conectado que gera pessoas extremamente solitárias. Diante de um arsenal de possibilidades tecnológicas para encontrar um novo amor, o protagonista vivido por Johnny Massaro não consegue esquecer a antiga namorada. Nem com terapia. Os dois documentários tem histórias mais originais. “Cartas para um Ladrão de Livros” conta a história do maior ladrão de livros raros do Brasil, ao mesmo tempo em que questiona valores culturais. O tema é desenvolvido de forma bastante instigante. Mas o grande destaque nacional da programação desta quinta (1/3) é disparado “Piripkura”. Vencedor do Festival do Rio e premiado no Festival de Roterdã, na Holanda, o filme de Mariana Oliva, Renata Terra e Bruno Jorge mergulha na floresta amazônica em busca dos últimos sobreviventes do povo indígena Piripkura, após anos de enfrentamento contra madeireiros. As câmeras dos cineastas fazem sua jornada ao lado de Jair Candor, um funcionário da FUNAI (Fundação Nacional do Índio), e de dois índios nômades do povo Piripkura, conhecidos como o “povo borboleta”. Praticamente extintos, os Piripkura sobrevivem cercados por fazendas e madeireiros numa área ainda protegida no meio da floresta amazônica. Candor os conhece desde 1989, e realiza expedições periódicas, monitorando vestígios que comprovem a presença deles na floresta, a fim de manter a preservação da área. Mas eles tem a cabeça a prêmio, pois o genocídio virou o negócio mais lucrativo dos empresários rurais brasileiros. A produção é importante diante da atual política indígena do Brasil. “O agronegócio está mais forte do que nunca. O governo impôs cortes significativos à administração da FUNAI. Uma das consequências dessa atitude foi o aumento de invasores nas terras indígenas”, explicou Mariana Oliva em entrevista à revista americana Variety.

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    Cinema brasileiro bate recorde de reconhecimento com cinco prêmios no Festival de Berlim 2018

    24 de fevereiro de 2018 /

    O cinema brasileiro saiu consagrado do Festival de Berlim 2018 com a conquista de cinco prêmios paralelos, entre eles os de favoritos da crítica e do público. Ao todo, três documentários, um longa de ficção e uma coprodução latina foram premiados na programação do evento alemão, um recorde de reconhecimento para a produção cinematográfica nacional. Três prêmios já tinham sido antecipados na sexta (23/2) e mais dois foram anunciados na tarde deste sábado. Veja abaixo o que cada filme venceu. “O Processo”, documentário de Maria Augusta Ramos sobre o impeachment de Dilma Rousseff, venceu o Prêmio do Público como o Melhor Documentário da mostra Panorama, a segunda mais importante do evento. “Zentralflughafen THF”, documentário de Karim Aïnouz sobre o centro de apoio a refugiados instalado no antigo aeroporto de Tempelhof na capital alemã, recebeu o prêmio Anistia internacional. “Tinta Bruta”, dos gaúchos Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, venceu o prêmio Teddy, concedido por um júri independente aos melhores filmes com temática LGBTQ da seleção oficial do festival. O filme acompanha um jovem que usa o codinome GarotoNeon para trabalhar como camboy, fazendo performances eróticas com o corpo coberto de tinta para milhares de anônimos ao redor do mundo, pela internet. O mesmo júri selecionou “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, sobre a cantora e ativista transexual Linn da Quebrada, com o Teddy de Melhor Documentário. Para completar, a Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci) elegeu “Las Herederas”, do paraguaio Marcelo Martinessi, com o vencedor do Prêmio da Crítica. Coproduzido pela diretora carioca Julia Murat (“Pendular”), “Las Herederas” também conta com apoio de produtoras do Uruguai, da França e da Alemanha. A coprodução internacional, segundo o cineasta Marcelo Martinessi, é a única forma de se fazer cinema de qualidade no Paraguai. Leia a entrevista do diretor aqui.

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    Filmes brasileiros vencem os principais prêmios paralelos do Festival de Berlim 2018

    24 de fevereiro de 2018 /

    Dois longas nacionais e uma coprodução brasileira foram consagradas no Festival de Berlim 2018 com os principais prêmios paralelos do evento. “Tinta Bruta”, dos gaúchos Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, venceu o prêmio Teddy, concedido por um júri independente aos melhores filmes com temática LGBTQ da seleção oficial do Festival de Berlim. O filme acompanha um jovem que usa o codinome GarotoNeon para trabalhar como camboy, fazendo performances eróticas com o corpo coberto de tinta para milhares de anônimos ao redor do mundo, pela internet. O mesmo júri selecionou “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, sobre a cantora e ativista transexual Linn da Quebrada, com o Teddy de Melhor Documentário. Para completar, a Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci) elegeu “Las Herederas”, de Marcelo Martinessi, com o vencedor do Prêmio da Crítica. E por coincidência o filme também tem temática LGBTQ. Em sua apresentação do prêmio, a comissão de críticos afirmou que escolheu o filme de estreia de Martinessi pela “descrição de um assunto secreto e proibido: a homossexualidade feminina na sociedade paraguaia”. A trama gira em torno de um mulher sexagenária (Ana Brun, aplaudidíssima em Berlim) separada de sua parceira de toda a vida, enquanto precisa se desfazer dos móveis e obras de arte da família para pagar as contas da casa em que viveram juntas, atualmente em estado de ruína. As dívidas se acumulam, após uma delas ser presa por fraude bancária, deixando a outra sozinha no casarão. Até que, aos poucos, a senhora solitária cede aos convites da vizinha mais jovem, que gosta de sair para jogar pôquer com as amigas, e transforma o antigo Mercedez Bens herdado do pai em transporte particular. Primeiro longa paraguaio selecionado para a Berlinale, a obra é sutil, mas lida com temas poderosos, como amor e companheirismo entre mulheres, decadência da classe média, crise econômica, Terceira Idade, etc, tudo num microcosmo doméstico. E ganhou críticas elogiosas da imprensa internacional durante a exibição no festival alemão. Coproduzido pela diretora carioca Julia Murat (“Pendular”), “Las Herederas” também conta com apoio de produtoras do Uruguai, da França e da Alemanha. A coprodução internacional, segundo o cineasta Marcelo Martinessi, é a única forma de se fazer cinema de qualidade no Paraguai. Leia a entrevista de Martinessi aqui.

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    Juiz Marcelo Bretas dá consultoria para a continuação de Polícia Federal: A Lei É para Todos

    23 de fevereiro de 2018 /

    A continuação do filme “Polícia Federal: A Lei É para Todos” terá consultoria do juiz Marcelo Bretas, responsável pela Operação Lava-Jato no Rio de Janeiro. O juiz se reuniu na quarta (21/2) com o produtor do longa, Tomislav Blazic. “Estamos preparando o roteiro para a continuação do filme e conversei com ele sobre o [ex-governador Sergio] Cabral e o [empresário] Jacob Barata”, disse Blazic, de acordo com a a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo Segundo o produtor, esse foi o primeiro de alguns encontros que terá com o juiz. “Precisamos ver quantos serão necessários para construirmos o roteiro. Também já marcamos com o Ministério Público Federal”, diz. A filmagem está marcada para começar em junho. A trama irá começar no ponto em que o primeiro filme terminou, logo após a condução coercitiva de Lula, abrangendo até um pouco depois da delação dos irmãos Wesley e Joesley Batista, da JBS. Alguns dos atores principais do primeiro filme, como Flávia Alessandra, Marcelo Serrado, Antonio Calloni e Ary Fontoura voltarão a repetir seus papéis na sequência. Além disso, o diretor Marcelo Antunez está fazendo testes para os papéis de Eduardo Cunha, Sérgio Cabral e justamente do juíz Marcelo Bretas. A previsão de estreia nos cinemas é para o final de 2018 ou começo de 2019.

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    Jaspion vai ganhar filme oficial brasileiro

    21 de fevereiro de 2018 /

    Que a série japonesa “Jaspion” foi um fenômeno cultural no Brasil ninguém duvida. Mas a ponto de render um filme brasileiro? Pois a Sato Company, que há 30 anos trouxe “O Fantástico Jaspion” ao país, informou que irá produzir uma versão oficial brasileira da atração. Um filme do personagem passado no Brasil, produzido no país e estrelado por brasileiros. Segundo a Sato, os atores serão selecionados ao longo do ano e revelados durante um festival de filmes japoneses, em agosto. E o filme deverá até modernizar o visual do personagem galáctico para o lançamento, previsto para meados de 2019. A empresa conseguiu aval da Toei Company, que detém os direitos originais de “Jaspion” e vê a produção como bons olhos. Em comunicado, o gerente sênior da Toei, Yusei Nagamatsu, afirmou que “este é o melhor momento para lançarmos o filme” e listou os motivos: “São 110 anos de imigração japonesa no Brasil e 30 anos da série”. “Nosso parceiro para essa produção é a Sato, que conhece o mercado há mais de três décadas, tendo sido a grande responsável pela introdução do conteúdo japonês no Brasil”, completou. Por sua vez, o diretor executivo da empresa brasileira, Nelson Sato, afirmou que “resgatar um dos mais expressivos tokusatsu exibidos no Brasil, tendo a oportunidade de criar uma nova história e dar um update no personagem, será um desafio encantador”. O aniversário de 30 anos de Jaspion no país acontece nesta quinta (22/2). “O Fantástico Jaspion” apareceu pela primeira vez em 22 de fevereiro de 1988, na programação do Clube da Criança, da extinta TV Manchete. Relembre a abertura abaixo, com a introdução dublada do estúdio Álamo.

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