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  • Filme

    Estreias online: 10 filmes para assistir em casa no fim de semana

    4 de setembro de 2020 /

    O destaque da seleção digital da semana é um filme que tende a virar objeto de culto ou então despertar intensa irritação. Esquisito, mas poético, encantador, mas frustrante, profundo, mas impenetrável, assim é “Estou Pensando em Acabar com Tudo”, que, apesar desse título, pode parecer não acabar nunca. Basta dizer que se trata de uma obra de Charlie Kaufman, o roteirista malucão de “Quero Ser John Malkovich”, “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças” e “Adaptação”, que virou diretor de cinema após vencer o Oscar e sempre dá o que falar com seus filmes. Bem ou mal, “Estou Pensando em Acabar com Tudo” encaixa-se perfeitamente na lista das obras estranhas do cineasta. Mas vale a pena? As críticas mais positivas que negativas indicam que sim, se você for um cinéfilo fã de surrealismo, considerando os 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. A Netflix também oferece o oposto disso, uma comédia romântica extremamente convencional em “Amor Garantido” (50% no RT), mostrando que há opções para todos os gostos. Confira abaixo os trailers e mais detalhes dos lançamentos online, lembrando que a curadoria não inclui títulos clássicos (são muitos) e produções trash, que em outros tempos sairiam diretamente em DVD – só nesta semana foram disponibilizados mais dois lixões estrelados por Nicolas Cage, um deles com míseros 3% de aprovação no Rotten Tomatoes! Estou Pensando em Acabar com Tudo | EUA | 2020 O novo filme de Charlie Kaufman (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças”) lembra as situações surreais das obras do cineasta, mas desta vez é baseada num romance, escrito por Iain Reid – disponível no Brasil. A trama explora a fragilidade da mente e os limites da solidão ao contar a história da namorada de Jake, que o acompanha em uma viagem para o interior para conhecer seus pais. Durante o trajeto, ela pensa em terminar a relação, mas ao chegar em seu destino começa a achar tudo muito estranho e a perceber que talvez seja tarde demais. O elenco destaca Jessie Buckley (“Judy: Muito Além do Arco-Íris”) como a namorada, que não tem nome na história, Jesse Plemons (“O Irlandês”) como Jake, e David Thewlis (“Mulher-Maravilha”) e Toni Collette (“Hereditário”) como os pais bizarros. Disponível na Netflix. Amor Garantido | EUA | 2020 A sumida Rachael Leigh Cook (“Ela É Demais”) retorna às comédias românticas como uma advogada que ajuda um cliente bonitão a processar um site de namoro por propaganda enganosa. O cliente é vivido por Damon Wayans Jr. (“Happy Endings”) e, quem diria, o diretor Mark Steven Johnson já foi conhecido por filmar heróis da Marvel – “Demolidor, o Homem Sem Medo” (2003) e “O Motoqueiro Fantasma” (2003). Disponível na Netflix. The Day Shall Come | EUA | 2020 O diretor Christopher Morris volta ao terreno do premiadíssimo “Quatro Leões” (2010) em sua nova sátira social, desta vez apontando suas câmeras para outro tipo de terrorismo, aquele criado por fantasias do FBI. A trama acompanha um pregador pobre de Miami que recebe uma oferta em dinheiro para evitar o despejo de sua família. Ele não faz ideia de que seu financiador trabalha para o FBI, e que pretende transformá-lo em um terrorista ao alimentar seus tresloucados sonhos revolucionários. A moral da história é que é mais fácil fabricar um falso terrorista que prender um verdadeiro. Mas nem tudo sai de acordo com os planos, nas reviravoltas de humor negro dessa história maluca, estrelada pelo estreante Marchánt Davis, Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) e Denis O’Hare (“American Horror Story”). Disponível no iTunes. Breve Miragem de Sol | Brasil | 2019 Fabrício Boliveira venceu o prêmio de Melhor Ator no Festival do Rio pelo papel de Paulo, recém-divorciado que começa a trabalhar como taxista na noite do Rio de Janeiro. Similar a “Transeunte” (2010), do mesmo diretor, Eryck Rocha, o filme usa a premissa para observar pessoas aleatórias. A coleção de vinhetas resultante da troca de passageiros também remete a “Uma Noite Sobre a Terra” (1991), de Jim Jarmusch, mas a experiência documental de Rocha faz grande diferença na captação das imagens. Disponível na Globoplay. A Cidade dos Piratas | Brasil | 2019 A nova animação de Otto Guerra, diretor de “Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’Roll” (2006) e “Até que a Sbórnia nos Separe” (2013), adapta a obra de Laerte Coutinho, mas, apesar do título, não se trata de uma produção sobre a tirinha “Piratas do Tietê”, criada pelo cartunista, mas sim inspirada pela vida e pela arte do artista. Isto fica claro logo na abertura, que se foca na transição de gênero de Laerte, e segue na temática da história, ao apresentar a reação conservadora contra uma suposta “ditadura gay” atual. Há também um discussão metalinguística sobre os bastidores da produção, com o próprio diretor transformado em desenho. O elenco de dubladores inclui Matheus Nachtergaele (“Trinta”) e Marco Ricca (“Chatô, o Rei do Brasil”) Disponível no iTunes, Google Play, Now, Vivo Play e YouTube Filmes. Os Espetaculares | Brasil | 2020 Comédia brasileira passada no universo dos stand ups. Paulo Mathias Jr. (“Doidas e Santas”) vive um humorista azarado que precisa entrar numa competição de grupos de humor para conseguir dinheiro e evitar a prisão. Ele acaba se juntando a Rafael Portugal (do “Porta dos Fundos”) e Luísa Périssé (do “Zorra”). A direção é de André Pellenz, de “Minha Mãe é uma Peça: O Filme” (2013) e “Detetives do Prédio Azul: O Filme” (2017). Disponível no iTunes, Google Play, Now, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Fourteen | EUA | 2019 O drama indie escrito e dirigido por Dan Sallitt é uma lição sobre a amizade, e como a passagem do tempo pode mudar os laços e a visão que temos de velhos amigos. A trama acompanha duas grandes amigas de infância, que tem reações diferentes à vida adulta. Enquanto a mais genial e expansiva tem dificuldades de manter emprego, a mais tímida e focada segue firme em seu projeto de vida. Mas logo fica claro que o problema da primeira, cada vez mais disfuncional, pode ter raízes mais profundas que a imaturidade. Mesmo diante dos desafios, a outra resolve não abandoná-la. Disponível na Looke. Greed: A Indústria da Moda | Reino Unido | 2019 Comédia sobre o universo de opulência, mau gosto, falto de tato e exploração descarada dos podres de ricos, que teria sofrido censura do próprio estúdio. O filme traz Steve Coogan (“Philomena”) como um multimilionário inspirado pelo presidente do Arcadia Group, Sir Philip Green, e teria sofrido uma série de cortes para proteger as “relações corporativas” da Sony, devido a seu tema polêmico. A denúncia foi feita pelo diretor Michael Winterbottom (“O Assassino em Mim”) em entrevista publicada no jornal inglês The Guardian. A trama se passa durante uma festa grandiosa de seu protagonista, enquanto um jornalista investiga as condições de semi-escravidão dos funcionários das fábricas asiáticas responsáveis por tamanha riqueza. Disponível no iTunes, Google Play, Now e YouTube Filmes. Exterminador: Cavaleiros e Dragões | EUA | 2020 O supervilão “Exterminador” ganha sua primeira animação. Com muitas cenas de ação e violência inadequada para crianças, a adaptação da DC Comics compensa com sangue os diálogos típicos de história em quadrinhos. Disponível no iTunes. Showbiz Kids | EUA | 2020 Documentário sem firulas sobre o negócio de ser um ator mirim na indústria do entretenimento. O filme traz depoimentos de ex-estrelas infantis famosas, como Henry Thomas (“E.T.”), Milla Jovovich (“De Volta à Lagoa Azul”) e até o recém-falecido Cameron Boyce (“Descendentes”), para retratar os altos e baixos da profissão. Disponível na HBO Go.

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  • Filme

    Circuito drive-in exibe três filmes brasileiros premiados e inéditos nos cinemas

    4 de setembro de 2020 /

    As salas de cinema começam a abrir em várias cidades do Brasil, mas os cines drive-in seguem prestigiados. Sinal disso é que a programação deste fim de semana nos cinemas ao ar livre conta com a exibição de três filmes nacionais premiados e inéditos no circuito cinematográfico tradicional: “Três Verões”, “Alice Júnior” e “Pacarrete”. Por coincidência, os três filmes abordam mulheres. Elas são completamente diferentes entre si, mas apresentam a mesma disposição de resistência, compondo um bom panorama. Todas estão em cartaz em São Paulo, mas também podem ser vistas em outras localidades. Confira mais detalhes abaixo. Três Verões | Brasil | 2019 Originalmente previsto para março passado, o filme de Sandra Kogut (“Campo Grande”) retrata o Brasil contemporâneo por meio do olhar de Madá (Regina Casé), caseira de um condomínio de luxo à beira-mar. A trama mostra, sob seu ponto de vista, o desmantelamento de uma família em função dos dramas políticos recentes que abalaram o país, passando-se ao longo de três verões consecutivos (2015, 2016 e 2017), na luxuosa casa de veraneio da família. O filme pergunta o que acontece com aqueles que gravitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida destes desmorona, ao mesmo tempo em que registra as mudanças sociais e políticas dos últimos anos no Brasil, ilustrada por meio da prisão do patrão (Otávio Müller, de “Segunda Chamada”) por corrupção. Consagrado no exterior, o longa fez sua estreia mundial no Festival de Toronto, no Canadá, foi premiado no Festival de Havana, em Cuba, e rendeu troféus de Melhor Atriz para Regina Casé nos festivais do Rio e de Antalya, na Turquia. Alice Júnior | Brasil | 2019 Premiado nos festivais do Rio, Brasília, Mix Brasil e exibido em Berlim, o filme de Gil Baroni (“O Amor de Catarina”) acompanha uma adolescente transexual que se muda com a família de Recife para o interior do país. Na nova cidade, mais conservadora, ela sofre preconceito dos colegas de escola e tem dificuldades para expressar a própria identidade de maneira livre. Mas logo vai se soltando e conquistando seu espaço, ajudando também o filme a se assumir mais comédia teen que melodrama de novela. A produção adota uma estética atual, ao apresentar a protagonista como YouTuber, e utiliza linguagem dessa mídia para dar à trama o tom alegre de um fábula moderna. No centro de tudo, Anne Celestino levou o prêmio de Melhor Atriz em Brasília por sua Alice. Pacarrete | Brasil | 2019 Vencedor de oito troféus no último Festival de Gramado, incluindo Melhor Filme nas votações do júri e do público, além de prêmios para a atriz Marcélia Cartaxo e o diretor-roteirista Allan Deberton, o drama conta a história real de uma mulher de Russas, no interior do Ceará. Bailarina e ex-professora, a mulher do título sonha em dançar balé na festa da cidade. Com voz estridente, grita frases desconexas pelas ruas — e é simplesmente tachada de louca pelos moradores – , mas nunca se dá por vencida, defendendo sua arte em protesto e resistência.

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  • Etc

    Ancine completa um ano sem presidente sob Bolsonaro

    2 de setembro de 2020 /

    A Ancine (Agência Nacional de Cinema) completou um ano sem presidente no domingo passado (30/9). A entidade ficou sem presidente após Jair Bolsonaro afastar Christian de Castro no final de agosto de 2019, atendendo a uma decisão judicial. O MPF (Ministério Público Federal) acusou Castro de ter prestado declaração falsa a respeito de vínculos societários à Ancine e à Comissão de Ética Pública da Presidência da República. Ele e um sócio são acusados de terem atuado em favor de empresas nas quais tinham participação. A Justiça Federal no Rio de Janeiro aceitou a denúncia e o tornou réu. Desde então, a agência é presidia de forma interina por Alex Braga. No entanto, passado este tempo, o desgoverno não cogitou efetivar Braga no cargo nem indicar outro nome. Esta não é a única posição vaga na Ancine ou nas várias entidades e comissões da área da Cultura. Desde que Bolsonaro assumiu a presidência, o setor vive paralisação e desmonte, inclusive com alta rotatividade no cargo de titular da Secretaria Especial de Cultura. Vale lembrar que, por conta dessa prática, a Ancine ainda não liberou o FSA (Fundo Setorial do Audiovisual) de 2019, resultado de impostos cobrados em 2018, nem sequer mencionou os valores disponíveis para 2020 – antigamente definidos no começo de cada ano. Produtores que tiveram projetos aprovados antes de 2019 estão processando a entidade para ter acesso à verbas definidas em editais. E um dos relatórios mais recentes da instituição sugere que os mais de R$ 700 milhões do FSA contabilizados e não utilizados no ano passado simplesmente “sumiram”…

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  • Filme

    Festival de Sitges vai homenagear José Mojica Marins

    2 de setembro de 2020 /

    O Festival de Sitges, um dos eventos mais tradicionais dedicados ao cinema de terror e fantasia, que acontece anualmente desde 1968 na Espanha, vai prestar uma homenagem à carreira do cineasta José Mojica Marins, criador do personagem Zé do Caixão. Em sua edição de 2020, marcada para acontecer entre 8 a 18 de outubro, o festival projetará o primeiro longa de Zé do Caixão, “À Meia-Noite Levarei Sua Alma”, lançado em 1964, além de exibir o documentário “Maldito – O Estranho Mundo de José Mojica Marins”, de André Barcinski e Ivan Finotti, e o curta “O Universo de Mojica Marins”, de Ivan Cardoso. Ator, diretor, roteirista e personagem de si mesmo, José Mojica Marins já foi premiado no festival espanhol. Ele venceu a competição de Stiges com “Encarnação do Demônio”, filme que encerrou a trilogia central do personagem Zé do Caixão. Marins morreu no dia 19 de fevereiro passado, aos 83 anos, devido a uma broncopneumonia.

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  • Etc,  Série

    Pietro Mário Bogianchini (1939 – 2020)

    1 de setembro de 2020 /

    O ator e dublador Pietro Mário Bogianchini, que foi o primeiro apresentador de programa infantil da TV Globo, morreu na manhã de segunda (31/8), aos 81 anos, no Rio de Janeiro. Pietro estava internado desde maio, após sofrer sucessivos acidentes vasculares cerebrais, e tinha passado por uma breve melhora antes de sofrer uma parada cardíaca. O artista também pegou covid-19, mas teria se curado – embora a doença afete o coração. Italiano naturalizado brasileiro, Bogianchini ficou famoso ao interpretar o Capitão Furacão, protagonista de um programa infantil de sucesso apresentado pela TV Globo entre os anos de 1965 e 1970. O programa do “Capitão Furacão” estreou junto com a Globo, no dia 26 de abril de 1965. Na atração, o ator vivia cercado de crianças e, enquanto girava o leme de seu navio, lia as cartas enviadas pelos telespectadores, promovia gincanas, contava histórias do mar, dava conselhos aos marinheiros iniciantes e apresentava desenhos animados. Após o fim do programa, continuou trabalhando no universo infantil como dublador, tendo feito a voz do Capitão Caverna, na série da Hanna-Barbera, além de vários personagens emblemáticos da Disney, como Rafiki, de “O Rei Leão”, o Governador, em “Pocahontas”, Maurice em “A Bela e a Fera”, o Coruja em “Bambi” e o Sultão de “Aladdin”. Bogianchini também atuou em filmes clássicos, como “Os Machões” (1972), “A Noite do Meu Bem” (1968) e “Engraçadinha Depois dos Trinta” (1966), e em várias novelas da Globo, desde “O Espigão” em 1974. Entre as mais recentes estão “Novo Mundo” (2017), “Pega Pega” (2017) e “Deus Salve o Rei” (2018), na qual interpretou Patriarca da Fé. Nos últimos anos, tinha sido redescoberto pelo cinema brasileiro, aparecendo em “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (2001), “Copacabana” (2001), “Meteoro” (2006), “Chico Xavier” (2010), “O Duelo” (2015) e “M8: Quando a Morte Socorre a Vida” (2019), ainda inédito em circuito comercial. Além disso, fez papel importante na série “O Mecanismo”, da Netflix, como o Dr. Mário Garcez Britto, personagem inspirado no ex-Ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos.

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  • Filme

    Filha de Grazi Massafera e Cauã Reymond vai estrear como atriz aos 8 anos

    31 de agosto de 2020 /

    A filha de Grazi Massafera e Cauã Reymond vai estrear como atriz no próximo filme da diretora Laís Bodansky (“Como Nossos Pais”). A pequena Sofia Marques, de oito anos, foi escalada no filme “Pedro”, que será protagonizado por seu pai. Em entrevista para a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Grazi disse que a decisão de deixá-la participar do filme foi muito tranquila. “Sofia é uma menina, ela atua brincando. Eu a estimulo a ser criança, brincando o tempo todo, criando histórias e personagens”. O Pedro do título da produção é Dom Pedro I. Atualmente em fase de pós-produção, o filme é centrado na volta do ex-imperador do Brasil a Portugal, após ser destronado por um golpe parlamentar. Durante a travessia, ele reflete sobre sua vida no Brasil desde a infância, quando chegou com seus pais de Portugal, em 1808, até sua saída na calada da noite, fugindo para não ser apedrejado pela população, em 1831. Orçado em R$ 11 milhões, o longa, que também será transformado em uma minissérie de quatro capítulos, tem 40% das cenas rodadas em Portugal e na Ilha dos Açores. A realização é uma coprodução de produtoras brasileiras com a portuguesa O Som e a Fúria. O roteiro é assinado por Bodanzky, seu marido e parceiro profissional Luiz Bolognesi e Chico Matoso.

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  • Filme,  Música

    Globoplay adquire documentário sobre prisão de Caetano Veloso pela ditadura

    31 de agosto de 2020 /

    A Globoplay comprou os direitos de transmissão do documentário “Narciso em Férias”, sobre a prisão de Caetano Veloso em 1968, durante a ditadura militar. O longa chega à plataforma de streaming no dia 7 de setembro, mesmo dia de sua première mundial na 77ª edição do Festival de Veneza. Dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil (“Uma Noite em 67”), “Narciso em férias” será exibido fora de competição no festival italiano. O documentário traz o depoimento de Caetano Veloso sobre sua experiência na cadeia, que incluiu passar uma semana trancado numa solitária. Ele e Gilberto Gil foram retirados de suas casas em São Paulo por agentes à paisana, duas semanas após o decreto do AI-5. À época, o regime militar proibiu que jornais divulgassem a prisão dos artistas. No total, Caetano ficou 54 dias encarcerado. Durante o período, ele compôs a canção “Irene”, inspirado pela lembrança da risada de sua irmã mais nova, e ao sair da prisão foi exilado em Londres. Em entrevista à revista americana Variety, Caetano destacou a importância de lembrar esse período histórico para se contrapor à versão dos fatos propagada pelo atual governo negacionista. “O Brasil tem um governo que diz que a ditadura militar foi uma coisa boa. E eles estão tentando lançar uma luz positiva. É hora de falar sobre esse período da maneira que faço no filme”, afirmou.

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  • Filme

    Estreias online: 15 filmes para ver em casa no fim de semana

    28 de agosto de 2020 /

    Da divertida comédia infantil “Aprendiz de Espiã”, com Dave Bautista, ao drama LGBTQIA+ “Matthias & Maxime”, lançamento do cineasta canadense Xavier Dolan, a programação de cinema digital desta sexta (28/8) reúne opções para todos os gostos. Ainda assim, vale destacar a originalidade da comédia criminal “Origens Secretas”, sobre um serial killer geek. Alguns dos filmes abaixo foram disponibilizados com exibição gratuita. Mas se os 15 títulos sugeridos não agradarem, ainda há mais 74 filmes gratuitos, distribuídos em quatro festivais online simultâneos neste fim de semana (saiba mais). Confira abaixo os trailers e mais detalhes da seleção digital, lembrando que a curadoria não inclui títulos clássicos (são muitos) e produções trash, que em outros tempos sairiam diretamente em DVD – como “A Ilha”, maior lixão da semana, com Nicolas Cage e 0% de aprovação no Rotten Tomatoes! Aprendiz de Espiã | EUA | 2020 A comédia do ator Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) segue uma fórmula já explorada com sucesso por Arnold Schwarzenegger (“Um Tira no Jardim de Infância”), Jackie Chan (“Missão Quase Impossível”), Dwayne Johnson (“O Fada de Dentes”) e outros fortões em filmes com crianças. Bautista vive um agente da CIA que, durante uma tocaia, é flagrado por uma menina de 9 anos. Ele grava sua espionagem com um celular e negocia não colocar o vídeo no ar em troca de aulas para virar espiã. A precoce Chloe Coleman (de “Big Little Lies” e que também estará em “Avatar 2”) vive a garotinha que dá um baile no durão, até descobrir que ele não é tão insensível quanto tenta parecer. Sucesso digital nos EUA, o filme deve ganhar sequência. Disponível na Amazon. Quase uma Rockstar | EUA | 2020 O drama musical adolescente adapta o livro de mesmo nome, escrito por Matthew Quick, autor de “O Lado Bom da Vida”, e conta uma história edificante sobre como o poder da música é capaz de iluminar a escuridão. A protagonista, vivida por Auli’i Cravalho (revelada como voz de Moana no desenho da Disney), é uma otimista incorrigível, embora sua vida seja mais complicada do que aparenta. A jovem é uma estudante que tenta conciliar o trabalho, a vida e alguns segredos duros sempre com um sorriso no rosto, enquanto sonha entrar numa faculdade prestigiosa de música. Quando novos obstáculos aparecem, ela descobre que pode contar com a família que escolheu (os amigos) para superar os desafios. Dirigido por Brett Haley (“Por Lugares Incríveis” e “Corações Batendo Alto”), o filme é cheio de baladinhas pop, apesar de prometer rock (ou quase) no título. Disponível na Netflix. Origens Secretas | Espanha | 2020 Grande surpresa da Netflix, esta aventura criminal é diversão garantida para geeks de carteirinha. O longa do diretor David Galán Galindo (“Pixel Theory”) acompanha a caça a um serial killer que se inspira nas origens dos heróis da Marvel para matar suas vítimas. Os personagens ainda incluem uma delegada que faz cosplay nas horas de folga e um especialista em quadrinhos que é contratado como consultor da polícia. Pacto de Fuga | Chile | 2020 Drama emocionante de fuga de prisão, o filme é inspirado em um evento real de janeiro de 1990, quando 49 presos políticos chilenos escaparam por um túnel que levaram 18 meses para cavar. Apenas nove foram recapturados e a chamada “Operação Êxito” ridicularizou a já agonizante ditadura militar. Disponível na Amazon. Disponível na Netflix. Antígona | Canadá | 2019 Grande vencedor da premiação da Academia Canadense de Cinema (o Oscar canadense) deste ano, o filme de Sophie Deraspe (“The Seven Last Words”) é uma versão contemporânea da tragédia grega de Sófocles, com enfoque de realismo social. A Antígona canadense faz parte de uma família de refugiados que confronta as autoridades do país para honrar um de seus irmãos e ajudar o outro a escapar da prisão. Ao se ver encurralada por uma lei falha, ela passa a seguir seu próprio senso de justiça, enfrentando dificuldades inimagináveis. Disponível no Cinema Virtual. Matthias & Maxime | Canadá | 2020 O novo filme de Xavier Dolan (“É Apenas o Fim do Mundo”) ganha lançamento digital exclusivo pelo Mubi. A trama gira em torno de dois velhos amigos de infância, Matthias (Gabriel D’Almeida Freitas) e Maxime (interpretado pelo próprio Dolan), que são convidados a compartilhar um beijo para um curta-metragem. Deste beijo surge uma dúvida persistente, confrontando os dois com suas preferências, ameaçando a irmandade de seu círculo social e, eventualmente, mudando suas vidas, já que, até então, só se relacionavam com mulheres. Disponível no Mubi. Canções de Amor | Nova Zelândia | 2019 O musical romântico, embalado por hits do pop neozelandês, tem uma premissa comum a muitos dramas do gênero, em que a filha de um pai moribundo ouve impressionada a história de como ele conheceu e se apaixonou pela mãe dela nos anos 1970. Como curiosidade, a filha é vivida pela cantora Kimbra, em sua estreia como atriz. Já a intérprete da mãe, Rose McIver, era a estrela da série “iZombie”. Disponível no Cinema Virtual. Os Nossos Filhos | Bélgica | 2012 Inédito no circuito comercial brasileiro, a tragédia baseada em fatos reais examina os poderes opressivos dos laços familiares. Como milhões de outros casais, Mounir e Murielle se apaixonam e têm filhos. Mas, ao contrário de outros casais, eles aceitam renunciar à sua autonomia e concordam em viver com o pai adotivo de Mounir. A intérprete de Murielle, Émilie Dequenne (“A Garota do Armário”), foi premiada como Melhor Atriz da mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes, por sua atuação fantástica. Disponível no Mubi. Tudo pela Arte | Reino Unido | 2020 Um carismático crítico de arte e sua esposa são contratados para roubar um quadro raro de um grande colecionador de pinturas. No entanto, a ganância e a insegurança fazem a missão sair do controle. O elenco destaca Claes Bang (o novo “Drácula”), Elizabeth Debicki (“Tenet”), Donald Sutherland (“Jogos Mortais”) e o cantor Mick Jagger. Disponível no iTunes. Pódio para Todos | Reino Unido | 2020 O documentário da dupla Ian Bonhôte e Peter Ettedgui (de “McQueen”) reflete sobre a importânica dos Jogos Paralímpicos e o seu impacto global na forma como vemos a deficiência, diversidade e excelência. Disponível na Netflix. Echo in the Canyon | EUA | 2020 Documentário que conta a história musical da região de Laurel Canyon, em Los Angeles, na metade dos anos 1960, quando a música folk foi incorporada ao rock por bandas como The Byrds, Buffalo Springfield e The Mamas & The Papas, criando o que ficou conhecido como “som da Califórnia”. Disponível no iTunes Coringa: Coloque um Sorriso no Rosto | EUA | 2020 Disponibilizado de graça pela Apple, o documentário reúne dezenas de entrevistas com quadrinistas, cineastas e astros do cinema que abordam as origens e a evolução do Coringa ao longo dos anos, até sua transformação no vilão dos quadrinhos mais celebrado de todos os tempos. Disponível no iTunes Deus | Chile | 2020 Documentário sobre a crise religiosa que abateu o Chile, realizado pelo coletivo Mapa Fílmico de un País (MAFI) na véspera da visita do Papa Francisco ao país em 2018. O pano de fundo são as acusações de pedofilia contra o bispo Juan Barros, além de debates sobre aborto e desigualdade social. O filme questiona a diferença entre o que prega a Igreja Católica e a realidade mundial. Disponível no iTunes, Google Play, Vivo Play, Sky Play e YouTube Films Amazônia: Sociedade Anônima | Brasil | 2020 O documentário de Estevão Ciavatta (“Santos Dumont”) mostra como, diante do fracasso do governo brasileiro em proteger a Amazônia, índios e ribeirinhos realizam uma união inédita, liderada pelo Cacique Juarez Saw Munduruku, para enfrentar as máfias de roubo de terras e desmatamento ilegal. Disponível no Globoplay Dentro da Minha Pele | Brasil | 2020 O documentário de Toni Venturi (“Estamos Juntos”) e Val Gomes acompanha nove pessoas comuns, com diferentes tons de pele negra, em seu cotidiano na cidade de São Paulo. Ao longo da exibição, eles compartilham situações de racismo, dos velados aos mais explícitos. Disponível no Globoplay

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  • Filme

    Fim de semana tem 4 festivais online com 74 filmes de graça

    28 de agosto de 2020 /

    Os cinéfilos vão se fartar neste fim de semana com a realização de quatro festivais online simultâneos, que disponibilizam a exibição gratuita de nada menos que 74 filmes. O Panorama Digital de Cinema Suíço reúne 14 longas, alguns deles premiados e imperdíveis, até o dia 6 de setembro na plataforma Sesc Digital. Entre os destaques, estão a cinebiografia “Bruno Manzer – A Voz da Floresta”, sobre o ativista ambiental do título, que rendeu a Sven Schelker o troféu de Melhor Ator na premiação da Academia de Cinema Suíço, e “No Meio do Horizonte”, de Joanne Giger, grande vencedor da Academia Suíça, com o equivalente ao Oscar do país nas categorias de Melhor Filme e Roteiro. O drama rural, passado nos anos 1970, acompanha a dissolução de uma família sob o olhar de um adolescente. Além dos longas, há dois programas dedicados à curtas, um deles para o público adulto e outro para crianças. Cada seleção traz cinco obras diferentes. Por sua vez, a Festa do Cinema Italiano leva 20 filmes à plataforma digital Looke até 10 de setembro, com apenas duas exceções, que só estarão disponíveis por 24 horas. Nove longas são inéditos no circuito cinematográfico nacional, como “Fortunata” (2017), em que Jasmine Trinca (premiada na mostra Um Certo Olhar, em Cannes) vive um casamento fracassado e cuida da filha de oito anos, enquanto sonha em ter seu próprio salão de beleza, e “Os Mosqueteiros do Rei” (2018), paródia de “Os Três Mosqueteiros” que se tornou um dos maiores sucessos recentes do cinema italiano. Mas os melhores títulos são filmes que tiveram passagens relâmpago pelos cinemas de arte e agora podem finalmente ser apreciados com calma pelos cinéfilos. Alguns são fundamentais, como o vencedor da mostra Horizontes do Festival de Veneza, “Nico, 1988” (2017), de Susanna Nicchiarelli, que registra o final da vida da cantora Nico (ex-Velvet Underground), e “Martin Eden” (2019), adaptação da obra homônima de Jack London que rendeu a Copa Volpi de Melhor Ator para Luca Marinelli no Festival de Veneza passado. Além destes, também merece atenção a animação “A Gata Cinderela”, que transporta a fábula “Cinderela” para uma ambientação noir futurista. Infelizmente, esta é uma das exceções, com disponibilidade restrita apenas ao dia 5 de setembro. Já a Mostra Mundo Árabe de Cinema apresenta 16 filmes sobre a cultura árabe, quatro deles inéditos no Brasil e o restante selecionado entre os destaques das edições anteriores, que ficarão disponíveis das 18h desta sexta até 13 de setembro. E de segunda (31/8) a 27 de setembro na plataforma digital do Sesc. Vale reparar que a maioria das produções são documentais, como “Gaza”, Garry Keane e Andrew McConnell, que foi o representante da Irlanda na busca por uma indicação ao Oscar de filme internacional em 2020. O filme registra Gaza como um lugar com esperança em meio ao conflito da região. Entre as ficções, o destaque é o inédito “O Dia em que Perdi Minha Sombra”, da cineasta sírio-francesa Soudade Kaadan, sobre uma mulher que tenta comprar gás no início da guerra na Síria e vê a tarefa cotidiana sair do controle em meio às incertezas da guerra civil. A seleção abre espaço até para documentários de cineastas brasileiros, como “Naila e o Levante”, de Julia Bacha, que retrata a participação das mulheres durante a Primeira Intifada, na Palestina, e como sua importância foi minimizada pela liderança masculina, e “Os Caminhos dos Mascates” de José Luis Mejias, sobre a migração árabe ao Brasil. Para completar, o evento vai mostrar a clássica Trilogia do Deserto, do tunisiano Nacer Khemir, composta pelos filmes “Andarilhos do Deserto” (1984), “O Colar Perdido da Pomba” (1991) e “Baba Aziz, o Príncipe que Contemplava Sua Alma” (2005) Para completar, o Festival Internacional de Cinema LGBTI, normalmente realizado em Brasília, exibirá sua 5ª edição de forma online e gratuita a partir das 18h desta sexta e poderão ser vistos até as 23h59 de domingo (30/8), à exceção de “Erik & Erika”, que terá apenas uma sessão, transmitido às 20h de sábado (29/8). Entre os destaques, encontram-se o australiano “52 Terças-feiras”, premiado no Festival de Berlim, sobre uma adolescente que começa a aprender sobre sexualidade no momento em que sua mãe revela planos de transição de gênero, a comédia uruguaia “Os Golfinhos Vão para o Leste”, premiada no Festival de Gravado, o documentário holandês “Galore”, que venceu vários prêmios de cinema LGBTQIA+ ao contar a história de uma famosa drag queen europeia, o espanhol “Por 80 Dias”, premiado no Festival de San Sebastian, sobre a descoberta da sexualidade na Terceira Idade, e o citado “Erik & Erika”, produção austríaca sobre a vida de Erika Schinegger, estrela do esqui dos anos 1970 que sofreu acusações de fraude quando seu segredo biológico veio à tona. A seleção também inclui curtas e media-metragens nacionais, entre eles “Quebramar”, de Cris Lyra, que venceu prêmios internacionais ao acompanhar jovens lésbicas numa praia deserta, e os documentários “Meu Corpo É Político”, de Alice Riff, “Que os Olhos Ruins Não Te Enxerguem”, de Roberto Maty, “MC Jess”, de Carla Villa-Lobos, “Terra sem Pecado”, de Marcelo Costa, e “Minha História É Outra”, de Mariana Campos. Veja abaixo onde acessar cada evento online. Panorama Digital de Cinema Suíço: http://www.sescsp.org.br/panoramasuico(saiba mais). Festa do Cinema Italiano: https://www.looke.com.br/movies/festa-do-cinema-italiano (saiba mais). Mostra Mundo Árabe de Cinema: https://www.youtube.com/channel/UCfmZ3RvF7GUiHcVFgW2FdJg, http://mundoarabe2020.icarabe.org/ e, a partir de segunda, em https://sesc.digital/categorias/cinema-e-video (saiba mais). Festival Internacional de Cinema LGBTI: https://www.votelgbt.org/flix (saiba mais).

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    Festival online de cinema LGBTQIA+ disponibiliza 14 filmes de graça

    28 de agosto de 2020 /

    O Festival Internacional de Cinema LGBTI exibirá sua 5ª edição de forma online e gratuita a partir desta sexta (28/8). Anteriormente realizada em Brasília, a mostra deste ano poderá ser acompanhada em todo o país pela plataforma especializada LGBTFLIX, que já reúne 250 filmes de temática LGBTQIA+. A programação traz 14 filmes de diversos países sobre temas como: intersexualidade, transição de gênero, cultura drag, velhice entre os LGBTQs, vidas na periferia e visibilidade lésbica. Todos os filmes serão disponibilizados a partir das 18h desta sexta e poderão ser vistos até as 23h59 de domingo (30/8). A exceção é o filme “Erik & Erika”, que terá apenas uma sessão, transmitido às 20h de sábado (29/8). Entre os destaques, encontram-se o australiano “52 Terças-feiras”, premiado no Festival de Berlim, sobre uma adolescente que começa a aprender sobre sexualidade no momento em que sua mãe revela planos de transição de gênero, a comédia uruguaia “Os Golfinhos Vão para o Leste”, premiada no Festival de Gravado, o documentário holandês “Galore”, que venceu vários prêmios de cinema LGBTQIA+ ao contar a história de uma famosa drag queen europeia, o espanhol “Por 80 Dias”, premiado no Festival de San Sebastian, sobre a descoberta da sexualidade na Terceira Idade, e o citado “Erik & Erika”, produção austríaca sobre a vida de Erika Schinegger, estrela do esqui dos anos 1970 que sofreu acusações de fraude quando seu segredo biológico veio à tona. A seleção também inclui curtas e media-metragens nacionais, entre eles “Quebramar”, de Cris Lyra, que venceu prêmios internacionais ao acompanhar jovens lésbicas numa praia deserta, e os documentários “Meu Corpo É Político”, de Alice Riff, “Que os Olhos Ruins Não Te Enxerguem”, de Roberto Maty, “MC Jess”, de Carla Villa-Lobos, “Terra sem Pecado”, de Marcelo Costa, e “Minha História É Outra, de Mariana Campos. O endereço de acesso aos filmes é https://www.votelgbt.org/flix

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    Bacurau e A Vida Invisível lideram indicações ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

    28 de agosto de 2020 /

    A Academia Brasileira de Cinema (ABC) divulgou os indicados à 19ª edição de seu Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Neste ano, a premiação será realiza de forma diferenciada, devido à pandemia de coronavírus, e transmitida pela TV Cultura no dia 10 de outubro. Maiores detalhes serão revelados posteriormente. “Bacurau”, dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, recebeu 15 indicações e lidera a lista de nomeados, seguido de perto por “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz (14 indicações) e, um pouco mais distante, por “Simonal”, de Leonardo Domingues (10 indicações). Além destes três, a categoria de Melhor Longa-metragem Ficção também incluiu “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro, e “Hebe – A Estrela do Brasil”, de Maurício Farias. “Mesmo diante de tantas adversidades, estamos realizando o Grande Prêmio, e este ano vamos homenagear o trabalho dos milhares de profissionais que dedicam suas vidas a encantar as nossas vidas. Não foi fácil, mas o Grande Prêmio tinha que acontecer”, diz Jorge Peregrino, presidente da Academia Brasileira de Cinema, em comunicado. Confira abaixo os indicados nas principais categorias. Melhor Longa-Metragem – Ficção “A vida invisível”, de Karim Aïnouz “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro “Hebe – A estrela do Brasil”, de Maurício Farias “Simonal”, de Leonardo Domingues Melhor Longa-Metragem – Documentário “Alma Imoral”, de Silvio Tendler “Amazônia Groove”, de Bruno Murtinho “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla E Kiko Goifman “Estou me guardando para quando o carnaval chegar”, de Marcelo Gomes “O Barato de Iacanga”, de Thiago Mattar Melhor Longa-Metragem – Comédia “Cine Holliúdy – A Chibata Sideral”, de Halder Gomes “De pernas pro ar 3”, de Julia Rezende “Eu sou mais eu”, de Pedro Amorim “Maria Do Caritó”, de João Paulo Jabur “Minha mãe é uma peça 3”, de Susana Garcia “Socorro, virei uma garota”, de Leandro Neri Melhor Longa-Metragem – Animação “A Ccidade dos piratas”, de Otto Guerra “A princesa de Elymia”, de Silvio Toledo “Tito e os pássaros”, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto Melhor Longa-Metragem – Infantil “Cinderela pop”, de Bruno Garotti “Sobre Rodas”, de Mauro D’addio “Turma da Mônica – Laços”, de Daniel Rezende Melhor Direção Daniel Rezende, por “Turma da Mônica – Laços” Flavia Castro, por “Deslembro” Gabriel Mascaro, por “Divino Amor” Karim Aïnouz, por “A vida invisível” Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, por “Bacurau” Melhor Primeira Direção de Longa-Metragem Alexandre Moratto, por “Sócrates” Armando Praça, por “Greta” Claudia Castro, por “Ela Disse, Ele Disse” Dennison Ramalho, por “Morto Não Fala” Leonardo Domingues, por “Simonal” Melhor Atriz Andrea Beltrão como Hebe Camargo, por “Hebe – A Estrela Do Brasil” Bárbara Colen como Tereza, por “Bacurau” Carol Duarte como Eurídice, por “A Vida Invisível” Dira Paes como Joana, por “Divino Amor” Julia Stockler como Guida, por “A Vida Invisível” Melhor Ator Tony Ramos: ‘Deve ter gente que me olha e diz: ‘que cara chato e careta” Daniel de Oliveira como Stênio, por “Morto Não Fala” Fabrício Boliveira como Simonal, por “Simonal” Gregório Duvivier como Antenor, por “A Vida Invisível” Marco Nanini como Pedro, por “Greta” Silvero Pereira como Lunga, por “Bacurau” Melhor Atriz Coadjuvante Alli Willow como Kate, por “Bacurau” Bárbara Santos como Filomena, por “A Vida Invisível” Fernanda Montenegro como Eurídice, por “A Vida Invisível” Karine Teles como Forasteira, por “Bacurau” Sônia Braga como Domingas, por “Bacurau” Melhor Ator Coadjuvante Antonio Saboia como Forasteiro, por “Bacurau” Caco Ciocler como Santana, por “Simonal” Chico Diaz como Veí Gois, por “Cine Holliúdy – A Chibata Sideral” Flávio Bauraqui como Detetive Macedo, por “A Vida Invisível” Júlio Machado como Danilo, por “Divino Amor” Melhor Roteiro Original Beatriz Seigner, por “Los Silencios” Carolina Kotscho, por “Hebe – A Estrela Do Brasil” Flavia Castro, por “Deslembro” Gabriel Mascaro, Rachel Ellis, Esdras Bezerra e Lucas Paraizo, por “Divino Amor” Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, por “Bacurau” Melhor Roteiro Adaptado Armando Praça, por “Greta”, adaptado da peça teatral “Greta Garbo, Quem Diria, Acabou No Irajá”, de Fernando Melo L.G. Bayão, Lui Farias e Letícia Mey, por “Minha fama de mau”, adaptado da obra homônima de Erasmo Carlos Marçal Aquino, Fernando Bonassi, Dennison Ramalho e Marcelo Starobinas, por “Carcereiros – O Filme”, adaptado do livro “Carcereiros”, de Drauzio Varella Murilo Hauser, Karim Aïnouz e Inés Bortagaray, por “A vida invisível”, baseado no livfro “A vida invisível de Eurídice Gusmão”, de Martha Batalha Silvio Tendler e Nilton Bonder, por “Alma imoral”, adaptado da obra “A alma imoral”, de Nilton Bonder Thiago Dottori, por “Turma da Mônica – Laços”, baseado na obra “A Turma Da Mônica”, de Mauricio de Sousa, e inspirado na graphic novel “Laços”, de Victor Cafaggi e Lu Cafaggi Melhor Direção de Fotografia Azul Serra, por “Turma da Mônica – Laços” Bárbara Alvarez, por “A Sombra do Pai” Hélène Louvart, por “A Vida Invisível” Heloisa Passos, por “Deslembro” Nonato Estrela, por “Kardec” Pedro Sotero, por “Bacurau”

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    Diretor Edu Felistoque disponbiliza seus filmes de graça no YouTube

    27 de agosto de 2020 /

    O cineasta paulistano Edu Felistoque lançou um canal no YouTube para disponibilizar parte de sua filmografia na íntegra. A lista de filmes que podem ser vistos de graça inclui a “Trilogia da Vida Real”, como foram batizados o conjunto formado pelos filmes “Insubordinados” (2014), “Hector” (2016) e “Toro” (2016) – este último premiado no Cine PE. Há também trabalhos mais antigos, como o drama “Inversão” (2010) e o curta documental “Zagati” (2002), premiado no Festival de Gramado, além de outros curtas-metragens e as séries completas “Buscando Buskers” (2017) e “Bipolar” (2010). O canal de Felistoque ainda apresenta teasers de produções ainda inéditas do diretor, como “Terra em Transe ou Transição?” e “Trilha Sonora da Cidade”. “Sempre percebi que o cinema brasileiro não chega de forma abrangente a todos os brasileiros! Muitos dos meus filmes participaram e foram premiados em festivais nacionais e internacionais, como também já foram exibidos em circuitos de salas de cinema e em grandes canais de TV. Embora festivais, salas e canais sejam de extrema importância, são pagos e só alcançam um determinado público. Daí surgiu a ideia de ampliar este alcance, colocando a audiência maior e mais eclética do Youtube em contato com os filmes e séries”, diz o diretor em comunicado sobre a iniciativa. O conteúdo está disponível em https://www.youtube.com/edufelistoque.

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    Artistas que participaram do filme de Flordelis se dizem enganados

    26 de agosto de 2020 /

    Os famosos que participaram do filme “Flordelis – Basta uma Palavra para Mudar” (2009) se arrependeram de ter se envolvido com a produção. O filme era para ser um documentário sobre o trabalho social da cantora gospel que cresceu na favela e na época tinha adotado 44 crianças, mas acabou contando com um elenco estrelado, digno de novela das 21h da Globo. Bruna Marquezine, Cauã Reymond, Ana Furtado, Leticia Spiller, Alinne Moraes, Marcello Antony, Sergio Marone, Deborah Secco, Fernanda Lima, Rodrigo Hilbert, Reynaldo Gianecchini, Isabel Fillardis e Letícia Sabatella foram filmados recitando um roteiro de louvação à Flordelis, nesta semana indiciada pelo assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, junto com alguns dos filhos adotivos. Todos os atores trabalharam de graça, acreditando que estavam ajudando uma causa social, quando na verdade se tratava de uma peça de propaganda, que ajudou mesmo foi a aspiração política de Flordelis. Ela só não foi presa nos últimos dias porque tem imunidade parlamentar como deputada federal. Leticia Sabatella contou para o UOL que foi levada a participar do filme por seu empresário. “Todos fomos participar de uma ação beneficente. Foi muito rápido o contato com ela. A conheci no mesmo dia. Havia muitas crianças. Enfim, um engodo gigante…” Ela diz ter tirado uma lição da experiência. “Um crime como este… Horrível. Aprendi com o tempo a ter mais cautela com quem ostenta tanto a sua autopromoção, beirando a divindade. Lamento demais pelas vítimas destes lobos em pele de cordeiro”. Outro ator do elenco, Thiago Martins, também desabafou sobre sua participação no projeto. “Fiquei muito triste e decepcionado. Espero que a justiça seja feita e que ela pague pelo seu erro, uma pena apagar toda admiração e respeito que tinha por ela”. Anteriormente, um dos responsáveis pela produção, o editor de moda Marco Antônio Ferraz, já tinha se “arrependido” de ter co-dirigido o filme. “Me arrependo. Se fosse hoje, jamais teria feito esse filme. Não sou cineasta. Sou um contador de histórias e o que contei foi uma mentira diante dos fatos que conhecemos agora”, disse Ferraz ao jornal Extra. “Estou dilacerado, me sinto enganado. É como se não pudesse confiar em ninguém”. Não é a primeira vez que obras de santificação de personalidades brasileiras se provam problemáticas, basta lembrar o documentário “João de Deus: O Silêncio é uma Prece”, lançado um ano antes das denúncias de abuso de cerca de 100 mulheres contra o suposto médium. Flordelis foi indiciada sob acusação de crime de homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio, falsidade ideológica, uso de documento falso e organização criminosa majorada. O assassinato do pastor Anderson do Carmo aconteceu em 16 de junho de 2019, quando ele chegou em casa, em Niterói (RJ), e foi alvejado com vários tiros. Veja abaixo o trailer do filme.

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