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  • Filme

    “007 – Sem Tempo para Morrer” é a principal estreia nos cinemas

    30 de setembro de 2021 /

    A estreia de “007 – Sem Tempo para Morrer” nesta quinta (30/9) encerra uma longa espera. Três vezes adiado pela pandemia, o 25º lançamento da franquia oficial do agente secreto deixou passar seis anos desde “007 Contra Spectre” e só fez crescer a expectativa para a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond. Com o retorno de vários personagens dos filmes anteriores, sua história tenta dar uma conclusão em ritmo acelerado à trajetória iniciada em 2006 com “Cassino Royale”. No processo, consagra Craig como o mais sentimental dos intérpretes do personagem, sem abrir mão das cenas de ação mirabolantes, o vilão de gibi e as Bond girls boas de briga que caracterizam a franquia. Com a diferença que agora uma das supostas Bond girls também é uma 007. Sinal dos tempos. E do fim de uma era. O circuito comercial também recebe “Ainbo – A Guerreira da Amazônia”, uma animação peruana-holandesa com diretor alemão (Richard Claus, de “Meu Amigo Vampiro”) sobre uma indiazinha em luta pela preservação da floresta amazônica. E, sem maiores avisos, várias telas serão ocupadas pela pré-estreia de “Venom: Tempo de Carnificina”, que oficialmente só chega aos cinemas na semana que vem. Já o circuito alternativo, cada vez menor no país, recebe três dramas e dois documentários num punhado de salas com horários limitados. O principal título é o alemão “Meu Fim. Seu Começo”, estreia de Mariko Minoguchi na direção, que explora o sentimento do déjà vu e fez sucesso no circuito dos festivais internacionais. Cinéfilos podem se interessar ainda por “DNA”, quinto longa dirigido pela atriz Maïwenn (do ótimo “Polissia”), que tem o tema da busca pela identidade e foi indicado a quatro troféus César (o Oscar francês). Os demais lançamentos são brasileiros, incluindo a volta de Sergio Rezende ao cinema, cinco anos depois de “Em Nome da Lei”, num melodrama romântico: “O Jardim Secreto de Mariana”, escrito em parceria com sua filha Maria Rezende. Confira abaixo a relação completa das estreias da semana com seus respectivos trailers.     007 – Sem Tempo para Morrer | Reino Unido | Ação     Ainbo – A Guerreira da Amazônia | Peru, Holanda | Animação     Meu Fim. Seu Começo | Alemanha | Drama     DNA | França, Argélia | Drama     O Jardim Secreto de Mariana | Brasil | Drama     Bravos Valentes | Brasil | Documentário     Zimba | Brasil | Documentário

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    “No Ritmo do Coração” é a principal estreia dos cinemas

    23 de setembro de 2021 /

    Os cinemas recebem 13 estreias nesta quinta (23/9), mas a maioria é restrita ao circuito invisível de “arte” – uma dúzia de cinemas nas maiores capitais. Para o grande público que vai aos cinemas de shopping centers, a lista se resume, na verdade, a apenas três lançamentos. Dois deles foram atrações do Festival de Sundance deste ano. O terceiro é mais um longa animado da série infantil “Abelha Maya”. O principal título é “No Ritmo do Coração” (Coda), que venceu Sundance e foi comprado (e exibido) pela Apple TV+ nos EUA. Dilema de partir o coração, o drama gira em torno de uma adolescente (Emilia Jones, de “Locke & Key”) de família surda, que se vê dividida entre perseguir sua paixão pela música ou servir de conexão entre seus pais e o mundo auditivo, como a única capaz de impedir a falência da família. Além de vencer dois troféus de Melhor Filme (do Júri e do Público), a obra de Siân Heder (“Tallulah”) também conquistou prêmios de Melhor Elenco e Melhor Direção no principal festival de cinema independente dos EUA. “A Casa Sombria” não foi premiado em Sundance, mas arrancou muitos elogios durante sua exibição, atingindo 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. No terror, Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) vive uma viúva que começa a desvendar os segredos perturbadores de seu marido, recentemente falecido, ao explorar a arquitetura pouco convencional de sua casa. A direção é de David Bruckner (“O Ritual”), que a seguir vai comandar o remake de “Hellraiser”. Há um terror ainda mais bem-avaliado no circuito limitado: “A Chorona”, com 96% no Rotten Tomatoes (a mesma cotação de “No Ritmo do Coração”). Produção guatemalteca, o longa de Jayro Bustamante (“Tremores”) inova ao juntar assombração e política com resultados arrepiantes. Venceu nada menos que 23 troféus internacionais, inclusive no Festival de Veneza. Entre os demais, seis longas são brasileiros, com destaque para o suspense “O Silêncio da Chuva”, de Daniel Filho (“Boca de Ouro”), que volta a trazer às telas o universo dos mistérios policiais do escritor Luiz Alfredo Garcia-Roza. Na trama, ao investigar o assassinato de um empresário, o detetive interpretado por Lázaro Ramos (“Mundo Cão”) se depara com um submundo de corrupção e femme fatales digno dos melhores filmes noir. Outro destaque pela criatividade narrativa é “Dora e Gabriel”, passado quase todo no interior do porta-malas de um carro, onde os personagens do título são jogados após serem sequestrados. A direção é de Ugo Giorgetti (“Festa”), um mestre do cinema de risco. A lista ainda tem “A Garota da Moto”, filme de ação baseado na série do SBT, o drama “Aranha”, indicação do Chile ao Oscar passado, a comédia “A Dona do Barato”, em que Isabelle Huppert (“Elle”) vira traficante, o trash não intencional “O Filho Único do Meu Pai” e três documentários. Os documentários são “Nem Tudo se Desfaz”, análise da eleição de Bolsonaro por Josias Teófilo, diretor de “O Jardim das Aflições” (sobre Olavo de Carvalho, o guru chulo do bolsonarismo), “Oasis Knebworth 1996”, sobre os 25 anos dos dois shows do Oasis no Knebworth Park, que reuniram 250 mil pessoas e se tornaram os maiores já realizados no Reino Unido, e “Você Não é um Soldado”, que acompanha o premiado fotógrafo brasileiro de guerra André Liohn em cenas de tirar o fôlego. Cheia de imagens impactantes, a obra de Maria Carolina Telles (“A Verdada da Mentira”) foi selecionada para três festivais internacionais: Hot Docs, DOXA e Doc Edge Festival, que qualificam ao Oscar. Confira abaixo a relação completa das estreias da semana com seus respectivos trailers.     No Ritmo do Coração | EUA | Drama     A Casa Sombria | EUA | Terror     A Chorona | Guatemala, França | Terror     O Silêncio da Chuva | Brasil | Suspense     Dora e Gabriel | Brasil | Drama     Garota da Moto | Brasil | Ação     Aranha | Argentina, Brasil, Chile | Drama     A Dona do Barato | França | Comédia     O Filho Único do Meu Pai | Brasil | Comédia     A Abelhinha Maya e o Ovo Dourado | Alemanha | Animação     Nem Tudo se Desfaz | Brasil | Documentário     Você Não É um Soldado | Brasil | Documentário     Oasis Knebworth 1996 | Reino Unido | Documentário

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    Gloria Pires será mãe de Maisa em nova comédia

    22 de setembro de 2021 /

    Gloria Pires (“Linda de Morrer”) e Maisa Silva (“Cinderela Pop”) vão estrelar juntas a comédia “Desapega”. Elas compartilharam a novidade num vídeo publicado nas redes sociais. As duas viverão mãe e filha na trama escrita por Leandro Matos (“Amor.com”) e dirigida por Hsu Chien (“Quem Vai Ficar com Mário?”), que começou a ser filmada na terça-feira (21/9). A trama vai mostrar a personagem de Gloria Pires após sete anos de luta contra seu vício em compras. Ela lidera um grupo de apoio a compradores compulsivos, é bem sucedida como organizadora pessoal e está começando um novo romance com o personagem de Marcos Pasquim (“Malhação”). Nada parece ser capaz de abalá-la, até ela receber a notícia de que sua filha única (papel de Maisa), tem planos de sair de casa. Além dos citados, o elenco conta ainda com Malu Valle, Wagner Santisteban, Polly Marinho, Carol Bresolin e Rodrigo Fagundes. O filme é da Rubi Produtora em colaboração com a Bronze Filmes, Audaz Filmes e Telecine. Ainda sem previsão de estreia, o lançamento deve acontecer em 2022. Confira abaixo o vídeo do anúncio da produção. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por +A (@maisa)

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    Nova versão de “Grande Sertão: Veredas” vai se passar numa favela contemporânea

    21 de setembro de 2021 /

    A nova versão de “Grande Sertão: Veredas” vai se passar numa favela contemporânea. A revelação foi feita pelos responsáveis pela adaptação, os cineastas Jorge Furtado (“Sob Pressão”), que assina o roteiro, e Guel Arraes (“O Auto da Compadecida”), responsável pela direção, durante entrevista da dupla ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura. A prosa clássica de Guimarães Rosa será transposta para um contexto de guerra urbana, e acontecerá numa comunidade batizada justamente como Grande Sertão. Segundo Arraes, a tarefa mais difícil dessa adaptação é preservar a linguagem poética de Guimarães Rosa, por isso a favela do filme não será uma comunidade realista. “A ideia era criar um universo onde coubesse essa prosódia de tom operístico do Guimarães”, explicou Arraes. “É uma favela quase distópica, gigantesca, cercada por um grande muro, que parte do real, mas ‘desrealiza’ para que caiba essa linguagem no filme e pra que essa guerra urbana seja vista como uma ‘Ilíada’”, completa. Eles não confirmaram o elenco, mas já circula em algumas colunas que Luísa Arraes, filha de Guel, e Caio Blat, seu marido, fariam Diadorim e Riobaldo, papéis que foram vividos por Bruna Lombardi e Tony Ramos na adaptação da Globo dos anos 1980, na minissérie “Grandes Sertões”. Além deles, Rodrigo Lombardi, que recentemente gravou a minissérie “O Anjo de Hamburgo” no papel do próprio Guimarães Rosa, será Joca Ramiro, que chefiava os jagunços no romance original e entronizará uma espécie de líder justiceiro da comunidade da versão contemporânea. Vale lembrar que, além da minissérie de 1985, a obra já foi levada ao cinema, num filme de 1965 dirigido pelos irmãos Geraldo e Roberto Santos Pereira. Veja abaixo a íntegra do programa com a entrevista dos cineastas.

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    Luis Gustavo (1934-2021)

    19 de setembro de 2021 /

    O ator Luis Gustavo, que eternizou personagens memoráveis na TV brasileira, morreu neste domingo (19/9) em sua casa em Itatiba, no interior de São Paulo, aos 87 anos. Ele lutava contra um câncer desde 2018 e chegou a contrariar ordens médicas para fazer seu último trabalho, retomando um de seus papéis mais famosos, o Vavá no filme da série “Sai de Baixo”. Filho de um diplomata espanhol, Luis Gustavo Sánchez Blanco nasceu em Gotemburgo, na Suécia, e veio para o Brasil ainda criança. Sua entrada na indústria televisiva foi pelos bastidores. Quando a TV Tupi estreou em 1950, seu cunhado Cassiano Gabus Mendes, diretor artístico da emissora, convidou o então adolescente para ocupar uma vaga de caboman. Rapidamente, o jovem tornou-se assistente de direção e, aproveitando a doença de um ator nos tempos dos teleteatros feitos ao vivo, estreou diante das câmeras num episódio do programa “TV de Vanguarda”, em 1953. Três anos depois, foi a vez do cinema, com uma participação em “O Sobrado”, escrito pelo mesmo cunhado bacana. Passando a se dedicar exclusivamente à atuação, ele começou a acumular papéis em filmes, como o sucesso de Mazzaropi “Casinha Pequenina” (1963), em novelas da Tupi, como a popular “O Direito de Nascer” (1964), e até no teatro, vencendo um prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) por sua atuação em “Quando as Máquinas Param”, de Plínio Marcos, em 1967. A grande virada de sua carreira aconteceu em 1968, quando virou protagonista da novela mais importante da história da TV brasileira. Luis Gustavo revolucionou a linguagem televisiva ao estrelar “Beto Rockfeller”, na TV Tupi, vivendo um sedutor sem-vergonha que tirava vantagem em tudo. “Beto Rockfeller” foi a primeira novela passada no Brasil contemporâneo, urbano, com locações externas e temática de humor. E isso a tornou diferente de todas as outras produções do gênero feitas até então. O texto de Bráulio Pedroso, um roteirista vindo do cinema, com colaboração do dramaturgo Plínio Marcos, tirou do ar as donzelas românticas e os mocinhos sem defeitos dos folhetins que dominavam a TV – o termo literário francês já indicada que eram todas adaptações de aventuras e melodramas de época europeus – para dar lugar a um cafajeste engraçado e 100% nacional. Isso inaugurou a era moderna das novelas brasileiras. Foram muitas inovações, desde o uso de trilha sonora internacional e as primeiras ações de merchandising numa novela, mas principalmente um protagonista que passava longe da imagem do galã dos folhetins. Luis Gustavo fez tanto sucesso no papel que o reprisou o cinema, num filme de Olivier Perroy lançado em 1970, e ainda estrelou uma continuação televisiva, “A Volta de Beto Rockfeller”, lançada na Tupi em 1973. Seu personagem acabou virando referência pop, sendo até parodiado por Mazzaropi no filme “Betão Roncaferro” (1970). Ele tentou repetir o fenômeno em “O Sheik de Ipanema” (1974), mas a esta altura a Tupi tinha mergulhado numa crise que culminaria em seu fechamento. No ano seguinte, foi convencido por Cassiano Gabus Mendes a mudar para a Globo, vivendo um dos papéis principais de “Anjo Mau” (1976), escrita pelo cunhado. A pareceria continuou com outras produções populares, como “Te Contei?” (1978), antes de estourar em “Elas por Elas” (1982), em que Luis Gustavo deu vida a outro papel antológico, o detetive atrapalhado Mario Fofoca. A princípio um simples coadjuvante, Mario Fofoca acabou se tornando o principal destaque da produção graças à performance engraçadíssima do ator Assim como aconteceu com Beto Rockefeller, o personagem também virou filme, “As Aventuras de Mário Fofoca”, com direção de Adriano Stuart em 1982, ganhou até uma série na Globo em 1983 e ressurgiu anos depois em outra novela. Desta vez, porém, o ator não demorou a encontrar outro papel hilário sob medida, novamente criado por Cassiano Gabus Mendes: Ariclenes, ou melhor o falso estilista espanhol Victor Valentín, em “Tititi” (1985). Sua identificação com o papel foi tão forte que a Globo resolveu lhe prestar homenagem no remake da trama produzido no ano 2010, convidando-o a aparecer, mas como outro personagem clássico: ninguém menos que o velho Mario Fofoca. Ao final dos anos 1980, sua popularidade era tanta que ele era capaz de criar bordões inesquecíveis até quando entrava numa novela para morrer nos primeiros episódios, como aconteceu em “O Salvador da Pátria” (1989), como o radialista sensacionalista Juca Pirama, que marcava sua locução com a frase “Meninos, eu vi!”. Depois de fazer muitas novelas, ele passou às séries. Entre 1994-1996, deu vida a Paulo, o pai de quatro meninas no popular seriado “Confissões de Adolescente”, exibido na TV Cultura e, posteriormente, na Rede Bandeirantes, que lançou a carreira da moleca Deborah Secco. Também protagonizou o primeiro sitcom bem-sucedido da Globo, “Sai de Baixo”, vivendo Vavá, patriarca de uma família tradicional paulistana, às voltas com falcatruas e dificuldades financeiras. Exibida entre 1996 e 2002, a atração fez tanto sucesso que ganhou revival em 2013 no canal pago Viva. O detalhe é que, além de estrelar, Luis Gustavo foi um dos criadores da série, ao lado do diretor Daniel Filho (“Se Eu Fosse Você”). Nos últimos anos, ele vinha alimentando a carreira cinematográfica com “O Casamento de Romeu e Julieta” (2005), de Bruno Barreto, em que interpretou um palmeirense, apesar de ser são-paulino doente, do tipo que chegava para gravar “Sai de Baixo” ao som do hino do time. Fez ainda “Os Penetras” (2013), em que retomou o universo de “Beto Rockfeller”, antes de se despedir dos fãs com “Sai de Baixo – O Filme”, em 2019. Ele era casado com Cris Botelho e tinha dois filhos: Luis Gustavo, de seu relacionamento com Heloísa Vidal, e Jéssica, fruto do casamento com a atriz Desireé Vignolli. E também tinha um bom relacionamento com os dois sobrinhos, os atores Tato Gabus Mendes e Cássio Gabus Mendes. Foi Cássio quem deu a notícia da morte de Tatá, apelido que acompanhou Luis Gustavo por toda a vida. “Obrigado por tudo, meu amado tio”, ele escreveu nas redes sociais, precipitando diversas homenagens de vários atores famosos.

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    Governo Bolsonaro tenta acabar com Lei do Audiovisual

    18 de setembro de 2021 /

    O governo Bolsonaro deu outro passo importante em seu projeto anticultural, visando acabar com o incentivo à produção do cinema brasileiro. O Ministério da Economia enviou à Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 3203/2021 que acaba com mecanismos de incentivo responsáveis pelo financiamento da indústria audiovisual. O PL faz parte de Plano de Redução de Incentivos e Benefícios Federais de Natureza Tributária, que propõe a não prorrogação de benefícios fiscais que têm prazo determinado. Com isso, não seriam prorrogados 21 benefícios, destinados a diversas áreas da economia, que findam entre 2022 e 2025. Embutido no projeto estão cortes de alguns dos artigos mais importantes da Lei do Audiovisual, como aquele que concede dedução do imposto de renda do valor aplicado na produção de obras cinematográficas, além da extinção do Recine, responsável pelo investimento no parque exibidor (isto é, na construção, manutenção e abertura de novos cinemas). Bolsonaro já tinha tentado acabar com a Lei do Audiovisual e o Recine com um veto às suas prorrogações em dezembro de 2019. Mas o Congresso conseguiu reverter a situação, derrubando a canetada em agosto do ano passado. Com ideia fixa, o governo não desistiu e agora embute sua guerra cultural em projetos de viés econômico. As medidas podem trazer impactos desastrosos à indústria do audiovisual, que parece ser considerada uma das grandes inimigas a ser destruída por Bolsonaro, desde que assumiu o poder em 2019 falando mal do cinema brasileiro e dizendo que mandaria cortar financiamento ao “setor que alguns dizem ser de Cultura”.

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  • Filme

    Novo filme de Clint Eastwood é principal estreia dos cinemas

    15 de setembro de 2021 /

    O grande lançamento da semana nos cinemas é “Cry Macho – O Caminho para a Redenção”, dirigido e estrelado por Clint Eastwood. O filme marca a volta do ator, atualmente com 91 anos de idade, aos papéis de cowboy que o consagraram na juventude. Com clima de faroeste moderno, a trama gira em torno de um ex-astro de rodeio que aceita o pedido de um antigo patrão para trazer o filho do homem para casa, afastando-o de sua mãe alcoólatra. Atravessando a zona rural do México em seu caminho de volta para o Texas, a dupla enfrenta uma jornada inesperadamente desafiadora, na qual o cavaleiro cansado do mundo tenta encontrar seu próprio senso de redenção ensinando ao menino o que significa ser um bom homem. Outro destaque é a estreia comercial de “Meu Nome É Bagdá”, que chegou a ter sessões especiais no começo da pandemia. O drama brasileiro conta a história de uma jovem de 16 anos (Grace Orsato) que é a única menina a frequentar a pista de skate de seu bairro. Mas, com sua atitude, abre caminho para outras. Dirigido por Caru Alves de Souza, foi premiado no Festival de Berlim do ano passado. “Meu Nome É Bagdá” venceu o Grand Prix da mostra Generation do Festival de Berlim, que no mesmo ano também premiou o mexicano “Los Lobos”, de Samuel Kishi, mais um drama impactante da programação da semana. A trama se concentra no cotidiano tedioso de duas crianças, que emigram para os Estados Unidos com sua a mãe, mas passam seus dias trancados em um pequeno apartamento esperando que ela volte do trabalho, com a esperança de visitarem juntos a Disneylândia. Para partir de vez o coração, há ainda um terceiro drama sobre crianças, “Filho-Mãe, da iraniana Mahnaz Mohammadi, que mostra como a sociedade conservadora (machista) do Irã força uma mãe a ter que decidir entre o filho e um novo marido. Menos empolgantes são os lançamentos que chegam em mais cinemas: “Mate ou Morra”, outro thriller com looping temporal, “Escape Room 2”, continuação de um terror que já não tinha empolgado em seu lançamento original, e uma tentativa esforçada de thriller nacional. Dirigido por Márcio Garcia, “Reação em Cadeia” tem boas ideias e reviravoltas, centrado num contador que descobre negociatas políticas, mas escorrega nas armadilhas dos clichês do gênero. Veja abaixo os trailers das sete estreias de cinema desta quinta-feira (16/9).     Cry Macho – O Caminho para a Redenção | EUA | Drama     Meu Nome É Bagdá | Brasil | Drama     Los Lobos | México | Drama     Filho-Mãe | Irã | Drama     Reação em Cadeia | Brasil | Ação     Mate ou Morra | EUA | Ação     Escape Room 2 – Tensão Máxima | EUA | Terror

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    7 Prisioneiros: Filme elogiado com Santoro e Christian Malheiros ganha trailer

    15 de setembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o aguardado trailer de “7 Prisioneiros”, filme estrelado por Rodrigo Santoro (“Westworld”) e Christian Malheiros (“Sintonia”), que arrancou elogios rasgados da crítica internacional durante participação nos festivais de Veneza e Toronto. “7 Prisioneiros” é o segundo longa dirigido por Alexandre Moratto, que estreou com “Sócrates” – também estrelado por Malheiros – e foi premiado no Spirit Awards, o Oscar do cinema independente dos EUA em 2019. A trama explora a situação de trabalho análogo à escravidão perpetuada no Brasil por meio da história do jovem Mateus (Malheiros), recém-saído do interior em busca de uma oportunidade de emprego em um ferro velho de São Paulo, que se revela uma cilada. Ao chegar, descobre que o trabalho não tem salário, que ele não pode sair do lugar e ainda “deve” dinheiro ao dono do ferro-velho. E não adianta pedir ajuda para a polícia, porque ela faz parte do esquema. A única saída é colaborar e se provar útil, envolvendo-se cada vez mais com os abusos cometidos pelo “patrão”, encarnado por Santoro. Com produção dos cineastas Ramin Bahrani (“99 Casas”) e Fernando Meirelles (“Dois Papas”), “7 Prisioneiros” vai estrear em novembro na Netflix.

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    Deserto Particular: Filme de Aly Muritiba é premiado no Festival de Veneza

    10 de setembro de 2021 /

    “Deserto Particular”, o mais novo filme do diretor Aly Muritiba (“Ferrugem”) venceu nesta sexta (10/9) o prêmio do público da Mostra Venice Days, no Festival de Veneza 2021. Inspirada na Quinzena dos Realizadores de Cannes, a seção contempla obras mais autorais e seus prêmios são determinados pelo público do festival. “Fazer um filme de amor, em um tempo tão turbulento, traze-lo para um dos maiores festivais do mundo e atingir o coração da audiência, é algo muito especial. E é também uma pequena prova de que no fim o amor sempre vence! E isso não é só nos filmes, o amor sempre vence na vida real e o amor vencerá inclusive na nossa história política”, disse o diretor Aly Muritiba, em comunicado emitido direto do festival italiano. “Deserto Particular” lida com aquilo que o diretor chama de “os afetos masculinos no Brasil contemporâneo” e traz Antonio Saboia (“Bacurau”) como protagonista, no papel de um policial curitibano. De acordo com a sinopse, ele está afastado do trabalho depois de cometer um erro e com tempo para investigar o desaparecimento de uma moradora do sertão da Bahia com quem se correspondia por aplicativo de celular. A suspeita o leva a cruzar o país em busca de seu amor. E em Sobradinho encontra o personagem de Pedro Fasanaro (“Onde Nascem os Fortes”). “’Deserto Particular’ é um filme de encontros. Desde 2016, com o golpe que tirou do poder uma presidenta (sic) democraticamente eleita, minha geração, formada depois da Ditadura Militar, enfrenta o momento mais dramático de sua existência. O país afundou numa espiral de ódio que culminou com a eleição de um fascista como presidente. Depois da eleição de Jair Bolsonaro, todas as minorias, mulheres, indígenas, a comunidade LGBTQIAP+, negros, entre outros, passaram a ser sistematicamente perseguidas, e o país se dividiu entre o sul conservador e o norte e nordeste progressista. Essa época de ódio me motivou quando decidi sobre o que seria meu próximo filme. Faria uma obra sobre encontros. Nesse momento de ódio, resolvi fazer um filme sobre o amor”, explicou o cineasta em comunicado. O filme será lançado no Brasil pela Pandora, que ainda não divulgou previsão de estreia. Vivendo uma das fases mais produtivas de sua carreira, Aly Muritiba também assinou este ano a série documental “O Caso Evandro” na Globoplay e ainda lançou outro longa no Festival de Gramado, “Jesus Kid”, após ter vencido o evento de 2018 com “Ferrugem”.

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    “Patrulha Canina” e “Maligno” são as maiores estreias de cinema

    9 de setembro de 2021 /

    Os maiores lançamentos da semana são a animação “Patrulha Canina – O Filme” e o terror “Maligno”. O primeiro é um desenho à moda antiga, sem um pingo de ironia e para crianças bem pequenas, sobre os cachorrinhos heroicos uniformizados de uma série exibida no SBT. Já o segundo marca a volta do diretor James Wan (“Invocação do Mal”) ao horror sobrenatural após dirigir o blockbuster “Aquaman” (2018). E se trata de um retorno com vingança, extremamente autoral e divisivo (pra amar ou odiar), mas com um dos finais mais perturbadores e inesperados do ano. No circuito limitado, o grande destaque é o documentário “A Última Floresta”, de Luiz Bolognesi, vencedor do prêmio do público do Festival de Berlim. Escrito por Bolognesi em parceria com o xamã Davi Kopenawa, o filme mostra a luta dos yanomamis no Norte da Amazônia contra o avanço criminoso dos garimpeiros sobre suas terras. Atual e urgente, é o segundo documentário do diretor sobre indígenas, após o também premiado “Ex-Pajé” (2018), centrado na aculturação causada pelos evangélicos. Entre os outros longas (incluindo mais três brasileiros) que disputam espaço na programação restrita (a pouquíssimas salas e sessões) das maiores cidades, as dicas para os cinéfilos são “Suk Suk”, drama de Hong Kong sobre um casal gay de meia idade, que venceu 17 prêmios internacionais, e “De Volta para Casa”, do pioneiro do cinema asiático-americano Wayne Wang, na ativa desde 1975. Autor de filmes cultuados como “Chan Sumiu” (1982) e “O Clube da Felicidade e da Sorte” (1993), desta vez ele filma um coreano americanizado, profissional de Wall Street, ao voltar à cidade natal para cuidar da mãe doente, que lhe ensina receitas tradicionais e lições de vida à beira da morte. Veja abaixo os trailers de todos os filmes que estreiam nos cinemas neste fim de semana.     Maligno | EUA | Terror     Patrulha Canina – O Filme | EUA | Animação     O Bom Doutor | França | Comédia     Cidadãos do Mundo | Itália | Comédia     Suk Suk – Um Amor em Segredo | Hong Kong | Drama     De Volta para Casa | EUA, Coreia do Sul | Drama     Um Casal Inseparável | Brasil | Drama     Por que Você Não Chora? | Brasil | Drama     Danças Negras | Brasil | Documentário     A Última Floresta | Brasil | Documentário

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    Rodrigo Lombardi será jagunço na nova versão de “Grande Sertão”

    8 de setembro de 2021 /

    O ator Rodrigo Lombardi (“Carcereiros”) está imerso em Guimarães Rosa. Além de interpretar o escritor na minissérie “O Anjo de Hamburgo”, da Globoplay, ele vai estrelar o filme “Grande Sertão”, baseado no maior clássico do autor, “Grande Sertão: Veredas”. A conhecida trama se passa no sertão brasileiro e gira em torno da amizade dos jagunços Riobaldo e Diadorim, que na verdade é uma mulher disfarçada para se vingar do assassinato do pai. Lombardi terá o papel de Joca Ramiro, o líder dos jagunços. A obra já foi levada ao cinema em 1965 e também virou uma minissérie da Globo em 1985. A nova versão tem roteiro de Jorge Furtado (“Sob Pressão”) e direção de Guel Arraes (“O Auto da Compadecida”).

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    7 Prisioneiros: Crítica internacional elogia filme estrelado por Rodrigo Santoro e Christian Malheiros

    7 de setembro de 2021 /

    O filme brasileiro “7 Prisioneiros”, estrelado por Rodrigo Santoro e Christian Malheiros, teve uma première elogiadíssima no Festival de Veneza na noite de segunda-feira (6/9). Produção da Netflix, “7 Prisioneiros” é o segundo longa dirigido por Alexandre Moratto, que estreou com “Sócrates” – também estrelado por Malheiros – e foi premiado no Spirit Awards, o Oscar do cinema independente dos EUA em 2019. A trama explora a situação de trabalho análogo à escravidão perpetuada no Brasil por meio da história do jovem Mateus (Malheiros), recém-saído do interior em busca de uma oportunidade de trabalho em um ferro velho de São Paulo, que se revela uma cilada. “7 Prisioneiros estabelece firmemente [Alexandre Moratto] como um cineasta talentoso contando histórias importantes da região — e é tão envolvente quanto deprimente e brutalmente educacional”, descreveu o site Deadline. Elogiando os trabalhos de “Santoro, perversamente impressionante” e “Malheiros, naturalmente talentoso”, o site The Wrap conclui que “o foguete em forma de filme de Moratto é direto em seus golpes de esmagamento da alma e uma peça essencial do cinema social-realista de nossos tempos”. Já o site Screen International comentou que, conforme a trama se desenvolve, o filme “aumenta seu poder cumulativo para um clímax angustiante”. E o IndieWire elogiou a capacidade narrativa do diretor. “Moratto complica o dilema central com a habilidade de um mestre dramaturgo. O trabalho de tensão que se forma entre Mateus (Malheiros) e os outros trabalhadores é simples, mas profundamente sentido”. Por fim, o Awards Watch definiu a produção como “um conto de moralidade cheio de tensão”. E ainda previu: ” É provável que o filme de Moratto seja a indicação do Brasil no Oscar para a cerimônia de 2022 que se aproxima”. O filme terá agora première no Festival de Toronto, na próxima semana, antes de ser lançado em streaming pela Netflix em novembro.

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    Filmes online: “Os Croods 2”, “Cinderela” e mais 10 dicas pra ver em casa

    3 de setembro de 2021 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” é a principal estreia da semana. Opção para entreter as crianças no feriadão da Independência, o segundo filme da família pré-histórica da DreamWorks Animation é melhor que o primeiro lançamento de 2013, além de ter sido um dos raros sucessos de cinema da pandemia. Na trama, a família cro-magnon original encontra a primeira família metrossexual (na verdade, neolítica), que é bem mais avançada, com conhecimentos agrícolas, mas também preocupações com a aparência – da barba hipster bem cultivada aos chinelos de estilo havaianas. A versão em português traz as vozes de Juliana Paes e Rodrigo Lombardi, enquanto a dublagem original em inglês volta a reunir o elenco formado por Nicolas Cage (“A Cor que Caiu do Espaço”), Emma Stone (“La La Land”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”), além de Cloris Leachman (“Eu Só Posso Imaginar”) em seu último papel, como a vovó. As crianças também têm o musical de “Cinderela” estrelado pela cantora Camila Cabello. Mas apesar do elenco incluir Billy Porter (“Pose”) como Fada Madrinha e Idina Menzel (a dubladora de Elsa em “Frozen”) como a Madrasta, vale observar que a produção não empolgou a crítica. As resenhas são bastante desfavoráveis na comparação com as adaptações live-action da Disney, inclusive a versão musical de 1997, feita para a TV com a cantora Brandy no papel principal. Combinando musical e animação, há uma legítima produção da Disney, o híbrido de fantasia e documentário de Billie Eilish, em que ela canta o repertório de seu novo disco, “Happier Than Ever”, no palco do famoso Hollywood Bowl sem plateia e com direção do cineasta Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”). Recém-lançada, a plataforma adulta da Disney, a Star+, também oferece uma comédia exclusiva em streaming, em que um casal branco sem noção invade a festa de casamento de um casal negro recatado após conhecê-los durante as férias. Geralmente comportado, o segundo casal saiu do sério durante o último verão no México e agora precisa conviver com as consequências – dois novos melhores amigos brancos e aloprados – , em meio a convidados e familiares de seu matrimônio. O elenco destaca uma inesperada boa combinação de John Cena (“O Esquadrão Suicida”) e Lil Rel Howery (“Corra!”). Há ainda duas produções adolescentes razoáveis: uma comédia com Victoria Justice (“Brilhante Victória”) e uma sci-fi com Lily-Rose Depp (a filha de Johnny). Mas o jovem ator que se sai melhor na semana é Jack Dylan Glazer (“Shazam!”) no suspense “Don’t Tell a Soul”. Para os adultos, as opções incluem “Quanto Vale?”, lançamento da Netflix que lembra os 20 anos da tragédia de 11 de setembro de 2001, e mais quatro dramas. O destaque cinéfilo, porém, fica com “A Verdade”, primeiro filme ocidental do premiado cineasta japonês Hirokazu Koreeda, vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes em 2018 com “Assunto de Família”. O filme acompanha o encontro do personagem do americano Ethan Hawke (“Juliet, Nua e Crua”) com sua sogra francesa venenosa, vivida por Catherine Deneuve (“Potiche – Esposa Troféu”). Curiosamente, os dois também interpretam atores na trama. Apresentada como uma diva, Deneuve tem uma relação conflituosa com a filha, encarnada por outra grande estrela francesa, Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”). Paralelamente ao enredo central, a trama ainda presta homenagem à carreira de Deneuve, ao longo de várias reminiscências. Confira abaixo uma dúzia de dicas (com os trailers) de estreias para conferir nas plataformas digitais neste fim de semana.     Os Croods 2: Uma Nova Era | EUA | Animação (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Cinderela | EUA | Musical (Amazon Prime Video)     Happier Than Ever: Uma Carta de Amor para Los Angeles | EUA | Musical (Disney+)     Amizade de Férias | EUA | Comédia (Star+)     Esticando a Festa | EUA | Comédia (Netflix)     Don’t Tell a Soul | EUA | Suspense (Apple TV, Google Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Viajantes – Instinto e Desejo | EUA | Sci-Fi (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes)     Quanto Vale? | EUA | Drama (Netflix)     A Verdade | França, Japão | Drama (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes)     A Princesa da Rua | EUA | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     O Confeiteiro | Israel, Alemanha | Drama (Reserva Imovision)     Eu Estava em Casa, Mas… | Alemanha, Sérvia | Drama (MUBI, Vivo Play)

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