Whindersson Nunes terá que perder 30 quilos para viver a si mesmo no cinema
Youtuber mais popular do Brasil, o piauense Whindersson Nunes terá de perder cerca de 30 kg para viver a si mesmo no filme que retratará sua vida, ainda sem previsão de lançamento. A revelação foi feita pelo Youtuber durante uma entrevista para o canal Vic View, de Victória Xavier. O motivo de emagrecimento é singelo. Quando ele começou a postar vídeos – e não tinha dinheiro – , aos 18 anos de idade, era bem fininho. Como o filme retratará toda a sua vida, ele vai precisar entrar na malhação para perder o barrigão atual – da época da fartura. Whindersson passou a ser conhecido no país em 2013, devido a vídeos em que faz paródias e comenta fatos cotidianos, e no ano passado seu canal ultrapassou o Porta dos Fundos, transformando-o no youtuber brasileiro com o maior número de seguidores. Atualmente, seu canal tem mais de 28 milhões de inscritos e cerca de 2 bilhões de exibições. A popularidade transformou Whinderson até em cantor, com direito a shows pelo Brasil, além de ator. Ele já participou de dois longas: como dublador de “A Era do Gelo: O Big Bang” (dublou o dinossauro Roger) e num pequeno papel em “Os Penetras 2: Quem Dá Mais?”, ambos lançados em 2017. O filme de sua vida será produzido pela Conspiração Filmes, que foi autorizada a captar R$ 7,5 milhões via Lei do Audiovisual, para as filmagens. Será o segundo longa sobre a história de uma celebridade do YouTube nacional. O primeiro, “Eu Fico Loko”, cinebiografia de Christian Figueiredo, estreou em janeiro do ano passado e muita gente nem lembra mais.
Vida da modelo Luíza Brunet vai virar filme
A vida da modelo Luíza Brunet vai virar filme com roteiro de Carolina Kotscho, que já escreveu quatro cinebiografias: “2 Filhos de Francisco”, “Flores Raras”, “Não Pare na Pista” e “Hebe” (ainda em pré-produção). A produção será baseada na autobiografia “Luiza”, relato da modelo à jornalista Laura Malin. Segundo o blog Telepadi, deverá chegar aos cinemas com um recorte especialmente focado nos anos 1980, período em que ela foi garota-propaganda exclusiva da grife Dijon, do empresário Humberto Saade (que morreu no ano passado), e de todo o regime de privações a que Luíza foi submetida naquela condição. Recentemente, ela virou embaixadora da luta contra a violência às mulheres, após seu ex-marido, o empresário Lírio Parisotto, ser condenado a um ano de detenção em regime aberto por tê-la agredido. A produção será da Loma Filmes, produtora da qual Carol é sócia, em parceria com a Formata, de Daniela Busoli, Patrícia Cavalcante e Dody Sirena. Ainda não há atriz escalada para interpretar Luíza nas telas, mas existe uma lista de sugestões em estudo.
Perfis falsos forjam elogios e dão nota 10 para o filme de Edir Macedo em site americano
O filme “Nada a Perder”, cinebiografia do bispo Edir Macedo, conseguiu se envolver em nova polêmica, agora nos Estados Unidos. Após estrear com recorde de bilheteria e salas supostamente vazias no Brasil, o longa foi acusado de falsear avaliações positivas para elevar sua nota no site americano IMDb (Internet Movie Database). O site costuma ser usado como fonte de consulta, pois compila avaliações de espectadores. Entretanto, após denúncias, o filme teve várias resenhas elogiosas apagadas pelos mediadores, que as consideraram falsas ou criadas por bots. A ação aconteceu após o programa “Domingo Espetacular”, da rede Record, emissora de propriedade de Edir Macedo, exaltar a nota 10 atingida por “Nada a Perder” no site. “O desempenho se compara a filmes como ‘O Poderoso Chefão’, lançado em 1972, e ‘Um Sonho de Liberdade’, de 1994, os dois mais populares do ranking”, observou a repórter Evelyn Bastos, na reportagem da TV, citando ainda que o longa tem nota maior que a do vencedor do Oscar 2018, “A Forma da Água”. Mas diante de denúncias de que não apenas as notas estariam sendo elevadas por robôs, mas muitas resenhas eram falsas, o site apagou nada menos que 133 textos de uma só vez, pois teriam sintaxe parecida ou foram criadas na mesma hora. Nesta segunda-feira (9/4), o número de críticas de espectadores caiu de 150 para apenas 17. A nota também caiu. O longa dirigido por Alexandre Vancini está atualmente avaliado em 8,6 e em queda livre – estava 8,8 pela manhã. Ainda assim, chama atenção a falta de notas intermediárias para a produção. A maioria esmagadora das avaliações dá nota 10 ou nota 1. Fora estes extremos, há eventuais 9. A falta de meio termo é algo inusitado em relação a outras produções. Também chama atenção o fato de a maioria das resenhas conter erros grosseiros de inglês, indicando o uso de tradutor online. Mesmo assim, um dos resenhistas afirma ser da Flórida, onde o filme ainda não estreou. Este espectador, por sinal, tem apenas uma resenha publicada no site. Justamente de “Nada a Perder”. O mesmo fenômeno pode ser verificado entre todos os que escreveram elogios ao filme. Estes supostos cinéfilos só usaram o IMDb uma vez na vida: para elogiar e dar nota positiva a “Nada a Perder”. De forma ainda mais impressionante, todos os elogios vêm de perfis criados há menos de uma semana! Não é questão de acreditar ou não que possam ser falsos. São falsos. Vale observar que apenas uma das 17 resenhas foi escrita por um usuário real do IMDb, membro há 10 anos. Ele deu nota 1 e descreveu “Nada a Perder” como um “bad movie”, o famoso “filme ruim”.
Filme de Edir Macedo estreia em 1º lugar com metade da alegada pré-venda
Conforme esperado, o filme “Nada a Perder”, cinebiografia de Edir Macedo, liderou as bilheterias do fim de semana em sua estreia no Brasil. A surpresa ficou por conta da quantidade de ingressos comercializados para as sessões de quinta (29/3) a domingo. Segundo a consultoria ComScore, a produção da Record vendeu 2,1 milhões de ingressos, rendendo um total de R$ 25,8 milhões. Números de respeito, mas bastante inferiores aos 4 milhões da pré-venda apregoada. Pode-se considerar, entretanto, que a venda antecipada também seria para a próxima semana. A conferir. Havia a expectativa de que a estreia estabelecesse um novo recorde de abertura do cinema brasileiro, mas a vendagem não bateu os 2,2 milhões que “Os Dez Mandamentos: O Filme” atingiu em 2016. Mesmo assim, a Record alardeia o tal recorde. É que o site Filme B trouxe números diferentes em seu levantamento, dando 2,3 milhões de ingressos vendidos para “Nada a Perder”. Vale observar que o Filme B aponta que sua apuração é estimada e sujeita a modificações. O filme, porém, teve a maior abertura do ano entre os lançamentos nacionais e o quinto melhor desempenho entre todas as estreias de 2018 no Brasil, atrás de “Pantera Negra”, “Jumanji”, “Cinquenta Tons de Liberdade” e “O Touro Ferdinando”. Em 2º lugar ficou “Jogador Nº 1”, a sci-fi de Steven Spielberg, que, graças à menor quantidade de telas disponíveis, não conseguiu repetir no Brasil o bom desempenho dos Estados Unidos, onde abriu no topo, com US$ 53 milhões. No Brasil, o longa vendeu “apenas” 365 mil ingressos, num total de R$ 7,11 milhões.
Sessões de Nada a Perder, que bateu recorde de pré-venda, não teriam lotado
Assim como ocorreu com o filme “Os 10 Mandamentos”, diversos veículos da imprensa estão apontando que as sessões de “Nada a Perder”, cinebiografia do bispo Edir Macedo, estão vazias ou, pelo menos, tem lotação mediana. Enquanto a rede Record vem produzindo reportagens encomendas, que celebram o sucesso da produção, o fato é contestado, de forma igualmente previsível, pelo jornal O Globo, que encontrou cinemas vazios no Rio exibindo a produção da empresa rival. O filme bateu recorde de venda antecipada de ingressos no país, com a comercialização de 4 milhões de entradas para seu fim de semana inaugural. Mas, segundo apurou a revista Exame, sessões supostamente esgotadas no shopping Bourbon, em São Paulo, também tiveram lotação pela metade, e o movimento do Central Plaza Shopping teria sido ainda menor. O portal UOL verificou que grupos evangélicos foram em “caravana” assistir algumas sessões, tendo comprado todos os ingressos, e que desistências teriam causado os espaços vazios. Mas o Globo colheu depoimentos de fiéis que afirmam ter ganhado as entradas de alguns pastores para ir de graça aos cinemas. Não só isso. Segundo o jornal do grupo Globo, mulheres estariam distribuindo ingressos nas portas de cinemas, junto com um kit personalizado da Universal. O repórter Jan Niklas afirmou ter recebido um ingresso de graça das mãos de uma delas. Procurada pelo Globo, a distribuidora Paris Filmes disse que não recebe informações a respeito de vendas de ingressos. Por e-mail, o departamento de comunicação social da Igreja Universal chamou de “vergonhosa a acusação” de que estaria comprando ingressos para distribuir aos fiéis. Na época de “Os 10 Mandamentos”, houve relatos de muitas sessões vazias e que funcionários da Igreja do bispo Macedo compravam ingressos para distribuir aos fiéis, como brinde, visando estabelecer um novo recorde de bilheteria – o que acabou acontecendo. Na época, a Igreja Universal negou o fato, assim como o faz agora, com a única diferença de atualmente fazer isso brandindo o slogan “fake news”, maior contribuição de Donald Trump para a cultura. Em um comunicado publicado em seu site, a Universal acusa a “mídia” de “apelar” para as “fake news” para falar das salas esvaziadas, mesmo com ingressos esgotados, como ocorreu no filme anterior. “O que existe é a mobilização espontânea de grupos e de membros da Universal, que se organizaram para que o maior número de pessoas tenha chance de assistir ao filme. Da mesma forma que os espíritas impulsionaram a audiência dos filmes ‘Chico Xavier’ e ‘Nosso Lar’, bem como os católicos que lotaram sessões para acompanhar ‘Aparecida – O Milagre’. Mas, em uma pesquisa rápida, não encontramos registros deste fato como notícia”, diz o texto. O texto, assinado pela UNIcom, nome do departamento de comunicação social e de relações institucionais da Universal, acrescenta: “É claro que a Igreja Universal estimula seus adeptos a assistirem ao filme ‘Nada a Perder’. Temos convicção de que, além da edificante história de vida do Bispo Edir Macedo – já contada na trilogia literária best seller que baseia o roteiro -, o longa-metragem é também a história da vida das pessoas que frequentam a Universal.” A Igreja ainda se dirige diretamente aos jornalistas, em tom de recriminação. “Talvez, alguns jornalistas imaginem que a Universal esteja proibida de recomendar filmes a seus fiéis. Pois chegaram tarde”, diz um trecho do comunicado, antes de generalizar e taxar a imprensa como “rancorosa e preconceituosa”. “Milhões de espectadores no Brasil e no mundo irão aos cinemas para ver o que a Palavra de Deus é capaz de produzir na vida das pessoas. E não há nada que a imprensa rancorosa e preconceituosa possa fazer contra isso”, conclui o texto.
Fonzo: Tom Hardy compartilha primeiras fotos como Al Capone
O ator Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) divulgou nas redes sociais as primeiras fotos de sua caracterização como o gângster Al Capone para o filme “Fonzo”. Uma das imagens oferece um close nas cicatrizes acrescentadas a seu rosto, que originaram o apelido Scarface no mafioso. O título é uma referência a outro apelido de Capone, cujo nome real era Alphonse Gabriel Capone. A trama vai encontrá-lo no fim da vida, aos 47 anos, já preso há uma década e sofrendo sintomas de demência, quando lembranças de sua origem violenta e brutal sobrepõem-se à sua situação atual. Hardy já tentou viver Al Capone antes, em “Cicero”, filme que nunca chegou a ser produzido. Recentemente, ele também deu vida aos irmãos Kray, célebres gângsteres britânicos dos anos 1960, no filme “Lendas do Crime” (2015). “Fonzo” também é o filme em que o diretor Josh Trank tentará dar a volta por cima após “Quarteto Fantástico” (2015). Ele escreveu e começa agora a dirigir o filme, que ainda traz no elenco Linda Cardellini (série “Bloodline”), Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Noel Fisher (série “Shameless”) e Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”). Não há previsão para a estreia. Chasing Fonzo…????????????? Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 24 de Mar, 2018 às 10:55 PDT Black♠️ Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomhardy) em 24 de Mar, 2018 às 7:02 PDT
Filme sobre Edir Macedo já bate recordes de bilheteria antes da estreia
A cinebiografia do bispo Edir Macedo, “Nada a Perder”, vai estrear nesta quinta (29/3) com 4 milhões de ingressos vendidos de forma antecipada, segundo informações da Record. Com isso, bateu o recorde de pré-vendas do cinema nacional, que pertencia à outra produção religiosa da Record, “Os 10 Mandamentos” (2,3 milhões de ingressos), e, de quebra, já virou o filme nacional mais bem-sucedido do ano, antes mesmo de chegar aos cinemas. O jornal O Globo quis verificar se a estratégia seguia a fórmula bem-sucedida de “Os 10 Mandamentos”, que apesar do recorde da época abriu com salas vazias. Isto porque integrantes da Igreja Universal teriam comprado e distribuído ingressos entre seus fiéis, que não foram ao cinema. A publicação, que pertence a grupo de comunicação rival da Record, questionou três grandes exibidoras para saber se elas firmaram alguma parceria com a Universal. Apenas a Kinoplex confirmou ter vendido pacotes de ingressos para pastores e grupos a partir de cem pessoas, nos quais todos pagam meia entrada. A UCI disse ter vendido ingressos para grupos, “como faz com qualquer filme”. E a Cinemark não se pronunciou. Já a rede Cinépolis anunciou um sorteio relacionado à compra de ingressos, que daria direito a uma viagem a Israel para o vencedor, “com um acompanhante e seu líder religioso”, além de mais dez viagens para visitar o Templo de Salomão, principal sede da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo. Em comunicado, a Universal negou comprar ingressos, mas diz estimular a ida dos fiéis ao cinema. “A imprensa, embasbacada com o espetacular sucesso de bilheteria que se anuncia, esforça-se para inventar uma explicação fajuta para o maior fenômeno cinematográfico brasileiro do ano — ou, talvez, de todos os tempos”, diz o comunicado da Igreja, que ainda chama a imprensa de “rancorosa e preconceituosa”. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estariam negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).
Vida de Gretchen vai virar filme
A vida da cantora Gretchen vai ser transformada numa cinebiografia pelas mãos da atriz e apresentadora Antonia Fontenelle (“Assalto ao Banco Central”). Ambas anunciaram a produção nas redes sociais. “Em 2018, a verdadeira história, contada por uma mulher forte e guerreira. Aguardem!”, escreveu Gretchen no post. Em seu pronunciamento, Antonia Fontenelle se alongou um pouco mais. “Vou tentar em poucas palavras dizer o porque gosto tanto de você Gretchen. Porque mesmo depois de tudo que você passou nessa vida, você nunca perdeu a sua doçura, uma certa inocência e alegria de viver”, disse. O filme marcará a estreia da atriz na direção. Mas, segundo ela conta, o convite partiu da própria Gretchen. “Eu, assustada com a responsabilidade, levei alguns anos para dizer sim. Agora que disse sim, prepare-se para sair daquela sala de cinema orgulhosa de você mesma”, explicou. Não há outros detalhes do projeto, como quem vai escrever o roteiro ou a intérprete de Gretchen – que foi vivida por Emanuelle Araújo em “Bingo: O Rei das Manhãs”. Nem mesmo previsão de estreia” “Ainda temos chão pela frente”, confirmou Antonia, ao assumir que falta muito a ser feito. Confira os posts originais na íntegra: EM 2018, A VERDADEIRA HISTÓRIA, CONTADA POR UMA MULHER FORTE E GUERREIRA @ladyfontenelle, AGUARDEM! Uma publicação compartilhada por Gretchenoficial (@mariagretchen) em 24 de Mar, 2018 às 1:29 PDT Vou tentar em poucas palavras dizer o porque gosto tanto de você @mariagretchen Porque mesmo depois de tudo que você passou nessa vida, você nunca perdeu a sua doçura, uma certa inocência e alegria de viver. Hoje você me surpreendeu com esse video idealizado por você, pra dizer ao seu publico que a real historia da sua vida será contada no cinema. Ja faz um tempo que você me fez o convite pra dirigir e produzir sua biografia pras telonas e eu assustada com a responsabilidade levei alguns anos pra dizer sim. Agora que disse SIM, prepare se pra sair daquela sala de cinema orgulhosa de você mesma. Ainda temos chão pela frente, chão esse que vamos tirar de letra, afinal mulheres como você, como eu, viemos ao mundo pra isso, pra desafiar a vida e fazer a diferença, tenho certeza absoluta que qualquer mulher nesse país, independende de cor, raça, cargo ou posição social se alegra ao ouvir o som da sua conga la conga, do seu freak le boom boom e do seu melo do piripipi…. Portanto você fez a diferença sim. #Brevenumcinemapertodevocê. Uma publicação compartilhada por ladyfontenelle (@ladyfontenelle) em 24 de Mar, 2018 às 4:45 PDT
Chiwetel Ejiofor vive pastor polêmico no trailer legendado de A Caminho da Fé
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “A Caminho da Fé” (Come Sunday), drama religioso estrelado por Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”), que dividiu a crítica durante o recente Festival de Sundance. Enquanto a interpretação do ator foi considerada divina e a mensagem da história louvada por sua importância, a opinião que prevaleceu sobre o resultado cinematográfico foi menos abençoada. O filme conta a história real do polêmico pastor Carlton Pearson, uma estrela evangélica em ascensão, que após uma crise de fé no começo do século passa a pregar que não existe inferno, apenas o criado pelo homem na Terra, e a defender a tolerância e a inclusão de todos no amor de Deus, independente da religião. A mensagem afastou os fiéis mais tradicionais, colocando-o em confronto com os líderes da Igreja até ser considerado um herege. Isto não o impediu de continuar pregando o chamado “Evangelho da Inclusão” e a tese da “reconciliação universal” em outra congregação, sob nova denominação evangélica. O roteiro é de Marcus Hinchey (“Entre Segredos e Mentiras”), a direção é de Joshua Marston (“Maria Cheia de Graça”) e o elenco inclui Lakeith Stanfield (série “Atlanta”), Jason Segel (“Os Muppets”), Martin Sheen (“Trash – A Esperança Vem do Lixo”), Danny Glover (“Máquina Mortífera”) e Condola Rashad (série “Billions”). A estreia está marcada para 13 de abril em streaming.
Assassinato de Marielle Franco repercute em Hollywood
A comoção e indignação pelo assassinato de Marielle Franco, vereadora carioca que defendia as minorias no Rio de Janeiro, ultrapassou as fronteiras do Brasil. Marielle foi destaque no jornal The Washington Post, ganhou homenagem no Parlamento Europeu e inspirou manifestações nas ruas de Nova York, Londres, Paris, Munique, Estocolmo e Lisboa. Além disso, teve seu nome adicionado ao movimento americano Black Lives Matter, com o compartilhamento da hashtag #SayHerName (#DigaONomeDela). E assim chegou a Hollywood. A atriz Viola Davis, vencedora do Oscar por “Um Limite Entre Nós” e estrela da série “How to Get Away with Murder”, fez uma homenagem à vereadora e seu motorista, Anderson Pedro Gomes, ambos mortos à tiros na última quarta-feira (14/3), no centro do Rio de Janeiro, quando voltavam de um evento na Lapa. “Acabo de saber sobre esta mulher corajosa, #MarielleFranco, que lutou pelos direitos dos pobres nas favelas”, escreveu a atriz no Twitter. “Eu apoio e luto com vocês, Brasil!!” Viola termina o post dizendo: “Viva Marielle e Anderson!!!”. O post foi retuitando mais de 20 mil vezes. Em seguida, RuPaul fez coro. “O assassinato do ativista de direitos humanos Marielle Franco foi uma grande perda para o Brasil – e o mundo”, escreveu. A top model Naomi Campbell também se manifestou. “Fiquei triste de saber que Marielle Franco, que dedicou sua vida à luta contra o racismo, preconceito e violência policial no Rio de Janeiro, foi assassinada”, comentou, conclamando o Brasil a protestar. Em seu show no Brasil, Katy Perry projetou uma foto gigante de Marielle, e seu fã-clube internacional disseminou a informação nas redes sociais. O movimento da Marcha das Mulheres nos Estados Unidos e até a ONU trataram de espalhar ainda mais os protestos e homenagens. A jovem política de 38 anos, que cresceu na favela da Maré e se tornou uma líder popular, foi a 5ª vereadora mais votada das últimas eleições do Rio. Ela se destacou ao denunciar abusos da polícia, violações de direitos humanos e violência contra as mulheres e a comunidade LGBT. Ela própria era representante de diversas “minorias”: uma mulher negra, nascida na favela, que vivia um relacionamento homossexual. Sua vida vai virar um filme, atualmente em desenvolvimento pela produtora Paula Barreto (“Lula, o Filho do Brasil”), com roteiro de João Paulo Reys (“Vampiro 40º) e Flavia Guimarães (“Berenice Procura”). Just read about this courageous woman #MarielleFranco, who fought for the rights of the poor in the Favelas. I'm standing and fighting with you Brazil ??!! Viva Marielle and Anderson!!!https://t.co/nMTwBrUZrW — Viola Davis (@violadavis) March 20, 2018 The assassination of human rights activist #MarielleFranco was a huge loss for Brazil — and the world @ShaunKing https://t.co/POeQR2bsgG pic.twitter.com/Ocrw1WwYoB — RuPaul (@RuPaul) March 19, 2018 .@katyperry paying tribute to Marielle Franco, one of Brazil's few black female politicians, who was murdered in Rio this past week. She fought for the rights of women and was outspoken against police brutality and the incarceration of black youth. #MariellePresente #SayHerName pic.twitter.com/z92MMFjsvc — Katy Perry Updates (@katyspics) March 19, 2018
Vida de Emicida vai virar filme do produtor de Me Chame pelo Seu Nome
A vida do rapper Emicida vai virar filme. E com produção de Rodrigo Teixeira, o produtor brasileiro por trás de sucessos marcantes do cinema indie americano, como “A Bruxa”, “Frances Ha” e o drama indicado ao Oscar 2018 “Me Chame pelo Seu Nome”. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o projeto está sendo escrito pelo próprio Emicida, que ainda deverá estrelar a produção, interpretando a si mesmo. A direção está a cargo de Aly Muritiba (“Para Minha Amada Morta”), que também divide o roteiro com Emicida, a roteirista Jessica Candal (com quem Muritiba trabalhou em “Ferrugem”) e o escritor Toni C., ligado à cena hip-hop. As primeiras reuniões entre o rapper e o produtor foram em abril do ano passado. As negociações chegaram até o Natal, quando o contrato para a produção foi assinado na casa de Teixeira. O filme vai se concentrar nos primeiros anos da carreira do rapper e marcará a segunda cinebiografia de músico brasileiro da carreira de Teixeira, após “Tim Maia”. Mas ele também produziu, nos EUA, “Patty Cake$”, sobre uma aspirante a rapper. A expectativa é que o roteiro final esteja pronto até o final do mês, para rodar o filme entre novembro e janeiro. A estreia vai acontecer em 2019.
Renee Zellweger vira Judy Garland em primeira foto de cinebiografia
Os estúdios Pathe e BBC Films divulgaram a primeira foto de Renee Zellweger, a eterna Bridget Jones, caracterizada como Judy Garland, a eterna Dorothy de “O Mágico de Oz” (1939) numa cinebiografia. O filme, batizado de “Judy”, vai retratar o final da vida de Garland. Situado em 1968, mostrará a chegada da atriz em Londres para uma série de apresentações. 30 anos depois de dar a vida a Dorothy, ela enfrenta problemas de uma grande estrela: brigas com empresários, sua relação com músicos, fãs e amigos, além do romance com seu quinto marido, Mickey Dean. Judy Garland faleceu poucos meses depois, ainda em Londres, de overdose aos 47 anos de idade. O filme começou a ser rodado em fevereiro na Inglaterra, com roteiro de Tom Edge (da série “The Crown”) e direção do inglês Rupert Goold (“A História Verdadeira”). O elenco também inclui Jessie Buckley (minissérie “War and Peace”), Finn Wittrock (“American Horror Story”), Rufus Sewell (“The Man in the High Castle”), John Dagleish (“Beaver Falls”) e Michael Gambon (o Dumbledore da franquia “Harry Potter”). Ainda não há previsão para a estreia.
Vida de Marielle Franco, vereadora assassinada no Rio, vai virar filme
A vida de Marielle Franco, vereadora carioca executada a tiros durante o atual período de intervenção militar no Rio de Janeiro, vai virar filme. Segundo o jornal O Globo, o projeto será realizado pela produtora Paula Barreto (“Lula, o Filho do Brasil”), com roteiro de João Paulo Reys (“Vampiro 40º) e Flavia Guimarães (“Berenice Procura”), e trilha do músico Jorge Mautner. “Eu já conhecia a Marielle porque ela era uma das melhores amigas da minha filha, mas foi assistindo a um depoimento dela em um documentário do João Paulo Reys sobre a intervenção do Exército durante as Olimpíadas, ainda em fase de finalização, que percebi como ela era extraordinária. Logo depois, aconteceu o assassinato”, contou Paula Barreto ao jornal carioca. O longa, que ainda não tem diretor nem títulos definidos, vai focar na origem de Marielle, que cresceu na favela da Maré e se tornou uma líder popular, virando a 5ª vereadora mais votada no Rio. Seu trabalho como vereadora foi focado em denunciar abusos da polícia, violações de direitos humanos e violência contra as mulheres e a comunidade LGBT. Ela própria era representante de diversas “minorias”: uma mulher negra, nascida na favela, que vivia um relacionamento homossexual. A ideia é incluir na produção atores e equipe vindos da Maré, e destinar a renda obtida aos moradores do complexo. Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assassinados a tiros na última quarta-feira (14/3), no centro da cidade, quando voltavam de um evento na Lapa. “O que importa, agora, são os seus ideais”, disse a produtora, que espera que o filme sirva para conter as informações falsas sobre a vereadora espalhadas nas redes sociais. “Fiquei assustada quando entrei no Facebook e vi a quantidade de haters. Muita gente a denegrindo, sem saber se as informações são verdadeiras ou não. As pessoas não se preocupam em saber de onde vem a notícia. Há milhares de Marielles no Brasil, precisamos contar essa história”.









