“Oppenheimer” será o filme mais longo de Christopher Nolan
O drama biográfico “Oppenheimer”, novo trabalho do diretor Christopher Nolan (“A Origem”), será o filme mais longo de sua carreira. Com 3 horas de duração, a obra supera os 169 minutos de “Interestelar” (2014). A revelação foi feita por Matt Damon na noite de segunda-feira (27/3) no tapete vermelho de “Air”, que ele também estrela. “São três horas. É fantástico! Passa tão rápido. É ótimo!”, disse Damon, revelando que viu “Oppenheimer” em primeira mão. O astro também aproveitou para rasgar elogios a Cillian Murphy (“Peaky Blinders”), o protagonista da trama: “Cillian é fenomenal. Ele é tudo que você gostaria que ele fosse”. “Oppenheimer” conta a história de J. Robert Oppenheimer (Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um projeto do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear do país, que devastou as cidades de Hiroshima e Nagasaki, no Japão, durante a 2ª Guerra Mundial. Esse é o primeiro filme de Nolan na Universal Pictures após sua longa passagem pela Warner Bros. O filme é baseado no romance de Kai Bird, “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer”, e foca no esforço de pesquisa de Oppenheimer como diretor do Laboratório de Los Alamos, no Novo México. Em recente entrevista à Total Film, Nolan falou sobre os desafios de filmar a superprodução: “É uma história de imenso escopo e escala. E um dos projetos mais desafiadores que já assumi em termos de escala e em termos da amplitude da história de Oppenheimer. Havia grandes desafios logísticos, grandes desafios práticos. Mas eu tinha uma equipe extraordinária, e eles realmente se dedicaram ao projeto. Estou emocionado com o que minha equipe conseguiu alcançar”. Nolan disse que fez tudo o que pôde para tentar replicar a primeira explosão nuclear já criada. E sem o uso de efeitos digitais. “Acho que recriar o teste Trinity [a primeira detonação de uma arma nuclear, no Novo México] sem o uso de computação gráfica foi um grande desafio. Andrew Jackson, meu supervisor de efeitos visuais, estava tentando descobrir como poderíamos fazer muitos dos elementos visuais do filme de forma prática, desde a representação da dinâmica quântica e da física quântica até o próprio teste Trinity, para recriar, com exatidão, aquele teste feito no Novo México.” Além de Murphy no papel principal, o elenco também inclui Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”), Matt Damon (“Perdido em Marte”), Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”), Florence Pugh (“Não se Preocupe, Querida!”), Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), Benny Safdie (“Bom Comportamento”) e Kenneth Branagh (“Belfast”). “Oppenheimer” estreia nos cinemas brasileiros em 20 de julho, um dia antes do lançamento nos EUA.
Oppenheimer: Novo filme de Christopher Nolan ganha trailer explosivo
A Universal Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Oppenheimer”, novo filme do diretor Christopher Nolan (“Tenet”). Cinebiografia do pai da bomba atômica, a prévia destaca o ator Cillian Murphy (“Peaky Blinders”) no papel-título, ponderando a responsabilidade de liberar tamanho poder nas mãos dos homens, enquanto testa a capacidade explosiva da sua invenção. O elenco estelar da produção também inclui Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”), Matt Damon (“Jason Bourne”), Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”), Benny Safdie (“Bom Comportamento”), Florence Pugh (“Viúva Negra”), Rami Malek (“007 – Sem Tempo para Morrer”), Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade de Mil Planetas”), Matthew Modine (“Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”), Kenneth Branagh (“Tenet”), Michael Angarano (“This Is Us”), Alden Ehrenreich (“Han Solo: Uma História Star Wars”) e David Krumholtz (“The Deuce”). Além de dirigir, Nolan assina o roteiro do longa, uma adaptação do livro “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer”, de Kai Bird e Martin J. Sherwin. Publicado em 2005, o livro venceu o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno da criação da bomba atômica nos EUA, com Murphy no papel do cientista J. Robert Oppenheimer, que chefiou o projeto, e Blunt como sua esposa, Katherine “Kitty” Oppenheimer. Os dois atores trabalharam juntos recentemente em “Um Lugar Silencioso – Parte II”. “Oppenheimer” também será o primeiro longa de Nolan produzido pela Universal Pictures, após duas décadas de parceria do diretor com a Warner Bros. Embora seja um drama biográfico, a Universal está descrevendo o projeto como um “thriller épico” sobre “o paradoxo pulsante do homem enigmático que deve arriscar destruir o mundo para salvá-lo”. A estreia está marcada para 20 de julho no Brasil, próximo da data que marca o aniversário da explosão da bomba sobre Hiroshima (6 de agosto de 1945) e Nagasaki (9 de agosto de 1945).
Christian Bale topa voltar a viver Batman. Mas tem uma condição
Christian Bale pode ter virado vilão da Marvel em “Thor: Amor e Trovão”, mas não esqueceu seus dias de herói da DC. Em entrevista ao site Screen Rant, ele entrou na brincadeira do multiverso, após Michael Keaton retomar o papel de Batman nos vindouros filmes “The Flash” e “Batgirl”, e disse que toparia voltar a viver o Cavaleiro das Trevas. Mas com uma condição: que Christopher Nolan também retornasse como diretor do filme. “Se Chris Nolan dissesse ‘sabe de uma coisa? Eu tenho outra história para contar’ e quisesse contar essa história comigo, eu estaria dentro”, ele afirmou. O ator ainda confidenciou que a Warner Bros. nunca o procurou com nenhuma proposta nesse sentido. “Ninguém nunca mencionou isso para mim. Ocasionalmente, as pessoas me dizem: ‘ouvi dizer que você foi abordado’ E eu falo: ‘isso é novidade para mim’. Ninguém nunca disse isso”, explicou. Bale foi o Bruce Wayne da trilogia dirigida por Nolan – “Batman Begins” (2005), “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012) – , que se tornaram enormes sucessos de público e crítica. Em campanha de divulgação de “Thor: Amor e Trovão”, ele também foi questionado sobre o “Batman” de Robert Pattinson e admitiu que ainda não assistiu ao filme. “Eu ainda não vi”, disse o ator para a revista Variety, garantindo em seguida que pretende ver o filme, e elogiando o novo intérprete do herói. “Robert [Pattinson] é um ator absolutamente maravilhoso”. Ele se justificou dizendo que assiste a poucos filmes. “Todo diretor com quem trabalho, eu vi alguns de seus filmes, e eles sempre olham pra mim e [perguntam]: ‘Você está brincando?’. Eu gosto de realmente saborear filmes e não assistir a muitos de uma vez”, explicou. Seu novo filme, “Thor: Amor e Trovão”, tem estreia marcada para 7 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Tim Sale (1956–2022)
O famoso artista de quadrinhos Tim Sale, que influenciou os filmes mais recentes de Batman, morreu na quinta-feira (17/6) aos 66 anos. Na semana passada, o diretor criativo e editor da DC Comics, Jim Lee, anunciou que Sale não estava bem, escrevendo no Twitter sobre sua internação num hospital “com graves problemas de saúde”. Os principais trabalhos do desenhista foram realizados nos anos 1990 em parceria com o escritor Jeph Loeb (que virou produtor-roteirista de “Smallville”, “Lost”, “Heroes” e chefiou a extinta Marvel Television). A dupla criou quadrinhos de Batman, Superman e Mulher-Gato que marcaram época, como “Superman As Quatro Estações” (1998), “Batman: O Longo Dia das Bruxas” (1996-1997), “Batman: Vitória Sombria” (1999) e “Mulher Gato: Cidade Eterna” (2004). “Batman: O Longo Dia das Bruxas” é disparada sua publicação mais famosa. A trama foi mencionada por Christopher Nolan como influência em seus filmes do “Cavaleiro das Trevas” e está na base do mais recente “Batman”, de Matt Reeves – que traz “agradecimentos” ao artista em seus créditos. Os quadrinhos originais foram transformados em longa animado pela Warner Bros. Animation, lançado digitalmente em duas partes em 2021. A parceria de Sale e Loeb também se estendeu para a Marvel, onde lançaram uma coleção de títulos “Coloridos”: “Demolidor: Amarelo” (2001), “Hulk: Cinza” (2003), “Homem-Aranha: Azul” (2002) e “Capitão América: Branco” (2015). Em comunicado nas redes sociais, a DC declarou: “Tim Sale foi um artista incrível, cuja visão dos personagens icônicos tinha uma profundidade humana real, e seus designs de página inovadores mudaram a maneira como uma geração inteira pensa sobre a narrativa dos quadrinhos”. Tim Sale was an incredible artist, whose take on iconic characters had real human depth, and his groundbreaking page designs changed the way an entire generation thinks about comic book storytelling. Our condolences go to Tim’s family and friends. He will be deeply missed. pic.twitter.com/VgXxu7O0V4 — DC (@DCComics) June 16, 2022
Nova Mulher-Gato revela rejeição em outro “Batman” por ser negra
A atriz Zoë Kravitz, que interpreta a nova Mulher-Gato em “Batman”, revelou que já foi vetada da franquia em um filme anterior por ser uma “pessoa de cor” – POC (person of color) é uma expressão utilizada nos EUA para definir todos não brancos. Em entrevista ao The Guardian, ela contou que tentou uma vaga no filme “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2012), dirigido por Christopher Nolan, mas foi rejeitada devido ao fato de ser negra. A atriz ressalta não ter certeza se a negativa veio diretamente do cineasta ou de algum outro responsável pela produção. “Eu não sei se veio diretamente do Chris Nolan. Acho que provavelmente foi um diretor de elenco, ou um assistente do diretor de elenco… Mas sendo uma mulher e uma atriz negra e ouvir, na época, que eu não funcionaria por ser uma pessoa de cor, e a palavra ‘urbana’ sendo jogada daquela maneira, aquilo deixou o momento bem difícil”, declarou. A atriz não deixou claro se tentava justamente o papel de Mulher-Gato na época, que acabou sendo interpretado por Anne Hathaway. A outra personagem feminina relativamente importante da trama era Miranda/Talia al Ghul, vivida pela francesa Marion Cotillard. Zoë Kravitz tem sido muito elogiada por seu papel em “Batman”, principalmente pela química que demonstra com Robert Pattinson, intérprete do herói, nas cenas em que ambos interagem. Ela não foi a primeira atriz negra a interpretar a Mulher-Gato. A primazia coube à Ertha Kitt em 1967, na série televisiva estrelada por Adam West. Halle Berry também estrelou o papel-título de “Mulher-Gato” em 2004, e elogiou nas redes sociais a escolha de Kravitz para o novo filme. Com direção de Matt Reeves, “Batman” estreou no último fim de semana e já faturou US$ 248,5 milhões em todo o mundo, liderando as bilheterias na maioria dos países em que foi lançado – inclusive no Brasil, onde levou 2,2 milhões de espectadores às salas de exibição.
Primeira foto do novo filme de Christopher Nolan traz Cillian Murphy como Oppenheimer
A Universal Pictures divulgou a primeira foto de “Oppenheimer”, filme sobre o pai da bomba atômica. A imagem em preto e branco destaca o ator Cillian Murphy (“Peaky Blinders”) com chapéu de época no papel-título. O novo filme do diretor Christopher Nolan (“Tenet”) também traz em seu elenco estelar Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”), Matt Damon (“Jason Bourne”), Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”), Benny Safdie (“Bom Comportamento”), Florence Pugh (“Viúva Negra”), Rami Malek (“007 – Sem Tempo para Morrer”), Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade de Mil Planetas”), Matthew Modine (“Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”) e anunciou nesta terça (22/2) mais quatro atores: Kenneth Branagh (“Tenet”), Michael Angarano (“This Is Us”), Alden Ehrenreich (“Han Solo: Uma História Star Wars”) e David Krumholtz (“The Deuce”). Além de dirigir, Nolan assina o roteiro do longa, uma adaptação do livro “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer”, de Kai Bird e Martin J. Sherwin. Publicado em 2005, o livro venceu o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno da criação da bomba atômica nos EUA, com Murphy no papel do cientista J. Robert Oppenheimer, que chefiou o projeto, e Blunt como sua esposa, Katherine “Kitty” Oppenheimer. Os dois trabalharam juntos recentemente em “Um Lugar Silencioso – Parte II”. “Oppenheimer” também será o primeiro longa de Nolan produzido pela Universal Pictures, após duas décadas de parceria do diretor com a Warner Bros. Embora seja um drama biográfico, a Universal está descrevendo o projeto como um “thriller épico” sobre “o paradoxo pulsante do homem enigmático que deve arriscar destruir o mundo para salvá-lo”. A estreia está marcada para julho de 2023, próximo da data que marca o aniversário da explosão da bomba sobre Hiroshima (6 de agosto de 1945) e Nagasaki (9 de agosto de 1945).
Warner é processada por lançamento híbrido de “Matrix Resurrections” na HBO Max
O estúdio Village Roadshow Pictures, que se associou à Warner Bros. para produzir “Matrix Resurrections”, resolveu processar o sócio poderoso pelo lançamento do filme simultaneamente em streaming nos EUA. Os advogados da companhia argumentam que a decisão exclusiva da Warner de lançar o filme no streaming ao mesmo tempo que nos cinemas “eviscerou o valor considerável de uma propriedade intelectual que também pertence à Village Roadshow”. “Matrix Resurrections” foi um grande fracasso nos EUA, onde arrecadou apenas US$ 37,3 milhões desde sua estreia em dezembro. De acordo com a Village Roadshow, a razão para esse desempenho foi a disponibilização do filme na HBO Max. A decisão da Warner de lançar todos seus filmes de 2021 de forma híbrida nos EUA sofreu muitas críticas de parceiros. O estúdio Legendary chegou a ameaçar processo, mas fechou um acordo, enquanto críticas do cineasta Denis Villeneuve conseguiram atrasar a estreia de “Duna” nos EUA, o que permitiu uma carreira cinematográfica internacional ao filme antes de sua chegada na HBO Max. A estratégia ajudou a disparar o número de assinantes da plataforma, mas abalou a credibilidade do estúdio. Depois de Christopher Nolan abandonar sua longa parceria com a Warner e o valor de mercado da empresa desabar, a AT&T correu para fechar negócio com o grupo Discovery, passando a Warner e todos os problemas adiante. Mas apesar das críticas, o presidente da WarnerMedia, Jason Kilar, vinha conseguindo manter um verniz de sucesso no negócio, graças ao desempenho da HBO Max. Até a Village Roadshow abrir o primeiro processo diretamente pelo ocorrido. Os advogados da empresa australiana, que tem laços fortes em Hollywood, não especificaram o valor de reparação financeira que gostariam de receber caso vençam o caso. Mas em caso de vitória, outros parceiros da Warner podem seguir o mesmo caminho. O processo está em trâmite na Corte Superior de Los Angeles, nos EUA. Embora não tenha sido lançado de maneira simultânea no Brasil, “Matrix Resurrections” já está disponível para streaming na HBO Max nacional.
Florence Pugh e Rami Malek entram no novo filme de Christopher Nolan
Os atores Florence Pugh (“Viúva Negra”) e Rami Malek (“007 – Sem Tempo para Morrer”) tornaram ainda mais grandioso o elenco de “Oppenheimer”, novo filme do diretor Christopher Nolan (“Tenet”). Eles se juntaram a Cillian Murphy, Emily Blunt (ambos de “Um Lugar Silencioso – Parte II”), Matt Damon (“Jason Bourne”) e Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) na produção, que também anunciou na sexta-feira (10/12) Benny Safdie (“Bom Comportamento”). Além de dirigir, Nolan assina o roteiro do longa, uma adaptação do livro “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer”, de Kai Bird e Martin J. Sherwin. Publicado em 2005, o livro venceu o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno da criação da bomba atômica nos EUA, com Murphy no papel do cientista J. Robert Oppenheimer, que chefiou o projeto, e Blunt como sua esposa, Katherine “Kitty” Oppenheimer. Pugh interpretará Jean Tatlock, integrante do Partido Comunista dos Estados Unidos que teve um caso ocasional com Oppenheimer e despertou grandes preocupações de segurança no governo. Malek e Safdie interpretam cientistas, com o segundo escalado como Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio. Damon, por sua vez, vive o tenente-general Leslie Groves, diretor militar do Projeto Manhattan, que criou a bomba atônica, enquanto Downey interpreta Lewis Strauss, o infame presidente da Comissão de Energia Atômica que iniciou audiências que questionaram a lealdade de Oppenheimer aos Estados Unidos e revogaram sua autorização de segurança para trabalhar no projeto nuclear do país, transformando o cientista numa vítima da extrema direita macarthista dos anos 1950. “Oppenheimer” também será o primeiro longa de Nolan produzido pela Universal Pictures, após duas décadas de parceria do diretor com a Warner Bros. Embora seja um drama biográfico, a Universal está descrevendo o projeto como um “thriller épico” sobre “o paradoxo pulsante do homem enigmático que deve arriscar destruir o mundo para salvá-lo”. A estreia está marcada para julho de 2023, próximo da data que marca o aniversário da explosão da bomba sobre Hiroshima.
Matt Damon e Robert Downey Jr. farão novo filme de Christopher Nolan
O próximo filme de Christopher Nolan (“Tenet”) ganhou o reforço de Matt Damon (“Jason Bourne”) e Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”). Eles se juntaram a Cillian Murphy e Emily Blunt (ambos de “Um Lugar Silencioso – Parte II”) no elenco de “Oppenheimer”. Além de dirigir, Nolan também assina a produção e o roteiro do longa, que vai adaptar o livro “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer”, de Kai Bird e Martin J. Sherwin. Publicado em 2005, o livro venceu o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno da criação da bomba atômica nos EUA, com Murphy no papel do cientista J. Robert Oppenheimer, que chefiou o projeto, e Blunt como sua esposa. Já os papéis de Damon e Downey Jr. não foram confirmados. “Oppenheimer” também será o primeiro longa de Nolan produzido pela Universal Pictures, após duas décadas de parceria do diretor com a Warner Bros. Embora seja um drama biográfico, a Universal está descrevendo o projeto como um “thriller épico” sobre “o paradoxo pulsante do homem enigmático que deve arriscar destruir o mundo para salvá-lo”. A estreia está marcada para julho de 2023, próximo da data que marca o aniversário da explosão da bomba sobre Hiroshima.
Emily Blunt entra no novo filme de Christopher Nolan
A atriz Emily Blunt entrou no elenco de “Oppenheimer”, filme biográfico do diretor Christopher Nolan (“Tenet”). Com a escalação, ela voltará a contracenar com Cillian Murphy após “Um Lugar Silencioso – Parte II”. Murphy foi escalado no papel-título, como J. Robert Oppenheimer, físico lembrado como um dos pais da bomba atômica. O papel de Blunt não foi revelado. Este é o primeiro projeto de Blunt com Nolan, que é conhecido por construir relacionamentos com atores em vários filmes. Murphy, por exemplo, trabalha com o diretor desde “Batman Begins”, em 2005. Além de dirigir, Nolan também assina a produção e o roteiro do longa, que vai adaptar o livro “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer”, de Kai Bird e o falecido Martin J. Sherwin. Publicado em 2005, o livro venceu o Prêmio Pulitzer. “Oppenheimer” também será o primeiro longa de Nolan produzido pela Universal Pictures, após duas décadas de parceria do diretor com a Warner Bros. Embora seja um drama biográfico, a Universal está descrevendo o projeto como um “thriller épico” sobre “o paradoxo pulsante do homem enigmático que deve arriscar destruir o mundo para salvá-lo”. A estreia está marcada para julho de 2023.
Cillian Murphy vai estrelar novo filme de Christopher Nolan
A produção de “Oppenheimer”, próximo longa do diretor Christopher Nolan, confirmou seu protagonista e anunciou sua data de estreia. O ator Cillian Murphy (“Peaky Blinders”), que estava sendo mencionado como intérprete principal desde que o projeto foi anunciado no mês passado, vai interpretar o cientista J. Robert Oppenheimer, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O gênio por trás do projeto Manhattan, que resultou na criação da bomba que dizimou Hiroshima e posteriormente Nagasaki, também é o autor da famosa frase: “Agora, eu me tornei a morte, a destruidora de mundos”. Murphy já trabalhou várias vezes com Nolan, desde os filmes de Batman (onde viveu o vilão Espantalho), além de ter aparecido em “A Origem” e “Dunkirk”. Apesar do tema sugerir um filme sóbrio, o estúdio Universal manteve a tradicional época de lançamento dos filmes de ação de Nolan, marcando “Oppenheimer” para 21 de julho de 2023, alta temporada de férias nos EUA e período concorrido de blockbusters. O último filme do diretor, “Tenet”, foi lançado nos cinemas em outubro de 2020 apenas porque as salas estavam fechadas durante o verão do ano passado, auge da pandemia de covid-19. Apesar das dificuldades criadas pela crise sanitária, o épico de ficção científica arrecadou US$ 363 milhões ao redor do mundo. A expectativa é que as filmagens de “Oppenheimer” comecem no início do ano que vem, marcando o início da parceria de Nolan com a Universal, após duas décadas de contrato com a Warner. A separação não foi muito amigável, acontecendo após o diretor falar mal da estratégia de seu antigo estúdio de distribuir filmes simultaneamente nos cinemas e no “pior serviço streaming”, a HBO Max. A fala teve repercussão e o motivou a mudar de ares.
Christopher Nolan rompe com a Warner e vai filmar na Universal
O próximo filme de Christopher Nolan (“Tenet”) será lançado pela Universal Pictures. O diretor levou o projeto ao mercado, mostrando sua contrariedade com a Warner, estúdio por onde lançou quase todos os seus longas nos últimos 20 anos – desde “Insônia” em 2002. Seu último filme, “Tenet”, foi lançado exclusivamente nos cinemas em outubro de 2020. Apesar das dificuldades da crise sanitária, o épico de ação arrecadou US$ 363 milhões em bilheterias ao redor do mundo. Mesmo assim, a Warner considerou o valor baixo e optou por lançar todos os seus filmes posteriores num modelo híbrido de distribuição. Nolan ficou irritadíssimo. Após falar mal da estratégia do estúdio de distribuir filmes simultaneamente nos cinemas e no “pior serviço streaming”, a HBO Max, ele decidiu buscar outra parceria. Em seu novo filme, Nolan pretende voltar à época da 2ª Guerra Mundial, mas em vez das batalhes de “Dunkirk” focará nos bastidores burocráticos e científicos da criação da bomba atômica, com destaque para o envolvimento do cientista J. Robert Oppenheimer, gênio por trás do projeto Manhattan e autor da famosa frase: “Agora, eu me tornei a morte, a destruidora de mundos”. Segundo o site Deadline, o ator Cillian Murphy vai participar do projeto. Mais conhecido como protagonista de “Peaky Blinders”, Murphy já trabalhou várias vezes com Nolan, desde os filmes de Batman (onde viveu o vilão Espantalho), além de ter aparecido em “A Origem” e “Dunkirk”. Oppenheimer já foi o tema de filme, o fracasso de bilheteria de 1989 “O Início do Fim” (Fat Man and Little Boy), estrelado por Paul Newman, dirigido por Roland Joffé e apreciado por poucos, com 47% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Christopher Nolan filmará a criação da bomba atômica
O diretor Christopher Nolan (“Tenet”) definiu seu próximo filme. Ele vai voltar à época da 2ª Guerra Mundial, mas em vez das batalhes de “Dunkirk” focará nos bastidores burocráticos e científicos da criação da bomba atômica, com destaque para o envolvimento do cientista J. Robert Oppenheimer, gênio por trás do projeto Manhattan e autor da famosa frase: “Agora, eu me tornei a morte, a destruidora de mundos”. Segundo o site Deadline, o ator Cillian Murphy vai participar do projeto. Mais conhecido como protagonista de “Peaky Blinders”, Murphy já trabalhou várias vezes com Nolan, desde os filmes de Batman (onde viveu o vilão Espantalho), além de ter aparecido em “A Origem” e “Dunkirk”. O detalhe mais curioso é que o diretor não está tratando o projeto com a Warner, por onde lançou quase todos os seus longas nos últimos 20 anos – desde “Insônia” em 2002. Após falar mal da estratégia do estúdio de distribuir filmes simultaneamente nos cinemas e no “pior serviço streaming”, a HBO Max, ele abriu conversa com a concorrência sobre a possibilidade de financiar o longa-metragem. O último filme do diretor, “Tenet”, foi lançado exclusivamente nos cinemas em outubro de 2020. Apesar das dificuldades da crise sanitária, o épico de ação arrecadou US$ 363 milhões em bilheterias ao redor do mundo. Mesmo assim, a Warner considerou o valor baixo e optou por lançar todos os seus filmes posteriores num modelo híbrido de distribuição. Nolan ficou irritadíssimo. A grande ironia seria ele fechar uma parceria com uma plataforma de streaming. A Netflix já deixou claro que contratar o diretor é uma de suas ambições.











