Sony já desenvolve continuação e spin-off de Homem-Aranha no Aranhaverso
A Sony Pictures está confiando muito no desempenho de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, a ponto de encomendar uma sequência e um spin-off antes da estreia da animação nos cinemas. Segundo a revista The Hollywood Reporter, o diretor português Joaquim dos Santos, conhecido pelos desenhos “Avatar: A Lenda de Aang” e “Voltron: O Defensor Lendário”, será o encarregado da sequência de “Aranhaverso”, que está sendo escrita por David Callaham (roteirista de “Os Mercenários” e “Mulher-Maravilha 1984”). Além da continuação, o estúdio também planeja uma animação focada nas mulheres do universo do Homem-Aranha. E o THR afirma que Lauren Montgomery, diretora de “Batman: Ano Um” e “Liga da Justiça: A Legião do Mal”, está cotada para comandar a aventura feminina, escrita por Bek Smith (da série “Zoo”). As novas animações continuarão a ser produzidas por Phil Lord e Chris Miller, responsáveis também pela franquia “Uma Aventura Lego” na Warner. Os dois assinaram a produção de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que Lord roteirizou. “Homem-Aranha no Aranhaverso” estreia nos cinemas americanos em 14 de dezembro, mas chega apenas em 10 de janeiro no Brasil. Já a continuação e o spin-off ainda não tiveram suas datas de lançamento reveladas.
John Williams volta à Star Wars para compôr o tema do filme de Han Solo
O filme solo de, hmm, Han Solo terá seu tema musical composto por John Williams, o veterano compositor de inúmeros clássicos do cinema, inclusive da trilha sonora de “Guerra nas Estrelas”, que introduziu o personagem em 1977. Mas Williams não fará a trilha completa da produção. As demais músicas estarão a cargo de John Powell, mais conhecido por trilhas de animação, como “Rio”, “A Era do Gelo” e “Como Treinar Seu Dragão” – pela qual foi indicado ao Oscar em 2011. A informação foi revelada em entrevista de Williams à revista Variety. “O plano atual é o seguinte: eu vou compôr um tema para Han Solo e John Powell ficará com a trilha sonora, que ele fará brilhantemente”, disse o músico e maestro. Williams trabalhou em todos os filmes de “Star Wars”, menos o spin-off anterior, “Rogue One” (2016). Ele não é o único veterano da franquia envolvido na nova produção. O roteiro de “Han Solo: Uma História Star Wars” foi escrito por Lawrence Kasdan, de “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983), em parceria com seu filho Jon Kasdan. Originalmente interpretado por Harrison Ford na franquia “Star Wars”, Han Solo será agora vivido por Alden Ehrenreich (“Ave César!”), numa produção que começou a ser dirigida por Phil Lord e Chris Miller (“Anjos da Lei”) e acabou finalizada por Ron Howard (“O Código Da Vinci”). “Han Solo: Uma História Star Wars” tem estreia marcada para o dia 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Diretores demitidos de Han Solo vão filmar nova sci-fi do escritor de Perdido em Marte
Os diretores Phil Lord e Chris Miller (“Anjos da Lei”) definiram seu próximo projeto. Após serem demitidos no meio das filmagens de “Han Solo”, a dupla vai insistir no gênero da ficção científica com “Artemis”, adaptação do novo livro de Andy Weir, escritor do romance que virou o filme “Perdido em Marte” (2015). A publicação será lançada somente no dia 17 de novembro nos EUA, mas já teve seus direitos adquiridos pela Fox e a New Regency em maio. Isto porque “Ridley Scott, “, dirigido por Ridley Scott, foi um grande sucesso para o estúdio, obtendo US$ 630 milhões de bilheria mundial e sete indicações ao Oscar. “Artemis” se passa num futuro próximo e é o nome da cidadezinha em que vive Jazz, garota de 20 e poucos anos que mal ganha o suficiente para pagar o aluguel. Precisando de dinheiro, ela aproveita uma oportunidade que a conduz a uma conspiração para controlar o local. O detalhe é que Artemis não fica nos Estados Unidos. Nem mesmo na Terra. É a primeira cidade da Lua. Os produtores de “Perdido em Marte”, Simon Kinberg e Aditya Sood, também estão envolvidos com a adaptação.
Séries Making History e Son of Zorn são canceladas após uma temporada
O canal Fox anunciou oficialmente os cancelamentos das séries estreantes “Son of Zorn” e “Making History”. Ambas eram produzidas pela dupla Phil Lord e Chris Miller (diretores de “Anjos da Lei” e “Uma Aventura Lego”) e tinham como característica a inclusão de elementos de ficção científica em suas tramas de comédia. Lord e Miller estrearam como produtores de TV com outra atração focada no mesmo nicho, “O Último Cara da Terra” (The Last Man On Earth), que foi renovada para sua 4ª temporada. Mas o choque de gêneros não foi tão bem-sucedido nas séries mais recentes. “Son of Zorn” teve mais público, mas, após uma estreia promissora diante de 6,1 milhões de telespectadores, desabou para 1,5 milhão. O motivo da queda não é segredo: a série era medíocre, com apenas 57% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Por sua vez, “Making History” foi a atração de pior audiência da temporada na Fox, ainda que consistente em sua média de 1,5 milhão de telespectadores. Por isso, a aprovação da crítica, com 92% de aplausos no Rotten Tomatoes, pouco adiantou. Criada por Eric Appel (roteirista da série “Pretend Time”), “Son of Zorn” misturava animação com atores reais, acompanhando o cotidiano de um guerreiro lendário, cujo visual animado lembrava He-Man. A trama girava em torno do personagem (dublado por Jason Sudeikis, de “Uma Família do Bagulho”), em suas tentativas de se conectar com o filho e a ex-mulher, que eram interpretados por atores de carne e osso. Mas arranjar um emprego normal e se encaixar na vida suburbana acaba se provando uma experiência mais desafiadora do que as guerras em seu distante planeta natal, Zephyria. O elenco de carne e osso era composto por Cheryl Hines (série “Suburgatory”), Johnny Pemberton (“Anjos da Lei”), Tim Meadows (humorístico “Saturday Night Live”) e Artemis Pebdani (série “Scandal”). “Making History” foi criada por Julius Sharpe (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e fazia humor com a premissa da viagem no tempo. A trama acompanhava Adam Pally (série “The Mindy Project”), que inventa uma máquina do tempo caseira para namorar uma valente e bela colonizadora do século 18 (Leighton Meester, da série “Gossip Girl”), e no processo acaba mudando a História dos EUA. Para impedir que o desastre se consolide, ele convence seu Professor de História (Yassir Lester, da série “Girls”) a ajudá-lo a consertar sua bagunça no passado e logo os três se veem revisitando diferentes períodos históricos. Sua audiência foi bastante prejudicada pelo fato de seu lançamento ter ocorrido na midseason, após outras séries estreantes de viagem no tempo terem saturado a premissa.
Série O Último Cara da Terra é renovada para a 4ª temporada
A rede americana Fox anunciou a renovação da série de comédia “O Último Cara da Terra” (The Last Man On Earth), que chegará à sua 4ª temporada. Criada e estrelada por Will Forte (“Nebraska”), e com produção da dupla de cineastas Phil Lord e Chris Miller (“Anjos da Lei”), “O Último Cara da Terra” se passa num futuro apocalíptico, quando restou apenas um punhado de pessoas vivas no planeta. A trama deu uma guinada sombria em sua 3ª temporada, o que causou uma erosão em sua audiência. A série é atualmente vista por cerca de 2,1 milhões de telespectadores, contra 2,7 milhões da temporada anterior. São números de cancelamento, portanto a permanência na programação da Fox deve ser creditada ao prestígio dos produtores e às cinco indicações que já obteve ao prêmio Emmy. A renovação também é um prêmio de consolação para Phil Lord e Chris Miller. A dupla lançou as séries “Son of Zorn” e “Making History” na atual temporada, mas ambas devem ser canceladas por baixa audiência. No Brasil, “O Último Cara da Terra” é exibida no canal pago FX.
Série baseada na animação Tá Chovendo Hambúrguer ganha primeira prévia
O Cartoon Network divulgou uma prévia da série animada baseada em “Tá Chovendo Hambúrguer” (2009) A animação não é computadorizada como a produção do cinema, mas os traços são bem parecidos. Além disso, a trama é um prólogo e se passa antes das chuvas de hambúrgueres do título. A série vai acompanhar a adolescência de Flint Lockwood, o inventor precoce que tenta mudar o mundo, ao ritmo de uma invenção por episódio, junto com a aspirante a repórter Sam Sparks, o pai mau-humorado Tim, o macaco Steve, o professor Earl, o prefeito Shelbourne e todos os demais personagens do filme. O filme foi o primeiro sucesso da dupla Phil Lord e Chris Miller, que depois fez “Anjos da Lei” (2012), “Uma Aventura Lego” (2014) e agora trabalha no spin-off de “Star Wars” centrado na juventude de Han Solo. Desenvolvida por Mark Evastaff e Alex Galatis (ambos da série animada “Rocket Monkey”), “Cloudy with a Chance of Meatballs” (título original) estreia na sexta (3/3) nos EUA.
Batman Lego é pirado, divertido e obrigatório para os fãs dos quadrinhos
“Lego Batman – O Filme” é tão surtado quanto “Uma Aventura Lego”, a primeira incursão em longa-metragem da marca de brinquedos e a melhor animação de 2014. Pelo jeito, assim como os games e as animações para a TV, a franquia para o cinema seguirá esse tom pirado, com bobagens das grossas e motivos para muitas risadas. Mas vamos ponderar: no caso de “Uma Aventura Lego”, por concentrar a trama em um personagem inédito, a ousadia não tinha limites. Aqui, a pequena diferença é que estamos falando do Batman, o herói mais popular e provavelmente o mais conhecido dos quadrinhos, então é preciso seguir certas regras. Não que isso impeça a “Lego” de promover uma zoeira. Embora Batman seja ajustado à franquia, sua história, legado, tudo é devidamente referido. E o fato da animação ser uma comédia não significa, necessariamente, que ridiculariza o herói e seu universo. Ao contrário, é quase um processo de terapia para o personagem – a comédia rola solta, mas os realizadores levaram muito a sério (na medida do possível) o passado de Bruce Wayne, o motivo que o levou a se tornar o Batman, a relação com o Coringa e, sobretudo, algo que poucos exploraram sem enfiar na trama romances passageiros com Kim Basinger ou Nicole Kidman: a solidão do Homem-Morcego. Nas entrelinhas, é este o ponto central de “Lego Batman” e o que o torna obrigatório para qualquer fã dos quadrinhos. É para eles que o filme foi feito, com um buffet repleto de referências, incluindo menções aos filmes e séries da história do personagem, levando em conta até o tempo em que Batman está na ativa (ao pé da letra mesmo) e sua eficiência, afinal os vilões acabam sempre voltando mais cedo ou mais tarde. Isso não quer dizer que “Lego Batman” seja perfeito. Lá pelo meio, a animação viaja demais, envolvendo personagens demais, inclusive vilões de outros filmes que não têm nada a ver com as histórias da DC Comics. Legal, mas talvez mais apropriado em “Uma Aventura Lego”, que era um mix de franquias. Entretanto, “Batman Lego” existe neste universo. E é nesse momento que a animação revela suas intenções, como uma boa, criativa e divertida brincadeira de criança, ao misturar peças e bonecos de diferentes coleções da Lego. Vale frisar que, apesar de tanta loucura, o resultado termina muito bem costurado, com um ato final que se preocupa em concluir a situação do Batman solitário em sua Batcaverna. Não dava para esperar menos de Phil Lord e Chris Miller (“Tá Chovendo Hambúrguer” e, claro, “Uma Aventura Lego”) como produtores e Chris McKay (“Frango Robô”) como diretor. “Batman Lego” é muito engraçado e, ao não se levar a sério, evita as verdadeiras palhaçadas que foram os filmes do herói dirigidos por Zack Snyder e Joel Schumacher.
Lighton Meester viaja no tempo em fotos e comerciais da série de comédia Making History
A rede americana Fox retomou a divulgação de “Making History”, série de comédia sobre viagem no tempo aprovada em maio do ano passado, com vários comerciais e os retratos dos personagens. As prévias mostram como Adam Pally (série “The Mindy Project”) usa uma máquina do tempo caseira para namorar uma valente e bela colonizadora do século 18 (Leighton Meester, da série “Gossip Girl”), e no processo acaba mudando a História dos EUA. Para impedir que os ingleses vençam a guerra da independência, ele convence seu Professor de História (Yassir Lester, da série “Girls”) a ajudá-lo a consertar sua bagunça no passado. Mas logo decidem fazer novas viagens no tempo, na companhia da garota do século 18. A série foi criada por Julius Sharpe (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e tem produção de Phil Lord e Christopher Miller (diretores de “Uma Aventura Lego” e “Anjos da Lei”). Lord e Miller também produzem as séries de comédia “The Last Man on Earth” e “Son of Zorn” no mesmo canal, curiosamente todas de temática sci-fi. A estreia vai acontecer em 5 de março nos EUA.
Star Wars: Conheça as atrizes que disputam o principal papel feminino no filme de Han Solo
A Disney começou a fazer testes de elenco para definir a protagonista feminina de seu próximo spin-off da franquia “Star Wars”, o longa focado na juventude de Han Solo. Segundo o site da revista Variety, a disputa está acirrada entre as atrizes Zoë Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Naomi Scott (do vindouro “Power Rangers”) e Tessa Thompson (“Creed: Nascido para Lutar”). As três se encontraram com os diretores Phil Lord e Chris Miller em Londres nos últimos dias e uma delas irá contracenar com Alden Ehrenreich, intérprete de Han Solo na aventura. Os diretores também avaliaram jovens talentos para o papel de Lando Calrissian, que, segundo rumores, estaria perto de ser definido com a contratação Donald Glover – os testes teriam apenas consolidado a decisão. A previsão de início das filmagens do spin-off é janeiro, por isso o elenco deve ser anunciado em breve. Escrito por Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despetar da Força”) e seu filho Jon (“A Primeira Vez”), o filme de Han Solo estreia em maio de 2018.
The Last Man on Earth: Trailer da 3ª temporada revela nova ameaça à vida pacata do pós-apocalipse
A rede americana Fox divulgou uma imagem promocional, o pôster e o comercial da 3ª temporada de “The Last Man on Earth”. A prévia inclui elogios da crítica e mostra uma nova ameaça à tranquilidade pós-apocalíptica dos últimos moradores de Malibu, quando o ameaçador Pat Brown, o personagem de Mark Boone Junior (série “Sons of Anarchy”), desembarca na praia, acompanhado por homens em trajes protetores de ameaças biológicas. Pat Brown apareceu em dois episódios da temporada passada, tentando matar o astronauta vivido por Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), que é irmão de Phil (Will Forte), o protagonista da trama, e morrendo de medo do vírus que exterminou mais de 99% da humanidade. Criada e estrelada por Will Forte (“Nebraska”), e com produção da dupla de cineastas Phil Lord e Chris Miller (“Anjos da Lei”), “The Last Man on Earth” se passa após uma catástrofe deixar apenas um punhado de pessoas vivas no planeta. Apesar deste resumo trágico, trata-se de uma comédia bastante divertida, que foi indicada a quatro prêmios Emmy. A 3ª temporada estreia em 25 de setembro nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago FX.
Making History: Adam Pally viaja no tempo em trailer da nova série de comédia
A rede americana Fox divulgou o primeiro trailer de “Making History”, série de comédia sobre viagem no tempo aprovada para a próxima temporada. A prévia mostra como Adam Pally (série “The Mindy Project”) usa uma máquina do tempo caseira para namorar uma valente e bela colonizadora do século 18 (Leighton Meester, da série “Gossip Girl”), e no processo acaba mudando a História dos EUA. Para impedir que os ingleses vençam a guerra da independência, ele convence seu Professor de História (Yassir Lester, da série “Girls”) a ajudá-lo a consertar sua bagunça no passado. O choque cultural rende boas piadas, com referências à cultura pop contemporânea. A série foi criada por Julius Sharpe (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e tem produção de Phil Lord e Christopher Miller (diretores de “Uma Aventura Lego” e “Anjos da Lei”). Lord e Miller também produzem a premiada série “The Last Man on Earth” e este ano ainda lançam “Son of Zorn” no mesmo canal, assumindo uma posição de destaque para influenciar o humor da TV aberta com atrações de temática sci-fi, com tom mais próximo do streaming e/ou da TV paga. A estreia vai acontecer na midseason, entre janeiro e março, nos EUA.
Fox anuncia oito séries novas, incluindo adaptações de O Exorcista e Máquina Mortífera
A rede americana Fox saiu na frente da concorrência ao anunciar, na terça (10/5), suas novas séries para a temporada de outono de 2016. Foram encomendadas oito atrações novas, com destaque para as adaptações televisivas dos filmes “O Exorcista” (1973) e “Máquina Mortífera” (1987), além do spin-off da série “24 Horas”, anteriormente anunciado. As três atrações estavam entre os projetos mais badalados da temporada graças à popularidades de suas franquias, mas também pelas equipes envolvidas em suas produções. O piloto de “The Exorcist” (título original da série) foi dirigido por ninguém menos que o cineasta Rupert Wyatt (“Planeta dos Macacos: A Origem”) e estrelado pela veterana atriz Geena Davis (“Thelma & Louise”). Na trama, ela vive a mãe de duas garotas (Brianne Howey, da série “Scream Queens”, e Hannah Kasulka, de “The Fosters”), que podem ter sido possuídas pelo diabo. O elenco ainda inclui o mexicano Alfonso Herrera (ex-“Rebelde”, atualmente na série “Sense8”) e o inglês Ben Daniels (série “House of Cards”) como os padres que praticam o exorcismo. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Jeremy Slater (“Renascida do Inferno” e “Quarteto Fantástico”). Por sua vez, o piloto de “Lethal Weapon” foi comandado pelo cineasta McG (“3 Dias Para Matar”) e estrelado por Clayne Crawford (série “Rectify”) e Damon Wayans (série “Eu, a Patroa e as Crianças”). Os dois viverão os policiais Martin Riggs e Roger Murtaugh, papéis celebrizados por Mel Gibson e Danny Glover no cinema. O elenco também conta com Jordana Brewster, uma das estrelas da franquia “Velozes e Furiosos”, no papel de uma personagem que não existia no filme, a Dra. Maureen “Mo” Cahill, negociadora de sequestros e terapeuta da polícia de Los Angeles. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Matt Miller, criador da recém-cancelada “Forever”. Na trama, Riggs chega a Los Angeles buscando um recomeço, após a perda da mulher e do filho pequeno, mas age impulsivamente, colocando-se em perigo como reflexo de sua depressão. Ele terá como parceiro Murtaugh, que sofreu uma ataque cardíaco e deve evitar qualquer tipo de estresse. Intitulada “24: Legacy”, a atração derivada de “24 Horas” trará Corey Hawkins (Dr. Dre no filme “Straight Outta Compton”) no papel de um herói de guerra que procura a CTU (Agência de Contra-Terrorismo) para tentar impedir um grande ataque terrorista. Criada pelos produtores de “24 Horas” (Howard Gordon, Manny Coto e Evan Katz), a série negocia com Kiefer Sutherland para uma participação especial, o que não está garantido, já que ele estrelará uma nova atração em outro canal. As demais atrações aprovadas são “Pitch”, de Dan Fogelman (diretor e roteirista de “Não Olhe para Trás”), sobre a primeira mulher arremessadora (Kylie Bunbury, de “Under the Dome”) a jogar nas ligas principais do beisebol americano; “APB”, de David Slack (produtor-roteirista de “Person of Interest”), em que um bilionário (Justin Kirk, de “Weeds”) adquire uma delegacia de polícia após o assassinado de um ente querido, propondo uma abordagem de vanguarda no combate ao crime; “Star”, de Lee Daniels (criador de “Empire”), que acompanhará três garotas (elenco estreante) que decidem formar uma banda; “The Mick”, dos irmãos John e Dave Chernin (produtores-roteiristas de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), que traz Kaitlin Olson (também de “Philadelphia”) como uma mulher falida que aceita cuidar dos sobrinhos após a irmã fugir do país no rastro de um escândalo financeiro; e “Making History”, de Julius Sharpe (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada/Family Guy”), em que três amigos (Adam Pally, de “The Mindy Project”, Leighton Meester, de “Gossip Girl”, e Yassir Lester, da série “Girls”) descobrem uma maneira de viajar no tempo, visitando momentos históricos do passado e complicando suas vidas no presente. A última é considerada a série de comédia mais promissora da leva, graças à produção dos cineastas Phil Lord e Chris Miller, que dirigiram “Anjos da Lei” (2012), “Uma Aventura Lego” (2014) e vão comandar o filme sobre a juventude de Han Solo. Os dois também produzem a bem-sucedida série “The Last Man on Earth”. A Fox ainda não anunciou as datas de estreia de suas novas séries.
Comédias The Last Man On Earth e Brooklyn Nine-Nine garantem novas temporadas
A rede americana Fox anunciou a renovação de suas duas comédias mais prestigiadas, “The Last Man On Earth”, que chegará à sua 3ª temporada, e “Brooklyn Nine-Nine”, com produção garantida para a 4ª temporada. Curiosamente, ambas são protagonizadas por humoristas egressos do programa “Saturday Night Live” e mantém audiência similar. Criada e estrelada por Will Forte (“Nebraska”), e com produção da dupla de cineastas Phil Lord e Chris Miller (“Anjos da Lei”), “The Last Man on Earth” se passa num futuro apocalíptico, quando restou apenas um punhado de pessoas vivas no planeta. Atualmente no terço final de sua 2ª temporada, os episódios mais recentes incluíram um novo personagem na trama, um astronauta vivido por Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), que é irmão de Phil (Forte), aquele que no começo da série acreditava ser o último homem da Terra. Apesar de ter sido indicada a quatro prêmios Emmy, a atração não é um sucesso de audiência, vista, em média, por 2,9 milhões de telespectadores ao vivo – público 25% menor que o da temporada de estreia. “Brooklyn Nine-Nine”, por sua vez, traz Adam Samberg como detetive de uma delegacia repleta de policiais ineptos. O ator venceu o Globo de Ouro pelo papel em 2014, mas é seu chefe na trama, Andre Braugher (série “Law & Order: Special Victims Unit”), quem recebeu indicações ao Emmy. A três episódios de encerrar a temporada, a série registra média de 2,84 milhões de telespectadores ao vivo. Em comunicado, o presidente de entretenimento da rede, David Madden, disse: “Estamos muito orgulhosos destas comédias. Cada uma tem a sua própria voz, mas ambas destacam conjuntos ótimos de atores, com personagens que chamam atenção e, claro, roteiros fenomenais, que são as características de todas as grandes comédias”. Até o momento, a Fox já renovou oito séries. Além de “The Last Man On Earth” e “Brooklyn Nine-Nine”, garantiram novas temporadas as séries “Empire”, “Scream Queens”, “Gotham” e “Bones”, que encerrará sua produção, bem como as animações “The Simpsons” e “Bob’s Burgers”.











