Charlize Theron revela ter sofrido assédio em seu primeiro teste como atriz
A atriz Charlize Theron (a Furiosa de “Mad Max: Estrada da Fúria”) revelou, durante uma entrevista no programa de rádio de Roger Stern, que sofreu assédio de um produtor em seu primeiro teste como atriz. Sem dizer seu nome, ela revelou que “ele era um cara importante, e ainda é”. A estrela sul-africana de 43 anos contou que foi um empresário de uma agência de modelos que a recomendou para o teste. “Foi o primeiro teste da minha vida. Eu tinha acabado de fazer 19 anos, ou ainda tinha 18, nunca tinha ido para uma audição”, contou Theron. O primeiro detalhe estranho foi o horário: sábado à noite, às 21h. “Eu bati na porta, ele abriu e estava de pijamas. Descalço. Ele tinha um ego enorme, parecia se sentir muito bem sobre si mesmo”. Theron explicou que ele tinha preparado um ambiente para recebê-la. Eles se sentaram, com o produtor muito próximo dela. “Eu perguntava: ‘você quer que eu leia as páginas que você me passou?’. E ele dizia que não, que íamos só conversar. Uma hora ele colocou a mão no meu joelho e foi quando eu fiquei: ‘uh?’. Garotas geralmente falam sobre isso. Você fica com um branco na mente, não sabe o que fazer. Mas eu ri. Nem sei como saí da casa, mas saí. Ia acabar mal. Eu dirigi meu carro com tanta raiva de mim mesma por não ter falado nada. Não sou esse tipo de garota [de ficar quieta]. Por que eu não mandei ele se f…? Isso me deixou muito brava”, relatou a atriz. Anos depois, o produtor lhe ofereceu um trabalho e, quando ela foi ao seu encontro, com a decisão de confrontá-lo, ele nem sequer se lembrava dela. “Isso mostra o tanto de gente que ele tentou a mesma coisa”, lamentou o apresentador Howard Stern. “Eu listei tudo o que aconteceu: eu fui à sua casa, num sábado à noite, você estava de pijamas. Eu tive o momento que queria. Mas ele disse que não se lembrava”, completou Theron. Charlize Theron foi ao programa de Stern para divulgar “Casal Improvável”, comédia que ela estrela ao lado de Seth Rogen – que estava com ela no programa de rádio. O filme estreia em 9 de maio nos cinemas brasileiros.
Filme animado da Família Addams ganha trailer dublado em português
A Universal divulgou a versão dublada em português do trailer da animação “A Família Addams”. A prévia revela a mudança da família para sua famosa mansão assombrada e apresenta uma coleção de cenas que funcionam como esquetes, sem dar noção de uma trama central. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Todos substituídos por pessoas não identificadas no Brasil. Você não ouvirá abaixo Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) como seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublando o Tio Chico e nem Bette Midler (“Abracadabra”) como a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que você não ouvirá ser dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Caso queira ouvir esse elenco, siga o link para o trailer original, divulgado há uma semana. A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Filme animado da Família Addams ganha primeiro trailer
A MGM divulgou o primeiro trailer do longa animado de “A Família Addams”. A prévia revela uma coleção de esquetes com os personagens, mas não dá ideia da trama. Uma das cenas, porém, sugere uma mudança recente da família para sua famosa mansão assombrada. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Charlize Theron (“Tully”) dá voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dubla seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) vive seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dubla o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarna a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Filme animado da Família Addams ganha primeiro pôster
A MGM divulgou o pôster do longa animado de “A Família Addams”. A arte inclui a palavra “Halloween”, como referência à data de lançamento. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Charlize Theron (“Tully”) será a voz de Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublará seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) viverão seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublará o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnará a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Charlize Theron e Seth Rogen formam Casal Improvável em trailer e imagens de comédia
A Lionsgate divulgou fotos, pôsteres e o primeiro trailer de “Casal Improvável” (Long Shot), comédia romântica que junta Charlize Theron (“Velozes e Furiosos”) e Seth Rogen (“Vizinhos”). A parceria improvável do título é definida como “Uma Linda Mulher” às avessas no trailer, já que Rogen é um jornalista bufão decadente, que vira príncipe pelas mãos da classuda Secretária de Estado vivida por Theron. Ela o contrata para escrever os discursos de sua campanha para a Presidência dos Estados Unidos. Ex-colegas de colegial, os dois acabam se tornando cada vez mais íntimos no trabalho até que acontece o que acontece sempre nas comédias românticas. Apesar do par ser vendido como um “Casal Improvável”, não é a primeira vez que a fera grosseira chamada Seth Rogen ficou com uma bela loira de classe. Há 12 anos, ele formou par com Katherine Heigl em “Ligeiramente Grávidos” (2007). A nova comédia também inclui em seu elenco Alexander Skarsgard (“Big Little Lies”), June Diane Raphael (“Grace and Frankie”), Andy Serkis (“Pantera Negra”), Randall Park (“Homem-Formiga e a Vespa”) e O’Shea Jackson Jr (“Straight Outta Compton”). O filme tem roteiro de Liz Hannah (“The Post: A Guerra Secreta”) e Dan Sterling (“A Entrevista”), e a direção é de Jonathan Levine, que assina sua terceira comédia estrelada por Rogen – após “50%” (2011) e “Sexo, Drogas e Jingle Bells” (2015). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
John Lithgow viverá fundador da Fox News no filme sobre o escândalo sexual que abalou o canal de notícias
O veterano ator John Lithgow, que venceu o Emmy 2017 ao viver Winston Churchill em “The Crown”, vai estrelar o filme “Fair and Balanced”, no papel do criador da Fox News Roger Ailes. O filme vai abordar o escândalo de assédio sexual que levou à saída de Ailes da emissora. Embora os fatos retratados sejam anteriores ao movimento #MeToo, “Fair and Balanced” será a primeira produção a levar para as telas as denúncias que abalaram as estruturas machistas da indústria de comunicações dos Estados Unidos. Quando o escândalo veio à tona, em 2016, por meio das famosas jornalistas Gretchen Carlson e Megyn Kelly, Ailes foi forçado a pedir demissão. E em seguida uma enchente de acusações semelhantes foram dirigidas a outros profissionais da emissora. O âncora de maior prestígio do canal, Bill O’Reilly, foi demitido logo em seguida. As poderosas loiras Margot Robbie (“Eu, Tonya”), Nicole Kidman (“Lion”) e Charlize Theron (“Tully”) já tinham sido confirmadas no elenco. Kidman deve interpretar justamente Gretchen Carlson e Charlize Theron, por sua vez, viverá Megyn Kelly. Já Robbie tem o papel de uma produtora executiva do canal, personagem criada especificamente para o filme, visando resumir uma série de situações reais. Ex-assistente de campanha dos presidentes americanos Richard Nixon, Ronald Reagan e George Bush, Roger Ailes fundou a Fox News em 1996, com o objetivo de oferecer conteúdo de forte tendência conservadora para o ambiente do jornalismo televisivo do país. O executivo morreu em 2017, aos 77 anos, com a carreira e seu canal abalados pelo escândalo. O roteiro de “Fair and Balanced” é de Charles Randolph (“A Grande Aposta”) e a direção está a cargo de Jay Roach (“Trumbo – Lista Negra”). Produzido pela Annapurna Pictures, o longa ainda não tem previsão de estreia. Mas esta não é a única produção sendo montada sobre os bastidores controversos do canal favorito de Donald Trump. Russell Crowe (“A Múmia”) também vai viver Ailes, mas numa minissérie atualmente em desenvolvimento no canal pago Showtime.
Margot Robbie, Nicole Kidman e Charlize Theron vão viver escândalo sexual que abalou a Fox News no “filme do #MeToo”
As poderosas loiras Margot Robbie (“Eu, Tonya”), Nicole Kidman (“Lion”) e Charlize Theron (“Tully”) abriram espaço em suas agendas lotadas para participarem de um dos filmes que tende a se tornar um dos mais controversos de 2019 nos Estados Unidos. Trata-se de “Fair and Balanced” (Justo e Equilibrado, em tradução literal), filme sobre o escândalo de assédio sexual que derrubou Roger Ailes, ex-chefe da emissora de notícias norte-americana Fox News. A produção do estúdio indie Annapurna Pictures, que deve ganhar o apelido de “filme do #MeToo”, embora os fatos sejam anteriores ao movimento, será baseada na história das mulheres que enfrentaram a cultura tóxica de machismo do canal pago de notícias e denunciaram os abusos de Ailes para o mundo. Quando o escândalo veio à tona, em 2016, com denúncias até das famosas jornalistas Gretchen Carlson e Megyn Kelly, Ailes foi forçado a pedir demissão. E em seguida uma enchente de acusações semelhantes vieram à tona, envolvendo outros profissionais da emissora. O âncora de maior prestígio do canal, Bill O’Reilly, foi demitido logo em seguida. Kidman deve interpretar justamente Gretchen Carlson e Charlize Theron, por sua vez, viverá Megyn Kelly. Já Robbie tem o papel de uma produtora executiva do canal, personagem criada especificamente para o filme, visando resumir uma série de situações reais. Ex-assistente de campanha dos presidentes americanos Richard Nixon, Ronald Reagan e George Bush, Roger Ailes fundou a Fox News em 1996, com o objetivo de oferecer conteúdo de forte tendência conservadora para o ambiente do jornalismo televisivo do país. O executivo morreu em 2017, aos 77 anos, com a carreira e seu canal abalados pelo escândalo. O roteiro de “Fair and Balanced” é de Charles Randolph (“A Grande Aposta”) e a direção está a cargo de Jay Roach (“Trumbo – Lista Negra”). O longa ainda não tem previsão de estreia.
Animação da Família Addams ganha imagem e anuncia vozes de Charlize Theron, Chloe Moretz e Finn Wolfhard
A MGM divulgou a primeira imagem e o elenco de vozes originais do longa animado de “A Família Addams”. E são todos astros famosos. Charlize Theron (“Tully”) foi anunciada como a voz da matriarca da família, Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) será seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) viverão seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublará o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) dará voz à Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney, vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”. A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro de Matt Lieberman, que está escrevendo o novo filme do “Scooby-Doo”, e Pamela Pettler, que anteriormente escreveu duas ótimas animações de temática sobrenatural, “A Noiva Cadáver” (2005) e “A Casa Monstro” (2006). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes. A nova produção será o primeiro longa animado de “A Família Addams”. A estreia está marcada para outubro de 2019.
Tully é um filme simples com proporções épicas e mais incrível que você imagina
Jason Reitman acostumou o público mal com seus três primeiros (ótimos) filmes, “Obrigado por Fumar”, “Juno” e “Amor sem Escalas”. Esse último tem quase 10 anos e, de lá para cá, entregou sucessivos trabalhos descartáveis. Mas ele finalmente reencontra seu bom cinema com “Tully” (2018), filme que marca sua terceira parceria com a roteirista Diablo Cody, do excelente “Juno”, e o apenas OK “Jovens Adultos”, completando assim uma trilogia involuntária sobre diferentes fases na vida de uma mulher. Novamente dirigindo Charlize Theron (sua atriz principal em “Jovens Adultos”), Jason Reitman conta a história de Marlo, mãe de dois filhos e à espera do terceiro. O marido (Ron Livingston) ama sua esposa e as crianças, mas bem que ele poderia ajudar mais, não? Porém, o ambiente é inteiramente favorável para Charlize dar um show como a mãe estressada, enfrentando depressão pós-parto e pronta para entrar em colapso. Na primeira metade do filme há uma curiosa sequência picotada pela edição monitorada por Reitman que convence qualquer um de que Marlo está pirando com a situação. É incrível como o poder da montagem influencia o espectador. Sou homem e vi de perto o drama de Marlo nessa parte que flerta com o visceral, mas imagino como muitas mulheres se sentiram, principalmente as mães. É a deixa para entrar em cena a babá Tully (Mackenzie Davis), que cuidará não somente da bebê enquanto os pais dormem (ou fazem outras coisas), mas também da mamãe à beira de um ataque de nervos. Jason Reitman tem a comédia correndo nas veias, afinal é filho de Ivan Reitman, diretor de importantes exemplares do gênero nos anos 1980, como “Almôndegas”, “Os Caça-Fantasmas” e “Irmãos Gêmeos”. Ele não faz filmes tão populares quanto o pai, mas exercita um estilo de humor muito mais contido, maduro, dramático, sempre em busca do lado humano dos personagens, focando num tom mais sério e, ao mesmo tempo, cínico. É um cara que se dá bem escrevendo seus próprios roteiros sem jamais trair suas influências. Mas quando ousa narrar histórias sobre mulheres, Reitman, como homem, sabe muito bem que não teria como ser justo na abordagem e nunca conseguiria entendê-las profundamente. Mas isso não quer dizer que não possa tentar. E faz o certo ao contar com a colaboração de Diablo Cody para investigar a alma feminina. “Tully” é mais um filme que comprova que a roteirista e o diretor nasceram um para o outro quando o assunto é cinema. Jason Reitman traduz com muita sensibilidade um texto extremamente honesto de Diablo Cody, que engana quem pensa que já viu de tudo sobre filmes de maternidade. E só temos a certeza disso no final de explodir cabeças; uma conclusão que torna praticamente impossível destrinchar as qualidades de “Tully” sem dar spoilers. Mas basta você saber que não é exatamente a depressão pós-parto que diferencia “Tully” da maioria dos filmes sobre mães. O que atualiza um tema tão explorado pelo cinema para o século 21 é a proximidade do espectador com o desabafo íntimo, confidencial, realista de uma mulher de 40 anos sobre sua rotina, as dificuldades do casamento, e de ser mãe; bem como o equilíbrio das expectativas de uma vida que se anuncia sem surpresas daqui para frente com a sensação de tempo perdido, o excesso de ansiedade, a velocidade do dia, das informações, e a distância cada vez maior do que faz alguém se sentir jovem. É um filme simples em sua forma, mas de proporções épicas quando notamos seus verdadeiros significados. Diablo Cody mostra que aceitação não precisa ser uma punição. Sim, a bagagem pesa, mas Cody lembra que juventude e velhice estão muito mais ligadas a sensações e atitudes capazes de dialogar em harmonia e ignorar nossos limites físicos. O que Reitman faz é abrir seu coração, admitir que está disposto a aprender e confiar 100% em sua roteirista e suas atrizes, porque Charlize e Mackenzie estão excelentes e a química entre elas é mais incrível que você imagina. São pontos que levam “Tully” a figurar entre os melhores filmes de Jason Reitman, que agora tem quatro “clássicos” em sua filmografia.
Charlize Theron revela ter entrado em depressão após engordar para o filme Tully
Charlize Theron contou ao programa Entertainment Tonight que ganhou 23 quilos para interpretar sua personagem no filme “Tully”, o que alterou o seu humor e a mergulhou na depressão. E não foi fácil recuperar seu peso normal. Em “Tully”, a atriz interpreta uma mãe de três filhos, fatigada com o dia a dia da família e do trabalho. Segundo ela, seus filhos de verdade se referem a essa fase como “o filme em que a mamãe tinha uma grande barriga”. “Eu queria me sentir como aquela mulher. E ganhar peso foi a melhor maneira de me aproximar de sua realidade”, ela explicou, sobre o que levou a incorporar a personagem de forma tão intensa. “Mas foi uma surpresa pra mim”, observou. “Fui atingida com força pela depressão. Pela primeira vez na minha vida, comi muito alimento processado e ingeri muita bebida com açúcar. Eu não era uma companhia agradável na época”, conta. Ganhar peso foi difícil, mas perder os quilos foi um “inferno”. “Demorei um ano e meio”, revelou, sobre o tempo que ficou em dieta. “Foi uma longa jornada. Fiquei preocupada, pois quando engordei para ‘Monster’ (filme de 2003), eu parei de comer besteira por cinco dias e já estava bem. Mas o corpo aos 27 anos é bem diferente do corpo aos 43, e meu médico me fez entender isso.” “Tully” volta a juntar Charlize Theron com o diretor e a roteirista de “Jovens Adultos”. Escrita por Diablo Cody e dirigida por Jason Reitman, a comédia tem estreia prevista para 24 de maio no Brasil.
Charlize Theron diz que Atômica terá continuação
A atriz Charlize Theron confirmou que “Atômica” vai ganhar continuação. A revelação foi feita durante uma discussão das cenas de ação exaustivas do filme, em um painel no Festival Internacional de Cinema de São Francisco. Ao ser questionada se o esforço tinha valido a pena, ela apenas respondeu: “Sim, estamos fazendo uma sequência”. Lançado em agosto do ano passado, o filme não foi um grande sucesso de bilheteria. Faturou US$ 51M (milhões) nos Estados Unidos e US$ 95M no mercado mundial. Mas custou pouco: US$ 30M. “Atômica” é uma adaptação da graphic novel “The Coldest Day”, de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart, que não tem sequência. Mas o filme termina com um gancho para novas aventuras, incluído pelo roteirista Kurt Johnstad (“300”), que também foi responsável por mudar o sexo da personagem vivida por Sofia Boutella (“A Múmia”), dando origem a cenas lésbicas de alta voltagem. Na trama, Charlize vive a “loira atômica” do título original durante a época da Guerra Fria, nos anos 1980. Sua personagem é uma espiã britânica enviada para Berlim Ocidental numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. Caso o filme ganhe sequência, será o segundo trabalho do diretor David Leitch a virar franquia. O detalhe é que ele dirigiu apenas dois longas na carreira. O primeiro foi “De Volta ao Jogo”, em que Keanu Reeves viveu pela primeira vez o matador John Wick. O próximo filme de Leitch, porém, já será uma continuação de franquia, “Deadpool 2”, que estreia em 17 de maio no Brasil.
Charlize Theron diz que pode sair dos Estados Unidos devido ao racismo
Charlize Theron revelou que não está mais suportando o racismo americano. A atriz sul-africana adotou dois meninos negros e, por conta disso, contou que está considerando se mudar dos Estados Unidos caso a situação não melhore. “Muitas vezes, olho para meus filhos e penso que, se essa intolerância continuar, eu terei que deixar os Estados Unidos. A última coisa que quero é que meus filhos se sintam inseguros”, ela afirmou, em entrevista à revista Elle. A atriz acredita que ter crescido na África do Sul durante o apartheid a deixou mais consciente sobre igualdade e direitos humanos. “O racismo está muito mais presente e forte do que nós pensávamos, não podemos mais negar. Há lugares nos Estados Unidos nos quais, caso eu conseguisse um emprego, não aceitaria. Eu não viajaria com meus filhos a certos lugares do país, e isso é problemático”, ela revelou. Charlize explicou que conversa sobre desigualdade com os meninos, ao mesmo tempo que deseja que eles tenham orgulho de ser quem são. “Eles precisam saber que as coisas são diferentes para mim e para eles e como isso é injusto. Se eu puder fazer algo para mudar isso, claro que vou fazer”, acrescentou.
Trailer de Tully mostra esgotamento de Charlize Theron em nova comédia da equipe de Jovens Adultos
A Focus Features divulgou o segundo trailer de “Tully”, comédia que volta a juntar Charlize Theron com o diretor e a roteirista de “Jovens Adultos”. A prévia mostra a atriz esgotada pela rotina de ser mãe de duas crianças pequenas e um bebê recém-nascido. Mas ela não é a personagem-título. Tully, na verdade, é uma “Mary Poppins” moderna, uma babá cheia de sorrisos e juventude, vivida por Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”). Segundo a sinopse, a mãe e a babá acabam desenvolvendo uma grande amizade. O elenco também inclui Ron Livingston (“Invocação do Mal”) como o marido, além de Mark Duplass (série “The Mindy Project”), Emily Haine (série “Fargo”) e Elaine Tan (série “Hand of God”). Escrita por Diablo Cody e dirigida por Jason Reitman, “Tully” tem lançamento marcado para 20 de abril nos Estados Unidos e apenas dois meses depois, em 25 de junho, no Brasil.









