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    Regiane Alves contraria versão oficial sobre bastidores do beijo de Clara e Helena em “Vai na Fé”

    7 de julho de 2023 /

    O casal formado por Clara e Helena na novela “Vai na Fé”, da Globo, tem sido o centro das atenções e debates entre os espectadores da trama. Uma polêmica emergiu quando cenas de beijos entre as personagens, interpretadas por Regiane Alves e Priscila Sztejnman, foram cortadas repetidamente, levantando questionamentos sobre a posição da emissora em relação à representação homoafetiva. Em entrevista à Caras Digital, Regiane Alves, que dá vida à ex-modelo Clara na trama, falou sobre os motivos que levaram a direção da novela a vetar a exibição das cenas de beijos entre as personagens, contrariando a versão oficial da emissora. A atriz não escondeu seu descontentamento com a decisão. “Gravamos as cenas dos beijos, mas um pedido de dentro da Globo para ter mais cuidado fez com que não fossem ao ar. Estamos em 2023, faz parte da sociedade, sim! Eu e a Priscila”, declarou a atriz, expressando a sua parceria com a colega de cena. O relato de Regiane Alves contrasta com a declaração de Amauri Soares, novo diretor dos Estúdios Globo. O ex-marido de Patrícia Poeta negou qualquer veto em cenas homoafetivas e enfatizou o compromisso da empresa com a representação desses temas.   Bastidores e a luta pela representatividade Na entrevista, Regiane Alves contou que a cena finalmente transmitida causou grande movimentação nos bastidores da emissora. “Tinha muita gente no estúdio para acompanhar, parecia a final da Copa do Mundo. Gerou expectativa. Queremos sempre fazer de forma orgânica, foi uma cena muito delicada”, relatou. A atriz também comentou que tanto ela quanto Priscila “compraram a causa”, lutando pela representatividade na tela. “Estamos em 2023, faz parte da sociedade, sim! É uma forma de amor. O amor tem que ser dito, não deve ser privado”, defendeu, evidenciando a necessidade de todos se sentirem representados na televisão. Apesar dos cortes e da frustração, o beijo finalmente saiu, indo ao ar em 17 de junho, para a satisfação de Regiane Alves e dos espectadores. “Foi uma vitória quando foi ao ar. Não tem como fingir que não existe”, finalizou.

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    Vai na Fé: Após censura da Globo, Clara e Helena finalmente se beijam

    21 de junho de 2023 /

    Após a censura de três beijos anteriores, finalmente o público de “Vai na Fé” pôde testemunhar o momento de carinho entre Clara, interpretada por Regiane Alves, e Helena, personagem de Priscila Sztejnman. A cena que envolveu abraços consoladores e um beijo de amor foi recebida com satisfação pelo público, que vinha reclamando do súbito conservadorismo da emissora. A cena em questão retrata a personal trainer Helena consolando Clara, sua amada, após uma frustração profissional. Clara fez um trabalho como modelo, porém o pagamento foi tão baixo que ela mal conseguiu pagar uma única conta. Durante o ensaio fotográfico, Helena acompanha e apoia Clara, que entra no estúdio cheia de felicidade. “Nossa, que delícia pisar num estúdio pra trabalhar de novo”, celebra a ex-modelo. Mesmo nervosa, as fotos ficam maravilhosas, até que ela recebe o baixo cachê. Em meio à decepção, Helena a consola: “Nada que é fácil vale a pena. Te conquistar, por exemplo, foi bem difícil. E eu faria tudo de novo”. As duas, então, compartilham um beijo apaixonado.   A reação do público O beijo entre Clara e Helena sacudiu a internet e se tornou um dos tópicos mais comentados no Twitter. Os fãs comemoraram a cena e expressaram suas emoções, e as próprias atrizes interagiram com a audiência. Priscila Sztejnman postou: “O beijo Clarena veio aí!”. Regiane Alves também celebrou o momento: “Foi tudo pra vocês, meus amores! Vocês que dão tanta força e amor para a história das duas. Muito feliz que tenham gostado”.   A polêmica Antes desse episódio, a emissora foi criticada pelos fãs da novela das 19h por cortar cenas de beijo entre as personagens de Regiane e Priscila. A hashtag “Queremos beijo Clarena” chegou a ser uma das mais comentadas no Twitter no Brasil. A Globo se defendeu alegando que toda novela está sujeita a edição, e que isso faz parte das estratégias de programação ou artísticas da empresa. Diante disso, Regiane comentou no Twitter: “Devagar e sempre. Um passo de cada vez para a construção de um futuro onde todas as formas de amor possam ser aceitas e celebradas”. Em preparação ao beijo Clarena, a novela exibiu no sábado (17/6) o primeiro beijo entre Yuri (Jean Paulo Campos) e Vini (Guthierry Sotero), após também ter censurado uma tentativa anterior. O contato, porém, foi mais tímido: um selinho. AAAAAAAAAAA 😭😭😭 VEIO AÍ O BEIJO CLARENA!!!!! 🧡 Viva o amor desse casal maravilhosooo!!! 👩‍❤️‍💋‍👩 #VaiNaFé pic.twitter.com/cUsAmvjrXH — gshow (@gshow) June 21, 2023 O beijo Clarena veio aí!! ❤️ #vainafé pic.twitter.com/C3hgC6arfi — Priscila Sztejnman (@PriSztejnman) June 21, 2023 Agora quero saber… o que vcs acharam?? Foram tantas pessoas assistir a gravação da cena. Não via tanto espectador num estúdio assim desde a surra da Dóris 😁 #VaiNaFé — Regiane Alves (@RegianeAlves) June 21, 2023 Foi tudo pra vcs, meus amores!! Vcs que dão tanta força e amor para a história das duas. Muito feliz que tenham gostado ❤️ https://t.co/5xQGmpj0ZL — Regiane Alves (@RegianeAlves) June 21, 2023

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    Após censuras, Globo confirma exibição de beijo sáfico em “Vai na Fé”

    13 de junho de 2023 /

    A assessoria da TV Globo confirmou que o tão esperado beijo sáfico de “Vai na Fé” será exibido na próxima semana. A cena do capítulo 135 teria sido gravada na segunda-feira (12/6). Segundo o jornal O Globo, a sequência acontecerá depois da separação de Clara (Regiane Alves) e Theo (Emilio Dantas), quando a dondoca será convidada para fazer um ensaio de moda. Clara será acompanhada por Helena (Priscila Sztejnman), que a incentivará a fazer poses mais sensuais em frente às câmeras. “Sabia que tinha uma tigresa aí dentro”, dirá o fotógrafo. “Tem, sim. Mas tem que saber chamar”, responderá Helena, que vai se animar com a empolgação da namorada. No entanto, o cachê do trabalho deixará Clara decepcionada com o valor baixo. “Por que você ficou tão triste? As fotos estão maravilhosas. Imagina quantas mulheres vão te olhar e se inspirar?”, tenta argumentar Helena. “Beleza não vai pagar as contas. O cachê era baixo, não dá pra pagar nem o condomínio. Achei que ia conseguir me sustentar como modelo, que boba eu sou”, lamenta Clara. “Você sabia que não ia ser fácil. Separar do Theo, entrar na Justiça, voltar a ter uma carreira. Mas não é excitante também? Parece que tudo é possível!”, dirá Helena. Clara, por sua vez, dirá que não consegue “curtir essa liberdade se está toda hora preocupada com dinheiro”. “Nada que é fácil vale a pena. Te conquistar, por exemplo, foi bem difícil. E eu faria tudo de novo”, afirmará sua namorada. Neste momento, o texto do folhetim diz que “Helena e Clara dão um beijo carinhoso” no capítulo, que será exibido nos próximos dias. Resta saber se a cena não será cortada novamente ou se ficará apenas subentendida.

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    Globo censura sexta cena LGBTQIAPN+ em um mês

    3 de junho de 2023 /

    A rede Globo censurou mais um beijo entre pessoas do mesmo sexo. Depois de evitar três vezes os beijos de Clara (Regiane Alves) e Helena (Priscila Sztejnman) em “Vai na Fé”, outro casal LGBTQIAPN+ teve cenas de afeto cortadas no capítulo deste sábado (3/6) da novela das sete. A decisão foi criticada pelo público nas redes sociais. “Cortou de novo?”, questionou um internauta. Nos roteiros entregues aos atores, havia a indicação explícita de um beijo entre Vini (Guthierry Sotero) e Yuri (Jean Paulo Campos): “No alívio, os dois se encaram. Rola um clima. Yuri, mais tentado que nervoso, dá um selinho em Vini”. Entretanto, a Globo optou por apenas deixar o beijo apenas subentendido. Mesmo sem mostrar o beijo, a troca de afeto foi registrada por uma fala do personagem de Guthierry Sotero. “Por que tu tem vergonha de beijar um cara?”, questionou o rapaz. Além dos quatro beijos em “Vai na Fé”, duas sequências amorosas entre as personagens de Camila Pitanga (“Velho Chico”) e Elisa Volpatto (“Bom Dia, Verônica”) em “Aruanas” também foram censuradas pela emissora. Enquanto a novela das sete tem um público evangélico e mais conservador, “Aruanas” é uma produção de cunho mais progressista e exibida após as 22h, supostamente para pessoas adultas. A decisão de cortar pela sexta vez uma manifestação de carinho LGBTQIAPN+ consolidou na Globo o estigma de retrocesso. Os cortes, que buscam tornar invisível o afeto LGBTQIAPN+, foram acompanhados pela decisão de esconder o especial “Falas de Orgulho” na grade da madrugada. No início deste ano, a Globo informou que o especial seria exibido após a novela das nove, assim como aconteceu há dois anos atrás, quando o projeto recebeu diversos elogios e marcou 16,9 pontos de audiência na Grande São Paulo. Contudo, nas últimas semanas a emissora informou ter mudado os planos, optando por apresentar o documentário dedicado ao mês de orgulho LGBTQIAPN+ depois da “Tela Quente”, por volta da meia-noite. A mudança de horário escancara a nova e surpreendente postura da emissora, que após marcar posição a favor das minorias durante o governo ultraconservador de Jair Bolonaro, fecha as portas por vontade própria em plena abertura cultural do governo Lula. Um detalhe dos bastidores pode explicar a reviravolta. O recrudescimento coincide com a saída de Ricardo Waddington e a nomeação de Amauri Soares para comandar os Estúdios Globo.

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    Após censurar lésbicas, Globo esconde especial LGBT+ na grade da madrugada

    2 de junho de 2023 /

    Após censurar diversas cenas homoafetivas, a TV Globo optou por esconder o especial “Falas de Orgulho” na grade da madrugada. A decisão acontece em meio a uma escalada de conservadorismo da emissora, que transparece estar “assustada” com a diversidade LGBTQIAP+. No início deste ano, a Globo informou que o especial seria exibido após a novela das nove, assim como aconteceu há dois anos atrás, quando o projeto recebeu diversos elogios e marcou 16,9 pontos de audiência na Grande São Paulo. Contudo, a emissora optou por apresentar o documentário depois da “Tela Quente”, por volta da meia-noite, já que a sessão de filmes será um pouco mais curta do que o habitual. Vale citar que outros especiais do projeto “Falas” têm sido exibidos na faixa das 23h30. A mudança de horário está sendo considerada significativa pelo público, que tem criticado a Globo por tesourar cenas românticas entre pessoas do mesmo sexo em suas produções. Muitos apontaram hipocrisia da emissora fazer um especial sobre diversidade quando está cada vez mais claro que a emissora não se importa com o Mês do Orgulho. O documentário é repleto de histórias emocionantes sobre diversidades e acolhimento, porém a edição deve centrar sua história num casal sáfico, Lena (Ana Flávia Cavalcanti) e Kátia (Kika Sena). Na trama, Lena é uma mulher cisgênero que decide morar com sua esposa trans numa casa que recebeu de herança. Elas terão dificuldades para se adaptar à vizinhança. “Falas de Orgulho” será exibida no dia 26 de junho.

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    Globo volta a censurar cena lésbica em “Aruanas”

    1 de junho de 2023 /

    A Globo voltou a censurar uma cena lésbica na TV. Desta vez, foi uma cena de sexo entre Olga e Ivona na série “Aruanas”. Foi a segunda vez em duas semanas que as sequências amorosas entre as personagens de Camila Pitanga (“Velho Chico”) e Elisa Volpatto (“Bom Dia, Verônica”) são reduzidas pela emissora e a quinta vez seguida que cenas lésbicas foram censuradas no mês de maio – a censura também vetou beijos na novela “Vai na Fé”. Em seu Instagram, Volpatto criticou a decisão da emissora. “Sinceramente, há avanços que a gente faz em sociedade que a gente não pode voltar para trás”, declarou a artista em uma publicação feita na quarta-feira (31/5). Além disso, a atriz decidiu publicar a cena em sua conta. “Rede Globe, que tristeza. Cortaram de novo a cena de duas minas se pegando. Com tanta cena hetero mais fuerte do que essa passando em horário nobre bem nobre… Você nos obriga a entregar ela por aqui”, comentou ela. Apesar de ter sido cortada na TV aberta, a sequência está disponível no Globoplay, na versão integral do episódio. Elisa ainda continuou seu discurso: “Ela [a cena] foi gravada (eu não tô louca, nós gravamos essa cena, né Camila Pitanga?!) e faz parte da narrativa para entendermos a história de Ivona e Olga. Ela existe na íntegra na versão do Globoplay. Sinceramente, há avanços que a gente faz em sociedade que a gente não pode voltar para trás”, criticou. “Vamos, TV Globo. O que a vida quer da gente é coragem”, continuou. Por fim, Volpatto dedicou a cena à comunidade LGBTQAIP+. “[A comunidade mata] Um leão por dia”, justificou. Camila Pitanga não respondeu à menção nem se pronunciou sobre o tema. Além da polêmica entre as atrizes de “Aruanas”, a Globo vem impedindo Regiane Alves (“Uma Pitada de Sorte”) e Priscila Sztejnman (“Uma Quase Dupla”) de se beijarem na novela “Vai na Fé”. As atrizes interpretam, respectivamente, Clara e Helena. Neste caso, a emissora justificou que a novela das sete tem um público evangélico e mais conservador, que pode deixar de assistir ao programa caso se depare com beijos LGBTQAIP+. Já “Aruanas” é uma produção de cunho mais progressista e exibida após as 22h supostamente para pessoas adultas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Elisa Volpatto (@evolpatto)

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    Vai na Fé: Globo censura beijo lésbico pela 3ª vez e é detonada na internet

    31 de maio de 2023 /

    A Globo uma chuva de críticas nas redes sociais por cortar novamente uma cena de beijo entre as personagens Clara (Regiane Alves) e Helena (Priscila Sztejnman) na novela “Vai na Fé”. Essa foi a terceira vez que a emissora barrou um momento romântico entre as personagens, o que gerou revolta entre os internautas. O novo corte ocorreu no capítulo exibido nesta quarta-feira (31/5), no exato momento em que Clara e Helena se aproximavam. De acordo com o site Notícias da TV, o roteiro da autora Rosane Svartman mostrava com Lumiar (Carolina Dieckmann) flagrando o selinho entre as duas, o que não aconteceu na transmissão. Os fãs reagiram de maneira enfurecida, acusando a emissora de censura. Diante de mais uma alteração na novela, eles apontaram novamente que a escolha da Globo é extremamente desnecessária. No Twitter, uma usuária acusou a emissora de desrespeitar as mulheres lésbicas. “Estou me sentindo suja, como se um beijo em outra mulher fosse algo tão horrível. Espero que vocês um dia entendam como essa representação mal feita nos destrói perante a sociedade”, julgou. Já outra usuária, disparou que os cortes afetam a própria narrativa da novela. “Pra quê criar casal lésbico se vai censurar todos os beijos?”, protestou. “As cenas completamente sem sentido por que são cheias de corte”. Outra ainda ironizou: “Parabéns Globo, você nos fez acreditar num romance lésbico sem beijo”. Desde a primeira cena censurada, o público questionou a decisão da Globo de barrar o beijo entre as personagens de Regiane e Priscila. Ainda segundo o site, a Globo optou pelo corte na justificativa de que um beijo “de verdade” entre as duas pudesse assustar o público e causar rejeição às personagens, prejudicando o desenvolvimento do romance. Na prática, está acontecendo o contrário. Não há nenhum protesto contra o romance das personagens, mas uma fúria generalizada do público contra a Globo por seu conservadorismo. Até o momento, o casal só protagonizou um selinho, porém em um contexto cômico específico. Na cena, elas fizeram isso visando afastar homens que as assediavam. Eu tô sentindo tão ódio da @tvglobo pq está sim me desrespeitando como mulher lésbica, estou me sentindo suja , como se um beijo em outra mulher fosse algo tão horrível. Espero que vcs um dia entendam como essa representação mau feita nós destrói perante a sociedade#VaiNaFe — Cassia (@cassiakatdom) May 31, 2023 e mais uma vez cortaram o beijo delas kkk chega a ser ridículo isso. se não quer mostrar duas mulheres se beijando pq inventam de fazer casal lésbico em novela? vsf globo #VaiNaFé https://t.co/UVLVyCDQ5w — ste (@sftwste) May 31, 2023 Parabéns Globo vc nos fez acreditar num romance lésbico sem beijo #VaiNaFé pic.twitter.com/kSTSa8pE8v — like GRAH (@jonnpereira) May 25, 2023 PRA QUE CRIA CASAL LÉSBICO SE VAI CENSURAR TODOS OS BEIJOS??!???????????!!! as cenas completamente sem sentido pq são cheias de corte kkkkkkkkkk #VaiNaFe — indie (@1ND1S) May 31, 2023

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    Léo Lins ameaça quem o criticou por debochar de minorias: “Se eu for preso, você vai junto”

    29 de maio de 2023 /

    O humorista Léo Lins ameaçou quem o criticou após ter debochado de minorias e ter um vídeo de stand-up removido da internet por decisão judicial. Acusado de propagar discurso de ódio, o ex-contratado do SBT afirmou possuir um documento que expõe piadas preconceituosas feitas por essas pessoas e que pode fazê-los “ir para a cadeia”. Em suas redes sociais, Lins alega ter preparado o dossiê em sua defesa, para o caso de ser preso. O comediante disse ainda que reuniu principalmente piadas feitas por outros humoristas que, para ele, foram “a favor da censura”. No vídeo, ele se dirige aos seus críticos em tom ameaçador. “Pra essas pessoas que tão à favor da censura, principalmente humoristas e comediantes, eu sugiro torcer muito pra eu continuar solto”, começou Léo Lins na publicação. “Porque, na minha defesa, tem diversas piadas do pessoal à favor da censura, onde eu peguei a lista de temas que é proibido fazer piada [como minorias, orientação sexual, religião e raça], identifiquei diversas piadas com esses temas e transcrevi pra minha defesa”, ressaltou Léo Lins. Léo Lins afirma que esse não é seu desejo, mas que as informações podem fazer com que outros humoristas sejam presos também. “Eu não quero que ninguém vá preso. Mas veja bem: se esse critério vai ser usado pra me colocar na cadeia, serve para outras pessoas também”, argumenta. “Então, você que foi à favor da censura, torça pra eu continuar solto. Porque se eu for preso, você vai junto e pode acabar na cela comigo, e aí vai ter que ouvir as minhas piadas”, acrescentou. Entre as pessoas que falaram sobre o caso de Lins está o humorista Fábio Porchat, que voltou atrás após defendê-lo . “Eu escrevi dois tweets sobre um assunto super complexo. Eu falei de forma rasa, precipitada, confusa. Então eu errei. E é por isso que eu decidi, também, apagar os tweets”, explicou-se no sábado (27/5). “Eu queria deixar muito claro aqui que a minha posição nunca foi defender o humor racista. Eu sempre tentei promover o humor que não causasse dor, que não machucasse. Sempre disse, e eu continuo dizendo, que a comédia que agride, que humilha, que bate em grupos minorizados é péssima, é velha, é desnecessária. Ela atrasa o avanço social”, completou.

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    “Todas as Flores” ignora censuras e lança beijo sáfico no streaming

    23 de maio de 2023 /

    Na contramão da censura, “Todas as Flores” antecipou o final feliz de Gabriela (Camila Alves) e Laura (Amanda Mittz). Na série do Globoplay, as personagens escancaram o amor e trocam um beijo sáfico de tirar o fôlego. Recentemente, a TV Globo optou por vetar as cenas homoafetivas que seriam vistas em “Vai na Fé” e na série “Aruanas”. A emissora alegou ter medo de rejeição por parte dos telespectadores mais conservadores, porém não há indícios de desaprovação por parte majoritária do público. A cena sáfica de “Todas as Flores” deixou evidente que a censura da emissora está presente apenas na TV aberta, que deveria acompanhar o comportamento da sociedade brasileira e aproximar ainda mais sua audiência. Apesar do ponto positivo, a sequência sáfica de “Todas as Flores” não constava no texto apresentado no capítulo 79, mas não quer dizer que o romance teria sido escondido da produção. Acontece que há um trabalho minucioso nos bastidores com os deficientes visuais do elenco, como é o caso de Camila Alves. No diálogo final, as coadjuvantes vão ressaltar a inclusão na saga escrita por João Emanuel Carneiro. A cena digna de filme mostrará as dificuldades vividas por Gabriela, que terá que mudar sua maneira de se relacionar mesmo já apaixonada por Laura. O romance deve atingir um novo patamar assim que a funcionária da Rhodes, que é defensora do amor livre, se abrir para um relacionamento monogâmico. O casal será alvo do “cupido” Márcio (Cleber Tolini) para aceitar a reconciliação. Com um encontro marcado, Márcio não comparecerá no restaurante com o intuito de reaproximar o casal. O encontro acontece no local onde a dupla trocou os primeiros afetos, e a oportunidade será aproveitada por Gabriela, que vai se declarar à Laura. “Queria aproveitar que a gente está aqui para dizer que eu fiquei pensando muito na gente nos últimos dias. Eu me sinto disposta e aberta a me relacionar de uma forma diferente do que a que eu vinha me relacionando nos últimos tempos. Eu fico falando para todo mundo dessa coisa de liberdade. Mas eu não quero que a liberdade seja uma prisão que me impeça de ficar com quem eu amo”, dirá a personagem de Camila Alves.

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    “Vai na Fé” grava novo beijo sáfico que pode não ser exibido

    22 de maio de 2023 /

    A TV Globo gravou uma nova cena romântica de Clara (Regiane Alves) e Helena (Priscila Sztejnman) na novela “Vai na Fé”. No entanto, a emissora pode não exibir o beijo sáfico, pois ainda tem dúvidas sobre a reação do público conservador. A nova cena homoafetiva pode ser o estopim para que as duas iniciem um namoro. Vale lembrar que, a essa altura, Clara já terá quase certeza de que seu marido Theo (Emilio Dantas) mantém um caso com Luminar (Carolina Dieckman). O beijo de “Clarena” está previsto para quarta-feira (24/5). Contudo, a decisão da exibição deve ser adiada até os últimos instantes, enquanto a Globo monitora as reações nas redes sociais. Desta forma, a direção de dramaturgia vai realizar algumas reuniões e pode bater o martelo apenas na terça-feira (23/5). A emissora parece ter receio de chamar a atenção do público conservador, que espera um “tom familiar” na novela escrita por Rosane Svartman. Apesar disso, pesquisas recentes mostram que não há qualquer rejeição à trama das sete.

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    Tainá Müller diz que Globo cronometrava beijo lésbico em “Em Família”: “Preconceito”

    12 de maio de 2023 /

    A atriz Tainá Müller (“Bom dia, Verônica”) desabafou, em sua conta no Twitter, a respeito da censura da Globo a um beijo lésbico na novela “Vai na Fé”. No texto, ela relembrou dos bastidores da novela “Em Família” (2014), de Manoel Carlos, quando contracenou com Giovana Antonelli (“Travessia”). Müller revela que o beijo entre as personagens era cronometrado pela produção. “Na nossa época o beijo era cronometrado. Tinha que contar ‘1, 2, 3’ e não abrir a boca”, revelou a atriz. Em outros tuítes, ela criticou a censura a beijos entre pessoas do mesmo sexo na televisão. “Fico muito triste em saber que em 2023 ainda há censura de um beijo de duas mulheres”, afirma a atriz. “E parece que não é só aqui: na França, onde está passando ‘Em Família’, também cortaram o beijo de Clara e Marina. Depois tem gente que questiona o ‘dia da visibilidade lésbica'”, continua. Müller afirma que teve bastante dificuldade para lidar com a questão durante as filmagens. “Sofri muito com essa história na época de #Clarina. Achava um absurdo, na real”, comenta. “Entendo que o Brasil é um país conservador, mas não normalizar o afeto entre duas pessoas do mesmo sexo só faz a manutenção do preconceito”, completou. Nesta semana, os telespectadores de “Vai na Fé” ficaram revoltados após a Globo cortar uma das cenas mais esperadas da novela, o beijo lésbico entre Clara (Regiane Alves) e Helena (Priscila Sztejnman). Após a repercussão negativa, a assessoria da emissora amenizou a censura. “Toda novela está sujeita a edição. Uma rotina que atende às estratégias de programação ou artísticas. Isso, inclusive, é sinalizado nos resumos de capítulos divulgados pela Globo”, diz o conteúdo da nota oficial. Segundo fontes, a produção teria considerado que o beijo poderia ser demais para o público de uma trama evangélica. Mas a reação nas redes sociais está fazendo a emissora reconsiderar a ideia, diante do apoio a #Clarena. Fiquei muito triste de saber que em 2023 ainda há censura de um beijo de duas mulheres. E parece que não é só aqui: na França, onde está passando “Em Família” também cortaram o beijo de Clara e Marina. Depois tem gente q questiona o “dia da visibilidade lésbica”. — Tainá Müller (@tainamuller) May 12, 2023 Sofri muito com essa história na época de #Clarina. Achava um absurdo, na real. Entendo que o Brasil é um país conservador, mas não normalizar o afeto entre duas pessoas do mesmo sexo só faz a manutenção do preconceito. — Tainá Müller (@tainamuller) May 12, 2023 Na nossa época o beijo era cronometrado. Tinha que contar “1, 2, 3” e não abrir a boca. — Tainá Müller (@tainamuller) May 12, 2023

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    Livros de James Bond serão reeditados com cortes de conteúdo racista

    27 de fevereiro de 2023 /

    Os livros da franquia “James Bond”, escritos por Ian Fleming, serão reeditados com o intuito de remover conteúdos racistas contidos nas obras originais. Segundo o jornal britânico The Telegraph, os livros serão relançados a partir de abril, para comemorar os 70 anos de “Cassino Royale”, a estreia literária de Bond, e trarão avisos aos leitores sobre a versão. Cada livro vai iniciar com um aviso de que a obra foi escrita “em uma época em que termos e atitudes que poderiam ser considerados ofensivos pelos leitores modernos eram comuns”. Em seguida, será informado que “nesta edição, foram feitas várias atualizações, mantendo-se o mais próximo possível do texto original e do período em que ele se passa”, informou o jornal. Uma das principais mudanças feitas nos livros refere-se a um termo pejorativo comumente usado por Fleming para se referir a pessoas negras. O termo em questão foi completamente removido e substituído por “pessoa negra” ou “homem negro”. Mas essa não foi a única mudança. Em “Viva e Deixe Morrer” (1954), por exemplo, James Bond originalmente se referia aos africanos do comércio de ouro e diamantes como “caras bastante respeitáveis, eu deveria pensar, exceto quando bebem demais”. Isso foi alterado para apenas “caras bastante respeitáveis, eu deveria pensar”. Em outra cena do livro, o protagonista está em uma boate de strip tease do Harlem e o livro dizia que “Bond podia ouvir a plateia ofegando e grunhindo como porcos no cocho. Ele sentiu suas próprias mãos agarrando a toalha de mesa. Sua boca estava seca”. Essa descrição foi trocada por: “Bond podia sentir a tensão elétrica na sala”. Outros conteúdos, como referências feitas ao sotaque de personagens negros, foram removidos por completo, assim como a referência a etnias de alguns personagens que aparecem em “007 contra a Chantagem Atômica” (1961), “007 Contra a Chantagem Atômica” (1960) e “007 Contra Goldfinger” (1959). Vale lembrar que essas mudanças foram propostas pela Ian Fleming Publications, e não iam contra a vontade do autor. Na verdade, o próprio Ian Fleming já tinha autorizado que fossem feitas mudanças na edição americana de “Viva e Deixe Morrer” antes da sua morte, em 1964. “Nós, na Ian Fleming Publications, revisamos o texto dos livros originais de Bond e decidimos que nossa melhor opção era seguir o exemplo de Ian. Fizemos mudanças em ‘Viva e Deixe Morrer’ que ele mesmo autorizou”, afirmou a editora ao The Telegraph. “Seguindo a abordagem de Ian, analisamos as ocorrências de vários termos raciais em todos os livros e removemos várias palavras individuais ou as substituímos por termos que são mais aceitos hoje, mas em sintonia com o período em que os livros foram escritos”. “Encorajamos as pessoas a lerem os livros por si próprias quando os novos livros forem publicados em abril”, concluiu a Ian Fleming Publications. Essa é a segunda iniciativa do gênero neste ano que mal começou. Há duas semanas, os livros infantis de Roald Dahl (autor de “A Fantástica Fábrica de Chocolates”) passaram por um processo similar, para remover conteúdos considerados ofensivos como “gordo” e “louco”.

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    Ancine acaba com censura de Bolsonaro a conteúdos LGBTQIAP+

    13 de fevereiro de 2023 /

    A Ancine acabou com a censura ideológica do governo Bolsonaro. Na semana passada, numa reunião em que participaram o presidente da Ancine, Alex Braga, a secretária de Audiovisual, Joelma Gonçalves, e a diretora de conteúdo da EBC, Antonia Pellegrino, foram destravadas amarras que impediam a agência de emitir certificados de conclusão de 76 projetos audiovisuais, uma parte de temática LGBTQIAP+, no valor de R$ 67,4 milhões. São documentários, obras de ficção e animações produzidos em todas as regiões do Brasil. Bolsonaro tentou impedir a produção dos projetos numa das lives mais problemáticas de todo seu governo. Ele anunciou antecipadamente sua interferência no concurso público, afirmando que “abortaria” aquelas produções. “Fomos garimpar na Ancine filmes que estavam prontos para captar recurso no mercado”, disse Bolsonaro no primeiro ano de seu governo, passando a citar títulos e temas que considerava absurdos. “Um aqui se chama ‘Transversais”, disse, demonstrando horror ao citar que seu tema era transexualidade. “Conseguimos abortar essa missão aqui”, acrescentou. “Outro filme aqui, ‘Sexo Reverso'”, seguiu, dizendo que o filme abordava sexo grupal e oral com índios, concluindo é “um dinheiro jogado fora”. “Não tem cabimento fazer um filme com esse enredo, né?” Outro nome que ele achou ofensivo foi o de “Afronte”, de Marcus Azevedo e Bruno Victor, um docudrama sobre a realidade vivida por negros e homossexuais do Distrito Federal. “Mais um filme aí que foi para o saco”, decretou. Ele também atacou o projeto de “Religare Queer”, sobre uma “ex-freira lésbica”, que descreveu como um filme com “dez episódios”. “Confesso que não entendi por que gastar dinheiro público com um filme desses”, insistiu, sobre a série. “O que vai agregar?”, afirmou, considerando produções com temática LGBTQIAP+ “impróprias”. “Não estou perseguindo ninguém, cada um faça o que bem entender do seu corpo para ser feliz, agora, gastar dinheiro público para fazer esse tipo de filme [na verdade, série]…” E arrematou: “Se a Ancine não tivesse, na sua cabeça toda, mandato, já tinha degolado todo mundo”. A ameaça foi completada por um gesto que representa o assassinato por meio de degola. Só que a tentativa de censura por “filtros” na liberação de incentivos é que acabou “abortada”. Com a aprovação da Lei Aldir Blanc pelo Congresso, passando por cima da “missão” de Bolsonaro, “Transversais” conseguiu verba para virar um filme — o primeiro longa-metragem do diretor Émerson Maranhão — e pôde ser rodado no início de 2021. A obra foi lançado em grandes festivais de cinema, como a Mostra de São Paulo, Mix Brasil e Cine Ceará. A live deu início a uma crise política. O então ministro da Cidadania, Osmar Terra, publicou uma portaria suspendendo os editais, o que resultou no pedido de demissão do primeiro secretário de Cultura do antigo governo, Henrique Pires, declarando que não compactuaria com censura. Os projetos estavam entre os finalistas da linha de “diversidade de gênero” da EBC, que visava selecionar séries para a programação da TV pública em canais como a TV Brasil. Os vencedores seriam financiados diretamente por meio do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e não por autorização para captar incentivos. O FSA é formado pela taxa conhecida como Condecine, que incide sobre empresas de cinema, vídeo e telefonia. O edital foi lançado durante o governo Temer com regras claras, que foram cumpridas pelas produções inscritas. Com a suspensão do edital por motivação ideológica, os projetos citados pelo presidente na live não foram os únicos prejudicados. Isso porque o edital ainda previa o financiamento de cerca de outras 70 iniciativas divididas em 12 categorias. Além do tema da “diversidade de gênero”, o edital também contemplou séries nas categorias de “sociedade e meio ambiente”, “profissão”, “animação infantil” e “qualidade de vida”, entre outras. A partir de agora, a EBC poderá exibir esses conteúdos.

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